de compra e venda do direito privado, as entregas dos utensílios devem ser de uma só vez. O de parcelado a prestação é totalmente reconhecida na sua entrega final. O de forma contínua deve ser feitas as entregas nas datas pré-estabelecidas durante a validade do contrato.
corretas. Assim dificilmente serão compostos de características informais, e seu resultado será o melhor possível para Administração Pública.
Para que o contrato administrativo seja bem elaborado é necessário que contenha as seguintes clausulas:
Devem consta dados das partes legais, tanto do contratante como do contratando e seus consecutivos representantes, como o art. 61 Lei de 8.666/93 cita quais informações deverão se fazer presentes, a exemplo do número do contrato, as partes, endereço, CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), entre outros.
O recurso financeiro deve conter a dotação orçamentária para ser firmado e executado, com a previsão financeira no Plano Plurianual (PPA) e na lei de Diretrizes Orçamentária (LDO), e suas devidas formas de pagamentos. Como formaliza o art. 55, inc. III da Lei 8.666/93 a seguir: o preço e as condições de pagamento, os critérios, data-base e periodicidade do reajustamento de preços, os critérios de atualização monetária entre a data do adimplemento das obrigações e a do efetivo pagamento.
Esclarecer o procedimento licitatório, demonstrando as propostas firmadas entre as partes, para que haja o inteiro esclarecimento do objetivo e a devida realização e cumprimento do acordo no processo.
Em todos os contratos administrativos que são celebrados pelo Órgão Púbico, há de haver a existência do seu objetivo, correspondendo às necessidades do órgão com clareza, para o total cumprimento entre as partes, da maneira que foi acordado, detalhando pra que não haja brechas ao descumprimento dos mesmos.
Não só cumprindo todos os objetivos do contrato que caracteriza a execução, mas também o comprimento dos prazos contratuais, a garantia técnica do serviço prestado. Como está formalizado no art. 55, inc. IV da n° Lei 8.666/93: os prazos de início de etapas de execução, de conclusão, de entrega, de observação e de recebimento definitivo.
È vedado o contrato que tem tempo indeterminado; o art. 57 da lei n° 8.666/93 relata que tem que haver uma duração prevista dos contratos, e a realização seja de maneira continua.
Para que possa haver alterações futuras no Contrato Administrativo é imperioso conter cláusulas que garantam as possíveis alterações:
Art. 65. Os contratos regidos por esta Lei poderão ser alterados, com as devidas justificativas, nos seguintes casos:
I - unilateralmente pela Administração:
a) quando houver modificação do projeto ou das especificações, para melhor adequação técnica aos seus objetivos;
b) quando necessária a modificação do valor contratual em decorrência de acréscimo ou diminuição quantitativa de seu objeto, nos limites permitidos por esta Lei;
II - por acordo das partes:
a) quando conveniente a substituição da garantia de execução;
b) quando necessária a modificação do regime de execução da obra ou serviço, bem como do modo de fornecimento, em face de verificação técnica da inaplicabilidade dos termos contratuais originários;
c) quando necessária a modificação da forma de pagamento, por imposição de circunstâncias supervenientes, mantido o valor inicial atualizado, vedada a antecipação do pagamento, com relação ao cronograma financeiro fixado, sem a correspondente contraprestação de fornecimento de bens ou execução de obra ou serviço;
d) (VETADO).
d) para restabelecer a relação que as partes pactuaram inicialmente entre os encargos do contratado e a retribuição da Administração para a justa remuneração da obra, serviço ou fornecimento, objetivando a manutenção do equilíbrio econômico- financeiro inicial do contrato, na hipótese de sobrevirem fatos imprevisíveis, ou previsíveis porém de consequências incalculáveis, retardadores ou impeditivos da execução do ajustado, ou, ainda, em caso de força maior, caso fortuito ou fato do príncipe, configurando álea econômica extraordinária e extracontratual. (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)
§ 1o O contratado fica obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou supressões que se fizerem nas obras, serviços ou compras, até 25%
(vinte e cinco por cento) do valor inicial atualizado do contrato, e, no caso particular de reforma de edifício ou de equipamento, até o limite de 50% (cinquenta por cento) para os seus acréscimos.
§ 2o Nenhum acréscimo ou supressão poderá exceder os limites estabelecidos no parágrafo anterior, salvo: (Redação dada pela Lei nº 9.648, de 1998)
I - (VETADO)
II - as supressões resultantes de acordo celebrado entre os contratantes. (Incluído pela Lei nº 9.648, de 1998)
§ 3o Se no contrato não houverem sido contemplados preços unitários para obras ou serviços, esses serão fixados mediante acordo entre as partes, respeitados os limites estabelecidos no § 1o deste artigo.
§ 4o No caso de supressão de obras, bens ou serviços, se o contratado já houver adquirido os materiais e posto no local dos trabalhos, estes deverão ser pagos pela Administração pelos custos de aquisição regularmente comprovados e monetariamente corrigidos, podendo caber indenização por outros danos eventualmente decorrentes da supressão, desde que regularmente comprovados.
§ 5o Quaisquer tributos ou encargos legais criados, alterados ou extintos, bem como a superveniência de disposições legais, quando ocorridas após a data da apresentação da proposta, de comprovada repercussão nos preços contratados, implicarão a revisão destes para mais ou para menos, conforme o caso.
§ 6o Em havendo alteração unilateral do contrato que aumente os encargos do contratado, a Administração deverá restabelecer, por aditamento, o equilíbrio econômico-financeiro inicial.
§ 7o (VETADO)
§ 8o A variação do valor contratual para fazer face ao reajuste de preços previsto no próprio contrato, as atualizações, compensações ou penalizações financeiras decorrentes das condições de pagamento nele previstas, bem como o empenho de dotações orçamentárias suplementares até o limite do seu valor corrigido, não caracterizam alteração do mesmo, podendo ser registrados por simples apostila, dispensando a celebração de aditamento.
Caso haja a necessidade de realizar alterações o Contrato Administrativo, devem existir cláusulas que permitam esses procedimentos, tomando como base as suposições da lei.
Havendo a necessidade da suspensão dos contratos administrativos que se encaixar nas regalias da Administração pública, em razões de interesse público e dão oportunidades a Administração Pública realizar. A Administração está acobertada neste ato de pausa por motivos dos interesses públicos através do inc. XII do art.78 da lei 8666/93, e faz formal essa ação da trégua nos contratos firmados.
Inciso esse que fala das maneiras que podem ocorrer às suspensões (art.78, XII) “razões de interesse público, de alta relevância e amplo conhecimento, justificadas e determinadas pela máxima autoridade da esfera administrativa a que está subordinado o contratante e exaradas no processo administrativo a que se refere o contrato;”
Existem situações que não precisam haver anulação do contrato, só uma suspensão. Há motivos que são transitórios e a pausa será o suficiente para a sua solução. Olhando o lado financeiro da Administração Pública, é corriqueiro apresentar problemas. Para manter o contrato firmando sempre requer verbas e tempo, e para comprovar a manutenção até a sua conclusão, é importante que a Administração esclareça seu ato mostrando as situações de interesse público e todas as vantagens que a suspensão trará a Administração.
Caso haja a Inexecução dos contratos administrativos por não haver o cumprimento do que foi firmado de formas total ou parcial, ocorrendo algumas ações não previstas e que são irregulares, ou por omissão de deveres que eram pra serem cumpridos por umas das partes que estão envolvidas.
Havendo a inexecução por parte do contratado a Administração aplicará as penalidades pré-estabelecidas nos arts. 86 e 87, que serão multas de mora, suspensão temporária de participar de licitação.
Desta forma, devem ser aplicadas todas as consequências previstas no suporte legal que foram usadas nos contratos administrativos e não realizados. O art. 77 regulariza todas as execuções das consequências previstas. A falta de cumprimento, existindo culpados ou não, de umas das partes. As negligências que ocorreram pode acontecer à rescisão dos contratos e consequências civis e administrativas e até mesmo a suspensão provisória.
As consequências civis o ocorrem à obrigação de corrigir os danos patrimoniais causados.
As consequências administrativas são desobedecidas normas que foram implantadas nas cláusulas dos contratos pela a Administração pública.
Nas consequências Suspensão Provisória, fica impossibilitado de participa de processos licitatórios. Vale a pena lembra que essa proibição é restringida ao o órgão que o correu as negligências.
O art. 78° (Lei n° 8.666/93) mostra possíveis formas que caracterizam os motivos para por em prática as consequências. O não cumprimento das normas preestabelecidas gera rescisão de contratos, como está nas normas dos contratos administrativos.
A rescisão é quando acontece à desfeita do contrato administrativo, por motivo que ocorreu inexecução de uma das partes; normalmente nos contratos constam vários motivos que resulta na rescisão.
Poderá acontecer de várias formas, como a unilateral (executada pela Administração), que acontece através de um acordo das partes (de maneira amigável), e a que acontece judicialmente (a que acontece por ordem judicial) onde são analisados caso a caso, cada tipo de inexecução.
5 ESTUDO DE CASO NO CONTRATO 61/2013 DA FUNDAÇÃODE AÇÃO COMUNITARIA – FAC
O objetivo de analisar o presente contrato administrativo é identificar se o mesmo está de acordo com a legislação, se há existência das cláusulas e dados que são previsto para que o mesmo possa ser celebrado.