[PDF] Top 20 Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.2 número3
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.2 número3
... 2 — S O U C H E S U T I L I S É E S : D e u x s o u - e h e s d e P . p e s tis o n t é t é u tilis é e s , d o n t u n e é t a i t n o m m é e P E X U 19, is o lé e r é c e m m e n t p a r le D r . M . B a l- m a ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.2 número3
... M u lto r e c e n t e m e n t e , o r e la tó r io d o G ru p o . C ie n t ífic o d a O . M . S . (1967) in c lu i e la b o r a d a c la s s if ic a ç ã o d a s e s q u isto sso m o se s, a t e n d e n d o à e v o lu ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.18 número3
... B o th P e n t o s t a m a n d G lu c a n tim e a r e b e s t g iv e n b y s lo w in tr a v e n o u s in f u s io n o v e r a t le a s t th r e e m in u te s . N o d ilu e n t is u s u a lly n e c e s s a r y u n le s s ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.16 número3
... m 2 , a b r a n g e n d o d o i s m i l m u n i c í p i o s d e 1 9 e s t a d o s s e r ã o t r a b a l h a d o s , b e n e f i c i a n d o 4 7 m i l h õ e s d e p e s s o a s ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.16 número3
... s 2 .8 0 0 / m m 3 (2 % m e ta m ie ló c ito s n e u tr ó f ilo s ; 2 6 % b a s to n e te s n e u tr ó f ilo s ; 4 2 % se g m e n ta d o s n e u tr ó f ilo s ; 1% e o s in ó f ilo s ; ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.16 número3
... T h e v a lu e s o f o s m o tic th r e s h o ld f o r A D H se- c r e tio n - d e f in e d as t h e P o s m lev e i re a c h e d w h e n a s ig n ific a n t fa li in C j j ^ q w a s o b ta in e d w i t h o u t a c o n c ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.11 número3
... Pois bem; depois de contornada a insufici ência renal com a operação de transplante, fo i o paciente tratado da esquistossomose pelo N iridazol (A m bilhar) na dose to tal de 6 ,2 5 gr. da droga, em 7 dias. Após ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.10 número3
... e vol u çã o d e u m a e p i zo o t i a e m t o d a a zon a se l eci on ad a, o b se r v a m o s sua e x t i n çã o, m ar cad a p el o ap ar e ci m e n t o , en t r e sob r e vi v e n t e s r e sist e nt es, d e f ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.9 número3
... A r t . 2 .° — A t e n d e n d o a o e s p í r i t o r e n o v a d o r d o h o m e n a g e a d o p o d e r ã o c o n c o r r e r a o p r ê m i o s o m e n t e b r a s i l e i r o s n a to s o u n a t u r a l ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.5 número3
... E n lo q u e r e p e c t a a e x p e r ie n c ia s in vi vo, r e c o r d e m o s q u e P e r e i r a e t a l. (12) d e - m o s t r a r o n q u e l a l e i h m a n i a s i s d e i c o b a y o n o s e p r o d u c e e n l ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.17 número3
... V e n e z u e l a , s i t u a d a e n e l c e n t r o d e l a r e g i ó n n e o t r ó p i c a y a l n o r t e d e l a A m é r i c a d e i S u r , t i e n e u n a s u p e r f í c i e d e 9 1 2 . 0 5 0 k i l o m e t ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.18 número3
... esperm atogênese é reversível e, na m aioria dos casos, a contangem dos esperm atozóides volta ao norm al em 2 a 3 m eses após a suspensão do tratam ento. O m ecanism o de ação é desconhecido. A lguns autores têm ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.18 número3
... 3 . M a r s d e n P D , P e n n a R . A v i g i l a n c e u n i t f o r h o u s e h o l d s s u b j e c t t o t r i t o m i n e c o n t r o l . T h e T r a n s a c t i o n s o f t h e R o y a l S o c i e t y o f T r o p ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.18 número3
... de 2 4 en tre 25 p a cien tes co m card io p a tia ch ag ásica c rô n ica e de 19 en tre 47 o u tro s assin - to in ático s p ro v en ien tes de u m a á re a end êm ica, to d o s com so ro lo g ia p o sitiv a p a ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.16 número3
... Aos três m eses de idade a criança apresentou m anifes tações da fase aguda da doença de Chagas, com abundantes flagelados em sangue periférico. Transmi- sion d[r] ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.17 número3
... ref. 2) acima da média (7,lmg); entretanto os achados histo- lógicos e o perfil radiográfico foram coincidentes em dois animais, mostrando que existe correlação mínima entre os achados radiográficos e as ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.17 número3
... b) D ispositivo para alimentação e/ou infecção experimental. O mesmo artefato anteriormente des crito é facilmente adaptado para servir como dispo sitivo para alim entação de flebotomíneos em patas de ham ster ou de ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.17 número3
... le sio n e s n e g a tiv a p a r a a m a stig o ta s ; h is to p a to lo g ía c o n la d e rm is fu e rte m e n te in filtra d a c o m c é lu la s p ia s- m á tic a s, lin fó c ito s y m a c ró fa g o s, n o fue v isto ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.4 número3
... R e d c e l l c o u n t i n m i l l i c n s ............... ........ 1 4 . 6 5 3 6 3 3 66 3 4 3 92 W h i t e c e l l c o u n t x 10 '< ..................... . . . . ! 1 1 .5 4 12 3 6 10 3 6 13 4 8 14 2 8 % n e ... See full document
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.1 número3
... 7 2 ) o b s e r v e d t h e e m e r - g e n c e o f P . ovale i n 2 p a t i e n t s h a v i n g r e c e i v e d w e e k l y d o s e s o f 2 5 0 m g F a n a s i l ... See full document
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