Relatório Anual de Informações
2012
Aprovado pelo Conselho Deliberativo em sua 184ª reunião,
realizada no dia 26 de março de 2013
Ceres – Fundação de Seguridade Social
SHCN-CL 202 Bloco C Brasília/DF CEP: 70832-535Telefone: (61) 2106-0200 Fax: (61) 3327 8248 Site: www.ceres.org.br 0800 979 2005 email; [email protected]
SUMÁRIO
1. Introdução 5
Mensagem Conselho Deliberativo 6
Mensagem Conselho Fiscal 7
Mensagem Diretoria Executiva 8
Destaques 2012 9
Programa de Educação Financeira e Previdenciária 9
Ceres tem novo Superintendente 12
Meta atuarial: taxa de juros reduzida para 5,25% 12
Ajuste de contribuição do plano Embrapa Básico 12
Fiscalização do Plano Epagri Básico 13
Emater-MG e Epagri elegem novos Conselheiros 13
ABDI: Novo Patrocinador 14
Quadro Social 14
2. Alterações do Estatuto e Regulamento 15
3. Demonstrativo de Investimentos 16
Investimentos em Relação aos Recursos Garantidores 17
Rentabilidade dos Planos 26
Rentabilidade por Plano de Benefícios 27
Enquadramento dos Planos 30
Gestão dos Investimentos 32
4. Demonstrativo Patrimonial e de Resultados dos Planos de Benefícios 33
Balanço Patrimonial Consolidado 33
Demonstração da Mutação do Patrimônio Social (DMPS) 34
Demonstração do Ativo Líquido (DAL) e da Mutação do Ativo Líquido (DMAL) por
plano de benefício 35
Embrapa Básico 36
Embrapa-FlexCeres 37
Embrater Básico 38
Ceres-FlexCeres 40 Epagri Básico 41 Epagri Saldado 42 Epagri-FlexCeres 43 Emater Básico 44 Emater Saldado 45 Emater-FlexCeres 46 Epamig Básico 47 Epamig Saldado 48 Epamig-FlexCeres 49 Cidasc FlexCeres 50
5. Despesas Administrativas dos Planos de Benefícios 51
Plano de Gestão Administrativa 51
Indicadores do PGA 2012 53
6. Pareceres 55
Parecer Atuarial 55
Método de financiamento, premissas e hipóteses utilizadas na avaliação atuarial
dos planos de benefícios 55
Qualidade da base cadastral utilizada 56
Parecer Atuarial do Plano Embrapa Básico 56
Parecer Atuarial do Plano Embrapa-FlexCeres 60
Parecer Atuarial do Plano Embrater 64
Parecer Atuarial do Plano Ceres Básico 67
Parecer Atuarial do Plano Ceres-FlexCeres 70
Parecer Atuarial do Plano Epagri Básico 74
Parecer Atuarial do Plano Epagri Saldado 77
Parecer Atuarial do Plano Epagri-FlexCeres 80
Parecer Atuarial do Plano Emater Básico 84
Parecer Atuarial do Plano Emater saldado 87
Parecer Atuarial do Plano Emater-FlexCeres 90
Parecer Atuarial do Plano Epamig Básico 95
Parecer Atuarial do Plano Epamig saldado 98
Parecer Atuarial do Plano Epamig-FlexCeres 100
Relatório dos Auditores Independentes 110 Parecer do Conselho Fiscal sobre as Demonstrações Contábeis de 2012 113
Manifestação do Conselho Deliberativo 117
7. Resumo da Política de Investimentos 2013 118
Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado 118
Cenários Macroeconômicos 119
Alocação de Recursos 121
Limites por Modalidade de Investimento 122
Instrumentos Derivativos 122
Taxa Mínima Atuarial/Índice de Referência 122
Meta de Rentabilidade 122
Apreçamento dos Ativos Financeiros 123
Avaliação dos Riscos 123
Princípios de Responsabilidade Socioambiental 123
Anexo 1 124
Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2012 124
Anexo 2 175
1.
I
NTRODUÇÃO
O Relatório de Informações é de periodicidade anual, em atendimento ao disposto na Resolução CGPC 23/2006. Consoante às exigências da boa governança corporativa, da transparência e das exigências da legalidade, foi mantido o modelo proposto pela Comissão Técnica de Controles Internos e Compliance da Abrapp adotado a partir de 2011 para a elaboração do Relatório Anual de Informações 2012.
O objetivo principal é apresentar aos conselheiros, aos patrocinadores e participantes, de forma resumida, as principais realizações desenvolvidas no referido ano, as demonstrações patrimoniais e contábeis, a política e o demonstrativo de investimentos dos planos de benefícios dos patrocinadores Embrapa, Emater-MG, Epagri, Epamig, Cidasc e Ceres, acompanhadas dos pareceres atuariais, dos auditores independentes e dos Conselhos Fiscal e Deliberativo. Espera-se, dessa forma, racionalizar a divulgação das informações fundamentadas na legislação em vigor com foco nos resultados de maior impacto nos planos de benefícios.
Os números de 2012 apresentados no presente relatório mostram aos participantes que estão em fase contributiva que seus benefícios serão assegurados e aos assistidos a tranqüilidade de que terão, todos os meses, as suas suplementações efetuadas. Além disso, mostram às empresas patrocinadoras que a decisão de instituírem planos de previdência complementar e confiarem sua gestão à Ceres foi uma decisão estratégica de valorização e preservação do capital humano.
Assim, em consonância com os princípios, regras e práticas de governança corporativa, a Ceres cumpriu com a sua missão, assegurando proteção previdenciária aos participantes e às suas famílias com qualidade, ética e transparência.
M
ENSAGEMC
ONSELHOD
ELIBERATIVOO Conselho Deliberativo mudou sua composição em 2012. Em função de término de mandatos, dois membros do Colegiado foram renovados, sendo um indicado pela Patrocinadora Epagri e outro eleito pelos participantes e assistidos da Patrocinadora Emater/MG.
Deliberações importantes foram aprovadas e implantadas, tanto na seguridade como nos investimentos, fortalecendo princípios de governança corporativa, com transparência e participação. Entre as deliberações foram aprovados o Plano de trabalho e a Política de Investimentos para 2013.
A Ceres, mesmo com as incertezas na economia mundial e nacional, permanece forte e preparada para assegurar o pagamento dos benefícios dos participantes dos diversos planos de benefícios. Novos participantes foram conquistados e passaram a contar com a garantia de um futuro digno para si e para a sua família. A cada exercício, os Conselheiros, Dirigentes e o corpo funcional estão mais capacitados para promover a tranqüilidade da família Ceres, no presente e no futuro.
M
ENSAGEMC
ONSELHOF
ISCALO Conselho Fiscal é o órgão responsável pelo efetivo controle da gestão da Ceres. Cabe a seus membros entre outras atividades a elaboração de relatórios semestrais e relatórios sobre demonstrativos contábeis que atestem a suficiência e a qualidade dos controles internos referentes à gestão dos ativos e passivos, e à execução orçamentária dos planos de benefícios administrados pela Fundação.
Buscou-se em 2012 aperfeiçoar a avaliação e o acompanhamento da gestão financeira da Ceres, tendo como consequência a proposição de medidas saneadoras e o pleno atendimento a legislação vigente. Essas incumbências tiveram como alvo monitorar e avaliar as atividades por meio de relatórios gerenciais destinados aos Conselhos Deliberativo e Fiscal e à Diretoria Executiva, bem como a busca da melhoria constante da gestão da fundação.
Com o objetivo de aprimorar a capacitação de seus membros foram realizadas visitas a outras Fundações, incentivada a participação em eventos de treinamento e reuniões com os órgãos fiscalizadores.
Preocupados em emitir informações concisas e claras, os membros do Conselho Fiscal realizaram a análise e acompanhamento da Política de Investimentos, do Plano de Trabalho da Ceres e das premissas atuariais para 2012 que resultaram na indicação de indicadores compatíveis para a efetividade do controle e do acompanhamento mensal das metas previstas. Em conjunto com a Gerência de Controle, foram inseridas informações ao Relatório de Controle Interno e ao Sumário Executivo com o objetivo de enriquecê-lo com dados que permitam melhor entendimento da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo.
Em 2012, mais uma vez, o Conselho Fiscal não poupou esforços em garantir aos patrocinadores, participantes e assistidos um futuro seguro com qualidade de vida. Assim, ao findar o ano temos plena consciência do dever cumprido.
M
ENSAGEMD
IRETORIAE
XECUTIVAA Fundação de Seguridade Social – Ceres é uma Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC) multipatrocinada e que administra quinze planos de benefícios de seis patrocinadores.
O quadro social da Ceres conta com um total de 17.829 associados, sendo 12.078 participantes e 5.751 assistidos.
Os planos de previdência complementar administrados pela Fundação encerraram o ano em equilíbrio e o patrimônio do conjunto de planos totalizou, em 31 de dezembro de 2012, o montante de R$ 3,7 bilhões.
Os recursos arrecadados com as contribuições dos participantes, assistidos e patrocinadores, capitalizados na forma de investimentos, foram superiores ao necessário para garantir o pagamento dos benefícios previstos nos regulamentos dos diversos planos. Desse modo, estão sendo honrados todos os compromissos previdenciais com os participantes e os assistidos.
Adicionalmente, deu-se continuidade ao esforço de redução das despesas administrativas com esses planos. Nesse sentido, a taxa de administração praticada em 2012 foi de 0,39% sobre o patrimônio total, abaixo da média do mercado de previdência complementar brasileira.
Durante o ano de 2012 foram realizados estudos de melhoria da estrutura técnico-operacional da Fundação e, como consequência, serão implantados alguns ajustes a partir do início de 2013.
Tem-se dado ênfase aos princípios de governança corporativa e de gestão baseada em risco, em consonância com as orientações da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc. A adoção destes princípios visa minimizar os riscos inerentes à atividade de previdência complementar, tanto de natureza estratégica como operacionais.
O Plano de Trabalho e a Política de Investimentos para 2013, propostos pela Diretoria Executiva e aprovados pelo Conselho Deliberativo estabelecem o direcionamento das ações para o futuro, com o objetivo maior de buscar a sustentabilidade institucional e a garantia do pleno cumprimento da missão da Fundação.
D
ESTAQUES2012
Os destaques referem-se às principais conquistas e avanços obtidos pela Fundação em 2012 no cumprimento de sua missão.
A família Ceres cresceu. A Fundação encerrou o ano com o total de 17.829 associados, sendo 5.751 assistidos e 12.078 participantes, com um crescimento de cerca de 2% em relação a 2011.
Os compromissos foram honrados, com o pagamento de R$ 210 milhões aos assitidos.
Apesar das dificuldades no cenário econômico mundial, o exercício de 2012 foi encerrado com a rentabilidade nominal acumulada de 10,45%.
Além destes destaques, merecem registro os seguintes acontecimentos:
P
ROGRAMA DEE
DUCAÇÃOF
INANCEIRA EP
REVIDENCIÁRIAO Programa de Educação Financeira e Previdenciária da Ceres, em 2012, compreendeu 19 ações, estruturadas conforme as diretrizes estabelecidas na Instrução n.º 32, e abrangeu os 15 planos de benefícios administrados pela Fundação, respeitando as especificidades de cada plano e as ações direcionadas por patrocinador. Essas ações tiveram como objetivo estimular o planejamento financeiro para a aposentadoria e manter o crescimento institucional por meio da adesão de novos participantes aos planos de previdência administrados pela Ceres. O nível de adesão, por patrocinador, poderá ser observado na Tabela 1.
Tabela 1. Evolução do Nível de Adesão 2008 2009 2010 2011 2012 Embrapa 73,9 74,6 77,2 81,9 83,5 Ceres 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Epagri 69,3 69,3 67,4 69,2 70,4 Emater-MG 76,4 77,0 78,6 79,3 79,8 Epamig 64,6 62,6 64,3 65,8 66,4 Cidasc - - 8,3 14,3 17,9
Fonte: Ceres, Relatório Anual 2009 e Relatório Gerencial, 2012
Inscrição de novos participantes – A Ceres, em 2012, manteve a estratégia de abordagem direta dos empregados dos patrocinadores não inscritos nos planos de previdência complementar. Os não participantes receberam e-mail contendo informações
sobre a cobertura, as vantagens de aderir ao plano e três simulações de adesão com níveis de contribuição mínimo, médio e máximo. Várias outras ações foram desenvolvidas pela Fundação no decorrer de 2012, com objetivo de orientar e esclarecer os empregados não participantes sobre os benefícios da previdência complementar. Entre essas ações, incluem-se reuniões, visitas, palestras e o trabalho desenvolvido pelo Grupo de Análise Preliminar de Seguridade (GAPS), Comitê de Seguridade (CS) e Comitê Consultivo de Planos dos Patrocinadores, influindo, em consequência, no aumento do nível de adesão conforme apresentado na Tabela 1.
Rede Viva Embrapa - Criada em 2011, para concentrar os esforços de instituições ligadas à Embrapa, a Rede Viva avançou no objetivo de fortalecer a sua atuação junto aos empregados. Em 2012, foi desenvolvida a identidade visual da Rede e implementado um plano de comunicação, cujo conceito foi a valorização das escolhas responsáveis para o bem-estar e a qualidade de vida. Buscar o pleno entendimento do público em relação à missão da Rede Viva Embrapa e seu posicionamento estratégico, contribuir para que os empregados da Embrapa conheçam e passem a se beneficiar dos produtos e serviços ofertados pelas consignatárias e colaborar para o fortalecimento de cada uma das consignatárias e da Rede foram os objetivos do plano de comunicação.
Treinamentos – Em atendimento às necessidades de treinamento levantadas entre os empregados da Fundação Ceres, foram promovidos dois cursos e uma reunião para troca de experiência em 2012.
Em parceria com o Núcleo de Educação Previdenciária do INSS, a Ceres promoveu um treinamento para 35 dos seus 60 empregados. Com carga horária de 8h, o curso abordou a Proteção Previdenciária ao Trabalhador, as Condições para o Reconhecimento de Direitos, a Filiaçãoe os Benefícios da Previdência Social.
A Gestão Baseada em Risco (GBR) foi tema de um encontro com o Coordenador da Comissão Nacional de Governança da Abrapp, que apresentou à Diretoria e ao corpo gerencial da Ceres o modelo adotado pela Funcef, e de um curso do qual participaram dois analistas da área de Controle, o Gerente de Investimentos e o Diretor Superintendente da Ceres. Para 2013 está programado um outro treinamento para todos os empregados da Fundação, a começar pelos membros da Diretoria Executiva e corpo gerencial, conforme Ação n.º 20 descrita no Programa de Educação Previdenciária e Finnaceira.
Certificação – Conforme estabelece a Resolução do CMN 3.792 de 2009, em seu artigo 8 “a aplicação dos recursos dos planos da EFPC requer que seus administradores e demais participantes do processo decisório dos investimentos sejam certificados por entidade de reconhecido mérito pelo mercado financeiro nacional”. E mais, essa diretriz se aplica também aos empregados da EFPC que realizam operações com ativos financeiros.
Por determinação da referida Resolução no mínimo 50% desses administradores e empregados deveriam estar certificados até 31 de dezembro de 2012. Este índice foi cumprido pela Ceres. Com a certificação do Diretor de Seguridade, em 2012, toda a Diretoria Executiva da Fundação está certificada pelo Instituto de Certificação dos Profissionais da Seguridade Social (ICSS). No Conselho Deliberativo, três dos seis membros estão certificados. No Conselho Fiscal três dos quatro membros possuem certificação. No corpo gerencial da Fundação estão certificados pelo ICSS os gerentes das áreas de Atuária, Benefícios, Controle, Investimentos, Relacionamento com o Participante e Tecnologia da Informação. Na Gerência de Investimentos, além do gerente há dois analistas certificados, um pelo ICSS e outro pela ANBID, a principal entidade certificadora dos profissionais do mercado financeiro brasileiro.
Comitês Consultivos de Planos (CCPs) - Foram instalados em 2012 os Comitês Consultivos dos planos Embrapa Básico e Embrapa-FlexCeres. Todos os patrocinadores dos planos administrados pela Ceres possuem agora essa importante estrutura de governança. A Diretoria da Ceres buscou o apoio dos CCPs na priorização das iniciativas voltadas à melhoria do relacionamento e promoção de uma maior aproximação da Fundação com os patrocinadores, participantes e assistidos em nível institucional e operacional.
Comissões Abrapp – A atuação da Ceres no sistema fechado de previdência complementar foi marcada pela ampliação da participação de empregados da Fundação em Comissões Técnicas da Abrapp. Atualmente a Ceres conta com representantes na Comissão Nacional de Fomento e nas Comissões Regionais Centro-Norte de Atuária, Comunicação, Contabilidade, Governança e Jurídica.
C
ERES TEM NOVOS
UPERINTENDENTEO catarinense Wenceslau Goedert assumiu a Superintendência da Ceres no dia 2 de janeiro de 2012. A estratégia de gestão adotada pelo novo Superintendente é a do trabalho com visão de futuro, em equipe e baseada no diálogo. Entre os desafios apontados estão a preservação da imagem positiva e da credibilidade da Ceres, a prospecção de novos patrocinadores e a ampliação dos percentuais de adesão aos atuais planos de benefícios. Em complementação às diretrizes destacadas, considera fundamental aperfeiçoar a estrutura e aplicar os fundamentos de governança corporativa nas tarefas e responsabilidades da Ceres, seguindo o modelo atual dos Comitês de Investimento e de Seguridade; estimular o aperfeiçoamento dos integrantes dos órgãos colegiados e dos gerentes da Ceres, contribuindo para sua certificação junto ao ICSS e exercitar novas formas de qualificação, avaliação e valorização do quadro de empregados da Fundação.
M
ETA ATUARIAL:
TAXA DE JUROS REDUZIDA PARA5,25%
O cenário econômico atual dificulta o alcance de ganhos reais acima da meta atuarial em vigor, exigindo dos fundos de pensão não apenas mais prudência no investimento dos recursos, mas a adoção de medidas que tornem viável a gestão do patrimônio de participantes e patrocinadores. Após análises, estudos e projeções, e com a aprovação do Conselho Deliberativo, a Ceres implantou, em 2012, a redução da taxa de juros da meta atuarial de 5,75% para 5,25%. Com essa medida a Diretoria Executiva da Ceres cumpre o seu papel de assegurar que os recursos garantidores dos planos administrados sejam aplicados de modo a obter, no mínimo, a rentabilidade equivalente à Meta Atuarial, para os planos de Benefício Definido - BD e ao Índice de Referência, para os planos de Contribuição Variável - CV, de modo a garantir o pagamento dos benefícios, considerando os princípios de segurança, rentabilidade, solvência, liquidez e transparência.
A
JUSTE DE CONTRIBUIÇÃO DO PLANOE
MBRAPAB
ÁSICOA partir de abril de 2012, as contribuições da Embrapa e dos participantes para o plano Embrapa Básico foram ajustados. A contribuição dos assistidos não foi alterada. O ajuste foi implementado em atendimento à Auditoria da Previc que, ao analisar a
postergação pelo Consleho Deliberativo, desde 2004, da cobrança da taxa adicional de contribuição no plano Embrapa Básico, concluiu que a decisão era indevida e determinou oficialmente que o acréscimo de 3,55% e 1,25%, nas taxas de contribuição extraordinária patronal e média dos participantes, respectivamente, fossem imediatamente cobradas, sob pena de autuação dos dirigentes estatutários (conselheiros e diretores).
F
ISCALIZAÇÃO DOP
LANOE
PAGRIB
ÁSICOComo parte do processo rotineiro de atuação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) nos fundos de pensão, a Ceres recebeu, no período de 13 de fevereiro a 6 de junho de 2012, a fiscalização daquela autarquia federal que é a responsável pela fiscalização e supervisão das atividades das entidades fechadas de previdência complementar. O objeto de fiscalização foi o plano Epagri Básico.
Ao final do processo, a Previc emitiu um Relatório que foi analisado pela equipe técnica da Ceres, pela Diretoria Executiva e pelos Colegiados Estatutários da Fundação. Esse trabalho foi fundamentado na documentação disponível e nos preceitos legais. As recomendações e determinações contidas no Relatório foram integralmente adotados pela Ceres, obedecendo aos prazos e exigências estabelecidas.
E
MATER-MG
EE
PAGRI ELEGEM NOVOSC
ONSELHEIROSOs Conselhos Deliberativo e Fiscal da Ceres têm nova composição em consequência do resultado das eleições de novos representantes pelos participantes e assistidos e da indicação de novos membros pelos patrocinadores Emater-MG e Epagri.
Para o Conselho Deliberativo (CD) a contadora Maria Augusta Ribeiro Leite foi eleita como representante dos participantes e assistidos da Emater-MG. Roberval Juarês de Andrade foi eleito como suplente. A Epagri indicou Antônio Carlos Theiss para o colegiado como representante do patrocinador e Luiz Antônio Palladini foi indicado como seu suplente.
Para o Conselho Fiscal, os participantes e assistidos da Epagri elegeram Úrsula Maria Ludwig Moraes como sua representante. Por indicação da Emater-MG, José Mauro Gonçalves Dias deixa de ser o representante do patrocinador no Conselho Deliberativo e passa a representá-la no Conselho Fiscal, no lugar de Sebastião Cardoso. A posse dos novos membros ocorreu no mês de dezembro de 2012.
ABDI:
N
OVOP
ATROCINADORComo parte do processo de negociação para que a Ceres administre um Plano de Previdência Complementar para os empregados daquela Agência, o Conselho Deliberativo da Ceres, em reunião realizada nos dias 8 e 9 de outubro, aprovou o Convenio de Adesão e Regulamento do Plano de Benefícios da Agência Nacional de Desenvolvimento Industrial – ABDI, com sede em Brasília-DF.
Os dois documentos foram enviados para aprovação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), em novembro de 2012. Conforme prevê a legislação, a Previc manifestou-se, em dezembro último, recomendando ajustes nos referidos documentos. Espera-se a manifestação favorável daquela Superintendência e o início da implantação do plano no decorrer do primeiro semestre de 2013.
Q
UADROS
OCIALOs planos de benefícios administrados pela Ceres encerraram o ano de 2012 com um total de 17.829 associados, representando um crescimento de cerca de 2% com relação a 2011. A distribuição dos participantes e assistidos, por plano de benefícios, em dezembro de 2012, encontra-se na Tabela 2:
Tabela 2. Quadro Social da Ceres
Plano Participantes Assistidos Total
2011 2012 2011 2012 2011 2012 Embrapa Básico 3.885 3.822 3.944 3.943 7.829 7.765 Embrapa-FlexCeres 3.732 4.067 23 45 3.755 4.112 Embrater Básico 0 0 67 67 67 67 Ceres Básico 0 0 5 14 5 14 Ceres -FlexCeres 62 64 3 2 65 66 Epagri Básico 0 0 443 442 443 442 Epagri –FlexCeres* 1.555 1.533 243 266 1.798 1.799 Emater Básico 4 4 589 582 593 586 Emater-FlexCeres* 1.715 1.714 107 122 1.822 1.836 Epamig Básico 0 0 214 211 214 211 Epamig –FlexCeres* 657 647 47 55 704 702 Cidasc -FlexCeres 182 227 0 2 182 229 Total 11.792 12.078 5.685 5.751 17.477 17.829 Planos Básicos 3.889 3.826 5.262 5.259 9.151 9.085 Planos FlexCeres 7.903 8.252 423 492 8.326 8.744
*Inclui participantes e assistidos dos respectivos Planos Saldados. Fonte: Ceres, Relatório Gerencial/Sicad, 2012
2.
A
LTERAÇÕES DO
E
STATUTO E
R
EGULAMENTO
Não houve alterações no estatuto e nos regulamentos dos planos de benefício em 2012, permanecendo as versões vigentes com aprovação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).
3.
D
EMONSTRATIVO DE
I
NVESTIMENTOS
A gestão dos investimentos é efetuada considerando os princípios de segurança, liquidez, rentabilidade, solvência, ética e transparência e com base em critérios que definem claramente as margens de tolerância aos riscos e as restrições para os investimentos em diferentes categorias de ativos. A atividade é exercida com boa fé, lealdade e diligência e os dirigentes zelam por elevados padrões éticos e adotam praticas que garantam o cumprimento do seu dever fiduciário em relação aos participantes dos planos de benefícios.
A política de investimentos é orientada pelo passivo atuarial. Na aplicação e gestão dos recursos são considerados a modalidade do plano de benefícios, suas especificidades e as características de suas obrigações. São adotadas regras, procedimentos e mecanismos de controles internos e de avaliação de riscos, observados o porte, a complexidade, a modalidade e a forma de gestão de cada um dos planos de benefícios, com vistas a garantir o permanente equilíbrio econômico-financeiro entre o ativo e o passivo atuarial de cada plano. É feito o acompanhando contínuo e sistemático, gerenciando o risco e o retorno esperado dos investimentos nos diferentes segmentos de aplicação, com uso de modelos e estratégias que visam reduzir riscos e maximizar a rentabilidade. Os procedimentos adotados objetivam assegurar que o processo de gestão dos investimentos seja transparente e totalmente independente da decisão de um gestor específico e que as estratégias utilizadas na aplicação dos recursos valorizem as questões sócio-ambientais e estimulem a governança corporativa. As decisões relevantes e que causam impacto na gestão da entidade ou dos planos de benefícios são tomadas por órgãos colegiados, formados pelo Grupo de Análise Preliminar de Investimentos (GAPI), pelo Comitê de Investimentos (CI) e pela Diretoria Executiva. Além destes, existem também os Comitês Consultivos de Planos (CCP) em todos os patrocinadores, que atuam como órgãos auxiliares na discussão e elaboração da política de investimentos dos planos de benefícios.
I
NVESTIMENTOS EMR
ELAÇÃO AOSR
ECURSOSG
ARANTIDORESO valor total dos Recursos Garantidores, formado pelos ativos disponíveis e de investimentos deduzidos de suas correspondentes exigibilidades, estão apresentados na Tabela 3.
Tabela 3. Total Consolidado dos Recursos Garantidores dos Planos e Alocações em 2011 e 2012
Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 3.345.321.020 3.696.597.291 Renda Fixa 2.576.355.526 77,04% 2.728.249.726 73,85% Renda Variável 459.564.391 13,74% 579.819.124 15,69% Investimentos Estruturados 124.772.102 3,73% 163.519.674 4,43% Imóveis 87.092.185 2,60% 133.671.827 3,62% Empréstimos 95.472.745 2,85% 88.908.968 2,41% Financiamentos Imobiliários 1.274.764 0,04% 1.056.041 0,03% Outros Realizáveis 789.307 0,02% 1.371.930 0,04% B) Disponível 119.684 0,004% 191.084 0,01% C) Exigibilidades 1.327.832 0,04% 2.296.532 0,06%
Programa de Investimentos do Passivo 639.673 0,02% 565.698 0,02% Exigível Contingencial de Investimentos 688.159 0,02% 1.730.834 0,05% D) Recursos Garantidores (A+B-C) 3.344.112.872 3.694.491.843
Fonte: Ceres, Gecor, 2013.
A gestão dos ativos é feita com base nos compromissos atuariais, com o uso da ferramenta Asset Liability Management (ALM), e de acordo com as características dos planos de benefícios, considerando a capacidade dos planos de benefício definido (BD) de gerar superávit e dos planos de contribuição variável (CV) de apresentar rentabilidade adequada para o risco incorrido. Os planos foram segmentados em três grupos, de acordo com suas características:
a. Grupo I (Planos Básicos): Epagri, Emater-MG e Epamig, planos de benefício definido apenas com participantes assistidos;
b. Grupo II: Embrapa Básico, Ceres Básico, Epagri Saldado, Emater-MG Saldado e Epamig Saldado;
c. Grupo III (Planos FlexCeres): Embrapa, Epagri, Emater-MG, Epamig, Cidasc e Ceres, planos de contribuição variável.
Para os planos de benefícios estruturados na modelagem de benefício definido (Básicos e Saldados) foi utilizado o modelo de ALM estocástico, com prazo de avaliação da evolução estocástica das carteiras escolhidas para alocação dos investimentos de dez anos.
Para os planos de contribuição variável (FlexCeres) foi utilizado um modelo de otimização de ativos com o objetivo de identificar carteiras de investimento com a melhor expectativa na relação retorno e risco. O resultado desta metodologia de trabalho, considerando cenários futuros da economia, é uma sinalização de percentuais dos recursos de cada plano de benefício a ser direcionado aos segmentos de aplicação, visando um ajustamento dos ativos aos passivos atuariais, chamada de Alocação Objetivo.
Para 2013, foi considerado um Cenário Base, com uma margem operacional - os limites inferior e superior. Como se trata de uma metodologia que considera uma visão estratégica de longo prazo, não há necessidade de ajustes imediatos nos percentuais alocados em cada segmento de aplicação em função de alterações de curto prazo.
As informações referentes aos investimentos em relação aos recursos garantidores por plano de benefícios estão apresentadas nas Tabelas de 4 a 19.
Tabela 4. Recursos Garantidores do Plano Embrapa Básico e Alocações em 2011 e 2012
Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 2.364.670.040 2.540.707.858 Renda Fixa 1.816.848.243 76,86% 1.866.301.463 73,50% Renda Variável 318.814.530 13,49% 388.108.055 15,28% Investimentos Estruturados 96.080.540 4,06% 125.364.576 4,94% Imóveis 67.515.084 2,86% 103.623.346 4,08% Empréstimos 63.933.641 2,70% 55.365.923 2,18% Financiamentos Imobiliários 751.163 0,03% 608.464 0,02% Outros Realizáveis 726.839 1.336.031 0,05% B) Disponível 77.612 0,00% 102.352 0,004% C) Exigibilidades 965.769 0,04% 1.612.912 0,06%
Programa de Investimentos do Passivo 491.077 0,02% 444.921 0,02% Exigível Contingencial de Investimentos 474.691 0,02% 1.167.991 0,05% D) Recursos Garantidores (A+B-C) 2.363.781.884 2.539.197.298
Tabela 5. Recursos Garantidores do Plano Embrapa-FlexCeres e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 146.753.839 223.161.718 Renda Fixa 110.698.629 75,44% 168.022.993 75,29% Renda Variável 28.742.929 19,59% 45.451.320 20,37% Investimentos Estruturados 392.275 0,27% 888.683 0,40% Imóveis 0 0,00% 0 0,00% Empréstimos 6.920.006 4,72% 8.798.722 3,94% Financiamentos Imobiliários 0 0,00% 0 0,00% B) Disponível 18 0,00% 17.237 0,01% C) Exigibilidades 12.837 0,01% 5.856 0,00%
Programa de Investimentos do Passivo 12.837 0,01% 5.856 0,003%
Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00%
D) Recursos Garantidores (A+B-C) 146.741.021 0 223.173.099
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
Tabela 6. Recursos Garantidores do Plano Embrater Básico e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 569 569 Renda Fixa 0 0,00% 0 0,00% Renda Variável 0 0,00% 0 0,00% Investimentos Estruturados 0 0,00% 0 0,00% Imóveis 0 0,00% 0 0,00% Empréstimos 0 0,00% 0 0,00% Financiamentos Imobiliários 569 100,00% 569 100,00% B) Disponível 0 0,00% 0 0,00% C) Exigibilidades 0 0,00% 0 0,00%
Programa de Investimentos do Passivo 0 0,00% 0 0,00%
Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00%
D) Recursos Garantidores (A+B-C) 569 569
Tabela 7. Recursos Garantidores do Plano Ceres Básico e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 13.154.573 % 14.113.837 Renda Fixa 9.599.940 72,98% 9.813.341 69,53% Renda Variável 1.775.510 13,50% 2.154.200 15,26% Investimentos Estruturados 500.499 3,80% 655.054 4,64% Imóveis 348.989 2,65% 535.657 3,80% Empréstimos 902.854 6,86% 932.201 6,60% Financiamentos Imobiliários 25.667 0,20% 22.744 0,16% Outros Realizáveis 1.114 0,01% 640 0,005% B) Disponível 2.551 0,02% 2.313 0,02% C) Exigibilidades 2.172 0,02% 1.793 0,01%
Programa de Investimentos do Passivo 2.172 0,02% 1.793 0,01%
Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00%
D) Recursos Garantidores (A+B-C) 13.154.951 14.114.357
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
Tabela 8. Recursos Garantidores do Plano Ceres-FlexCeres e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 3.047.328 % 3.912.754 Renda Fixa 2.084.752 68,41% 2.698.549 68,92% Renda Variável 627.644 20,60% 836.473 21,36% Investimentos Estruturados 10.373 0,34% 20.705 0,53% Imóveis 0 0,00% 0 0,00% Empréstimos 324.558 10,65% 357.026 9,12% Financiamentos Imobiliários 0 0,00% 0 0,00% B) Disponível 33 0,001% 3.113 0,08% C) Exigibilidades 26 0,001% 114 0,003%
Programa de Investimentos do Passivo 26 0,00% 114 0,003%
Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00%
D) Recursos Garantidores (A+B-C) 3.047.334 3.915.752
Tabela 9. Recursos Garantidores do Plano Epagri Básico e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 60.592.014 % 65.851.294 Renda Fixa 48.773.039 80,55% 49.498.969 75,60% Renda Variável 5.590.278 9,23% 8.429.546 12,87% Investimentos Estruturados 2.603.475 4,30% 3.390.707 5,18% Imóveis 1.844.925 3,05% 2.831.738 4,32% Empréstimos 1.602.130 2,65% 1.543.172 2,36% Financiamentos Imobiliários 178.167 0,29% 153.780 0,23% Outros Realizáveis 5.887 0,01% 3.383 0,005% B) Disponível 4.018 0,01% 4.696 0,01% C) Exigibilidades 43.561 0,07% 380.416 0,58%
Programa de Investimentos do Passivo 11.518 0,02% 9.756 0,01% Exigível Contingencial de Investimentos 32.043 0,05% 370.660 0,57% D) Recursos Garantidores (A+B+C) 60.552.471 65.475.574
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
Tabela 10. Recursos Garantidores do Plano Epagri Saldado e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 316.993.023 % 347.249.796 Renda Fixa 247.062.707 77,95% 259.133.948 74,67% Renda Variável 42.583.618 13,44% 52.480.287 15,12% Investimentos Estruturados 12.248.135 3,86% 16.024.626 4,62% Imóveis 8.593.215 2,71% 13.189.546 3,80% Empréstimos 6.415.520 2,02% 6.365.245 1,83% Financiamentos Imobiliários 62.408 0,02% 40.387 0,01% Outros Realizáveis 27.420 0,01% 15.758 0,005% B) Disponível 10.928 0,003% 14.578 0,004% C) Exigibilidades 54.456 0,02% 237.755 0,07%
Programa de Investimentos do Passivo 54.456 0,02% 45.572 0,01% Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 192.183 0,06% D) Recursos Garantidores (A+B-C) 316.949.494 347.026.619
Tabela 11. Recursos Garantidores do Plano Epagri-FlexCeres e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 80.216.659 101.159.128 Renda Fixa 61.938.091 77,22% 76.988.416 76,11% Renda Variável 16.739.474 20,87% 22.147.928 21,89% Investimentos Estruturados 280.025 0,35% 550.314 0,54% Imóveis 0 0,00% 0 0,00% Empréstimos 1.259.069 1,57% 1.472.471 1,46% Financiamentos Imobiliários 0 0,00% 0 0,00% B) Disponível 1.107 0,001% 5.211 0,01% C) Exigibilidades 4.896 0,01% 5.155 0,01%
Programa de Investimentos do Passivo 4.896 0,01% 5.155 0,01%
Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00%
D) Recursos Garantidores (A+B-C) 80.212.870 101.159.185
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
Tabela 12. Recursos Garantidores do Plano Emater Básico e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2010 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 143.304.790 % 140.849.000 Renda Fixa 116.225.834 81,12% 104.256.993 74,03% Renda Variável 13.413.303 9,36% 18.546.378 13,17% Investimentos Estruturados 6.681.787 4,66% 8.657.602 6,15% Imóveis 4.726.807 3,30% 7.255.077 5,15% Empréstimos 2.112.564 1,47% 2.012.670 1,43% Financiamentos Imobiliários 129.413 0,09% 111.613 0,08% Outros Realizáveis 15.082 0,01% 8.668 0,01% B) Disponível 5.480 0,004% 8.727 0,01% C) Exigibilidades 29.726 0,02% 24.547 0,02%
Programa de Investimentos do Passivo 29.726 0,02% 24.547 0,02%
Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00%
D) Recursos Garantidores (A+B-C) 143.280.545 140.833.180
Tabela 13. Recursos Garantidores do Plano Emater Saldado e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2010 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 103.144.261 % 117.604.702 Renda Fixa 74.460.530 72,20% 83.453.477 70,97% Renda Variável 13.966.103 13,54% 17.222.616 14,65% Investimentos Estruturados 3.543.183 3,44% 4.665.972 3,97% Imóveis 2.456.042 2,38% 3.769.728 3,21% Empréstimos 8.583.555 8,32% 8.370.337 7,12% Financiamentos Imobiliários 127.011 0,12% 118.068 0,10% Outros Realizáveis 7.837 0,01% 4.504 0,00% B) Disponível 4.151 0,004% 6.956 0,01% C) Exigibilidades 15.439 0,01% 14.079 0,01%
Programa de Investimentos do Passivo 15.439 0,01% 14.079 0,01%
Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00%
D) Recursos Garantidores (A+B-C) 103.132.972 117.597.578
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
Tabela 14. Recursos Garantidores do Plano Emater-FlexCeres e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 40.744.570 % 57.745.870 Renda Fixa 32.054.621 78,67% 44.908.386 77,77% Renda Variável 8.094.732 19,87% 12.089.743 20,94% Investimentos Estruturados 113.983 0,28% 249.969 0,43% Imóveis 0 0,00% 0 0,00% Empréstimos 481.234 1,18% 497.772 0,86% Financiamentos Imobiliários 0 0,00% 0 0,00% B) Disponível 25 0,0001% 2.728 0,005% C) Exigibilidades 291 0,001% 640 0,001%
Programa de Investimentos do Passivo 291 0,00% 640 0,00%
Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00%
D) Recursos Garantidores (A+B-C) 40.744.305 57.747.959
Tabela 15. Recursos Garantidores do Plano Epamig Básico e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 11.778.672 % 11.526.971 Renda Fixa 9.427.792 80,05% 8.347.487 72,42% Renda Variável 1.096.706,77 9,31% 1.539.659 13,36% Investimentos Estruturados 598.607 5,08% 773.158 6,71% Imóveis 426.887 3,62% 655.219 5,68% Empréstimos 226.950 1,93% 210.250 1,82% Financiamentos Imobiliários 367 0,003% 415 0,004% Outros Realizáveis 1.362 0,01% 783 0,01% B) Disponível 908 0,01% 1.361 0,01% C) Exigibilidades 2.661 0,02% 2.154 0,02%
Programa de Investimentos do Passivo 2.661 0,02% 2.154 0,02% Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00% D) Recursos Garantidores (A+B-C) 11.776.919 11.526.179
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
Tabela 16. Recursos Garantidores do Plano Epamig Saldado e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 44.412.410 % 48.058.460 Renda Fixa 33.025.425 74,67% 34.101.886 70,96% Renda Variável 5.986.386 13,54% 7.269.705 15,13% Investimentos Estruturados 1.691.313 3,82% 2.213.491 4,61% Imóveis 1.180.235 2,67% 1.811.517 3,77% Empréstimos 2.525.286 5,71% 2.659.697 5,53% Financiamentos Imobiliários 0 0,00% 0 0,00% Outros Realizáveis 3.766 0,01% 2.164 0,005% B) Disponível 2.354 0,01% 7.616 0,02% C) Exigibilidades 188.827 0,43% 6.129 0,01%
Programa de Investimentos do Passivo 7.403 0,02% 6.129 0,01% Exigível Contingencial de Investimentos 181.425 0,41% 0 0,00% D) Recursos Garantidores (A+B-C) 44.225.937 48.059.947
Tabela 17. Recursos Garantidores do Plano Epamig FlexCeres e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 9.632.797 % 13.562.242 Renda Fixa 7.517.404 78,02% 10.321.824 76,10% Renda Variável 1.905.618 19,78% 2.866.929 21,14% Investimentos Estruturados 27.176 0,28% 59.416 0,44% Imóveis 0 0,00% 0 0,00% Empréstimos 182.600 1,90% 314.073 2,32% Financiamentos Imobiliários 0 0,00% 0 0,00% B) Disponível 3.032 0,03% 665 0,005% C) Exigibilidades 75 0,001% 104 0,001%
Programa de Investimentos do Passivo 75 0,00% 104 0,00% Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00% D) Recursos Garantidores (A+B-C) 9.635.755 13.562.803
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
Tabela 18. Recursos Garantidores do Plano Cidasc-FlexCeres e Alocações em 2011 e 2012 Item Total em 2011 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores Total em 2012 (R$1,00) % sobre Recursos Garantidores A) Segmentos de Aplicação 1.311.685 3.032.132 Renda Fixa 1.074.729 81,77% 2.341.037 77,17% Renda Variável 233.446 17,76% 676.283 22,29% Investimentos Estruturados 732 0,06% 5.401 0,18% Imóveis 0 0,00% 0 0,00% Empréstimos 2.778 0,21% 9.411 0,31% Financiamentos Imobiliários 0 0,00% 0 0,00% B) Disponível 2.605 0,20% 1.486 0,05% C) Exigibilidades 14 0,001% 23 0,001%
Programa de Investimentos do Passivo 14 0,001% 23 0,001% Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00% D) Recursos Garantidores (A+B-C) 1.314.276 3.033.595
Tabela 19. Recursos Garantidores do Plano Ceres Administrativo (PGA) e Alocações em 2011 e 2012 ITEM 2011 % sobre Recursos Garantidores 2012 % sobre Recursos Garantidores A) Investimentos 5.563.788 8.060.958 Renda Fixa 5.563.788 100,04% 8.060.958 99,94% B) Disponível 4.862 0,09% 12.048 0,15% C) Exigibilidades 7.081 0,13% 7.107 0,09%
Programa de Investimentos do Passivo 7.081 0,13% 7.107 0,09% Exigível Contingencial de Investimentos 0 0,00% 0 0,00% D) Recursos Garantidores (A+B-C) 5.561.570 8.065.899
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
R
ENTABILIDADE DOSP
LANOSOs investimentos consolidados apresentaram, em 2012, rentabilidade nominal de 10,45%, calculada pelo método da Taxa Interna de Retorno – TIR.
Considerando que a variação do INPC em 2012 foi de 6,20%, acrescida da taxa de juros real anual de 5,25%, tem-se que a meta mínima atuarial para o ano de 2012 foi de 11,77%. Comparando a rentabilidade nominal obtida com a meta mínima atuarial, verifica-se que a rentabilidade real foi de -1,19%.
Informações mais detalhadas sobre a rentabilidade nos diferentes segmentos de aplicação e por plano estão apresentadas naTabela 20 e nas Tabelas 21 a 23.
Tabela 20. Rentabilidade Nominal e Atuarial em 2012
Segmentos Nominal Real
(Atuarial) Total de Investimentos % sobre Total de Investimentos Renda Fixa 5,40% -5,70% 2.728.249.726 73,80% Renda Variável 20,71% 7,99% 579.978.823 15,69% Investimentos Estruturados 27,27% 13,86% 163.519.674 4,42% Imóveis 80,50% 61,49% 133.671.827 3,62%
Operações com Participantes (a+b) 15,49% 3,32% 91.177.240 2,47%
a) Empréstimos 14,73% 2,64% 88.908.968 2,41%
b) Financiamentos Imobiliários 61,65% 44,63% 2.268.272 0,06% Total/Rentabilidade Consolidada 10,45% -1,19% 3.696.597.291
*Estão acrescidos, nos recursos garantidores, outros realizáveis referentes a depósitos judiciais de ações de financiamentos.
Os investimentos totais foram de R$ 3.696 milhões, com 73,80% alocados em Renda Fixa, 15,69% em Renda Variável, 4,42% em Investimentos Estruturados, 3,62% em Operações com Participantes. Na Renda Fixa, a rentabilidade nominal foi de 5,40% e a rentabilidade real de -5,70%, reflexo, sobretudo, da determinação pela Previc de estorno da reclassificação dos ativos desse segmento, que fora implementada em dezembro de 2011.
O resultado nominal do segmento de Renda Variável foi de 20,71%. No segmento Investimentos Estruturados, a rentabilidade nominal foi de 27,27% e a rentabilidade real de 13,86%. No segmento de Imóveis, o resultado nominal foi de 80,50%, proveniente, sobretudo, da reavaliação dos imóveis. No segmento de Operações com Participantes, a rentabilidade nominal foi de 15,49% e a atuarial de 3,32%. A carteira de empréstimo simples, com uma participação de 98% do segmento, apresentou uma rentabilidade real de 2,64%. Na carteira de financiamento imobiliário a rentabilidade nominal foi de 61,65%, devido, basicamente, à política de renegociação de saldos devedores em vigor.
R
ENTABILIDADE PORP
LANO DEB
ENEFÍCIOSA rentabilidade dos investimentos dos planos de benefícios não é uniforme para todos eles, em função da composição da carteira de ativos de cada plano. Isso é notadamente percebido quando se compara a rentabilidade alcançada pelos planos Básicos, Saldados e FlexCeres.
Os planos Básicos e Saldados tiveram a rentabilidade impactada por terem maior alocação de recursos no segmento de renda fixa, que teve fraco desempenho em 2012.
Situação diferente ocorreu com os planos FlexCeres que obtiveram resultados melhores pelo bom desempenho do segmento de renda variável, segmento esse, mais investido por esses planos diferentemente dos planos Básicos e Saldados.
Tabela 21. Rentabilidade nos Planos Básicos
Planos
Acumulada no ano por Segmento de Aplicação Acumulada no ano Renda Fixa Renda Variável Investimentos Estruturados Imóveis Operações com Participantes Nominal Real (Atuarial) Embrapa Básico 4,42% 20,56% 27,44% 80,50% 14,79% 9,78% -1,79% Ceres Básico 4,47% 20,46% 27,26% 80,50% 19,03% 9,10% -2,39% Epagri Básico 0,37% 22,09% 27,63% 80,50% 17,78% 6,52% -4,70% Emater Básico 1,78% 21,66% 27,65% 80,50% 18,63% 8,13% -3,26% Epamig Básico -0,05% 21,91% 27,88% 80,50% 17,00% 7,11% -4,17%
Fonte: Ceres, Gecor 2013
Tabela 22. Rentabilidade nos Planos Saldados
Planos
Acumulada no ano por Segmento de Aplicação Acumulada no ano Renda Fixa Renda Variável Investimentos Estruturados Imóveis Operações com Participantes Nominal Real (Atuarial) Epagri Saldado 5,33% 20,56% 27,38% 80,50% 16,01% 10,31% -1,31% Emater Saldado 6,33% 20,43% 27,07% 80,50% 15,84% 11,18% -0,53% Epamig Saldado 4,53% 20,46% 27,27% 80,50% 15,94% 10,03% -1,56%
Fonte: Ceres, Gecor 2013
Tabela 23. Rentabilidade nos Planos de Contribuição Variável
Planos
Acumulada no ano por Segmento de Aplicação Acumulada no ano Renda Fixa Renda Variável Investimentos Estruturados Imóveis Operações com Participantes Nominal Real (Referência) Embrapa-FlexCeres 15,22% 21,73% 7,74% - 18,14% 16,84% 4,53% Ceres-FlexCeres 14,17% 20,72% 7,98% - 15,09% 15,71% 3,53% Epagri-FlexCeres 13,55% 20,68% 8,01% - 16,05% 15,18% 3,05% Emater-FlexCeres 14,89% 21,38% 7,80% - 15,98% 16,42% 4,15% Epamig-FlexCeres 14,25% 21,42% 7,80% - 16,11% 16,00% 3,78% Cidasc-FlexCeres 15,91% 20,51% 6,98% - 17,18% 16,96% 4,64% Fonte: Ceres, Gecor 2013
Tabela 24. Variação de alguns Indicadores Econômicos em 2012
Índice Acumulada Real
(INPC+5,25% aa) IBOVESPA 7,38% -3,93% FGV-100 21,74% 8,92% U$$-COMERCIAL 9,87% -1,70% CDI 8,40% -3,01% CDB ANBID 30 D (PRÉ) 8,43% -2,99% SELIC 8,51% -2,92% POUPANÇA 6,48% -4,74% TR 0,29% -10,27% IGP-M 7,81% -3,54% IGP-DI (FGV) 8,11% -3,28% INPC (IBGE) 6,20% -4,99% IPC-SP (FIPE) 5,11% -5,96% IPCA (IBGE) 5,84% -5,31%
META ATUARIAL (INPC + 5,25%) 11,77% - INDICE DE REFERÊNCIA (INPC + 5,25%) 11,77% -
CRESCIMENTO COMPROMISSOS 13,21% 1,29%
E
NQUADRAM ENTO DOSP
LANOSO enquadramento dos investimentos apresentado nas Tabelas 25 a 27 está disposto na Política de Investimentos e na Resolução CMN 3.792/2009 sendo observada a classificação por segmento de aplicação e limites de alocação.
Tabela 25. Percentuais de Alocação dos Planos Básicos da Embrapa e Ceres e Saldados da Epagri, Emater-MG e Epamig nos segmentos de aplicação e limites de enquadramento
Segmentos de Aplicação
Planos Limites da Política de Investimentos Limites da Resolução CMN 3.792/2009 Embrapa Básico Ceres Básico Epagri Saldado Emater Saldado Epamig
Saldado Mínimo Máximo Mínimo Máximo Renda Fixa 74,60% 70,73% 75,86% 72,12% 72,15% 32% 100% 0% 100% Títulos Públicos 49,29% 46,70% 47,94% 43,09% 47,62% 0% 100% Títulos Privados 25,30% 24,03% 27,92% 29,03% 24,53% 0% 80% Renda Variável 13,98% 13,85% 13,72% 13,29% 13,72% 5% 25% 0% 70% Nível 1 5,01% 5,02% 4,97% 4,84% 4,97% 0% 70% Nível 2 0,18% 0,17% 0,17% 0,16% 0,17% 0% 45% Novo Mercado 6,57% 6,44% 6,38% 6,17% 6,39% 0% 60% Outros 2,23% 2,21% 2,19% 2,12% 2,19% 0% 35% Investimentos Estruturados 4,94% 4,64% 4,62% 3,97% 4,61% 0% 20% 0% 20% Fundo de Participações 1,07% 0,99% 1,00% 0,85% 0,99% 0% 20%
Fundo de Empresa Emergente 0,76% 0,71% 0,71% 0,60% 0,71% 0% 20%
Fundo Imobiliário 3,11% 2,94% 2,91% 2,52% 2,91% 0% 10%
Imóveis 4,08% 3,80% 3,80% 3,21% 3,77% 0% 8% 0% 8%
Aluguéis e Renda 4,08% 3,80% 3,80% 3,21% 3,77% 0% 8%
Op. com Participantes 2,20% 6,77% 1,85% 7,22% 5,53% 0% 15% 0% 15%
Empréstimos 2,18% 6,60% 1,83% 7,12% 5,53% 0% 15%
Financiamento Imobiliário 0,02% 0,16% 0,01% 0,10% 0,00% 0% 15%
Tabela 26. Percentuais de Alocação dos Planos Básicos da Epagri, Emater-MG e Epamig nos segmentos de aplicação e limites de enquadramento
Segmentos de Aplicação
Planos Limites da Política de Investimentos Limites da Resolução CMN 3.792/2009 Epagri Básico Emater Básico Epamig
Básico Mínimo Máximo Mínimo Máximo
Renda Fixa 76,62% 75,07% 73,48% 42% 100% 0% 100% Títulos Públicos 62,48% 56,48% 59,93% 0% 100% Títulos Privados 14,14% 18,59% 13,56% 0% 80% Renda Variável 11,68% 11,95% 12,12% 0% 15% 0% 70% Nível 1 4,15% 4,20% 4,24% 0% 70% Nível 2 0,19% 0,21% 0,22% 0% 45% Novo Mercado 5,46% 5,61% 5,70% 0% 60% Outros 1,88% 1,93% 1,96% 0% 35% Investimentos Estruturados 5,18% 6,15% 6,71% 0% 20% 0% 20% Fundo de Participações 1,13% 1,34% 1,47% 0% 20%
Fundo de Empresa Emergente 0,81% 0,97% 1,07% 0% 20%
Fundo Imobiliário 3,24% 3,85% 4,17% 0% 10%
Imóveis 4,32% 5,15% 5,68% 0% 8% 0% 8%
Aluguéis e Renda 4,32% 5,15% 5,68% 0% 8%
Operações com Participantes 2,59% 1,51% 1,83% 0% 15% 0% 15%
Empréstimos 2,36% 1,43% 1,82% 0% 15%
Financiamento Imobiliário 0,23% 0,08% 0,004% 0% 15%
Fonte: Ceres, Gecor, 2013
Tabela 27. Percentuais de Alocação dos Planos FlexCeres nos segmentos de aplicação e limites de enquadramento Segmentos de Aplicação Planos Limites da Política de Investimentos Limites da Resolução CMN 3.792/2009 Embrapa Flex Ceres Flex Epagri Flex Emater Flex Epamig Flex Cidasc
Flex Mínimo Máximo Mínimo Máximo Renda Fixa 76,87% 78,90% 70,57% 77,81% 79,39% 77,75% 5% 100% 0% 100% Títulos Públicos 26,66% 26,24% 26,46% 30,58% 28,25% 28,94% 0% 100% Títulos Privados 50,21% 52,67% 44,11% 47,23% 51,14% 48,81% 0% 80% Renda Variável 18,47% 20,24% 19,38% 19,86% 19,00% 19,18% 5% 35% 0% 70% Nível 1 7,03% 7,72% 7,37% 7,56% 7,23% 7,30% 0% 70% Novo Mercado 0,07% 0,06% 0,08% 0,08% 0,08% 0,08% 0% 45% Outros 8,46% 9,26% 8,88% 9,10% 8,70% 8,79% 0% 60% Investimentos Estruturados 2,91% 3,20% 3,05% 3,13% 2,99% 3,02% 0% 35% Fundo Imobiliário 0,40% 0,18% 0,53% 0,54% 0,43% 0,44% 0% 20% 0% 20% Op. com Participantes 0,04% 0,04% 0,04% 0,04% 0,04% 0,04% 0% 20%
Empréstimos 0,36% 0,14% 0,49% 0,50% 0,39% 0,40% 0% 10%
G
ESTÃO DOSI
NVESTIMENTOSTabela 28. Gestão dos Investimentos, EM R$ 1,00
Custodiante
Banco Bradesco S.A
Fundo Segmento Administrador Gestor Volume de
Recursos
FII Agua Branca IE COIN - DTVM LTDA Coinvalores CCVM Ltda 65.700.000
FII Hermes IE Rio Bravo DTVM Ltda. Rio Bravo DTVM Ltda 14.390.025
FII RB Capital IE Citibank DTVM S.A RB Capital Investimentos Ltda 16.545.150
FII Claritas Logística IE Citibank DTVM S.A Claritas Adm. de Recursos 6.766.634
FIP Brasil Agronegócio IE Bem DTVM Ltda BRZ Investimentos Ltda 4.901.127
FIP Angra Infra IE Bem DTVM Ltda AG Angra Inv. Ltda 14.394.831
FIP Brasil Mezanino IE Darby Stratus Adm Inv. Darby Stratus Adm de Inv. Ltda 5.681.461
FIP Caixa Ambiental IE Caixa Econ. Federal Banco Santander Brasil S/A 6.062.967
FIP Gov e Gestão II IE Banco Santander S.A. Governança & Gestão Invest. Ltda 2.560.179
FIP Caixa Incorporações IE Caixa Econ. Federal Caixa Econ. Federal 1.483.833
FMIEE Empreendedor Brasil IE Bem DTVM Ltda BRZ Investimentos 9.056.750
FMIEE Fipac Participações IE DGF Gestão de Fundos DGF Gestão de Fundos Ltda 2.429.550
FMIEE Mercato Alimentos IE Bem DTVM Ltda Mercatto Gestão de Recursos 4.958.272
FMIEE Nordeste II IE Rio Bravo DTVM Ltda. Rio Bravo 8.588.896
FIA Fator Sinergia IV RV Banco Fator S/A FAR - Fator Administração 26.544.760
FIA Fator Sinergia V RV Banco Fator S/A FAR - Fator Administração 6.131.417
FIA Vinci Gas Dividendos RV Bem DTVM Ltda Vinci Partenrs 19.316.627
Fundo Exclusivo Segmento Administrador Gestor Volume de
Recursos
FI Multimercado Tranquilidade RF Caixa Econômica Federal Ceres Fundação de Seg. Social 1.674.224.225 FI Multimercado Eros RF Caixa Econômica Federal Ceres Fundação de Seg. Social 1.053.804.433
FIA Agrociência RV Fator Doria S/A Ceres Fundação de Seg. Social 527.826.320
Nota do Tesouro Nacional Segmento Administrador Gestor Volume de
Recursos
Notas do Tesouro Nacional - C RF Ceres Ceres Fundação de Seg. Social 221.068
Total 3.471.588.524
Legenda:
FII - Fundo de Investimento Imobiliário
FIP - Fundo de Investimento em Participações
FMIEE - Fundo de Investimento em Empresas Emergentes
FIA - Fundo de Investimento em Ações
IE - Investimentos Estruturados
RV - Renda Variável
RF - Renda Fixa
4.
D
EMONSTRATIVO
P
ATRIMONIAL E DE
R
ESULTADOS
DOS
P
LANOS DE
B
ENEFÍCIOS
O Balanço Patrimonial tem por finalidade apresentar a posição financeira e patrimonial dos planos de benefícios administrados pela Ceres. As informações divulgadas neste Relatório comparam o patrimônio em dezembro de 2011 com dezembro de 2012.
B
ALANÇOP
ATRIMONIALC
ONSOLIDADOTabela 29. Demonstração do Balanço Patrimonial Consolidado
(R$ Mil)
Ativo Exercício
12/2011 12/2012 Passivo
Exercício
12/2011 12/2012 DISPONÍVEL 120 191 EXIGÍVEL OPERACIONAL 36.307 43.758
Gestão Previdencial 34.722 41.911
REALIZÁVEL 3.416.426 3.767.503 Gestão Administrativa 945 1.281
Gestão Previdencial 68.020 66.966 Investimentos 640 566
Gestão Administrativa 3.085 3.940
Investimentos 3.345.321 3.696.597 EXIGÍVEL CONTINGENCIAL 11.772 13.945 Títulos Públicos 203 221 Gestão Previdencial 8.377 8.724
Ações 6.062 0 Gestão Administrativa 2.706 3.490
Fundos de Investimentos 3.154.427 3.471.367 Investimentos 688 1.731 Investimentos Imobiliários 87.092 133.672 PATRIMÔNIO SOCIAL 3.369.647 3.711.180 Empréstimos 95.473 88.909 Patrimônio de Cobertura do Plano 3.318.796 3.633.774 Financiamentos Imobiliários 1.275 1.056 Provisões Matemáticas 3.339.695 3.664.928 Depósitos Judiciais/Recursais 511 1.212 Benefícios Concedidos 1.951.165 1.994.705 Outros Realizáveis 278 160 Benefícios a Conceder 1.962.200 2.212.008
(-) Provisões Matemáticas a Constituir
573.670 541.785 PERMANENTE 1.181 1.189 Equilíbrio Técnico -20.899 -31.154 Imobilizado 931 990 Resultados Realizados -20.899 -31.154 Intangível 250 199 (-) Déficit Técnico Acumulado 20.899 31.154
Fundos 50.852 77.406
Fundo Previdencial 35.862 59.094 Fundos Administrativos 6.153 8,422 Fundos dos Investimentos 8.836 9.890 Total do Ativo 3.417.727 3.768.883 Total do Passivo 3.417.727 3.768.883
Fonte: Ceres, Gcont, 2012
Notas: 1) As Notas Explicativas estão apresentadas no Anexo 1. 2i) Reclassificado conforme Nota Explicativa 145.1. do Balanço Patrimonial. A Reclassificação contábil dos Depósitos Judiciais foi realizada em atendimento à Resolução CNPC nº 08, de 31 de outubro de 2011, os depósitos judiciais/recursais foram reclassificados, passando da conta “redutora” do exigível contingencial para a conta “devedora” do realizável das gestões: previdencial, administrativa e investimentos.
D
EMONSTRAÇÃO DAM
UTAÇÃO DOP
ATRIMÔNIOS
OCIAL(DMPS)
A Demonstração da Mutação do Patrimônio Social (DMPS) consolidada destina-se à evidenciação das alterações do patrimônio social da EFPC e apresenta as adições e destinações ocorridas no exercício, sendo que esses acréscimos/decréscimos no patrimônio social em 31/12/2012 correspondem à formação das provisões atuariais, do equilíbrio técnico e dos fundos, conforme especificado no item “3” do demonstrativo.
Tabela 30. Demonstração da Mutação do Patrimônio Social (DMPS)
(R$ Mil)
Descrição 2011 2012 Variação
(%) A)Patrimônio Social – início do exercício 2.846.806 3.369.648 18,36
1. Adições 751.862 567.308 -24,53
(+) Contribuições Previdenciais 185.662 214.308 15,42
Resultado Positivo dos Investimentos – Gestão Previdencial 549.081 335.001 -38,97
Receitas Administrativas 14.822 15.551 4,92
Resultado Positivo dos Investimentos – Gestão Administrativa 843 1.394 65,39 (+) Constituição de Fundos de Investimentos 1.454 1.054 -27,51
2.Destinações 229.020 225.775 -1,40
(-) Benefícios 214.271 210.221 -1,88
Resultado Negativo dos investimentos – Gestão Previdencial 953 878 -7,80 Constituição de Contingências – Gestão Previdencial 13.070 13.587 3,95
(-) Despesas Administrativas 0 305 0,00
(-) Constituição de Contingências – Gestão Previdencial 726 784 8,06 3. Acréscimo/Decréscimo no Ativo Líquido (1+2) 522.842 341.532 -34,66
(+/-) Provisões Matemáticas 525.379 325.233 -38,08
Superávit (Déficit) Técnico do Exercício -20.322 -10.255 -49,52
Fundos Previdenciais 14.463 23.232 60,63
Fundos Administrativos 1.868 2.269 21,40
(+/-) Fundos dos Investimentos 1.454 1.054 -27,51
4. Operações Transitórias 522.842 341.532 -34,66
(+/-) Operações Transitórias - - N/A
B) Ativo Líquido – final do exercício (A+3+4) 3.711.180 3.369.648 10,13 Fonte: Ceres, Gcont, 2012
D
EMONSTRAÇÃO DOA
TIVOL
ÍQUIDO(DAL)
E DAM
UTAÇÃO DOA
TIVOL
ÍQUIDO(DMAL)
POR PLANO DE BENEFÍCIOA Demonstração do Ativo Líquido (DAL) destina-se a evidenciar os componentes patrimoniais dos planos de benefícios no final do exercício em comparação ao exercício anterior. A Demonstração da Mutação do Ativo Líquido (DMAL) destina-se à evidenciação das alterações do ativo líquido dos planos de benefícios, apresentando as adições e destinações ocorridas no exercício, sendo que esses acréscimos/decréscimos no ativo líquido em 31/12/2011 correspondem à formação das provisões atuariais, do equilíbrio técnico e dos fundos previdenciais, conforme especificado no item “3” do demonstrativo. As informações divulgadas neste Relatório comparam o patrimônio em dezembro de 2011 com o patrimonio em dezembro de 2012.
Nas Tabelas 34 a 63 estão apresentados os resultados contábeis de cada plano de benefícios administrado pela Ceres: Embrapa Básico, Embrapa-FlexCeres, Embrater Básico, Ceres Básico, Ceres-FlexCeres, Epagri Básico, Epagri Saldado, Epagri-FIexCeres, Emater Básico, Emater Saldado, Emater-FlexCeres, Epamig Básico, Epamig Saldado, Epamig-FlexCeres e Cidasc-FlexCeres.