Top PDF O Gênero CENCHRUS L. no Brasil (Gramineae: Panicoideae).

O Gênero CENCHRUS L. no Brasil (Gramineae: Panicoideae).

O Gênero CENCHRUS L. no Brasil (Gramineae: Panicoideae).

T/te.zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA  genuò CenchAUi, zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA L. =£$  h­epnetented in Bnazil by  7  òpecieò' zyxwvutsrq[r]

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O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Observações: ocorre no Brasil (MG, RJ, SP, PR, SC). Coletada com flores entre dezembro e junho, e setembro. No Paraná ocorre como epífita em Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas, Submontana e Montana, e em Floresta Ombrófila Mista. Outras espécies afins são citadas por Pabst & Dungs (1975), para o estado do Paraná: E. ecostatum Pabst, E. obergii Hawkes e E. ochrochlorum Barb. Rodr. Todas são muito semelhantes a E. proligerum e entre si, sendo a principal diferença entre elas o formato do labelo, o que pode ser visto nas ilustrações de Pabst & Dungs (1975) para essas espécies. Analisando as exsicatas atribuídas a essas espécies nos herbários, observou-se que todos os materiais identificados como E. ochrochlorum (Leinig 184 e 555; Hatschbach 3144 e 2667; Hatschbach 20710), E. obergii (Klein 9417), E. ecostatum (Handro 2207; Klein 10165; Dusén 3786) e E. proligerum (Reitz 3316; Pabst 2454) correspondiam à mesma espécie. Em análise das descrições dessas espécies, decidiu-se tratá-las, neste trabalho, com o nome E. proligerum, pois E. ochrochlorum apresenta flores com o dobro do tamanho dos espécimes analisados, e E. obergii, assim como E. ecostatum, possuem labelo inteiro. Este é outro grupo dentro do gênero Epidendrum que está necessitando de revisão, a qual poderia resultar em várias sinonimizações.
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Sinopse do gênero Acalypha L. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil

Sinopse do gênero Acalypha L. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil

A descrição do gênero foi baseada em bibliografia especializada e tem um caráter mais amplo, ou seja, não é baseada apenas nas espécies de São Paulo. Para cada espécie são referidas: publicação original, coleções-tipo, basiônimo (quando existente), nomes populares retirados dos rótulos de herbários (quando existentes) ou da literatura, distribuição geográfica, tipo de vegetação de ocorrência e um material selecionado (foi escolhido o material que melhor representava, morfologicamente, a espécie). Quando necessário, foi citado um material adicional, utilizado para uma melhor delimitação da espécie.
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Sinopse do gênero Andropogon L. (Poaceae -Andropogoneae) no Brasil.

Sinopse do gênero Andropogon L. (Poaceae -Andropogoneae) no Brasil.

Figures 1-13. Morphological aspects of Andropogon. 1. Andropogon angustatus (J. Presl) Steud., terminal dispersal unit of the apex of a flowering branch. 2. A. arenarius Hack., dispersal unit of the midle portion of a flowering branch. 3. A. bicornis L.: inflorescence. 4-5. A. brasiliensis A. Zanin & Longhi-Wagner. 4. Ligule membranous-ciliate. 5. Dispersal unit of the midle portion of a flowering branch. 6. A. campestris Trin., dispersal unit of the midle portion of a flowering branch. 7. A. carinatus Nees, dispersal unit of the apex of a flowering branch. 8. A. crispifolius Guala & Filg., leaf blade crispate. 9-10. A. crucianus Renvoize. 9. Inflorescence. 10. Dispersal unit of the midle portion of a flowering branch. 11. A. durifolius Renvoize, dispersal unit of the midle portion of a flowering branch. 12. A. fastigiatus Sw.: lower glume of the pedicellate spikelet. 13. A. gayanus Kunth, dispersal unit of the midle portion of a flowering branch.
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Taxonomia do gênero Heliotropium L. (Heliotropiaceae) no Brasil.

Taxonomia do gênero Heliotropium L. (Heliotropiaceae) no Brasil.

Material selecionado examinado: BRASIL. Alagoas: Joaquim Gomes, XI/1982, fl. fr., Staviski & Sant’ana 391 (MAC); Maceió, IV/1996, fl. fr., Reis s.n. (MUFAL 2836); Olho d’Água do Casado, III/1999, fl. fr., Silva & Moura 52 (PEUFR); Rio Largo, IV/1996, fl. fr., Araújo et al. 23 (MAC, MUFAL); União dos Palmares, XII/1997, fl. fr., Assis et al. 119 (MUFAL). Bahia: Caetité, III/1994, fl. fr., Souza et al. 5399 (ESA); Casa Nova, XII/1956, fl. fr., Dobereiner 39 (RFA); Feira de Santana, IX/1997, fl. fr., Moraes & Costa-Neto 110 (HUEFS); Filadélfia, 10º45’S, 40º04’W, II/1974, fl. fr., Harley 16150 (IPA, K); Itanagra, VIII/1975, fl. fr., Gusmão 187 (ALCB); Paulo Afonso, I/2003, fl. fr., Rebouças 08 (PEUFR). Ceará: Crato, V/1999, fl. fr., Miranda & Lima 3374 (HST); Ererê, IV/2005, fl. fr., Melo et al. 494 (PEUFR); Jaguaruana, VI/1998, fl. fr., Barbosa 10 (VEN); Quixadá, IV/2005, fl. fr., Melo et al. 500 (PEUFR); Santana do Cariri, XII/1981, fl. fr., Peixoto & Peixoto 1635 (UEC); Tauá, XI/1999, fl., Veríssimo 19 (MOSS). Goiás: Monte Alegre de Goiás, 13º14’S, 04º70,9’W, XI/1991, fl., Vieira et al. 1196 (CEN). Maranhão: São Luiz Gonzaga, 04º19’S, 44º40’W, X/1980, fl. fr., Daly et al. D401 (INPA, MG, NY, UEC). Mato Grosso: São Félix do Araguaia, III/1997, fl., Souza et al. 14450 (ESA). Mato Grosso do Sul: Aquidauana, IV/1990, fl. fr., Silva & Leone 12 (COR, PEUFR); Bela Vista, III/2004, fl. fr., Hatschbach et al. 76959 (MBM); Nhecolândia, X/1976, fl., Allem 04 (CEN). Minas Gerais: Pedra Azul, X/1978, fl. fr., Coons 78/1145 (VIC); Pirapora, X/1978, fl., Coens 78/1053 (VIC); Pouso Alegre, IV/1927, fl. fr., Hoehne s.n. (SP 19208). Pará: Santarém, X/1950, fl., Black & Ledoux 50 (IAN). Paraíba: Areia, VII/1989, fl. fr., Lima 23 (EAN); Brejo da Cruz, 06º20’S, 37º33’W, VI/1984, fl. fr., Collares & Dutra 160 (CH, HRB, RB); Cajazeira, V/1982, fl. fr., Miranda & Moura s.n. (JPB); João Pessoa, X/1987, fl. fr., Moura 370 (JPB); Santa Terezinha, IV/2004, st., Melo & Xavier 439 (PEUFR); São João do Cariri, II/1962, fr., Mattos & Mattos s.n. (HAS 66046); São José do Espinhara, IV/2004, fl. fr., Melo & Xavier 445 (PEUFR); Souza, VII/1937, fl. fr., Luetzelburg 28640 (IPA). Pernambuco: Águas Belas, XI/2004, fl. fr., Melo & Silva 469 (PEUFR); Brejo da Madre de Deus, IX/2000, fl. fr., Cantarelli et al. 444 (IPA, MAC, PEUFR, UFP); Ouricuri, V/2003, fl. fr., Rocha 17 (UFP); Garanhuns, XI/2004, fl. fr., Melo &
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O GÊNERO EUGENIA L. (MYRTACEAE) NOS ESTADOS DE GOIÁS E TOCANTINS, BRASIL

O GÊNERO EUGENIA L. (MYRTACEAE) NOS ESTADOS DE GOIÁS E TOCANTINS, BRASIL

As Myrtaceae compreendem aproximadamente 132 gêneros e 5671 espécies, distribuídas principalmente nas regiões tropicais e subtropicais do mundo, com centros de diversidade na Austrália, Sudeste da Ásia e América do Sul, tropical e temperada e com poucas espécies ocorrendo na África. Eugenia L., com cerca de 1000 espécies é o maior gênero dessa família. O gênero cresce desde o México e Caribe até o norte da Argentina e são estimadas cerca de 350 espécies para o Brasil. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi realizar o inventário florístico do gênero Eugenia L. nos estados de Goiás e Tocantins, visando contribuir para a elaboração da flora desses estados. O projeto “Flora dos Estados de Goiás e Tocantins” iniciou em 1968 e até o momento já foram publicados 38 volumes. Foram realizadas coletas de setembro de 2008 a junho de 2010. Para complementar as coletas foram utilizadas exsicatas dos herbários CEN, ESA, IAN, IBGE, HEPH, HJ, HTO, HUEG, HUTO, MBM, MG, R, RB, SP, UB, UEC e UFG totalizando 1035 exsicatas, sendo que a maioria destas são do herbário UB. Ocorrem cerca 59 espécies nos estado de Goiás e Tocantins. O trabalho foi dividido em seis capítulos já formatados visando à publicação final. O primeiro capítulo traz o tratamento no formato da flora de Goiás e Tocantins. Neste são tratadas 51 espécies (excetuando a seção Racemosae O. Berg, recentemente revisada), com chaves de identificação e mapas de distribuição geográfica; destas nove são novas para a ciência. O segundo capítulo propõe uma espécie nova do norte de Goiás e já foi submetido ao periódico Kew Bulletin e traz a descrição com chave para distinção das espécies mais próximas, ilustrações e mapa de distribuição geográfica. O terceiro capítulo traz a descrição de duas espécies novas para a região do Jalapão, e está formatado de acordo com as normas do periódico Brittonia. No quarto capítulo são propostas duas novas espécies para a região nordeste de Goiás, formatado para o periódico Kew Bulletin. O quinto capítulo traz a descrição de duas novas espécies do estado de Tocantins formatado para o periódico Brittonia. No sexto capítulo são propostas duas novas espécies para a região do Cerrado, formatado para ser enviado para o periódico Rodriguesia. Todos os capítulos contêm comentários, ilustrações, discussão de possível posicionamento infragenérico e mapas de distribuição geográfica.
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O gênero Polygala L. (Polygalaceae) na região Sul do Brasil.

O gênero Polygala L. (Polygalaceae) na região Sul do Brasil.

Ervas eretas a decumbentes, 9-30 cm alt. Caule folioso, cilíndrico, fortemente estriado ou anguloso, escassamente piloso, com tricomas curtos, glanduloso, simples ou com ramificação basal, mediana ou terminal. Folhas sésseis, alternas ou 4-5 verticiladas na base e alternas no ápice da planta, papiráceas, glabras, glandulosas, estreito-ovadas, estreito-elípticas, elípticas ou oblongas, lâminas 5-28 × 1 mm; ápice mucronado, agudo ou acuminado, base aguda, arredondada, atenuada ou cuneada, margem irregular ou serreada, lisa. Brácteas e bractéolas persistentes, margem ciliada. Racemos pedunculados, terminais, curtos e largo-cilíndricos, 1-5,5 cm compr., densifloros. Flores 2,5-3,5 mm compr., creme-esverdeadas, esverdeadas ou esverdeadas com manchas rosadas; pedicelos 0,1-0,2 mm compr., glabros, eretos ou patentes na frutificação. Sépalas externas glabras, glandulosas, ápice agudo, margem inteira; uma sépala largo-ovada, 1,2-1,7 mm compr.; duas sépalas livres e iguais entre si, ovadas, 1,1-1,5 mm compr.; sépalas internas glabras, glandulosas, orbiculares a suborbiculares, 2,5-3,8 mm compr., ápice obtuso ou arredondado, base aguda. Pétalas laterais glabras, glandulosas, elípticas, 1,8-2,5 mm compr., ápice obtuso; carena cristada, glandulosas no dorso, crista 0,4-0,5 mm compr., com 2 lobos bífidos. Ovário glabro, glanduloso, suborbicular ou oblongo. Cápsulas glabras, glandulosas, suborbiculares ou cordiformes, 1,5-2 mm compr., não estipitadas, não aladas. Sementes pubérulas ou pubescentes, elipsoides ou oblongo-orbiculares, 1,1-1,8 mm compr., com apêndice membranáceo profundamente bilobado, atingindo de 1/2 a 2/3 do comprimento da semente. Material selecionado: BRASIL. P araná : Imbituva,
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Contribuição ao estudo taxonômico do gênero Phaseolus L: no Brasil.

Contribuição ao estudo taxonômico do gênero Phaseolus L: no Brasil.

) Com bolsa de suplementacão do CNPq.. Este autor deteve- se em diversos caracteres estáveis e constantes dentro do gênero, esta- belecendo uma divisão muito racional das seções. : Cerat[r]

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O gênero Portulaca L. (Portulacaceae) no Brasil.

O gênero Portulaca L. (Portulacaceae) no Brasil.

Portulaca hirsutissima é facilmente reconhecível por apresentar tricomas glandulares unicelulares e tectores fi la- mentosos, principalmente na face abaxial e margem das folhas. Segundo Legrand (1962) nas Américas apenas Portulaca hirsutissima e Portulaca confertifolia Haum. da Argentina apresentam tricomas nos limbos foliares, característica que as aproxima das espécies africanas. Segundo esse autor, as duas espécies também apresentam em comum a abundante pilosidade axilar, face adaxial da folha plana, estiletes alarga- dos na porção distal e estigmas curtos. Porém as diferenças principais seriam os tipos de tricomas foliares e as cores das fl ores: em Portulaca hirsutissima o tricoma da folha seria tec- tor e as fl ores amarelas, enquanto em Portulaca confertifolia os tricomas seriam glandulares e as pétalas purpúreas. Nas espécies estudadas do Brasil, os dois tipos de tricomas foram encontrados em Portulaca hirsutissima. Legrand (1962) citou Portulaca hirsutissima como sendo exclusiva do Brasil, ocor- rendo da Bahia até Minas Gerais e Rio de Janeiro.
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O gênero Phyllanthus L. (Euphorbiaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

O gênero Phyllanthus L. (Euphorbiaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

gulares, agudas a acuminadas, inteiras. Folhas membranáceas, subsésseis, arredondadas, largamente ovais a orbiculares, 4-10 × 3-8mm, ápice agudo a acuminado, base obtusa a arredondada, margem inteira, face adaxial verde- escura a rubra, face abaxial verde-clara a avermelhada; pecíolo 1mm compr. Flores em címulas bissexuais, com 2-3 flores estaminadas e uma flor pistilada; brácteas lanceoladas, ca. 0,6mm compr., margem denteada; flores estaminadas ca. 2,5mm compr., pedicelo 2,5-3,0mm compr., sépalas 6, ovais a elíptico- oblongas, agudas, inteiras, translúcidas nas margens, vermelhas a purpúreas; disco com 6 glândulas pateliformes; estames 3, livres, tecas divergentes, rimas horizontais; flores pistiladas ca. 4mm compr., pedicelo ca. 3-4mm compr., sépalas 6, elípticas a linear-oblongas, agudas, inteiras, translúcidas nas margens, vermelhas a purpúreas; disco com 3 glândulas; ovário globoso, verde; estiletes 2-partidos, livres, exceto na base, ramos agudos. Fruto cápsula, ca. 2mm compr. Sementes 2mm compr, castanhas, verruculosas. Material examinado: BRASIL. Bahia: Catolés, 23/X/1999, fr., Miranda-Silva et al. 304 (HUEFS). Mucugê, 20/VII/81, fl., Giulietti et al. CFCR1488 (SPF). Rio de Contas, 21/I/1974, fr., Harley 15386 (HUEFS); 13/XI/1998, fr., Silva et al. 162 (HUEFS).
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Ciclo de vida, estruturas reprodutivas e dispersão de populações experimentais de capim-carrapicho (Cenchrus echinatus L.).

Ciclo de vida, estruturas reprodutivas e dispersão de populações experimentais de capim-carrapicho (Cenchrus echinatus L.).

O capim-carrapicho é uma planta herbácea, considerada como muito abun- dante e altamente nociva, tendo sido classif icada entre as seis gramíne as de ci- clo anual mais prejudiciais no Brasil (2 ). Holm et al. (8) citam Cenchrus echinatus L. como infestante num total de 18 culturas em 35 países. No Brasil é citada por mui- tos autores (1, 2, 3, 4, 6, 8, 9, 13), como inf est ant e nas cul tur as de alg odã o, ma - mona, amendoim , citros, feijão, mandio - ca, soja, cana-de-açúcar, menta, cebola e to mate , como tamb é m na s pa st ag en s. Felippe et al. (7) verificaram que à tem- per atu ra con stant e de 25. ° C, o esc uro acelera a germinação, mas não altera o número final de sementes germinadas. Deuber et al. (5) verificaram que a pro- fundi dade máxim a de germi nação foi de 11,0 cm em vasos, de 9,0 cm em solo ar- gilo so e de 10,0 cm em solo barr ento e, em condições de campo observaram fre- quente germinação de duas ou mais car io pses por fascículo.
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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

Definição de uma nova “governança climática“ do Brasil, em âmbito federal, que reflita o novo momento da agenda climática global e os compromissos do país junto ao Acordo de Paris, com engajamento de alto nível, de ministros de áreas estratégicas, como a econômica, que assegure a participação da socie- dade civil e que defina claramente órgãos executores, seus papéis e responsa- bilidades e que evidencie como os diferentes ministérios e instituições atuam, de que forma colaboram entre si e como são aplicados os diferentes instru- mentos de implementação da Política Nacional sobre Mudança do Clima. Suspensão e reversão imediata de todos os processos que levem à redução de áreas protegidas no Brasil.
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

praticamente desconheceu o arado. Seu principal instrumento foi o enxadão pesado e resistente. Nas plantagens, a policultura era prática marginal, limitada à roça de subsistência. Apesar dos esforços empreendidos por importantes segmentos historiográficos, a vasta documentação conhecida comprova que, no contexto da produção escravista mercantil do Brasil, os produtores diretos escravizados não estabeleceram vínculos significativos de posse efetiva com a terra trabalhada. A produção autônoma de meios de subsistência, pelos próprios trabalhadores escravizados, nos domingos, em nesgas de terras, foi fenômeno extraordinário e assistemático no escravismo brasileiro.
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AGRICULTURA E INDÚSTRIA NO BRASIL

AGRICULTURA E INDÚSTRIA NO BRASIL

Aqui, é importante salientar a mediação do Estado capitalista, pois é através do sistema bancário (mediatizado pelo Estado) que o consumo dos fertilizantes se dá. Pois, no mínimo 15% do empréstimo tomado ao Banco do Brasil tem necessariamente que ser gasto em adubo. O uso médio está em torno de 50 a 60%. Mas, nesse caso, a mediação é de forma explícita, sem falsas aparências, pois é o próprio Banco do Brasil que se incumbe de pagar as indústrias, ou seja, o dinheiro do empréstimo sequer chega à mão do produtor. É transferido diretamente para o capital industrial que, dessa forma, cobra do agricultor via Estado (repartindo com esse) a renda da terra. Quanto à ação do Banco do Brasil nos empréstimos ao campo, temos cerca de 70% dirigido ao consumo de produtos industriais. O capital industrial, através do Estado (que cobra juros menores que os concorrentes para a agricultura), é financiado e sua reprodução viabilizada. Esses pressupostos básicos são válidos para todo consumo produtivo no campo. Mas voltemos à questão inicial, a questão da generalização da tecnificação do campo. Quando analisamos a força empregada nos trabalhos agrários temos 14,5% dos estabelecimentos no país empregando força de origem mecânica, sendo que em São Paulo esse percentual sobe a 33,4%. No caso brasileiro em
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Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

Eixo de inscrição: Movimentos Sociais no Campo e Luta pela Terra

A Via Campesina é um movimento internacional que articula 150 organizações e em 70 países e se considera como um movimento autônomo, pluralista e multicultural, sem nenhuma filiação política, econômica ou de qualquer outro tipo e com relação horizontal. Esse movimento vem se constituindo como um dos principais movimentos camponeses na atualidade, e com suas ações e campanhas vem destacando-se no cenário mundial através de manifestações confrontando as organizações multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), e da ocupação de fazendas ligadas às empresas multinacionais, como a Monsanto, a Syngenta Seeds, Votorantim e entre outras. No Brasil, com o histórico de conflitos e da luta pela terra, materializado sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), pretendemos analisar a atuação da Via Campesina. Partiremos das ações territoriais – ocupação e manifestação - da Via Campesina no Brasil de 2000 a 2010 em base do Banco de Dados da Luta pela Terra (DATALUTA) para compreender a luta pela/na terra e da resistência camponesa desse movimento frente aos avanços da modernização da agricultura. Focaremos uma analise sobre as ações realizadas pelo calendário de lutas criado pelo movimento, a fim de, identificar o motivo dessas datas e se são realizadas no cenário brasileiro e com qual intensidade acontecem.
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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

Em meados da década de 80 até 1995 observa-se um maior distanciamento do cresci- mento da população com escoadouro e das emissões de GEE, decorrente principalmen- te da desestruturação do modelo financeiro do Planasa, que provocou o crescimento no déficit absoluto nos serviços de saneamento básico (ARAÚJO FILHO, 2008). Durante a primeira metade dos anos de 1990, foram criados diferentes programas para moder- nização e reestruturação institucional do setor, que impactaram positivamente na di- minuição gradativa do déficit absoluto de esgotamento sanitário (ARAÚJO FILHO, 2008). Consequentemente, foi observado um crescimento acentuado nas emissões de CO 2 e. Atualmente, os marcos regulatórios do setor são a Lei 11.445 de 5 de janeiro de 2007 e o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). De acordo com a referida lei, o pla- nejamento integrado, a regulação, a cooperação federativa e o controle social impul- sionarão o setor de saneamento, focando estrategicamente no futuro. O Brasil ainda convive com as consequências de um atraso histórico nas infraestruturas de sanea- mento básico, principalmente quanto ao abastecimento de água e índices de cobertura e tratamento de águas residuais.
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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Em sua NDC, o Governo brasileiro apresenta metas de redução de emissões com abran- gência válida para “todo o território nacional, para o conjunto da economia, incluindo CO 2 , CH 4 , N 2 O, perfl uorcarbonos, hidrofl uorcarbonos e SF 6 ”. No documento “Fundamentos para a elaboração da Pretendida Contribuição Nacionalmente Determinada (iNDC) do Brasil no contexto do Acordo de Paris sob a UNFCCC” as metas são detalhadas para cada um dos cinco setores cujas emissões são estimadas na “Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima” (MCTI, 2016). Nesta seção são discutidas as metas propostas para os setores de Energia e PIUP e são apresentadas comparações entre a evolução histórica das emissões, a meta proposta pela NDC brasileira e a meta da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). O Quadro 3, a seguir, apresenta um histórico (1990 e 2005) e as metas publicadas pelo governo brasileiro para as emissões associadas aos setores de Energia e PIUP e para as emissões totais.
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Entre os pressupostos adotados, o mais frágil é o desmatamento ilegal zero. Desma- tamento ilegal zero já deveria ser uma realidade, não uma meta, visto a vasta gama de investimentos em comando e controle de desmatamento, principalmente no bioma Amazônia. Desde 2012 a taxa de desmatamento na Amazônia, principal contribuin- te de GEE do setor MUT, está estagnada em torno dos 5.000 quilômetros quadrados por ano. Cerca de um terço desse desmatamento tem se concentrado em áreas de assentamento do Incra e nas regiões próximas de projetos de infraestrutura como no- vas hidrelétricas e pavimentação de rodovias. Além disso, em junho de 2016 o Serviço Florestal Brasileiro anunciou que 95% da área cadastrável brasileira já está no CAR. O problema é que boa parte dessas informações sobre as propriedades são declaratórias e não foram validadas pelos órgãos ambientais, o que leva a uma alta insegurança na qualidade dos dados. Por exemplo, no Pará, 108 mil propriedades (de um total de 150 mil) apresentam sobreposições entre si incompatíveis com as exigências legais (Públi- ca, 2016). A meta correta deveria ser desmatamento zero. A área já aberta no Brasil é suficiente para atender à demanda do agronegócio, portanto, os incentivos devem ser para cessar o desmatamento, seja ele legal ou ilegal.
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Agrotóxicos Violações Socioambientais e Direitos Humanos no Brasil

Agrotóxicos Violações Socioambientais e Direitos Humanos no Brasil

Grande parte da nossa água está contaminada . No monitoramento do Ministério da Saúde (SISáGUA), em que há o mapeamento de como está o nível de contamina- ção da água por agrotóxicos no Brasil, mostra-se que nossa água potável está contaminada . No último levantamento, de 2013, que se encontra no Boletim Epidemiológico de Volume 46, número 04, de 2015, de 1598 municípios bra- sileiros que realizaram análise da água potável, de acordo com a Portaria 2914/2011/MS, 337 municípios apresenta- ram níveis de agrotóxicos acima do VMP (Valor máximo permitido) e o restante estava abaixo do permitido . Prenúncio de muita contaminação da água advinda da produção agrícola, que usa muito agrotóxico e parte dele vai parar nos mananciais e nas estações de abastecimento de água urbanas . Mas será que o fato de cumprirmos esta portaria, de potabilidade da água, do Ministério da Saúde, nos livrará das doenças? Que valor permitido é este? Se verificarmos esta Portaria veremos que um litro de água potável poderá conter até 27 tipos de agrotóxicos diferen- tes, até o VMP estabelecido, sendo a água ainda classifica- da como potável e permitida para o consumo humano .
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Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

Agrocombustíveis no Brasil e na América Latina: impactos no campo e na cidade

los tiempos del pro alcohol Brasilero hace de este país el líder de los agrocombustibles. El cultivo con el mejor balance energético, la caña azucarera, es rentable solo con trabajo casi esclavo: en el interior de Brasil los jornaleros siguen muriéndose por desnutrición, excesivo trabajo (12-14 h/día por $ 7) y por las fumigaciones de pesticidas (Álvarez, 2007). Crecen las favelas por el éxodo rural, y el número de las cárceles. Pero ahora Brasil tiene un nuevo un rol protagónico: exporta su modelo a toda América Latina y a África contando con fan- tásticas inversiones en dólares y euros. Es tiempo de ambiguos reveses de las asimetrías Norte-Sur y las relaciones neocoloniales cambian en estructura y significación. Centros y periferias responden a geometrías más bien fractales. La UE se prepara a hacer frente a la dependencia energética y alimentaria que se le perfila apostando por la segunda revolución verde en África con inversiones intergubernamentales, entre otras, las brasileras-italianas de cerca de • 480 millones. ¿Habrá que repensar algunas categorías como el neocolonialismo? El control de los precios y de los medios de producción alimentaria, desde la genética hasta la infraestructura industrial y comer- cial, se ha de considerar el primer paso de un nuevo orden mundial.
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