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universidade do vale do itajai – univali

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Academic year: 2023

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Sugere também questionar os (e)efeitos da Política Nacional de Resíduos Sólidos como forma de combate à obsolescência planejada, uma vez que a diretriz desta lei é coibir comportamentos prejudiciais ao meio ambiente e responsabilizar todos os envolvidos nas relações de consumo. Ao final da pesquisa espera-se estabelecer se o instrumento legal, que é a Política Nacional de Resíduos Sólidos, é capaz de mitigar a obsolescência planejada ou não.

Viés histórico entre o homem e a natureza

A visão cartesiana de que o universo fornecia um incentivo científico para a manipulação e exploração da natureza prevaleceu nos séculos subsequentes.” (1995, apud BURSZTYN; BURSZTYN, 2012, p. 70). A escala da transformação da natureza está a expandir-se à medida que novos conhecimentos científicos e capacidades tecnológicas renovadas permitem novos níveis de produção (BURSZTYN;.

Preocupação ambiental em cena

Da mesma forma, Leuzinger (2013) destaca que sucessivos tratados internacionais sobre meio ambiente ocorreram após meados do século XX, após terem ocorrido. Durante o século XX ocorreram degradações ambientais, como as guerras mundiais, que causaram enorme destruição de recursos naturais.

Desenvolvimento sustentável

Na verdade, uma das lições mais significativas da ciência ambiental é que todas as coisas são interdependentes. No que diz respeito à dimensão jurídico-política, “a sustentabilidade determina, com eficácia direta e imediata, independentemente da regulação, a proteção jurídica do direito para o futuro e, desta forma, apresenta-se como um dever constitucional de proteger a liberdade de cada cidadão”. ". (FREITAS, 2012, p. 67).

O capitalismo e suas estratégias na busca do crescimento econômico

Tanto é que os investimentos são planejados de acordo com o número de consumidores e potenciais usuários e não de pessoas (MILARÉ, 2013, p. 77). Portanto, esta forma de degeneração deve ser analisada do ponto de vista cultural, social, económico e psicológico (2013, p. 78).

Do Surgimento da Sociedade Contemporânea e do consumismo

Por outro lado, na sociedade de produtores, na modernidade sólida, a compra de bens tem por finalidade garantir e proporcionar conforto e segurança. Esta comunidade de produtores investiu na prudência e na consideração do longo prazo, na durabilidade dos produtos comercializados.

Um novo sistema de produção

O consumismo parece ser uma solução útil para aumentar o bem-estar da sociedade, em resultado da qual a sociedade dos produtores é substituída por uma sociedade de consumidores. Essa estratégia começou a ser utilizada em 1950 e nunca mais deixou de ser utilizada desde então, pois está presente na produção dos bens de consumo atuais.

O consumo em razão da obsolescência planejada

Eles sentiram que era necessário um novo produto dramático para forçar os revendedores a liberar canais e convencer os proprietários de equipamentos de alta fidelidade existentes de que seu produto era agora inadequado (PACKARD, 1965, p. 52). E então sugeriu que a vida útil das lâmpadas fosse ajustada para que durassem apenas o tempo da bateria (PACKARD, 1965, p. 55).

A moda e a mídia como instrumentos a favor da obsolescência de

Assim, a obsolescência da desejabilidade é uma das principais estratégias para impulsionar o consumo, pois acaba desgastando o produto na mente do consumidor. As roupas e acessórios femininos tornaram-se uma indústria de doze bilhões de dólares em 1960, criada principalmente pelo planejamento da obsolescência (PACKARD, 1965, p. 66).

O surgimento dos resíduos sólidos

Segundo Magera, “esta nova ordem limita a reciclagem de resíduos e a logística reversa como únicas alternativas temporárias aos problemas da falta de recursos naturais e do excesso de resíduos do planeta, acompanhada pela crescente preocupação da sociedade contemporânea com as questões ambientais” (2012, p. 52) . Há necessidade também de políticas governamentais que gerenciem formas de destinação desses resíduos de forma não tão prejudicial ao meio ambiente, como a Política Nacional de Resíduos Sólidos, onde a reciclagem de resíduos e a logística reversa são de extrema importância para o meio ambiente. questão, como será abordada neste capítulo, e analisada quanto à sua eficácia no combate à obsolescência programada.

Panorama geral sobre a Política Nacional dos Resíduos Sólidos

7.404 (ANEXO 3), que criou o Comitê Interministerial para a Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Assessor para Implantação de Sistemas de Logística Reversa. A coleta seletiva e a logística reversa são inovações que trazem ideias de reaproveitamento, e algo que não era considerado importante passou a fazer parte da gestão municipal, trazendo grandes melhorias no combate ao desperdício.

Princípios que regem a Lei 12.305/2010

Assim, comprova o funcionamento deste princípio, dentro da estrutura da lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Da mesma forma, o princípio do receptor-protetor também tem grande importância na Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Logística reversa

Dessa forma, percebe-se que a Política Nacional de Gestão de Resíduos Sólidos possui em seu corpo princípios de extrema importância, que a tornam eficaz e bem sucedida do ponto de vista teórico. De acordo com o artigo 3º XII da Lei de Logística Reversa, existem instrumentos de desenvolvimento econômico e social caracterizados por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados à coleta e devolução de resíduos sólidos ao setor empresarial para reaproveitamento em seu ciclo ou em outra produção. ciclos ou outros destinos finais ambientalmente adequados. O artigo 33 da lei traz uma lista exemplar que, segundo Lemos, “pode ser ampliada, sempre levando em conta a viabilidade técnica e econômica da implementação da logística reversa, o grau e a extensão do impacto na saúde e no meio ambiente” (2014) . , pág. 235).

Responsabilidade pós-consumo

Desta forma, ressalta-se a importância da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece o controle sobre esta questão, responsabilizando quem a produziu e garantindo que o consumidor tenha a possibilidade de devolver esta embalagem para que a empresa responsável por este produto, e assim encaminhá-lo para o descarte adequado. XIV - órgãos colegiados municipais destinados ao controle social dos serviços de resíduos sólidos urbanos; XVII - no que couber, os instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente, incluindo: a) padrões de qualidade ambiental;

Resíduos eletrônicos

Assim, verifica-se que a PNRS não atribui muita importância aos consumidores finais “no que diz respeito à sua responsabilidade pela destinação adequada dos resíduos, especialmente os perigosos, ainda que não estejam implantados sistemas de coleta seletiva ou logística reversa em seus municípios” (LEUZINGER , 2013 , p.) Porém, de acordo com o artigo 56 da PNRS, incisos V e VI, e caput do artigo 33 (ANEXO 2), é possível constatar que há uma lacuna na lei de regulamentação da logística reversa no que diz respeito a lâmpadas e eletrónica, pois este artigo prevê que a implementação será gradual, de acordo com um calendário ainda a definir na regulamentação. Considerando que a lei não aborda especificamente a questão da logística reversa de equipamentos eletrônicos, a importância do conceito de design sustentável de produtos, e as regulamentações que a PNRS impõe aos fabricantes, importadores e distribuidores no momento da produção de embalagens e produtos, que visam prevenir e reutilizar esses produtos.

Ciclo de vida dos produtos eletroeletrônicos

Tais inovações tecnológicas têm garantido o aumento da qualidade de vida da população, mas juntas têm causado danos ambientais devido à quantidade de substâncias tóxicas despejadas na natureza. Os autores relatam que nos países em desenvolvimento, no que diz respeito à reutilização de produtos eletrónicos, há mais reutilização desses produtos porque a situação económica da população é inferior à dos países desenvolvidos. Eles não são jogados fora tão facilmente porque têm um ciclo de vida maior. De acordo com o ciclo de vida conceitual dos equipamentos elétricos e eletrônicos (EEE), mostrado na figura acima, é necessário fornecer um direcionamento adequado em cada etapa do ciclo de vida dos EEE.

Consumo e produção de equipamentos eletroeletrônicos

Nesse sentido, conforme relata o autor, é necessária a introdução de medidas preventivas desde o início do ciclo de vida dos produtos, como na sua criação, produção, utilização pelo consumidor, descarte, tratamento para reaproveitamento e, portanto, reaproveitamento. da maior parte dos resíduos. Segundo Xavier e Carvalho (2014), é necessário compreender cada etapa do ciclo de vida dos EEE para que tais resíduos possam ser gerenciados de forma eficiente. Os autores mostram que o ciclo de vida dos EEE começa com a extração do minério (extração de recursos) para fabricação e montagem de equipamentos (manufatura).

Panorama geral da gestão de REEE

A convocatória mostra que 17% de todos os equipamentos colocados no mercado devem ser recolhidos em 2012, sendo o prazo de recolha 2017.

A questão do descarte de bens frente o consumo

Como resultado, o progresso na questão do lixo electrónico é lento e é necessário progresso tanto na legislação como nas formas de inspecção para tornar a política nacional de resíduos sólidos mais eficaz. É regulamentado pela lei nº. 12.305, de 2 de agosto de 2010, que estabelece uma política nacional de resíduos sólidos, institui um comitê interministerial para uma política nacional de resíduos sólidos e um comitê gestor para a implementação de sistemas logísticos de retorno, e dá outras providências. A responsabilidade ambiental pós-consumo e o princípio da participação na nova política nacional de resíduos sólidos: contornos necessários.

A Carta das Nações Unidas e os princípios do direito internacional concedem aos estados o privilégio de explorar os seus recursos naturais e potencial de acordo com políticas ambientais e de desenvolvimento responsáveis. Inserido no contexto das nações civilizadas, o nosso país adotou na sua constituição, como bem comum do povo e essencial para uma saudável qualidade de vida, o direito dos seus cidadãos a um ambiente ecologicamente equilibrado. Embora seduzido pela facilidade de consumo, naquela que se pode chamar de era do descartável, o homem moderno tem se confrontado com a necessidade de preservar o meio ambiente.

VI - indicadores de desempenho operacional e ambiental dos serviços públicos de limpeza urbana e gestão de resíduos sólidos; O conteúdo do plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos será disponibilizado ao Sinir de acordo com a regulamentação. VI - garantir a destinação final ecologicamente correta dos resíduos e resíduos provenientes de serviços públicos de limpeza urbana e de gerenciamento de resíduos sólidos.

III - determinar as informações complementares do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Perigosos, na forma do artigo. 39 da Lei nº 12.305, de 2010; Os planos integrados de gestão de resíduos sólidos municipais serão elaborados de acordo com o disposto no artigo. 19 da lei nº. 12.305, de 2010. IV - pelos órgãos públicos competentes para a elaboração dos planos de resíduos sólidos de que trata o artigo. 14 da Lei nº 12.305, de 2010;

Tabela 2 – Normas técnicas brasileiras relacionadas aos resíduos do sistema de logística reversa Tabela 3 – Estados com política estadual para resíduos sólidos. Regulamentar a lei e estabelecer a política nacional de resíduos sólidos, criar o comitê interministerial para a política nacional de resíduos sólidos e o comitê gestor para a implementação de sistemas de logística reversa, e dar outras providências. A lei não estabelece o programa de coleta seletiva de resíduos controlado pelo produtor, e dá outras providências.

Curitiba - PR Lei nº Dispõe sobre o tratamento e destinação final diferenciada de resíduos especiais prevista em lei e dá outras providências correlatas. Institui a política municipal de coleta seletiva de resíduos sólidos, institui o conselho gestor e dá outras providências.

TABELA 1 municípios que realizam o controle dos serviços de terceiros sobre o manejo de resíduos  especiais (Em %)
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Referências

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