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Son.ar com a rea&idade

 $anael 

Acalentar um sonho pode ser a transmutação da realidade. (s sonhos costumam ser os refle?os das vibraç"es que reem os atos praticados, sendo ind-cios dos caminhos a serem seuidos. ntretanto, o rande sinalizador desses caminhos é o livrearb-trio, sabiamente concedido pelo &ai a seus filhos, como prova de seu amor no provimento do mérito. ntendam que as decis"es tomadas todos os dias são como sonhos, do esp-rito adormecido na matéria, esp-rito que um dia despertar$ para a realidade da vida astral. *dentifiquem neles os reais des-nios de comportamento, para que, o dia do despertar, se'a iluminado pela luz de uma manhã radiante. ;ue os sonhos acalentados pelo mérito se'am o presente, que cada um reserva ao pr#prio futuro.

Dedica1+o

 .i"hananda ( trabalho espiritual requer de seu praticante uma rande dose de dedicação e de ren+ncia. !ão necess$rios o estudo constante, a realização de meditação e a certeza de que sempre faltar$ muito a aprender. %udo voltado para a conscientização de que o ob'etivo é a caridade, que não somente a'udar$ nas curas da matéria e do esp-rito, como também no e?em  plo dado aos demais que observam as tarefas realizadas.

&orém, a base de tudo se denomina humildade. !em ela, quem se dedica ao trabalho espiritual estar$ desperdiçando enerias que poderiam ser canalizadas para pr$ticas mais construtivas. Além de estar incentivando o crescimento das pr#prias imperfeiç"es.

Dessa forma, se'a cr-tico de seu comportamento. >omunique ao eo que voc: é superior a qualquer manifestação de vaidade.

Aindo assim, estarão edificando em seus esp-ritos a ess:ncia da modéstia e da abneação, bem como recebendo o amor de Deus por seu trabalho. >aso contr$rio, estarão se e?pondo em um rande palco, onde a plateia os observar$, tristemente, com os olhos da indiferença e com sentimentos de piedade.

! caridade atrav#s do si&4ncio

 .i"hananda >uidado com as palavras que dizem. Avaliem se estão produzindo leviandades e intrias que afetam seus irmãos. ( sil:ncio é prefer-vel @ fraqueza de proferir frases desabonadoras, fruto do descontrole da razão. A pr$tica da caridade também envolve o sil:ncio a respeito da fraqueza dos outros. !e dese'arem falar a respeito, então o façam com Deus, orando para que ele ilumine aqueles que precisam de evolução.

Mas, também, procurem identificar suas pr#prias falhas, e ve'am se não precisam orar  e meditar para transmut$las.  entendam os defeitos de seus irmãos como ensinamentos,  para que não venham a fazer o mesmo.

Assim, antes de criticarem, ou falarem sobre a vida de outros, levantando suspeitas,  parem e pensem. Avaliem o quanto essa preocupação f+til est$ lhes desviando do pr#prio pro

resso. >aso contr$rio, estarão, amanhã, amarando o tempo perdido com fatos que não lhes cabia comentar ou 'ular.

"ta pacífica

Cre"u" A vida é uma cont-nua luta. Mais do que isso, ela é uma eterna luta. &orém, é uma luta que poder$ ser pac-fica se tiverem a sabedoria de entender que o principal inimio são suas  pr#prias imperfeiç"es.

nquanto os homens não se conscientizarem de que precisam transmutar as neatividades, a luta deles se constituir$ de frequentes aress"es m+tuas, se tornando conflitos que os atormentarão por muito tempo. !erão batalhas caracterizadas por desvios morais de toda ordem, que desvirtualizarão o sentido da palavra vida.  ela ser$ sin#nimo de luta vinculada @ destruição, ao invés dos princ-pios nobres da construção e da evolução.  os verdadeiros inimios, no esp-rito de cada um, continuarão latentes sem serem incomodados.

 ão tenham d+vidas de que, mesmo nos deraus mais elevados da espiritualidade, a vida ser$ sempre luta. Mas, @ medida que incorporarem em seus esp-ritos as noç"es b$sicas do amor e do senso da evolução, saberão que o resultado de cada batalha é o mérito.  este é o  prémio pela luta pac-fica. Aquela, em que o homem ap#s triunfar sobre o seu eo,

compreende que é o rande vitorioso, por encontrar a paz na pr#pria consci:ncia. 9 o caso em que a luta representa um importante instrumento do proresso.

Descobrir Des

 .adan A humanidade sempre conviveu com a d+vida a respeito da e?ist:ncia de Deus. ;ue modo mais infundado de perder tempo. &elo fato de não conseuir ter noção e?ata da forma de Deus, seu tamanho, cor ou se?o, fica dif-cil para muitos homens ( aceitarem. Aluns o imainam com traços t-picos de um ser humano, o que se trata de uma incoer:ncia. !eria admitir que Deus é limitado e imperfeito.  ainda mais, que qualquer homem hipoteticamente teria condição de se iualar a le.

>omo visualiz$7o então= *sso depende dos olhos de cada um. m outras palavras, do alcance da visão espiritual de cada um. (u melhor, ainda, do sentimento de cada homem a respeito da e?tensão do amor e da vida, em termos de infinito e de eternidade.

;uanto mais aprendemos sobre amar e viver, mais conseuimos entender Deus. &orque le não é para ser visto, mas para ser sentido, compreendido. &ois a visão fica @ deriva em espaços sem limites, mas sentimentos podem ser perenes por fazerem parte de nosso -ntimo.

 quando sentirem Deus, os homens entenderão que perderam muito tempo tentando descobrilo. &orque le sempre esteve em seus -ntimos. 9 quando eles vão se conscientizar  de que near a e?ist:ncia de Deus é near a pr#pria e?ist:ncia.