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CAPÍTULO IV O PROGRAMA ESCOLA DE GESTORES NO ESTADO DO

4.12. Aspectos positivos do curso e recomendações

O contato com os gestores por meio das entrevistas demonstrou uma grande lacuna no desenvolvimento profissional dos mesmos no que se refere a oportunidades de formação continuada. Dessa forma, a participação nesse Curso de Especialização constituiu-se num momento impar de diálogo e intercâmbio com outros gestores, reflexões e construção de conhecimento na área da gestão escolar.

A oportunidade de participar de um curso de especialização numa universidade pública federal foi o aspecto mais ressaltado tanto pelos cursistas como pela equipe responsável pelo curso no Piauí. Os depoimentos abaixo assinalam essa assertiva:

Eu acho que foi um resultado bom. E também os depoimentos deles no final do curso foi muito bom pra eles. Até a elevação da auto-estima dos gestores, saber que agora eram pessoas especializadas na gestão escolar, que tinham um título né, foi assim, foi muito bom eu acho que foi muito interessante, eu acho que foi valioso e foi uma experiência válida (Membro do GTIL). Acho que é um curso riquíssimo traz muito conhecimento principalmente na área da gestão. Acho que tava na hora de aparecer um curso como esse pra melhorar justamente a gestão escolar. Sabemos que gestão é uma coisa que precisa sempre ter aperfeiçoamento direto, continuamente, é muito complicado gerenciar uma escola, ser gestor de uma escola, o gestor tem muito trabalho, porque ele trabalha dentro da escola na parte pedagógica, parte financeira, recursos humanos, então acho que a pessoa tem que ta bem preparada pra resolver todas as soluções dentro do seu segmento. Mas esse curso é ótimo. É um curso riquíssimo na área da gestão (Cursista nº 5).

A estratégia do Curso de criar em cada estado uma instância de articulação institucional entre a Universidade, a Secretaria Estadual de Educação e as Secretarias municipais por meio da UNDIME foi um aspecto positivo ressaltado pela coordenação do curso. O Grupo de Trabalho Interinstitucional Local permitiu não só o diálogo entre a universidade e os sistemas de educação básica como o estabelecimento de vínculos e intercâmbio de conhecimentos, favorecendo não apenas as escolas de educação básica como a própria universidade.

O primeiro fator positivo foi essa boa relação que houve entre as três instituições UNDIME, UFPI e SEDUC. Um outro fator positivo foi a força de vontade de muitos alunos. Outro que eu classificaria como positivo foram os professores. Os professores que foram os formadores desses alunos. Foram selecionados pela UFPI, foram professores realmente com vasta experiência,

isso facilitou muito o andamento do curso. E o terceiro como eu já coloquei foi a boa vontade dos alunos, sem essa aí...(Membro do GTIL).

O nível de qualificação dos professores da UFPI também foi considerado pelos entrevistados como um dos fatores positivos do Curso. Destaca-se aqui que os três membros da equipe responsável pelo curso destacaram a força de vontade e o comprometimento dos alunos como um dos principais pontos positivos do processo formativo.

Pelos depoimentos verifica-se, também, que os gestores passaram a ter mais confiança no seu trabalho. Uma maior elevação da auto-estima pessoal e profissional e mais segurança diante das várias exigências e desafios que se apresentam cotidianamente no trabalho de gestão da escola pública.

As principais recomendações dos entrevistados foram relacionadas à disponibilização de infra-estrutura para acesso ao curso, à necessidade de mais momentos presenciais e abertura do curso para os demais membros da equipe de gestão da escola, como secretários, coordenadores e supervisores pedagógicos.

Eu gostaria mesmo de acrescentar é só que a gente não deixa o curso acabar. Eu falo nós, toda a equipe parceira: MEC, Secretaria de Educação Básica, Universidade, SEDUC, Undime e a comunidade alvo. O público alvo que são os gestores. Eu acho que a gente tem que juntar forças e fazer que o curso se expanda cada vez mais, que tenham mais oportunidades dos gestores estarem fazendo. E uma coisa que a gente vê muito, a gente sabe que tem disciplina (referindo-se às disciplinas do curso) muito voltada pra própria gestão da escola, por isso só o gestor fazer, mais assim, se agente pudesse ta abrindo pro núcleo gestor seria um ganho muito grande. Coordenador pedagógico, secretários, fosse aberto para um público maior dentro daquela escola (Membro do GTIL).

Eu penso inclusive que deveria dar uma abertura para que os coordenadores pedagógicos participarem porque é sabido que o coordenador faz parte do núcleo gestor da escola, e todo o trabalho, os textos que nós vimos durante todo o curso eles fazem muito sentido para o coordenador pedagógico então eu não vejo por que o coordenador pedagógico não ser incluído (Cursista nº 2).

Durante a pesquisa constatou-se que a SEB/MEC incorreu no equívoco de ofertar vagas apenas para diretor e vice-diretor. Mesmo tendo recomendação do Estudo Comparativo dos Programas de Formação de Gestores para as discussões do desenho da etapa de implementação e existindo inclusive Acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU)24, que recomendam que nos cursos de formação de professores e demais profissionais da educação sejam oferecidas mais de uma vaga por escola. Na prática, na

grande maioria das escolas houve apenas um participante, o que contribui significativamente para minimizar os impactos do curso na gestão da escola.

CONCLUSÕES

Esta pesquisa investigou o processo de formação continuada de gestores escolares no Estado do Piauí, oferecida por meio do Curso de Especialização em Gestão Escolar, ação principal do Programa Escola de Gestores da Educação Básica, no período de 2007 e 2008. Partindo de uma concepção sócio histórica do tema investigado, procurou-se compreender os percursos, programas, diretrizes, políticas e ações direcionadas para a formação do gestor escolar ao longo dos anos.

Dessa forma, o desenho teórico-metodológico definido para a pesquisa permitiu a sistematização de conhecimentos sobre a formação do gestor escolar, dos primeiros ensaios, com a criação das escolas normais, inicialmente destinadas apenas à formação de docentes, passando-se pelo contexto da criação do cargo de diretor escolar no final do século XIX às atuais políticas e ações direcionadas à gestão da educação no Brasil e no Piauí. Esta opção teórica da pesquisa mostrou-se complexa e desafiante por dois motivos principais, nos quais o tema da pesquisa está inserido.

Um estudo sobre a formação do gestor escolar precisa considerá-lo marcado por duas grandes influências principais. Por um lado, a formação do gestor escolar encontra- se inserida no contexto da formação de professores e enfrenta os seus dilemas, impasses e desafios. Por outro lado, a condição do cargo de gestor escolar, no âmbito da administração pública, reveste-se do imperativo legal do cumprimento dos princípios constitucionais e legais e das normas que regem a gestão pública. Essa condição do cargo de gestor escolar implica considerarmos as mudanças e transformações que vêm ocorrendo em âmbito mundial e que induzem a escola a trilhar novos caminhos nas suas formas de organização e gestão.

Com esse horizonte teórico, o primeiro capítulo procurou compreender e evidenciar como a preocupação com a formação de docentes e, em seguida, a formação do gestor, foi se configurando no âmbito da ação do Estado, das primeiras ações, do Século XIX aos dias atuais. Nesse percurso histórico, esse capítulo também analisa os movimentos estaduais de reforma do ensino nos anos 1920, que culminam na década seguinte com as primeiras ações do governo federal, na tentativa de organizar um Sistema Nacional de Educação.

O primeiro capítulo também apresentou e discutiu o tema da formação do gestor escolar na legislação educacional, desde a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 4.024/61), passando pela Lei 5.540/68 e 5.692/71 até a atual

LDB, considerando também a legislação infra-legal produzida, as estruturas e tendências de formação decorrentes do arcabouço legal.

Considerando as mudanças ocorridas nos processos de gestão da educação nos últimos anos, que imprimem a esta ação um caráter dinâmico, complexo, além de permeado de tensões e antagonismos, o capítulo II caracteriza as políticas de gestão educacional e escolar implementadas durante as duas últimas décadas no Brasil e no Piauí. Esse capítulo estabelece e discute por meio de três eixos de análise o contexto macro-estrutural em que são formuladas e implementadas as políticas de gestão educacional e escolar. Com essa opção teórica e metodológica, esse capítulo caracteriza as ações de gestão da educação durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso e Luis Inácio Lula da Silva, apresentando o cenário educacional do Piauí e procurando identificar os sentidos e as concepções das políticas, programas e ações.

A pesquisa teórica revelou que a formação do gestor escolar vem se configurando como um dos temas constantes da agenda das políticas voltadas para a melhoria da gestão escolar. Com efeito, a preocupação dada ao tema da formação do gestor, materializada principalmente em programas e cursos de formação, expressa e procura produzir um perfil de gestor que traduz duas concepções antagônicas de gestão.

De um lado, programas e cursos de formação de gestores escolares que expressam a concepção gerencial de gestão, que procura transpor acriticamente para o cotidiano da escola a cultura, os princípios e objetivos da empresa privada. Nesta perspectiva de formação o perfil do gestor a ser formado é o do líder empreendedor, que reconhece o Estado, em suas novas configurações, como incapaz de garantir todos os meios e condições para o pleno funcionamento do ensino e que procura sanar as deficiências da escola com parcerias e recursos de outras fontes, como a iniciativa privada e organizações não-governamentais. Nesse paradigma os elementos que constituem a gestão democrática são ressignificados e adquirem novos sentidos. A participação e autonomia são valorizadas e necessárias ao perfil do gestor, porém esvaziadas do sentido político.

Por outro lado, temos os programas de formação construídos sob o paradigma da gestão democrática, no sentido genuíno e verdadeiro desse termo, que concebem o diretor como um líder crítico-reflexivo, regente de um projeto político pedagógico. Neste paradigma de formação a atuação do diretor é concebida como instrumento de garantia do direito de todos a educação, a sua liderança entendida e valorizada numa

perspectiva crítica, voltada para a construção e implementação permanente do Projeto Político-Pedagógico da escola.

A identificação e análise dos pressupostos do Curso de Especialização em Gestão Escolar do Programa Escola de Gestores revelam que este curso insere-se no segundo paradigma de gestão e de formação de gestores, procurando contrapor-se à concepção gerencial.

A oferta de um Curso de Pós-Graduação – Especialização em Gestão Escolar como política pública, configura-se como uma ação de fundamental importância no sentido de garantir o direito à formação continuada aos professores gestores de escolas públicas. O curso resgata a concepção do caráter público da educação também na pós- graduação e proporciona maior envolvimento e articulação das universidades públicas com as secretarias de educação e escolas de educação básica. Nesse horizonte político- pedagógico, o curso também reconhece as Faculdades/Centros de Educação das universidades públicas como lócus privilegiado de produção de conhecimentos e formação dos profissionais da educação.

A análise dos dados evidenciou que o Curso de Especialização em Gestão Escolar apresenta uma proposta de formação que procura garantir bases sólidas e consistentes na formação do gestor, ressaltando tanto o caráter técnico como político da atuação do gestor na gestão da educação e da escola. O curso considera a gestão como dimensão essencial do processo educacional e que pode contribuir com a garantia do direito à educação e à melhoria da sua qualidade social.

Pela análise do corpus da pesquisa e do processo de discussão, concepção e elaboração do Curso de Especialização em Gestão Escolar, envolvendo as entidades acadêmicas e a equipe do MEC/SEB, percebeu-se uma grande preocupação em estabelecer como um dos marcos fundantes do curso a gestão democrática na concepção genuína desse termo, proporcionando aos gestores participantes uma proposta de formação que se contrapõe a propostas de gestão centralizada, hierárquica, que veiculam a concepção gerencial. No entanto, por tratar-se de um curso na modalidade de educação a distância, não houve a devida preocupação do MEC/SEB em garantir as condições de infra-estrutura tecnológica, tanto no âmbito das universidades participantes como para os professores gestores participantes do curso.

Pode-se concluir que houve um desencontro entre a proposta norteadora de formação e os recursos tecnológicos a disposição dos alunos, o que ocorreu não apenas no Piauí, mas nos dez Estados que participaram da primeira edição do curso. A

precariedade da infra-estrutura tecnológica comprometeu sensivelmente a aprendizagem dos alunos contribuindo para a evasão de muitos cursistas.

A questão problema que norteou a pesquisa, ou seja, se e como a formação recebida no curso contribuiu para a melhoria da prática gestora de cada um foi respondida positivamente pelos participantes da pesquisa, tanto cursistas como a equipe responsável pelo curso no Piauí. Os relatos obtidos por meio das entrevistas semi- estruturadas indicam níveis variados de contribuições do curso para o fazer cotidiano e pedagógico do gestor escolar. Nas entrevistas alguns gestores demonstram dificuldades em “aprofundar” as temáticas discutidas no curso, o que leva a questionar e apontar três principais fatores. O primeiro refere-se à modalidade a distância que, nas condições em que foi oferecido o curso não favoreceu o aprofundamento dos conteúdos estudados. O segundo fator refere-se ao tipo de curso, como formação em serviço, na qual os cursistas apresentam grandes dificuldades em conciliar o cotidiano de muitas atividades com as atividades do curso e também a precária formação inicial.

No que concerne à formação inicial as entrevistas revelaram que os gestores assumem o cargo sem conhecimentos mínimos sobre gestão escolar, além de apresentarem dificuldades no que se refere à produção de textos. Essa realidade revela a necessidade de políticas permanentes de formação continuada para gestores escolares.

Apesar da formação de gestores escolares apresentar-se como uma das prioridades da Secretaria de Educação do Piauí, no período da pesquisa e nos municípios pesquisados, não foi implementada nenhuma ação própria da SEDUC com essa finalidade. As ações voltadas para a formação de gestores escolares desenvolvidas nesse período limitaram-se a ações pontuais, como treinamentos eventuais sobre programas específicos.

Os dados da pesquisa também apontam grande desarticulação e fragmentação na execução das políticas públicas, principalmente no nível dos municípios. A inexistência de um efetivo regime de colaboração entre os entes federados contribui para um quadro de baixa efetividade das políticas públicas de modo geral e muitas vezes a quase ineficiência das ações.

O mergulho na realidade empírica reforçou a constatação de uma grande fragilidade das políticas educacionais do MEC no que se refere a monitoramento e avaliação das ações. Esse problema foi apontado por membros do GTIL como um dos grandes gargalos, não apenas do Programa Escola de Gestores, mas de todas as outras ações do MEC em curso. A grande preocupação dos dirigentes do MEC tem sido

unicamente em criar programas e fazê-los chegar às escolas e ao público-alvo dessas ações, para produzir estatísticas e saciar demandas publicitárias, negligenciando o monitoramento e a avaliação como etapas diferenciadas e constituintes do ciclo existencial de uma política pública.

As ações de formação continuada precisam se concretizar como algo intrínseco ao cotidiano escolar, sendo também vinculadas às demais ações planejadas e desenvolvidas pelas redes de ensino. No caso do Curso de Especialização em Gestão Escolar, para garantir a efetiva materialização do princípio da gestão democrática no cotidiano da escola, é recomendável que o investimento de formação, na pessoa do diretor possa ser socializado para os demais membros da comunidade escolar

Tendo em vista as constatações apresentadas neste relatório de pesquisa e visando contribuir para a eficiência, eficácia e efetividade social da ação de formação continuada de gestores escolares, considera-se oportuno recomendar ao MEC, FNDE e demais agentes institucionais envolvidos na ação:

a) Que sejam oferecidas vagas para toda a equipe gestora da escola, incluindo diretor, vice-diretor, secretários (as), coordenadores e supervisores pedagógicos, a fim de aumentar as possibilidades de impacto da ação na gestão democrática das escolas;

b) Que seja redefinida a carga horária do curso para a realização de mais momentos presenciais como forma de ampliar e proporcionar mais momentos de diálogo, a troca de experiências e potencializar a aprendizagem dos participantes;

c) Que seja redefinida a estrutura curricular do Curso de Especialização para acrescentar novos conteúdos ou uma nova Sala Ambiente que aborde os conhecimentos necessários de Metodologia da Investigação Científica; d) Que sejam criados mecanismos efetivos de monitoramento da ação de

formação que, por meio de diretrizes e parâmetros consistentes, possam fornecer informações precisas sobre o andamento do Programa. Assim se possibilitará de forma célere, eventuais mudanças de estratégias, estabelecimento de novos rumos, com vistas à garantia da qualidade pedagógica do curso e do alcance dos objetivos;

e) Que sejam ampliadas as dotações orçamentárias do MEC para as ações de formação continuada de gestores de escolas públicas;

f) Que as escolas sejam equipadas com recursos tecnológicos como laboratórios de informática com computadores com acesso à internet banda larga, tanto para a utilização pedagógica de professores e alunos como para a formação continuada dos profissionais da escola;

g) Que no caso do Curso de Especialização em Gestão Escolar seja também desenvolvida uma versão do curso em material impresso, e que os demais cursos de formação de professores da educação básica oferecidos pelo MEC utilizando a Educação Distância, façam uso de diversas mídias, tanto como forma de garantir a eficácia das ações como para potencializar a aprendizagem dos participantes;

h) Que seja dada maior publicidade às ações de formação do Programa Escola de Gestores e dos demais programas de assistência técnica do Ministério da Educação;

i) Que sejam estabelecidos no Censo Educacional realizado pelo INEP mecanismos de coleta de informações acerca das formas de provimento e níveis de formação dos gestores das escolas públicas, a fim de garantir mais informações para subsidiar a tomada de decisões na definição das políticas públicas de educação;

j) Que sejam fortalecidos os mecanismos de controle interno tanto no âmbito do MEC, FNDE, como das secretariais estaduais e municipais de educação; k) Que seja criado e mantido ao longo de todo o curso de especialização, no

ambiente virtual do curso, um fórum que permita a participação e discussão de todos os gestores, não se limitando aos participantes de um estado, em temas como o Projeto Político-Pedagógico e os desafios da gestão democrática da educação e da escola pública. Essa estratégia permite a exploração da interatividade e comunicação proporcionada pela Educação a Distância;

l) Que seja realizado um Encontro Nacional do Programa com a participação de todos os órgãos envolvidos e universidades participantes para a socialização das experiências de cada estado, avaliação e estabelecimento de novas estratégias visando ao fortalecimento e à continuidade do Programa; m) Que seja organizada pelo MEC uma publicação que sistematize as

estado e que discuta os principais avanços e desafios da formação de gestores das escolas públicas por meio da educação a distância;

n) Que os demais programas de formação do MEC voltados para a gestão escolar tenham uma única concepção de gestão, a gestão democrática da educação conforme estabelecem as diretrizes legais (CF de 1988, LDB e PNE). Essa recomendação é necessária como forma de garantir convergência e potencialização das ações, preservando e mantendo unidade na diversidade, além de eficiência e efetividade social nas ações.

o) Que as secretarias de educação sejam orientadas a estabelecer um plano de trabalho que oriente a constituição de grupos de estudo nas escolas dos