A partir do convite da direção, àquela época ocupada por Marcelo Mattos Araújo, em 2002, uma das prioridades da Pinacoteca do Estado de São Paulo passou a ser a implantação e consolidação de um Núcleo de Ações Educativas capaz de dar conta tanto da multiplicidade e riqueza do acervo da Pinacoteca, quanto da variedade de seu público. Esse desafio foi encarado a partir de uma primeira ação de pesquisa de perfil do público frequentador do museu que revelou que no início do século XXI o público visitante dessa instituição era ligeiramente mais feminino; tinha alta escolaridade e nível social e morava distante do entorno imediato do museu. Ao mesmo tempo apontou para as evidentes ausências nesse perfil: os habitantes do entorno da instituição, os cidadãos mais pobres e menos escolarizados e aqueles que sistematicamente foram exilados do convívio com a cultura. Ao mesmo tempo, sondamos por meio das fichas de agendamento de escolas quais eram as instituições que mais nos procuravam e tivemos a surpresa de perceber que nosso parceiro natural, a Secretaria de Estado da Educação, não figurava nos primeiros postos dessa demanda. Frente a esse cenário passamos a estruturar as ações educativas que almejávamos visando atender ambos: o público mais característico frequentador dos museus e àqueles que não o faziam, tentando aperfeiçoar os discursos,
métodos e projetos educativos às demandas dos públicos, cientes de nossa responsabilidade social. Interes-sados no aprendizado global do indivíduo, que se constitui em produtor de sentidos autônomos e coletivos, visando à participação social efetiva no desempenho de uma cidadania transformadora, estamos sempre atentos e em busca de novas formas de aprender com e sobre a Arte.
Assim, nossos objetivos gerais são desenvolver ações educativas a partir das obras do acervo e das apresentadas em exposições temporárias; promover a qualidade da experiência do público no contato com as obras; garantir a ampla acessibilidade ao museu210 e incluir e transformar em frequentes, públicos não habitualmente frequentadores. E definimos como nossa missão promover processos educativos para diferen-tes públicos em arte, história/memória, patrimônio e cultura, contribuindo para o exercício da diversidade, o diálogo e a construção e difusão do conhecimento. Em complemento e ampliação da pesquisa preliminar de perfil de público realizada em 2002; conduzimos em 2007/2008, uma pesquisa de não-público, aplicada junto aos frequentadores do entorno do museu, buscando sua percepção e expectativas sobre a Instituição.
Os resultados desta pesquisa subsidiaram transformações no museu, nas áreas de comunicação e relacio-namento, ampliando sua penetração social. Também são utilizadas as pesquisas de satisfação institucional além de processos avaliativos internos realizados para cada ação desenvolvida. As propostas futuras tam-bém levam em conta nossa percepção interna em termos de crescimento desejado, infraestrutura e recursos humanos disponíveis e as demandas manifestadas por nossos parceiros.
Desde o início NAE vem se estruturando de maneira orgânica, gerando uma multiplicidade de progra-mas e ações sistemáticas que, embora formuladas como prograprogra-mas autônomos voltados a diferentes perfis de público, atuam em sinergia, trocando constante experiências, regidos sob diretrizes pedagógicas comuns.
De forma geral temos atuado ao redor de dois grandes eixos: um mais voltado aos públicos recorren-tes dos museus (escolas, professores, famílias e público em geral) e outro voltado aos processos que nome-amos de inclusivos (pessoa com deficiência, em situação de vulnerabilidade social, idoso e funcionários do museu). Essa diferenciação se faz necessária principalmente se considerarmos que enquanto um dos eixos deve estar preparado para o atendimento de uma demanda que já existe ou que pode ser estimulada, mas que acode a museus de maneira recorrente; o outro eixo precisa desenvolver ações que precedem a recep-ção dos públicos no museu, conscientizando parceiros, comunidades e indivíduos sobre o valor da cultura, arte, patrimônio, estimulando-os a visitar o museu. Outra diferenciação é em relação às equipes já que temos
210 Utilizamos o termo acessibilidade em sua ampla acepção, envolvendo não apenas as questões ligadas à promoção de acesso físico, por meio da garantia de circulação e afluxo de público às instituições, mas também – e especialmente – envolvendo questões ligadas a aspectos mais intangíveis do contato com os museus, como aqueles ligados ao acesso cognitivo, ou seja, ao desenvolvimento da compreensão dos discursos expositivos, e ao que podemos chamar de acesso atitudinal, por meio do desenvolvimento da identificação com sistemas de produção e fruição, e da confiança e prazer pela inserção no espaço do museu. Para maiores detalhes, consulte: CHIOVATTO, M. et al. Repensando a acessibilidade em museus – a experiência do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Diálogos entre arte e público, v. 3, 2010, pp. 18-21. Disponível em: http://dialogo-sentrearteepublico.blogspot.com.br/. Acesso em: 6 ago. 2015.
uma equipe preparada a atender todo o público do museu em sua diversidade, mas também contamos com equipes de educadores especializados para os atendimentos específicos de públicos que necessitam dessa ação a mais, desse esforço para a inclusão. As estratégias, métodos educativos utilizados, recursos, tem-pos, percursos e deslocamentos são também bastante diferentes de um a outro perfil, já que respondem às demandas dos perfis de público e, portanto, respeitam os tempos da escola (saída e retorno dos ônibus) ou possibilidade de permanência de idosos, por exemplo. Apresentação dos programas
No eixo voltado ao público comumente recebido pelo museu encontram-se o Programa de atendi-mento ao Público Escolar e em Geral (Papeg) que realiza as visitas educativas comumente vistas no museu e que estão disponíveis a quaisquer grupos organizados sob agendamento prévio e, nos fins de semana, tam-bém para o público espontâneo. Buscam estabelecer relações dialógicas com a variedade de público rece-bida pelo Museu e promover, por meio de diferentes métodos, discursos e recursos, a atribuição de significa-ção pessoal e/ou coletiva dos participantes dos grupos e comunidades visitantes acerca das obras observadas durante as visitas, os edifícios e conceitos de preservação e patrimônio que envolvem as ações museais.
Têm como diferencial a realização de atividades lúdico-educativas denominadas Propostas Poéticas, cujo objetivo é criar situações de aprendizagem de âmbito mais concreto e vivencial, complementando as leituras de imagem, estratégia utilizada pelo educador que conduz um diálogo com os grupos de visitantes, estimulando-os a explorar os significados atribuídos às obras, além de seus aspectos técnicos, formais e con-textuais. Esse mesmo contingente de recursos humanos também atua em processos formativos com profes-sores e no programa Pinafamilia sobre o qual falaremos mais abaixo.
Realizamos sistematicamente várias ações formativas para professores buscando desenvolver junto aos professores a autonomia de criação de seu próprio projeto pedagógico, incentivando o gosto pela frequ-ência cultural, revelando a importância do patrimônio e da arte como recursos potentes para gerar processos educativos no âmbito da cultura. Buscam ainda ampliar os canais de diálogo com o professorado de artes e demais disciplinas em geral, e particularmente com os professores ligados à rede pública de ensino, por meio de ações virtuais e presenciais, envolvendo parcerias com outras instituições culturais, museus e prefeituras, ampliando o espectro da ação a todo o estado de São Paulo. A elaboração e implantação do Clube do Pro-fessor, visa o atendimento preferencial a cinquenta professores que já frequentam nossas demais ações edu-cativas e formação de grupo de estudos. Esta ação possibilita interatividade constante com os professores, promovendo oportunidades de reflexão e desenvolvimento de projetos qualificados que futuramente for-marão um banco de projetos, considerados de excelência, associando a prática educativa formal aos conteú-dos trataconteú-dos pelo museu. Na página web do museu a parte nomeada Museu Para Toconteú-dos é um espaço virtual
totalmente dedicado à educação, com textos e materiais de apoio à prática pedagógica, cujas informações e atividades propostas estão baseadas nas ações desenvolvidas pelo NAE. Esta ferramenta visa estimular a relação entre arte e educação e subsidiar a construção e o desenvolvimento de projetos em educação, tendo a arte, a cultura e o patrimônio como núcleos de articulação interdisciplinar. Nele é possível encontrar infor-mações sobre visitas educativas, agendamento, materiais de apoio pedagógico disponível para download, acesso a jogos online, além de banco de textos e links para referência de pesquisa dos professores.211 Desen-volvemos, ainda, a partir da demanda dos professores o projeto Pina_Dentro & Fora, um conjunto de quatro mochilas pedagógicas fornecidas a professores e escolas a título de empréstimo, após formação dos docen-tes para sua utilização. A partir do tema Identidade, as mochilas abordam distintos vieses, como por exem-plo, a identidade genética; a cultural; a de gênero para distintas faixas etárias e níveis de cognição. Reche-ada de recursos, textos de referência, jogos e atividades educativas, além de imagens de obras da coleção do museu, as mochilas permitem entrecruzar assuntos de diferentes disciplinas com a arte, além de abordar temas dos temas transversais curriculares recomendados pelo MEC. Em exposições temporárias apresenta-das pelo museu são avaliaapresenta-das as oportunidades de inserção de ações educativas que podem variar desde a construção de equipes educativas satélite para atendimento de grupos escolares e em geral em visitas, cur-sos e materiais de apoio pedagógico a professores até ações mais experimentais, como dispositivos para autonomia de visita de famílias, por exemplo, dependendo dos conceitos tratados pelo artista, curadoria, obras ou contextos e momentos nos quais a exposição se insere.
Atualmente, o NAE contabiliza mais de quarenta materiais de apoio à prática pedagógica distribuídos gratuitamente aos professores e escolas a fim de inserir as imagens da arte na prática cotidiana do professor.
Para o público em geral criamos distintas ações conjugadas a partir da ideia de Dispositivo para Auto-nomia de Visita (DAV). Tratam da inserção nos espaços do museu ou expositivos de recursos criados para estimular a percepção e a construção de conhecimentos próprios por parte de todo o público, sem a necessi-dade da presença física de educadores. Entre eles citamos a Educateca, composta de jogos para empréstimo deixados à disposição do público ou textos de parede com perguntas e estímulos interpretativos. Ou obje-tos a serem relacionados com obras das exposições pelos visitantes e que pretendem ampliar sua percepção visual formal ou contextual das obras. Outro exemplo é o mural Vamos Conversar? que abre um canal de diálogo com o visitante, que é convidado a deixar opiniões e sugestões sobre e para o Museu. Na exposição de longa duração Arte no Brasil: uma história na Pinacoteca está disponível o Arte em Diálogo, proposta de diálogo presente em algumas salas da exposição, que explora relações entre as obras expostas e trabalhos
211 Acessível pelo site www.pinacoteca.org.br no espaço Museu para Todos.
de artistas modernos e contemporâneos. Na mesma exposição, na Pinacoteca Luz, está inserida no percurso a Sala de Interpretação, que oferece maiores oportunidades de participação, interação e proximidade com o público, estimulando o contato com materiais e processos artísticos, investigando aspectos da educação patrimonial e colhendo depoimentos dos visitantes.
Para atender a família visitante de modo diferenciado, contribuindo para a interação entre seus mem-bros, criamos o projeto Pinafamília, atualmente em sua segunda edição. Ao favorecer o convívio familiar por meio da fruição da arte e estimular a visita a espaços culturais, além de desenvolver processos de aprendiza-gem em arte por meio de atividades lúdicas e participativas e de favorecer a compreensão, por esse público, da importância do patrimônio e de sua preservação, o projeto optou por tratar na primeira edição os aspec-tos linha, cor, ponto e forma, como constituintes básicos da imagem. E construiu em torno desses elemen-tos uma ilha repleta de atividades lúdico-educativas, jogos e guias de visita de distribuição gratuita além de um espetáculo de dança-teatro chamado Composição, em parceria com a Cia. Druw de Teatro. Já para a segunda edição, em cartaz desde 2017, tomamos como base os elementos tom, escala e textura, a partir dos quais construímos outras atividades lúdico-educativas, mais jogos e guia de visitação e um espetáculo de música-teatro nomeado PinaCanção, uma aventura cantada entre pinturas, em parceria com o compo-sitor Hélio Ziskind.
Os programas educativos inclusivos do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca de São Paulo são vol-tados ao desenvolvimento de ações educativas continuadas junto a grupos de pessoas que não são frequen-tadoras habituais de museus, como pessoas em situação de vulnerabilidade social, pessoas com deficiência e idosos. Também atuam na formação continuada das equipes do próprio museu.
O Programa de Inclusão Sociocultural realiza, desde 2002, visitas educativas a grupos em situação de vulnerabilidade social, muitos deles do entorno do museu, como pessoas em situação de rua, pessoas que fazem uso problemático de drogas, entre outros. E ministra, desde 2005, um curso de formação para educa-dores sociais, a fim de que utilizem o museu em suas práticas socioeducativas. Desde 2008 desenvolve uma ação educativa extramuros com dois grupos de adultos em situação de rua do entorno da Pinacoteca, por meio de oficinas de criação plástica e visitas ao museu – em seus onze anos de atuação esta ação já envol-veu aproximadamente 250 pessoas em situação de rua do centro de São Paulo e gerou exposições temporá-rias na Pinacoteca, mostras itinerantes, assim como publicações de caráter documental, álbuns de gravuras, fanzines e um livro de poemas.
Para pessoas com deficiência física, sensorial ou intelectual e a grupos de pessoas com transtornos mentais desenvolvemos o programa educativo para Públicos Especiais desde 2003. Além das visitas
educativas, realiza desde 2004 um curso de formação para profissionais de educação e saúde que atuam esses públicos-alvo, a fim de qualificar suas práticas a partir de conteúdos da arte e da cultura. Conta em sua equipe com uma educadora surda para o atendimento em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para grupos de pessoas com deficiência auditiva. Essa educadora desenvolve uma vez ao mês ações em Libras para o público surdo e ouvinte que visita a Pinacoteca. Desde 2014, realiza ações educativas extramuros com grupos de pessoas com deficiência intelectual e física.
Desde 2013 desenvolvemos ainda o Programa Meu Museu que realiza visitas educativas a grupos de idosos (pessoas com sessenta anos ou mais) e desenvolve desde o mesmo ano um curso de formação para profissionais de saúde e assistência social que atuam com idosos a fim de relacionarem suas práticas com as potencialidades socioeducativas da Pinacoteca. Finalmente, para garantir que os mais diversos públicos pos-sam frequentar e usufruir do museu, desenvolvemos um programa continuado de ações de formação das equipes de funcionários da Pinacoteca, em particular das áreas de atendimento ao público e das equipes de prestadores de serviços, como seguranças e profissionais de limpeza. O Consciência Funcional desenvolve por meio de atividades educativas a consciência do museu como espaço público que serve a toda a socie-dade, permitindo, ainda, que os funcionários que trabalham diretamente com o público sejam reconheci-dos e possam também ser atendireconheci-dos em suas necessidades de atenção postural ou expressão plástica, por exemplo.
Ao ser convidada a participar nesse seminário 200 Anos de Museus no Brasil: Desafios e Perspectivas na mesa sobre “Educação Museal – um panorama de desafios”, o título provocativo me instigou bastante.
Assim, para além de apresentar a multiplicidade de ações que conseguimos desenvolver e manter durante esses mais de quinze anos de atuação na Pinacoteca de São Paulo, apresento a seguir os desafios que per-cebo desse campo no Brasil.
Dividi essas reflexões em três blocos que se encontram intimamente relacionados: fatores externos às instituições e concernentes às políticas públicas; fatores internos às instituições e, finalmente, fatores refe-rentes ao educador museal e à sua prática.
Assim, teríamos:
Do ponto de vista externo às instituições e concernente às políticas públicas:
• reconhecimento e profissionalização por meio de criação de legislações específicas (que a publica-ção da PNEM pelo Ibram auxilia a impulsionar);
• definição das nomenclaturas de suas práticas (trabalho ao qual em parte o Comitê de Educação e Ação Cultural (CECA) do Conselho Internacional de Museus (ICOM) atualmente se dedica;
• atuar na sensibilização constante e necessária para a compreensão da cultura não com produto e/
ou custo, mas como ganho e direito social;
• atuar na sensibilização constante e necessária para a mensuração das ações de educação museal não serem percebidas apenas em termos quantitativos;
• suportar e valorizar as instituições da cultura e sua função educativa.
Do ponto de vista institucional:
• reconhecimento e profissionalização da educação museal por meio de contratação formal dos edu-cadores como funcionários dos museus;
• constituição e sustentabilidade dessas equipes e projetos;
• compreensão e valorização dos saberes e fazeres da educação museal como expertise técnico;
• apoio constante das direções dos museus para realização de suas atividades;
• assegurar a participação da educação museal na construção conceitual do museu, bem como nas atividades a serem por ele desenvolvidas;
• compreender as ações educativas não apenas em termos quantitativos e/ou como mobilizador de público;
• compreender que a função social do museu não é responsabilidade apenas da área da educação museal.
Do ponto de vista dos educadores:
• lidar e atuar contra a falta de colaboração interna à instituição;
• lidar e atuar contra a falta de políticas públicas e de apoio institucional;
• compreensão de sua atividade em sua variedade e complexidade;
• compreender-se e atuar como profissional, abrindo mão de sua posição de estudante ou estagiário;
• lutar pela profissionalização da educação museal;
• compreender que sua atuação vai mais além dos conteúdos e discursos propostos pelo museu, e atuar em conformidade à variedade de públicos do museu.
Postos assim, em forma de lista, vê-se que muitas vezes esses desafios se reforçam mutuamente, arti-culando-se nas três esferas, implicando a necessidade de uma atuação sistêmica e conjunta para a sua solu-ção. Como educadores, entretanto, somos naturalmente otimistas, e acreditamos que é sempre possível
contribuir para o cumprimento da função educativa do museu e conscientizar tanto nossos parceiros, a ins-tituição e as políticas públicas para que os museus se abram cada vez mais a todos
Para encerrar, gostaria de retomar o texto de Tamara Gomes da Silva que diz: “(...) Nos museus que eu já fui visitar tinha banheiro para usar, (...) e água para beber” e lembrar que todos devem ser vistos como
“público do museu”, e que cabe a nós, trabalhadores de museus, transformar essas instituições em espaços abertos e inclusivos, constituídos efetivamente como um serviço à sociedade; reafirmando em nossa ação que a cultura é tão fundamental ao homem como a água para beber.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Caderno da Política Nacional de Educação Museal. Brasília: Instituto Brasileiro de Museus, 2018.
CHIOVATTO, M. et al. Repensando a acessibilidade em museus – a experiência do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Diálogos entre arte e público, v. 3, 2010, pp. 18-21. Disponível em: http://dialogosentrearteepublico.blogspot.com.br/.
Acesso em: 6 ago. 2015.
AIDAR, Gabriela; SAMPAIO, Augusto (orgs.). Plural – textos e imagens produzidos na ação educativa extramuros da Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 2013, p. 45.
WINTZERITH, Stéphanie; MADERBACHER,Wencke. CECA – Cultural Action. In: ICOM Education 28. 2018. Disponível em: https://drive.
google.com/file/d/1EErtwOgLOiMfKe7cOBBAFWINIvPTmoAy/view. Acesso em: 24 jul. 2019.
Doutora em Educação (PUC-RJ) e pesquisadora da Coordenação de Educação do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST/MCTIC).