• Nenhum resultado encontrado

Considerando as dimensões adotadas para construção da pesquisa e os resultados obtidos na análise, fundamentalmente, o exposto nos gráficos relacionados

ao perfil dos colaboradores, gráfico 2 a 6. Constatou-se a premissa de contribuir na elaboração do contrato de trabalho dos mesmos.

Outra sugestão diz respeito à produção do contrato de trabalho; percebeu-se, na pesquisa, que existem algumas funções em que o contrato não atende, atuando de maneira diferenciada. Isso pode implicar processos judiciais no futuro. A intenção é de evitá-los, mesmo sabendo que se trata de uma decisão mais administrativa e, que deve ter uma apreciação jurídica, para que sua formulação não deixe margem para equívocos.

Ademais, como muitos funcionários trabalham na esfera criativa, criando ou auxiliando na criação de materiais didáticos (textos, vídeos, ilustrações, jogos, animações etc.), recomenda-se inserir na cláusula no contrato, independentemente do cargo que será ocupado pelo colaborador, com o seguinte trecho (Quadro 8):

Quadro 8 – Trecho a ser inserido no contrato do empregado

Parágrafo único: Cedo, a título gratuito e universal, todos os direitos patrimoniais

de obra produzida para esta instituição, como exemplificativamente os direitos de edição, reprodução, impressão, publicação, produção, compartilhamento, remix, adaptação, reuso e distribuição para fins específicos, educativos, técnicos e culturais, nos termos da Lei n. 9.610 de 19 de fevereiro de 1998 e da Constituição Federal de 1988 – sem que isso implique qualquer ônus. Autorizo a publicação da obra em qualquer tipo de mídia, quantas vezes se fizerem necessárias, em qualquer número de exemplares, bem como a distribuir gratuitamente essas edições, como exemplificativamente impressa, digital, audiovisual e web, que se fizer necessária para sua divulgação.

Fonte: Elaborado pela pesquisadora.

Espera-se, com a inserção deste novo texto ao contrato de prestação de serviço dos funcionários da SEDIS, possa sanar qualquer argumento de representação voltado para questões de cessão dos direitos autorais do material produzido.

Ao relacionar a proposta de intervenção ora citada com a teoria do conhecimento organizacional, vislumbra-se a estratégia da internalização, na qual ocorrem interações em que o conhecimento que foi socializado, combinado e sistematizado passa novamente a ser interpretado e internalizado pelo sistema cognitivo dos indivíduos. Desse modo, o conhecimento criado é internalizado em

forma de novos conceitos e novas práticas de trabalho, tratando-se, assim, de um conhecimento operacional.

Sendo assim, apresenta-se a seguir o plano de ação para esta proposta, por meio do quadro a seguir.

Quadro 9 – Plano de ação (5W2H) - mudança no contrato

Problema: Contrato não prevê cessão dos direitos autorais do material produzido

What O que?

Contrato de serviço sem cessão dos direitos autorais How

Como?

Mudança no contrato de prestação de serviço a SEDIS How Much

Quanto?

Sem custo Why

Por que?

Intenção é de evitar problemas com a cessão de direitos autorais, visto que são contratados para um determinado serviço e, na verdade, fazem outros.

Where Onde?

SEDIS When

Quando?

Alteração imediata no contrato Who

Quem?

Setor jurídico e SEDIS

Fonte: Elaborado pela pesquisadora

Vale ressaltar, ainda, que essas recomendações e sugestões serão apresentadas à Coordenadoria de Produção do Material Didático da SEDIS para que sejam levadas a instâncias de discussão e deliberação pelos chefes-imediatos de cada setor que compõe essa Coordenação. Com isso, intenta-se lograr a implantação das referidas medidas, visando contribuir com o fazer laboral dos colaboradores e, ainda, evitar futuros problemas com direitos autorais.

Considerando o relato das recomendações e sugestões, seguem, na próxima seção, as considerações finais acerca do estudo ora exposto, explicitando os objetivos que foram alcançados e a problemática de pesquisa respondida.

8 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Fundamentados no que foi exposto na pesquisa e nas discussões teóricas vislumbradas no estudo, nesta seção, expõem-se algumas considerações finais, com a intenção de responder ao objetivo proposto, que buscou analisar que tipo de ações pode contribuir para melhorar o conhecimento organizacional sobre os direitos de autor, visando evitar violações e conflitos na produção do material para Educação a Distância no âmbito da SEDIS-UFRN. Nessa perspectiva, destacaram-se os seguintes objetivos específicos: descrever as etapas e os atores envolvidos na produção do material didático da SEDIS; avaliar conhecimentos, habilidades e percepções dos colaboradores relacionados aos direitos autorais; e propor sugestões com vista a capacitar os colaboradores e regulamentar os direitos autorais dos materiais produzidos, com foco na GC, especificamente, na Teoria da Criação do Conhecimento Organizacional.

Constata-se que as etapas de produção do material didático foram apresentadas, considerando que a Coordenadoria é composta por quatro setores, quais sejam: Revisão, Editoração, Interativos e Acessibilidade, percebeu-se nas análises o fazer laboral de cada um deles, como também o seu fluxo de trabalho, cada um com sua relevância no processo de produção e, ainda, a interdisciplinaridade existente entre eles.

No que se refere ao perfil dos envolvidos na produção do material didático verificou-se, nas análises, o detalhamento de cada setor que engloba a Coordenadoria e, também, um contexto mais geral dos funcionários. Nesse contexto, cabe destacar as experiências dos colaboradores, uma vez que alguns estão na instituição praticamente desde sua criação, cooperando efetivamente no processo de construção do material didático. É importante destacar grande rotatividade dos funcionários terceirizados, fazendo com que assumam um cargo no papel, mas desempenhem, na verdade, outro tipo de atividade.

Em relação aos conhecimentos, habilidades e percepções dos colaboradores, identificou-se nas análises a necessidade de aprimoramentos, por meio de capacitações e treinamentos, visando incentivar os conhecimentos, como também, socializar as habilidades já existentes entre eles, visto que alguns não conhecem as aptidões dos outros. Perceberam-se, ainda, questões internas à instituição, como os

próprios documentos da UFRN (Resoluções), que os funcionários não conhecem. Além disso, deve-se incentivar o diálogo e reuniões periódicas, não somente visando à distribuição de material entre os participantes, mas também para que estes possam apresentar seus posicionamentos, críticas e sugestões a respeito do trabalho que está sendo desenvolvido.

A entrevista com a Gestora enfatizou alguns pontos que necessitam de melhoria, os quais foram expostos nas análises quantitativas. Isso possibilitou o desenvolvimento de algumas recomendações e sugestões, visando impedir os problemas com direitos autorais na SEDIS.

Face ao exposto, identifica-se que todos os objetivos da pesquisa foram atingidos e os resultados do trabalho poderão contribuir para a produção do material didático na SEDIS e, consequentemente, para uma tomada de decisão mais adequada em relação ao direito autoral, considerando como base as informações contidas nas análises ora expostas. Espera-se ainda que este estudo venha a contribuir para a melhoria das atividades laborais dos profissionais que atuam nos setores: Revisão, Editoração, Interativos e Acessibilidade, de forma que, uma vez conhecendo estratégias de como evitar ou mesmo de como identificar os problemas de direitos autorais, possam cada vez mais incrementar a qualidade dos serviços prestados à instituição, aumentando também a satisfação dos profissionais que procuram pelo serviço.

Do ponto de vista teórico, esta pesquisa abordou aspectos referentes à educação a distância, aos direitos autorais e à gestão do conhecimento, como fatores que contribuem para satisfação não só dos profissionais que atuam na produção do material didático, mas, também para os que buscam pelo serviço. Nesse propósito, a contribuição do modelo de Nonaka e Takeuchi (1997) foi relevante para a pesquisa, considerando que, pelas técnicas relacionadas à SECI, pode-se colaborar com a elaboração de propostas de intervenção, como atividade de capacitação, de forma a abranger mais informações referentes aos direitos autorais conforme citados nesta pesquisa. Outra proposta seria a aquisição de software de plágio, como forma de empreender melhorias no fazer laboral dos funcionários. Propôs-se, ainda, como intervenção incluir ao contrato para os colaboradores algumas recomendações.

Como limitações do estudo tem-se que a amostra que se deu por conveniência, o que restringe sua generalização. É importante destacar que mesmo atingindo uma amostra de 95% do total de pesquisados, alguns deles afirmaram não

querer participar da pesquisa, mesmo com esclarecimentos da pesquisadora a respeito da temática. Entretanto, este instrumento, se aplicado novamente, não conseguirá atingir os mesmos patamares de resposta, considerando que alguns questionamentos são subjetivos e dependem do momento do participante. Portanto, trata-se de corte temporal, que mostra apenas um instante do fenômeno.

Este estudo não teve a intenção de esgotar a temática, mas de proporcionar que novos estudos possam surgir a partir deste, na perspectiva de que sejam complementados por outros aspectos referentes à abordagem do direito autoral no ambiente da educação a distância. Diante disso, como sugestão de pesquisas científicas futuras, espera-se que este estudo possa ser aplicado em outras instituições, que atuam com educação a distância, servindo como modelo e, ainda, para fins comparativos. Sugere-se um estudo envolvendo outras variáveis do direito autoral, com vista a complementar o estudo ora exposto. Além disso, recomenda-se mais investigação, fundamentalmente no comportamento do usuário, com a intenção de compreender suas reais necessidades e adaptá-las.

REFERÊNCIAS

ALVARENGA NETO, R. C. D.; BARBOSA, R. R.; PEREIRA, H. J. Gestão do conhecimento ou gestão de organizações da era do conhecimento? Um ensaio teórico-prático a partir de intervenções na realidade brasileira. Perspectivas em

ciência da informação, Belo Horizonte, v. 12, n. 1, p. 5-24, jan./abr. 2007.

ALVES, João Roberto Moreira. A história da EAD no Brasil. In: LITTO, Fredric M.; FORMIGA, Marcos (org.). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Prentice Hall, 2009. p. 9-13.

ANGELONI, Maria Terezinha. Elementos intervenientes na tomada de decisão. Ci.

Info., Brasília, v. 32, n. 1, p.17-22, jan./abr. 2003.

ARAYA, Elizabeth Roxana Mass; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregorio.

Criação, proteção e uso legal da informação em ambientes da world wide web.

São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2009.

BARRETO, Aldo de Albuquerque. Mudança estrutural no fluxo do conhecimento: a comunicação eletrônica. Ci. Inf., Brasília, v. 27, n. 2, p. 122-127, maio/ago. 1998.

BARRETO, Hugo. Aprendizagem por televisão. In: LITTO, Fredric M.; FORMIGA, Marcos (Org.). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Prentice Hall, 2009. p. 449-455.

BASSANI, D.T.L.; NIKITIUK, S.; QUELHAS, O. A Empresa como sede do conhecimento. Revista Produção, São Paulo, v. 13, n. 2, p. 42-56, 2003.

BATISTA, Fábio Ferreira. Governo que aprende: gestão do conhecimento em organizações do Executivo Federal. Brasília: Ipea, 2004.

BATISTA, Fábio Ferreira. Modelo de gestão do conhecimento para a

administração pública brasileira: como implementar a gestão do conhecimento

BAUER, M. W. Análise de conteúdo clássica: uma revisão. In: BAUER, M. W.,

GASKELL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. 3. ed. Petrópolis: Vozes; 2002.

BELLONI, M. l. Educação a distância. 5. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2008.

BOOG, Gustavo Gruneberg. Manual de treinamento e desenvolvimento.3. ed. São Paulo, Atlas, 1999.

BRAGLIA, I. de A. Design para EaD: a relação entre o gráfico e o instrucional. 2010. 155 f. Dissertação (Mestrado em Design e Expressão Gráfica) – Universidade

Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010. Disponível em:

http://www.posdesign.ufsc.br/files/2012/05/dissIsrael2008.pdf. Acesso em: 20 out. 2017.

BRAMAN, S. A Economia Representacional e o regime Global da Política de informação. In: MACIEL, M.L.; ALBAGLI, S. (org.). Informação, Conhecimento e

Poder: mudança tecnológica e inovação social. Rio de Janeiro: Garamond, 2011. p.

41-66.

BRANCO, S. A lei autoral brasileira como elemento de restrição à eficácia do Direito Humano à Educação. Revista Internacional de Direitos Humanos, São Paulo, ano 4, n. 6, p. 120-141, 2007.

BRANCO, S. O domínio público no direito autoral brasileiro. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2011.

BRASIL. Lei 12.527 de 18 de novembro de 2011. Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição Federal; altera a Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990; revoga a Lei no 11.111, de 5 de maio de 2005, e dispositivos da Lei no 8.159, de 8 de janeiro de 1991; e dá outras providências. Disponível em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm. Acesso em: 20 out. 2017.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 20 out. 2017.

BRASIL. Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Disponível em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/l9610.htm. Acesso em: 20 out. 2017.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em:

http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1996/lei-9394-20-dezembro-1996-362578- publicacaooriginal-1-pl.html. Acesso em: 17 nov. 2017.

BRASIL. Decreto nº 5.800, de 8 de junho de 2006. Dispõe sobre o Sistema Universidade Aberta do Brasil – UAB. Disponível em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Decreto/D5800.htm. Acesso em: 17 nov. 2017.

BRASIL. Decreto nº 75.699, de 6 de maio de 1975. Promulga a Convenção de Berna para a Proteção das Obras Literárias e Artísticas, de 9 de setembro de 1886, revista em Paris, a 24 de julho de 1971. Disponível em:

http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1970-1979/decreto-75699-6-maio-1975- 424220-publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 20 out. 2017.

BRASIL. Decreto nº 57.125, de 19 de outubro de 1965. Promulga a Convenção Internacional para proteção aos artistas intérpretes ou executantes, aos produtores de fonogramas e aos organismos de radiodifusão. Disponível em:

http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto-57125-19-outubro- 1965-397457-publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 20 out. 2017.

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2010.

CASTRO, P. F. de; NUNES, I. B. Centros de teleducação e multimídia. Brasília: Ibase/Fundar, 1996.

CAVALCANTI, Roberto de Albuquerque. Andragogia: a aprendizagem nos adultos.

Revista clínica cirúrgica da Paraíba. ano 4, n. 6, jul. 1999. Disponível em:

https://pt.slideshare.net/Vicentana/andragogia-a-aprendizagem-nos-adultos. Acesso em: 20 nov. 2018.

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: pioneira 2002.

CODINA, L. Las propiedades de la información digital. El profesional de la

información, v. 10, n. 12, p. 18-25, dez. 2001. Disponível em:

http://www.elprofesionaldelainformacion.com/contenidos/2001/diciembre/5.pdf. Acesso em: 2 mar. 2018.

COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito civil. São Paulo: Saraiva, 2006.

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE CASOS DE AUTORIA. Nem tudo que parece é: entenda o que é Plágio. Rio de janeiro: IACS, 2011.

CHARLIER, Évelyne. Formar professores profissionais para uma formação contínua articulada com a prática. In: PERRENOUD, Philippe et.al. Formando professores

profissionais: Quais estratégias? Quais competências? 2. ed. Porto Alegre: Artmed,

2001.

CHARTIER, Roger. A aventura do livro: do leito ao navegador. São Paulo: UNESP, 1999.

CHAVES, Antônio. Criador da Obra Intelectual. São Paulo: LTR, 2001.

CHEN, C. H. Promoting college students‟ knowledge acquisition and ill-structured problem solving: Web-based integration and procedure prompts. Computers &

Education, v. 55, Issue 1, p. 292-303, ago. 2010. Disponível em:

http://dx.doi.org/10.1016/j.compedu.2010.01.015. Acesso em: 20 out. 2017.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa qualitativa em Ciências Humanas e Sociais. 2. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2008.

CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1998.

CHOO, Chun Wei. A Organização do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. São Paulo: Senac São Paulo, 2003.

COSTA, M. L. F. Educação a Distância no Brasil. In: COSTA, M. L. F. (org.). Educação a Distância no Brasil: Avanços e Perspectivas. 1. ed. Maringá: Eduem, 2013.

CREATIVE COMMONS. Creative Commons Brasil. 2015. Disponível em: http://goo.gl/FvbUuy. Acesso em: 12 nov. 2018.

DANTAS, E. M.; RÊGO, M. C. F. D. Educação a Distância na UFRN: recortes sobre caminhos percorridos. In: NETO, J. C. T; PAIVA, M. C. L. A prática da Educação a

Distância na UFRN. Natal: EDUFRN, 2011.

DAVENPORT, Thomas H; PRUSAK, Laurence. Conhecimento empresarial: como as organizações gerenciam o seu capital intelectual. Rio de Janeiro: Campus, 1999.

DETLOR, Brian. Information Management. International Journal of Information

Management, 30, p. 103-108, 2010. Disponível em:

file:///C:/Users/zilmar.fernandes/Downloads/Detlor_2010_information_management.p df. Acesso em: 27 out. 2017.

DE-MATTIA, Fábio Maria. Autor e editor na obra gráfica: direitos e deveres. São Paulo: Saraiva, 1980.

DIAS, Kacerine Rodrigues. Direito autoral: como a lei inibe o acesso ao

conhecimento. Revista Eletrônica do Curso de Direito da UFSM, v. 3, n. 2, p. 67- 81, jun. 2008.

DRUCKER, P. Sociedade pós-capitalista. 3. ed. São Paulo: Pioneira, 1993.

DUARTE, Eliane Cordeiro de Vasconcellos Garcia; PEREIRA, Edmeire Cristina (Org.). Direito autoral: perguntas e respostas. Curitiba: UFPR, 2009.

FERNANDEZ, Consuelo Teresa. Os métodos de preparação de material impresso para EAD. In: LITTO, Fredric M.; FORMIGA, Marcos (org.). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Prentice Hall, 2009. p. 395-401.

FERREIRA, E.G.A.; SANTOS, E.S.; MACHADO, M.N. Política de informação no Brasil: a lei de acesso à informação em foco. Múltiplos Olhares em Ciência da

Informação, v.2, n.1, mar. 2012.

FERREIRA, Lucienne da Costa. Gestão e uso da informação na produção científica. In: SILVA, Alzira Karla Araújo da; PAIVA, Simone Bastos; DUARTE, Emeide

Nóbrega (org.). Múltiplas abordagens da gestão da informação e do

conhecimento no contexto acadêmico da informação. João Pessoa: UFPB,

FIORENTINI, L. M. R. A perspectiva dialógica nos textos educativos. In:

FIORENTINI, L. M. R.; MORAES, R. A. (org.). Linguagens e interatividade. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

FLICK, Uwe. Introdução à metodologia de pesquisa. Porto Alegre: Penso, 2013.

FONSECA, A. F. Organizational Knowledge Assessment Methodology. Washington, D.C.: World Bank Institute, 2006.

FRAGOSO, J. H. R. Direito autoral: Da antiguidade à internet. São Paulo: Quartier Latin, 2009.

FRESNEDA, Paulo Sérgio Vilches et al. Diagnóstico da gestão do conhecimento nas organizações públicas utilizando o método Organizacional Knowledge Assessment (OKA). In: CONGRESSO CONSAD DE GESTÃO PÚBLICA. 2., 2009. Brasília.

Anais... Brasília, 2009. Disponível em:

http://banco.consad.org.br/handle/123456789/268. Acesso em: 13 dez. 2017.

GANDELMAN, Henrique. De Gutemberg à Internet: direitos autorais das origens à era digital. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007.

GARCIA ARETIO, Lorenzo. La educación a distancia: de la teoria a la prática. Barcelona: Ed. Ariel, 2001.

GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo (org.). Métodos de pesquisa. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.

GIL, A. C. Estudo de Caso: fundamentação científica – subsídio para coleta de análise de dados – como redigir o relatório. São Paulo: Atlas, 2009.

GONZÁLES DE GÓMEZ, M. N. As relações entre ciência, estado e sociedade.

Ciência da Informação, Brasília, v. 32, n. 1, p. 60-76, jan./abr. 2003.

GOMES, M. N. Metodologia da pesquisa no campo da Ciência da Informação.

GOURLAY, S. The SECI model of knowledge creation: Some empirical

shortcomings. In: GOURLAY, S. Proceedings of the Fourth European Conference

on Knowledge Management. Oriel College: Oxford, 2003. p. 377-386.

GOURLAY, S. Conceptualizing knowledge creation: a critique of Nonaka’s theory.

Journal of Management Studies, Oxford, v.43, n.7, p.1415-1436, nov. 2006.

GOUVÊA, G.; OLIVEIRA, C. I. Educação a Distância na formação de

professores: viabilidades, potencialidades e limites. 4. ed. Rio de Janeiro: Vieira e

Lent. 2006.

GUTIÉRREZ, F.; PRIETO, D. A mediação pedagógica: educação a distância alternativa. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 1994.

GRAHAM, A. B.; PIZZO, V. G. Uma questão de equilíbrio: estudos de casos na gestão estratégica do conhecimento. In: KLEIN, D. A. A gestão estratégica do

capital intelectual. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1998. p.15-39.

HOUAISS, A. Dicionário Eletrônico da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.

KLEINMAN, Molly. The beauty of “Some Rights Reserved”: Introducing Creative Commons to librarians, faculty, and students. C&RL News, v. 69, n. 10, p. 594-597, nov. 2008.

KROKOSCZ, Marcelo. Autoria e plágio: um guia para estudantes, professores, pesquisadores e editores. São Paulo: Atlas, 2012.

KVALE, Steinar. Las entrevistas en investigación cualitativa. Ediciones Morata, 2011.

LAASER, W. Manual de criação e elaboração de materiais para educação a

distância. Brasília: Universidade de Brasília, 1997.

LEMOS, Ronaldo. Direito, tecnologia e cultura. Rio de Janeiro: FGV, 2005.

LIMA, Cloves Montenegro de; SANTINI, Rose Marie. Copyleft e licenças criativas de uso de informação na sociedade da informação. Ci. Inf., Brasília, v. 37, n. 1, p. 121- 128, jan./abr. 2008.

LITTO, Fredric M.; FORMIGA, Marcos (org.). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Prentice Hall, 2009.

LYUDE, A. Review of knowledge creation literature: some issues in theoretical and methodological foundations. 2007. Disponível em: http://dspace.lib.niigata- u.ac.jp:8080/dspace/bitstream/10191/6395/1/01_0049.pdf. Acesso em: 16 set. 2018.

MAGNANI, M. C. B.; PINHEIRO, M. M. K. "Regime" e "Informação": a aproximação de dois conceitos e suas aplicações na Ciência da Informação. Liinc em Revista. Rio de Janeiro, v. 7, n. 2, p. 593-610, set. 2011.

MARKET, Werner. Novas competências no mundo do trabalho e suas

contribuições para a formação do trabalhador. 2001. Disponível em:

http://23reuniao.anped.org.br/textos/0905t.PDF. Acesso em: 20 nov. 2018.

MANOEL, V. de A. Educação inclusiva na EaD: Programa de Promoção da Acessibilidade Virtual (PPAV). Ponto de Vista, Florianópolis, n. 10, p. 107-120, 2008.

MANSO, L. M. C. Do leitor ao navegador: a EaD e os Direitos Autorais. 2013. Disponível em: http://livrozilla.com/doc/506787/do-leitor-ao-navegador--a-ead-e-os-