ÍNDICE
1 - Operação Máquina ... 9
1.1 - Inicialização ... 9
1.2 - Busca de Referência. ... 11
1.2.1 – Busca através de micros de referência. ... 11
1.2.2 – Busca através de Alvos. ... 12
1.3 - Modo Manual... 14
1.3.1 - Jog ... 14
1.3.2 – Modo Incremental... 15
1.3.3 - Giro eixo árvore. ... 16
1.3.4 - Editor de Ferramentas... 18
1.3.5 – Criando nova ferramenta... 18
1.3.6 – Preset de Ferramentas. ... 26 1.3 7 – Correção de Ferramenta. ... 31 1.3.8 – Editor de origens... 33 1.3.8 – Modo Manivela ... 34 1.4 - Monitor de Execução ... 35 1.4.1 - Execução Contínua... 35
1.4.2 - Exec. Passo a Passo ... 36
1.4.3 – Simulação Gráfica ... 38
1.4.3 - Editor de Programa... 43
1.4.4 - Operações com os Programas ... 44
1.5 - Modo MDI... 55
1.6 - Ciclos Fixos ... 57
1.7 - Operação Em Bloco Modo Edição ... 59
1.8 - Manutenção ... 60
1.8.1 – Editor de parâmetros... 60
1.8.2 – Visualizador de memória ... 61
1.9 - Contra Ponto. ... 67
1.9.1 – Acionamento por softkey. ... 67
1.9.2 – Acionamento por pedal. ... 68
1.10 – Tipo de Placa... 69
1.10.1 – Placa Manual ... 69
1.10.2 – Placa pneumática onça. ... 69
1.10.3 – Placa Hidráulica... 69 1.11 – Transportador de cavaco. ... 70 1.12 – Funções de teclas... 73 1.13 – Habilitação de Senha ... 79 2 - Programação... 81 2.1 - Tipos de Coordenadas ... 81 2.2 - Ferramenta (T) ... 86 2.3 - Corretor (D) ... 86
2.4 – Velocidade de corte constante (G96)/ Rotação (G97)... 86
2.5 – Funções Auxiliares (M) ... 88
2.6 – Funções Preparatórias (G) ... 90
2.7 – Interpolação Linear... 92
2.8 – Montagem de Sub-rotinas Simples... 96
2.9 – Gamas de rotação ... 99
2.10 – Interpolação circular. ... 100
2.11 – Compensação de raio de corte (CRC) ... 104
2.11.1 – Regras para ativar CRC... 104
2.11.2 – Regras para desativar CRC ... 105
2.12 – Ciclo Fixo... 107
2.12.1 – Ciclo fixo de Faceamento... 108
2.12.2 – Ciclo fixo de Desbaste ... 116
2.12.3 – Ciclo fixo de Rosca... 124
2.12.4 – Ciclo fixo de Forjados... 132
2.12.5 – Ciclo fixo de Canal ... 138
2.13.1 - Ciclo 24 – Desbaste Longitudinal ... 158
2.13.2 - Ciclo 34 – Desbaste Transversal ... 160
2.13.3 – Ciclo 22 – Abertura de canal. ... 162
3.13.4 - CICLO 33 – Rosca ... 164
2.13.5 - CICLO 23 – Furação Profunda. ... 166
3- Esquema de Ligação... 167
3.1 - TMS Proteo... 167
3.2 - Cabo de ligação Servo SCA05, Inversor CFW08 e Modulo... 170
4 - CABOS... 171
4.1 – Cabo Can... 171
4.2 – Cabo de rede Crossover ... 173
5 - Dimensional mecânica. ... 174
5.1 – TMS Proteo. ... 174
5.2 – Módulo 16 Entradas + 16 Saídas ... 175
5.3 – Módulo 32 Entradas + 32 Saídas ... 176
6.0 - Comunicação Serial no Proteo... 177
6.1 - Enviando um arquivo do Proteo ... 178
6.2 - Recebendo um arquivo do Proteo ... 182
6.3 - Verificando resultados anteriores ... 186
6.4 - Arquivo Simples e Arquivos Múltiplos ... 187
6.4.1 - Trasmissão: ... 187
6.4.2 - Recepção:... 188
6.5 - Enviando todos os programas do Proteo ... 189
6.6 - Recebendo todos os programas do Proteo... 192
6.7 - Enviando todos os programas de um diretório do Proteo ... 195
6.8 - Recebendo programas em um diretório do Proteo... 198
6.9 - Enviado todos os parâmetros do Proteo ... 201
6.9 - Enviando parâmetros do Proteo... 204
6.13 - Recebendo origens no Proteo ... 213
6.14 - Enviando ferramentas do Proteo... 213
6.15 - Receber ferramentas no Proteo ... 215
7.0 – Software Gerenciador MCSLink ... 216
7.1 - Instalação Software MCSLINK... 216
7.2 - Configurando Software Gerenciador MCSLink. ... 219
7.3 - Transferindo Arquivos ao Proteo... 225
7.4 - Recebendo Arquivos do Proteo. ... 228
7.5 – Enviando software básico ao Proteo... 230
Anexo 1: Procedimento PARA funcionamento de programas do SX570 no Proteo. ... 234
Anexo 2 – Alarmes e Mensagens... 237
Anexo 3 – Parâmetros Servo SCA05 e Inversor CFW11... 250
APRESENTAÇÃO
Este manual aborda os conceitos básicos de programação e operação CNC, em tornos que utilizam o Comando MCS PROTEO®.
Embora existam normas para linguagem de programação CNC, os comandos numéricos, ainda conservam características diferenciadas. O Proteo® por exemplo, por ser um CNC totalmente configurável, pode variar de acordo com a aplicação e com o aplicador que a esta executando.
Devemos considerar ainda que o manual é apenas um referencial das funções básicas, cabendo ao programador/operador aprofundar os seus conhecimentos em literaturas afins e na própria prática.
Este manual está dividido em duas partes para facilitar a compreensão, consulta e assimilação do conteúdo:
1. OPERAÇÃO 2. PROGRAMAÇÃO
Qualquer dúvida ou sugestão, por favor, entrar em contato com a MCS Engenharia.
MCS Engenharia Tel.; (11) 4191.4771
INTRODUÇÃO
O (CNC) Comando Numérico Computadorizado é um equipamento baseado na arquitetura similar a de um computador.
O Proteo® pode ser programado localmente através do painel de operação do comando ou através de um computador conectado ao CNC através de uma rede ethernet. (utilizando um software tipo CAD-CAM ou o Simulador de CNC Proteo New®).
Na parte de programação veremos as funções de programação desde um simples movimento em linha reta até a programação de peças complexas com raios, chanfros, canais, roscas, furação com broca e etc.
1 - OPERAÇÃO MÁQUINA 1.1 - INICIALIZAÇÃO
Figura 1
Ao ligarmos o Equipamento, a primeira tela após o carregamento de arquivos é a tela da figura 1.
Ao pressionar a Softkey Manutenção aparecerão no nível vertical as softkeys: Parâmetros, Memórias, Status das entradas e saídas e a tela de Origens (Ver figura 1.1).
Pressionando a Softkey “Inicializa Comando” o nível de softkey e a tela muda. Ver figura 1.2.
A mensagem “Máquina não referenciada” não desaparece enquanto o Usuário não acessar o comando para iniciar a busca de referência.
Figura 1.2
Quando a softkey direita é pressionada aparecem mais duas softkey, “Manutenção”, “Busca de Referência”, “Release Fins de Curso” e “Reset CNC” que serão abordadas mais à frente.
Figura 1.3
Release Fins de Curso, quando ocorrer dos eixos ultrapassarem o Fim de curso, para habilitar o movimento deve-se pressionar esta softkey juntamente com a tecla de movimento para retirar o eixo de cima do sensor de fim de curso.
Reset CNC, Quando pressionado esta softkey juntamente com a tecla “F3”, ocorre um reset no comando.
1.2 - BUSCA DE REFERÊNCIA.
Existem dois tipos de processos de busca de referência nos Torno Padrão, a busca através de alvos e a busca através de micros de referência, mas para saber qual o tipo de busca está configurada a sua máquina devemos verificar o valor do parâmetro “P930 – Referência através de alvos na máquina”.
1.2.1 – BUSCA ATRAVÉS DE MICROS DE REFERÊNCIA. P930 – Referência através de alvos na máquina = Não.
Quando o usuário pressiona a softkey Busca Referência inicia-se o processo de referênciamento.
O primeiro eixo a buscar a Referência é o Z, que parte em sentido ao micro e ao encontrar reverte o sentido até encontrar a primeira marca de referencia do encoder. O mesmo é feito com o eixo X.
Figura 1.4
Enquanto ocorre o processo de referênciamento aparece um nível de softkey que permite ao operador Parar a busca de referência ou caso tenha parado a reiniciar a busca. Ver figura 1.5
1.2.2 – BUSCA ATRAVÉS DE ALVOS.
P930 – Referência através de alvos na máquina = Sim.
Neste tipo de busca ao pressionar a softkey “Busca Ref”, será aberta a seguinte tela:
Figura 1.6
Neste processo temos que movimentar os eixos manualmente até que seja alinhada a seta da plaqueta de identificação, ver localização das plaquetas na figura acima através das setas em Azul.
Após alinhamos as setas, devemos verificar o identificador localizado a frente das coordenadas, este identificador faz com que o operador posicione o eixo na melhor coordenada.
Nota: Conforme movimentamos o eixo este identificador muda a cor da figura que será mostrada ao operador:
Vermelho = Posição não é boa para referenciar a máquina.
Amarelo = Posição considerada intermediária, pode se pegar a referência nesta posição que não teremos problemas.
Verde = Posição considerada ideal para se referenciar a máquina.
Posicionado o eixo X e Z pode se pressionar a softkey “Start busca de referência”, o comando irá assumir aquele ponto como ponto zero da máquina e irá desaparecer a mensagem “Referenciar máquina”.
Figura 1.6
Nota: Uma vez referenciada a máquina não é mais necessário realizar a busca de referência mesmo quando a mesma é desenergizada.
1.3 - MODO MANUAL 1.3.1 - JOG
Figura 1.7
Ao pressionar a tecla “Jog” será aberta uma nova árvore de softkey vertical, com as seguintes funções:
1.3.2 – MODO INCREMENTAL
Figura 1.8
Ao pressionar a softkey “Incremental”, o comando apresentada duas novas softkey “AUMENTA INCREMENTO” e “DIMINUI INCREMENTO” possibilitando que o operador aumente ou diminua o incremento que será utilizado. No canto esquerdo inferior é apresentado o incremento selecionado, ao pressionar a softkey para aumentar ou diminuir este incremento é apresentado neste campo.
Figura 1.9
1.3.3 - GIRO EIXO ÁRVORE.
Existe uma velocidade para o eixo árvore pré-estabelecida por parâmetros, porém nós podemos programar qualquer outra RPM através do modo MDI.
Para ligar o eixo árvore no modo manual devemos executar a seguinte seqüência:
Figura 1.10
Pressionara a softkey MANUAL .
Pressionar a softkey GIRO DO ARVORE
Ao pressionar a softkey “Giro árvore” é apresentada a seguinte árvore de softkey:
Agora podemos ligar o eixo árvore utilizando as softkeys M03 para
sentido horário e M04 para sentido anti-horário . Para desligar o eixo árvore vamos pressionar a softkey M05
.
As softkeys JOG M03 E JOG M04 são utilizadas para movimentar o eixo árvore lentamente no sentido horário ou anti-horário.
1.3.4 - EDITOR DE FERRAMENTAS
Pressionar a softkey EDITA FERRAMENTAS . Neste momento o CNC abrirá a tabela de ferramentas.
Figura 1.11
1.3.5 – CRIANDO NOVA FERRAMENTA.
Para criar uma ferramenta devemos pressionar a tecla e em seguida pressionar o número da ferramenta a ser criada, exemplo: Caso queira criar a ferramenta 1 devemos pressionar a tecla e em seguida a tecla “1”, será aberto o seguinte campo na tela do comando:
Após pressionar novamente a tecla será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.12
Obs: Caso já exista uma ferramenta definida e se deseje editar uma ferramenta da tabela, posicionar o cursor na linha através da teclas seta cima ou seta baixo da ferramenta desejada e pressionar a tecla .
INSERINDO PARAMETROS DE FERRAMENTAS
O CNC Proteo tem uma tabela de ferramentas preparada para receber os dados geométricos da ferramenta a fim de utilizá-los para cálculos em ciclos fixos ou “preseting” e fazer a simulação gráfica.
Com a tecla Seta para direita, selecionar o Campo “F” tipo (Família da ferramenta), através das teclas Seta para cima ou seta para baixo, devemos selecionar a família de ferramenta que iremos utilizar. Teremos as seguintes opções:
1 2
3 4 Figura 1.14
Definições das Ferramentas: AC = Ângulo de corte. AP = Ângulo da pastilha. R = Raio da Ferramenta. Di = Altura de corte LC = Lado de corte. L1 ou LZ = Comprimento Z da ferramenta. L2 ou LX = Comprimento X da ferramenta.
Observação: A simbologia “X” indicada na cor vermelha no desenho da ferramenta indica que o lado de corte ainda não foi programado.
Após escolhida a família da ferramenta, devemos informar o raio da ferramenta (R) e o lado de corte (LC), para isso devemos selecionar o campo, digitar o valor correspondente e em seguida pressionar a tecla .
Obs: Ao movimentar o Cursor até a coluna “Lc” (Lado de Corte) aparecerá as seguintes opções de lado de corte:
0 1 2 3 4 5 6 7 8
Descrição dos dados da ferramenta:
1. Caso haja variação no comprimento da ferramenta (X, Z ou Raio), deve-se programar os campos “DLx”, “DLz” e “DR”.
2. Movimentar o cursor até a coluna “Ap” (Ângulo da pastilha). Este campo deve ser programado de acordo com os dados da pastilha utilizada, pois, será utilizada quando simularmos um programa no modo de simulação do comando. Este dado é retirado do catálogo da ferramenta.
Figura 1.16
3. Selecionar o próximo campo “AC” Ângulo de corte. Do mesmo modo do campo “Ap” deve ser programado de acordo com os dados da pastilha utilizada, pois, será utilizada quando simularmos um programa no modo de simulação do comando. Este dado é retirado do catálogo da ferramenta.
Figura 1.17
4. Selecionar o próximo campo “Di” (Altura de corte), do mesmo modo que “Ap” e “Ac”, deve ser programado de acordo com os dados da pastilha utilizada, pois, será utilizada quando simularmos um programa no modo de simulação do comando. Este dado é retirado do catálogo da ferramenta.
Figura 1.18
6. Movimentar cursor para o campo ”N” (Número de vezes para atingir o desgaste máximo), deve ser programado de acordo com o catálogo da ferramenta.
7. Movimentar cursor para o campo “TS” (Ferramenta substituta após desgaste máximo), deve informar o número da ferramenta.
8. Movimentar cursor para o campo ”Cor” (Cor da ferramenta para ser usado no tracer), através das teclas cima/baixo define a cor do “trancer” no modo de simulação.
9. Movimentar cursor para campo “Unit” (Unidade mm(0) ou Inch(1)), através da tecla alternamos entres as unidades de medida da ferramenta.
10. Movimentar cursor para campo “NAvisos” (Número de peças para avisar troca de ferramenta), deve digitar a quantidade de peças que a ferramenta deve fazer.
11. Movimentar cursor para campo “Ncorr” (Número de peças para aplicar correção), devemos digitar a quantidade de peças que a ferramenta irá fazer, para que seja aplicada a correção de ferramenta.
12. Movimentar cursor para campo “Corr. X” (Correção em X), devemos programar a correção que deve ser aplicada no eixo X da ferramenta selecionada.
13. Movimentar cursor para campo “Corr. Z” (Correção em Z), devemos programar a correção que deve ser aplicada no eixo Z da ferramenta selecionada.
Figura 1.19
1.3.6 - PRESET DE FERRAMENTAS.
Toda vez que carregamos uma ferramenta nova na torre ou mudamos o processo de usinagem é necessário que seja feito um novo zeramento das ferramentas, para isso é necessário que a ferramenta esteja ativa e definida no editor de ferramenta, caso a ferramenta não esteja ativa não será possível fazermos o “preseting”. Para ativa-la devemos seguir o seguinte procedimento:
O primeiro passo para fazer o “preseting” da ferramenta é verificar através de um paquímetro o diâmetro da peça a ser usinada.
Em seguida pressionar a tecla no comando , será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.20
Em seguida devemos pressionar a tecla “M” (Função auxiliar) digitar 3 ou 4, depende da posição da torre de ferramentas e em seguida pressionar a tecla , será selecionado o próximo campo “T” (Ferramenta), neste campo deve–se digitar o número correspondente a ferramenta, ver figura abaixo
Em seguida pressionar a tecla , será selecionado o próximo campo “D” (corretor de ferramenta) deve-se digitar o número do corretor que será utilizado para a ferramenta programada anteriormente, e em seguida novamente pressionar tecla
. Para sair do campo devemos pressionar a tecla .
Para iniciar a execução devemos pressionar a tecla . Para exemplo, utilizaremos a ferramenta 1 e o corretor 1, ver figura abaixo:
Eixo em X
Com o eixo arvore girando, movimentar o eixo “X” através da Manivela até que a ponta da ferramenta encoste-se à peça e faça um risco na mesma.
Em seguida devemos parar o giro do arvore através da tecla e
pressionar a tecla , será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.22
Em seguida devemos pressionar a tecla , será aberta a seguinte caixa na parte superior da tela do comando:
Observação:
Caso a máquina esteja configurada em raio, no campo acima devemos digitar o raio da peça medida. Se estiver em diâmetro devemos digitar o diâmetro da peça medida.
Note: Após digitarmos o raio ou diâmetro da peça medida, o comando irá calcular o comprimento LX da ferramenta e informará na tela, caso esteja correto devemos pressionar a tecla .
Eixo Z
Com o eixo arvore girando, movimentar o eixo “Z” através da Manivela até que a ponta da ferramenta encoste na face da peça.
Em seguida devemos parar o giro do arvore através da tecla e
Em seguida devemos pressionar a tecla , será aberta a seguinte caixa na parte superior da tela do comando:
Devemos digitar o valor adotado para este ponto da peça.
Note: Após digitarmos o valor da posição Z, o comando irá calcular o comprimento LZ da ferramenta e informará na tela, caso esteja correto devemos pressionar a tecla .
1.3 7 – CORREÇÃO DE FERRAMENTA.
Para fazer a correção de ferramenta, devemos pressionar a tecla , será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.24
Devemos pressionar a tecla será apresentada a seguinte tela:
Nesta tela será apresentado os campos “DLx” e “DLz”, devemos pressionar a tecla , o campo “DLx” será selecionado, digitar o valor da correção da ferramenta que se deseja fazer e em seguida pressionar a tecla .
Note: que no acima dos campos de coordenada, será apresentado o novo valor Lx e Lz após a correção da ferramenta.
Obs: Os valores de incremento acrescentados nos campos “DLx” e “DLz” devem ser somado ao incremento anterior, pois o comando Proteo faz esta correção de modo absoluto.
Exemplo:
Caso no campo “DLx” e “DLz”, os valores apresentados na tabela seja: DLx = - 0.2
DLz = - 0.2
Se o operador desejar fazer uma correção de –0.2mm no eixo X e Z, deverá programar no campo DLx = - 0,4mm e DLz = - 0.4mm.
1.3.8 – EDITOR DE ORIGENS.
Ao pressionar a softkey “Origens” é apresentada a seguinte tela, ver figura 1.26 abaixo:
Figura 1.26
Nesta tela podemos alterar as origens da máquina utilizando na programação G53, G54, G55, G56, G57, G58 e G59 ou acessando o modo de usuário 0, selecionando o campo que deseja alterar e confirmando com a tecla ENT. Para gravar as alterações realizadas devemos pressionar a tecla END e escolher a opção desejada (figura 1.27):
1.3.8 - MODO MANIVELA
Quando pressionado softkey , será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.28
Nesse modo o comando permite movimentar o eixo desejado seguindo um
incremento escolhido através das softkey Aumenta Incremento ou Diminui Incremento.
No canto esquerdo inferior é apresentado o incremento e o eixo selecionado, ao pressionar a softkey para aumentar ou diminuir este incremento é apresentado neste campo. Para selecionar o Eixo X ou o Eixo Z basta pressionar a tecla correspondente ao eixo desejado.
ou
Obs: Caso o parâmetro P036, P37, P40, P41, P44 e P45 estejam desligados a softkey apresentada na tela será travada, ou seja, para o comando não existe manivela acoplada.
1.4 - MONITOR DE EXECUÇÃO 1.4.1 - EXECUÇÃO. CONTÍNUA.
Ao pressionar a softkey será apresentado a seguinte tela:
Figura 1.29
Nesse modo o operador consegue executar o programa e se não estiver em execução também é possível editar.
Quando existe um programa aberto e pressionamos a tecla MOD aparecerá uma janela com as informações a respeito do status de algumas memórias:
1.4.2 - EXEC. PASSO A PASSO
Ao pressionar a softkey será apresentado a seguinte tela:
Figura 1.30
O Funcionamento do Modo de Execução Passo a Passo é semelhante ao modo de execução continua a única diferença é que para executar cada sentença programada deve-se pressionar a tecla Start.
Estando com um programa aberto na tela se pressionarmos a tecla GOTO aparecerá a seguinte janela:
Figura 1.31
Essa janela permite que o operador digite um valor que corresponde a linha em que se deseja acessar
Se pressionar GOTO novamente então aparecerá cada uma das opções abaixo listadas:
Figura 1.32
Através dessa janela é possível ir diretamente a um label criado dentro do programa
Figura 1.33
Através dessa janela o usuário consegue saltar diretamente para uma marca N.
Figura 1.34
É possível também verificar o valor de qualquer variável H de usuário. Essas variáveis são usadas para os cálculos com os programas paramétricos (ciclos fixos).
Figura 1.35
1.4.3 - SIMULAÇÃO GRÁFICA
Para utilizar o recurso da simulação gráfica no Proteo, devemos definir as ferramentas que serão chamadas durante a simulação do programa. Para isso,
devemos pressionar a tecla , e verificar se as ferramentas estão definidas e se os seguintes campos estão programados:
F = Família da ferramenta. R = Raio da Ferramenta.
LC = Lado de corte da ferramenta. AP = Ângulo da pastilha.
AC = Ângulo de corte da ferramenta. DI = Altura de corte da pastilha.
Caso esteja programado, devemos pressionar o botão , será aberto a tela de execução contínua, ver figura abaixo:
Figura 1.36
Pressionar a tecla seta para direita, selecionar o programa que se deseja simular com a tecla seta para cima ou para baixo a e em seguida pressionar a tecla
Figura 1.37
Na tela de Execução passo-a-passo ou no monitor de execução, devemos pressionar a tecla , será apresentada a seguinte tela:
Configurando o Gráfico
Para configurar o gráfico do comando devemos pressionar a tecla , será aberta a seguinte caixa de opções:
0 - Habilitar Gráfico, podemos habilitar ou não o gráfico na tela do comando através tecla .
1 – Reseta Simulador, através desta opção podemos resetar o simulador gráfico, para isso basta pressionar estar sob a opção reseta simulador a tecla .
2 – Apaga Linhas, através desta opção podemos apagar a linha do gráfico executado, para isso pasta pressionarmos estar sob a opção apaga linhas e pressionar a tecla .
3 – Desenha Linhas, através desta opção podemos desenhar a linha do gráfico, para isso pasta pressionarmos estar sob a opção apaga linhas e pressionar a tecla
4 – Tamanho do Blank, através desta opção definimos o diâmetro, comprimento do blank (peça) e posição Z da face do blank (peça). Para alterar os dados devemos pressionar tecla , selecionar o item que se deseja configurar, digitar o valor do numérico e em seguida pressionar a tecla . Para sair do campo devemos pressionar a tecla .
5 – Ajuste Rápido, através deste item podemos ajustar a visualização para metade da tela ou tela inteira, para configurar devemos pressionar a tecla , selecionar a opção que desejamos e em seguida pressionar a tecla . Para sair do campo devemos pressionar a tecla .
6 – Escalas, através deste item podemos configurar as escalas do desenho para uma melhor apresentação na tela, para configurar estas escalas deve-se pressionar a tecla , digitar o valor da escala Xmax. e em seguida pressionar a tecla . Deve-se repetir o mesmo procedimento para o Xmin., Zmax. e Zmin.
Após configurar as escalas deve-se pressionar a tecla .
7 – Tam. Placa e contraponto, através deste item podem configurar o diâmetro da placa, altura e largura da pinça, posição, diâmetro e largura do contraponto e diâmetro da base do contraponto. Para isso devemos pressionar a tecla , digitar o valor desejado e em seguida pressionar a tecla . Deve-se repetir o mesmo procedimento para os demais itens.
Após configurar as escalas deve-se pressionar a tecla .
90 - Inverte Z, através deste item podemos alterar o sentido no gráfico do eixo Z, para isso devemos pressionar a tecla .
91 – Desenha Contraponto, através deste item podemos habilitar ou desabilitar o desenho do contraponto na simulação, para isso devemos pressionar a tecla .
1.4.3 - EDITOR DE PROGRAMA
Ao pressionar a softkey Execução passo ou execução contínua será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.39
Se pressionarmos a tecla MOD e não estivermos na edição de programa, então o comando habilita ou não a verificação do tamanho do programa. Esse recurso só funciona para programas que tem um nome definido.
1.4.4 - OPERAÇÕES COM OS PROGRAMAS
Estando na tela de diretório e pressionando a tecla PGM aparecerão as seguintes opções:
Figura 1.41 0 – Listar
Estando no modo de edição ou no modo de execução de programa, através da função “LISTAR” podemos visualizar o conteúdo dos programas armazenado no diretório do comando. Ver figura abaixo:
Figura 1.42
Para alterar a visualização do programa devemos pressionar a tecla ou . Caso deseje alterar um programa deve-se pressionar a tecla .
1 – Copiar
Este recurso possibilita ao operador realizar a copia do conteúdo de um programa para outro programa. Quando selecionado a opção “1”, será aberta a seguinte tela:
Figura 1.43
Na parte superior do equipamento aparecerá a seguinte mensagem: “Copiar programa “X” para “Y””.
Definição:
X – Arquivo de Origem. Y – Arquivo de Destino.
Deve-se informar o programa que se deseja copiar e indicar o número do novo programa onde será feita a cópia.
2 – Comparar
Este recurso possibilita ao operador realizar comparações entre arquivos, ao selecionar a opção comparar será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.44
Na parte superior do equipamento aparecerá a seguinte mensagem: “Comparar programa “X” com programa “Y””.
Definição:
X – Arquivo de Origem. Y – Arquivo de Destino.
Deve-se informar o programa que se deseja comparar (X) e em seguida informar o número do programa que se deseja comparar.
Obs: Caso o programa seja diferente será apresentada a seguinte mensagem:
“Arquivos são Diferentes”.
3 – Renumerar
Este recurso possibilita ao operador alterar o número de um programa existente na memória do comando, quando selecionada esta opção será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.45
Na parte superior do equipamento aparecerá a seguinte mensagem: “Renumerar programa “X” para “Y””.
Definição:
X – Arquivo de Origem. Y – Arquivo de Destino.
Deve-se informar o programa que se deseja alterar seu número (X) e em seguida informar o número desejado.
4 – Nome
Para implementar um nome a um programa devemos entrar no modo de Edição ou Programação no Proteo, ver figura abaixo:
Figura 1.46
Pressionar a tecla será selecionado o campo onde se localiza o programa, ver figura abaixo:
Através das teclas e podemos selecionar o programa que desejamos colocar um nome, no nosso caso o programa 19, ver figura abaixo:
Figura 1.48
Após selecionar o programa, devemos pressionar a tecla , será aberta a seguinte tela:
Podemos selecionar a opção “4” através das teclas e ou simplesmente pressionar a tecla , será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.50
Obs: que na parte superior do comando aparece a seguinte mensagem: “Mudar nome de 19”. Neste momento devemos pressionar a tecla , em seguida será apresentada a seguinte mensagem: “Novo nome:”, ver figura abaixo:
Definindo nome.
No canto superior esquerdo das teclas são apresentadas as letras
correspondentes que são utilizadas para escrever o nome no programa, veja exemplos abaixo:
Veja o exemplo 1 da tecla S.
Caso desejar programar a letra “R” temos que pressionar as teclas “2nd” + “S”. Se desejar programar a letra “S” o led da tecla “2nd” deve estar desligado e pressionar a tecla “S”.
Exemplo 2:
Através do teclado numérico devemos digitar o nome desejado: Exemplo MCS.
Antes de pressionar a tecla “M” devemos verificar se o led da tecla 2nd
encontra-se desligado, em seguida podemos pressionar a tecla em seguida a
tecla e a tecla . Para assumir o valor digitado deve-se pressionar a tecla
5 – Enviar Programa
Este recurso possibilita ao operador enviar um programa a um dispositivo externo, ver parte de comunicação.
6 – Receber Programa
Este recurso possibilita ao operador receber um programa de um dispositivo externo, ver parte de comunicação.
7 - Escriptar
Este recurso possibilita o operador escriptar um arquivo, não deixando outro operador ver o conteúdo do arquivo.
Este recurso só poderá ser realizado com a senha de usuário e uma vez feito não tem como desfazer este processo.
8 - Nível de Usuário
Este recurso possibilita ao operador alterar o nível de usuário de um arquivo de programa, podendo este impedir que outra pessoa não altere o programa sem autorização do usuário que fez o programa. Além disso caso já possua senha de usuário onde se fez o programa se pode alterar um programa feito por um usuário mais avançado (User 0) deixando este programa em nível de operador.
Possíveis Usuários: 0 – User 0.
1 = User 1. 2 = User 2 9 = Operador.
Salvar Pgms
Este recurso possibilita ao operador enviar todos os programas a um dispositivo externo, ver parte de comunicação.
Recupera Pgms
Este recurso possibilita ao operador receber todos os programas salvos anteriormente de um dispositivo externo, ver parte de comunicação.
Relógio
Para ajustar o relógio do comando devemos acessar a tela de edição ou programação, conforme figura abaixo:
Figura 1.52
Deve-se pressionar a tecla será aberta a seguinte tela:
Selecionar a opção “6” pressionar a tecla , será apresentada a seguinte tela:
Figura 1.54
Para alterar os dados deve-se digitar dia, mês, ano, hora e minutos.
1.5 - MODO MDI
O modo de operação MDI pode ser usado para pequenas execuções de operação ou até mesmo para execução de pequenos programas, para testes ou preparação de máquina. Os programas ou rotinas inseridos no modo MDI não ficam na memória principal do CNC e pode ser apagado.
Para trabalhar em MDI devemos executar a seguinte rotina.
Figura 1.55
Escrever o programa ou sentença. Por exemplo, para chamar uma ferramenta digitar T (o número da ferramenta) D (o número do corretor) ex. T5D5.
Pressionar a softkey START .
Esta seqüência pode ser utilizada para executar qualquer função de programa.
Operação em Bloco em modo MDI
Este recurso possibilita o operador realizar teste com determinadas sentenças e depois inserir em um outro programa. Para utilizar este recurso devemos pressionando a tecla END estando em MDI, em seguida devemos selecionar as sentenças testadas através das setas cima/baixo e após selecionar pressionar a tecla END novamente aparecerá a seguinte janela:
Figura 1.57
Após a escolha da opção é possível repetir a operação em bloco e inserir as linhas selecionadas em um programa definitivo.
1.6 - CICLOS FIXOS
Para escolher um ciclo fixo, ou programa paramétrico, o Proteo tem uma tela para facilitar essa operação.Quando estamos numa edição de programas e desejamos inserir um ciclo fixo pressionamos a tecla 4 (figura 1.58).
Figura 1.58
E então a tecla help (figura 1.59)
Aparecerão as opções disponíveis para a escolha do programador. Pressionando Ent abrirá outra opção.
Figura 1.60
Pressionando Ent mais uma vez abrirá os campos para a programação dos valores do ciclo.
Figura 1.61
Se o programador sabe o número do ciclo basta pressionar a tecla 4 e digitar o número do ciclo desejado.
1.7 - OPERAÇÃO EM BLOCO MODO EDIÇÃO
Pressionando a tecla END estando em uma edição de programa, devemos selecionar as linhas para a operação em bloco através das setas e pressionando END novamente aparecerá a seguinte janela:
Figura 1.62
Após a escolha da opção é possível repetir a operação em bloco e inserir as linhas selecionadas em um programa definitivo.
1.8 - MANUTENÇÃO
1.8.1 – EDITOR DE PARÂMETROS
Figura 1.63
Através das setas que existem no teclado do Comando é possível navegar entre os grupos de parâmetros e também entre os próprios parâmetros.
Para alterar os valores dos parâmetros é necessário estar com o usuário ZERO habilitado. Após a alteração deve-se atualizar/gravar as novas alterações no comando através da tecla END.
Figura 1.64
1.8.2 – VISUALIZADOR DE MEMÓRIA
Figura 1.65
Essa tela tem como objetivo auxiliar a verificação de variáveis especiais de controle do PLC ou do próprio CNC. Para facilitar a visualização existe a possibilidade de verificar em diversos tipos de base numérica. Para visualizar essa tabela basta pressionar a tecla MOD e escolher a base através das setas e pressionar ENT ou diretamente o número desejado.
Figura. 1.66
1.8.3 – VISUALIZADOR ENTRADAS
Figura 1.67
A tela de Status das Entradas serve para verificar um possível mau funcionamento de algum botão, chave ou sensor de forma mais amigável com o operador.
Clicando nas softkeys verticais o operador seleciona as opções disponíveis.Por exemplo, para ver o Grupo 0 e o Grupo 1 das entradas, o operador clica na softkey “Status Entradas E0 e E1”.
Note: As entradas dos Grupos “0” e “1” são as entradas do terminal Proteo, enquanto as entradas dos grupos “2 à 5” estão localizadas nos módulos 16E e 16 S digitais.
1.8.4 - Entradas Existentes: "Entradas Terminal Proteo”
Grupos 0 e 1 "E0.0 – Botão Start" "E0.1 – Botão Stop"
"E0.2 – Botão Jog eixo árvore" "E0.3 – Botão mov. X Positivo" "E0.4 - Botão mov. X Negativo " "E0.5 - Botão mov. Z Positivo " "E0.6 - Botão mov. Z Negativo " "E0.7 – Botão de Emergência"
"E1.0 – Sobrecarga Transp. Cavaco" "E1.1 – Botão Gira Arvore M3 " "E1.2 - Botão Gira Arvore M4 " "E1.3 – Acionamentos OK" "E1.4 – Botão Start TPX" "E1.5 – Botão Stop TPX" "E1.6 - Livre"
"E1.7 - Livre"
“Entradas Módulo 32E+32S”
Grupos 2 e 3 – Chave endereçamento módulo =1.
"E2.0 - Micro referência X" "E2.1 - Micro referência Z" "E2.2 - Fim de curso X negativo" "E2.3 - Fim de curso X positivo" "E2.4 - Fim de curso Z negativo" "E2.5 - Fim de curso do CP" "E2.6 - Pedal placa (NA)" "E2.7 - Pedal CP (NA)"
"E3.0 – Sensor 1 da gama” "E3.1 – Sensor 2 da gama" "E3.2 - Sensor 3 da gama "
"E3.3 – Pressostato CP Avançado" "E3.4 – Pressostato geral placa pneumática"
"E3.5 - Sensor lubrificação cabeçote" "E3.6 - Sensor lubrificação das guias" "E3.7 – Sensor nível de óleo"
"E4.4 – Strobe da torre" "E4.5 – Sensor de paridade " "E4.6 – Sensor index torre" "E4.7 – Torre aquecida"
"E5.0 – Pressostato placa aberta" "E5.1 – Pressostato placa fechada"
"E5.2 – Porta fechada"
"E5.3 – Micro transportador de cavacos" "E5.4 – Sobrecarga Refrigeração" "E5.5 – Sobrecarga Torre"
"E5.6 – Sobrecarga Motor Lubrificação" "E5.7 – Sobrecarga Motor Hidráulico"
"E6.0 – Entrada 2 Emerg. manivela” "E6.1 – Posição 2 escala maniv. remota"
"E6.2 – Posição 1 escala maniv. remota"
"E6.3 – Posição 0 escala maniv. remota"
"E6.4 – Manivela conectada" "E6.5 – Posicão 2 eixo manivela remota"
"E6.6 – Posicão 1 eixo manivela remota"
"E6.7 – Posicão 0 eixo manivela remota"
"E7.0 – Tecla sent. Positivo maniv. remota" "E7.1 – Tecla rápido manivela remota" "E7.2 – Tecla sent. Negativo maniv. remota" "E7.3 – Manivela remota habilitada"
"E7.4 - Livre" "E7.5 - Livre" "E7.6 - Livre" "E7.7 - Livre"
1.8.5 – VISUALIZADOR DE SAÍDAS
Figura 1.68
A tela de Status das Saídas serve para verificar um possível mau funcionamento de alguma saída.
Clicando nas softkey verticais o operador seleciona as opções disponíveis.Por exemplo, para ver o Grupo 2 e o Grupo 3 das Saídas, o operador clica na softkey “Status Saídas S2 e S3”.
Note: As saídas dos Grupos “0” e “1” são as entradas do terminal Proteo, enquanto as e saídas dos grupos “2 à 5” estão localizadas nos módulos 16E e 16 S digitais.
1.8.6 - SAÍDAS EXISTENTES: "Saídas Módulo 32E+32S”.
Grupos 2 e 3 – Chave endereçamento módulo “1”.
"S2.0 - Solenóide Recua Contraponto" "S2.1 - Transportador de Cavacos Reverso" "S2.2 - Solenóide Avança Contraponto" "S2.3 - Transportador de Cavacos Avante" "S2.4 - Solenóide Fecha Placa"
"S2.5 - Motor Refrigeração" "S2.6 - Solenóide Abre Placa" "S2.7 - Saída Emergência CNC"
"S3.0 – Manivela remota Ativada"
"S3.1 – Parada indexada para eixo árvore" "S3.2 - Motor Lubrificação das Guias" "S3.3 – Arvore sentido M3"
"S3.4 - Motor Torre reverso" "S3.5 - Motor Torre avante" "S3.6 – Arvore sentido M4" "S3.7 - Trava Porta Corrediça"
1.9 - CONTRA PONTO.
1.9.1 – ACIONAMENTO POR SOFTKEY.
Para acionar o contra-ponto automaticamente através das softkeys
e deve-se primeiramente definir o parâmetro P916 = Automático.
Neste caso quando se pressionar a softkey Avança Contra-ponto
o comando irá ligar a saída da solenóide avança contra-ponto (saída digital S2.2), o pressostato de contra-ponto será acionando ligado a entrada digital E3.3.
Para recuar o contra-ponto deve-se pressionar a softkey recua contra-ponto
o comando irá ligar a saída da solenóide recua contra-ponto (saída digital 2.0), o pressostado de contra ponto será desligado. A saída de contra ponto permanecerá ligada obedecendo ao valor programado no parâmetro P917 localizado na tela de parâmetros de PLC.
1.9.2 – ACIONAMENTO POR PEDAL.
Para acionar o contra-ponto automaticamente através do pedal deve-se pressionar o pedal do contra ponto, este envia um pulso para entrada E2.7 Pedal CP, o comando irá ligar a saída da solenóide avança contra-ponto (saída digital S2.2), o pressostato de contra-ponto será acionando ligado a entrada digital E4.0.
Para recuar o contra-ponto deve-se pressionar novamente o pedal e este envia um novo pulso para entrada, o comando irá ligar a saída da solenóide recua contra-ponto (saída digital 2.0), o pressostado de contra ponto será desligado.
Observação:
Caso se trabalhe com contra-ponto automático deve-se alterar o parâmetro P931 = Sim (Habilita supervisão sensores CP manual).
Caso se trabalhe com contra-ponto Manual deve-se alterar o parâmetro P931 = Não (Habilita supervisão sensores CP manual).
O parâmetro P917 caso seja programado em zero este coloca um tempo fixo no parâmetro.
1.10 – TIPO DE PLACA.
1.10.1 – PLACA MANUAL
Neste caso o operador irá realizar a abertura e o fechamento da placa. 1.10.2 – PLACA PNEUMÁTICA ONÇA.
Quando o operador desejar Abrir a Placa deve-se acionar a softkey “Abre placa” ou pressionar o “Pedal da placa” onde o comando irá acionar a saída da solenóide placa aberta S2.6, caso o operador desejar Fechar a placa pode-se pressionar a softkey “Fecha Placa” ou pressionar novamente o “Pedal da placa”, onde o comando irá acionar a saída da solenóide fecha placa S2.4.
Obs: Pode se utilizar para abrir e fechar a placa às funções M46 e M47 no programa.
1.10.3 – PLACA HIDRÁULICA.
Para abrir a placa pode ser feito através do “Pedal da placa” ou através da função M46, onde o comando irá acionar a saída da solenóide S2.6 e irá aguardar o sinal do pressostato ligado na entrada E5.0.
Para fechar a placa pode ser feito através do “Pedal da placa” ou através da função M47, onde o comando irá acionar a saída da solenóide S2.4 e irá aguardar o sinal do pressostato ligado na entrada E5.1.
Observação: Não se consegue abrir e fechar a placa através das softkeys neste caso.
1.11 – TRANSPORTADOR DE CAVACO.
Nas máquinas que possuam transportador de cavaco, devemos habilitar a opção “Transportador de cavaco = sim”, localizada na pasta “Manutenção” e em seguida “Parâmetros”,e em seguida devemos selecionar a pasta “PLC”, ver figura abaixo:
Figura 1.69
Para habilitar o transportador de cavaco, devemos estar na tela de Modo Manual, ver figura abaixo:
Figura 1.71
Será alterada a árvore de softkey vertical apresentando a seguinte árvore:
Para avançar o transportado de cavaco é necessário que o micro Transportador de cavaco ligado na entrada E5.3 esteja com 24Volts.
Para recuar o transportador de cavaco devemos manter pressionada a tecla “Recua transportador de cavaco” por 2 segundos, para acionar a saída transportador de cavaco reverso S2.1.
Caso não haja sinal na E5.3 micro transportador de cavaco será apresentada a mensagem “Transportador de cavacos enroscado”.
1.12 – FUNÇÕES DE TECLAS
TECLAS MODO DESCRIÇÃO
Tecla Enter
Utilizada para iniciar introdução de dados e para confirmar os valores editados.
Tecla No Enter
Utilizada para encerrar edição não confirmando a alteração corrente.
Tecla End
Na tela Parâmetro, editor ferramenta e origens abre campo de atualização de dados. Na tela edição e execução, com sentença aberta encerra a sentença.
Tecla X
Em modo manual, sem chamada da ferramenta realiza preset do eixo, caso exista ferramenta ativa, realiza preset da ferramenta e na edição ou execução de programa chama eixo a ser programado. Na edição de uma sentença podemos escrever letra U pressionando tecla 2nd e X. Tecla Y
Em modo manual, sem chamada da ferramenta realiza preset do eixo, caso exista ferramenta ativa, realiza preset da ferramenta e na edição ou execução de programa chama eixo a ser programado. Na edição de uma sentença podemos escrever letra V pressionando tecla 2nd e Y.
Em modo manual, sem chamada da ferramenta
execução de programa chama eixo a ser programado. Na edição de uma sentença podemos escrever letra W pressionando tecla 2nd e Z Tecla CE
Utilizada para cancelar erros, alarmes e mensagens de aviso. Também limpa campo durante edição.
Tecla G
No modo de edição, execução ou MDI é usada para a chamada das funções G. Na edição de uma sentença podemos escrever letra N pressionando tecla 2nd e G. Tecla S No modo de edição, execução ou MDI é usada para a chamada da rotação S. Na edição de uma sentença podemos escrever letra R pressionando tecla 2nd e S. Tecla M No modo de edição, execução ou MDI é usada para a chamada da funções M. Na edição de uma sentença podemos escrever letra F pressionando tecla 2nd e M. Tecla T No modo de edição, execução ou MDI é usada para a chamada da ferramenta. Na edição de uma sentença podemos escrever letra D pressionando tecla 2nd e
Tecla +/-
Utilizada em parâmetros de configuração que necessita alterar o sinal do valor programado. Utilizado juntamente com a tecla 2nd habilita e desabilita Skip no modo de edição e execução. Na edição de uma sentença podemos escrever letra Q pressionando tecla 2nd e +/-. Tecla Ponto No modo de edição, execução ou MDI, chama sentença de programação de coordenadas polares. Na edição de uma sentença podemos escrever letra P pressionando tecla 2nd e Ponto. Tecla 0 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada como tecla numérica na edição da sentença, fora da sentença, habilita e desabilita o tipo de programação modo ISO ou MCS. Na edição de uma sentença podemos escrever letra O pressionando tecla 2nd e 0. Tecla 1 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada como tecla numérica na edição da sentença, fora da sentença, habilita e a função Round. Na edição de uma sentença podemos escrever letra I pressionando tecla 2nd e 1 No modo de edição,
função Chanfro. Na edição de uma sentença podemos escrever letra J pressionando tecla 2nd e 2. Tecla 3 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada como tecla numérica na edição da sentença, fora da sentença, define uma ferramenta. Na edição de uma sentença podemos escrever letra K pressionando tecla 2nd e 3 Tecla 4 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada para chamada de um ciclo fixo, utilizada também como tecla numérica na edição da sentença. Na edição de uma sentença podemos escrever letra E pressionando tecla 2nd e 4 Tecla 5 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada como tecla numérica, e como chamada da sentença stop na edição de um programa. Na edição de uma sentença podemos escrever letra H pressionando tecla 2nd e 5 Tecla 6 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada como tecla numérica e na chamada da sentença de ferramenta. Na edição de uma sentença podemos escrever letra L pressionando tecla 2nd e 6 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada
de um programa. Na edição de uma sentença podemos escrever letra A pressionando tecla 2nd e 7. Tecla 8 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada como tecla numérica, e como chamada da sentença LBC na edição de um programa. Na edição de uma sentença podemos escrever letra B pressionando tecla 2nd e 8. Tecla 9 No modo de edição, execução ou MDI, utilizada como tecla numérica, e como chamada da sentença Circular na edição de um programa. Na edição de uma sentença podemos escrever letra C pressionando tecla 2nd e 9. Tecla Help Na chamada de ciclo, mostra os ciclos existentes no comando.
Tecla 2nd
Utilizada para escrever letras das teclas.
Tecla Page Up
Utilizada para alterar páginas na tela de parâmetros e programas. Tecla Page Down
Utilizada para alterar páginas na tela de parâmetros e programas. Tecla Seta para cima
Seleciona parâmetros ou dados nas telas que necessitam de seleção. Tecla Seta para baixo
Seleciona parâmetros ou dados nas telas que necessitam de seleção.
Tecla Seta para esquerda
Seleciona parâmetros ou dados nas telas que necessitam de seleção. Tecla Go/To
Utilizada para realizar saltos de sentenças.
Tecla Del
Utilizada em programação, edição e M.D.I para deletar sentenças, programas e ciclos.
Tecla H
Utilizada em programação, edição e M.D.I para chamada de sentenças condicionais.
Tecla PGM
Utilizada em programação, edição para fechar programas abertos nestes modos.
Tecla Off-Set Não utilizada nesta aplicação.
Tecla MOD
Na tela de edição e execução sem máquina em ciclo, inibe tamanho arquivo, em execução e MDI altera dados visualização da tela.
Tecla GRF
Utilizada em programação, edição e M.D.I para chamada da sentença FAT X, em modo de simulação apresenta configuração do Gráfico.
Tecla Manivela Utilizada para habilitar/ Desabilita a manivela.
Tecla Teach-In Não utilizada nesta aplicação
Tecla F1
Utilizada para dar Start no ciclo automático.
Tecla F2 Não utilizada nesta aplicação
Tecla F3
Utilizada para dar Stop no ciclo automático.
Tecla F4
Utilizada para verificar alarmes e mensagens.
Tecla Alarmes e Mensagens.
Utilizada para verificar alarmes e mensagens.
Tecla de Retorno Utilizada para memorizar a tela apresentada.
1.13 – HABILITAÇÃO DE SENHA
O comando MCS Proteo sai de fábrica com uma senha padrão, sendo o fabricante da máquina responsável pela alteração da mesma. Com a senha de usuário 0 podemos realizar qualquer alteração nos parâmetros da máquina.
Se por ventura um programa for feito com o modo de usuário 0 habilitado, só será possível a alteração do mesmo caso seja digitado a senha de usuário.
Ao sair da MCS o comando possuía a seguinte senha de usuário:
Para saber se o modo de usuário 0 encontra-se habilitado basta verificar no canto superior esquerdo da tela do comando. Ver figuras abaixo:
Indicação que o comando encontra-se com o modo de usuário 0 habilitado.
Indicação que o comando não se encontra com o modo de usuário 0 habilitado.
Existe ainda outro modo de usuários 1, 2, 3, para acessa-los abasta substituir a tecla “0” na seqüência acima pelo número de usuário desejado.
Caso desejar desabilitar o modo de usuário deve-se digitar a seguinte seqüência de teclas:
Para alterar a senha de usuário, devemos estar com o modo de usuário que se deseja alterar habilitado, em seguida devemos digitar novamente a senha deste usuário, será apresentada a seguinte mensagem no comando: “Digite nova
“0” mais a seqüência de teclas desejada, em seguida pressione a tecla será apresentado a seguinte mensagem “Re-digite nova senha”, deve se digitar novamente a senha digitada anteriormente e pressione a tecla novamente. Neste momento aparecerá a mensagem “Nova senha assinalada”, deve pressionar a tecla .
2 - PROGRAMAÇÃO
2.1 - TIPOS DE COORDENADAS COORDENADAS CARTESIANAS
O sistema de coordenadas cartesianas é utilizado para programar os posicionamentos das ferramentas com relação às peças. Cada movimento que a ferramenta faz seja ele aproximação ou torneamento é programado através do sistema de coordenadas. A coordenada escrita (programada) indica o posicionamento da ponta de ferramenta.
O torno possui dois eixos de movimento da ferramenta, movimento longitudinal e movimento transversal, logo o plano cartesiano para torno tem uma linha paralela ao eixo longitudinal e outra paralela ao eixo transversal.
O CNC usa uma simbologia alfabética para representar os eixos, o eixo transversal é chamado de Eixo “X” e o eixo longitudinal é chamado de Eixo “Z”. No eixo “X” (transversal) vamos programar os Diâmetros e no eixo “Z” (longitudinal) vamos programar os comprimentos.
Todo posicionamento é programado por um ponto (X,Z), com relação a um ponto zero pré-determinado.
As coordenadas cartesianas podem ser absolutas ou incrementais.
Veja na seqüência como funciona o posicionamento e a nomenclatura (simbologia de cada eixo com relação ao plano cartesiano /máquina)para torno com torre porta ferramenta dianteira e traseira.
Coordenadas Cartesianas Absolutas (G90)
Como foi comentado acima podemos trabalhar com 2 tipos de coordenadas cartesianas. Um deles é o sistema de coordenadas cartesianas absolutas.
Quando trabalhamos neste modo a coordenada programada é a distância que a ferramenta está do ponto-zero em “X” e em “Z”.
No torno o ponto-zero em “X” (transversal) esta na linha de centro do eixo principal da máquina (eixo-árvore).
O ponto-zero em “Z” (longitudinal) pode estar em qualquer ponto da máquina. Normalmente, o ponto-zero em “Z” é estabelecido pela linha que passa pelo encosto da castanha ou pela face da peça.
O sinal positivo ou negativo é determinado pelo posicionamento da ferramenta no com relação ao zero como vimos nas figuras acima.
Para trabalhar com coordenadas cartesianas absolutas, deve se programar a função G90, esta função é modal, ou seja, depois de programada permanecerá ativa até que se programe uma função G incompatível.
G90 X 40 Z 4 Posiciona a ferramenta no ponto de aproximação (P1) X 40 Z- 60 Movimenta a ferramenta para P2
X60 Z- 60 Movimenta a ferramenta para P3 X85 Z- 85 Movimenta a ferramenta para P4 X85 Z-125 Movimenta a ferramenta para P5 X115 Z-125 Movimenta a ferramenta para P6 X115 Z-155 Movimenta a ferramenta para P7 X200 Z 50 Afasta a Ferramenta (P8)
Coordenadas Cartesianas Incrementais (G91)
No sistema de coordenadas cartesianas incrementais a origem passa a ser a posição atual da ferramenta. Podemos imaginar que a cada movimento a ferramenta esta em cima do zero.
Diferentemente do sistema de coordenadas absolutas, onde programamos o posicionamento da ferramenta com relação ao zero peça, o sistema de coordenadas incrementais deve-se programar somente a distancia que a ferramenta vai percorrer. Ex.: Se vamos movimentar a ferramenta para o sentido “X” + (positivo) devemos programar X+ (Distancia a percorrer em X) e se vamos movimentar a ferramenta para o sentido X- (negativo) devemos programar X- (distancia a percorrer em X) mesmo que a ferramenta ainda esteja no campo positivo, o sinal determina qual é o sentido (direção) que o eixo irá movimentar. O mesmo acontece com o eixo “Z”.
Logo, a coordenada incremental refere-se a distância percorrida pela ferramenta em relação ao último ponto que foi programado.
Para trabalhar programando coordenadas incrementais, deve se programar a função G91, esta função é modal e estará ativa até que se programe outra função G incompatível.
G90 X 40 Z 4 Posiciona a ferramenta no ponto de aproximação (P1) G91 X 0 Z- 64 Movimenta a ferramenta para P2
X 20 Z 0 Movimenta a ferramenta para P3 X 15 Z- 25 Movimenta a ferramenta para P4 X 0 Z- 40 Movimenta a ferramenta para P5 X 30 Z- 0 Movimenta a ferramenta para P6 X 0 Z- 30 Movimenta a ferramenta para P7 X 85 Z 205 Afasta a Ferramenta (P8)
2.2 - FERRAMENTA (T)
Através da letra T podemos programar um número de ferramenta, este número define a troca da ferramenta. Ex. T5.
2.3 - CORRETOR (D)
Através da letra D podemos programar um número de corretor (“D”). O corretor tem a função de definir a posição da ferramenta em relação ao ponto zero da máquina, lado de corte da ferramenta com relação a peça, definição do raio de corte para compensação e quando da execução de peças, corrigir o desgaste da pastilha.
2.4 - VELOCIDADE DE CORTE CONSTANTE (G96)/ ROTAÇÃO (G97)
Através da letra “S” podemos programar uma rotação ou velocidade de corte.
Quando programamos “S” junto com a função G96 estamos programando S = velocidade de corte em m/min. Ex. G96 S200; para 200 m/min.
Ao programar-se “S” junto com a função G92 estamos programando a máxima rotação para a velocidade de corte constante. Ex. G92 S 2500.
Podemos também programar a letra “S” junto com a função G97, neste caso estaremos programando S = rotação constante. Ex. G97 S 1500.
Informações Importantes Calculo de RPM
Normalmente o fabricante das ferramentas informa qual é a velocidade de corte indicada para cada tipo de ferramenta, que esta diretamente ligada com o tipo de material que será usinado.
Para calcular a RPM (rotações por minuto) ideal devemos saber qual é a velocidade de corte aplicável ao tipo de ferramenta e material que vamos usinar.
Vejamos a fórmula a seguir.
RPM = VC x 1000 Onde: RPM = Rotação por Minuto πר Vc = Velocidade de corte
A velocidade de corte (VC) corresponde á velocidade periférica da peça usinada, na parte que esta sendo usinada no momento. A velocidade de corte depende da RPM e do diâmetro de torneamento.
Rotação baixa e diâmetro pequeno resultam em baixa velocidade de corte. Alta rotação e diâmetro grande resultam em alta velocidade de corte.
Para programar a velocidade de corte, pode-se escolher entre duas possibilidades:
1. Sabendo quais diâmetros irá tornear, o programador determina as rotações mais favoráveis para a usinagem, calculando com a fórmula acima.
2. Programar uma velocidade de corte constante em m/min o Proteo® calcula automaticamente a adequada rotação para o diâmetro em que a ponta da ferramenta está posicionada.
A Velocidade de Corte é definida em catálogos de fabricante de ferramenta, bem como o avanço de usinagem, em função do tipo de material a ser usinado e da ferramenta que será usada.
EXEMPLO:
Para saber a RPM de um material qualquer de 80mm de diâmetro, com VC=100 m/min usando a fórmula obtemos o valor de aproximadamente 398 RPM.
2.5 - FUNÇÕES AUXILIARES (M)
As funções auxiliares são programadas quando se desejar fazer operações diferentes do movimento dos eixos; ex: ligar e desligar a placa, avançar ou recuar o contra-ponta etc. Algumas funções auxiliares obedecem normas internacionais, outras podem ser usadas pelo fabricante da máquina para executar funções específicas.
FUNÇÃO M DESCRIÇÃO
M00
Parada de Programa Incondicional.
Interrompe a execução do programa, desliga o eixo árvore e o óleo refrigerante. (PAUSE).
M01
Parada de Programa Opcional.
Igual ao M00, porém só vai funcionar se o operador preparar a máquina para executar esta
função. Normalmente é utilizada uma chave liga e desliga no painel de operação.
M02
Igual a M00; além disso, executa um reset modal no comando e retorna a leitura ao início do programa.
M03 Liga rotação do eixo árvore no sentido horário. M04 Liga rotação do eixo árvore no sentido anti-horário. M05 Desliga eixo árvore.
M06
Executa a troca de ferramenta (opcional; depende do fabricante e do sistema de troca de ferramentas da máquina).
M07 Liga refrigeração de corte.
M08 Liga bomba refrigeração de corte. M09 Desliga bomba refrigeração de corte.
M13 Liga eixo árvore sentido horário e refrigeração de corte.
M14 Liga eixo árvore sentido anti-horário e refrigeração de corte.
M19 Parada orientada do eixo árvore (Indexação). M20 Desabilita Indexação eixo árvore
M28 Testa contra-ponta recuado. M29 Testa contra-ponta avançado. M30 Igual a M02.
M37 Seleção gama baixa. M38 Seleção gama media. M39 Seleção gama alta. M40 Recua contra-Ponta. M41 Avança contra-Ponta. M43 Define gama alta (Opcional)
M49 Fixa POTF (Avanço) e POTS (Spindle/Árvore) M58 Ativa Modo de Velocidade de Corte Constante M59 Desativa Modo de Velocidade de Corte Constante M68 Testa Placa aberta.
M69 Testa Placa fechada. M70 Liga Interpolação SPLINE M71 Desativa Interpolação SPLINE M75 Desabilita Gráfico
M76 Habilita Gráfico
M77 Limpa Gráfico (reset na imagem da peça) M80 Origem Polar no Centro do Ultimo Circulo M81 Origem Polar no Ultimo Ponto Final
M82 Desliga Movimento Rotativo Pelo Menor Caminho M83 Liga Movimento Rotativo Pelo Menor Caminho M84 Liga Compensação de Avanço em Círculos M85 Desliga Compensação de Avanço em Círculos M86 Para Calculo na Frente e Copia Ponto Real M87 Para Calculo na Frente e Copia Ponto Teórico M88 Escala de Avanço Normal
M89 Escala de Avanço X10
M90 Desativa Compensação de Raio da Ferramenta. M91 Ativa Compensação de Raio da Ferramenta a
Direita
M92 Ativa Compensação de Raio da Ferramenta a esquerda.
M93 Ativa auto inserção de raios. M94 Desativa auto inserção de raios.
M95 Posicionamento Relativo ao Zero Máquina (G53). M96 Transição Macia de Cantos (arredondamento de
arestas).
M97 Posicionamento Preciso (arestas vivas). M98 Chamada do Ultimo Ciclo
M99 Final de Sub Rotina.
M10 Assume I e K Absolutos para Interpolação Circular M101 Modo Isso I e K incrementais