Lista de abreviaturas
3. A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
3.3. Plano estratégico
Ao longo deste capítulo tem sido referida a ambição da UTAD de se colocar no caminho para uma eco-universidade, ancorada num eco-campus e comprometida com o futuro dos estudantes da região, do país e do planeta. Atendendo à crescente competitividade que envolve o ambiente da universidade, tanto a nível nacional como internacional, a instituição orienta o seu plano estratégico para a construção de uma nova dinâmica cujo foco é a inclusão social e o envolvimento coletivo, a sustentabilidade, a congregação de recursos materiais e meios humanos e o aproveitamento de oportunidades de crescimento.
Com o intuito de ser desenvolvida uma estratégia consistente e convergente com uma visão a longo prazo, que permita gerar valor, assegurar a sustentabilidade e permita o estabelecimento de parcerias, a UTAD formulou o seu plano estratégico para o quadriénio
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2013-2017 (e que ainda vigora à data da realização deste trabalho), que foi aprovado em reunião do Conselho Geral da universidade em 29 de novembro de 2013. Este planeamento estratégico assenta em quatro eixos, como pode ser verificado na Figura 11.
Figura 11 - Eixos estratégicos da UTAD para o quadriénio 2013-2017 (adaptado de UTAD (2013)) Em relação ao eixo estratégico do Ensino e Formação, a UTAD apresenta uma oferta formativa diversificada, mas que apresenta índices de procura reduzidos em determinadas áreas já identificadas, apresenta uma considerável dispersão de unidades curriculares, uma reduzida oferta de atividades de formação em parceria com outras IES, bem como uma insipiente oferta educativa relativa ao modelo de ensino e-Learning.
Relativamente ao eixo da Ciência e da Tecnologia são apresentados alguns indicadores alarmantes que merecem particular atenção para que a sustentabilidade da instituição possa ser alcançada, nomeadamente o número considerável de docentes que não estão integrados em centros de investigação, a baixa taxa de aprovação de projetos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e as potencialidades de aumento da oferta de serviços avançados. A reduzida mobilidade dos docentes, a diminuta participação destes em congressos internacionais e a escassa associação de investigadores estrangeiros às atividades científicas da UTAD, limitam a participação da instituição em redes de conhecimento.
No que diz respeito ao eixo do Desenvolvimento Económico e Social, a UTAD apresenta-se como uma referência no apoio ao desenvolvimento regional, através de uma ação que se reparte pela transferência de conhecimento e tecnologia, a dinamização do empreendedorismo, a incubação de empresas e a cooperação com um grande número de atores institucionais, económicos e sociais da região transmontana. Contudo é incentivado que haja a promoção de novas dinâmicas de inovação de forma a fortalecer estas relações.
Por último, no eixo da Organização, Gestão e Sustentabilidade, a UTAD apresenta-se como sendo uma instituição complexa e, para que se possa viabilizar a construção de um projeto coletivo sustentável, é exigido um tipo de funcionamento baseado numa cultura de trabalho colaborativo, em rede, de participação e inovação, próprio de uma universidade inteligente.
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Fruto da análise dos eixos estratégicos da UTAD, foram identificadas algumas das principais debilidades em cada eixo basilar da instituição. De modo a colmatar essas debilidades, surgiu um conjunto de medidas a serem implementadas através dos principais objetivos de ação estratégica que passam por:
• Avaliar e reorganizar a oferta formativa e reforçar os mecanismos de apoio aos estudantes e ao seu envolvimento;
• Aumentar a produção científica e promover práticas de investigação, aproveitando os financiamentos do próximo Quadro Estratégico Comum;
• Aproveitar sinergias de ensino e investigação potenciadas pelos recursos locais, com vista à internacionalização;
• Consolidar e desenvolver atividades nas áreas fortes da UTAD com potencial de mercado (ensino, formação, investigação, inovação e extensão);
• Promover estruturas colaborativas com instituições e empresas no sentido de fomentar parcerias estratégicas;
• Valorizar os recursos humanos, o campus e o contexto local; • Melhorar as práticas de gestão;
• Implementar o plano de comunicação e imagem da universidade.
3.4. Internacionalização
O desenvolvimento da internacionalização do ensino superior começou por ser incentivada como um meio condutor para a exploração de novas áreas do conhecimento, bem como para a promoção da qualidade das IES através dos seus potenciais efeitos positivos em diversos aspetos como o desempenho de docentes, os métodos de ensino, o desenvolvimento curricular e o desempenho dos estudantes. Com a internacionalização, as IES conseguiram enriquecer o seu âmbito de investigação, ao lhes ser possível introduzir novas linhas de investigação científica ou fortalecer as existentes (Warwick, 2014).
No caso das IESP, onde se enquadra a UTAD, a internacionalização ganhou novos contornos devido à presença na União Europeia. Os programas europeus de mobilidade permitiram a movimentação transfronteiriça de alunos e docentes, promovendo assim o desenvolvimento da Educação. Também, os programas-quadro para a investigação deram um contributo valioso para a mobilidade de investigadores, permitindo o estabelecimento de
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parcerias com IES e empresas e de redes de trabalho, construindo equipas de investigação mais ativas (Simão et al., 2002).
No caso particular da UTAD, esta instituição apresenta uma clara intenção em fomentar cooperações com outras IES internacionais e de referência no âmbito da mobilidade académica, assegurar a execução de atividades ligadas à internacionalização, e cimentar o incremento das mobilidades dos docentes e discentes. Para que o cenário de crescimento relativo à internacionalização e, mais concretamente, à mobilidade posso acontecer, a UTAD tem-se esforçado para estabelecer protocolos com outras instituições, de modo a cumprir o desidrato da internacionalização da instituição. Atualmente, a UTAD está inserida num conjunto de programas de intercâmbio como: Erasmus e Erasmus Mundus (sendo os que registam maior afluência), Leonardo da Vinci, Almeida Garrett, Tempus, Fulbright, Vulcanos e outros programas relativos à cooperação com países de expressão portuguesa.
Após ter sido feita uma análise dos relatórios de atividade da UTAD ao longo dos últimos dez anos, foi possível construir um gráfico com a evolução da internacionalização nesta instituição (Gráfico 2). Dessa evolução é possível concluir que desde 2006 até 2014 (excetuando 2013 que teve uma ligeira redução) a mobilidade dos estudantes teve uma tendência crescente, sofrendo uma queda acentuada no último ano face à forte crise económica em que a Europa se encontra. Ao longo deste período é de notar que a UTAD recebeu mais estudantes do que os que enviou (com exceção para 2012/2013 quando houve uma maior disponibilidade económica para suportar o envio de estudantes), o que reflete o reconhecimento do valor da instituição a nível internacional.
Gráfico 2 - Evolução da mobilidade dos estudantes da UTAD nos últimos dez anos
Em relação à evolução da mobilidade dos docentes (Gráfico 3), após a análise dos relatórios de atividades da UTAD dos últimos cinco anos (não foram disponibilizados os dados
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relativos ao período 2006-2010), tem-se verificado uma tendência que se mantém constante em relação aos docentes enviados, não havendo grandes diferenças de ano para ano. Por outro lado, no que diz respeito à evolução da mobilidade dos docentes recebidos, apesar de o padrão ser pouco variável de ano para ano, podemos observar que o seu máximo foi registado em 2013 e, a partir dessa data, tem sido apresentada uma tendência de decréscimo.
Gráfico 3 - Evolução da mobilidade dos docentes da UTAD nos últimos cinco anos
O decréscimo identificado no ano de 2015 tanto em relação à mobilidade dos estudantes como à dos docentes, faz com que haja a necessidade do GRIM, enquanto estrutura especializada responsável pela internacionalização, em rever as políticas que estão a ser implementadas, de modo a poder reverter esta situação para um estado positivo, dada a criticidade desta matéria para o desenvolvimento da universidade.
3.5. Progressos
A UTAD neste momento assume como sendo sua prioridade o desenvolvimento sustentável, tendo implementado atualmente medidas para se colocar no caminho para a transformação numa eco-universidade, contudo para colocar em prática essas medidas e também desenvolver as suas atividades é necessário ter em conta o orçamento. No que diz respeito a este assunto a UTAD possui autonomia administrativa e financeira, sendo que as suas receitas são provenientes do orçamento de Estado (definido anualmente), Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central/Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (PIDDAC/FEDER), projetos de Investigação e Desenvolvimento
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(I&D) e receitas próprias. No Gráfico 4 é possível verificar as despesas e as receitas da UTAD relativas ao ano de 2015 (valores mais recentes).
Gráfico 4 - Despesas e receitas da UTAD em 2015 (adaptado de UTAD (2016))
Para a gestão das suas atividades e da própria instituição, a UTAD tem adotado uma política de racionalização e contenção de despesas, ao longo do ano. Analisando as despesas e receitas da universidade é possível concluir que esta, para o ano de 2015, conseguiu ficar com um saldo positivo de 1.05M. Com o orçamento apresentado no Gráfico 4, a UTAD desenvolveu um conjunto de atividades, podendo ser destacados os seguintes progressos (UTAD, 2016):
• Afirmação do novo posicionamento estratégico da UTAD, através da presença ativa no consórcio UNorte.pt (UTAD, Universidade do Minho e Universidade do Porto);
• Abertura do novo parque de Ciência e Tecnologia “Régia Douro Parque” em parceria com a Câmara Municipal de Vila Real;
• Aumento do número de novas matrículas superior a 13%; • Institucionalização do ano 0 para estudantes internacionais;
• Implementação de um programa experimental de orientação tutorial para os novos estudantes de 1º ciclo;
• Estabelecimento de um novo modelo de avaliação pedagógica das unidades curriculares pelos estudantes;
• Lançamento do Observatório Permanente do Abandono Escolar e do projeto de Promoção do Sucesso Escolar;
• Investimento no apoio social aos estudantes, através de subsídios de emergência e bolsas de colaboração;
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• Consolidação da sustentabilidade financeira recorrendo a estratégias de
fundraising;
• Definição do Sistema Interno de Gestão da Qualidade dos Serviços; • Início do processo de avaliação do desempenho dos docentes da UTAD;
• Modernização dos processos administrativos; reorganização e requalificação de espaços interiores e exteriores;
• Implementação de sistemas de gestão da água e da energia e de monitorização em tempo real da qualidade da energia elétrica;
• Conclusão e apresentação do plano de comunicação e imagem da UTAD; • Realização de um programa cultural diversificado;
• Apresentação de um conjunto amplo de candidaturas ao Portugal 2020 (com destaque para a Plataforma da Vinha e do Vinho) e de um programa de projetos conjuntos da UNorte.pt.
Em seguida serão apresentados alguns dos principais progressos que foram observados na UTAD aos níveis da Educação, da Investigação, da Inovação, do Empreendedorismo e da Extensão.
3.5.1. Educação
Uma das principais atividades e motivos de existência das IES, onde se enquadra a UTAD, é o Ensino. Atendendo ao facto de a UTAD ser uma IESP localizada numa região interior, esta tem concebido estratégias que permitam atrair estudantes de todos os pontos do país. A projeção de cursos que se enquadrem com os recursos naturais da região transmontana e o reconhecimento da qualidade e do valor que tem sido atribuído ao ensino praticado na UTAD a nível nacional e internacional, faz com que seja um chamariz para novos estudantes. No Gráfico 5 é apresentada a evolução do número total de estudantes por ciclo frequentado. Dessa evolução é possível concluir que até 2011 o número total de estudantes apresenta uma tendência crescente, tendo sido estabelecido o seu máximo em 2011, a partir do qual essa tendência começou a sofrer um reverso e passou a apresentar um decréscimo até 2015, em muito devido à diminuição a nível nacional do número de inscrições no Ensino Superior. Dessa evolução é possível depreender que o ciclo mais frequentado ao longo destes anos é o 1º,
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seguindo-se o 2º e por último o 3º. De todos os ciclos, aquele que tem apresentado uma tendência de crescimento mais constante é o 3º.
Gráfico 5 - Evolução do número total de estudantes/ciclo frequentado
A oferta formativa da UTAD tem sido renovada e ampliada ao longo do tempo, sendo que no ano de 2015, esta instituição disponibilizava 127 ofertas educativas, 40 de 1º ciclo, 3 de Mestrado Integrado (MI), 61 de 2º ciclo e 23 de 3º ciclo. No Gráfico 6 observa-se a distribuição da oferta educativa pelas escolas da UTAD. Da análise desta distribuição é possível aferir que as escolas ECVA, ECT e EHS são as escolas que disponibilizam mais cursos de 1º ciclo, MI e 2º ciclo, e as escolas ECVA, ECHS e ECAV são as que disponibilizam mais cursos de 3º ciclo.
Gráfico 6 - Oferta educativa em 2015 (adaptado de UTAD (2016))
Ainda relativamente às escolas (e ao ano de 2015) é possível observar na Figura 12 um
dashboard com alguns indicadores. Em relação ao número de cursos, a escola que dispõe de
uma oferta educativa maior é a ECHS. Em relação ao número de estudantes, a escola que possui um maior número de estudantes é a ECVA, seguindo-se a ECHS e a ECT. No que diz respeito
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à produção científica, as escolas que possuem mais artigos publicados são a ECVA e a ECT, sendo que as que têm um maior número de projetos em curso são a ECAV e a ECHS.
Figura 12 - Dashboard com indicadores relativos às escolas no ano de 2015 (adaptado de UTAD (2016))
3.5.2. Investigação
A investigação a par da educação constitui-se como sendo uma das atividades principais desenvolvidas nas IES, situação em que a UTAD não é exceção. Nesta instituição, os projetos de investigação são desenvolvidos pelos centros de investigação, que podem por vezes estabelecer parcerias com docentes e estudantes das diferentes escolas que compõem a UTAD. Para o ano de 2015, esta instituição contava com 64 investigadores colaboradores em I&D e 282 investigadores membros integrados em I&D (UTAD, 2016). Com o desenvolvimento de projetos de investigação é tipicamente natural (e incentivado) que surjam publicações científicas, para que esse trabalho desenvolvido possa ser difundido pelas comunidades científicas e pela sociedade e possam ao mesmo tempo permitir edificar e expandir o conhecimento produzido pela instituição.
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No Gráfico 7 é possível verificar que ao longo dos últimos dez anos a evolução do
número de publicações científicas na UTAD apresenta uma tendência contínua de crescimento até ao ano de 2015 (exclusive). A tendência de crescimento diminuiu no ano de 2015 uma vez que houve uma aposta da instituição na qualidade em detrimento da quantidade, sendo que das 677 publicações científicas 45% foram publicadas em revistas do 1º quartil (UTAD, 2016).
Gráfico 7 - Evolução do número de publicações científicas
3.5.3. Inovação
A Inovação é uma das dimensões basilares para o desenvolvimento das IES, pelo que nesse sentido, a UTAD tem dirigido esforços para criar as condições ideais para o surgimento de novas ideias. Nesse sentido, foi criado o GAP que é a unidade especializada responsável pelos processos de inovação na universidade. Desde a sua criação que o GAP tem implementado políticas que visam a proteção, a promoção e a valorização dos resultados das investigações que originaram inovações. Assim, esta unidade especializada tem desenvolvido os mecanismos necessários para que os direitos económicos e de propriedade intelectual dos seus autores sejam salvaguardados, dando por isso com a entrada de pedidos de registo de patentes juntos das entidades legais competentes.
NoGráfico 8 é possível verificar a evolução dos pedidos de registo de patentes feitos
pela UTAD ao longo dos últimos dez anos, podendo verificar-se que houve um crescimento do número de pedidos até 2009, que estabilizou durante dois anos, tendo decrescido até 2015, em
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muito devido ao corte dos fundos comunitários e também devido à redução de ideias suficientemente inovadoras merecedoras de registo de patente. Com o desbloqueio dos quadros comunitários e com o incentivo da universidade para a criação de ideias inovadoras, a quantidade do número dos pedidos de registo de patentes voltou a subir em 2015, atingindo um máximo apenas igualado em 2009 e 2010.
Gráfico 8 - Evolução dos pedidos de registo de patentes
3.5.4. Empreendedorismo
No sentido de apoiar de forma mais ativa o desenvolvimento do empreendedorismo, a UTAD criou em 2011 o GAIVA que é a entidade na instituição responsável por este âmbito de atuação. Com o intuito de suportar os jovens empreendedores que assumem o desejo de constituir novas empresas, a UTAD em parceria com o CITMAD criou uma incubadora onde é dado todo o apoio na concretização de uma ideia de negócio. Para além desta incubadora, a UTAD estabeleceu uma parceria com a rede EmpreenDouro para a dinamização e valorização de uma nova atitude de empreendedorismo no Douro, ajudando assim a estabelecer esta região como boa para investir e empreender.
No Gráfico 9é apresentada a evolução do empreendedorismo na UTAD desde a criação
do GAIVA através de alguns indicadores de atividade. O ano de 2011 não é contemplado neste gráfico uma vez que os dados não foram disponibilizados.
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Da interpretação dessa evolução é possível observar que o número de estudantes inscritos apresenta uma tendência crescente, o que significa que os jovens empreendedores procuram cada vez mais estes serviços, em vez de gabinetes externos de apoio à procura de emprego e incubadoras privadas para suporte das suas ideias. A oferta de emprego, estágios e bolsas de investigação divulgada apresentava um crescimento até 2014, mas devido à crise europeia (que bloqueou os quadros de apoio) e a própria crise nacional, verificou-se o seu decréscimo mantendo essa tendência até ao último ano de atividade em que há valores registados. Desde a sua criação, o GAIVA já ajudou 510 jovens empreendedores e ajudou a suportar o desenvolvimento de 166 projetos.
Gráfico 9 - Evolução do empreendedorismo na UTAD
3.5.5. Extensão
Na dimensão da extensão à comunidade, a UTAD tem apresentado um programa cultural diversificado, apostando em: espetáculos no domínio das artes, maioritariamente de ordem musical, cinematográfica e teatral; exposições; atividades no domínio científico através da organização de conferências, jornadas, simpósios, colóquios e tertúlias; organização de viagens culturais que visem o reconhecimento da riqueza material e imaterial da região, fomentando cada vez mais parcerias com outras instituições para a realização destas visitas (e.g. Bienal Internacional de Artes de Vila Nova de Cerveira); e organização de feiras (e.g. emprego, divulgação de cursos, empreendedorismo).
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A UTAD também promove outro tipo de eventos fora do âmbito cultural e que resultam de uma estreita relação de cooperação, reciprocidade e responsabilidade social, com diferentes instituições locais e regionais, como são exemplos: eventos desportivos, Dia Mundial do Coração, Dia Mundial da Saúde, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, Semana da Segurança Alimentar, Semana da Segurança Informática, Semana da Ciência e da Tecnologia, Dia Aberto da UTAD (para conhecimento da instituição), Universidade de Verão (para jovens do ensino básico e secundário), Semana do Caloiro e Semana Académica.