• Nenhum resultado encontrado

Rev. Bras. Enferm. vol.29 número4

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. Bras. Enferm. vol.29 número4"

Copied!
10
0
0

Texto

(1)

RBEn 29 : 169-173, 1976

XXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM

Rio de Janeiro, 1 2 a 1 8 de agosto de 1 976

Relatório da Tesouraria

Período: julho de 1 975 a julho de 1 976

• Taka Ousso

RB/16

OGISSO, T. - II Congreso Brsileiro de Enfemagem. Rev. Bs. Ef.; DF, 9 : 169-173, 1976.

1 . lRODUÇAO

Ao encerrar o mandato do quadriênlo 1972/76, vimos novamente perante a As­ sembléia de Delegados expor e relatar s atividades da Tesouraria.

Pdemos dizer que foi mais um ano de saldo positivo para a ssociação Bra­ sileira de Enfermagem. Houve aumento global do número de sócis quites no Brasil, o que se pode verificar pela aná­ lise do Anexo l. Em 1972, contávamos com 2.660 sócios, e em 1973, com 2.881, o que representa aumento da ordem de 8,31 % de um ano para outro. Em 1974, amentamos em 9,76 %, passndo a 3 . 162 sócios e, em 1975 atingimos o total de 3.838, com crescimeno relativo de 21,40 % . Este ano, em 1976, apesar de estarmos apenas no inicio do 2.0 semestre, já con­ tams, em julho, com 2.700 sócios quies.

A nossa meta é ultrapassarmos s 4.500.

Engrossando as fileiras a Associação,

estamos tomando-a cada vez mais forte e representativa. Sem dúvida, a insa­ lação do Conseho Federl de Enferma­ gem e o início de suas atividades influ­ enciaram positivamente os COlegas na

filiação à BEn, fazendo com que hou­

vesse aquele súbito aumento de 21,40% de um ano para outro.

Esperamos continuar a crescer, lado a lado, BEn e COEN, cumprindo cada órgão sua respectiva missão, em prol da enfermagem brasileira.

2 . ATIVIDDES DESENVOLVIDS

1 . Participação em reuniões de Di­ retoria.

2 . Correspondência com Seções e Dis­ tritos.

(2)

OGUISSO T . - XXVIII Congresso Brasileiro de nfenagem. Rev. Bras . Enl.; Do'. 29 : 165'-173, 1976.

3 . Emissão de ordens de pagamento. 3 . CONSIDERAÇõES GERAIS

4 . Movimentação de conta da ABEn. 5 . Contrôle de letras de câmbio, para percepção de juros.

6 . Elaboração do orçamento anual. 7 . Orientação às Seções nos assuntos pertinentes à Tesouraria.

8 . Representação da Diretoria da ABEn, como Tesoureira, nas reuniões do Conselho Geral, e como Delegacia Oficial, na I Convenção da Federação Paname­ ricana de Enfermers/os, em Vma deI Mar, Chile - de 5 a 12 de dezembro de 1975.

9 . Inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda, dos Distritos de Volta Redonda e Lon­ drina.

10 . Estudo de minutas de contratos, já assinads, entre :

10. 1 . BEn e COFEN, pelo prazo de cinco anos, para "execução de ativida­ des ligadas à promoção de estudos e campanhas para o aprimoramento téc­ nico de profissionais e demais titulares da área de enfermagem". Foram assi­ nados dois contratos:

a) entre COFEN, com a participação do COREN-RJ e ABEn, com vigência a partir de 20 de dezembro de 1975.

b) entre COFEN, com a participação do COREN-DF e ABEn, com vigência a partir de 18 de novembro de 1975.

10 . 2 . ABEn e ABn - Seção DF, pelo prazo de 2 anos, a partir de 1.0 de ja­ neiro de 1975, para cessão de uma sala para ABEn - Seção-DF no andar tér­ reo do Edifício Sede, de propriedade da ABEn, em Brasília. Pela utilização dessa sala, a Seção DF colabora nas despesas de manutenção do prédio.

1 1 . Participação na análise e siste­ matização do novo Estatuto da ABEn, elaborado pela Comissão Especial presi­ dida por Dra. Circe de Melo Ribeiro.

A correspondência com Seções e Dis­ tritos ainda constitui uma área proble­ mática, espeCialmente, quanto à remes­ sa de balancetes mensais. Excetuam-se as Seções do Maranhão e Ceará que, tradicionalmente, atendem às solicita­ ções da Tesouraria com regularidade.

s relações nominais de sócios quites

já começaram a ser remetidas de forma mais ou menos regular pela maioria das

Seções. Poucos deixaram de atender s

circulares. ntre elas estão as Seções de Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Distrito Federal.

Recebemos as cópias auenticadas das escrituras referentes a quase todos os imóveis de propriedade das Seções. Isto constitui parte integrante do Ativo Imo­ bilizado da ABEn, porém não constitui o todo patrimonial que deve ser demons­ trado nos balanços anuais. Para demons­ trar o Ativo por inteiro são necessários os balancetes de todas as Seções. La­ mentavelmente, voltamos a repetir que, ainda não foi possivel unificar a con­ tabilidade por falta de elementos que devem ser fornecidos regularmente pel.s Seções. Entretanto, podemos informar que várias Seções j á estão com sua sede própria. Entre s que já a possuem há algum tempo, encontramos as Seções do Pará, Pernambuco, Bahia, Goiás, Rio de Janeiro (Niteroi) , Rio de Janeiro (ex­ Guanabara) , Minas Gerais, São Paulo, e Rio Grande do Sul. Adquiriram sede própria no periodo de 1974/1976, as se­ guintes Seções: Amazonas, Paraná, além do Distrito' de Ribeirão Preto, da Seção de São Paulo, que adqUiriu terreno des­ tinado à futura sede própria.

Há ainda muito a relizar.

Como associação de finalidade cultu­ ral e assistencial, sem visar lucros, po­ demos pleitear isenção de impostos e da

(3)

OGUISSO T. - XVIII Congreso Brasileiro de nfermagem . Rev. Bas . Enl.; DF,

29 : 16--173, 1976.

Mas, para obtenção desses benefícios, precisamos regularizar a situação con­ tábil, entre outros requisits. Mais uma vez, a colaboração dos tesoureiros de to­ das as Seções e Distritos se faz impres­ cindíve1.

Submeemos à anáise dos delegados

' colegas o Balanço Patrimonial e o De­

monstrativo da Receita e Despesa refe­ rente ao 1.0 Semestre de 1976 (Anexo

II) , bem como o Quadro Demonstrativo referente a recebimento de balanços e balancetes mensais (Anexo III) .

Finalmente, anes de concluir este Re­ latório, cabe-nos expressar algumas pa­ lavras de agradecimento : primeiramente, a todos os membros das Diretorias das Seções e Distritos, e em particular, às esoureiras pela colaboração e apoio prestados nesses quatro anos de ativida­ des. Se algo alcançamos, foi graças ao esforço de todos a serviço de nossa

As-sociação; em seguida, a todos os colegas do Brasil que nos conduziram, através dos votos, ao segundo mandato conse­ cutivo como tesoureira da ABEn. Espe­ ramos corresponder à confiança de to­ dos, retribuindo com trabalho.

Para encerrar, uma palavra de grati­ dão a todos os membros desta Diretoria, pelo apoio e compreensão demonstrados, durante toda a gestão; ao Dr. Walter Felix de Mattos, nosso Contador, cuja experiência profissional de quarenta anos nos tem dado com segurança as ire­ trizes dos trabalhos desta Tesouraria. E a Lrma Duarte, que com sua dedicação e zelo, tanto tem nos auxiliado.

A todos, muito obrigada. É o relatório.

São Paulo, 31 de julho de 1976

(4)

OGISSO, T. - II Congresso Brasileiro de fermagem . ev. Bas . Enf.; DF, 29 : 169-173, 1976.

o

oisric

M

PA E

.

PI

i PE PB

,

E . ' i

-; J. Fora

l

o R.Verde

DF J

J

Nieoi

RI

v.

OO.

P

P ns

P b.e

S> p

i

n.

',p rr�.

PR

PR on.

e S

S

�.

r.

S

x.

l

S L

O I

o ostraio do no de cios a n, Jr o. e is ntraas de "er pita" m 1976 •

i! . is

1973 1974 1975 1976 . Pr

api a

rbido bito Crdito

85 88 40 4 9 3 . 9 2 0 , 0 0

56 80 60 7 4 5 . 9 2 0 , 0 0 1 6 0 , 0 0

83 113 123 1 6 3 1 3 . 0 4 0 , 0 0

50 58 99 8.8 7 . 0 4 0 , 0 0

23 32 3 3 5 2 4 . 16 0 , 0 0 3 9 9 , 40

25 30 31 4 0 - 3 . 2 0 0 , 0 0

86 86 163 2 9 5 2 3 . 6 0 0 , 0 0 97 81 82 1 2 7 1 0 . 16 0 , 0 0

13 17 21 3 1 2 . 4 8 0 , 0 0

20 19 18 3 9 2 . 8 8 0 , 0 0 2 4 0 , 0 0

98 i8 344 2 5 8 14 . 8 8 0 , 0 0 2-0 0 , 0 0

11 10 23 7 5 4 0 , 0 0 2 0 , 0 0

201 164 1 8 6 2 3 3 1 8 . 6 4 0 , 0 0 - - - 6 4 5 . 1 2 0 , 0 0

139 103 192 1 5 1 1 2 . 0 8 0 , 0 0

- - - 14 1 . 12 0 , 0 0

346 407 B56 2 6 7 - 2 1 , 3 6 0 , 0 0

608 648 720 1 9 3 1 3 . 1 2 0 , 0 0 2 . 3 2 0 , 0 0

106 117 141 8 1 6 . 4 8 0 , 0 0

- - - 8 6 4 0 , 0 0

581 666 826 6 16 49 . 2 8 0 , 0 0

- - - 3 7 2 . 9 6 0 , 0 0

- - - 101 8 . 0 8 0 , 0 0

- - - 34 2 . 7 2 0 , 0 0

- - - 14 1 . 12 0 , O Ó

102 162 147 1 0 8 5 . 0 4 0 , 0 0 3 . 6 0 0 , 0 0

- - - 2 3 1 . 8 4 0 , 0 0

43 54 76 1 0 6 5 . 8 4 0 , 00 2 . 6 4 0 , 0 0 108 109 149 2 0 6 1 2 . 0 0 0 , 0 0 4 . 4 8 0 , 0 0

- - - 4 4 2 . 0 0 0 , 0 0 1 . 5 2 0 , 0 0

- - - 2 4 1 . 9 2 0 , 0 0

- - 27 2 3 1 . 8 4 0 , 0 0

'

2881 3162 3838 3 5 7 0

ço - Aé 1975, o no de cios dos Distritos esava ngloado ns es sordi­

ntes. or

cio

a A.D. , i 1975, a ço o

sprio no fiUW

' a,o

no

e "r pia" o o e 1975. ;."tll.7.

YORK

(5)

OGISSO, T. - m Congreso Brsileiro de fenagem . ev. Bas . Ef.; DF, 29 : 169-173, 1976.

s� çes 1:1 PA E A PI N PE PB L L BA ' ; 'G O o DF I J I SP sr sr SP SP PR PR se S S S S

O I

o osrai vo s blnçs e bncetes nsais reebids s eçs e istritos >

e jo de 1975 a jho de 1976 .

alancetes is- �áis - 1975

i-ts jul go set out ov ez

+ + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + J.Fe + + + + + R. Ve + + + + +

it. + + + + + +

V.t. + + + + +

t. r. b.r. Ip. + + + + + + d.

S.r. + + + + + . + x.

l!! m. o ec . e Pati- esp. oiJ 1Q7S jn

1975 + + + + + + + + + + + + + + + + + + . + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + + +

l

fev + + + + + + + + + +

ala1cetes ess

l' + + + + + + + + + + + 1976

br i

+ + + + + + + + + -+ + +

g" u ...

+ "

� rOR PR"

jm

+ +

(6)

ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE ENERMAGEM

BALANÇO PATRMONIL LEVANTADO EM 30 DE JUNHO DE 1976

A T I V O P A S S I V O

FUNDO PATRIMONIAL CONSOLIDADO DISPONíVEL

BANCO DO BRASIL S/A . . BANCO NACIONAL S/ A . . .

REALIZAVEL

LIVROS EM ESTOQUE

INVESTIMENTOS . . . .

IMOBILIZADO

MÓVEIS E UTENSíLIOS . . IMÓVEIS . . . .

INSTLAÇõES . . . . MAQUINARIO . . . .

136 . 511,63 5 . 332,31

1,00 186 . 460,00

14L 804,18 809 . 291,23 2 10 . 353,55 43 . 000,00

FUNDO PATRIMONIAL FLUTUANTE . . . .

141 . 843,94

186 . 461,00

1 . 211 . 448,96

1 . 539. 753,90

BRASíLIA, DF, 30 DE JUNHO DE 1976 CONSELHO FISCAL

1 . 211 . 448,96 328 . 304,94

1 . 53) . 753,9)

WALTER FÉLIX DE MATOS - CONTADOR

CRC/SP N.o 18. 128 - DEC. N.o 57575

(7)

ASSOCIAÇAO BRSEiA DE EAGEM

BALANCETE DE RECEITA E DESPSAS DO PRíODO DE 01 DE JANEiO A: 0 DE HO DE 1976

R E C E I T A

ANUDDES PER CAPITA . . . .

DOAÇõES . . . . SUPERAVIT NA VENDA DE LIVROS . . . .

JUROS S/S DE CBIO . . . .

ALUGUEL COEN . . . . RENDAS DIVERSAS . . . .

228 . 7 10,13 1 . 14,00 62 . 994,00 20 . 155,25 49 . 583,21 736,50

363 . 283,09

D E S P E S A S

DESPESAS DIVERSAS . . . . IPRESSAO DE REVISTAS . . . .

PAPÉIS P /IPRESSAO . . . . EXPEDIENTE SECRETARIA . . . .

HONORARIOS PROFISSIONAIS . . . .

CORRESPONDmNCIA . . . .

UTILIDADES PúBLICAS . . . .

ENÇAO SEDE BRASA . . . • . . .

I . N . P . S . . . • . . . F . G . T . S . .. . . ... . . ... . . ... . . ... . ... . . .

SUPERAVIT VERFICDO NO PEíODO . . . .

BRASíLIA, 0 DE JUNHO DE 1976

CRC/SP N.O 18 . 128 - DEC. N.o 57575 CONSELHO FISCAL

173. 322,12 79. 989,00 25 . 877,80 15 . 242,00 10. 14'5,00 4 . 030,00 1 . 709,95 14 . 189,80 456,00 120,00

325 . 081,67 38 . 201,42

363 . 283,09

WALTER FÉLIX DE MATOS - CONTADOR TAKA OOUISSO - TESOURERA

(8)

SSOCIAÇAO BRASA DE ENFERMAGEM

DEMONSTRATIVO DO SUPERAVIT

PLICDO EM MÓVEIS E UTENSíLIOS . . . . APLICO EM MAQUINARIO . . . .

AUMENTO DO SALDO DE CAIXA . . . . DIANTENTO PR CAPITA SECÇAO BRSíLIA . . . .

(-) INVESTENTOS UTILIZADS . . . .

(._) UT.IZAÇAO DO SDO BANCO NACIONL SI A . . . .

14 . 180,00

43 . 000,00

122 . 092,26

10. 539,29

189 . 811,55

90. 000,00 6 1 . 610,13

38 . 201,2

BRASíLIA, 30 DE JUNHO DE 1976.

WLTER ÉLIX DE MATOS - Contador CRC/SP 18. 128

TAA OGUISSO - Tesoureira

CONSELHO FISCAL

MARIA NOTRNICOLA

ROSA ALBA DE OLIEIRA CAV LCANTI

(9)

AsOCIAÇAO BRASIEIRA DE ENERMAGEM

DESDOBRMENTO DA CONTA DSPESAS DIVERSAS

DESPSAS COM DECORAÇAO . . . • . • • • • • • • • • • . . .

PONSERVAÇAO

DESPESAS DE VIAGENS . . . .

DESPESAS DE MUDANÇA . . . . ATERIAL DE ESCRIóRIO . . . .

FRETES E CRRETOS . . . .

GRATIFICAÇAO . . . .

VIGE . . . .

ALUGUEL DE UM CORE . . . .

SUBVENÇAO A COMISSAO DE DOCUMETAÇAO . . . .

ODENS DE PAGMENTO . . . . MIMIOGRFO . . . .

LANCHES E REIoES . . . .

XEROX . . . .

.. . . .

DESPESAS LEGAIS . . . .

DIVERSS • • o • • • • • • • • • • • • • o • • o • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

110 . 864,78 15 . 989,44

17 .498,0 9 . 800,0 4 .772,12

3 ,�17,6

5 . 00,00 2 .3,17

229,00 1 .512,0

121,0 320,00

24,74

78,00 786,41

162,00

DESPESAS BANCARIAS . . . 4,00

BRASíLIA, 30 DE JUNHO DE 1976

wlR nLIX DE MATOS

Contador - CRC/SP 18.128

CONSEHO FISCL

MARIA NOTRNICOA

ROSA BA DE OLIVERA CAV LCANTI GA, SPAIO GRCIA

173 .322,12

TAA' GUISSO

(10)

SSOCIAÇAO SEA DE EAGM

UDDS PER CPTA

BSíA . . . . RIO DE JANEiO . . . . SAO PAULO . . . . PRNBUCO . . . . RIO G�E DO SUL . . . . BAHIA . . . . GOIAS . . . . CEARA . . . . AO . . . . TRESINA . . . . PNA . . . .

MAZONS . . . . SANTA CATRINA . . . . MACEIÓ . . . . A . . . .

VIóRIA (ESPRITO SO) . . . . LONDRINA . . . . CS DO SUL . . . . CURITBA . . . .

FORTALEZA . . . , . . . .

RIO GRDE O SUL (SANTA RIA) . . . .

BRlLIA, 30 DE JUNHO DE 1976

CONSEHO FISCL

23 . 872 53 69 . 617,20 6 . 960,0 28. 579,20 14 . 00,00 8 . 720,00 7 . 691,0 5 . 840,00 5 . 295,60 4 .40,0 3 . 920,00 3 . 920,0 3 . 516,00 2 .480,0 2 .451,20 1 .840,0 1 . 40,0 1 . 284,40 1 . 120,0 1 . 036,20 326,40

228 . 710,13

WLR X DE MATOS

Contador - CRC/SP 18.128 TAA GTesoureira SO

MRIA NOTRNICOLA

ROSA BA DE OLIVERA CAV LCANTI

Referências

Documentos relacionados

No Brasil, em um cenário de intensa pressão política e popular, em meados de 2013, o governo federal lançou o Programa Mais Médicos (PMM), institucionalizado pela Lei nº

CONCLUSAO - Médicos e enfemei­ ros não diferem significantemente quan­ to o significado psicológico da dor se­ gundo a Escala reduzida do Diferencial Semântico de

Quanto à forma, verifica-se pelos da­ dos obtidos, que no ensino das dicipli­ nas da Nutrição, inexise homogenei­ dade por escola e/ou discipdna, sendo uma mesma

se' dá, infalivelmente, durante os traba­ lhos desenvolvidos no congresso. Formar no aluno o hábito de consul­ tar sistematicmene a Revisa Brasilei­ ra de Enfemagem

s Seções Estaduais e Distritos esti­ veram ativos nese período face os re­ gistros que foram apresentados descri­ minadamente em seus relaórios. O referido Clube

Através do Conselho Federal de nfermagem, deve-se ter para o pró­ ximo ano, relação completa dos cursos com os respectivos instrumentos legais de autorização

Embora os judeus possuam apenas um sexto de 1% de toda a terra árabe, eles são, não obstante, detestados pela maioria dos árabes.. Por que o povo judeu

In this paper we start by presenting our framework for Cooperative Parallel Local Search in section 2, we then discuss various pertinent parallel hardware and software architectures