Erros graves: julgar-se mais do que se é, estimar-se menos do que se merece. Goethe GoetheGoethe GoetheGoethe
Auto-estima é a imagem que temos como verdadeira de nós mesmos. É o valor que atribuímos a nós mesmos. Uma pessoa que se deprecia tem a auto- estima baixa.
Auto-estima significa, portanto, o quanto você considera a si próprio, ou seja, o quanto acha que merece da vida. Se lhe fosse feita a seguinte pergunta: “Quanto você gostaria de estar ganhando no próximo ano?”, e você tivesse que responder na hora, teria um valor na ponta da língua? Qual seria esse valor? Se você pensa num valor e o acha muito elevado, significa que não se acha merecedor de tal soma. Nesse caso, a sua auto-estima está baixa.
Como a nossa auto-imagem determina o que achamos que merecemos e a nossa noção do que merecemos condiciona a nossa busca por conquistas, fica fácil entender a sua relação com a autoconfiança.
A auto-estima é adquirida e mutável. O meio ambiente, a educação que recebemos, as informações negativas ou positivas a nosso respeito, que são passados desde nossa infância por nossos pais e familiares mais próximos, a influência da TV, as leituras a que nos habituamos, tudo isso é responsável pelo nível de nossa auto-estima.
Para entender o estado de nossa auto-estima, devemos olhar para dentro de nós. Isso nem sempre será fácil, pois certamente vamos encontrar coisas de que não gostamos. Devemos também olhar para o nosso passado, pois assim conheceremos a origem, os porquês da nossa auto-estima ser como é. Quantas vezes ouvimos que éramos ou não capazes de resolver certas coisas, quantas vezes nos sentimos importantes ou não para nossa família? Nossos pais, certamente, nos amaram muito, mas isso não quer dizer que tenham nos dado a melhor herança quanto à educação. Analisando o passado, poderemos entender porque nossa auto-estima está como está e alterar o que deve ser alterado.
Analise o seu passado para compreender o seu presente, mas se o seu passado está determinando a sua baixa auto-estima, livre-se dele e reprograme o seu cérebro com coisas positivas a seu respeito. Use a lei do hábito e rompa com o passado, se ele não o ajuda. Tudo o que lhe interessa está no presente e no futuro.
Porque nos disseram que éramos incapazes ou não suficientemente inteligentes e o aceitamos como nossa realidade, passamos a acreditar-nos muito menores do que somos. Geralmente, nos é mais importante a opinião que os outros têm de nós do que a nossa própria e, aí, deixamos o controle de nossa vida e as decisões nas mãos de outras pessoas; e essas pessoas não vão resolver o nosso futuro. Quem tem que fazer isso somos nós mesmos. Olhe para o futuro, há muitas coisas na vida e você as merece. Para começar, reflita sobre o fato de que cada pessoa é um ser único, com universo próprio, com seus direitos pessoais inalienáveis, merecedor da mesma força do universo que qualquer outra pessoa.
À medida que se eleva a sua auto-estima, você se torna dono da sua vida, livre para decidir, mas a liberdade vem sempre acompanhada de respon- sabilidades, o que pode assustar quando a auto-estima não é muito boa. Algo que pode ajudar é estudar ou ouvir pessoas que sejam
exemplo de sucesso, com auto-estima elevada, então perceber que muitas delas, no início, também tínham pouca fé nelas mesmas e com trabalho árduo, mas inteligente, conseguiram melhorar e chegar aonde chegaram. Se essas pessoas conse-guiram, você também conseguirá elevar sua auto-estima e caminhar para o sucesso. Leitura positiva ajuda muito. Devemos olhar para dentro de nós mesmos, fazer uma auto-análise e perceber que, embora tendo muitas coisas das quais não
gostamos, também temos outras de que gostamos. São essas as que devem ser valorizadas e, à medida que são desenvolvidas, as outras vão desaparecendo. Olhar dentro de nós e ver as coisas boas que temos é uma questão de hábito. Ao fazê-lo, adquirimos confiança em nós mesmos e sabemos que poderemos alcançar nossos objetivos.
Analise o seu passado Analise o seu passado Analise o seu passado Analise o seu passado Analise o seu passado para compreender o seu para compreender o seu para compreender o seu para compreender o seu para compreender o seu presente, mas se o seu presente, mas se o seupresente, mas se o seu presente, mas se o seu presente, mas se o seu
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se dele. se dele.se dele. se dele.se dele.
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Um sinal de como está a auto-estima é manifestada pelo ego: quanto maior for o ego, mais baixa será a auto-estima. Isto pode parecer contraditório mas é a verdade e a explicação é que, quando o ego é muito suscetível, muito exacerbado, a auto-imagem que a pessoa tem não a coloca acima dos fatos que desagradam o ego. Por exemplo: alguém se ofende porque não recebeu de outra pessoa uma deferência especial. Se a auto-estima da pessoa fosse alta, ela não daria importância ao fato, pois se consideraria legitimamente acima dele. Quando a pessoa precisa muito que “massageiem o seu ego”, é sinal de que o valor que ela se atribui é pequeno.
Outra situação parecida é da pessoa muito dependente de elogios, de auto- afirmação. Pessoas que gostam de se exibir, de chamar a atenção para si, que fazem questão que suas “façanhas”, ainda que corriqueiras, sejam objeto da atenção e da admiração alheias. Precisam disso porque não têm a noção de que sua capacidade para tais “façanhas” faz parte de si, não percebem tais talentos como sendo próprios do seu ser. E não têm essa noção porque não se valorizam bastante, isto é, têm a auto-estima baixa.
As pessoas que estão acostumadas a justificar suas derrotas temporárias referindo-se à sua falta de competência, e não desenvolvem a persistência para lutar e partir para a ação imediata, estão com a auto-estima abalada, e vão continuar nesse processo de perda do auto-respeito. Se você ainda não realizou seus sonhos, está na hora de mover-se para realizá-los, pois a inação ou procrastinação são alimentos naturais da baixa auto-estima.
Seu ídolo é alguém que você gostaria de se tornar? E por que você não pode? Por que você não pode ser um grande atleta? Por que não pode ser um grande homem de negócios? Por que não pode ser bem-sucedido em qualquer área que escolher? Você pode, basta se convencer de que merece e confiar em si mesmo.
Qual a diferença entre você e as pessoas que considera fantásticas, ven- cedoras? Simplesmente elas chegaram onde chegaram porque considera-vam- se vencedoras e confiaram em si mesmas e no que podiam realizar. Pois se alguém pode, simplesmente confiando em si, você também pode. Ninguém é melhor do que você pelo fato de ter mais dinheiro ou porque tem o que você gostaria de ter. Você e essas pessoas são iguais. Você pode conseguir o que qui- ser, mas tem de acreditar.
A auto-estima, auto-aprovação, o amor por si mesmo, é a chave para uma vida saudável em todos os aspectos. Quando realmente nos amamos e nos aprovamos, gozamos de boa saúde, somos criativos, fazemos amigos facilmente, enfim, temos prosperidade.
Então, nos amarmos e nos aprovarmos implica também nos conscien- tizarmos de que somos pessoas únicas, diferentes de todas as outras que já existiram, existem ou existirão, assim como é único qualquer outro aspecto na natureza. Portanto, não há sentido em competirmos com outras pessoas, nos
compararmos com alguém. Para quê? Afinal, nós somos únicos e é assim que devemos nos ver. Devemos ter por nós mesmos um amor incondicional e imenso, tão grande que transborde, exploda e saia por todos os nossos poros com uma incrível radiação, que atinja e ilumine tudo e todos à nossa volta. Lembremo-nos que o amor, como a felicidade, deve ser procurado onde sempre esteve: dentro de nós, nunca em outra pessoa ou outro lugar, somente dentro de nós mesmos.
A sua auto-estima também vai determinar como as outras pessoas o verão. Se você não ama e não respeita a si próprio, quem mais o faria? O amor próprio vem de dentro para fora, e não o contrário. As circunstâncias são determinadas pela sua auto-estima, pelo modo como você vê os outros, o mundo e a si mesmo.