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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.17 número6

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Academic year: 2018

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CARGA DE TRABAJO DE ENFERMERÍ A EN UNA UNI DAD DE GASTROENTEROLOGÍ A

1

Mar cia Raquel Panunt o2

Edinêis de Br it o Guir ar dello3

Uno de los m ayores desafíos enfrent ados por el enferm ero se refiere a la necesidad de j ust ificar la cant idad y

calidad de per son al qu e se n ecesit a en u n a u n idad par a la pr est ación de asist en cia. Par a eso, dispon e de

herram ient as adm inist rat ivas que auxilian en la det erm inación del personal necesario en el equipo de enferm ería.

Se t r at a de un est udio descr ipt iv o, que t uv o por obj et iv o ev aluar la car ga de t r abaj o de enfer m er ía en una

u n id ad clín ica y q u ir ú r g ica, esp ecializad a en g ast r oen t er olog ía. Par a la r ecolección d e d at os, se u t ilizó el

Nu r sin g Act iv it ies Scor e ( NAS) por 3 0 días con secu t iv os, t ot alizan do 1 . 0 8 0 obser v acion es, obt en idas de los

r egist r os de 1 4 9 pacient es. El pr om edio de la punt uación del NAS fue de 3 4 , 9 % y , consider ando que cada

punt o del NAS corresponde a 0,24h, fueron requeridas, en prom edio, 8,4 horas de enferm ería para la asist encia

en las 24h. Eso significa que el per fil de esos pacient es cor r esponde al de aquellos que r equier en cuidados

in t er m ediar ios y sem i- in t en siv os, lo qu e su gier e qu e el NAS pu ede ser u t ilizado par a ev alu ar la car ga de

t r abaj o de enfer m er ía en la r efer ida unidad.

DESCRI PTORES: car ga de t r abaj o; ev aluación en enfer m er ía; per sonal de enfer m er ía

NURSI NG W ORKLOAD AT A GASTROENTEROLOGY UNI T

On e of t h e biggest ch allen ges n u r ses f ace is t h e n eed t o j u st if y t h e qu an t it y an d qu alit y of st af f f or car e

delivery. For t his, m anagem ent inst rum ent s are available which help t hem t o det erm ine t he st aff needed in t he

nursing t eam . This descript ive st udy aim s t o evaluat e t he nursing workload at a specialized clinical and surgical

gast roent erology unit . To collect dat a, t he Nursing Act ivit ies Score ( NAS) was used during 30 consecut ive days,

wit h 1080 com m ent s, obt ained from t he records of 149 pat ient s. The m ean NAS score was 34.9% and, considering

t hat each point of NAS cor r esponds t o 0. 24 hour , on t he av er age, 8. 4 hour s of nur sing car e w er e r equir ed

w it hin 24 hours. This m eans t hat t his profile is of pat ient s w ho dem and int erm ediat e and sem i- int ensive care,

which suggest s t hat t he NAS st udy can be used t o evaluat e t he workload of nurses at t hat unit .

DESCRI PTORS: w or k load; nur sing assessm ent ; nur sing st aff

CARGA DE TRABALHO DE ENFERMAGEM EM UMA UNI DADE DE GASTROENTEROLOGI A

Um dos m aior es desafios enfr ent ados pelo enfer m eir o r efer e- se à necessidade de j ust ificar o quant it at iv o e

qualit at ivo de pessoal para a prest ação da assist ência. Para isso, dispõe de ferram ent as gerenciais que auxiliam

na det er m inação do pessoal necessár io na equipe de enfer m agem . Tr at a- se, aqui, de est udo descr it iv o, que

obj et iv ou av aliar a car ga de t r abalho de enfer m agem em um a unidade clínica e cir úr gica, especializada em

gast roent erologia. Para a colet a de dados, ut ilizou- se o Nursing Act ivit ies Score ( NAS) por 30 dias consecut ivos,

t ot alizan do 1 0 8 0 obser v ações, obt idas do r egist r o de 1 4 9 pacien t es. A m édia da pon t u ação do NAS f oi de

34,9% e, consider ando que cada pont o do NAS cor r esponde a 0,24h, for am r equer idas, em m édia, 8,4 hor as

de enfer m agem na assist ência nas 24h. I sso significa que o per fil desses pacient es cor r esponde ao daqueles

qu e r equ er em cu idados in t er m ediár ios e sem i- in t en siv os, o qu e su ger e qu e o NAS pode ser u t ilizado par a

av aliar a car ga de t r abalho de enfer m agem na r efer ida unidade.

DESCRI TORES: car ga de t r abalho; av aliação em enfer m agem ; r ecur sos hum anos de enfer m agem

Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Est adual de Cam pinas, Brasil: 1I niciación científica FAPESP, Proceso nº 2007/ 59957- 1. 2Enferm era, e- m ail:

(2)

I NTRODUCCI ÓN

U

no de los m ay or es desafíos enfr ent ados por el enferm ero se refiere a la necesidad de j ustificar la cantidad y la calidad de personal para la prestación de asist encia al client e. Sin em bar go, ese pr oceso puede resultar en conflicto, una vez que la necesidad creciente de dism inuir costos y aum entar la oferta de ser v icios en el ár ea coloca en cu est ion am ien t o el cuadro de enferm ería existente en las instituciones( 1).

Par a j u st if icar u n d et er m in ad o cu ad r o d e p er so n a l p a r a l a a d m i n i st r a ci ó n d e u n ser v i ci o , act ualm ent e, el enferm ero dispone de herram ient as adm inist r at ivas que posibilit an clasificar el pacient e e n n i v e l e s d e co m p l e j i d a d a si st e n ci a l y, consecuent em ent e, aux ilia en la det er m inación del personal que se necesit a en el equipo de enferm ería p ar a p r est ar asi st en ci a con cal i d ad . En t r e el l os, encont ram os los inst rum ent os desarrollados en Brasil p a r a p a ci e n t e s a d u l t o s h o sp i t a l i za d o s( 2 - 6 ), p a r a

e n f e r m e r ía a d o m i ci l i o( 7 ) y p a r a p a ci e n t e s

p ed i á t r i co s( 8 ) y o t r o s, v a l i d a d o s p a r a l a cu l t u r a

brasileña, com o el Therapeut ic I nt ervent ion Scoring Sy st em ( TI S- 2 8 )( 9 ) y el Nu r si n g Act i v i t i es Sco r e

( NAS)( 10).

Diferent em ent e de los inst rum ent os cit ados, el NAS ev alú a el n ú m er o de h or as de en f er m er ía utilizadas en un turno de trabaj o por paciente, a partir de su punt uación t ot al( 10- 11). Cont iene 23 ít em s, que

cu b r e n a ct i v i d a d e s b á si ca s ( m o n i t o r i za ci ó n , m e d i ca ci ó n , p r o ce d i m i e n t o d e h i g i e n e , t a r e a s adm in ist r at iv as, en t r e ot r os) , sopor t e v en t ilat or io, ca r d i ov a scu l a r, r en a l , n eu r o l ó g i co, m et a b ó l i co e int er v enciones específicas. La sum a de esos ít em s m uest ra el t iem po consum ido por las act ividades de enferm ería en la asist encia al pacient e, durant e las 24 horas. La punt uación puede variar de cero a 100 ( % ) o m á s, p u d i en d o si g n i f i ca r q u e m á s d e u n p r o f esi o n al d e en f er m er ía f u e n ecesar i o p ar a el cuidado del pacient e en un det erm inado día( 11).

A pesar de que el NAS fue const ruido para ser aplicado j unto a pacientes de unidades de cuidados crít icos, se ent iende que puede ser út il para evaluar la carga de trabaj o de enferm ería en las unidades de un hospital en la atención terciaria y cuaternaria, cuya client ela posee alt o nivel de com plej idad asist encial. Se d eb e r ecor d ar q u e l a p u n t u aci ón d el NAS es independient e de la gr av edad del pacient e, y a que fue const ruido y validado basado en las act ividades del enferm ero( 11).

El dim ensionam iento de personal en unidades de int er nación hospit alar ia est á siendo r ealizado a t r av és d el Sist em a d e Clasif icación d e Pacien t es ( SCP)( 2,4), con el cual se clasifica al paciente en grupos

o cat eg o r ías d e cu i d ad o . En cu an t o ese t i p o d e her r am ient a ident ifica el gr ado de com plej idad del pacient e, el NAS posibilit a m edir la carga de t rabaj o e n h o r a s d e a si st e n ci a d e e n f e r m e r ía d i r e ct a e indirectam ente relacionada a él. Así, algunos estudios q u e u t i l i za r o n el NAS co m o i n st r u m en t o f u er o n a p l i ca d o s j u n t o a p a ci e n t e s i n t e r n a d o s e n UTI , evidenciando su confiabilidad en evaluar la carga de t r a b a j o e n p a ci e n t e s q u e d e m a n d a n cu i d a d o s int ensivos( 12- 15).

Se e n t i e n d e q u e l a d e ci si ó n p o r u n determ inado instrum ento de clasificación de pacientes, con el obj et ivo de ident ificar la carga de t rabaj o, no debe apoyarse solam ent e en su indicación específica, debe consider ar t am bién la dinám ica y com plej idad d e l a a t e n ci ó n a si st e n ci a l d e u n a d e t e r m i n a d a inst it ución.

Frente a la dificultad de aplicar un instrum ento que posibilit e clasificar a los pacient es en niveles de com plej idad asist encial, el present e est udio t iene por o b j et i v o p r i n ci p a l m ed i r l a ca r g a d e t r a b a j o d e enferm ería en una unidad clínica y quirúrgica, com o la de gast roent erología.

MÉTODO

Se t rat a de un est udio descript ivo, realizado en una unidad de gastroenterología de un hospital de enseñanza del int er ior del Est ado de San Pablo. La u n i d a d se su b d i v i d e e n d o s e n f e r m a r ía s, l a gast roclínica y la gast rocirugía, las que cont ienen un t ot al de 36 cam as, siendo ocho para gast roclínica y 28 para cirugía.

Para la recolección de datos, se utilizó el NAS con el ob j et iv o d e m ed ir la car g a d e t r ab aj o d e enfer m er ía y una ficha par a car act er izar los dat os dem ográficos y clínicos de los pacientes. Se consideró, para el estudio, a todos los pacientes adultos atendidos en la unidad durant e el período de la invest igación.

(3)

las dem andas de cuidado, j unt o al pacient e, es una actividad cotidiana del enferm ero y tam bién debido a que el pacient e no es som et ido a ot ro procedim ient o en función de la aplicación del inst rum ent o.

Pr ev iam en t e a la r ecolección de dat os, se realizó una prueba pilot o con el inst rum ent o durant e 15 días para que la invest igadora se fam iliarizase y adecuase algunos aspect os del m ism o con el per fil de los pacientes de la unidad. La recolección de datos fue realizada por la propia invest igadora durant e 30 días consecut ivos, de 14 de abril a 14 de m ayo de 2008. Los dat os fueron recolect ados con base en la e v a l u a ci ó n d e l p a ci e n t e , e n l a s i n f o r m a ci o n e s contenidas en las anotaciones de enferm ería, así com o en la f ich a d el p acien t e, y en las in f or m acion es v er bales ex pr esadas por el equ ipo de en f er m er ía, las cuales no est aban regist radas en las fichas.

Los datos recolectados fueron transferidos para una planilla electrónica del program a Microsoft Excel y fueron analizados con el auxilio del SPSS 16.0 para Windows. Fueron elaboradas tablas de frecuencia de las v ar iab les cat eg ór icas y est ad íst icas d escr ip t iv as ( prom edio, desviación est ándar, m ediana, m ínim o y m áxim o) de las variables cont inuas. Para verificar si existía asociación entre los puestos con relación a las variables categóricas, fue utilizado la prueba chi-cuadrado y, cuando los valores esperados fueron m enores que cin co, se u t ilizó la pr u eba ex act a de Fish er. En la com par ación de las enfer m ar ías con r elación a las variables continuas, fue aplicado la prueba no-paramétrica de Mann-Whitney. El nivel de significancia adoptado fue de 5% , o sea, el valor de p≤0,05.

RESULTADOS

El NAS fue aplicado por 30 días consecutivos e n l a s 3 6 ca m a s e x i st e n t e s e n l a u n i d a d d e g ast r oen t er olog ía ( en f er m ar ías d e g ast r oclín ica y g ast r o ci r u g ía) , t o t al i zan d o 1 . 0 8 0 o b ser v aci o n es, ob t en id as d el r eg ist r o d e 1 4 9 p acien t es. Par a la m edición de la carga de trabaj o en la unidad, se optó por considerar la cam a, independiente del suj eto que la ocu paba. De esa f or m a, los dat os r ecolect ados siguieron la dinám ica de ocupación de cada cam a.

De los 1 49 pacient es, 56, 4% fuer on de la gast rocirugía y 43,6% de la gast roclínica, siendo la m ayoría con internación electiva. El prom edio de edad en la unidad fue de 50 años ( m ín= 18 y m áx= 90) , y el t iem po prom edio de int ernación de los pacient es fue de 7 días ( m ín= 1 y m áx= 67) . De esos pacientes, 59, 7% er an del sex o m asculino y 40, 3% del sex o fem en in o.

Los dat os apunt ar on que, en la enfer m er ía de gast r oclínica, hubo pr edom inio de pacient es del se x o m a scu l i n o y p a ci e n t e s co n e n f e r m e d a d e s hepáticas en relación a la enferm ería de gastrocirugía. Por ot ro lado, en la gast rocirugía, la m ayoría de los p a ci en t es p er m a n eci ó i n t er n a d a p o r u n p er ío d o i n f er i o r a ci n co d ía s y so m et i d o s a t r a t a m i en t o quir úr gico.

La carga de t rabaj o, result ant e del NAS con el prom edio y m ediana de punt uación para la unidad y enferm erías, se presenta en la Tabla1. La puntuación m ínim a igual a cero significa que la cam a no est uvo ocupada en algún día durante la recolección de datos.

Tabla1 – Punt uación de la carga de t rabaj o del NAS en la unidad de gast roent erología ( % ) . Cam pinas, 2008

d a d i n

U N Promedio DE Mediana Mínimo Máximo pvalue*

a c i n íl c o r t s a

G 540 37,2 23,9 35,6 0 136 0,001

a í g u r i c o r t s a

G 540 32,6 20 29,9 0 113

l a t o

T 1080 34,9 22,2 33,7 0 136

* Mann- Whit ney

En l a o b s e r v a c i ó n d e l p r o m e d i o d e p u n t u a c i ó n d e l N A S p o r c a m a s f u e p o s i b l e i d en t i f i ca r q u e cu a t r o ca m a s, co n g en er a d o r es, l o ca l i za d o s en d o s cu a r t o s d e l a en f e r m e r ía d e g ast r oclín ica, ob t u v ier on los m ay or es p r om ed ios de la car ga de t r abaj o, v alor es ent r e 44,9 y 68,3% , en r elación a las dem ás cam as de la u n idad. Por ot r o lad o, las cu at r os cam as en la g ast r ocir u g ía,

c o n e s a m i s m a c a r a c t e r ís t i c a , o b t u v i e r o n p u n t u a c i o n e s i g u a l e s o m e n o r e s a l a s d e m á s cam as d e esa en f er m er ía.

(4)

Tabla2 - Frecuencia de punt uación de cada ít em y subít em del Nursing Act ivit ies Score. Cam pinas, 2008

Los subít em s 1, 4, 6, 7 y 8 son m ut uam ent e excluyent es.

DI SCUSI ÓN

Los dat os del est udio apunt aron predom inio d e p a ci e n t e s d e l se x o m a scu l i n o , so m e t i d o s a t r at am ient o quir úr gico y con t iem po de int er nación i n f e r i o r a ci n co d ía s, si e n d o l a e n f e r m e r ía d e g a st r o ci r u g ía a q u e l l a co n l a m a y o r r o t a ci ó n d e int er naciones.

En la enferm ería de gastrocirugía, la m ayoría de los pacient es fue adm it ida par a pr ocedim ient os quir úr gicos, sin em bar go t am bién fuer on at endidos

s m e t í b u s y m e t

Í n %

s e l o r t n o c y n ó i c a z i r o t i n o M . 1 ) s t p 5 , 4 ( o c i r d í h e c n a l a b l e d r a l u g e r o r t s i g e r y o l u c l á c , s o i r a r o h s e l a t i v s e l a ñ e S . a

1 840 77,8

) s t p 1 , 2 1 ( s á m o h 2 r o p a u n it n o c d a d i v it c a o . s b o y a m a c a l e d e d r o b l a a i c n e s e r P . b

1 83 7,7

) s t p 6 , 9 1 ( s á m o h 4 r o p a u n it n o c d a d i v it c a o . s b o y a m a c a l e d e d r o b l a a i c n e s e r P . c

1 5 0,5

) s t p 3 , 4 ( s a c i g ó l o i b o r c i m y s a c i m í u q o i b : o i r o t a r o b a l e d s e n o i c a g it s e v n I .

2 276 25,6

) s t p 6 , 5 ( s a v it c a -o s a v s a g o r d o t p e c x e , n ó i c a c i d e M .

3 916 84,8

e n e i g i h e d s o t n e i m i d e c o r P . 4 ) s t p 1 , 4 ( e n e i g i h e d s o t n e i m i d e c o r p e d n ó i c a z il a e R . a

4 812 75,2

) s t p 5 , 6 1 ( h 2 e d s á m n e r u d e u q e n e i g i h e d s o t n e i m i d e c o r p e d n ó i c a z il a e R . b

4 90 8,3

) s t p 0 2 ( h 4 e d s á m n e r u d e u q e n e i g i h e d s o t n e i m i d e c o r p e d n ó i c a z il a e R . c

4 2 0,2

) s t p 8 , 1 ( ) a c i r t s á g a d n o s o t p e c x e ( s o d o t -s e j a n e r d n o c s o d a d i u C .

5 244 22,6

n ó i c i s o p n e n ó i c a c o l o c y n ó i c a z il i v o M . 6 ) s t p 5 , 5 ( h 4 2 n e s e c e v 3 a t s a h ) s ( o t n e i m i d e c o r p e d n ó i c a z il a e R . a

6 71 6,6

4 , 2 1 ( a i c n e u c e r f r e i u q l a u c n e s o r e m r e f n e 2 n o c o h 4 2 n e s e c e v 3 e d s á m ) s ( o t n e i m i d e c o r p e d n ó i c a z il a e R . b 6 ) s t

p 45 4,2

) s t p 7 1 ( a i c n e u c e r f r e i u q l a u c n e s o r e m r e f n e s á m o 3 n o c ) s ( o t n e i m i d e c o r p e d n ó i c a z il a e R . c

6 3 0,3

s e r a il i m a f s o l a o d a d i u c y e t r o p o S . 7 n e a r o h a n u e d a c r e c r o p a v i s u l c x e n ó i c a c i d e d n e r e i u q e r e u q s e t n e i c a p y s e r a il i m a f s o l a o d a d i u c y e t r o p o S . a 7 ) s t p 4 ( n ó t n a l p n ú g l

a 881 81,6

n ú g l a n e s á m o h 3 r o p a v i s u l c x e n ó i c a c i d e d n e r e i u q e r e u q s e t n e i c a p y s e r a il i m a f s o l a o d a d i u c y e t r o p o S . b 7 ) s t p 2 3 ( n ó t n a l

p 46 4,3

s a v it a r t s i n i m d a o n y s a v it a r t s i n i m d a s a e r a T . 8 , s e n e m á x e e d d u t i c il o s , s o c i n íl c s o t a d e d o t n e i m a s e c o r p : o m o c s e l a t a n it u r e d s a e r a t e d n ó i c a z il a e R . a 8 ) s t p 2 , 4 ( s e l a n o i s e f o r p s e n o i c a m r o f n i e d o i b m a c r e t n

i 606 56,1

h 2 e d a c r e c r o p l a r g e t n i n ó i c a c i d e d n e r e i u q e r e u q s a v it a r t s i n i m d a o n y s a v it a r t s i n i m d a s a e r a t e d n ó i c a z il a e R . b 8 ) s t p 2 , 3 2 ( n ó t n a l p n ú g l a n

e 328 30,4

o h 4 e d a c r e c r o p l a r g e t n i n ó i c a c i d e d n e r e i u q e r e u q s a v it a r t s i n i m d a o n y s a v it a r t s i n i m d a s a e r a t e d n ó i c a z il a e R . c 8 ) s t p 0 3 ( n ó t n a l p n ú g l a n e s á

m 5 0,5

o r a t n e m e l p u s o n e g i x o ; a d it s i s a n ó i c a li t n e v / a c i n á c e m n ó i c a li t n e v e d a m r o f r e i u q l a u c : o i r o t a r i p s e r e t r o p o S . 9 ) s t p 4 , 1 ( o d o t é m r e i u q l a u

c 74 6,9

) s t p 8 , 1 ( s e l a i c if it r a s a e r é a s a í v n o c o d a d i u C . 0

1 45 4,2

) s t p 4 , 4 ( r a n o m l u p n ó i c n u f a l r a r o j e m a r a p o t n e i m a t a r T . 1

1 298 27,6

) s t p 2 , 1 ( s i s o d y o p it l e d e t n e i d n e p e d n i a v it c a -o s a v n ó i c a c i d e M . 2

1 21 1,9

) s t p 5 , 2 ( s o d i u lf e d s a d i d r é p s e d n a r g e d a s o n e v a r t n i n ó i c i s o p e R . 3

1 0 0

) s t p 7 , 1 ( o d r e i u q z i o i r t a l e d n ó i c a z i r o t i n o M . 4

1 0 0

) s t p 1 , 7 ( h 4 2 s a m it l ú s a l n e a i r o t a r i p s e r r o i d r a c n ó i c a m i n a e R . 5

1 3 0,3

) s t p 7 , 7 ( s a c it íl a i d s a c i n c é T . n ó i c a r tl if o m e h e d s a c i n c é T . 6

1 10 0,9

) s t p 7 ( o i r a n i r u o t i b é d l e d a v it a t it n a u c a d i d e M . 7

1 422 39,1

) s t p 6 , 1 ( l a e n a r c a r t n i n ó i s e r p e d a d i d e M . 8

1 0 0

) s t p 3 , 1 ( a d a c il p m o c a c il ó b a t e m s i s o l a c l a / s i s o d i c a e d o t n e i m a t a r T . 9

1 6 0,6

) s t p 8 , 2 ( a s o n e v a r t n i n ó i c a t n e m il a r e p i H . 0

2 49 4,5

) s t p 3 , 1 ( l a n it s e t n i o r t s a g a í v a r t o u o b u t e d s é v a r t A .l a r e t n e n ó i c a t n e m il A . 1

2 64 5,9

) s t p 8 , 2 ( a v i s n e t n i a i p a r e t e d d a d i n u a l n e s a c if í c e p s e s e n o i c n e v r e t n I . 2

2 41 3,8

) s t p 9 , 1 ( a v i s n e t n i a i p a r e t e d d a d i n u a l e d a r e u f s a c if í c e p s e s e n o i c n e v r e t n I . 3

2 199 18,4

pacient es par a t r at am ient o clínico, y a que algunos de esos, en postoperatorio, tardío son internados para co m p e n sa ci ó n cl ín i ca . Ya e n l a e n f e r m e r ía d e gast r oclínica, esos por cent aj es no fuer on difer ent es por com por t ar t ant o cam as par a la at ención clínica com o para la quirúrgica.

(5)

u n a d i f e r e n ci a , si e n d o q u e l a e n f e r m e r ía d e gast roclínica present ó m ayor punt uación en relación a la enfer m er ía de gast r ocir ugía. Sin em bar go, no f u e p o si b l e co m p a r a r eso s r esu l t a d o s co n o t r o s est udios, y a que la aplicación fue r est r ingida a las unidades de t erapia int ensiva, sin em bargo algunas de las r azones de esas difer encias pueden haber se debido al nivel de dependencia y de procedim ient os clínicos realizados. Algunos est udios en UTI apunt an una carga prom edio de t rabaj o superior( 10,12- 15) a la

encont rada en esa unidad, sin em bargo, en uno de esos estudios( 14) se encuentra una puntuación m ínim a

del NAS inferior a la puntuación prom edio encontrada en la gast roent erología.

La gastroclínica fue la que presentó m ayores prom edios de puntuación de la carga de trabaj o, tanto p ar a las cam as con g en er ad or es cu an t o p ar a las dem ás cam as de enferm ería, lo que significa que esas cam as fueron ocupadas por pacient es que requieren m ayor dem anda de cuidados por parte del equipo de e n f e r m e r ía . Es i n t e r e sa n t e d e st a ca r q u e , e n l a gastrocirugía, algunas de las cam as no equipadas para at en der pacien t es qu e r equ ier en alt a dem an da de cu idados obt u v ier on u n a car ga de t r abaj o igu al o superior a las cam as con generadores.

En relación a los ítem s del NAS, aquellos que aparecieron con m ayor frecuencia fueron: 1a. señales vitales horarios, cálculo y registro regular del balance hídrico; 3. m edicación, except o drogas vaso- act ivas; 4 a. r ealización de pr ocedim ien t os de h igien e; 7 a. sopor t e y cuidado a los fam iliar es y pacient es que requieren dedicación exclusiva por cerca de una hora en algú n plan t ón ; y, 8 a. r ealización de t ar eas de r ut ina.

Los ít em s qu e n o r ecibier on pu n t os est án r elacionados a las act iv idades r ealizadas en unidad especializada en tratam iento intensivo( 14- 15), lo que era

e sp e r a d o p a r a e l p e r f i l d e p a ci e n t e s d e l a gast r oent er ología.

Para obt ener un result ado que perm it iese la comparación de la carga de trabajo del NAS con el total de horas de enferm ería, preconizado por el Consej o Federal de Enferm ería ( COFEN)( 16), de acuerdo con el

tipo de asistencia que el paciente requiere, es necesario transform ar esa puntuación en horas.

Con sid er án d ose q u e cad a p u n t o d el NAS equivale a 0,24h( 14) y que, en prom edio, se m idieron

3 4 , 9 % d e l a ca r g a d e t r a b a j o e n l a u n i d a d d e g ast r oen t er olog ía, f u er on u t ilizad as 8 , 4 h or as d e enferm ería en la asistencia en el período de 24 horas. Considerando lo preconizado por la resolución COFEN n º 2 9 3 / 2 0 0 4( 16), la punt uación obt enida coloca en

e v i d e n ci a e l p e r f i l d e p a ci e n t e s q u e r e q u i e r e n cuidados int erm ediarios y sem i- int ensivos, sugiriendo que el NAS puede ser utilizado para evaluar la carga de t rabaj o de enferm ería en la referida unidad.

CONCLUSI ONES

El present e est udio posibilit ó m edir la carga de trabaj o de enferm ería en una unidad especializada de at ención clínica y quirúrgica en gast roent erología. La carga de trabaj o, resultante del NAS, fue de 34,9% par a la gast r oent er ología y m ost r ó que est a difier e en t r e las en f er m er ías, sien do la gast r oclín ica con 37,2% y la gast rocirugía con 32,63% .

Se dest aca que la punt uación t ot al obt enida result ó en un prom edio de 8,4 horas de enferm ería e n l a a si st e n ci a d u r a n t e l a s 2 4 h o r a s, y e so cor r esp on d e al p er f il d e p acien t es q u e r eq u ier en cuidados int er m ediar ios y sem i- int ensiv os. A pesar de que el NAS sea inst rum ent o cuya aplicabilidad es d est in ad a p ar a la UTI , f u e p osib le d em ost r ar su ut ilidad com o herram ient a para det erm inar la carga de t rabaj o de la enferm ería en la unidad en est udio. Delan t e de est os r esu lt ados, se r esalt a la i m p o r t a n ci a q u e e l e n f e r m e r o l e d e b e d a r a l a evaluación de la carga de t rabaj o de enferm ería de su unidad a través de instrum entos para esa finalidad, ya sea para tornar el proceso de trabaj o de enferm ería m ás dir igido a las dem an das del pacien t e o par a auxiliarlo en la adm inist ración de personal j unt o a la adm inist ración de los servicios hospit alarios.

Co n si d e r a n d o q u e e st a f u e l a p r i m e r a experiencia de utilización del NAS en una unidad clínica y quir úr gica, se r ecom ienda su aplicación en ot r os est udios con el m ism o perfil de pacient es y realidad hospit alar ia, así com o su v alidación par a unidades que difieren de las unidades de t erapia int ensiva.

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