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Resoluções das Atividades

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Academic year: 2021

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Resoluções das Atividades

Sumário

Aula 1 – Quinhentismo ...1

Aula 2 – Barroco ...2

Aula 3 – Arcadismo ...3

Aula 4 – Romantismo no Brasil – Primeira geração romântica ...4

Aula 5 – Poesia romântica – Segunda e terceira gerações românticas ...5

01 C

Segundo o padre Manuel da Nóbrega, a principal preocu-pação deveria ser a conversão daquele povo e a propaga-ção da fé cristã católica naquelas terras.

02 A

A influência do colonizador português sobre os indígenas foi marcante também sobre os meninos índios. Conforme a estrofe de Anchieta, a cultura foi aos poucos diminuindo para dar lugar a um maior apreço pelo estrangeiro.

03 C

Tanto na carta de Pero Vaz de Caminha quanto na pintura de Eckhout, percebe-se a natureza descritiva em relação ao índio e a busca de uma representação "realista" de suas características físicas. Os dois exemplos pertencem ao Período Colonial brasileiro e ilustram nosso processo de colonização.

04 C

Uma das principais surpresas dos portugueses descritas por Caminha em sua “Carta” é em relação ao fato de os indí-genas andarem despidos. Na charge, a paródia inverte o ângulo e demonstra o que, provavelmente, os nativos pen-saram das vestimentas dos europeus.

02 C

Considerando o fato de que quase tudo encontrado nas terras americanas era considerado novidade para os por-tugueses, havia certa valorização à documentação e neces-sidade de registro das informações. Alguns desses textos, como a “Carta” de Caminha, apresentavam características literárias.

03 C

A carta, em sua essência, é um gênero que valoriza os acon-tecimentos do dia a dia. Mesmo em 1500, quando Caminha escreveu sua “Carta” ao rei de Portugal, a intenção primeira era retratar as novas terras.

04 B

Um dos propósitos dos modernistas de 22 era solidifi-car uma literatura essencialmente nacional. Para isso, os escritores dessa geração revisitaram textos das primeiras manifestações literárias do Brasil. No poema, Oswald de Andrade vale-se de um trecho da “Carta” de Pero Vaz de Caminha, modificando sua estrutura a fim de recriar o texto quinhentista.

05 D

Os jesuítas procuraram se apropriar de elementos valio-sos para a cultura indígena como forma de aproximação e catequese e introduziram de tais elementos nos rituais cristãos.

06 E

A letra da canção demonstra, de forma clara e explícita, que a visão acerca do índio foi se modificando ao longo do tempo. De uma visão outrora idealizada para uma visão crítica no presente. Tal perspectiva desperta uma reflexão acerca do genocídio indígena, processo por meio do qual os índios brasileiros foram progressivamente exterminados.

07 E

O texto trata da falta de uniformidade na língua dos indí-genas, possível de perceber por meio da diferença exis-tente em algumas palavras, embora essa diferença não acarretasse desentendimento.

01 C

Embora com uma possível intenção exclusivamente infor-mativa, a “Carta” de Caminha apresenta certo trato com a linguagem que permite caracterizá-la como texto literário.

Quinhentismo

Aula 1

Atividades para Sala

(2)

08 E

Tendo em vista que Caminha deu bastante destaque às riquezas encontradas e o fato de que ele menciona a busca por pedras preciosas, a “Carta” demonstra certo interesse português nas possibilidades de lucro que poderiam advir da descoberta.

09 D

O texto 2, de Oswald de Andrade, de tom jocoso e paro-dístico, trata do comportamento de certa forma estereo-tipado do povo brasileiro. O título do poema, “Festa da raça”, já introduz essa ideia.

10 A

Anchieta não se afastou de sua religião para catequizar os indígenas; utilizou-se de elementos indígenas, como más-caras e instrumentos primitivos, para incutir no índio a reli-gião católica. Também aprendeu o tupi, para ter maior pene-tração entre os índios, e escreveu o Auto representado na

festa de São Lourenço, escrito em sua maior parte em tupi.

01 D

Padre Antônio Vieira ressalta, por meio de jogos de pala-vras e questionamentos, o comportamento dos pregado-res, que não condiz com suas palavras.

02 B

É possível observar o constante embate de ideias desta-cado pelo autor. Tais embates apresentam o argumento que vai sendo tecido no decorrer do texto resultando em uma conclusão.

03 C

Temas como a efemeridade das coisas do mundo, o con-traste de sentimentos, tudo isso por meio de jogos de palavras e ideias são caros ao estilo barroco e expressam a tensão do homem do século XVII.

04 E

Elementos como “luz”, “sombra” e “beleza”, recorrentes no poema, caracterizam a predominância de imagens mais voltadas ao sentido da visão.

01 E

A crítica aos excessos do Barroco dito cultista ou gon-górico e a defesa do conceptismo traduzem a opção de Vieira pelo aspecto intelectual, pela racionalidade, em detrimento do jogo de imagens, metáforas e antíteses, ou seja, da manipulação verbal, da atitude lúdica que se comprazia em fazer o sermão “em xadrez de estrelas”. A comparação com o xadrez deixa clara a condenação à ati-tude lúdica de quem “ladrilha” ou “azuleja”, trabalhando o jogo simétrico das antíteses como eixo da construção imagética.

02 B

Logo após a metáfora “xadrez de palavras”, uma série de antíteses explica essa metáfora, como se nota em “se de uma parte há-de estar branco, da outra há-de estar negro”, […] ”dia” × “noite”; “luz” × “sombra”, “desceu” × “subiu”.

03 A

O termo lavor está ligado às expressões “ladrilha”, “azu-leja”, “xadrez de estrelas”, “xadrez de palavras”, todas expressando preocupação eminentemente ornamental, decorativa, de “enfeite”. Dessa forma, seu sinônimo é ornamento.

04 C

Com argumentos que pretendem convencer pelo racio-cínio, com mecanismos lógicos, Vieira emprega o con-ceptismo, estilo que buscava a essência das coisas.

05 C

No poema, Gregório de Matos utiliza rima interna, ou seja, rimas dentro do mesmo verso, além da própria rima entre versos. Esse jogo de palavras reforça o caráter dúbio da própria crítica que se faz à cidade: a moralidade estava sendo alvo de sátira, em uma tentativa de expor a “ver-dade” e a falta de “honra”.

06 E

a) (F) O eu lírico justifica a decadência da cidade, tendo como exemplo o comércio do açúcar que era tro-cado por drogas inúteis, como percebemos nos versos “Deste em dar tanto açúcar excelente / Pelas drogas inúteis,...” Por isso, o desejo de buscar a simplicidade, renunciando ao luxo.

b) (F) O soneto é um lamento que chora o estado em que Salvador se encontrava. Na primeira estrofe, nota-se a comparação do eu lírico em seu estado anterior àquele. Tal afirmação é percebida nos ver-sos “Triste Bahia! Ó quão dessemelhante / Estás e estou do nosso antigo estado!”

Atividades para Sala

Atividades Propostas

Barroco

Aula 2

(3)

c) (F) Diante dos negócios que visavam ao luxo, à vai-dade, à perspicácia do estrangeiro junto à ingenui-dade dos baianos, o eu lírico deseja que a ciingenui-dade renuncie a essa vaidade e volte à severidade, à humildade de usar um simples capote de algodão. d) (F) A constatação e a explicação assumidas pelo eu

lírico reforçam o deslumbramento a que eles, os baianos, eram submetidos: “Pelas drogas inúteis, que abelhuda / Simples aceitas do sagaz Brichote.” e) (V) Há uma crítica ao comportamento da burguesia

baiana que, ingenuamente, se deixava enganar pela perspicácia, sagacidade do europeu.

07 B

A metáfora apresentada do trecho “Se tem espelho e é cego, não se pode ver por falta de olhos” diz respeito, justamente, às pessoas que preferem não olhar para os próprios erros. O conhecimento sobre aquilo que faz con-tra outros e a autocrítica para se corrigir precisam estar patente aos olhos de quem faz.

08 D

O homem barroco vivia sob constante tensão, um verda-deiro conflito interior entre o terreno e o celestial: a religio-sidade e o paganismo, o material e o espiritual, o pecado e o perdão; daí advém um de seus mais recorrentes temas: a efemeridade da vida.

09 B

Conhecido como o “Boca do Inferno” por sua insubmissão às autoridades da época, bem como por suas denúncias das mazelas da sociedade colonial, por meio das quais delatava o espírito corrupto e de pouca índole do homem daquele período.

10 E

A produção satírica de Gregório, além da alcunha de “Boca do Inferno”, valeu-lhe o degredo por estar em desacordo com o ideário Barroco.

01 D

No verso presente no item D, temos uma clara demons-tração do desejo de paz, de silêncio, de calmaria do eu lírico, certamente em relação à vida agitada e barulhenta da urbe.

02 B

De acordo com o verso “E a pastora infiel, que me faz guerra”, pode-se inferir que o termo “guerra” assume a conotação de contrariedade, recusa, negação aos apelos amorosos do eu lírico.

03 B

Homero, autor de Ilíada e Odisseia, e Virgílio, autor de Eneida, são os principais nomes da literatura clássica greco-romana. Ao citá-los, Tomás Antonio Gonzaga ressalta a importância da Antiguidade Clássica para a temática do Arcadismo.

04 B

Marília de Dirceu e Cartas chilenassão textos de Tomás Antônio Gonzaga nos quais se aborda, no primeiro, a temá-tica lírica em que o pseudônimo do autor, Dirceu, declara seu sentimento amoroso por Marília; e, no segundo, um conteúdo crítico de cunho político por meio da aborda-gem metafórica das Cartas chilenas.

05 A

Cláudio Manuel da Costa é o autor de Obras Poéticas, obra com a qual inaugura o seu fazer poético. Glauceste

01 D

Apesar de o texto 1 não pertencer à estética árcade, é possível assemelhá-lo ao texto 2, que é árcade, princi-palmente quanto a duas características listadas nos itens analisados: fugere urbem, essa característica aborda a vontade de regressar para o bucolismo do meio rural, tal fato é observado, por exemplo, nos primeiros versos dos textos 1 e 2; e inutila truncat, característica que relaciona a

Atividades para Sala

Arcadismo

Aula 3

Atividades Propostas

necessidade de cortar os excessos para uma vida harmô-nica e feliz, tal fato é observado, por exemplo, na primeira estrofe do texto 1 e na terceira do texto 2.

02 A

Outras duas características árcades verificadas nos dois textos são o bucolismo, relacionado com a valorização da natureza (verificado no verso I dos dois textos), e a sim-plicidade, a busca pela vida simples e feliz (verificada na segunda estrofe do texto 1 e na terceira estrofe do texto 2).

03 C

O texto 1, do poeta Mário Quintana, é pertencente ao Modernismo, enquanto o texto 2 tem seu autor, Cláudio Manuel da Costa, como um dos mais importantes nomes do Arcadismo brasileiro.

04 a) Carpe diem: aproveitar o presente.

b) O declínio da vida.

c) Em Tomás Antônio Gonzaga, a vida está em sua pleni-tude, enquanto em Reis, ela parte para o fim.

(4)

01 E

O Romantismo europeu se opunha à arte clássica, enquanto aqui no Brasil os escritores voltavam-se para as riquezas naturais da nação, para a história do país, em busca de uma

01 D

Contrário à poética parnasiana, atrelada a rigores esté-ticos inflexíveis advindos do modelo clássico, o poeta manifesta em seu prólogo o individualismo da poesia romântica.

02 E

I-Juca-Pirama exalta de maneira épica a figura do indígena

brasileiro. O poema, em toda sua extensão, mostra, com ares clássicos, o porquê do índio ser o herói do Roman-tismo brasileiro.

03 B

A exaltação à pátria se expressa por meio da referência a elementos naturais da nação; o pessimismo configura--se como característica de uma fase específica da escola romântica, e não determina, pois, toda a estética dessa escola.

04 D

Ao contrário do Arcadismo, que considera a natureza como algo perfeito e imutável, o Romantismo vê o ambiente

Atividades para Sala

Atividades Propostas

Romantismo no Brasil

Aula 4

Satúrnio (pseudônimo do autor) foi, em virtude de suas ligações com a tradição clássica, o poeta cuja obra melhor se ajustou aos padrões do Arcadismo europeu.

06 B

De pseudônimo Glauceste Satúrnio, o poeta bucólico Cláudio Manuel da Costa teve grande destaque na criação de seus sonetos, com muitas musas neles sendo cantadas. Nestes, encontra-se uma visão platônica do amor, com a mulher tratada como ideal distante ou perdido.

07 B

A temática árcade da dicotomia entre a cidade e o campo é similar à oposição feita por Cláudio Manuel da Costa entre a metrópole e a colônia. O poeta viveu em Portugal na civilidade e quando retorna ao Brasil depara-se nova-mente com a rusticidade dos “montes” e “outeiros”.

08 A

Os animais e os elementos campesinos que aparecem no poema evidenciam o bucolismo; o eu lírico apresen-tar-se como pastor mostra o pastoralismo; e a aurea

mediocritas (mediocridade dourada) é apresentada, por

exemplo, no trecho: “Se não tivermos lãs e peles finas,/ podem mui bem cobrir as carnes nossas/ as peles dos cordeiros mal curtidas,/ e os panos feitos com as lãs mais grossas.”. Essas características são representativas do movimento árcade.

09 A

O poema narra o episódio acerca do Tratado de Madri, firmado entre Portugal e Espanha, em 1750. A colônia dos Sete Povos das Missões do Uruguai, pertencente à Espanha, deveria passar a ser de Portugal, que cederia à Espanha sua colônia do Santíssimo Sacramento. Porém os índios que habitavam os Sete Povos das Missões, orien-tados pelos jesuítas, se negaram a passar para o domínio dos portugueses.

10 E

De traços satíricos, em um tom mordaz, agressivo, o poeta denuncia os desmandos do governador Fanfarrão Minésio, na verdade Luís da Cunha Meneses, então gover-nador de Minas.

identidade nacional. O movimento constituiu-se em uma escola que manifestava basicamente os anseios da classe burguesa, portanto, não se pode afirmar que o mesmo esteve desvinculado das classes dominantes.

02 D

I. (V)

II. (F) O adjunto adverbial “em vão” demonstra uma esperança quase perdida do eu lírico encontrar o ser amado. Na verdade, o texto é subsidiado justa-mente nessa esperança.

III. (V)

IV. (F) Nos versos 3 e 4, as expressões “lá rompe o sol” e “a brisa da manhã” evidenciam que a espera durou a noite toda.

03 A

Os versos do poema apresentam-se em cinco sílabas poéti-cas, ou seja, redondilha menor, e por meio do ritmo aludem ao canto de guerra, tema do texto.

04 E

Para alguns autores do Romantismo, ao contrário de outras escolas literárias, o conteúdo é mais importante do que a forma métrica. Assim, o ponto de partida sempre será o que se quer exprimir antes de se preocupar com a metrificação.

(5)

01 C

Nos versos “A casa era pequenina,/ Não era? – Mas tão bonita”, o verbo ser não foi repetido em “mas era tão bonita”. Essa figura de linguagem é chamada elipse.

01 B

O eu lírico do poema fala a um interlocutor que pode encontrar uma cruz marcando a sepultura de um escravo. Ao exaltar a imagem do escravo que só na morte encon-trou a liberdade desejada, Castro Alves enobrece a figura do escravo enquanto critica a prática da escravidão. Em parte, o povo brasileiro tem ascendência nos africanos que se tornaram escravos no Brasil. Isso demonstra o naciona-lismo que o eu lírico apresenta no poema.

02 C

Das três fases que o Romantismo brasileiro teve, Castro Alves é o maior representante, não só em quantidade de produção, mas também em importância temática de sua obra. Ele de dedicou intensamente à causa da abolição da escravatura.

03 A

Dentre os vários elogios feitos à figura feminina nas obras do Romantismo, a sensualidade é uma dos que mais se destaca. Essa característica é evidenciada no poema prin-cipalmente pelo fato de que o eu lírico descreve-a banhan-do-se.

04 C

No Brasil, o período do Romantismo foi a época em que a literatura obteve um status mais democrático, visto que muitos textos eram publicados em jornais e poderiam atin-gir várias classes sociais e públicos-alvo distintos.

05 E

O poeta deixa evidente sua emotividade, a saudade de sua infância, com ênfase a elementos da natureza.

Atividades para Sala

Atividades Propostas

Poesia romântica – Segunda e

terceira gerações

Aula 5

como um reflexo do eu lírico. No poema de Gonçalves Dias, a saudade que o eu lírico tem da sua terra é eviden-ciada pelas belezas do lugar em detrimento da feiura do exílio onde se encontra.

05 E

A visão modernista da natureza difere da visão romântica. Naquela, há a intenção de uma revisão da história brasi-leira, com tons mais reais e nacionalismo crítico.

06 C

Ambos os textos tratam do tema da nação; porém, o texto 2, com o traço modernista, revela uma visão mais realista da nação.

07 A

O texto de Gil e Torquato imita os versos de Gonçalves Dias, com uma clara mudança de temática, partindo de uma concepção menos idealizadora da pátria.

08 a) Nacionalismo

b) Lá – Brasil

Cá – Portugal (exílio).

09 C

A pergunta “Quem há, como eu sou?”, no texto de Gonçalves Dias, é um desafio que condensa a qualificação positiva que o narrador indígena fizera de si mesmo, apresentando-se como valente e hábil nas artes marciais. Já a pergunta “Quem podia saber do Herói?”, na obra de Mário de Andrade, arremata a descrição da desolação e do abandono que se abateram sobre a tribo de Macunaíma. A realidade indígena brasileira é apresentada, portanto, sob visões opostas: positiva e idealizada no poema romântico de Gonçalves Dias; negativa e crítica na rapsódia modernista de Mário de Andrade.

10 A

No Romantismo, os sentimentos, desejos e anseios do poeta ganhavam destaque no texto. Antes de seguir modelos formais, os românticos deixavam prevalecer o conteúdo da poesia.

02 E

Ao descrever a beleza da sua terra, o eu lírico exalta seu país de forma a demonstrar a saudade sentida ao mesmo tempo em que revela o sentimento nacionalista.

03 D

O desejo de morrer e a desilusão amorosa consistem em tal fundamento, como vemos nos versos: “O adeus, o teu adeus, minha saudade,/ Fazem que insano do viver me prive/ E tenha os olhos meus na escuridade”. Nota-se, portanto, que a rejeição amorosa traz o desejo de morte para o eu lírico.

04 B

Na poesia, é ressaltado o nacionalismo, a saudade da pátria amada, de onde está longe o eu lírico.

(6)

06 A

I. (V) II. (V)

III. (F) A alegoria feita no poema trata os carrascos como orquestra e os escravos traficados como povo que dança. Essa dança deve-se ao balanço do navio nas ondas do mar e da fuga dos escravos aos atos vio-lentos contra eles.

IV. (F) Os escravos, na verdade, lutavam por sobreviver no navio.

07 B

As lacunas são completadas corretamente da seguinte maneira:

O trecho em questão é parte do poema “Navio negreiro”, em que Castro Alves expressa a preocupação com o social, uma das vertentes do Romantismo.

08 a) A temática social abordada por Castro Alves,

eviden-ciada pela denúncia dos horrores da escravidão, é totalmente destoante das temáticas ultrarromânticas, cujos elementos poéticos relacionam-se à melancolia, à morte e ao pessimismo.

b) Castro Alves utiliza-se dos seguintes recursos estilísti-cos: apóstrofes, uso de exclamações e verbos no impe-rativo.

09 B

I. (F) No trecho lido, a natureza é representada como a esperança do eu lírico em encontrar um lugar de repouso e liberdade: “vou dormir à tarde/ À som-bra fresca da palmeira erguida”.

II. (V)

III. (F) Castro Alves é representante da terceira geração do Romantismo brasileiro.

10 E

O movimento modernista também tem como caracterís-tica a retomada de alguns dos principais temas do Roman-tismo, ainda que seja para criticar. No texto 2, os autores parodiam o texto 1 intentando mostrar uma nova situação na qual o Brasil se encontrava.

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