Vince
A garota me beijou de volta com um frenesi que eu não esperava.
Eu sabia que ela me queria, isso era tão óbvio. Era apenas uma questão de pegar o que eu queria. Assim que eu a puxei contra mim e senti aquela bunda perfeita e redonda, eu sabia que ela era minha.
Sabia que ela se entregaria a mim de uma maneira ou de outra.
Eu não conseguia me controlar.
Seu gosto era tão bom, como flores e doces ou alguma merda.
Isso me deixou selvagem, fez meu pau absolutamente duro.
Eu não pude resistir quando pressionei minhas mãos contra seu corpo, segurando sua bunda redonda e firme, pressionando-a contra mim.
E ela respondeu. Ela passou as mãos pelos meus cabelos enquanto eu lentamente pressionava minha mão na frente de sua bermuda. Ela engasgou e soltou um gemido quando eu encontrei sua calcinha, absolutamente encharcada.
— Eu sabia — grunhi em seu ouvido. — Mais tinha que sentir isso.
— Tudo bem — ela ofegou quando eu comecei a esfregá-la.
— Você me pegou.
— Você está encharcada. Sabia que você queria. Você está sonhando com meu pau grosso entre suas pernas, não está?
— Não — ela disse, e eu adorei. — Nem um pouco.
Deslizei minha mão lentamente por baixo de sua calcinha e encontrei seu clitóris, inchado e encharcado. Comecei a esfregar e ela soltou gemidos suaves. Eu pressionei minha boca contra a dela, beijando-a novamente, e ela continuou a gemer enquanto eu acariciava seu clitóris.
Eu lentamente deslizei meus dedos e os pressionei dentro dela. Ela ficou rígida, segurando meus braços, gemendo baixinho enquanto eu acariciava dentro e fora de sua pequena boceta apertada.
— Vince, merda — ela disse. — Podemos ser pegos.
— Ninguém entra aqui — eu sussurrei. — Eu posso fazer o que eu quiser com você.
— Vince — ela ofegou quando eu a esfreguei, gemendo. — Oh Deus, isso é tão bom.
— Eu sei princesa — eu disse. — Eu quero fazer você se sentir bem, mostrar como é estar comigo, fazer você se lembrar do que eu posso fazer com esse maldito corpo sexy.
— Nós não deveríamos — ela gemeu.
— Nós deveríamos, porque eu quero. — Eu a pressionei de volta, empurrando-a contra o tronco de uma grande planta
parecida com uma árvore. Ela ofegou quando eu a pressionei contra ele, prendendo-a lá, meus dedos estimulando seu clitóris.
— Eu quero provar essa porra de boceta — eu disse. — Você tem uma boceta tão deliciosa. Quero afundar minha língua profundamente dentro de você, fazer você gritar meu nome.
— Vince — ela tentou dizer, mas eu já estava de joelhos.
Puxei seu short e calcinha facilmente. Ela saiu deles, olhando para mim com aqueles olhos sexys, com a boca aberta. Eu a empurrei contra o tronco e forcei suas pernas a se abrirem.
Pressionei meu rosto entre as pernas dela e comecei a chupar e lamber seu clitóris.
Porra, ela tinha um gosto tão bom quanto eu me lembrava.
Lambi seu clitóris em círculos, chupando e lambendo, saboreando cada pedaço dela.
— Oh meu Deus — ela gemeu. — Puta merda, Vince. Você não deveria.
— Você tem um sabor delicioso — eu disse.
Ela pressionou as mãos na parte de trás da minha cabeça enquanto eu continuava lambendo ela. Deslizei minha língua mais fundo e pressionei dentro dela, fodendo sua boceta com a minha língua. Ela gemeu, abrindo mais as pernas, me deixando fazer o que queria. Eu fodi sua boceta com minha língua, lambendo seus sucos, amando cada centímetro de sua deliciosa vagina.
— Eu amo essa boceta — eu disse. — Eu quero que você venha direto na minha boca, você me ouviu?
— Vince — ela ofegou. — Eu não sei.
— Eu sei. Você vai gozar para mim, Kaley. Goza. Aqui mesmo.
Comecei a chupar e lamber seu clitóris, e pressionei um dedo profundamente dentro dela. Ela engasgou quando eu fodi sua boceta com meus dedos e lambia seu clitóris.
Ela começou a balançar os quadris, entrando em movimento.
Eu sabia o que ela queria e como dar a ela. Eu poderia lamber e chupar sua boceta por horas, levá-la até ao limite, explorando seu corpo da maneira que nunca ninguém explorou antes.
Mas eu queria que ela gozasse. Eu queria ouví-la dizer meu nome, faze-lá ter um orgasmo com minha boca, minha língua.
Continuei fodendo sua boceta, lambendo seu clitóris em círculos deliciosos e lentos, suas costas pressionadas contra o tronco da árvore. Meus joelhos estavam no chão, mas eu não poderia me importar menos.
Eu segurei sua bunda com minha mão livre, pressionando-a com mais força contra meus lábios. Ela continuou balançando seus quadris para frente, para tras, gemendo.
— Vince, oh meu Deus — ela gemeu. — Sua língua é incrível.
Oh Deus, sim. Continue lambendo, desse jeito. Continue.
Movi-me do jeito que ela queria, pressionando mais e mais suave, movendo junto com seus quadris. Ela estava quase chegando no seu limite, eu podia sentir seu corpo inteiro começando a ficar tenso.
Eu segurei sua bunda, lambendo sua boceta, comendo-a ali mesmo no meio da sala. Ninguém entra lá, mas eles poderiam e sabia que isso a deixava gostosa. Eu fodi aquela boceta com meus dedos, empurrando dentro e fora não sendo mais gentil. Era hora dela gozar, bem na minha boca, e eu queria.
Meu pau estava tão duro. Mas o que eu realmente queria era fazer Kaley gozar, fazê-la toda minha. Eu queria que ela visse o que poderia fazer com apenas minha boca e meus dedos, a fizesse sonhar com o que poderia fazer se eu realmente a fodesse com força.
— Oh merda — ela disse. — Ah Merda. Vince, estou perto.
Continue assim.
Eu continuei em movimento, estimulando seu clitóris, meus dedos pressionados profundamente dentro dela. Eu podia sentir seus músculos tensos, seus quadris em movimento.
— Vince. Oh merda, Vince. — Ela gemeu meu nome repetidamente enquanto o orgasmo agitava seu corpo.
Ela estremeceu, os olhos revirando. Eu podia ver o prazer balançando em sua coluna, deixando seus músculos tensos, e eu sabia que a tinha.
Eu a peguei. Ela estava fodendo a minha boca.
Ela gozou com força e eu continuei lambendo ela. Lentamente, muito lentamente, seu orgasmo começou a passar.
— Oh uau, porra — ela disse, respirando profundamente quando eu me levantei. Ela se inclinou contra o tronco, respirando profundamente. — Puta merda, Vince.
— Eu te disse, garota — eu disse. — Você sonha com isso desde a última vez que me viu.
— Isso foi incrível. Eu nem consigo pensar agora. — Ela tinha aquele sorriso satisfeito em seu rosto e eu adorava.
Eu assisti enquanto ela puxava sua calcinha e shorts de volta.
Limpei o suco dela dos meus dedos com a boca, saboreando seu gosto. Finalmente, ela terminou, com o rosto vermelho.
— Você é deliciosa pra caralho — eu disse a ela, me aproximando.
— Você não é tão ruim — ela disse, sorrindo.
Eu sorri — Isso foi apenas o começo, garota.
— Eu não sei — ela disse.
Nesse momento, ouvi a porta da sala se abrir. Kaley enrijeceu em meus braços.
— Vincent Mori? — uma voz chamou. — Kaley Kozlov?
— Aqui atrás — eu disse.
Kaley deu um passo atrás, com medo de ser vista perto de mim. Eu sorri para ela, mas não disse nada.
Um jovem funcionário saiu da folhagem. — Senhor, o senhor Barone quer ver vocês dois em seu escritório.
— OK. Estaremos lá em breve.
O garoto assentiu e depois se virou e saiu. A porta se fechou atrás dele.
Kaley bateu no meu braço. — Você disse que ninguém entraria aqui.
Eu ri. — Normalmente, ninguém faz.
— Você mentiu! — Ela me bateu novamente.
Eu sorri para ela. — Eu amo quando você fica toda brava. — eu disse.
— Pare de mentir para mim, só isso.
— Não menti. Ele só entrou porque Barone o enviou. — Suspirei e comecei a voltar para a porta. — Você está pronta para conhecer o chefe?
Ela deu um passo ao meu lado. — Eu acho.
— Não fique nervosa — eu disse, sorrindo para ela. — Ele é um cara legal.
Ela não disse nada, mas eu percebi que ela estava apreensiva.
Eu não sabia o que Arturo queria, mas estava interessado em descobrir