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Universidade Nova de Lisboa
Faculdade de Ciências Médicas
Mestrado Integrado em Medicina
Relatório Final
do Estágio do 6º ano
Carolina Vieira da Costa
Nº 2008050
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Índice
I. Introdução ... 3
II. Descrição sumária dos estágios parcelares ... 3
1. Medicina Interna ... 3
2. Cirurgia Geral ... 4
3. Pediatria ... 5
4. Ginecologia e Obstetrícia ... 5
5. Saúde Mental ... 6
6. Medicina Geral e Familiar ... 6
III. Elementos Valorativos ... 7
IV. Análise crítica ... 7
V. Anexos ... 10
1. Competências a Adquirir na graduação em Medicina ... 10
2. Certificado de Voluntariado no MSV ... 11
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I.
Introdução
Com este relatório pretendo descrever e analisar de uma forma sucinta as actividades
desenvolvidas ao longo do estágio profissionalizante do sexto ano do Mestrado Integrado em Medicina. O relatório encontra-se estruturado em 5 partes: Introdução, Descrição sumária dos estágios parcelares – em que descrevo as actividades consideradas representativas de cada estágio por ordem cronológica, Elementos Valorativos do sexto ano, Análise crítica onde faço um balanço do que correu bem e menos bem no que concerne a objectivos pessoais e expectativas para este último ano de curso e Anexos que constam de certificados de actividades realizadas e de uma lista de objectivos traduzidos do documento “The Tuning Project Medicine”.
Os objectivos que estabeleci para este ano prendem-se com a aquisição das competências consideradas essenciais para um licenciado em Medicina, definidas no documento “The Tuning Project – Medicine” (ver Anexo 1) e descritas pormenorizadamente no documento “O Licenciado Médico em Portugal” escrito por Professores das Faculdades de Medicina do país.
II.
Descrição sumária dos estágios parcelares
1. Medicina Interna
Regente: Prof. Doutor Fernando Nolasco; Tutor: Dr. Augusto Ribeirinho
Local: Hospital Santo António dos Capuchos
Durante o estágio o meu trabalho desenvolveu-se maioritariamente na Enfermaria, Consulta Externa e Serviço de Urgência. Destaco o trabalho na Enfermaria como o mais importante para a minha formação e o mais gratificante. Ali segui diariamente dois doentes, acompanhando a sua evolução clínica, registando no diário clínico as alterações observadas, requisitando exames complementares de diagnóstico e alterando terapêutica, sempre de uma forma tutelada.
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mim. Frequentei o Serviço de Urgência do Hospital de São José uma vez por semana, onde pude atender pela primeira vez um doente no balcão e onde contactei com algumas patologias
urgentes e emergentes. No que diz respeito a actividades formativas, estive presente nas
sessões clínicas semanais organizadas pelo serviço, nas apresentações de trabalhos realizados por colegas do sexto anos e nas aulas teórico-práticas na FCM. Preparei e apresentei para o serviço dois trabalhos com os títulos: “Anticoagulação Oral” e “Interacções medicamentosas”.
2. Cirurgia Geral
Regente: Professor Doutor Rui Maio; Tutor: Dr. Luís Féria
Local: Hospital Betariz Ângelo
As oito semanas de estágio foram divididas em seis semanas com o tutor e duas semanas numa especialidade opcional (optei por Cuidados Intensivos). Na cirurgia geral, acompanhei o Dr. Luis Féria na consulta externa, onde pude consolidar conhecimentos de semiologia cirúrgica; na enfermaria, em que escrevi notas de alta e observei doentes em contexto pré e pós operatório e no bloco operatório, onde pude participar como ajudante em várias cirurgias e onde, na pequena cirurgia, pude aperfeiçoar a técnica de sutura com a ajuda do Dr. Victor Moura Guedes. Nas duas semanas passadas na Unidade de Cuidados intensivos pude acompanhar os médicos do serviço na observação do doente em estado crítico, monitorização dos parâmetros vitais e elaboração de diários clínicos; assisti ainda a vários procedimentos técnicos - extracção de um cateter swan ganz, broncofibroscopia, biópsia óssea e traqueostomia e, com a ajuda de um médico, coloquei um cateter venoso central.
No que diz respeito à componente formativa do estágio, assisti às aulas teorico-práticas e teóricas para os alunos do sexto ano e participei no mini congresso realizado no auditório do HBA com um caso clínico de uma duodenopancreatectomia cefálica.
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3. Pediatria
Regente: Professor Doutor Luís Varandas Tutor: Dr. João Neves Local: Hospital Dona Estefânia
O meu estágio foi passado maioritariamente na Unidade de Cuidados Intensivos pediátricos, onde trabalha o meu tutor. Acompanhei a história e evolução clínica de doentes em estado crítico, pude realizar exame objectivo, monitorizar os parâmetros vitais e discutir os vários diagnósticos,
terapêuticas e prognósticos. Acompanhei o Dr. João Neves na sua consulta de imunodeficiências primárias onde observei pela primeira vez uma grande variedade de doenças da imunidade, acompanhadas de exposições dos casos clínicos. Durante o estágio frequentei ainda o serviço de urgência e o serviço de pediatria geral onde contactei com as patologias típicas de inverno. Da componente mais formativa do estágio fazem parte as duas aulas teorico-práticas de
imunoalergologia dadas pela Dra. Paula Pinto - “Terapêutica Inalada na Asma” e “Rinite e
anafilaxia na criança”, a que assisti, e os seminários dos alunos de sexto ano, onde eu apresentei em conjunto com uma colega o trabalho “Choque séptico em pediatria”.
4. Ginecologia e Obstetrícia
Regente: Professora Doutora Fátima Serrano; Tutoras: Dra Guida Gomes e Dra Vânia Ribeiro
Local: Maternidade Alfredo da Costa
O estágio na maternidade Alfredo da Costa encontra-se dividido em duas semanas de obstetrícia e duas de ginecologia. Na Obstetrícia estive na Enfermaria de Medicina Materno Fetal e no Puerpério, onde pude fazer exame objectivo e registar a evolução das doentes no diário clínico; assisti ainda várias consultas de alto risco nas quais pude relizar pela primeira vez a medição da altura uterina, pesquisa do foco fetal, exame com espéculo e colheita de citologia cervical. A componente de Ginecologia foi passada no serviço de senologia, pelo que assisti
maioritariamente a consultas de mama e, no bloco operatório, observei tumorectomias, uma mastectomia e pesquisa de gânglio sentinela. No Serviço de Urgência presenciei partos eutócicos
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e distócicos e ajudei no antendimento de doentes nas admissões. Em conjunto com uma colega de sexto anos apresentei um trabalho que abordou resumidamente o tema síndrome de HELLP.
5. Saúde Mental
Regente: Prof. Doutor Miguel Xavier; Tutora: Dra. Rita Mateiro
Local: Hospital Júlio de Matos
O primeiro dia de estágio foi passado na Faculdade de Ciências Médicas, numa sessão teorico-prática dada pelo Professor Doutor Miguel Xavier. Os restantes dias, já no Hospital Júlio de Matos, foram dividos em duas semanas iniciais em que passei por várias vertentes da psiquiatria: Hospital de Dia, Reabilitação e Alcoologia e duas semanas em que acompanhei as actividades da minha tutora no Serviço de estabilização e tratamento de agudos (SETA), Serviço de Urgência e consulta externa. No SETA são recebidos doentes vindos do Serviço de Urgência que ficam internados para tratamento e monitorização, pelo que pude acompanhar a evolução clínica de alguns doentes desde o SU até à alta hospitalar.
6. Medicina Geral e Familiar
Regente: Professora Doutora Isabel Santos; Tutoras: Dra. Andreia Mantas e Dra. Ana Isabel
Lourenço
Local: UCSP Beja e UCSP Alameda
Durante as 4 semanas acompanhei e realizei consultas de saúde de adultos (das quais fazem parte a consulta de hipertensão arterial e de diabetes mellitus tipo 2), consultas de planeamento familiar, saúde materna, saúde infantil e doença aguda. Nestas consultas realizei entrevistas clínicas, exame objectivo orientado para cada doente, ajudei em alguns procedimentos técnicos (colocação de implanon, colheita de citologia cervical e colocação de DIU) e fiz registos clínicos no SAM.
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III. Elementos Valorativos
Faço parte do grupo Movimento ao Serviço da Vida (MSV) com quem tenho feito
voluntariado com pessoas idosas nos montes de Alcoutim desde 2009 e na Baixa Lisboeta.
Participei na organização do evento IMED 5.0 organizado pela Associação de Estudantes da FCML em Outubro de 2013
IV. Análise crítica
Terminado o meu quinto ano, em pleno Verão, e antecipando o sexto ano que se aproximava, o meu pensamento mais frequente era “Vou ter doentes e eu não estou preparada para tanta responsabilidade!” e “Finalmente vou poder estar a sós com um doente, poder perceber o que está mal e ajudá-lo no que puder”. O ano começou portanto com grandes expectativas de aquisição de autonomia e desenvoltura na prática clínica mas também com grandes receios e medos, próprios da inexperiência e da grande responsabilidade da profissão.
Este último ano de curso superou largamente as minhas expectativas e posso mesmo considerá-lo o ano que mais contribuiu para a médica que serei no futuro - desde estágios difíceis e
desafiantes até colegas médicos que me marcaram pelo excelente exemplo que transmitiram. Passo a explorar brevemente cada um dos estágios por que passei. Na Medicina Interna, a autonomia que me foi conferida desde o início e a responsabilidade que senti pelos doentes que só eu via e seguia fizeram com que este fosse o estágio que no seu global me fez aprender e crescer mais. Diariamente, chegava ao serviço e, sem indicação de superiores, tinha de colher sangue para análises pedidas no dia anterior, consultar o diário da enfermagem, observar o meu doente e registar a sua evolução no diário clínico. Ter um doente a meu cargo fez-me adquirir uma atitude mais responsável, fui assídua e pontual, fiquei atenta a todos os pormenores na observação do doente e procurei sempre atender aos seus pedidos. O estágio de Cirurgia Geral foi importante pela sua componente prática: aprendi novas técnicas de sutura e aperfeiçoei as
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que já conhecia, aprendi a colocar um cateter venoso central e contactei com novas abordagens cirúrgicas no bloco operatório. Foi também importante pela minha estadia na Unidade de
Cuidados Intensivos, em que contactei com uma abordagem ao doente nova para mim e onde me ensinaram todos os passos para a observação de um doente agudo e o que fazer perante cada alteração. Não subestimando o que aprendi, destaco como menos postivo o facto de cada tutor ter três alunos, o que limita as oportunidades de cada aluno participar e observar cirurgias no bloco operatório. Considero ainda que existe uma lacuna na observação de patologias em contexto de urgência – acho fundamental na minha fase de aprendizagem haver uma formação intensiva na abordagem do doente no serviço de urgência, uma vez que esta será uma realidade para mim no ano que se avizinha. O estágio de Pediatria, a par com o de Ginecologia e
Obstetrícia, foi particularmente importante pelo exemplo de boa prática médica e humana
transmitido pelos meus tutores. Neste estágio, a passagem pelo SU foi importante pelo contacto com as patologias mais comuns da urgência e o seu diagnóstico diferencial, bem como pela aprendizagem da abordagem ao doente nestas situações, nomeadamente no que diz respeito a exame objectivo e prescrição de terapêutica. Apesar disto, dado que o meu estágio foi em Fevereiro, tanto na enfermaria como no SU observei maioritariamente doenças infecciosas do sistema respiratório, o que penso ser insuficiente face à variedade de doenças e urgências pediátricas. No estágio de Ginecologia e Obstetrícia a minha tutora mostrou-me como uma boa relação médico-doente tem um elevado potencial terapêutico e é fundamental para o
cumprimento dos objectivos de uma consulta. Este estágio foi também importante pela sua
componente prática – tive oportunidade de praticar o exame objetivo ginecológico, obstétrico e da mama e aprendi a contextualizá-lo na doente que observava. No bloco operatório tive um papel activo, podendo ajudar em cesarianas e cirurgias da mama.O estágio de Saúde Mental foi para mim um primeiro contacto com a componente clínica da psiquiatria. Observei, pela primeira vez, uma entrevista a um doente psiquiátrico, que é tão diferente da colheita de história clínica a um doente com doença orgânica. Também pela primeira vez, acompanhei a evolução clínica de alguns doentes e foi muito estimulante observar a sua melhoria e a mudança que isso significou
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na sua expressão verbal, fácies e na postura. Considero que neste estágio aprendi a conduzir uma entrevista em psiquiatria.Por último, nas 4 semanas de Medicina Geral e Familiar, foi gratificante perceber a importância que as consultas têm para os doentes e aprender que, com uma abordagem orientada para cada doente, se consegue modificar hábitos menos bons e fazer com que os doentes cumpram terapêuticas e orientações médicas. Neste estágio estive pela primeira vez em regime de consulta sozinha com um doente, pude aplicar as recomendações da DGS no que diz respeito a terapêutica de doenças crónicas, a rastreios e a avaliações gerais de saúde e pude aperfeiçoar técnicas já aprendidas no estágio de Ginecologia e Obstetrícia.
Olhando para as valências adquiridas em cada um dos estágios, e tendo presentes as competências que se esperam num recém-licenciado em medicina (descritas nos documentos “The Tuning Project - Medicine” e “O Licenciado Médico em Portugal”), penso ter atingido
globalmente os objectivos e ter adquirido as competências esperadas. Na vertente mais humana da Medicina e no que diz respeito a “prestar cuidados de saúde com empatia e compaixão”1
, adquiri alguma experiência de relevo no projecto de voluntariado que desenvolvo desde 2009 (ver Elementos valorativos). Neste projecto, o contacto próximo com idosos e com os seus problemas de saúde, família e solidão despertaram em mim especial interesse pelo bem-estar emocional do outro e uma maior capacidade de comunicação e disponibilidade para estar atenta , o que em minha opinião será uma mais valia para o exercício da minha profissão.
Para terminar, gostaria de deixar um agradecimento a todos os docentes que me inspiraram e tanto contribuiram para moldar a médica que serei.
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V.
Anexos
1. Competências a Adquirir na graduação em Medicina
1. Realizar uma consulta com um paciente: Colher uma história clínica; Realizar exame físico; Fazer juízos e tomar decisões
clínicas; Fornecer explicações e conselhos; Proporcionar confiança e apoio; Avaliar o estado mental do paciente.
2. Avaliar apresentações clínicas, pedir meios complementares de diagnóstico, realizar diagnósticos diferenciais e negociar um plano de ação: Reconhecer e avaliar a severidade das alterações clínicas; Pedir investigações apropriadas e interpretar os
resultados; Realizar diagnósticos diferenciais; Negociar um plano de gestão adequado com os pacientes e cuidadores; Prestar cuidados paliativos ao doente e às suas famílias; Gerir doenças crónicas.
3. Prestar atendimento imediato de emergências médicas, incluindo primeiros socorros e reanimação: Reconhecer e avaliar
as emergências médicas; Tratar as emergências médicas; Prestar primeiros socorros; Fornecer suporte básico de vida e ressuscitação cardiopulmonar de acordo com as orientações europeias atuais; Fornecer suporte avançado de vida de acordo com as orientações europeias atuais; Prestar cuidados de trauma de acordo com as orientações europeias atuais.
4. Prescrever medicamentos: Prescrever de forma clara e precisa; Combinar medicamentos e outras terapias adequadas ao
contexto clínico; Rever a adequação de fármacos e outras terapias e avaliar os potenciais benefícios e riscos; Tratar a dor e a angústia.
5. Realizar procedimentos práticos: Medição da pressão arterial; Punção venosa; Canular veias; Administrar terapia IV e utilizar
dispositivos de infusão; Injeção subcutânea e intramuscular; Administrar oxigénio; Mover e lidar com pacientes; Suturar; Transfusão de sangue; Cateterismo vesical; Exame de urina; Eletrocardiograma; Testes básicos de função respiratória.
6.Comunicar eficazmente em contexto médico: Comunicar com os pacientes; Comunicar com os colegas; Dar más notícias;
Comunicar com familiares; Comunicar com pessoas com deficiência; Obter consentimento informado; Comunicar por escrito; Lidar com a agressão; Comunicar por telefone; Comunicar com aqueles que necessitam de um intérprete.
7. Aplicar os princípios éticos e legais na prática médica: Manter a confidencialidade; Aplicar princípios éticos e de análise nos
cuidados médicos; Obter e registar o consentimento informado; Certificar a morte; Pedir autópsia; Aplicar a legislação nacional e europeia para os cuidados médicos.
8. Avaliar os aspetos psicológicos e sociais da doença de um paciente: Analisar os fatores psicológicos na apresentação clínica e
impacto da doença; Analisar os fatores sociais na apresentação clínica e impacto da doença; Detectar o stress em relação à doença; Detectar o abuso de álcool e de drogas.
9. Aplicar os princípios, skills e conhecimentos da medicina baseada na evidência: Utilizar as evidências científicas na prática
clínica; Definir e realizar uma pesquisa na literatura apropriada; Avaliar criticamente a literatura médica publicada.
10. Usar a informação e as tecnologias de informação de forma eficaz em contexto médico: Manter registos clínicos precisos e
completos; Usar computadores; Aceder a fontes de informação; Armazenar e recuperar informações.
11. Capacidade de aplicar os princípios, métodos e conhecimentos científicos na prática médica e investigação científica. 12. Promover a saúde, envolver-se com questões de saúde da população e trabalhar eficazmente num sistema de saúde:
Aplicar medidas para prevenir a disseminação de infeções; Reconhecer as próprias necessidades de saúde e garantir que a própria saúde não interfere com responsabilidades profissionais; Conformidade com a regulamentação profissional e
certificação para a prática médica; Receber e fornecer avaliação profissional; Fazer escolhas de carreira informadas; Envolver-se em promoção da saúde ao nível individual e populacional.
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