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62. Vocação Geral versus Vocação Eficaz

Vocação Geral

Vocação Eficaz

Definição Refere-se à apresentação do Evangelho, na qual se oferece ao indivíduo a promessa de salvação em Cristo e o convite  pa ra ac ei ta r a C ri st o pe la fé a fim de re ce be r o per dão do s  pe ca do s e a vi da et er na.

Refere-se ao chamado geral de Deus no Evangelho tornado eficaz em uma pessoa quando ela crê no Evangelho e aceita a Cristo como Salvador e Senhor.

Agente Dirigida pelo Pai a todos os que ouvem o Evangelho;

transmitida principalmente por meio de crentes capacitados  pe lo Es pí rit o S anto de Deu s qu e com un ic am o Eva ng el ho

como é revelado na Palavra de Deus.

Dirigida pelo Pai e tornada eficaz pela obra do Espírito Santo quando ele ilumina e capacita o indivíduo a compreender e responder positivamente ao Evangelho do Senhor Jesus contido na Palavra de Deus.

Destinatários e Exemplos

E para todas as pessoas, mas é recebida somente por aqueles que ouvem o Evangelho.

“Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt 22.14)·

É dirigida somente a todos os eleitos.

Saulo (At 9.1-19); Lídia (At 16.14); Rm 8.30.

Propósito Revela o grande amor de Deus para com os pecadores em

geral.

Revela a santidade e a justiça de Deus.

Por causa da depravação total do ser humano, é absolutamente necessária para levar os eleitos à fé e à conversão.

Resultados  N ão re su lt a ne ce ss ar ia m en te em sa lv aç ão .

Pode ser rejeitada, resultando na condenação do pecador.

Por ser eficaz e irrevogável, resulta nece ssariame nte na salvação.

62. Vocação Geral versus Vocação Eficaz

Vocação Geral

Vocação Eficaz

Definição Refere-se à apresentação do Evangelho, na qual se oferece ao indivíduo a promessa de salvação em Cristo e o convite  pa ra ac ei ta r a C ri st o pe la fé a fim de re ce be r o per dão do s  pe ca do s e a vi da et er na.

Refere-se ao chamado geral de Deus no Evangelho tornado eficaz em uma pessoa quando ela crê no Evangelho e aceita a Cristo como Salvador e Senhor.

Agente Dirigida pelo Pai a todos os que ouvem o Evangelho;

transmitida principalmente por meio de crentes capacitados  pe lo Es pí rit o S anto de Deu s qu e com un ic am o Eva ng el ho

como é revelado na Palavra de Deus.

Dirigida pelo Pai e tornada eficaz pela obra do Espírito Santo quando ele ilumina e capacita o indivíduo a compreender e responder positivamente ao Evangelho do Senhor Jesus contido na Palavra de Deus.

Destinatários e Exemplos

E para todas as pessoas, mas é recebida somente por aqueles que ouvem o Evangelho.

“Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt 22.14)·

É dirigida somente a todos os eleitos.

Saulo (At 9.1-19); Lídia (At 16.14); Rm 8.30.

Propósito Revela o grande amor de Deus para com os pecadores em

geral.

Revela a santidade e a justiça de Deus.

Por causa da depravação total do ser humano, é absolutamente necessária para levar os eleitos à fé e à conversão.

Resultados  N ão re su lt a ne ce ss ar ia m en te em sa lv aç ão .

Pode ser rejeitada, resultando na condenação do pecador.

Por ser eficaz e irrevogável, resulta nece ssariame nte na salvação.

E impossível que seja rejeitada.

Ocasião É anterior à conversão e pode ou não conduzir a ela. E logicamente anterior à conversão e necessariamente conduz a ela.

63. Os Sete Sacramentos Católicos Romanos

S a c r a m e n t o P r o c e d i m e n t o Significado Ênfase do Vaticano II Batismo O sacerdote aplica o rito a

crianças.

Produz regeneração, “um novo cristão”.

É necessário para a salvação. Liberta do pecado e da culpa

original.

Une a pessoa a Cristo e à igreja.

O batismo deve receber maior ênfase. Os convertidos devem receber

instrução prévia.

Ilustra o compromisso com Cristo. Acentua a unidade de todos os

membros em Cristo. Confirmação O bispo impõe as mãos sobre a

 pessoa e esta recebe o Espírito Santo.

E algo necessário após0 batismo.

Juntamente com o batismo, é  parte do “sacram ento de

iniciação”.

A pessoa recebe o Espírito Santo, resultando em maturidade e dedicação.

Esforço no sentido de unir o  batismo e a confirmação c omo

um só ato de iniciação.

A separação dos dois sacramentos sugere que existem graus de membresia na igreja.

Eucaristia O sacerdote celebra a missa. Ao declarar “Isto é o meu corpo”, o pão e 0 vinho

tornam-se 0 corpo e o

sangue de Cristo.

A missa é a continuação do sacrifício de Cristo.

E igual ao Calvário, exceto que a missa não é sangrenta.  Na missa, Cristo oferece

expiação pelo pecado.

O participante recebe o perdão dos pecados veniais.

Comer o pão é come r a Cristo.

Incentivo à participação freqüente para aumentar a “união com Cristo”.

Agora a cerimônia inclui leigos. Cerimônia mais breve e simples;

63. Os Sete Sacramentos Católicos Romanos

S a c r a m e n t o P r o c e d i m e n t o Significado Ênfase do Vaticano II Batismo O sacerdote aplica o rito a

crianças.

Produz regeneração, “um novo cristão”.

É necessário para a salvação. Liberta do pecado e da culpa

original.

Une a pessoa a Cristo e à igreja.

O batismo deve receber maior ênfase. Os convertidos devem receber

instrução prévia.

Ilustra o compromisso com Cristo. Acentua a unidade de todos os

membros em Cristo. Confirmação O bispo impõe as mãos sobre a

 pessoa e esta recebe o Espírito Santo.

E algo necessário após0 batismo.

Juntamente com o batismo, é  parte do “sacram ento de

iniciação”.

A pessoa recebe o Espírito Santo, resultando em maturidade e dedicação.

Esforço no sentido de unir o  batismo e a confirmação c omo

um só ato de iniciação.

A separação dos dois sacramentos sugere que existem graus de membresia na igreja.

Eucaristia O sacerdote celebra a missa. Ao declarar “Isto é o meu corpo”, o pão e 0 vinho

tornam-se 0 corpo e o

sangue de Cristo.

A missa é a continuação do sacrifício de Cristo.

E igual ao Calvário, exceto que a missa não é sangrenta.  Na missa, Cristo oferece

expiação pelo pecado.

O participante recebe o perdão dos pecados veniais.

Comer o pão é come r a Cristo.

Incentivo à participação freqüente para aumentar a “união com Cristo”.

Agora a cerimônia inclui leigos. Cerimônia mais breve e simples;

maior uso das Escrituras.

Confissão (Penitência)

Três passos:

1. Tristeza pelo pecado

2. Confissão oral ao sacerdote 3. Absolvição dos pecados pelo

sacerdote

Tendo confessado ao sacerdote todos os pecados conhecidos e tendo declarado a intenção de não pecar no futuro, o fiel recebe absolvição dos pecados  pelo sacerdote.

 Nova concepção de pecado: relacionamentos e motivações  pessoais distorcidos.

Permite confissão e absolvição geral.

A confissão geral é feita em culto composto de cânticos, leitura  bíblica, oração, sermão, auto- exame, confissão e absolvição. Santas

Ordens

Ordenação aos ofícios de bispo, sacerdote e diácono. Como sucessor dos apóstolos, o  bispo ordena o sacerdote.

Confere ao recipiente o poder sacerdotal de mediar a graça por meio dos sacramentos, tal como oferecer o corpo e0 sangue de

Cristo para remir os pecados. O sacerdote é mediador entre

Deus e os seres humanos, como C risto foi mediador entre Deus e os seres humanos.

Maior envolvimento de leigos no ministério.

Os leigos devem desenvolver e utilizar os dons na igreja. Reduziu a distinção entr e

sacerdote e povo.

O sacerdote é considerado um “irmão entre irmãos”.

Matrimônio Faz-se a troca de votos na  presença de um sacerdote.

Sinal da união entre Cristo e a igreja. E indissolúvel porque o casamento entre Cristo e a igreja é indissolúvel.

O matrimônio não é somente para a procriação.

Maior ênfase ao amor no casamento.

A missa é permitida em

casamentos com não-católicos  batizados.

Unção dos Enfermos

O bispo consagra o óleo. O sacerdote unge a pessoa que está próxima da morte.

Remove as fraquezas e obstáculos deixados pelo  pecado, que impedem que a

alma entre na glória.

Prepara as pessoas para a morte ao fortalecer a graça na alma.

Uso ampliado: mudança de “extrema unção” para “unção dos enfermos”.

Utilizada para fortalecer/curar o corpo e a alma.

A pessoa enferma participa das feituras e orações.

64. Concepções Acerca da Expiação

Teoria do Resgate a Satanás

Teoria da

Recapitulação DramáticaTeoria

Teoria

Mística

Teoria do Exemplo Definição A morte de Cristo foi um

resgate pago a Satanás  para libertar o ser

humano cativo das reivindicações de Satanás.

Em sua vida, Cristo recapitulou todos os estágios da vida humana, e assim fazendo reverteu o caminho que Adão havia iniciado.

Cristo é o Vencedor de um conflito divino entre o bem e o mal e conquista a libertação do ser humano do cativeiro.

Cristo assumiu uma natureza humana e  pecaminosa, mas por

meio do poder do Espírito Santo triunfou sobre a mesma. O conhecimento desse fato influencia o ser humano misticamente.

A morte de Cristo ofereceu um exemplo de fé e obediência para inspirar o ser humano a ser obediente.

Proponentes Orígenes Irineu Aulen Schleiermacher Pelágio, Socino, Abelardo

Base Bíblica

Mateus 20.28; Marcos

10.45; 1 Coríntios 6.20 Romanos 5.15-21;Hebreus 2.10 Mateus 20.28; Marcos10.45; 1 Coríntios 15.51-57

Hebreus 2.10,14-18;

4.14-16 1 Pedro 2.21; 1João 2.6

Objeto Satanás Satanás Satanás O ser humano O ser humano

Condição Espiritual do Homem

Servidão a Satanás Servidão a Satanás Servidão a Satanás Falta de consciência de

Deus Espiritualmente vivo(Pelágio)

Sentido da Morte de Cristo

A vitória de Deus sobre Satanás

A recapitulação feita por Cristo de todos os estágios da vida humana.

A vitória de Deus sobre

Satanás O triunfo de Cristo sobrea sua própria natureza  pecaminosa Um exemplo de verdadeira fé e obediência Valor para o Ser Humano Libertação da servidão

a Satanás Reversão do caminho dahumanidade, da desobediência para a obediência.

A reconciliação do mundo efetuada por Deus, livrando-o da sua servidão ao mal. 1

Uma influência mística

subconsciente Inspiração para uma vidafiel e obediente

64. Concepções Acerca da Expiação (continuação)

Teoria da Influência Moral Teoria Comercial Teoria Governamental Teoria da Substituição Penal

Definição A morte de Cristo demonstrou o amor de Deus, o que amolece o coração do ser humano e o leva a arrepender-se.

A morte de Cristo trouxe honra infinita a Deus. Assim, Deus concedeu a Cristo uma recompensa da qual ele não necessitava, e Cristo transferiu-a ao ser humano.

A morte de Cristo demonstra a alta consideração de Deus para com a sua lei. Ela mostra a atitude de Deus em relação ao pecado. Por meio da morte de Cristo, Deus tem uma justificativa para  perdoar os pecados daqueles que

se arrependem e aceitam a morte substitutiva de Cristo.

A morte de Cristo foi um sacrifício vicário (substitutivo) que satisfez as exigências da  justiça de Deus em relação ao  pecado, pagando a penalidade do pecado humano, trazendo  perdão, imputando justiça e

reconciliando o ser humano com Deus.

Proponentes Abelardo, Bushnell, Rashdall Anselmo Grócio Calvino

Base Bíblica Romanos 5.8; 2 Coríntios 5.17- 19; Filipenses 2.5-11;

Colossenses 3.24

João 10.18 Salmos 2, 5; Isaías 42.21 João 11.50-52; Romanos 5.8-9; Tito 2.14; 1 Pedro 3.18

Objeto O ser humano Deus/ser humano Deus/ser humano Deus

Condição Espiritual do Homem

O ser humano está enfermo e

necessita de auxílio. O ser humano desonra a Deus.

O ser humano é um violador da lei moral de Deus.

O ser humano é totalmente depravado.

Sentido da Morte de Cristo

Demonstrou o amor de Deus

 para com o ser humano. Trouxe honra infinita a Deus.

Foi um substituto para a  penalidade do pecado e

mostrou a atitude de Deus

Cristo suportou a penalidade do  pecado em lugar do ser

64. Concepções Acerca da Expiação (continuação)

Teoria da Influência Moral Teoria Comercial Teoria Governamental Teoria da Substituição Penal

Definição A morte de Cristo demonstrou o amor de Deus, o que amolece o coração do ser humano e o leva a arrepender-se.

A morte de Cristo trouxe honra infinita a Deus. Assim, Deus concedeu a Cristo uma recompensa da qual ele não necessitava, e Cristo transferiu-a ao ser humano.

A morte de Cristo demonstra a alta consideração de Deus para com a sua lei. Ela mostra a atitude de Deus em relação ao pecado. Por meio da morte de Cristo, Deus tem uma justificativa para  perdoar os pecados daqueles que

se arrependem e aceitam a morte substitutiva de Cristo.

A morte de Cristo foi um sacrifício vicário (substitutivo) que satisfez as exigências da  justiça de Deus em relação ao  pecado, pagando a penalidade do pecado humano, trazendo  perdão, imputando justiça e

reconciliando o ser humano com Deus.

Proponentes Abelardo, Bushnell, Rashdall Anselmo Grócio Calvino

Base Bíblica Romanos 5.8; 2 Coríntios 5.17- 19; Filipenses 2.5-11;

Colossenses 3.24

João 10.18 Salmos 2, 5; Isaías 42.21 João 11.50-52; Romanos 5.8-9; Tito 2.14; 1 Pedro 3.18

Objeto O ser humano Deus/ser humano Deus/ser humano Deus

Condição Espiritual do Homem

O ser humano está enfermo e

necessita de auxílio. O ser humano desonra a Deus.

O ser humano é um violador da lei moral de Deus.

O ser humano é totalmente depravado.

Sentido da Morte de Cristo

Demonstrou o amor de Deus

 para com o ser humano. Trouxe honra infinita a Deus.

Foi um substituto para a  penalidade do pecado e

mostrou a atitude de Deus  para com o pecado.

Cristo suportou a penalidade do  pecado em lugar do ser

humano.

Valor para o Ser Humano

Ao ver o amor de Deus pelo ser humano, este é movido a aceitar o perdão de Deus.

Essa honra, da qual Cristo não necessita, é aplicada aos  pecadores para a salvação.

Toma legal o desejo de Deus de  perdoar aqueles que aceitam a

Cristo como seu substituto.

Por meio do arrependimento o ser humano pode aceitar a substituição de Cristo como  pagamento pelo pecado.

65. A Extensão da Expiação

No documento H. Wayne House - Teologia Cristã Em Quadros (páginas 109-113)