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Resumo do SDD - Sistema de Due Diligence da Madeira Controlada FSC FSC Controlled Wood Due Diligence Summary

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Academic year: 2021

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Resumo do SDD - Sistema de Due Diligence da Madeira Controlada FSC

®

FSC Controlled Wood Due Diligence Summary

Nome da empresa:

Certificate holder:

Klabin SA - Unidade Santa Catarina Nome do Certificador:

Certification Body (CB): Rainforest Alliance / Imaflora Endereço da sua empresa:

Certificate holder address:

Avenida Olinkraft, 6602, Igaras, Otacílio Costa SC, CEP 88540-000

Data da Aprovação do Certificador:

Date of CB approval:

(a ser preenchido pelo Imaflora)

Data da revisão do DDS:

DDS review date:

07/09/2017 (FCO-PRO-COM-0002) Preparado por:

Elaborated by:

Mireli Moura Pitz Floriani

1. Informações do Sistema de Due Diligence 1. Due Diligence System information:

Análise(s) de risco utilizada(s):

Risk Assessment: FSC-CW-RA-020-BRA V1-1 Descrição da matriz de fornecimento:

Description of supply area:

Caçador (Mesorregião 4201 - Oeste Catarinense)

Bocaina do Sul, Bom Retiro, Campo Belo do Sul, Campos Novos, Capão Alto, Correia Pinto, Curitibanos, Lages, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Ponte Alta, São Cristóvão do Sul e São José do Cerrito (Mesorregião 4203- Serrana)

Agrolândia, Agronômica, Atalanta, Braço do Trombudo, Lontras, Petrolândia, Pouso Redondo, Rio do Campo, Salete, Taió, Trombudo Central, Vidal Ramos (Mesorregião 4204- Vale do Itajaí)

Designação de risco Risk designation

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UF state

Mesorregião do IBGE description of supply area

Categoria 1 Category 1

Categoria 2 Category 2

Categoria 3 Category 3

Categoria 4*

Category 4*

Categoria 5 Category 5 Baixo

Low

Indet./Alto Unsp./High

Baixo Low

Indet./Alto Unsp./High

Baixo Low

Indet./Alto Unsp./High

Baixo Low

Ind./Alto Unsp./High

Baixo Low

Ind./Alto Unsp./High

SC Mesorregião 4201-Oeste Catarinense x x x N/A N/A x

SC Mesorregião 4203-Serrana x x x N/A N/A x

SC Mesorregião 4204 -Vale do Itajaí x x x N/A N/A x

* A categoria 4 não se aplica para florestas plantadas de espécies exóticas/ * Category 4 does not apply to exotic species planted forests

2. Reclamações:

2. Complaints:

Procedimentos para realizar denúncias ou reclamações Procedure for filing complaints

Um sistema de recebimento de demandas, entre elas, as reclamações são recebidas em diversos canais, sendo o 0800 721 0228 o canal principal. Após recebimento, as demandas, são direcionadas para área de Ambiência Florestal que agrupa todas em uma planilha denominada "Planilha de demandas". As demandas, entre elas as reclamações, são direcionadas para os responsáveis e tratadas em tempo determinado conforme a gravidade ou tipo de demanda.

Informações do canal de reclamação

Contact information of the person or position responsible for addressing complaints

- Sistema 0800 (0800 721 0228);

- Telefone fixo: 49-3275 8422 / 3275 8228 - www.klabin.com.br/ouvidoria

-E-mail: [email protected] (0800 718 7814) - Programas socioambientais

- Comunicação interpessoal, entre outras.

3. Medidas de Controle

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3. Control measures

Todas as áreas de abastecimento são de baixo risco (se aplicável deixe a seção abaixo em branco) All sourcing areas are of low risk (if applicable leave section blank)

Categoria de Risco Risk category

Indicador

(insira o número do indicador e descrição para cada caso) Indicator (note indicator number and description for each)

Descrição das medidas de controle Description of CM

Madeira explorada ilegalmente Illegally harvested wood

nota: se aplicável, indique as seções relevantes da tabela A da FSC-STD-40-005 V3, Anexo A.

1.1 A Klabin exige no momento da negociação de compra da madeira cópia de documentos que comprovem a posse da área/e ou floresta. Os documentos solicitados são: matrícula do imóvel, Escritura Pública de compra e venda de terras, contrato de arrendamento, contrato de compra e venda de madeira, contrato de parceria florestal, declaração em conjunto do proprietário da terra e do fornecedor de madeira em casos específicos.

1.2 Não há situação de concessão florestal na região de fornecimento de madeira controlada.

1.3 e 1.4 Não há requisitos específicos para manejo e licenciamento de corte de florestas plantadas.

2.1 A madeira adquirida pela empresa é acompanhada de Nota Fiscal. Os valores de compra da madeira são proporcionais ao valor de madeira do mercado local.

2.2 e 2.3 Os impostos devidos sobre a compra de madeira são todos pagos conforme exigências legais.

Evidências podem ser verificadas junto ao setor contábil da empresa.

3.1 A legislação estadual permite a colheita de floresta plantada sem licença específica. Para a colheita de floresta plantada em áreas de preservação permanente é necessária autorização do órgão ambiental.

A compra de madeira proveniente de floresta plantada colhida em áreas de preservação

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permanente só será permitida com a devida presença de licença da FATMA em Santa Catarina.

Aguarda-se a definição da regulamentação da madeira colhida em áreas de preservação permanente definida como área consolidada registrada no Cadastro Ambiental Rural (CAR) 3.2 Não aplicável. Não há aquisição de espécies nativas.

3.3 Monitoramento de campo para verificação do cumprimento principalmente do Código Florestal Brasileiro e da Lei da Mata Atlântica (Procedimento Interno FCO-PRO-COM-0002/

FCO-ANX-COM-0003- Check list - Madeira Controlada)

3.4 Monitoramento de campo para verificação do fornecimento e utilização de EPI's por parte dos trabalhadores envolvidos na colheita florestal dos fornecedores (Procedimento Interno FCO-PRO-COM-0002/ FCO-ANX-COM-0003- Check list - Madeira Controlada).

3.5 Monitoramento de campo para verificação se os trabalhadores estão devidamente registrados. Na ausência de registros, há medidas implantadas que podem notificar e suspender fornecedores (Procedimento Interno FCO-PRO-COM-0002/ FCO-ANX-COM-0003- Check list - Madeira Controlada).

4.1,4.2 e 4.3 Indicadores não aplicáveis.

5.1 e 5.2 As espécies adquiridas são Pinus spp. e Eucaliptos spp. Todas as cargas transportadas são acompanhadas de notas fiscais.

6.1 A empresa possui um sistema Due Dilligence.

Madeira explorada em violação de direitos tradicionais e humanos;

Wood harvested in violation of traditional and civil rights

2.1 Fonte de informação: www.globalwitness.org

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2.2 Indicador não aplicável. Não há conflito pela madeira na região de atuação da empresa.

2.3 Monitoramento de campo para verificação das condições de trabalho, presença de trabalho escravo ou infantil. Na identificação de irregularidades há medidas implantadas para

suspensão do fornecedor (Procedimento Interno FCO-PRO-COM-0002/ FCO-ANX-COM-0003- Check list - Madeira Controlada).

2.4 Indicador não aplicável. Não há conflitos de magnitude substancial na região de atuação da empresa.

2.5 Indicador não aplicável. Não há presença de povos indígenas na região de atuação da empresa.

Madeira oriunda de florestas nas quais altos valores de conservação estejam ameaçados por atividades de manejo;

Wood harvested in forests where high conservation values are threatened by management activities

3.1 e 3.2 Todos os fornecedores foram mapeados com coordenadas geográficas e um mapa considerando estes pontos e as áreas de Alto Valor de Conservação (AVC's) foi criado.

Os fornecedores estão localizados em pontos distantes das AVC's.

Os fornecedores respondem um questionário sobre AVC's durante as vistorias de campo.

Orientações/informações sobre AAVC's são repassadas durante vistorias/auditorias de campo, bem como a entrega do Resumo Público da Klabin SC (Procedimento Interno FCO- PRO-COM-0002/ FCO-ANX-COM-0002- Processo de Consulta Pública – Área de Alto Valor de Conservação ).

Madeira oriunda de florestas 4.1 Os dados geográficos disponíveis no banco de dados confirmam que o limite espacial no

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sendo convertidas em plantações e uso não-florestal

Wood harvested in forests being converted to plantations or non- forest use.

indicador foi atendido. Além disso, os relatórios governamentais (últimos 5 anos) que lidam com mudanças de cobertura da terra confirmam que a conversão não excede o limite.

Não existem perda líquida e nem taxa significativa de perda (>0,5% por ano) de florestas naturais ou de outros ecossistemas com vegetação arbórea, na ecoregião considerada.

Madeira de florestas nas quais

árvores geneticamente

modificadas sejam plantadas.

Wood from forests in which genetically modified trees are planted.

5.1 Não há nenhum uso de árvores geneticamente modificadas.

Risco de mistura na cadeia de suprimento

Risk of mixing in supply chain

Procedimentos operacionais são seguidos para garantir que não ocorra mistura de madeira certificada e não certificada, atendendo os percentuais permitidos (FCO-PRO-COM-0001 - Controle da Cadeia de Custódia para venda e compra de toras, toretes e cavacos / PSC-PRO- GEF-0002 – Área de Controle da Madeira)

4. Resumo do processo de consulta a partes interessadas 4. Stakeholder Consultation Processes/Summary

Não aplicável (as medidas de controle não requerem consulta a partes interessadas) None required (Not applicable)

2 - Madeira explorada em violação de direitos tradicionais e humanos

Neste indicador o Brasil é classificado como baixo risco. Mesmo assim há análise de risco. Conforme consulta a especialista em Georreferenciamento as áreas de fornecimento de madeira ficam distantes das áreas indígenas presentes em SC.

3 - Madeira oriunda de florestas nas quais altos valores de conservação estejam ameaçados por atividades de manejo

O estudo de identificação das Áreas e Alto Valor de Conservação – AAVC’s na região de abrangência da Klabin em SC foi realizado pela The Nature Conservancy - TNC. Após a entrega dos resultados foi realizada a consulta a partes interessadas através da apresentação das áreas propostas como “Áreas e Alto Valor de Conservação – AAVC’s” nas unidades de manejo da Klabin em Santa Catarina, bem como as estratégias de manutenção e redução das ameaças e monitoramento.

Para a consulta foram identificadas as partes interessadas relevantes como comunidades do entorno das AAVC’s propostas, pesquisadores/especialistas das

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universidades locais, além dos membros do Conselho Estadual de Meio Ambiente – CONSEMA em SC.

A consulta publica, foi realizada em três fases:

1) Comunidades locais: Foram visitadas e entrevistadas, aplicando-se um questionário elaborado em linguagem apropriada. Nas sete comunidades visitadas (Complexo Serra da Farofa, Paredão, Santa Rita, Ponte Alta do Norte, Capão da Lagoa, Corote e Palmital do Areião), foram aplicados 131 questionários consultivos.

As principais contribuições recebidas deste público foram relativas à presença de caça em algumas fazendas e o risco de fogo, a valorização em relação ao atributo água e sua conservação, bem como a dificuldade em diferenciar os termos AAVC, Reserva Legal – RL e Áreas de Preservação Permanente – APP. Na região do Complexo Serra da Farofa, percebe-se um descontentamento da população rural em relação à quantidade de vegetação nativa no entorno, o que segundo eles, dificulta o desenvolvimento das propriedades, sugerindo que não seja necessária tamanha conservação. Ao mesmo tempo, confirmam que a atividade de coleta do pinhão é uma fonte de renda importante na comunidade.

2) Pesquisadores/especialistas: Foram consultados via e-mail, 21 especialistas através do envio de um resumo público do relatório final da The Nature Conservancy - TNC acompanhado de um questionário em linguagem apropriada. Retornaram 15 questionários com respostas.

A maioria dos especialistas apontou nas suas contribuições a necessidade de se intensificar os trabalhos de pesquisa na área, bem como, a educação ambiental nas comunidades do entorno.

Antes do contato com o relatório da TNC, a maioria dos especialistas já sabiam o que é uma AAVC, sendo que, a metade deles afirma já ter trabalhado ou ter algum tipo de contato com este tipo de área.

Com base nos resultados do estudo de identificação de AAVC’s apresentado, há consenso quanto às áreas sugeridas pela empresa poderem ser consideradas como de Alto Valor.

No primeiro atributo: “Concentrações significativas de valores de biodiversidade”, há quem acredite que existam espécies ainda desconhecidas. Também, que a Fazenda Palmital do Areão possui uma baixa riqueza de espécies por estar em processo de regeneração, mas que abriga espécies da fauna catarinense que estão ameaçadas. De acordo com um entrevistado, este atributo está presente em todas as possíveis áreas indicadas como AAVC. Assim, só a presença deste atributo já justificaria a titulação em AAVC das áreas nativas sugeridas pela empresa.

Com relação ao atributo “Grandes áreas florestais em nível de paisagem”, acredita-se ser um atributo importante para Áreas de Alto Valor, mas que se devem ser consideradas as ações antrópicas indiretas, que podem ser relativas ao tamanho destas áreas e têm afetado a composição das paisagens.

Quanto às “Áreas florestais que estão inseridas ou que contém ecossistemas ameaçados ou em perigo”, há quem considere que as pequenas matas nebulares da

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Fazenda das Nascentes, as áreas de turfeira, e as áreas transicionais da Fazenda Paredão sejam pontos a acompanhar com maior frequência. Ainda, que é interessante um maior monitoramento de delitos ambientais.

Das “Áreas de floresta que fornecem serviços ambientais básicos em situações críticas”, houve citação referente às nascentes do Rio Caveiras na Fazenda das Nascentes, que contribuem com água de qualidade para uma população em torno de 200 mil pessoas. E ainda, que todas as áreas limítrofes serão beneficiadas por ser hoje uma unidade de conservação na categoria RPPN.

Quanto ao item “Áreas florestais importantes para a identidade cultural tradicional de comunidades locais”, em torno de 20% dos especialistas não concordam que este seja um atributo de Alto Valor. Segundo eles, há poucas áreas que atendem este ponto, sobretudo no que diz respeito às áreas de extrema importância cultural e tradicional.

Quanto às medidas de proteção e monitoramento, as ações mais apontadas foram em relação ao cercamento, ao uso sustentável dos recursos naturais como forma de subsistência, a estudos nas áreas e, principalmente, incentivos para educação ambiental nas áreas de entorno, comunidades vizinhas, e populações que tenham qualquer tipo de contato com estas áreas.

Uma das contribuições foi referente à manutenção e aumento da biodiversidade dos remanescentes florestais. O especialista sugeriu um maior controle entre os plantios comercias e as florestas naturais. Ele acredita que deveria existir uma zona ou uma extensão entre estas duas áreas visando dificultar a entrada de propágulos exóticos nestes ambientes, já que algumas áreas nativas apresentam espécies exóticas. Ainda, segundo ele, pesquisas devem ser feitas visando deixar uma distância ótima entre estas áreas (plantadas e naturais), que pode ter influência de muitos fatores, como a direção predominante dos ventos, fenologia reprodutiva das espécies plantadas, dentre outras.

Complementarmente, o cercamento é de fundamental importância para conter a invasão de espécies domesticadas e/ou exóticas. Monitoramentos de fauna periódicos também são cruciais para acompanhar o desenvolvimento das relações ecológicas, bem como atestar ainda mais a qualidade ambiental destes

ambientes. Outro entrevistado acredita que novos grupos de organismos deverão ser investigados como peixes, anfíbios, macroinvertebrados, insetos (formigas e abelhas) e fungos.

Ainda, propõe-se que os monitoramentos devem avaliar o ecossistema, e neste, deve-se cobrir tanto os meios bióticos quanto abióticos. Índices de qualidade de água e ar poderiam ser incluídos nos levantamentos de campo. A presença do Estado, por meio de uma parceria com a Polícia Militar Ambiental circulando esporadicamente nas regiões das AAVC’s, pode ser importante para intimidar e coibir algumas ameaças como caça, captura de animais silvestres nessas áreas e no entorno delas. Igualmente, entende-se que serão necessárias políticas públicas ou aplicação imediata das já existentes para as áreas do entorno e/ou amortecimento destas, bem como a implantação de corredores ecológicos para garantia da Biodiversidade Genética destes fragmentos.

A fiscalização e monitoramento presencial têm se tornado a alternativa mais eficiente. No entanto, ações de educação ambiental também apresentam resultados eficientes no longo prazo. O ambiente é dinâmico e as ameaças podem mudar de lado ou de lugar de uma hora para outra. Estudar e monitorar ambientes

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constantemente são mecanismos baratos de comprovar a eficiência e de descrever novos eventos biológicos. Nos dias atuais, equipamentos tecnológicos cada vez menores e duráveis coletam dados com maior precisão.

Da mesma forma, outra colaboração foi relativa a campanhas educativas, embora já realizadas, demonstrando a importância dessas áreas sob o ponto de vista da biodiversidade, proteção dos mananciais hídricos e por outros benefícios gerados pelos serviços ambientais disponibilizados às comunidades vizinhas das AAVC’s.

Além disso, supõe-se que sejam necessários investimentos em educação de qualidade para a formação de uma sociedade mais consciente e que valoriza o conhecimento.

Conforme um entrevistado, no momento que se tem uma floresta de valor econômico e uma sociedade consciente da importância do manejo sustentável nessas áreas, não será necessário um monitoramento efetivo para a redução de ameaças. O mesmo considera que as extensas florestas não serão mantidas pela força da lei, mas pela importância econômica e de bem estar da sociedade.

Admite-se que há muito trabalho a ser realizado com os residentes tradicionais do entorno dessas áreas no sentido do uso sustentável das mesmas, como na Farofa com a coleta do pinhão, uso energético dos subprodutos das araucárias, entre outros. Outra questão importante é a que se refere ao manejo das espécies arbóreas ameaçadas de extinção, como o pinheiro do Paraná (Araucaria angustifolia). Este assunto está cada dia mais em evidência, tanto por constituir uma renda a mais para o produtor, quanto pela necessidade de sua preservação, pois de acordo com o senso comum de profissionais e produtores da região, isso ajudaria na regeneração dos indivíduos juvenis. É um assunto para ser tratado mais técnica e cientificamente, pois, deve-se avaliar a velocidade de crescimento (incremento) e os aspectos fitossociológicos e genéticos em cada ambiente específico e de cada espécie de interesse. O que não se pode é comprometer a população envolvida, nem a fauna e flora nativa local.

Outra opinião é de que todas as áreas florestais descritas possuem importantes valores sociais e ambientais, como proteção de bacias hidrográficas, presença de espécies ameaçadas, entre outros.

Por fim, observações com relação à colocação de placas indicativas nas áreas do Complexo Serra da Farofa e palestras de sensibilização quanto à preservação ambiental nas comunidades do entorno dessas áreas, visando à redução dos impactos externos.

3) Apresentação CONSEMA: na reunião extraordinária do Conselho de Meio Ambiente Estadual para apresentação das Diretrizes propostas pelos resultados do Inventário Florestal Catarinense para criação de uma Política Florestal no estado, a Klabin teve pauta para apresentação do resumo dos resultados da consultoria realizada pela The Nature Conservance - TNC, que teve como produto o apontamento das Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade na Klabin em SC. Estavam presentes, além dos conselheiros, o Presidente da FATMA, o Promotor de Meio Ambiente regional, Renne Cardoso Braga, o Chefe do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente do Ministério Público do Estado de Santa Catarina, Paulo Locatelli, Capitão da Polícia Ambiental em Lages, Frederick Rambusch, entre outros.

Posterior a apresentação das áreas que estão sendo propostas como AAVC’s, foram entregues questionários consultivos aos participantes da reunião. Alguns

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preencheram as respostas no ato da reunião e outros solicitaram enviar posteriormente.

De modo geral, o tema abordado foi apreciado, sendo elogiado pelos participantes e pelo presidente do CONSEMA que enfatizou a sua relevância em relação ao tema que estava sendo tratado na reunião e o bom exemplo que a Klabin estava trazendo, bem como, ficou grato pelos conhecimentos adquiridos sobre o tema abordado e a certificação florestal. Foram distribuídos 30 questionários consultivos na ocasião. Retornaram logo após o término da apresentação 5 destes, sendo que os demais se comprometeram a encaminhar suas contribuições posteriormente.

Os principais questionamentos posteriores a apresentação foram em relação à certificação florestal. Percebeu-se que o tema AAVC, era até então, desconhecido pela maioria.

Após as contribuições a empresa estabelecer oficialmente como AAVC’s em SC, todas as áreas elencadas pela consultoria TNC, sendo estas áreas representativas das três regiões hidrográficas que compreendem as suas áreas de atuação (RH4, RH5 e RH7). Assim oficialmente tornaram-se AAVC’s em SC as áreas que compreendem a RPPNE Complexo Serra da Farofa, Paredão I, Ponte Alta do Norte, Santa Rita, Capão da Lagoa (Região Hidrográfica 4), a Fazenda Palmital do Areião (Região Hidrográfica 5) e a Fazenda Corote (Região Hidrográfica 7).

Mapa com a localização das AAVC’s em SC:

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Um questionário consultivo foi criado para consulta pública junto a fornecedores de madeira controlada durante as auditorias/vistorias de campo. As

coordenadas geográficas dos empreendimentos florestais de madeira controlada da Klabin deram origem a um mapa para avaliações de proximidades com as AAVC's de forma a evitar impactos sobre as AAVC's.

5. Uso de Especialistas 5. Technical Experts Used

Não aplicável (as medidas de controle não requerem especialistas) None required (Not applicable)

Nome Qualificação Nºde registro/licença Escopo do serviço Fonte de informação (em caso de consulta a documento

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Name Qualification License/Registration # Scope of Service público)

Source Information Adelar Mantovani Agrônomo Doutor

em Ciências Biológicas (Biologia Vegetal) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.

Diretor de Pesquisa e pós- graduação da UDESC/CAV

CREA-SC (nº 041076-0) Orientador de

pesquisas em áreas de

AAVC's [email protected]

49 3289-9103

lattes.cnpq.br/6343363131262124

https://www.researchgate.net/profile/Adelar_Mantovani

Lucia Ceccato de Lima Dra. Eng. Ambiental pela UFSC (2007).

MSc Educação /Educação e Ciência pela UFSC (1999).

Especialista em Metodologia da Pesquisa pela UNIPLAC (1996).

Especialista em Educação pela UNIPLAC (1993).

Bióloga UFSC (1984).

CRBio 3 Reg. n.

04281/86.

Professora e

coordenadora adjunta do Mestrado em Educação - PPGE/UNIPLAC e professora do Mestrado em Ambiente e Saúde - PPGAS/ UNIPLAC. É líder do Grupo de Estudos e Pesquisa em Ambiente, Educação e Saúde

[email protected]

(49) 3561-6200

lattes.cnpq.br/9121999278579309

Michel Tadeu Rodrigues Nolasco Omena

Biólogo pela Universidade Católica de Santos

Matrícula 140777-6 ICMBio

Analista Ambiental Gestor da Unidade de

Conservação PARNA - [email protected]

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(1990) e Tecnologia da Informação (UNESP - 1997), e MSc Eng. Florestal (UDESC - 2014). Tem experiência na área de Ecologia e Geo processamento, com ênfase em Gestão de Áreas Protegidas.

Parque Nacional de São Joaquim (2013)

49-3278-4994

Michel Omena

Analista Ambiental - Parque Nacional de São Joaquim Av. Felicíssimo R. Sobrinho, 1542 - Urubici - SC

Tatiana Arruda Correa Bióloga, MSc.

Ciências do Solo (UDESC)

- Programa SC

Rural/Comitê Canoas

www.comitecanoas.com.br Comitê Canoas

SDR - Curitibanos

Rua: Lauro Muller, nº 15,Centro Curitibanos/SC CEP 89520-000 (49) 3412-3003

Leandro da Rosa Casanova

Eng. Florestal (UFSM)Especialista em Recursos Hídricos - APREMAVI

- Assessor Florestal da

Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida - APREMAVI

[email protected] www.apremavi.org.br

(47) 3535 0119 Mireli Moura Pitz Floriani Bióloga Dra. em

Produção Vegetal UDESC (2015), Msc em Produção Vegetal (2009),

CRBio 3 Reg. n.5838/03

Analista de Sustentabilidade - Klabin Florestal SC

[email protected] www.klabin.com.br 49 3275 8213

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Especialista e Educação Ambiental

6. Resumo das Verificações de Campo – nível de UMF (Unidade de Manejo Florestal) 6. Field Verification Summary – FMU level

Não aplicável (as medidas de controle não incluem verificações em campo) None required (Not applicable)

UMF FMU

Localização Location

Subgrupo (se aplicável) Subset

01 fornecedor Mesorregião 4201 - Oeste Catarinense* -

169 fornecedores Mesorregião 4203 - Serrana* -

39 fornecedores Mesorregião 4204 - Vale do Itajaí* -

* Em função da quantidade de fornecedores ser muito alta, a lista está sendo fornecida de forma agrupada por mesorregião.

Resumo das constatações Summary of Findings

As constatações de campo são discutidas em reuniões de análise crítica periódicas envolvendo os responsáveis com objetivo de garantir os resultados esperados. A possibilidade de melhorias nas condições de fornecimento de madeira, no que diz respeito a segurança dos trabalhadores, boas práticas, redução de impactos ambientais, procedimentos operacionais adequados, entre outros, são pontos tratados que conduzem os fornecedores de madeira controlada para a possibilidade de certificação do manejo florestal de suas áreas.

Justificativa da amostragem utilizada Justification of sampling rate

Foram realizadas visitas (vistorias) em todas as fazendas fornecedoras de madeira para Klabin Florestal.

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Ações tomadas para tratar não conformidades Steps Taken to address nonconformities

Em todas as fazendas visitadas foram aplicados chek list de verificação (Para cada fazenda,

dependendo da situação encontrada, foi emitida uma ação de regularização (Procedimento Interno FCO-PRO-COM-0002/ FCO-ANX-COM-0003- Check list - Madeira Controlada) e emitida uma ação de regularização com prazos definidos para entrega de evidências de cumprimento.

X Resumo das constatações não fornecido devido à natureza confidencial da informação

Summary of findings not provided due to confidential nature of information

Por medidas de relacionamento com fornecedores de madeira e possíveis futuros fornecedores, a alta direção solicitou que as constatações de campo ficassem para análise da certificadora.

7. Resumo das Verificações de Campo – nível de Cadeia de Suprimentos 7. Field Verification Summary – supply chain

Não aplicável (Não há elos intermediários entre a floresta e a minha organização) None required (Not applicable)

Nome do fornecedor Supplier name

Tipo de fornecedor Supplier type

Madeira Controlada Depósito Klabin - Mesorregião 4204 - Vale do Itajaí

Resumo das constatações

Summary of Findings -

Justificativa da amostragem utilizada

Justification of sampling rate Foram realizadas visitas (vistorias) em todas as fazendas fornecedoras de madeira para Klabin Florestal que passam por elos intermediários.

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Ações tomadas para tratar não conformidades

Steps Taken to address nonconformities

Em todas as fazendas visitadas (fornecedores do depósito, rastreando volumes por fornecedores) foram aplicados chek list de verificação (Para cada fazenda, dependendo da situação encontrada, foi emitida uma ação de regularização (Procedimento Interno FCO-PRO-COM-0002/ FCO-ANX-COM-0003- Check list - Madeira Controlada) e emitida uma ação de regularização com prazos definidos para entrega de evidências de cumprimento.

X Resumo das constatações não fornecido devido à natureza confidencial da informação Summary of findings not provided due to confidential nature of information

Por medidas de relacionamento com fornecedores de madeira e possíveis futuros fornecedores, a alta direção solicitou que as constatações de campo ficassem para análise da certificadora.

Referências

Documentos relacionados

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