• Nenhum resultado encontrado

Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.17 número especial

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.17 número especial"

Copied!
7
0
0

Texto

(1)

CON SUM O PERCI BI DO Y USO DE DROGAS LÍ CI TAS E I LÍ CI TAS EN ESTUDI AN TES UN I VERSI TARI OS EN LA CI UDAD DE M EDELLÍ N , COLOM BI A

Er ik a Mar ia Mont oy a Vásquez1 John Cunningham2 Br u n a Br an ds3 Car ol St r ik e2 Maria da Gloria Miot t o Wright4

Mont oya Vásquez EM, Cunningham J, Brands B, St rike C, Wright MGM. Consum o percibido y uso de drogas lícit as e ilícit as en est u d i an t es u n i v er si t ar i o s en l a ci u d ad d e Med el l ín , co l o m b i a. Rev Lat i n o - am En f er m ag em 2 0 0 9 n o v em b r o - d ezem b r o ; 1 7 ( Esp . ) : 8 8 6 - 9 2 .

El propósit o de est e est udio fue est im ar la diferencia ent re el consum o percibido en los pares y el uso real de drogas que t ienen los est udiant es universit arios de segundo y t ercer año, ent re 18 y 24 años de edad, de una universidad pública en la ciudad de Medellín, Colom bia. Se t rat a de un est udio descript ivo t ransversal basado en una encuest a. Todos los est udiant es de segundo y t ercer año de las facult ades de Medicina, Odont ología, Enferm ería y Salud Publica fueron invit ados a responder un cuest ionario anónim o. Part iciparon 427 est udiant es. Se encont ró una sobreest im acion del consum o de t abaco, m arihuana y cocaina en los ult im os doce m eses. El consum o de alcohol es percibido de m anera exact a. Los est udiant es que consum ieron drogas, en el periodo m encionado, sobreest im an m ás que los que no lo hicieron; t am bién se encont ró que las m uj eres sobreest im an m ás que los hom bres el consum o de m arihuana.

DESCRI PTORES: percepción social; drogas ilícit as; est udiant es del área de la salud; consum o de bebidas alcohólicas; hábit o de fum ar m arihuana; cocaína; t abaco; Colom bia

CON SUM PTI ON AN D PERCEI VED USE OF LI CI T AN D I LLI CI T DRUGS AM ON G UN I VERSI TY STUDEN TS, AN TI OQUI A, M EDELLI N , COLOM BI A

The purpose of t his st udy was t o est im at e differences bet ween perceived and report ed drug use am ong sophom ore and j unior universit y st udent s, aged 18 t o 24 years, from a public universit y in Medellin, Colom bia. Met hod: t his is a descript ive and cross- sect ional st udy. All second- and t hird- year st udent s at t he Schools of Medicine, Dent ist ry, Nursing and Public Healt h were invit ed t o answer an anonym ous quest ionnaire. I n t ot al, 427 st udent s part icipat ed. Result s: dat a suggest t hat st udent s overest im at e t he use of t obacco, m arij uana and cocaine over t he last 12 m ont hs. Alcohol use was perceived accurat ely. St udent s who report ed using t hose subst ances during t hat period overest im at ed t heir peers’ drug use m ore t han t hose who did not . Furt herm ore, m ore wom en t han m en overest im at ed m arij uana use.

DESCRI PTORS: social percept ion; st reet drugs; st udent s, healt h occupat ions; alcohol drinking; m arij uana sm oking; cocaine; t obacco; Colom bia

CON SUM O PERCEBI DO E USO DAS DROGAS LÍ CI TAS E I LÍ CI TAS EM ESTUDAN TES UN I VERSI TÁRI OS, AN TI OQUI A, M EDELLÍ N , COLÔM BI A

O obj et ivo dest e est udo foi avaliar a diferença ent re o consum o percebido ent re os pares e o consum o real das drogas que fazem os est udant es universit ários do segundo e t erceiro ano, ent re 18 e 24 anos de idade, em um a universidade pública na cidade de Medellín, Colôm bia. Est e é um est udo descrit ivo t ransversal, baseado em censo. Todos os alunos do segundo e t erceiro ano das faculdades de m edicina, odont ologia, enferm agem e saúde pública foram convidados a responder, anonim am ent e, um quest ionário. Part iciparam 427 est udant es. Quant o aos result ados foi observada superest im ação do consum o de t abaco, m aconha e cocaína nos últ im os doze m eses. O consum o de álcool foi percebido com precisão. Os alunos que consum iram no período m encionado, superest im am m ais do que aqueles que não o fizeram , com o as m ulheres sobreest im am m ais do que os hom ens o consum o de m aconha.

DESCRI TORES: percepção social; drogas ilícit as; est udant es de ciências da saúde; consum o de bebidas alcoólicas; hábit o de fum ar m aconha; cocaína; t abaco; Colôm bia

1Psicóloga, Maest ría, Professor, I nvest igador, Facult ad Nacional de Salud Pública, Universidad de Ant ioquia, Colom bia, e- m ail: . eribert ica@guaj iros.udea.edu.co.

2Ph.D., I nvest igador, Healt h Syst em s Research and Consult ing Unit , Cent re for Addict ion and Ment al Healt h, CAMH, Universit y of Toront o, Canada, e- m ail:

(2)

I NTRODUCCI ÓN

D

e acuerdo a la OMS, la prevalencia del uso de dr ogas ent r e los adult os j óvenes es m ás alt a que

en los grupos de m ayor edad, en t odo el m undo. En

Am ér i ca La t i n a , l o s j ó v en es en t r e 1 8 y 2 4 a ñ o s,

esp ecialm en t e est u d ian t es u n iv er sit ar ios, t ien en la

p r e v a l e n ci a d e u so d e d r o g a s, l e g a l e s e i l e g a l e s

du r an t e la v ida y en el ú lt im o añ o, m ás alt a de la

población. Est as diferencias son m ayores para drogas

ilegales que para alcohol y t abaco( 1- 3).

En Colom bia, la Encuest a Nacional de Salud

Men t a l( 4 ) en co n t r ó q u e l o s t r a st o r n o s p o r u so d e alcohol y ot r as sust ancias est án pr esent es en 10,6%

de la población, en su conj unt o, ocupando el t er cer

lugar ent r e los t r ast or nos con m ay or pr ev alencia en

e l p a ís . La p r e v a l e n c i a d e a b u s o d e s u s t a n c i a s

psicoact iv as se pr esent ó con m ay or fr ecuencia en la

población ent re 18 y 29 años.

Las cif r as d e con su m o d e su st an cias en t r e

univ er sit ar ios Colom bianos, en 2 0 0 1( 5), m ost r ar on a Medellín com o la cuar t a ciudad con m ay or consum o

d e a l co h o l e n t r e l o s u n i v e r si t a r i o s d e l p a ís, y l a

pr im er a en con su m o de m ar ih u an a y cocaín a. Par a

t odas las sust ancias, los hom bres superan ligeram ent e

el consum o de las m uj er es.

Los diferent es enfoques que explican el abuso

de sust ancias psicoact iv as m uest r an una confluencia

de fact or es biopsicosociales que, int er act uando ent r e

sí, favorecen la consolidación del abuso. Dent ro de la

c o m p l e j i d a d d e l a s c a u s a s s e h a e n c o n t r a d o l a

influencia de los pares com o un fact or clave asociado

al uso de drogas ent re los j óvenes de 18 a 24 años( 6). La influencia de los pares en el uso de drogas

h a sid o ex p licad a p or d if er en t es en f oq u es. Un o d e

l o s m ás i m p o r t an t es es o f r eci d o p o r l a Teo r ía d e

Nor m as Sociales( 7 ), par a est a, la per cepción de las n or m as de com por t am ien t o de los par es, in f lu en cia

l o s co m p o r t a m i e n t o s p r o p i o s p o r u n p r o ce so d e

com p ar aci ón soci al q u e si r v e com o est án d ar p ar a

ev alu ar y aj u st ar los com p or t am ien t os y ser v ist o

com o sim ilar al grupo de referencia. Exist en dos t ipos

de nor m as sociales, la descr ipt iva y la induct iva. Las

nor m as “ descr ipt iv as” son aquellas que descr iben el

com p or t am ien t o com ú n d e los ot r os; son p r od u ct o

de la per cepción y est án basadas en la obser v ación

q u e h acen los su j et os sob r e cóm o las p er son as se

com por t an en cier t as sit uaciones.

El en f oq u e d e n or m as sociales h a p r ob ad o

se r e l m e j o r f a ct o r p a r a p r e d e ci r e l co n su m o d e

a l co h o l e n t r e e st u d i a n t e s u n i v e r si t a r i o s, m u ch o s

est udios han encont r ado efect os difer ent es par a las

nor m as descr ipt iv as e induct iv as con r elación al uso

de dr ogas. Sin em bar go t odas han ident ificado a las

n o r m a s d e s c r i p t i v a s c o m o s i e n d o u n f a c t o r d e

predicción m ás fuert e, para el uso de drogas, que las

nor m as induct iv as( 8- 9).

La m a n e r a c o m o s e h a e s t u d i a d o a l a s

n or m as descr ipt iv as es com par an do la discr epan cia

ent r e la nor m a act ual de consum o ( consum o r eal de

u n g r u p o ) y l a p e r c e p c i ó n d e l a n o r m a p o r l o s

in d iv id u os ( f r ecu en cia p er cib id a d e la con d u ct a d e

beber de los par es)( 7 ). Los est udios encuent r an una am plia ev idencia de la pr esencia de una per cepción

e r r ó n e a , e n l a f o r m a d e s o b r e e s t i m a c i ó n d e l a

conduct a de beber de los pares, ent re los est udiant es

u n i v er si t a r i o s en No r t ea m ér i ca y en o t r o s p a íses

desarrollados. Los est udiant es com únm ent e pensaban

que las nor m as, par a la fr ecuencia y la cant idad de

b eb id a en t r e su s p ar es, er an m ás alt as d e lo q u e

r ealm ent e sucedía; igualm ent e cr eían, que sus par es

er an m ás p er m i si v o s en su s act i t u d es p er so n al es

acer ca del u so de su st an cias de lo qu e en r ealidad

eran( 8- 11).

Se ha encont rado que exist e alguna evidencia

de asociación ent r e la sobr eest im ación del consum o

de los par es y el u so de m ar ih u an a( 12). En Am ér ica La t i n a n o se r e p o r t a n e st u d i o s e n e st a á r e a d e

inv est igación, por lo t ant o el int er és de est e est udio

fue explorar la relación ent re el consum o percibido y

el u so r eal de dr ogas de est u dian t es u n iv er sit ar ios,

en t r e 1 8 y 2 4 añ os, d e seg u n d o y t er cer añ o, en

Medellín .

METODOLOGI A

Se r ealizó u n est u dio ex plor at or io de cor t e

t r a n s v e r s a l , e l c u a l h a c e p a r t e d e u n e s t u d i o

m ult icént r ico desar r ollado en nuev e univ er sidades de

cinco países de Lat inoam érica: Brasil, Chile, Colom bia,

Hon du r as y Per ú . Se in v it ó a par t icipar a t odos los

e s t u d i a n t e s u n i v e r s i t a r i o s d e 1 8 a 2 4 a ñ o s ,

m at r iculados en los cur sos pr incipales del segundo y

t er cer añ o en las Facu lt ad es d el ár ea d e la Salu d

( Medicina, Enferm ería, Odont ología, Salud Pública) de

una Univ er sidad pública de la ciudad de Medellín.

Se u t i l i zó u n a en cu est a d e 3 0 p r eg u n t as,

anónim a, im presa y de aut o aplicación. Las secciones

(3)

2) per cepción sobr e fr ecuencia y cant idad de uso de

dr ogas ( alcohol, t abaco, m ar ihuana y cocaína) ent r e

los p ar es; y 3 ) f r ecu en cia y u so d e est as m ism as

d r o g a s en t r e l o s est u d i a n t es. La a p l i ca ci ó n d e l a

encuest a se realizó en las salas de clases de los cursos

p r i n ci p a l es d e seg u n d o y t er cer a ñ o , d u r a n t e l o s

m eses d e f eb r er o y m a r zo d e 2 0 0 8 , d u r a n t e ese

p r o c e s o s e i n f o r m ó a l o s e s t u d i a n t e s s o b r e l o s

o b j e t i v o s d e l e s t u d i o , l a v o l u n t a r i e d a d d e l a

p a r t i c i p a c i ó n y e l m a n e j o c o n f i d e n c i a l d e l a

inform ación; adicionalm ent e se puso a disposición un

s e r v i c i o d e a s e s o r ía , b r i n d a d o p o r e l B i e n e s t a r

Un iv er sit ar io, par a t odo est u dian t e qu e t u v ier a u n a

i n q u i e t u d p e r s o n a l c o n r e l a c i ó n a l c o n s u m o d e

su st an cias psicoact iv as.

La cif r a d e est u d ian t es, p or ed ad , n o est á

disponible en el sist em a de regist ro universit ario. Por

lo t ant o, la cifra de población con am bos crit erios de

in clu sión n o fu e posible det er m in ar la. El por cen t aj e

de r espuest a se calculó a par t ir de la cifr a de 1.402

est u d ian t es m at r icu lad os en los cu r sos p r in cip ales,

d e l o s c u a l e s , a l m o m e n t o d e l a a p l i c a c i ó n , s e

encuest ar on 711 ( 50, 7% de la población esper ada) ;

de ést os, sólo 427 ( 30.5% ) cum plían con los crit erios

de inclusión, con est a población se realizó el análisis.

RESULTADOS

De los est udiant es encuest ados el 71,0% eran

m u j er es. El 5 6 , 2 % est ab a en el seg u n d o añ o y el

43,8% en el t er cer o.

Pr o p o r c i ó n d e u s o d e d r o g a s e n t r e e s t u d i a n t e s

u n iv er sit ar ios

En la Tabla 1 , se pu ede obser v ar com o las

m ay or es pr opor ciones de consum o, alguna v ez en la

vida y en los últ im os doce m eses, son de sust ancias

legales, principalm ent e el alcohol seguido del consum o

d e t ab aco. Llam a la at en ción q u e al com p ar ar las

pr opor ciones ex plor adas, el consum o dism inuy e casi

por la m it ad ent r e alguna v ez en la v ida y el últ im o

año, en sust ancias com o t abaco, m arihuana y cocaína,

ex cept o en el consum o de alcohol. En la dist r ibución

del consum o en alguna vez en la vida, según el sexo,

es v isible que el consum o de los hom br es es m ay or

en m arihuana, t abaco y cocaína; por ot ro lado es un

poco m enor para el consum o de alcohol. El consum o

de los últ im os doce m eses, según el sex o, m uest r a

u n u so liger am en t e m ay or de m ar ih u an a por par t e

de las m uj er es; en ot r as sust ancias se m ant iene un

m ay or consum o ent r e los hom br es.

Tabla 1 - Uso de drogas alguna vez en la vida y en el

últ im o año según sust ancia y sexo de los est udiant es

univ er sit ar ios, Medellín, 2008

s a g o r D

o m u s n o c l e d n ó i c r o p o r P

a d i v a l n e z e v a n u g l

A Útlimoaño

s e r b m o

H Mujeres Total Hombres Mujeres Total 2

2 1 =

n n=304 n=427 n=122 n=304 n=427

o c a b a

T 68,0 55,6 59,0% 35,2 22,4 26,0% l

o h o c l

A 95,9 99,0 98,1% 92,6 90,5 90,9% a

n a u h i r a

M 27,9 21,7 23,4% 10,7 11,8 11,5% a

n í a c o

C 13,1 4,3 6,8% 4,9 2,6 3,3%

De acu er d o a la d ist r ib u ción d el con su m o,

según su fr ecuencia, se encont r ó que el consum o de

alcoh ol en t r e los est u dian t es ocu r r e pr in cipalm en t e

u n a v ez a l m es 3 5 , 8 % , seg u i d o d e u n a v ez a l a

sem an a 1 8 , 3 % y 2 o 3 v eces a la sem an a 1 2 , 2 % .

Par a su st an cias com o t abaco, m ar ih u an a y cocaín a

el m ayor consum o ocurre una vez al año 9,6% , 7,7% ,

2,3% , seguido de una vez al m es 5,2% , 1,6% , 0,5% .

La sust ancia de m ay or consum o t odos los días es el

ci g ar r i l l o 3 , 0 % . Lo s est u d i an t es co n su m i d o r es d e

cocaína en el últ im o m es lo hacen fundam ent alm ent e

una vez al m es 0,5% .

Co m p a r a ci ó n en t r e l a p er cep ci ó n d e co n su m o d e

su st a n ci a s p si co a ct i v a s e n l o s p a r e s y e l u so d e

sust ancias ent r e los est udiant es univ er sit ar ios

En la Tabla 2, se observa com o la percepción

del consum o de t abaco, m ar ihuana y alcohol, alguna

vez en la vida y en los últ im os doce m eses es superior

al consum o prom edio real del grupo en est os periodos,

en las drogas m encionadas. La diferencia es superior

a 1 0 % , l o q u e t e ó r i ca m e n t e e s co n si d e r a d o u n a

sobr eest im ación del con su m o. En con t r aposición , la

per cepción de consum o de alcohol t ant o alguna v ez

en la vida com o en los últ im os doce m eses es inferior

al consum o real. Sin em bargo la diferencia no supera

e l 1 0 % y p o r l o t a n t o p u e d e c o n s i d e r a r s e u n a

p er cep ción ex act a, est o q u ier e d ecir acor d e con el

con su m o r eal.

En esa m ism a t abla se present a el cont rast e

ent r e la per cepción del consum o en los dos per iodos

m encionados y el sexo de los est udiant es, en el cual

(4)

l o s h o m b r es el co n su m o d e t a b a co , m a r i h u a n a y

cocaín a. La p er cep ción d el con su m o d e alcoh ol es

sim ilar en am bos sex os, aunque liger am ent e m ay or

ent r e las m uj er es.

Tabla 2 - Percepción de consum o en los pares y uso real prom edio alguna vez en la vida y ent re los últ im os 12

m eses según sust ancia y sex o ent r e los est udiant es univ er sit ar ios, Medellín, 2008

En la Tab la 3 , se p r esen t a la com p ar ación

ent r e la fr ecuencia r eal de consum o y la per cepción

que se t iene de la m ism a, en est e sent ido los dat os

m uest ran com o, para drogas com o el t abaco, no hay

difer encias que indiquen una per cepción er r ónea en

el con su m o d e p oca f r ecu en cia, sin em b ar g o, h ay

sob r eest im ación d el con su m o en el caso d e 2 a 3

v eces por sem an a y t odos los días. El con su m o de

alcoh ol es su b est im ad o en las cat eg or ías d e p oca

fr ecu en cia de con su m o com o u n a v ez al añ o y u n a

vez al m es; en los consum os de 2 a 3 veces al m es y

t odos los días, la difer encia ent r e la per cepción y el

consum o r eal dism inuy e m ant eniéndose en el r ango

d el 1 0 % , est o q u ier e d ecir q u e es u n a p er cep ción

ex act a; f in alm en t e se obser v a u n a sobr eest im ación

del consum o en una vez por sem ana y 2 a 3 veces en

la sem an a.

Por su p ar t e el con su m o d e m ar ih u an a es

percibido de m anera exact a en las cat egorías una vez

al añ o y t o d o s l o s d ías; en l as d em ás cat eg o r ías

exploradas es sobreest im ado. Por ot ro lado, el consum o

de cocaín a es sobr eest im ado en las cat egor ías qu e

i n d i c a n m e n o s f r e c u e n c i a , m i e n t r a s q u e e n l a s

cat egor ías de m ay or f r ecu en cia de con su m o, com o

una vez por sem ana, 2 a 3 veces a la sem ana y t odos

los días, es percibido de m anera exact a.

o s u e d a i c n e u c e r F o c a b a

T Alcohol Marihuana Cocaína

% % % % % % % %

l a e

R Percibida Real Percibida Real Percibida Real Percibida

o ñ a l a z e v a n

U 9,6 3,7 20,8 0,5 7,7 13,9 2,3 33,0 s e m l a z e v a n

U 5,2 2,8 35,8 2,8 1,6 22,8 0,5 24,1 s e m l a s e c e v 3 a

2 3,3 2,6 18,3 13,2 1,4 16,3 0,2 17,3 a n a m e s r o p z e v a n

U 1,6 7,0 12,2 52,6 0,0 17,1 0,0 8,0 a n a m e s r o p s e c e v 3 a

2 3,3 24,2 3,3 28,3 0,2 22,4 0,2 7,0 s a í d s o l s o d o

T 3,0 56,9 0,5 2,6 0,5 5,8 0,0 2,2 s e s e m 2 1 s o m it l ú s o l n e ó i m u s n o c o

N 32,8 1,4 6,8 0,0 11,7 1,7 4,4 8,4

Tabla 3 - Com paración ent r e la fr ecuencia r eal y la per cibida del consum o de sust ancias en los últ im os doce

m eses ent r e est udiant es univ er sit ar ios, Medellín, 2008

a g o r

D PercibidoHombre PercibidoMujer PercibidoTotal Real

a d i v a l n e z e v a n u g l a -o c a b a

T 68,04 71,58 70,59 59,0 ) 6 7 5 , 2 7 -4 0 5 , 3 6

( (68,525-74,635) (68,063-73,117) (54,4-63,7)

a d i v a l n e a d i v a l n e z e v a n u g l a -l o h o c l

A 87,34 88,57 88,24 98,1 ) 0 6 4 , 0 9 -0 2 2 , 4 8

( (86,724-90,416) (86,658-89,822) (96,8-99,4)

a d i v a l n e z e v a n u g l a -a n a u h i r a

M 36,11 48,8 45,18 23,4 ) 1 9 4 , 0 4 -9 2 7 , 1 3

( (45,850-51,750) (42,667-47,693) (19,4-27,4)

a d i v a l n e z e v a n u g l a -a n í a c o

C 20,41 28,18 25,99 6,9 ) 0 8 9 , 3 2 -0 4 8 , 6 1

( (25,586-30,774) (23,853-28,127) (4,5-9,3)

o ñ a o m it l ú -o c a b a

T 61,11 65,18 64,02 26,0 ) 0 1 9 , 5 6 -0 1 3 , 6 5

( (62,008-68,352) (61,382-66,658) (21,8-30,2)

o ñ a o m it l ú -l o h o c l

A 82,94 84,02 83,72 90,9 ) 6 4 1 , 6 8 -4 3 7 , 9 7

( (82,036-86,004) (82,043-85,397) (88,1-93,6)

o ñ a o m it l ú -a n a u h i r a

M 28,17 37,42 34,74 11,5 ) 9 9 4 , 2 3 -1 4 8 , 3 2

( (34,473-40,367) (32,272-37,208) (8,5-14,5)

o ñ a o m it l ú -a n í a c o

C 15,14 20,17 18,71 3,3 ) 2 7 4 , 8 1 -8 0 8 , 1 1

(5)

La Fi g u r a 1 i l u s t r a e l p o r c e n t a j e d e

sob r eest i m aci ón d el con su m o en l os ú l t i m os d oce

m eses, diferenciando la sobreest im ación ent re los que

consum ieron en dicho periodo y los que no lo hicieron.

El crit erio para indicar la sobreest im ación del consum o

r esu lt a de u n a dif er en cia en t r e las pr opor cion es de

consum o real y percibido superior a 10% . El result ado

e n l a f i g u r a m u e s t r a l a e x i s t e n c i a d e u n a

s o b r e e s t i m a c i ó n , p a r a e l c o n s u m o d e t a b a c o ,

m ar ihuana y cocaína, t ant o en los que consum ier on

com o en los que no lo hicieron, sin em bargo aquellos

qu e con su m ier on sobr eest im an m ás, especialm en t e

el consum o de m arihuana. Cont rariam ent e a lo ant erior

el consum o de alcohol es percibido de m anera exact a,

( diferencia m enor de 10% ) , t ant o por part e de los que

consum ieron com o por aquellos que no lo hicieron.

Figura 1 - Sobreest im ación del consum o según el consum o, sí o no, en los últ im os doce m eses según sust ancia,

ent r e est udiant es univ er sit ar ios, Medellín, 2008

DI SCUSI ÓN

Las p r op or cion es d e con su m o en con t r ad as

e n t r e l o s e st u d i a n t e s d e 4 f a cu l t a d e s d e sa l u d ,

p r esen t an co m p o r t a m i en t o s p ar t i cu l ar es seg ú n l a

sust ancia. La proporción de consum o de alcohol supera

las pr ev alen cias de algu n a v ez en la v ida y en los

ú l t i m o s d o c e m e s e s , d e l a s p r e s e n t a d a s p o r l a

población univ er sit ar ia en Medellín dur ant e los años

1999( 13), 2001( 5), 2004( 14). Lo que m ás llam a la at ención del com por t am ien t o m ost r ado por esas cif r as en el

t iem po, es el aum ent o del consum o ent re las m uj eres.

El co n su m o d e ci g a r r i l l o , p o r o t r o l a d o , p r esen t a

p r o p o r c i o n e s d e c o n s u m o m á s b a j a s q u e l a s

pr ev alen cias an u ales de la población u n iv er sit ar ia a

niv el local en 1999( 13), 2001( 5), 2004( 14). El consum o del últ im o m es es m ás baj o que el present ado en los

est udios ant er ior es de 1999( 13), 2001( 5) en Medellín; sin em bar go es m ay or qu e el con su m o iden t if icado

en 2004( 14) en la m ism a ciudad. La diferencia ent re el

co n su m o d e ci g a r r i l l o s e n t r e h o m b r e s y m u j e r e s

u n iv er sit ar ios em pieza a desapar ecer, au n qu e aú n

sea m ay or ent r e los hom br es.

El consum o de m arihuana y cocaína es inferior

a l p r e se n t a d o e n Me d e l l ín p o r u n i v e r si t a r i o s e n

1999( 13), 2001( 5), 2004( 14). I gualm ent e se observa que las difer encias ent r e el consum o de m ar ihuana ent r e

m u j er es y h om b r es, act u alm en t e, est á cam b ian d o,

au n q u e se en con t r ó u n m ay or con su m o en alg u n a

v ez en la v ida en t r e los h om br es, en el ú lt im o añ o

f u e r o n m á s l a s m u j e r e s, h e ch o q u e n o se h a b ía

observado ant eriorm ent e. Al cont rario de la diferencia

en el consum o de alcohol, t abaco y m arihuana, donde

las m u j er es se est án ig u alan d o el con su m o d e los

h o m b r e s , e l c o n s u m o d e c o c a ín a s e m a n t i e n e

fu n dam en t alm en t e en t r e los h om br es.

Es t a i n v e s t i g a c i ó n i d e n t i f i c ó q u e

e f e c t i v a m e n t e e x i s t e u n a s o b r e e s t i m a c i ó n d e l

co n su m o d e l o s p a r e s p a r a t a b a co , m a r i h u a n a y

(6)

p r e s e n t a e l m i s m o r e s u l t a d o p a r a t a b a c o( 1 1 ), m arihuana( 11- 15) y cocaína( 11). Cont rariam ent e a lo que se indica en t odos los est udios pr evios r evisados, en

p aíses q u e n o se en cu en t r an en Lat in oam ér ica, el

consum o de alcohol es per cibido de m aner a ex act a,

de acu er do con el con su m o r eal de los est u dian t es

par t icipant es del est udio.

Ex i st e u n a co n t r o v e r si a co n r e l a ci ó n a sí

e l g é n e r o t i e n e a l g u n a p a r t i c i p a c i ó n e n l a

so b r eest i m aci ó n d el co n su m o d e al co h o l . Al g u n o s

af ir m an qu e si la t ien e( 1 6 ) ot r os, por el con t r ar io n o l a i d e n t i f i ca n( 1 7 ). Est e e st u d i o n o i d e n t i f i có u n a dif er en cia en la est im ación del con su m o de alcoh ol

en t r e h om br es y m u j er es. En con t r ó qu e las m u j er es

y los h om br es sobr eest im an el con su m o de t abaco,

m ar i h u an a y co caín a. Al co n t r ast ar l a p er cep ci ó n

d e l a f r e cu e n ci a d e l co n su m o , co n r e l a ci ó n a su

f r e cu e n ci a r e a l e n l o s p a r e s, se o b se r v a q u e l a

p e r c e p c i ó n e s e r r ó n e a , e s p e c i a l m e n t e e n l o s

c o n s u m o s d e m a y o r f r e c u e n c i a p a r a t a b a c o y

alcoh ol, m ien t r as q u e p ar a cocaín a es u n o d e los

d e m e n o s f r e c u e n c i a , y e n m a r i h u a n a d e u n a

f r ecu en cia m edia. Est o qu ier e decir qu e el con su m o

d e t a b a c o y a l c o h o l e s s o b r e e s t i m a d o e n l a s

ca t eg o r ía s d e m a y o r f r ecu en ci a d e u so . Po r o t r o

lado, el con su m o de cocaín a es per cibido de m an er a

ex a ct a en l a s ca t eg o r ía s d e m en o r f r ecu en ci a d e

u so u n a v ez al añ o. El con su m o d e m ar ih u an a es

per cibido de m an er a ex act a par a el u so u n a v ez al

añ o y t od os los d ías.

CONCLUSI ÓN

El consum o de alcohol se encuent ra ent re sus

índices m ás alt os, m ay or que 90% , en com par ación

con lo observado en los últ im os est udios. El consum o

d e t a b a c o , m a r i h u a n a y c o c a ín a n o s u p e r a l o s

in d icad or es d e est u d ios p r ev ios. El con su m o en t r e

l as m u j er es est á acer cán d o se al d e l o s h o m b r es,

par t icular m ent e de alcohol y m ar ihuana. Se encont r ó

u n a s o b r e e s t i m a c i ó n d e l c o n s u m o d e t a b a c o ,

m arihuana y cocaína en los últ im os doce m eses, t ant o

ent re hom bres com o en m uj eres, part icularm ent e m ás

si lo consum ieron durant e ese periodo. La percepción

del consum o de alcohol en los últ im os doce m eses es

m e n o r q u e e l c o n s u m o r e a l r e a l i z a d o p o r l o s

est udiant es en ese periodo, sin em bargo no se puede

i n d i ca r cl a r a m en t e u n a su b est i m a ci ó n , y a q u e l a

d i f er en ci a n o su p er a el 1 0 % . La v al o r aci ó n d e l a

per cepción del consum o de las sust ancias, según su

f r ecu en cia, r eq u ier e d e u n est u d io m ás p r of u n d o, d e b i d o a q u e e s t a i n v e s t i g a c i ó n m u e s t r a u n a

v ar i ab i l i d ad en t r e l as d i f er en t es cat eg or ías d e l as f r ecu en cia ex p lor ad as.

Apor t e al conocim ient o publicado en la r ev ist a

Est e art ículo concuerda, con ot ros publicados

e n e st a r e v i st a , so b r e l a i m p o r t a n ci a q u e t i e n e n alg u n os p r ecep t os sociales - los cu ales ej er cen su

in f lu en cia a t r av és d e los g r u p os d e p ar es - en la

aparición y consolidación del consum o, en int eracción con ot ros fact ores( 18- 21). Los result ados cont rast an con la idea que se t iene sobr e la r epr esent ación del act o d e f u m ar com o “ n or m al” en t r e las m u j er es, ( m u y

com ún) , es difer ent e si se es fum ador a o no( 21). En gener al apoya est e plant eam ient o m ost r ando que los

usuarios, inclusive de ot ras sust ancias, present an est a generalización con m ayor frecuencia. En sínt esis est e

ar t ículo ofr ece ev idencias sobr e la per cepción social d el con su m o d e su st an cias leg ales e ileg ales, q u e

p er m it en r ef lex ion ar y d esear p r of u n d izar se en la

pr egu n t a por la n or m alización del con su m o, la cu al d e b e co n t e x t u a l i za r se e n f u n ci ó n d e l i m a g i n a r i o

cult ural de la sust ancia en cada región( 22), y su relación c o n e l u s o d e d r o g a s e n t r e u n i v e r s i t a r i o s d e

Lat inoam ér ica. I gualm ent e apor t a infor m ación sobr e l a p r o p o r c i ó n d e l u s o d e s u s t a n c i a s e n l a s

Un iv er sidades, especialm en t e en t r e est u dian t es del área de la Salud( 23- 24).

Lim it ación del est udio

La m uest ra int encional sólo perm it ió usar un análisis descr ipt iv o de los dat os; por lo t ant o no fue

p o s i b l e o b t e n e r r e s u l t a d o s d e i n f e r e n c i a d e l a población u n iv er sit ar ia in v est igada.

AGRADECI MI ENTOS

Est a invest igación se realizó gracias al apoyo,

asesor ía y pat r ocinio del Gobier no de Canadá; de la Or gan ización de los Est ados Am er ican os ( OEA) ; de

l a Co m i si ó n I n t e r - Am e r i ca n a p a r a e l Co n t r o l d e l Abuso de Drogas ( CI CAD) ; y del Cent ro de Adicciones

y S a l u d M e n t a l ( CA M H ) - Ca n a d á . A s i m i s m o , s e a g r a d e c e l a c o l a b o r a c i ó n d e o t r o s c o l e g a s q u e

co n t r i b u y e r o n d e f o r m a d i r e ct a o i n d i r e ct a e n l a

(7)

REFERENCI AS

1 . Ca r l i n i EA , Ga l d u r ó z JCF, N o t o A R, N a p p o A S . I Lev an t am en t o d om i ci l i ar n aci on al sob r e o u so d e d r og as p sicot r óp icas: est u d o en v olv en d o as 1 0 7 m aior es cid ad es do pais. [ I nt er net ] . Sao Paulo: UNI FESP; 20 0 2 . [ acesso 1 7 a g o s t o 2 0 0 7 ] 3 8 0 p . D i s p o n i v e l e m : w w w . u n i f e s p . b r / d p sicob io/ ceb r id / lev an t am en t o_ b r asil/ p ar t e_ 1 . p d f

2 . Co n sej o Na ci o n a l p a r a el Co n t r o l d e Est u p ef a ci en t es. Sépt im o est udio nacional de dr ogas en población gener al de Ch i l e . [ I n t e r n e t ] . Sa n t i a g o : CONACE. 2 0 0 4 [ a cce so 1 7 agost o 2 0 0 7 ] . 2 4 8 p. Disponible en: w w w . conacedr ogas. cl/ in icio/ obs_ n aci_ en cu _ t em a1 . ph p 3 8 k

-3 . Z a v a l e t a A, Ma l d o n a d o V. Ce n t r o d e I n f o r m a c i ó n y Ed u c a c i ó n p a r a l a p r e v e n c i ó n d e l A b u s o d e D r o g a s . Ep id em iolog ia d e d r og as en la p ob lación u r b an a p er u an a. [ I nt er net ] . Per u: CEDRO; 2006 [ acceso 17 agost o 2007] p. 1 3 4 . Disp on ib le en : h t t p : / / w w w . ced r o. or g . p e/ eb ook s. h t m / Mon og r af ia2 5 . p d f

4 . Mi n i st er i o d e l a Pr o t ecci ó n So ci al ( CO) OMS/ Har v ar d -FES. Est u d i o n a ci o n a l d e sa l u d m e n t a l , Co l o m b i a . Ca l i : Min ist er io de la Pr ot ección Social; 2 0 0 3 .

5. Pr ogr am a pr esidencial RUMBOS. Juv ent ud y Consum o de Sust ancias Psicoact iv as: Result ados de la encuest a nacional de 2 0 0 1 en j óv en es escolar izados colom bian os de 1 0 a 2 4 añ os. Bogot á: Pr ogr am a Pr esiden cial RUMBOS; 2 0 0 1 . 6. Andrews J, Tidesley E, Hops H, Li F. The influence of peers on y ou n g adu lt su bst an ce u se. Healt h Psy ch ol. 2 0 0 2 Ju lio; 2 1 ( 4 ) : 3 4 9 - 5 7 .

7 . Per k in s H. Social n or m s an d t h e p r ev en t ion of alcoh ol m isu se in collegiat e con t ex t s. J St u d Alcoh ol. 2 0 0 2 Mar zo; ( 1 4 ) : 1 6 4 - 7 2 .

8 . Bor sar i B, Car ey K. Descr ipt iv e an d in j u n ct iv e n or m s in college dr inking: A m et a- analyt ic int egr at ion. J St ud Alcohol. 2 0 0 3 May o ; 6 4 ( 3 ) : 3 3 1 - 4 1 .

9 . Neig h b or s C, Dillar d A, Lew is M, Ber g st r om R, Neil T. N o r m a t i v e m i sp e r ce p t i o n s a n d t e m p o r a l p r e ce d e n ce o f per ceiv ed nor m s and dr ink ing. J St ud Alcohol. 2006 Mar zo; 6 7 ( 2 ) : 2 9 0 - 9 .

1 0 . Per k in s H, Hain es M, Rice R. Misper ceiv in g t h e college dr ink ing nor m and r elat ed pr oblem s: a nat ionw ide st udy of ex p osu r e t o p r ev en t ion in f or m at ion , p er ceiv ed n or m s an d s t u d e n t a l c o h o l m i s u s e . J S t u d A l c o h o l . 2 0 0 5 Ju l i o ; 6 6 ( 4 ) : 4 7 0 - 8 .

11. Mart ens M, Page J, Mow ry E, Dam ann K, Taylor K, Cim ini M. Differences bet w een act ual and perceived st udent norm s: An exam inat ion of alcohol use, drug use, and sexual behavior.

J Am Coll Healt h . 2 0 0 6 Mar zo- Ab r il; 5 4 ( 5 ) : 2 9 5 - 3 0 0 . 12. Kilm er J, Walker D, Lee C, Palm er R, Mallet t K, Fabiano P, Lar im er M. Misper cept ions of college st udent m ar ij uana use: I m p licat ion s f or p r ev en t ion . J St u d Alcoh ol. 2 0 0 6 Mar zo; 6 7 ( 2 ) : 2 7 7 - 8 1 .

1 3 . Alcald ía d e Med ellín , VESPA u n iv er sit ar io: sist em a d e v ig ilan cia ep id em iológ ica sob r e el con su m o d e su st an cias p sicoact iv as en p ob lación u n iv er sit ar ia. Med ellín : Alcald ía de Medellín ; 1 9 9 9 .

1 4 . Car d on a A, Her n án d ez F. Con su m o d e alcoh ol y ot r os psicoact iv os en est udiant es univ er sit ar ios y su r elación con aspect os de la calidad de vida y fact ores psicosociales. [ Tesis de pr egr ado] . [ Medellín] : Univ er sidad de Ant ioquia; 2007. 15. Wolfson S. St udent ’s est im at es of prevalence of drug use: ev idence for a false consensus effect . Psychol Addict Behav. 2 0 0 0 Sep t em b er ; 1 4 ( 3 ) : 2 9 5 - 8 .

16. Hart zler B, From m e K. Heavy episodic drinking and college en t r an ce. J Dr u g Edu c. 2 0 0 3 ; 3 3 ( 3 ) : 2 5 9 - 7 4 .

1 7 . Read JP, Wood MD, Dav idoff OJ, McLack en J, Cam pbell JF. Making t he t ransit ion from high school t o college: The role o f a l c o h o l - r e l a t e d s o c i a l i n f l u e n c e f a c t o r s i n s t u d e n t s ’ dr in k in g. Su bst an ce Abu se. 2 0 0 2 Mar zo; 2 3 ( 1 ) : 5 3 - 6 5 . 1 8 . Go n z a l e z RV, Fo n t a o MM. Cr e e n ci a s e n f u m a d o r e s per t enecient es a un pr ogr am a de salud car diov ascular. Rev Lat ino- am Enfer m agem 2 0 0 4 Mar zo/ Abr il; 1 2 ( n. spe) : 4 1 2 - 9 . 19. Henriquez PC, Carvalho AM. Percepción de los beneficios del consum o de dr ogas y bar r er as par a su abandono ent r e est u dian t es del ár ea de salu d. Rev Lat in o- am En f er m agem 2 0 0 8 Ju lio/ Ag ost o; 1 6 ( n . esp ecial) : 6 2 1 - 6 .

2 0 . Mo n t o y a A, Pi l l o n SC. Nu r si n g st u d e n t s’ p e r ce p t i o n r eg ar d in g p r ed ict in g f act or s of d r u g s u se. Rev Lat in o- am En f er m ag em . 2 0 0 8 Ju lio/ Ag ost o; 1 6 ( n esp ecial) : 6 0 7 - 1 3 . 2 1 . Sán ch ez JA, Oliv eir a CR. En bú squ eda de la igu aldad: represent aciones del act o de fum ar en m uj eres adolescent es. Re v La t i n o - a m En f e r m a g e m . 2 0 0 8 Ju l i o / A g o s t o ; 1 6 ( n e sp e ci a l ) : 6 4 0 - 5 .

22. Flor es I EE, Luis MAV. Uso y act it udes r elacionado a las dr ogas en las est u dian t es de en f er m er ía de la Un iv er sidad May or d e San An d r és. Rev Lat in o- am En f er m ag em . 2 0 0 4 Mar zo/ Ab r il; 1 2 ( n ú m er o esp ecial) : 3 7 6 - 8 2 .

2 3 . Bu ch an an JC, Pillon SC. Dr u g con su m pt ion by m edical s t u d e n t s i n Te g u c i g a l p a , H o n d u r a s . Re v La t i n o - a m En f er m ag em . 2 0 0 8 May o/ Ju n io; 1 6 ( esp ecial) : 5 9 5 - 6 0 0 24. Pillon SC, O’Brien B, Piedra KAC. The relat ionship bet w een drugs use and risk behaviours in Brazilian universit y st udent s. Rev Lat i n o- am En f er m ag em . 2 0 0 5 Nov i em b r e/ Di ci em b r e; 1 3 ( n esp eci a l ) : 1 1 6 9 - 7 6 .

Imagem

Tabla 1 -  Uso de drogas alguna vez en la vida y en el últ im o año según sust ancia y sexo de los est udiant es univ er sit ar ios,  Medellín,  2008
Tabla 2 -  Percepción de consum o en los pares y uso real prom edio alguna vez en la vida y ent re los últ im os 12 m eses según sust ancia y  sex o ent r e los est udiant es univ er sit ar ios,  Medellín,  2008
Figura 1 -  Sobreest im ación del consum o según el consum o, sí o no, en los últ im os doce m eses según sust ancia, ent r e est udiant es univ er sit ar ios,  Medellín,  2008

Referências

Documentos relacionados

Est e est udo explorat ório t eve por obj et ivo invest igar e descrever a população idosa em sit uação de rua, usuár ia de um abr igo exclusivo par a esse segm ent o, na cidade

Est e est udo t eve com o obj et ivo const r uir e validar inst r um ent o de m edida de at it udes fr ent e ao álcool, ao alcoolism o e ao alcoolist a ( escala de at it udes fr ent

Trabalho descrit ivo, ret rospect ivo, que t eve com o obj et ivo analisar a relação ent re a colet a de dados, diagnóst icos e prescrições de enferm agem est abelecidas por

Se ident ificaron las norm as percibidas sobre el uso de drogas ent re est udiant es universit arios; se calculó la proporción de norm as percibidas sobre uso de drogas de los

Est e est udio t iene com o obj et ivo evaluar el fenóm eno del consum o de alcohol en las escuelas públicas de la ciudad de Coim bra ( 7º ,8º y 9º ) para im plem ent ar, en la

Nesse sent ido, o obj et ivo dest e est udo foi reunir e analisar em um a única publicação as inform ações da saúde relat ivas à área de radiologia, m ais especificam ent e,

O obj et iv o dest e est udo foi det er m inar o consum o de benzodiazepinos sem pr escr ição em est udant es do pr im eir o ano de enfer m agem de um a univer sidade pública

O obj et ivo desse art igo é descrever a relação exist ent e ent re o uso de drogas e com port am ent os de risco ent re universit ários do prim eiro ano de graduação da Universidade