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A bAStecimento de á guA P otável

No documento PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE (páginas 89-100)

Conforme a Lei nº 11.445 de 5 de janeiro de 2007, em seu art. 3º, o abastecimento de água potável é “[...] constituído pelas atividades, infraestruturas e instalações necessárias ao abastecimento público de água potável, desde a captação até as ligações prediais e respectivos instrumentos de medição”

(BRASIL, 2007, p. 3).

Na superfície da terra não encontramos água quimicamente pura, no entanto, utilizamos a expressão “água pura” como sinônimo de “água potável”, que é a água com qualidade satisfatória para o uso doméstico.

Características da água

Podemos estudar a água, analisando as suas características físicas, químicas e biológicas, a saber:

a) Características físicas: estão relacionadas ao aspecto estético da água. São exemplos dessas características:

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• Cor – a água pura não possui cor. Esta é observada quando encontramos substâncias em suspensão. Quando ocorre a presença de matéria orgânica, de minerais, como ferro e manganês, ou despejos coloridos provenientes de efluentes industriais, fica acentuada a presença de cor na água.

• Turbidez – resulta da presença de materiais em suspensão na água, como partículas insolúveis de solo, matéria orgânica e, também, organismos microscópicos. A turbidez pode ser causada por partículas de argila ou lodo, descarga de esgoto doméstico ou industrial, presença de um grande número de microrganismos. Além isso, a turbidez pode ser causada por bolhas de ar finamente divididas em alguns pontos da rede de distribuição ou em instalações domiciliares.

• Sabor e Odor – são consideradas em conjunto, pois, geralmente, o sabor é consequência do odor. São causados por impurezas dissolvidas, muitas vezes de natureza orgânica, como fenóis e clorofenóis, resíduos industriais, gases dissolvidos e sólidos totais em concentração elevada.

b) Características Químicas: são determinadas por meio de análises, seguindo os métodos adequados e padronizados.

• Agressividade – é consequência da presença de gases em solução, como oxigênio, gás carbônico e gás sulfídrico. Possui o inconveniente de causar corrosão em metais e outros materiais, como o cimento.

• Alcalinidade – é consequência da grande quantidade de bicarbonato de cálcio e manganês, carbonatos ou hidróxidos de sódio, potássio, cálcio e magnésio. Contribui para a salinidade da água e influi nos processos de tratamento da água.

• Cloretos – podem ocorrer na água, naturalmente ou em função da poluição provocada por esgotos sanitários ou industriais. Por isso, podem ser usados como indicadores de poluição por esgotos sanitários.

• Compostos de Nitrogênio – estão presentes na água sob diversas formas:

amoniacal, nitritos e nitratos. São provenientes de esgotos domésticos e industriais e da drenagem das áreas fertilizadas. A quantidade de nitrogênio na água pode indicar se a poluição é recente ou remota, sendo possível avaliar o grau e a distância de uma poluição, pela concentração e pela forma do composto nitrogenado presente na água. Exemplo: águas com predominância de nitrogênio orgânico e amoniacal estão poluídas por descarga de esgoto próxima; águas com concentração de nitrato predominante indicam poluição

o nitrato é responsável pela incidência de uma doença infantil conhecida como metemoglobinemia ou cianose que provoca descoloração da pele, em consequência de alterações no sangue.

• Compostos Tóxicos – alguns elementos ou compostos químicos, como arsênio, cianetos, chumbo, cromo hexavalente, prata, mercúrio, etc., podem tornar a água tóxica, e, em concentrações muito elevadas, podem levar à morte. Geralmente essas impurezas são provenientes de esgotos industriais e de usos agrícolas.

• Detergentes – são responsáveis pela formação de espuma em águas agitadas, que, por consequência, causa grandes problemas operacionais em estações de tratamento de água. Em teores elevados, torna a água tóxica e com sabor desagradável.

• Dureza – resulta da presença, principalmente, de sais alcalino terrosos (cálcio e magnésio), e, em menor intensidade, de outros íons metálicos bivalentes, tais quais: os íons ferrosos (Fe+2) e estrôncio (Sr+2). Os principais problemas apresentados pelas águas com dureza elevada são: extinção da espuma do sabão e incrustações e obstruções nas tubulações e caldeiras.

• Ferro e Manganês – conferem à água um sabor amargo, adstringente e coloração amarelada ou avermelhada, no caso do ferro; e marrom, no caso do manganês, decorrente de sua precipitação quando oxidados. Causam transtorno quando mancham roupas e porcelanas, prejudicam a indústria têxtil e de papel e obstruem as tubulações.

• Fluoretos – embora o flúor seja benéfico para a prevenção de cáries dentárias, em doses mais elevadas, podem provocar alterações ósseas e ocasionar a fluorose dentária, que é o aparecimento de manchas escuras nos dentes, inflamação do estômago e do intestino.

• Matéria Orgânica – é responsável pela cor, odor, turbidez e pelo consumo do oxigênio dissolvido na água, devido à estabilização e à decomposição biológica. Essa poluição é avaliada por meio do oxigênio dissolvido (OD), demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e demanda química de oxigênio (DQO).

• Pesticidas – são substâncias químicas utilizadas em larga escala, principalmente na agricultura, para combater as pragas, tais como: fungicidas, formicidas, herbicidas, inseticidas e raticidas. Essas substâncias são tóxicas ao homem, aos peixes e, também, a outros animais; por isso, causam grandes prejuízos ao abastecimento público de água. Afetam o sistema nervoso central.

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• Salinidade – está presente quando ocorre excesso de sais dissolvidos na água, como sulfatos, bicarbonatos e cloretos. Apresenta propriedade laxativa.

• Substâncias radioativas – são desenvolvidas pela indústria nuclear, causando prejuízos ao homem e ao meio ambiente.

c) Características Biológicas: na água encontramos um grande número de formas vivas, de origem animal e vegetal, que podem ser tipicamente

aquáticos ou serem introduzidos na água (poluição). São exemplos de organismos que podem ser encontrados na água: algas e microrganismos patogênicos, como bactérias, vírus, protozoários e vermes. Esses microrganismos podem alcançar o ser humano por meio do contato ou ingestão de água, causando doenças. Entre as bactérias do grupo coliformes, a mais importante para indicador de poluição fecal é a Escherichia coli.

Para ser considerada “potável”, a água precisa ter qualidade satisfatória para o consumo humano, atendendo padrões físicos, químicos e biológicos pré-estabelecidos.

Sistemas de abastecimento de água

Os sistemas de abastecimento de água têm como objetivo proporcionar água aos consumidores com qualidade indispensável à preservação de sua saúde e, também, na quantidade necessária aos seus diversos usos (consumo humano, industrial, etc.).

O abastecimento de água para consumo humano deve ter qualidade adequada, ou seja, não conter impurezas ou contaminantes em níveis superiores aos padrões de potabilidade fixados, no Brasil, pela Portaria nº 2914, de 12 de dezembro de 2011, do Ministério da Saúde. Valores acima dos limites estabelecidos são considerados nocivos à saúde humana.

Recomendo, a título de leitura complementar, o texto da Portaria MS nº 2914, de 12 de dezembro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos, necessários e obrigatórios, de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de Para ser

gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2914_12_12_ 2011.html>. Acesso em: 17 set. 2013.

Um sistema de abastecimento de água é composto, normalmente, das seguintes unidades:

Manancial – recurso hídrico de onde é captada a água, podendo ser superficial (rios e lagos) ou subterrâneo. A avaliação para escolha do manancial considera a sua localização, quantidade de água disponível e a qualidade da água bruta.

Captação – é a etapa de retirada da água do manancial, podendo ser feita por meio de tomada direta ou utilizando sistemas de bombeamento.

Adução – transporte de água entre duas unidades do sistema de abastecimento, realizado por intermédio de tubulações ou canais (adutoras).

Temos adução de água bruta e de água tratada.

Tratamento – é o conjunto de processos que são adotados para transformar a água bruta em água potável, atendendo aos padrões físicos, químicos e bacteriológicos definidos em legislação específica. O tratamento é realizado na Estação de Tratamento de Água (ETA).

Reservação – é o acúmulo de água em reservatórios para compensar as variações de consumo, garantir o abastecimento quando ocorrem as paradas no sistema de captação e adução de água e proporcionar a pressão mínima necessária na rede de distribuição.

Rede de distribuição – são tubulações dispostas nas vias públicas com o objetivo de efetuar o fornecimento de água às edificações.

Em alguns sistemas de abastecimento são necessárias estações elevatórias ou de recalque, com instalações de bombeamento para proporcionar o transporte de água de pontos mais baixos para os mais elevados.

A figura a seguir apresenta um esquema das etapas de um sistema de tratamento de água, com os respectivos processos de tratamento envolvidos na operação.

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Figura 4 – As etapas do sistema de tratamento de água

Fonte: Portal São Francisco (2011).

Tratamento de água

Os principais processos utilizados em Estações de Tratamento de Água (ETA) convencionais são:

Coagulação (Mistura rápida) – ocorre a adição de substâncias coagulantes com o objetivo de aglutinar as minúsculas partículas presentes na água, formando flocos que, posteriormente, serão sedimentados e filtrados. O sulfato de alumínio (sólido ou líquido) é um coagulante bastante utilizado, mas estudos comprovam a eficiência de outros produtos como: cloreto férrico, sulfato ferroso, sulfato férrico e polímeros sintéticos.

Floculação – ocorre a formação dos flocos, em câmaras (floculadores) onde a água recebe agitação lenta, permitindo a aglutinação das impurezas.

Decantação – etapa em que ocorre a sedimentação dos flocos por meio da ação da gravidade, em unidades chamadas de decantadores.

de areia, cascalho e antracito. Esses filtros podem ser lentos (taxa de filtração de 3 a 9 m3/m2.dia) ou rápidos (taxa de filtração de 120 a 360m3/m2.dia), sendo os primeiros indicados para cidades pequenas, quando a água não apresentar turbidez muito elevada. Os filtros rápidos podem ser de fluxo ascendente ou descendente.

Desinfecção – são adicionadas substâncias desinfetantes com o objetivo de eliminar os microrganismos patogênicos eventualmente presentes na água e garantir um residual de cloro ativo para prevenir possíveis contaminações na rede de distribuição. Os produtos mais utilizados são os compostos de cloro (hipocloritos, cal clorada, cloro gasoso, etc.), mas também podem ser usados outros processos, como o ozônio, raios ultravioletas, permanganato de potássio, etc.

Correção do pH – para que a água distribuída à população esteja dentro dos padrões de potabilidade, geralmente é necessário realizar a correção do pH por meio da adição de produtos químicos. Dependendo do valor do pH da água, são adicionados produtos que provocam a sua diminuição (ácido clorídrico, ácido sulfúrico) ou a sua elevação (cal hidratada, hidróxido de sadio, bicarbonato de sódio).

Fluoretação – a fluoração ou fluoretação da água é recomendada com o objetivo de prevenir a cárie dentária, por intermédio da adição de fluoreto de cálcio, fluorsilicato de sódio e ácido fluossilício.

Dependendo das características da água bruta, podem ser necessários outros tratamentos específicos, complementares aos listados anteriormente. Em águas subterrâneas, com excesso de ferro e/ou manganês, é recomendado realizar “aeração” ou “pré-cloração”.

Ao analisar uma ETA, lembre-se de verificar quais os produtos químicos utilizados e as respectivas quantidades, para que seja possível uma avaliação dos riscos químicos inerentes ao processo.

A Segurança do Trabalho e o Sistema de Tratamento de Água

O Cadastro Nacional de Atividade Econômica (CNAE) classifica as empresas que atuam com o sistema de tratamento de água, com o nº 41.00-9 e, desta maneira, conforme a NR-4, o grau de risco dessa atividade é 3 e o Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) deverá ser, assim, organizado:

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Quadro 8 - Dimensionamento dos SESMT

Grau

(*) - Tempo parcial (mínimo de três horas) (**) - O dimensionamento total deverá ser feito levando-se em consideração o dimensiona-mento da faixa de 3.501 a 5.000 mais o dimen-sionamento do(s) grupo(s) de 4.000 ou fração de 2.000.

OBS.: Hospitais, Ambulatórios, Maternidades, Casas de Saúde e Repouso, Clínicas e estabelecimentos similares com mais de 500 (quinhentos) empregados deverão contratar um Enfermeiro do Trabalho em tem-po integral.

Fonte: Disponível em: <http://www.guiatrabalhista.com.br/ legislacao/

nr/nr4_quadroII.htm>. Acesso em: 29 out. 2013.

Conforme o Manual de Auditoria em Saneamento (GOMES, 2002), as atividades que podem ser relacionadas ao tratamento e à distribuição de água potável apresentam os seguintes riscos:

Riscos Físicos:

• Radiação não ionizante é caracterizada pela exposição ao sol (trabalhos a céu aberto) e em trabalhos envolvendo solda (oficinas de manutenção).

• Temperaturas extremas (calor excessivo) em situações de trabalho a céu aberto ou ambiente sem ventilação adequada, quando o Índice de IBUTG está acima do limite de tolerância.

• Ruído que é proveniente de máquinas e equipamentos. Exemplo: bombas localizadas nas estações elevatórias, roçadeiras de grama, máquinas de aspersão de produtos químicos em represas e lagos, etc.

• Vibração decorrente das centrais de comando de elevatórias instaladas em pavimento superior ao da casa de máquinas.

• Umidade.

Riscos Químicos:

• Exposição a inseticidas em caso de limpeza e manutenção de margens de represas. Exemplo: organofosforados. É proibido o seu uso.

• Exposição ao cloro gasoso nos processos de pré-cloração e desinfecção.

• Exposição ao dióxido de cloro e cloritos durante o processo de tratamento de água.

• Exposição ao gás metano, com risco de asfixia e, também, de explosão, sendo o metano encontrado em poços de visita e em tanques esvaziados para reparos.

• Exposição a produtos químicos nos laboratórios de análises, nos setores de manutenção e durante o processo de diluição e de armazenamento dos produtos utilizados no tratamento. Ocorre a formação de gases e vapores.

• Contato com óleos, graxas e, também, solventes nos trabalhos de manutenção e na pintura de máquinas e de veículos em geral.

Riscos Ergonômicos

• Esforço físico proveniente da utilização de equipamentos pesados. Exemplo:

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retirada de resíduos sólidos, no tratamento preliminar de água, com o uso de garfos e pás.

• Trabalho solitário, especificamente para os operadores de estações menores ou de reservatórios, em que os trabalhadores ficam inseguros, expostos à violência por segurança pública ineficiente.

• Trabalhadores dos setores de telemarketing, reclamações e atendimento ao público, estão sujeitos ao esforço repetitivo, consequência do trabalho de digitação.

Riscos de Acidentes

• Acionamento indevido de máquinas e equipamentos.

• Explosão em ambientes com grande concentração de metano (tanques esvaziados para reparo, locais de instalação de registros ou poços de visita).

• Explosão em consequência do uso de solda oxi-acetilênica (oficinas de manutenção).

• Atropelamento durante o trabalho realizado em vias públicas.

• Acidentes de trânsito, envolvendo veículos da empresa.

• Choques elétricos pelo contato com partes desprotegidas de máquinas e equipamentos e, também, pelo contato com redes elétricas subterrâneas durante trabalhos de escavações nas redes de distribuição.

• Contusões e quedas.

• Picadas de animais peçonhentos que podem habitar em áreas verdes, nas estações de tratamento e, também, nos poços de visita.

• Mordedura de cães, que podem ocorrer durante os trabalhos de leitura de consumo de água em residências e, também, por cães de rua durante os trabalhos realizados em vias públicas.

• Afogamento em lagos e represas, em tanques de tratamento e em reservatórios.

• Soterramento ocorrido durante os trabalhos de construção, manutenção e

• Traumas diversos em consequência de objetos e materiais pesados, como as sacarias, nos procedimentos de descarga e armazenamento de produtos químicos.

Analise cada posto de trabalho, observe as atividades desenvolvidas pelos trabalhadores e você terá a real dimensão dos riscos envolvidos no tratamento e na distribuição de água potável.

Ações de Prevenção

• Alterar as tarefas e revezar com companheiros de trabalho, com o objetivo de reduzir a exposição ao sol.

• Em postos de trabalho fixos, com exposição ao sol, instalar toldos e guarda-sóis para diminuir a incidência dos raios solares.

• Fornecer EPI para proteção da pele (creme com protetor solar), que seja recomendado pelo médico, no PCMSO.

• Fornecer EPI para os trabalhadores que realizam trabalhos com solda e acompanhar exames de radiografia de tórax e espirometria para avaliar a exposição aos aerodispersóides não fibrogênicos.

• Realizar dosimetria de ruído para avaliar a exposição dos trabalhadores e implementar o Programa de Conservação Auditiva (PCA) quando necessário.

Se não for possível adotar as medidas de controle coletivas, iniciando pela redução da geração de ruído, fornecer o EPI adequado para a área de trabalho.

• Realizar acompanhamento médico dos empregados expostos a organofosforados.

• Implantar os Planos de Contingências e, também, o Controle de Emergência para vazamento de produtos tóxicos.

• Realizar treinamento com os trabalhadores envolvidos com atividades que os expõem a produtos químicos, com o objetivo de esclarecer sobre os métodos de manuseio adequados e os respectivos riscos à saúde.

• Fornecer treinamento para os trabalhadores expostos a ambientes confinados para que estejam cientes das medidas de segurança para entrar nesses locais.

• Utilizar o EPI adequado para cada atividade.

• Adotar sinalização de segurança conforme NR-26.

Analise cada posto no tratamento e na

distribuição de água potável.

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• Realizar treinamento com os motoristas visando a direção defensiva.

• Fornecer treinamento adequado aos trabalhadores envolvidos com manutenção de máquinas e equipamentos e, também, emitir ordens de serviço para o trabalho com máquinas.

• Verificar o aterramento de todas as máquinas.

• Realizar inspeção periódica dos cilindros de gases utilizados nos equipamentos de solda.

• Adotar o uso de procedimentos operacionais padronizados em todas as tarefas ligadas ao tratamento de água.

• Realizar uma campanha junto aos consumidores para a vacinação dos animais (cães) e orientar para instalar o hidrômetro em local adequado, evitando o contato do leiturista com o cão.

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