Grafeno e Nanotubos de
Carbono
Rodrigo B. Capaz
Instituto de Física
Nanomateriais de Carbono
Átomos de carbono: Configuração eletrônica
1s
22s
22p
2Carbono forma uma imensa
variedade de estruturas devido
à capacidade de hibridização
dos elétrons da segunda
camada
C60 Grafite Lonsdaleite Carbono amorfo C540 C 70 Diamante NanotubosHibridização sp
3
Hibridização sp
2
Benzeno
Grafite
Fullerenos
Harold Kroto Robert F. Curl Richard E. Smalley
Descobertos em 1985,
Nobel de Química 1996
Motivação: Astrofísica
R. Buckminster
Fuller
×10
-8×10
-8C
60ou
“buckyball”
0,7 nm
Dopagem com K:
Supercondutividade
S. Iijima
(1991)
Endo
(1974)
Nanotubos de Carbono
Radushkevich e
Lukyanovich
(1952)
Nanotubos de Carbono:
“The hottest topic in Physics” (2006)
http://physicsworld.com/cws/article/news/24845
C
60and
fullerenes
Nanotubes
Graphene
1985 1990 1995 2000 2005 2010 1 10 100 1000 10000 N um ber of pape rs YearSíntese
• Descarga de arco com eletrodos de grafite
• Vaporização por laser
• CVD (“chemical vapor deposition”)
Mais detalhes em: http://materials.ecn.purdue.edu/~mdasilva/CVDnanotubes.shtml
Síntese
Dificuldades e questões em aberto: • Purificação
• Como produzir nanotubos com (
n
,m
) pré-determinados? • Qual o mecanismo microscópico do crescimento?• Como atuam os catalisadores?
Material estratégico
e de alto custo
Distribuição de diâmetros e
quiralidades
In situ Observations of Catalyst Dynamics during
Surface-Bound Carbon Nanotube Nucleation: In situ
Observations of Catalyst Dynamics during Surface-Bound
Carbon Nanotube Nucleation
Sorting carbon nanotubes by electronic structure using density
differentiation
Michael S. Arnold, Alexander A. Green, James F. Hulvat, Samuel I.
Stupp & Mark C. Hersam
2 1
a
a
C
h
n
m
Índices quirais
(
n,m
)
Metais ou Semicondutores
Metal
= 0
Semicondutor
= 2
Semicondutor
= 1
= (n-m) mod 3
Nanotubos podem ser metais ou semicondutores dependendo
apenas da maneira como são enrolados: Propriedade única entre
Estrutura Eletrônica de Grafite e Nanotubos
K
M
Eix o d o tu boTubo metálico
K
M
Tubo
semicondutor
Estrutura Cristalina
Rede Recíproca
Transition p μ S
E
111
1
SE
222
0
ME
11-3
0
ME
11+3
1
SE
334
1
SE
445
0
ME
22-6
0
ME
22+6
1
SE
557
1
SE
668
0
k
k = 2p/3d
Linhas de quantização
Modelo mais simples para a estrutura
eletrônica de nanotubos de carbono
Singularidades de
van Hove
Op
tical
densit
y
Antes de 2001…
Feixes de nanotubos
Kataura plot
E
S 11E
S 22E
M 11Resonance Raman Intensity
Light
emission
Electron
phonon
interaction
Light
absorption
Laser spot
E
lasE
ab|a>
|b>
w
RBM= A/d
t+ B
Fotoluminescência de
nanotubos em solução
(n,m)
(9,5)
(7,6)
(8,3)
(6,5)
micelle
D
2O
tube
TEM e espalhamento Rayleigh
SWNT (18,7) SWNT (24,24) 1.5 2.0 2.5 44 E 33 E TEM/Laser Beam 1.5 2.0 2.5 33 M 22 M Intensity (a.u.)• 148 SWNTs (104 SC and 44 M)!
• Total of 314 transition energies.
• Diameter range: 1.6 nm to 4.1 nm
• Energy range: 1.4 eV to 2.6 eV
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
1.4
1.6
1.8
2.0
2.2
2.4
2.6
1/d (nm
-1
)
E
n
e
rg
y(e
V
)
M11
M22
E66
M33
E77
E33
E55
E44
O transistor
Dispositivo original
Transfer resistor - em Ge,
anunciado por alto-falante
com
som amplificado 18 vezes
.
Bardeen, Shockley e Brattain,
25/12/1947, Bell Labs, USA.
Nobel – 1956
Circuitos Integrados
Nobel – 2000
Todos os componentes
do dispositivo encravados
e interconectados em uma
única placa de Si.
O 1
ochip – 5 componentes
eletrônicos integrados.
J. Kilby, verão de 1958
Revolução na Eletrônica
1966:
Protótipo da primeira
calculadora de bolso;
1971: Microprocessador 4004
(108 kHz) ~ mil transistores
2000: Pentium 4
(1.5 GHz) 42 milhões de transistores
Miniaturização dos
chips
MOSFET
(
metal-oxide-semiconductor field-effect transistor
)
p
n
n
Fonte
Porta
Dreno
óxido
contatos
metálicos
canal
SiO
210 Å
Transistores de uma única molécula
Dispositivos nanoeletrônicos
Junções (metal-metal, metal-semicondutor,
semicondutor-semicondutor)
(6,6) - metal
(10,0) - semicondutor
Although carbon nanotube (CNT) transistors have been promoted for years as a replacement for silicon technology, there is limited theoretical work and no experimental
reports on how nanotubes will perform at sub-10 nm channel lengths. In this manuscript, we demonstrate the first sub-10 nm CNT transistor, which is shown to outperform the best competing silicon devices with more than four times the
diameter-normalized current density (2.41 mA/μm) at a low operating voltage of 0.5 V. The nanotube transistor exhibits an impressively small inverse subthreshold slope of 94
mV/decade—nearly half of the value expected from a previous theoretical study. Numerical simulations show the critical role of the metal–CNT contacts in determining the performance of sub-10 nm channel length transistors, signifying the need for more
accurate theoretical modeling of transport between the metal and nanotube. The superior low-voltage performance of the sub-10 nm CNT transistor proves the viability of
nanotubes for consideration in future aggressively scaled transistor technologies.