• Nenhum resultado encontrado

Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.17 número3

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.17 número3"

Copied!
7
0
0

Texto

(1)

ACTUACI ÓN DE AUXI LI ARES Y TÉCNI COS DE ENFERMERÍ A EN EL MANEJO DE

PUNZOCORTANTES: UN ESTUDI O NECESARI O

Elaine Cr ist ina Car v alho Mour a1 Mar ia de Fát im a Sant ana Mor eir a2 Sor aia Mar t ins da Fonseca3

El present e est udio t uvo com o obj et ivo analizar el conocim ient o del equipo de auxiliares y t écnicos de enferm ería en el m an ej o y separ ación de pu n zocor t an t es, descr ibien do la act u ación de esos pr ofesion ales. Se t r at a de est u d io cu alit at iv o d escr ip t iv o, cu y os su j et os f u er on t r es au x iliar es y d oce t écn icos d e en f er m er ía d e u n a inst it ución de salud de port e m edio, t ot alizando quince suj et os ent revist ados por m edio de guión sem iest ruct urado. El análisis de los relat os fue realizado por la t écnica de análisis de cont enido. Los result ados apunt aron que, a p esar d e q u e los su j et os p oseen con ocim ien t os t eór icos sob r e cu id ad os con p u n zocor t an t es, ellos n o los ut ilizan int egr alm ent e, ex poniéndose a diver sos r iesgos, lo que r evela conocim ient o y act uación que se r epit e. Se propone, aquí, la im plem ent ación de program as de educación cont inuada, basados en abordaj es m et odológicos const r uct iv ist as, con el obj et iv o de obt ener una pr áct ica eficaz en el m anej o y separ ación de punzocor t ant es. De esa for m a, las invest igaciones que aclar en la apr ehensión del conocim ient o por adult os pueden pr ofundizar los r esult ados descr it os en est e est udio.

DESCRI PTORES: conocim ient o; r esiduos de hospit ales; educación en enfer m er ía

ATUAÇÃO DE AUXI LI ARES E TÉCNI COS DE ENFERMAGEM NO MANEJO DE

PERFUROCORTANTES: UM ESTUDO NECESSÁRI O

O present e est udo t eve com o obj et ivo analisar o conhecim ent o da equipe de auxiliares e t écnicos de enferm agem no m anej o e segr egação de per fur ocor t ant es, descr ev endo a at uação desses pr ofissionais. Tr at a- se de est udo qualit at ivo descrit ivo, cuj os suj eit os foram t rês auxiliares e doze t écnicos de enferm agem de um a inst it uição de saúde de m édio port e, t ot alizando quinze suj eit os ent revist ados por m eio de rot eiro sem iest rut urado. A análise dos depoim ent os foi r ealizada pela t écnica de análise de cont eúdo. Os r esult ados apont ar am que, em bor a os suj eit os t enham conhecim ent os t eóricos sobre cuidados com perfurocort ant es, eles não os ut ilizam , int egralm ent e, ex p o n d o - se a d i v er so s r i sco s, o q u e r ev el a co n h eci m en t o e a t u a çã o r ep r o d u t i v i st o s. Pr o p õ e- se, a q u i , im plem ent ação de pr ogr am as de educação cont inuada, baseada em abor dagens m et odológicas const r ut iv ist as, visando a pr át ica eficaz no m anej o e segr egação de per fur ocor t ant es. Dessa for m a, pesquisas que esclar eçam a apr eensão do conhecim ent o por adult os podem apr ofundar os r esult ados descr it os nest e est udo.

DESCRI TORES: conhecim ent o; r esíduos de ser v iços de saúde; educação em enfer m agem

PERFORMANCE OF NURSI NG AUXI LI ARI ES AND TECHNI CI ANS I N MANAGI NG PI ERCI NG

CUTTI NG MATERI AL: A NECESSARY STUDY

This st udy aim ed t o analyze t he know ledge of nur sing aux iliar ies and t echnicians in handling and disposing of pier cing- cut t ing m at er ial and descr ibe t heir per for m ance. This qualit at iv e- descr ipt iv e r esear ch w as car r ied out wit h t hree nursing auxiliaries and 12 t echnicians at a m edium - size hospit al, t ot aling 15 part icipant s int erviewed t h r ou gh a sem i- st r u ct u r ed scr ip t . Discou r se w as an aly zed t h r ou gh t h e con t en t an aly sis t ech n iqu e. Resu lt s appoint t hat , ev en t hough t he par t icipant s hav e t heor et ical know ledge on t he m anagem ent of pier cing- cut t ing m at er ial, t hey do not t ot ally follow t heir know ledge, w hich ex poses t hem t o sev er al biological r isks, r ev ealing reproduct ive knowledge and perform ance. Thus, we propose t he im plem ent at ion of cont inuing educat ion program s based on const r uct ivist m et hodological appr oach aim ing at effect ive pr act ices in t he m anagem ent and disposal of p ier cin g - cu t t in g m at er ial. I n t h is p er sp ect iv e, r esear ch clar if y in g h ow ad u lt s ap p r eh en d k n ow led g e can deepen t he r esult s descr ibed in t he st udy .

DESCRI PTORS: k now ledge; m edical w ast e; educat ion, nur sing

1Maest ría en Educación, Docent e de la Universidade Federal do Piauí, Cam pus Senador Helvidio Nunes de Barros, Brasil, e- m ail: elainecrism @bol.com .br; 2Enferm era, Especialist a en Enferm ería Mat erno I nfant il, Hospit al I nfant il Lucídio Port ela, Brasil, e- m ail: fsm fonseca@hot m ail.com ; 3Enferm era, Especialist a

(2)

I NTRODUCCI ÓN

L

a s a ct u a l e s p r e r r o g a t i v a s b r a si l e ñ a s, r e l a ci o n a d a s a l m a n e j o d e r e si d u o s só l i d o s, est ablecen qu e los r esidu os, desde su gen er ación hast a su dest ino final, son de responsabilidad de la inst it ución generadora y que est as deben present ar un Plano de Gerenciam iento de Residuos de Servicios de Salud ( PGRSS) , siendo necesario que se som et a a la apr eciación de los ór gan os r espon sables. Los Residuos Sólidos de Salud ( RSS) son clasificados en grupos, ident ificados por let ras. Los punzocort ant es, e n r a zó n d e su i m p o r t a n ci a , o cu p a n u n g r u p o específico, denom inado grupo E( 1).

Ent re los riesgos ocupacionales, relacionados al m anej o de residuos punzocort ant es cont am inados con m at erial biológico, se dest acan: hepat it is B con r iesgos en t or n o de 3 0 % ; h epat it is C, 3 % ; SI DA, t ransm it ida por el virus HI V, con riesgo de 0,3% . En cuant o a la frecuencia de accident es, la perforación per cu t án ea es la m ás ev iden t e, r epr esen t an do u n t er cio de su t ot alidad, t en ien do, com o pr in cipales ev en t os, el r ecolocar capas en agu j as y cat ét er es i n t r a v e n o so s y l a e l i m i n a ci ó n i n a d e cu a d a d e punzocort ant es, lanzados en la basura com ún, o en caj as r ecolect or as, m ont adas equiv ocadam ent e( 2).

En el con t ex t o h osp it alar io, el eq u ip o d e e n f e r m e r ía e st á m á s e x p u e st o a l o s r i e sg o s ocupacionales y a lesiones provenientes de accidentes de t r abaj o, por el h ech o de per m an ecer 2 4 h or as j unto al paciente, ej ecutando el “ cuidar” dentro de la perspect iva del “ hacer”( 3).

Acr ecen t ar u n a n u ev a in v est ig ación en la ár ea d e accid en t es, q u e com p r en d e el eq u ip o d e e n f e r m e r ía y p u n zo co r t a n t e s, p u e d e p a r e ce r r ed u n d an t e u n a v ez q u e ex ist en v ar ios est u d ios t r a t a n d o d e l a ca r a ct e r i za ci ó n d e t r a b a j a d o r e s co n t a m i n a d o s p o r a cci d e n t e y l a s a f e cci o n e s r elacion adas( 4 - 5 ), así com o pr áct icas de edu cación

co n t i n u a d a , co n f o co e n e l co n o ci m i e n t o so b r e precauciones est ándar( 6- 7), dem ost rando la relevancia

de la t em át ica.

Est udios que par t en de la act uación de los p r o f e si o n a l e s d e l e q u i p o d e e n f e r m e r ía y l a const r ucción de conocim ient os sobr e el m anej o de punzocortante de esos, son escasos. “ Los trabaj adores de la salud conocen los r iesgos a su salud de una form a genérica [ ...] apunt ando para la necesidad de una actuación que venga a m odificar esa situación”( 8).

De ese m odo, la pr esent e inv est igación se j u st if ica, sobr e t odo, par a com pr en der el m an ej o adecuado de punzocor t ant es, en la r educción de la f r e cu e n ci a d e a cci d e n t e s y r i e sg o s d e co n t r a e r enferm edades infecciosas, adem ás de los problem as am b i en t al es o casi o n ad o s, co n t r i b u y en d o p ar a l a const r ucción de conocim ient os de los pr ofesionales de enferm ería a part ir de la práct ica cot idiana.

En ese sent ido, fue invest igada la act uación y el grado de conocim ient o de auxiliares y t écnicos d e e n f e r m e r ía f r e n t e a l a t e m á t i ca e n f o co , p r i n ci p a l m e n t e p o r r e f l e j a r l a a ct u a ci ó n d e l o s p r o f e si o n a l e s e n f e r m e r o s e n e l p r o ce so d e const rucción de ese conocim ient o.

La perspectiva global del estudio se concentra en la educación cont inuada de los profesionales del e q u i p o d e e n f e r m e r ía y e n l a r e l a ci ó n d e co n o ci m i e n t o s co n st r u i d o s e n e l m a n e j o d e punzocort ant es, t eniendo por obj et ivo aproxim ar los r e su l t a d o s e n co n t r a d o s co n l o s e n co n t r a d o s actualm ente en la área de Educación de Adultos. “ En la for m ación cont inua de adult os se v alor iza, cada vez m ás, las m odalidades que favorecen la capacidad de los act ores de producir su propio conocim ient o, a partir de la revisión de actitudes propias del individuo y de sus valores en función de toda su aprendizaj e”( 9).

Así, los r esult ados pr esent ados r eposan en las siguient es inquiet udes: ¿Cóm o es la act uación de auxiliares y t écnicos de enferm ería en el m anej o de p u n zo co r t a n t e s? ¿Cu á l e s e l co n o ci m i e n t o d e auxiliares y técnicos de enferm ería en lo que se refiere al m anej o y separación de punzocort ant es? Teniendo com o obj et ivo analizar el conocim ient o de auxiliares y t écnicos de enferm ería en el m anej o y separación d e r e si d u o s p u n zo co r t a n t e s, d e scr i b i e n d o su act uación.

PROCEDI MI ENTOS METODOLÓGI COS

Se t r at a d e u n a in v est ig ación cu alit at iv a descript iva, aprobada y som et ida al Com it é de Ét ica e I n v e st i g a ci ó n d e l a Fa cu l t a d NOVAFAPI , f u n d am en t ad a i n i ci al m en t e en u n a i n v est i g aci ó n bibliogr áfica acer ca del m anej o de punzocor t ant es, t en ien do por obj et iv o la act u ación de au x iliar es y t écnicos de enfer m er ía.

(3)

cent ro sur de Teresina, est ado de Piauí, considerada una institución de porte m edio y centro de referencia en pediat r ía en el Est ado. El HI LP dispon e de 8 6 cam as, dest in adas a la in t er n ación por m edio del Sist em a Único de Salud ( SUS) . Posee un cuadro de 1 7 2 t r a b a j a d o r e s d e e n f e r m e r ía , si e n d o : 2 8 enferm eros, 44 t écnicos de enferm ería, 79 auxiliares de enferm ería y 21 asist ent es.

Los suj et os del est udio fueron seleccionados aleat or iam en t e en t r e los au x iliar es y t écn icos d e e n f e r m e r ía ci t a d o s, a d h i r i e n d o a l e st u d i o t r e s auxiliares y doce t écnicos de enferm ería, t ot alizando quince ent revist ados, denom inados por los siguient es có d i g o s: – a u x i l i a r ( d e A1 a A3 ) y t é cn i co d e e n f e r m e r ía ( d e T1 a T1 2 ) . Pa r a p r o ce d e r a l a r e co l e cci ó n d e d a t o s se u t i l i zó e n t r e v i st a s sem iest r u ct u r adas, r ealizadas por las au t or as, de sept iem br e a nov iem br e de 2006, gr abadas con el co n o ci m i e n t o p r e v i o d e l o s e n t r e v i st a d o s* y

t r a n scr i t a s co n l a m á x i m a f i d e l i d a d p o si b l e , resguardando la aut ent icidad del diálogo espont áneo. Los datos recogidos fueron clasificados, dando origen a dos categorías generales y a sus respectivas su b ca t e g o r ía s. Se p r o ce d i ó a l a n á l i si s inst r um ent alizado por el m ar co t eór ico del análisis d e co n t e n i d o , a b a r ca n d o l a s si g u i e n t e s f a se s: “ preanálisis, exploración del m at erial, t rat am ient o de los result ados obt enidos e int erpret ación”( 10).

La pr im er a cat egor ía, act uación d el eq u ip o d e e n f e r m e r ía e n e l m a n e j o d e p u n zo co r t a n t e s, d escr ib ió la f or m a com o au x iliar es y t écn icos d e enfer m er ía m anipulan los r esiduos punzocor t ant es, con f or m e el con ocim ien t o t eór ico p r áct ico d e los inv est igados. Las subcat egor ías gener adas fuer on: cuidados en el m anej o de punzocortantes y separación d e los r esid u os p u n zocor t an t es p or el eq u ip o d e en f er m er ía.

En el conocim ient o del equipo de enfer m er ía en el m a n ej o d e p u n zo co r t a n t es, se t r at ó d e los a sp e ct o s r e l a ci o n a d o s a l a s i n f o r m a ci o n e s incorporadas en el m anej o de residuos punzocortantes y la act uación fr ent e a esos m at er iales, gener ando l a s si g u i e n t e s su b ca t e g o r ía s: si g n i f i ca d o d e punzocortantes por el equipo de enferm ería y m anej o de pu n zocor t an t es: pr oposicion es par a m ej or ar la pr áct ica.

RESULTADOS Y DI SCUSI ÓN

Act uación del equipo de enferm ería en el m anej o de punzocor t ant es

A fin de caracterizar la actuación de auxiliares y técnicos de enferm ería en lo que se refiere al m anej o de residuos punzocortantes, se discute la form a com o se procesa esa m anipulación, relacionándola no solo a la im port ancia de la separación at ribuida por esos suj etos y tam bién a las recom endaciones del Ministerio de la Salud en lo que se refiere al m anej o adecuado. En ese sent ido, se t orna pert inent e describir el p er f i l d e l o s su j et o s est u d i ad o s co n f o r m e l o s p a r á m e t r o s: e d a d , se x o , t i e m p o d e se r v i ci o y escolaridad, respect ivam ent e: 53,4% t enían ent re 35 y 45 años de edad; 33,3% , ent re 45 y 55 años; y 1 3 , 3 % , d e 2 5 a 3 5 añ os, p r ed om in an d o el sex o fem enino con 86,7% . En cuanto al tiem po de trabaj o en la institución, 46,7% tenían entre 20 y 30 años de servicio; 40,0% , de 10 a 20 años; y apenas 13,3% , de 0 a 10 años. Con relación a la escolaridad, 74,4% d e l o s e n t r e v i st a d o s p o se ía n En se ñ a n za Me d i a com plet a y 26,6% t enían form ación superior.

En la subcategoría cuidados en el m anej o de pu n zocor t an t es fuer on ut ilizados, com o par ám et r os de análisis, las recom endaciones del Minist erio de la Salu d par a la m an ipu lación y elim in ación de esos r esiduos, a fin de est ablecer una com par ación con las r esp u est as d e los su j et os sob r e los cu id ad os exist ent es para el m anej o adecuado de los residuos punzocor t ant es, de los cuales 46, 7% afir m ar on no

r ecolocar la capa de las aguj as ( T1, T2, T4, T5, T6, T1 0 , T1 2 ) y 7 3 , 3 % se p a r a ci ó n y e l i m i n a ci ó n d e l o s

punzocort ant es en caj a recolect ora( T1, T2, T3, T5, T8, A2,

T7, A3, T9, T10, T12) .

La adopción de las pr ecau cion es est án dar t i e n e co m o o b j e t i v o m i n i m i za r l o s r i e sg o s d e ex posicion es acciden t ales y en fat izar los cu idados específicos durant e la m anipulación y elim inación de residuos punzocortantes. En las respuestas obtenidas, la m ayoría de los cuidados fue m encionada.

Entre las recom endaciones a ser observadas, se dest acan: t ener la m áx im a at ención, dur ant e la realización de los procedim ient os, no ut ilizar el dedo com o prot ección, no recolocar capas, t orcer o ret irar,

*El t érm ino de consent im ient o libre y esclarecido fue firm ado por t odos los suj et os est udiados en consonancia con lo dispuest o en el Decret o nº 93933, de 14

(4)

con las m anos, las aguj as, no ut ilizar aguj as par a f i j a r p a p e l e s y d e sh a ce r se d e t o d o e l m a t e r i a l punzocort ant e en recipient es con t apa y resist ent e a la perforación( 11).

Si n e m b a r g o , l a si m p l e m e n ci ó n d e l o s cuidados no indica, necesariam ent e, que esa práct ica cotidiana en el trabaj o de los auxiliares y técnicos en est u d i o sea r eal i zad a. Hech o est e o b ser v ad o en d e cl a r a ci o n e s q u e m u e st r a n n e g l i g e n ci a e n l o s cuidados en el uso de guantes y recolocación de capas en aguj as capas y escalpelos, com o se percibe en los siguientes diálogos: yo t engo m anía de recolocar la capa, sin

em bargo sé que es equivocado. Los que t rabaj am os con pacient es

diariam ent e, t odavía no nos hem os adapt ado al uso de guant es,

principalm ent e a la hora de la punción de la vena ( A2) . Sabem os lo que no se puede hacer, sin em bargo lo olvidam os. No se puede

recolocar la capa en las aguj as y escalpelos, t am bién no se pueden

arroj ar a la basura com ún, t ienen que ser colocados en la caj a

apropiada para ese fin ( T5) .

La m ayoría de los accident es de perforación cut ánea ocur r e ex act am ent e cuando esos cuidados so n t r at ad o s co n n eg l i g en ci a, o sea, d u r an t e l a elim inación inadecuada y recolocación de la capa de la aguj as y escalpelos. Ese procedim iento infringe las nor m as de pr ecauciones est ándar. En ese caso, los técnicos y los auxiliares de enferm ería son apuntados com o los p r of esion ales q u e, con m ás f r ecu en cia, realizan ese procedim ient o inadecuadam ent e( 3).

En l a su b ca t e g o r ía s e p a r a c i ó n d e punzocort ant es por el equipo de enferm ería, referente a los cuidados con la caj a r ecolect or a, 60% de los ent revist ados dij eron obedecer la r ecom endación de no ult rapasar el lím it e de llenado ( T3, A2, T4, T6, T7, A3, T10, T11, T12) y 66% indicaron el m ont aj e y cierre adecuado de la caj a recolect ora ( A1, T1, T2, T3, T5, T7 , A3 , T8 , T9 , T1 0 ) . Lo s cu i d a d o s a p u n t a d o s co n t r i b u y e n p a r a e l a d e cu a d o m a n e j o , cu a n d o r ealizados.

Ent ret ant o, es im port ant e at enerse al hecho d e q u e l o s r e si d u o s p u n zo co r t a n t e s d e b e n se r e l i m i n a d o s, se p a r a d a m e n t e , e n e l l o ca l d e su gener ación, luego después del uso, o necesidad de elim inación. Eso debe ser hecho en recipientes rígidos, resist ent es a la perforación y con t apa, debidam ent e i d e n t i f i ca d o s. El l l e n a d o d e l d e p ó si t o n o d e b e u l t r a p a sa r l o s 2 / 3 d e su ca p a ci d a d , si e n d o expr esam ent e pr ohibido su r eapr ovecham ient o( 12).

O t r o d a t o i m p o r t a n t e s e r e f i e r e a l a disponibilidad de caj as r ecolect or as ut ilizadas par a la elim inación de r esiduos punzocor t ant es, y a que,

l a m a y o r ía d e l a s v e c e s , n o s e e n c u e n t r a n disponibles par a la r ápida subst it ución en un local de fácil acceso. Eso per m it e que ellas queden con ex ceso de llen ado( 3 ).

La falta de accesibilidad a la caj a recolectora p ar a la r áp id a su b st it u ción , así com o el m on t aj e incorrect o de ella, sin la colocación de los refuerzos i n t e r n o s, o d e l sa co p l á st i co , t i e n e n , co m o consecuencia, el aum ent o del r iesgo de ex posición cut ánea por el exceso de llenado y fr agilidad de la caj a en razón de su m ont aj e inadecuado( 13).

Se o b se r v ó , e n t r e l o s e n t r e v i st a d o s l a ocur r encia de sit uaciones conflict iv as, r elacionadas al lím ite de llenado de la caj a recolectora. A pesar de argum ent ar que no se debe llenarla com plet am ent e, fuer on per cibidas dudas en lo que se r efier e a ese l ím i t e, co m o se p u ed e d esp r en d er d el si g u i en t e diálogo: yo no sé sí est oy equiv ocada, escucho hablar que

cuando llega a la m it ad t enem os que cerrar ( T3) .

Entretanto, en seguida, la m ism a entrevistada r elat a que, en la caj a r ecolect or a, est án t odas las inst r ucciones r elat iv as al m ont aj e y al lím it e de su llenado y com ent a: [ . . . ] viene una inst r ucción en la caj a

diciendo com o cerrarla. Yo pienso que quien sabe leer no va a

t ener dificult ad, a no ser que no quiera t om arse el t rabaj o de leer

( T3 ) . Se n o t ó q u e , a p e sa r d e sa b e r q u e l a s i n st r u cci o n e s e st a b a n co n t e n i d a s e n l a ca j a , l a ent revist ada se cont radice.

Se percibe el dist anciam ient o del profesional de enferm ería de la caj a recolect ora y de la debida im por t ancia de la separ ación, confor m e dem uest r a A3, al referirse a ella com o un obj et o dist ant e de su pr áct ica, ev idenciado por el t er m o “ aquella”. No se

m ont ar aquella caj a, sin em bargo yo pienso que el cuidado que

m ás se debe t ener con aquella caj a es m ont arla correct am ent e

[ ...] en la com pet ición nuest ro grupo perdió porque no supim os

m ont ar la caj a ( A3) .

En l a p r á ct i ca , l a f r e cu e n ci a d e ca j a s r ecolect or as m ont adas equiv ocadam ent e, ex pone a l o s p r o f e si o n a l e s a r i e sg o s a cci d e n t a l e s, co m o expresan los diálogos siguient es: lo que m ás sucede en

est e hospit al es que se ult rapasa, y en m ucho, el volum en de

m at erial cont am inado. Y veo com pañeras que cogen una j eringa,

t iran del em bolo y quedan “ golpeando” en la caj a, pienso que

aquello es peligroso (T6). Algunas com pañeras agarran una j eringa y quedan así [ ...] (dem uestra) “ golpeando” , a veces es por floj era de m ont ar ot ra caj a, o porque no saben m ont ar la caj a ( A3) .

(5)

disponible en el pr opio em balaj e, los pr ofesionales no est án incorporando los conocim ient os necesarios par a la ef ect iv idad de las pr áct icas. La n oción de r iesgos ocupacionales est á siendo subest im ada, y a q u e l a m ay o r ía d e l as r eco m en d aci o n es p ar a el a d e cu a d o m a n e j o d e l o s p u n zo co r t a n t e s so n con ocidas por los pr of esion ales, en t r et an t o, en la práct ica, no es at r ibuido el debido valor a la et apa m á s i m p o r t a n t e d e ese p r o ceso : l a sep a r a ci ó n , co n t r i b u y e n d o , d e e se m o d o , p a r a a u m e n t a r, significat ivam ent e, el riesgo de accident es.

Conocim ient o del equipo de enferm ería en el m anej o de punzocor t ant es

En est e ít em , el foco del est udio se dir ige par a el conocim ient o de los pr ofesionales sobr e la com p r en sión d el m an ej o d e p u n zocor t an t es y su separación, part iendo del significado que t ienen esos residuos para los auxiliares y técnicos de enferm ería, a fin de v er ificar el gr ado de incor por ación de los conocim ient os específicos del ár ea del saber, de la form ación de esos suj et os y de las cont ribuciones de la educación cont inuada.

De esa form a, en relación a la prestación de cu idados, le cor r espon de al t écn ico de en fer m er ía desarrollar la práct ica profesional sin riesgos para sí m ism o, para el equipo de la salud y para el client e, ut ilizando, para est o, prot ocolos de bioseguridad( 14).

En ese sen t ido, en la Mat r iz Cu r r icu lar del Cu r so Técnico de Enferm ería, las cuest iones relacionadas a la salud del trabaj ador y a los principios generales de bioseguridad están incluidas en los bloques tem áticos de Prom oción de Salud y Seguridad en el Trabaj o y Pr om oción d e la Bioseg u r id ad en las Accion es d e Sa l u d , co n t r e i n t a y cu a r e n t a h o r a s, r espect iv am ent e( 15).

En la subcategoría: significado de los residuos pu n zocor t an t es fuer on ut ilizados los concept os y la clasificación de las Resoluciones n. 306 y n. 358, a fin de com pararlos con las respuestas de los suj etos sobre su e n t e n d i m i e n t o a r e sp e ct o d e r e si d u o s punzocort ant es( 1,16). Fueron obt enidos los siguient es

resultados: son m at eriales que cort an y perforan, com o lam inas

de bist urí, aguj as, vidrios y ot ros ( T1, T2, T8, T11) ; son aguj as, lam inas de bist urí, hoj as de barbear, vidrios y lam inas de vidrios

( T3, T5, T6, T7, T9, T10, T12) ; son m at er iales capaces de

causar accident es ( A2, T4, A3, T12) ; esos residuos son rest os de sangre, secreciones que quedan dent ro de las aguj as o en las

lam inas del bist urí ( A1) .

Analizando las r espuest as, se obser v ó que ap en as 2 6 , 7 % d e los su j et os d ef in ier on r esid u os punzocor t ant es, 46, 7% consiguier on dar ej em plos, 2 6 , 6 % los asociar on al r iesgo de cont am inación y a cci d e n t e s. A1 , e sp e cíf i ca m e n t e , co n f u n d i ó co n m at er ia or gánica. De ese m odo, se per cibió que la m ay or ía de los su j et os t ien e algu n a n oción sobr e r esiduos punzocor t ant es, sea ella de concept o, de ej em plos o de r elación con el r iesgo de ex posición ocupacional.

En l a su b ca t e g o r ía : m a n e j o d e p u n z o c o r t a n t e s : p r o p o s i c i o n e s p a r a m e j o r a r l a

pr áct ica se buscó ident ificar el conocim ient o de los su j e t o s so b r e l a m a n i p u l a ci ó n d e l o s r e si d u o s p u n zo co r t a n t e s, p o r m e d i o d e su g e st i o n e s q u e pudiesen cont ribuir para la m ej oría de su act uación. Veam os los r elat os: u sa r g u a n t es ( A1 , A2 , T8 ) ; m á s

infor m ación ( T2, A2, T4, T5, A3, T9) ; caj a r ecolect or a en la enferm aría ( T3, T8) ; local ideal solam ent e para punción venosa

( T3, T12) ; m ás at ención ( A2, T6) ; m ás consciencia ( A2, A3) ;

m ás cuidado ( T5, T6) ; llevar m ás a serio el riesgo ( T7) ; m ayor im port ancia en la separación ( A3) ; det erm inación de fluj o gram a y form ación de equipo para orient ación en caso de accident e (T11).

De acuerdo con las respuest as, la sugest ión m ás r ecu r r en t e f u e la n ecesid ad d e ob t en er m ás in f or m acion es r elacion adas al m an ej o de r esidu os punzocor t ant es, abor dando los fact or es de r iesgos, los m ecanism os de prevención y las conduct as a ser adoptadas en caso de accidentes con esos m ateriales. D e j a n d o cl a r o l a n e ce si d a d d e l a e d u ca ci ó n cont inuada.

Una de las entrevistadas sugiere la colocación de caj as r ecolect or as pr óx im as a las cam as en las en fer m ar ías. Esa pr áct ica y a es r ealizada, en San Pa b l o , e n e l Ho sp i t a l Al e m á n Osv a l d o Cr u z, com probándose, por m edio de ella, la reducción en el n ú m er o d e accid en t es en lo q u e se r ef ier e al t r a n sp o r t e d e p u n zo co r t a n t e s( 1 3 ). La m i sm a

ent revist ada reconoce que, t rat ándose de un hospit al pediát rico, esa m edida debe ser repensada: una caj a

en cada enferm aría sería lo ideal, sin em bargo nosotras trabaj am os

con niños, ¿donde la vam os a dej ar? No podem os colocaren lo alt o,

ya hubo un caso de una funcionaria que respondió un proceso

j udicial porque colocó la caj a en lo alt o y una funcionaria baj it a se

perforó ( T3) .

(6)

siem pre que hay cursos, quien da las clases golpea en la m ism a

t ecla. Yo pienso que es solo t ener un poco m ás de at ención de la

gent e que t rabaj a en el área porque sí t iene la caj a, los guant es,

ent onces ¿Porqué no son usados?

Lo s cu r so s d e p er f ecci o n am i en t o , en l as i n st i t u ci o n e s h o sp i t a l a r i a s, so n , n o r m a l m e n t e , conducidos por enfer m er os, est o llev a a cr eer que exist en deficiencias fundam ent ales en la enseñanza y en el aprendizaj e de los profesionales en cuest ión. Así, es deficien t e la f or m ación de r aciocin ios m ás com plej os, sobr e aut o r eflex ión y const r ucción del saber cr ít ico. “ Hist ór icam ent e, se t iene al per sonal técnico form ado para hacer sin pensar, alienados que están en com pilar técnicas y aplicarlas sin crítica, así que la orden les es dada”( 17).

Se piensa, tam bién, en la existencia de otros factores capaces de com prom eter el cam bio de actitud de esos profesionales. Ent re ellos, podem os cit ar la falta de educación continuada orientada para las reales necesidades que t ienen los auxiliar es y t écnicos de e n f e r m e r ía , co n t e m p l a n d o : p l a n i f i ca ci ó n , co n o ci m i e n t o s p r e v i o s, l e n g u a j e a d e cu a d o , ev alu ación , su p er v isión y acom p añ am ien t o en el am bient e de t rabaj o.

Aliados a esos factores, la cultura y la historia de la pr ofesión de enfer m er ía r eflej an t am bién esa p r ob lem át ica, “ es r esp on sab ilid ad d el en f er m er o diplom ado, cuya form ación se dirige para el enseñanza y p a r a l a a d m i n i st r a ci ó n d e l a a si st e n ci a d e enferm ería, adm inist rar esa asist encia, dist ribuyendo y delegando a los dem ás t rabaj adores de enferm ería t areas específicas”( 18).

Las act uales propuest as de enseñanza para cursos técnicos en salud se apoyan en las Directrices Curriculares Nacionales, con nuevas perspectivas para l a f o r m a ci ó n d e e so s t r a b a j a d o r e s, e x i g i e n d o “ habilidades: cognit ivas de abst racción y de análisis sim b ólico, d e com u n icación , d e in t er r elación con client es y ot ros t rabaj adores; iniciat iva y creat ividad; capacidad de t r abaj ar cooper at iv am ent e en gr upo; y, par a la f or m ación m u t u a en el p r op io local d e t r a b a j o , se e x i g e co m p e t e n ci a p a r a e v a l u a r e l producto del su trabaj o y tom ar m edidas para m ej orar su calidad, el dom inio de t écnicas de planificación y organización del t rabaj o”( 14).

Las per spect iv as act uales apunt an par a un gr an desafío par a el enfer m er o r esponsable por la enseñanza de esos profesionales, una vez que ellas provocan dicotom ías entre la form ación de enferm eros y de t écnicos, ya que “ esos t rabaj adores ‘m anuales’

ej ecutan funciones en que no hay control del proceso ni del product o final, perm aneciendo alienados [ ...] el enfer m er o es un t r abaj ador t am bién asalar iado, su form ación es del t ipo int elect ual y adm inist rador de asist encia”( 18).

La propuest a de enseñanza, preconizada en los Par ám et r os y Dir ect r ices Cur r icular es, cont iene la n ecesid ad d e p r om ov er cam b ios en el p r oceso e n se ñ a n za y a p r e n d i za j e , u n a v e z q u e b u sca sen sib ilizar los su j et os p ar a la p r áct ica seg u r a e inclusiv e en sit uaciones de est r és y sobr ecar ga de trabaj o, le den prioridad a las m edidas de precaución est ándar y acent úen la im port ancia de la aut oest im a y del aut ocuidado( 18).

Siendo así, el enferm ero, en la condición de e d u ca d o r e n sa l u d , d e b e r á v a l e r se d e l a s r ecom endaciones del Minist er io de Educación, a fin de con t ex t u alizar las con dicion es de en señ an za y apr endizaj e de t écnicos y aux iliar es de enfer m er ía, por m edio de la educación cont inuada, v iabilizando la práct ica de est rat egias de form ación que perm it an a los gr aduados pasar de una pr áct ica em pír ica a ci en t íf i ca, si n q u e se p i er d a en u n a ex p er i en ci a int uit iv a, pr incipalm ent e en condiciones de r iesgo, com o en el m anej o de punzocort ant es.

CONCLUSI ONES

Est e est u dio apu n t a par a la n ecesidad de r eal i zar m o d i f i caci o n es en el t r ab aj o d el eq u i p o d e e n f e r m e r ía , c o n e l o b j e t i v o d e c o n s t r u i r conocim ient os cr ít icos y r eflex iv os sobr e la pr áct ica cot idiana. Par a est o, el enfer m er o, com o educador y ad m i n i st r ad o r d e l a asi st en ci a d e en f er m er ía, d e b e r á c o n d u c i r e l p r o c e s o d e e d u c a c i ó n c o n t i n u a d a , l l e v a n d o e n c o n s i d e r a c i ó n e l c o n o c i m i e n t o d e a u x i l i a r e s y t é c n i c o s d e enfer m er ía buscando una pr áct ica t r ansfor m ador a. Par a com en zar, es n ecesar io r ealizar u n a in v er sión p er son al e in st it u cion al q u e v alor ice la e x p e r i e n ci a d e l o s t r a b a j a d o r e s y f o r t a l e zca l a act uación de est os, a fin de pr opor cionar pr áct icas co t i d i a n a s ef ect i v a s, d el a n t e d e l o s i n ú m er o s y p o t en ci a l es r i esg o s o cu p a ci o n a l es en el m a n ej o i n a d ecu a d o d e p u n zo co r t a n t es, p r o v o ca n d o u n a am plia adhesión a las m edidas de bioseguridad.

(7)

las alt ernat ivas necesarias para rom per las am arras de la enseñanza orientada a la técnica. Es urgente el desarrollo de invest igaciones que discut an porque las e st r a t e g i a s, h a st a e n t o n ce s d e sa r r o l l a d a s, n o

p r o v o car o n cam b i o s si g n i f i cat i v o s en l a p r áct i ca pr ofesional de la salud, focalizada en est e est udio. Habrá perspect ivas, en ese sent ido, en los act uales est udios relacionados con la educación de adult os.

REFERENCI AS

1. ANVI SA. Minist ério da Saúde ( BR) . Resolução n.306, de 07 de dezem bro de 2004. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 10 dez 2004. Seção 1, p. 49. 2. Silva CER, edit ores. O processo de t rabalho da lim peza e colet a int erna do lixo hospit alar na em ergência do Hospit al Municipal Paulino Werneck [ dissert ação da I nt ernet ] . Rio de Janeir o ( RJ) : Escola Nacional de Saúde Pública, Cent r o de Est u d o s d e Sa ú d e d o Tr a b a l h a d o r e Eco l o g i a Hum ana; 1999. [ Acesso em 02 abr il 2006] . Disponív el em : ht t p: / / por t alt eses.cict .fiocr uz.br / t ransf.php.

3. Marziale MHP, Rodrigues CM. A produção cient ífica sobre os acident es de t rabalho com m at erial perfurocort ant es ent re t r a b a l h a d o r e s d e e n f e r m a g e m . Re v La t i n o - a m Enferm agem [ serial online] 2002 Jul- Ago [ Acesso em 21 abril 2 0 0 6 ] 1 0 ( 4 ) : 5 7 1 - 7 ; D i sp o n ív e l e m : w w w . sci e l o . b r / s c i e l o . p h p ? s c r i p t = s c i _ a r t t e x t & p i d = S 0 1 0 4 -1 -1 6 9 2 0 0 2 0 0 0 4 0 0 0 -1 5 .

4 . Mar ziale MHP, Nish im u r a KYN, Fer r eir a MM. Riscos de cont am inação ocasionados por acident es de t r abalho com m aterial pérfuro- cort ant e ent re t rabalhadores de enferm agem . Re v La t i n o - a m En f e r m a g e m 2 0 0 4 j a n e i r o / f e v e r e i r o ; 1 2 ( 1 ) : 3 6 - 4 2 .

5. Canini SRMS, Gir E, Hayashida M, Machado AA. Acident es perfurocort ant es ent re t rabalhadores de enferm agem de um h ospit al u n iv er sit ár io do in t er ior pau list a. Rev Lat in o- am Enfer m agem 2002 m ar ço/ abr il; 10( 2) : 172- 8.

6. Melo DS, Souza ACS, Tipple AFV, Neves ZCP, Pereira MS. Com pr eensão sobr e pr ecauções padr ão pelos enfer m eir os d e u m h osp it al p ú b lico d e Goiân ia - GO. Rev Lat in o- am Enfer m agem 2006 set em br o/ out ubr o; 14( 5) : 720- 7. 7. Brevidelli MM, Cianciarullo TI . Análise dos acident es com agulhas em um hospit al universit ário: sit uações de ocorrência e t endências. Rev Lat ino- am Enferm agem 2002 novem bro/ dezem br o; 10( 6) : 780- 6.

8. Oliveira BRG, Murofuse NT. Acident es de t rabalho e doença ocupacional: est udo sobr e o conhecim ent o do t r abalhador hospit alar dos riscos à saúde de seu t rabalho. Rev Lat ino- am Enfer m agem j aneir o/ fev er eir o 2001; 9( 1) : 109- 15.

9 . Ber n ar d o ASS, Gom es I D, Alm eid a MPP. An álise d as

Prát icas: um a est rat égia de const rução de saberes na prática dos cuidados de enferm agem . Form ar: Rev Form adores 2004 m ar ço; 4 6 ( 5 0 ) : 4 2 - 5 2 .

1 0 . Mi n a y o MCS. Pe sq u i sa So ci a l : Te o r i a , m é t o d o e cr iat ividade. 21ª ed. Pet r ópolis ( RJ) : Vozes; 2002.

11. Ministério da Saúde (BR). Recomendações para atendimento e acom pan h am en t o de ex posição ocu pacion al a m at er ial biológico: HI V e HEPATI TE B e C. Brasília (DF); 2004. 1 2 . Ag en cia Nacion al d e Vig ilân cia San it ár ia [ Pág in a d a I n t e r n e t ] . Br a síl i a : Mi n i st é r i o d a Sa ú d e . Ma n u a l d e Ger en ciam en t o d e Resíd u os d e Ser v iços d e Saú d e[ ser ial online] ; 2006; [ Acesso em 03 dezem bro 2006] . Disponível e m : h t t p : / / w w w . a n v i sa . g o v. b r / se r v i co sa u d e / m a n u a i s/ m anual_ger enciam ent o_r esiduos.pdf.

1 3 . Lopes MHBM, Mor om izat o SS, Veiga JFFS. Adesão às m edidas de pr ecaução- padr ão: r elat o de ex per iência. Rev Lat ino- am Enferm agem [ serial online] 1999 out ubro; [ Acesso em 11 dezem bro 2006] . 7( 4) : 83- 88. Disponível em : ht t p: / / w w w . scielo. br / scielo. ph p?pid= S0 1 0 4 - 1 1 6 9 1 9 9 9 0 0 0 4 0 0 0 1 1 1 4 . Mi n i st é r i o d a Sa ú d e ( BR) . D i r e t r i ze s Cu r r i cu l a r e s Nacion ais par a o En sin o Técn ico Ár ea da Saú de. Br asília ( DF) ; 1 9 9 9 . [ Acesso em 1 2 dezem br o 2 0 0 6 ] . Dispon ív el em : h t t p : / / w w w . o p a s. o r g . b r / r h / a d m i n / d i r et r i zes_ cu r r i c ular es.pdf

15. Serviço Nacional de Aprendizagem Com ercial[ hom epage na I nt er net ] . Rio Gr ande do Sul: SENAC. [ Acesso em : 07 ab r il 2 0 0 7 ] . Disp on ív elem : h t t p : / / w w w . sen acr s. com . b r / passodar eia/ t ec_lab_enfer m agem . asp

16. Conselho Nacional do Meio Am bient e ( BR) . Resolução da Diret oria Colegiada n. 358, de 29 de abril de 2005. Diário Oficial da República Feder at iv a do Br asil. Br asília, 04 m ai. 2005. Seção 1, p.63.

1 7 . Andrade LS, Pinho CC, Sant ana MMV. O. Pesquisa no Currículo do Curso de Técnico em Enferm agem : Um Relat o de Experiência. Sit ient ibus, Feira de Sant ana. [ serial online] 2005 j ul./ dez [ Acesso em 11 dezem bro 2006] ; 33( 1) : 53-6 0 Dispon ív el em : h t t p: / / w w w . u ef s. br / sit ien t ibu s/ pdf / 3 3 / pesquisa_no_cur so_t ecnico_de_enfer m agem . pdf.

18. Br ut scher SM. Análise da At uação da Enfer m agem em Am bulat ório: à dist ância ent re ser e dever Ser. São Paulo: Edit or a Univ er sidade de Br asília; 2000.

Referências

Documentos relacionados

Est e est udo t eve com o obj et ivo ident ificar os aspect os posit ivos e negat ivos relacionados à assist ência prest ada ao port ador de t uberculose pulm onar, com base nos

O pr esent e est udo t em por obj et iv o descr ev er o funcionam ent o de um cent r o de at enção psicossocial e apr eender com o os usuár ios at endidos por esse ser v iço

Est e est udo explorat ório t eve por obj et ivo invest igar e descrever a população idosa em sit uação de rua, usuár ia de um abr igo exclusivo par a esse segm ent o, na cidade

Est e est udo t ev e com o obj et iv o descr ev er a sat isfação dos pacient es diabét icos com as infor m ações recebidas e a assist ência oferecida após a im plem ent ação

Est e est udo t eve com o obj et ivo const r uir e validar inst r um ent o de m edida de at it udes fr ent e ao álcool, ao alcoolism o e ao alcoolist a ( escala de at it udes fr ent

Trabalho descrit ivo, ret rospect ivo, que t eve com o obj et ivo analisar a relação ent re a colet a de dados, diagnóst icos e prescrições de enferm agem est abelecidas por

O obj et ivo dest e est udo foi avaliar a diferença ent re o consum o percebido ent re os pares e o consum o real das drogas que fazem os est udant es universit ários do segundo e

O present e est udo t eve com o obj et ivo analisar o conhecim ent o da equipe de auxiliares e t écnicos de enferm agem no m anej o e segr egação de per fur ocor t ant es, descr ev