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Manaus (PROSAMIM) 2004 Pro AM T

Desenvolv. territorial Concremat Engenharia e Tecnologia; Universidade Federal do Amazonas – UFAM

Igarapé é a denominação dada aos pequenos rios da Amazônia, muitos dos quais estão em áreas urbanizadas. Sua ocupação desordenada representa um dos principais problemas de Manaus. O uso inadequado do solo urbano e a falta de infraestrutura de saneamento básico levaram a um cenário de degradação dos corpos d’água e de risco social a que estão sujeitas as populações que ali vivem. A área de ação do PROSAMIM é a Bacia de Educandos, cuja malha hídrica é formada por seis igarapés e seus afluentes (zonas sul e leste da cidade de Manaus), congregando aproximadamente 36 mil moradores em situação potencial de risco. A AAE buscou nortear a escolha das alternativas de intervenção, visando a recuperação das áreas degradadas, sob três linhas estratégicas: drenagem da bacia, saneamento básico, e urbanismo e habitação.

N- 10

AAE do Programa de Eletrificação Rural do Noroeste de Minas Gerais

2005

* Pro MG S Energia

Companhia Energética de Minas

Gerais – CEMIG

O Programa visou implantar redes de linhas de transmissão e distribuição de energia, integradas em subestações e na Hidrelétrica de Queimado, a fim de atender a demandas presentes e futuras motivadas por crescimento vegetativo, pela expansão da fronteira agrícola, e por metas de programas sociais, como os Projetos “Luz Para Todos” e “Clarear”. O foco foi o fornecimento de energia elétrica a 27.494 consumidores, incluindo 476 grandes produtores rurais, 4.077 médios produtores rurais e 17.882 pequenos produtores rurais e produtores rurais típicos, além de 5.059 ligações em áreas urbanas. A AAE “integra o conjunto de estudos técnicos preparados para identificar os potenciais impactos diretos, indiretos, cumulativos e sinérgicos, propor e detalhar as medidas preventivas, mitigadoras e compensatórias necessárias” (CEMIG, 2005?, p.5).

N- 11 AAE do Programa de Recuperação de Rodovias DER/SP-BID – Segunda Etapa

2005 Pro SP S Trans-portes Departamento de Estradas de Rodagem – DER/SP

A segunda etapa do Programa de Recuperação de Rodovias teve um investimento total previsto da ordem de US$ 60 milhões, divididos de forma igualitária entre BID e Governo do Estado. Envolveu seis trechos de obras, em um total de 183,704 km, cujas intervenções previstas abrangeram: recuperação do corpo estradal (recuperação do pavimento) e pavimentação de acostamentos; melhorias nas condições de segurança viária, com implantação de terceira faixa de tráfego e sinalização horizontal e vertical; e recuperação de passivos ambientais. A AAE visou

apresentar, para cada trecho, os levantamentos dos passivos ambientais e as alternativas de recuperação destas áreas, a indicação de possíveis locais para a instalação de áreas de apoio, e o diagnóstico dos meios físico, biótico e socioambiental.

N- 12

AAE do Programa de Acessibilidade a Municípios

de Pequeno Porte e Baixo Índice de Desenvolvimento

Humano (PROACESSO – BIDH)

2005 Pro MG S Trans-portes

Estudos e Projetos de Integração Ambiental – EPIA

Ambiental

O Programa objetivou melhorar as condições de acessibilidade de municípios de Minas Gerais (pequeno porte, baixo índice de desenvolvimento humano, e desprovidos de acesso pavimentado), escolhidos através da priorização e seleção dentre 123 pré-selecionados por avaliação econômica. A prioridade recaiu sobre áreas de baixa densidade viária, porém com volume de tráfego capaz de justificar a melhoria projetada; além disso, deveriam estar inseridas no contexto de ações integradas de Programas estabelecidos pelo Governo do Estado, no sentido de impulsionar o desenvolvimento econômico e social da população dessas áreas. A AAE procurou orientar as fases de planejamento, projeto, construção e operação dos trabalhos de pavimentação dos trechos, de modo a detectar os aspectos socioambientais e possibilitar a redução e/ou mitigação dos impactos ambientais negativos e a otimização dos positivos.

N- 13 AAE do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido Sergipano 2006

* Pro SE T Desenvolv. territorial

Fundação de Fomento à Tecnologia e à

Ciência

O Programa propunha a adoção de uma estratégia de desenvolvimento para a região, que abrange cinco municípios sergipanos (Canindé do São Francisco, Monte Alegre, Nossa Senhora da

Glória, Poço Redondo e Porto da Folha), com uma superfície territorial de 4.187 km2 (19% de

Sergipe). É a região mais pobre do Estado, sendo majoritariamente rural e esparsamente povoada. O Programa objetivou reverter o quadro de pobreza e proporcionar melhores padrões de vida, em especial através do equacionamento, reordenação e melhor aproveitamento das potencialidades locais. A AAE analisou os componentes do Programa que apresentavam potencial de impacto – positivo ou negativo – no meio ambiente (aspectos biofísicos, sociais e culturais).

N- 14 AAE do Programa de Melhoria da Qualidade Ambiental Urbana do Amapá

2006 Pro AP T Desenvolv. territorial Governo do Estado do Amapá

O Programa possuía caráter de mitigação de impactos socioambientais decorrentes da ausência de planejamento do uso e ocupação do solo em áreas de fragilidade ambiental nas cidades de Macapá, Santana e Laranjal do Jari. Estas cidades possuíam cerca de 490 mil habitantes (dados de 2005), representando 82% da população do Estado. Caracterizou-se como um programa de ações relacionadas ao ordenamento territorial, proteção ao meio ambiente, melhoria da infraestrutura básica de saneamento ambiental, com ênfase no fortalecimento institucional dos órgãos públicos com atuação nessas áreas. A AAE visou apresentar informações relativas às consequências socioambientais das diferentes intervenções, de modo a permitir que os eventuais impactos negativos fossem apropriadamente prevenidos ou mitigados a cada fase do Programa.

N- 15 AAE do Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável da Costa Norte

2007 Pla MA, CE,

PI S Turismo LIMA/COPPE/UFRJ

A chamada “Costa Norte” é uma região litorânea que compreende doze municípios e cerca de

11.400 km2, estando dividida em três grandes regiões: Jericoacoara (CE), Delta do Parnaíba (PI)

e Lençóis Maranhenses (MA). Este polo turístico não estava originalmente incluído no Programa de Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (PRODETUR-NE), visto que este se restringia a polos de âmbito exclusivamente estadual. Para adesão ao PRODETUR-NE, tornou-se necessário realizar a AAE, cumprindo a exigência do BID, financiador do Programa. O estudo visou

produzir uma avaliação socioambiental das possíveis modalidades de turismo a serem fomentadas e suas implicações à sustentabilidade da região.

N- 16

AAE da Sub-Bacia do Rio

Verde 2007 Pla MS S Energia Soma

A Sub-Bacia do Rio Verde está localizada na região nordeste do Estado do Mato Grosso do Sul,

ocupando uma área aproximada de 22.772 km2. Seu principal contributo, o Rio Verde, possui

385 km de extensão. A AAE objetivou avaliar os impactos socioeconômicos e ambientais da instalação de hidrelétricas na Sub-Bacia. Assim, pretendeu identificar trechos do Rio com maior capacidade de acolher os empreendimentos previstos no inventário hidrelétrico, buscando uma configuração final em que o impacto global fosse menor, e identificando, a partir de indicadores socioambientais, as áreas fundamentais para a conservação ambiental.

N- 17 AAE do Programa de Geração Hidrelétrica de Minas Gerais – PGHMG 2007-2017

2007 Pro MG S Energia Arcadis Tetraplan

O trabalho considerou os 175 aproveitamentos hidrelétricos existentes (em operação, outorga e construção), os 380 previstos pelo Programa de Geração Hidrelétrica de Minas Gerais (PGHMG), as oito Bacias Hidrográficas do Estado e as 34 Unidades de Planejamento e Gestão dos Recursos Hídricos (UPGRHs). O objetivo da AAE foi identificar os conjuntos de aproveitamentos que conciliassem o máximo de geração hidrelétrica e benefícios socioeconômicos com o mínimo de efeitos adversos ao meio ambiente e à sociedade, tendo, assim, uma ferramenta ou instrumento de apoio ao processo decisório ao longo da implantação do programa de expansão do parque gerador.

N- 18

AAE do Programa de Transporte Urbano do Distrito Federal – Programa

Brasília Integrada

2007 Pro DF S Trans-portes Altran

O Programa objetivou a melhoria das condições do meio físico biótico do Distrito Federal e entorno, bem como a melhoria da mobilidade por meio de transporte público coletivo. Estavam previstas ações estruturantes e de longo prazo, incluindo a construção de vias com prioridade para ônibus, o aumento da capacidade viária, e a implementação de infraestrutura de apoio operacional (terminais, pontos de transferência e abrigos). O Programa ainda incluía ações de renovação da frota, informação ao usuário e bilhetagem automática. A AAE visou disponibilizar informações sobre as consequências socioambientais das diferentes intervenções do Programa, de modo a permitir que fossem apropriadamente tratadas, seja antes ou após a tomada de decisão acerca do empréstimo a ser firmado junto ao BID.

N- 19

AAE do Programa Rodoviário do Estado de

Minas Gerais – PRMG 2007 Pro MG S

Trans- portes

CSL – Consultoria de Engenharia e

Economia

O Programa Rodoviário de Minas Gerais (PRMG) é um programa de obras rodoviárias que compreende 195 trechos, incluindo rodovias federais (8.116 km), estaduais (3.365 km), municipais (2.059 km) e mistas (647 km). O PRMG está dividido em três subprogramas: pavimentação de rodovias já existentes; adequação da rede principal (duplicação, aumento da capacidade em “gargalos”, restauração dos eixos rodoviários); e complementação da rede por meio da pavimentação de novas rotas. A AAE objetivou definir as estratégias e as bases para uma tomada de decisão ambientalmente sustentável sobre o conjunto de iniciativas contidas no PRMG, de modo a atender a demanda de expansão e melhoramento da rede rodoviária do Estado.

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