1ª EDIÇÃO
Descobrindo singularidades em textos de sujeitos do
PROEJA
janeiro de 1996.
M e s t r e e m L i n g u í s t i c a p e l a Universidade Federal de Alagoas, Especialista em Língua Portuguesa pela Universidade Tiradentes e Graduada e m L e t r a s V e r n á c u l a s p e l a Universidade Federal de Sergipe.
Foi Gerente de Ensino Médio e Coordenadora de Ações Inclusivas / PROEJA. Escreveu: O (In)sucesso escolar dos estudantes do PROEJA no espaço do IFS, volume 2, Capítulo 29, do livro PROEJA: refletindo o cotidiano (Essentia Editora). Escreveu o artigo A Variação Linguística e a Relação Fala- Escrita em textos produzidos por estudantes do PROEJA, em Volume 1, Número 1, Revista Caminhando com o PROEJA: reflexões, desafios, atitudes.
Conselho Editorial EDUCTE, IFAL.
atenção a forma diferenciada como muitos estudantes escreviam os seus textos. São textos em que se percebe uma relação de instabilidade com a variedade linguística oficial, já que são usuários de uma variedade particular.
Este livro procura entender as práticas de escrita desses sujeitos, cujo comportamento linguístico diferencia-se do esperado, como também procura descobrir os fatores que contribuíram para essa realidade.
É necessário chamar atenção da i n s t i t u i ç ã o p a r a o t r a t a m e n t o diferenciado que deve ser dado a esses sujeitos, pois só assim ela poderá promover os instrumentos b á s i c o s n e c e s s á r i o s p a r a u m a formação que permita o acesso desses Jovens e Adultos ao mundo do trabalho, assim como a outros níveis escolares.
Este livro procura explicar o porquê dessa relação instável do aluno com a linguagem, visto que há uma norma-padrão que precisa ser usada na língua escrita, a qual eles não conseguem assimilar durante a produção de seu texto.
Marlúcia Alves Secundo White
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QUALIS B2
TRIÊNIO 2010-2012 ã Co
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