Educação Não Formal e os Estudos de Gênero:
Representações de Adolescentes
Andrea Geraldi Sasso1. Fabiane Freire França2.
RESUMO: O objetivo do trabalho3 é apresentar uma análise da relação teórica e prática resultante de um projeto de intervenção, desenvolvido em uma instituição de educação não formal, com adolescentes. Nosso questionamento foi: Como abordar as discussões da teoria dos Estudos de Gênero em uma instituição de educação não formal com adolescentes? Utilizamos como aporte teórico, os estudos na área da educação não formal, dentre os/as autores/as Gohn (2006) e Trilla (2008), e quanto à intervenção pedagógica optamos pela abordagem teórica dos Estudos de Gênero com aporte dos Estudos Culturais, mediante as contribuições de Louro (1997); Silva (2011), entre outros/as. Consideramos que, ao se trabalhar as relações sociais e culturais de gênero na modalidade de educação não formal, a identidade de homens e mulheres são reproduzidas e incorporadas ao longo da vida de acordo com o que as instâncias sociais como, mídia, escola, normatizam e, de certa forma, padronizam as representações de gênero.
Palavras-chave: Educação não formal. Estudos de Gênero. Representações. 1. Introdução
Neste trabalho discorreremos sobre a relação teórica e prática das discussões dos Estudos de Gênero e suas representações, durante o período do estágio supervisionado na modalidade da educação não formal, em uma instituição não governamental sem fins lucrativos de tratamento no regime de internação de dependentes químicos, jovens e adultos (apenas do gênero masculino) da região, na cidade de Campo Mourão/PR.
O termo representações é entendido neste trabalho como uma discussão que, quando relacionados aos assuntos que envolvem gênero, sexualidade, corpo, sexo, entre outros, permite-nos entender que não há respostas únicas, prontas e certas, mas sim,
1Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR/FECILCAM). Pós-graduanda em Ead e as tecnologias educacionais (UniCesumar). [email protected]
2
Doutoranda do Programa de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Maringá (PPE/UEM). Professora da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR/FECILCAM). [email protected] 3 O artigo que se segue é parte do trabalho completo intitulado, “Educação não Formal e os Estudos de
Gênero: Um Projeto de Intervenção”, apresentado ao departamento de Pedagogia (UNESPAR/FECILCAM), como requisito para obtenção do título de graduação.
representações que se alteram e que se adaptam conforme os seus usos e circunstâncias do contexto histórico (HALL, 1997, p. 09, apud, WORTMANN, 2001).
Utilizamos como aporte teórico, os estudos de pesquisadores especialistas na área da educação não-formal, dentre eles (as) Gohn (2006) e Trilla (2008). Quanto à intervenção pedagógica optamos pela abordagem teórica dos Estudos de Gênero com aporte dos Estudos Culturais mediante os estudos de Louro (1997); Silva (2011), entre outros/as.
Para realização desta intervenção, nosso questionamento foi: Como abordar as discussões da teoria dos Estudos de Gênero em uma instituição de educação não formal com adolescentes?
Para responder a principal problemática, elaboramos um projeto intitulado: „Discussões com adolescentes sobre o conceito de gênero, sexo e sexualidade‟, utilizando como instrumentos de apoio para as discussões, um questionário prévio (com 13 questões), com intuito de analisar a construção de alguns conceitos e como estes influenciam na construção das identidades desses adolescentes. A partir disso, direcionamos as discussões na prática da docência, apresentando de maneira mais ampla, questões relacionadas aos conceitos e representações de gênero, sexo e sexualidade. E uma dinâmica, adaptada do manual do multiplicador4 para adolescentes (BRASIL, 2000), tendo como principal objetivo, discutir como os adolescentes percebem os papéis sexuais entre homens e mulheres na sociedade. Selecionamos para serem analisadas neste trabalho as representações da dinâmica por ser objeto de discussão pertinente nas discussões de gênero.
2. A educação não formal como modalidade de ensino
A origem e divulgação da expressão „educação não formal‟, no Brasil, aconteceu com maior ênfase a partir das décadas de 60 e 70 do século XX. Esta modalidade de educação nasceu devido alguns fatores econômicos, políticos e sociais da época, ou seja, buscou atender algumas necessidades, tais como:
4 O principal objetivo do manual é proporcionar atividades educativas e metodológicas na prevenção das
DST/AIDS. Em cada unidade, são apresentadas dinâmicas de trabalho de grupo, que utilizam como metodologia a educação por meio de trocas de experiências, vivências, conhecimentos e atitudes.
O crescente aumento de demanda em educação em face da incorporação de setores sociais tradicionalmente excluídos dos sistemas educacionais convencionais (adultos, idosos, mulheres, minorias étnicas, etc.). Transformações no mundo do trabalho que obrigam a operacionalizar novas formas de capacitação profissional (reciclagem e formação continuada, recolocação profissional, etc.) [...] “(TRILLA, 2008, p. 19).
Neste viés, alguns pesquisadores da época do surgimento da educação não formal começaram a diferenciar e conceituar os termos educação formal, que “[...] compreenderia „o sistema educacional altamente institucionalizado, cronologicamente graduado e hierarquicamente estruturado que vai dos primeiros anos da escola primária até os últimos da universidade‟”, a educação não formal, “[...] toda atividade organizada, sistemática, educativa, realizada fora do marco do sistema oficial, para facilitar determinados tipos de aprendizagem a subgrupos específicos da população, tanto adultos como infantis”, e a educação informal, “[...] „um processo, que dura a vida inteira, em que as pessoas adquirem e acumulam conhecimento, habilidades, atitudes e modos de discernimento por meio das experiências diárias e de sua relação com o meio‟”. (COOMBS, 1975 apud TRILLA, 2008, p. 32).
No sentido de aprofundar os estudos sobre a educação não formal, a autora Gohn (2006, p. 03) exemplifica as áreas (espaço físico) de atuação da educação não formal, formal e informal. Segundo a autora, a educação formal acontece no “[...] território das escolas, são instituições regulamentadas por lei, certificadas, organizadas segundo diretrizes nacionais”. Enquanto que a educação não formal acontece por meio de várias dimensões, como a educação difundida pela e na mídia, capacitação para o mercado de trabalho, solução de problemas do meio que o cerca no dia a dia, entre outras formas (a intencionalidade é um ponto importante de diferenciação da educação informal). Finalmente, a educação informal é “[...] aquela que os indivíduos aprendem durante seu processo de socialização - na família, bairro, clube, amigos etc., carregada de valores e culturas próprias, de pertencimento e sentimentos herdados”.
É neste contexto que o conceito e o conhecimento acerca da educação não formal têm sido cada vez mais abrangentes, pois esta modalidade de educação transpõe os limites da educação escolar quando o contexto social precisa de outros espaços de formação que permitam “uma espécie de complementaridade, uma espécie de partilha de funções, de objetivos, de conteúdos entre os diversos agentes educacionais.”
(TRILLA, 2008, p. 46), assim como a instituição que desenvolvemos o projeto de intervenção.
3. Breve consideração sobre os estudos de gênero e a educação
Ao refletirmos sobre o contexto social, no qual estamos inseridos, percebemos que há inúmeras práticas sociais que são divisoras e formadoras de identidade (masculina e feminina). Essas práticas, por meio das relações de poder, se concentram em “ajustar” os indivíduos em padrões pré-estabelecidos, tornando-os segundo Mesomo (2004, p.101) sujeitos que “incluímos e excluímos a nós e aos outros na vivência e na produção de práticas discriminatórias as quais alimentamos com nossa diferenciação”, reforçadas também pela educação e em outros espaços promotores de educação intencional, como por exemplo, a educação não formal.
A partir desta observação, podemos (re) pensar a educação formal e não formal e algumas de suas práticas, pelo olhar das discussões de gênero que:
[...] permite tecer novos caminhos no processo de ressignificação de categorias aparentemente universais. Há de se atentar para que as multiplicidades sejam observadas, visibilizando e compreendendo as relações mais finas, pois, ao estar imbricado com outras linhas, inclusive com a de classe social, o gênero não se coloca como categoria única. Assim, adotar o gênero pode indicar a possibilidade de romper com pensamentos binários que insistem em formas dicotômicas e hierarquizadoras, como branco ou negro; homem ou mulher; cultura ou natureza (JARDIM; ABRAMOWICZ, 2005, p. 96).
Ou seja, pensar a educação formal e não formal na visão de gênero possibilita discorrermos sobre as inúmeras maneiras de ser homem ou de ser mulher, compreendendo que suas identidades são construídas dentro de relações recíprocas e ao mesmo tempo complexas, sendo preciso levar em consideração as mudanças que ocorrem na produção do gênero ao longo dos distintos momentos históricos e sociais.
Diversas são as representações sobre homens e mulheres e diversos são os papéis, padrões e regras atribuídos aos indivíduos que “[...] uma sociedade estabelece para seus membros e que definem seus comportamentos, suas roupas, seus modos de se relacionar ou de se portar... [...]” (LOURO, 1997, p. 24). Por isso, é importante entendermos que na dinâmica do gênero “ser masculino/a” ou “ser feminino/a” são
identificações “[...] sempre construídas, elas não são dadas ou acabadas num determinado momento” (LOURO, 1997, p. 27).
4. Metodologia
Para a realização desta pesquisa, priorizamos o referencial teórico metodológico da abordagem dos Estudos de Gênero com aporte teórico dos Estudos Culturais, que numa definição sintética da teoria, trazida por Silva (2011, p. 134) “[...] estão preocupados com questões que se situam na conexão entre cultura, significação, identidade e poder”, ou seja, “[...] tomam claramente o partido dos grupos em desvantagem [...]”. Para isso, a abordagem teórica propõe análises e intervenções sobre o que é considerado natural e normal pela sociedade, tanto na instituição escolar, quanto nas demais instituições de educação não formal.
Esta pesquisa, caracterizada como uma pequisa-ação participativa (COSTA, 2003), nos permitiu a convivência com os adolescentes, por meio da prática de intervenção, em forma de conversas e problematizações a respeito da temática central do projeto e a observação do ambiente que convivem.
Ao propor o projeto do estágio supervisionado „Discussões com adolescentes sobre o conceito de gênero, sexo e sexualidade‟, buscamos por meio de um questionário prévio (com treze questões, respondido individualmente, sem identificação dos 05 adolescentes internos até o momento da intervenção, todos na faixa etária entre 16 e 17 anos), identificar possíveis (re) construções de alguns conceitos ligados as discussões e representações de gênero, sexo e sexualidade, durante a prática da observação e a partir disso, direcionar as discussões na prática da docência, através de conversas e dinâmica (re) pensar se há, e quais são as vantagens e desvantagens de ser homem e as vantagens e desvantagens de ser mulher no mundo atual.
5. Análise da prática
As discussões em torno do gênero e suas representações ajudam a (re) pensar possibilidades de novos trabalhos e discussões que possam auxiliar e vir a complementar o trabalho dos profissionais nas instituições de educação não formal.
Inúmeras são as situações, como as observadas durante a realização deste projeto, em que sujeitos, de forma intencional ou não pré-julgam os papéis, comportamentos e pensamentos que não seguem os padrões estabelecidos.
Diante disso, analisamos neste trabalho o resultado de uma dinâmica, cujo objetivo foi (re) pensar as possíveis “vantagens” e “desvantagem” de ser homem e de ser mulher.
No que diz respeito à pesquisa ação, no primeiro dia de prática do estágio supervisionado, iniciamos uma discussão referente ao que é sexo, sexualidade e gênero, optamos por utilizar com instrumento de apoio, todas as perguntas do questionário que os adolescentes responderam. Realizamos uma conversa formal com o grupo, devidamente fundamentada com os autores referenciados neste trabalho, o que nos possibilitou maior aporte nas respostas frente às dúvidas e inquietações expressas pelos adolescentes.
Para a dinâmica dividimos os adolescentes em dois grupos, um grupo ficou responsável para discutirem os papeis considerados de mulheres e o outro grupo com as discussões dos papeis considerados de homens, solicitamos que os grupos discutissem as possíveis vantagens e desvantagens do gênero atribuído aos grupos e vice-versa.
Após a discussão, pedimos aos grupos que preparassem uma lista com as referidas vantagens e desvantagens. Ao final, cada grupo apresentou as opiniões presentes na lista e a experiência de se colocar no lugar do outro, neste caso a mulher. Aproveitamos para colaborar, argumentando um pouco mais sobre os papeis atribuídos a homens e mulheres pela sociedade ao longo do tempo, que ambos (mulher/homem) constituem-se de identidades próprias, mas, a produção social e histórica os interpela a seguirem padrões estabelecidos culturalmente, nas mais diversas instâncias sociais em que os indivíduos participam e (re) produzem consequentemente.
Na sequência, as opiniões dos grupos registradas, na íntegra, quanto às vantagens e desvantagens de ser homem e de ser mulher. Grupo 01 (composto por 035 jovens):
Vantagens de ser mulher: ser carinhosa, ter responsabilidade, ser
educada, trabalhadora, competente, ter mais responsabilidades nos
5
Um desses jovens havia chegado recentemente à instituição, pouca foi sua participação, pois estava sob efeito dos medicamentos para o tratamento, como afirmaram os demais adolescentes.
seus estudos, dedicada. Desvantagens: de não esperar seu filho nasce.
Vantagens de ser homem: chefe de casa, ser dono do meu próprio
carro, de fazer nossas escolhas, de chegar em casa ter sua esposa te esperando, responsabilidade, fazer a compra no fim do mês pro sustento da sua família. Desvantagens: não ter paciência. (grifos nossos).
Grupo 02 (composto de 03 jovens):
Vantagens de ser mulher: tem mais determinação, mais comportada,
pode ter filhos, mulher mais responsável, casar, deu a luz por Jesus Cristo. Desvantagens: ruim ter filhos, hora do parto, o pai quer que ela não saia, nem namora, tem que ser educada, obedecer, é descriminada por alguns homens, corre risco de ser violentada sexualmente. Vantagens de ser homem: mais liberdade, trabalhador, quem inventou o avião, a luz e o brazil foi o homem. Desvantagens: casar, mulher comeu a maçã e inpenhou os homens6·. ‟ (grifos nossos).
Podemos observar a semelhanças das características das vantagens e desvantagens de ser mulher, segundo os adolescentes dos dois grupos. Em ambos, o raciocínio construído de representação da mulher “[...] legitimam mecanismos sociais que reforçam como „natural‟ – e consequentemente como „normal‟ – para a mulher e
para a noção de feminino: a inferioridade e a subordinção em relação ao homem
(„sexo forte‟) [...]” (FURLANI, 2009, p. 136) (grifos da autora), como neste exemplo colocado pelo grupo 01: “Vantagens de ser mulher: ser carinhosa, ter responsabilidade, ser educada, trabalhadora, competente, ter mais responsabilidades nos seus estudos, dedicada. Desvantagens: de não esperar seu filho nasce.” E do grupo 02: “Vantagens de ser mulher: tem mais determinação, mais comportada, pode ter filhos, mulher mais responsável, casar, deu a luz por Jesus Cristo. Desvantagens: ruim ter filhos, hora do parto, o pai quer que ela não saia, nem namora, tem que ser
educada, obedecer, é descriminada por alguns homens, corre risco de ser violentada sexualmente.” (grifos nossos).
Em contrapartida as características das vantagens e desvantagens de ser homem, consideradas pelos adolescentes, toma um rumo diferente, pois, ainda segundo Furlani (2009, p. 136), “um raciocínio que tem construído representações que legitimam mecanismos sociais que reforçam como „natural‟ – e consequentemente como „normal‟
6 Esta última frase refere-se, segundo o grupo, que a culpada pelos homens caírem em pecado, foi a
mulher, que o influenciou comer a “maçã”, o considerado “fruto da árvore proibida”, representação encontrada nas escrituras bíblicas.
– para o homem e para a noção de masculino, a superioridade e o poder em relação a mulher („sexo frágil‟) [...]” (grifos da autora), ou seja, para eles, em ambos os grupos, no grupo 01: “Vantagens de ser homem: chefe de casa, ser dono do meu próprio
carro, de fazer nossas escolhas, de chegar em casa ter sua esposa te esperando,
responsabilidade, fazer a compra no fim do mês pro sustento da sua família.
Desvantagens: não ter paciência”. (grifos nossos). No grupo 02: “Vantagens de ser homem: mais liberdade, trabalhador, quem inventou o avião, a luz e o brazil foi o homem. Desvantagens: casar, mulher comeu a maçã e inpenhou os homens.” (grifos
nossos).
Para encerrarmos o projeto, no terceiro e último dia de intervenção do estágio, apresentamos o filme Billy Elliot (1999) e estabelecemos relação do conteúdo discutido até então, (questionário e dinâmica).
6. Considerações finais
Por meio da realização deste projeto de intervenção, cabe destacar, que nas análises sobre teoria e prática envolvendo as discussões dos Estudos de Gênero na modalidade de educação não formal realizado no curto período do estagio supervisionado do curso de graduação, possibilitou perceber as relações de poder intrínsecas na figura do gênero como norma social, cultural e histórica refletidas nos papéis e características ditas masculinas e femininas pelas representações dos adolescentes.
Por isso, a categoria gênero carrega ao longo do tempo atribuições hierarquizadas, estereótipos e marcas que são impostas e repassadas às gerações sejam por meio das mais variadas formas de linguagem possíveis, e em instâncias duradouras como, em casa, na mídia, na igreja, na escola e demais instituições educacionais.
Em vista disso, se por vezes, a educação formal escolar e não formal (clínicas, empresas, igrejas, hospitais), (re) produzem desigualdades de gênero, corpo e sexualidade, de outro lado, a mesma instituição e demais, como a que retratamos aqui, podem vir a serem espaços que desenvolvam discussões pertinentes sobre essas questões, por meio de propostas pedagógicas e de um processo de problematização sobre seus pensamentos e ações.
Referências bibliográficas
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual do multiplicador: adolescente. Coordenação Nacional de DST e Aids. Brasília: Ministério da Saúde, 2000.
BILLY ELLIOT. Produção de Stephen Daldry. Reino Unido, Working Title Films, 1999.
(DVD). Duração: 1h 51min.
COSTA, Marisa Vorraber; SILVEIRA, Rosa Hessel; SOMMER, Luis Henrique. Estudos culturais, educação e pedagogia. Revista Brasileira de Educação. n. 23, p. 36- 61. Mai/ Jun/ Jul/ Ago, 2003.
FURLANI, Jimena. Representações da mulher e do feminismo na mídia impressa brasileira: desconstruindo significados na educação sexual (p.121 a 158). In: PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Sexualidade. Curitiba: SEED, 2009.
GOHN, Maria da Glória. Educação não formal na pedagogia social. An. 1 Congr.
Intern. Pedagogia Social, Mar. 2006. Disponível em:
<http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=MSC0000000092006000100034&sc ript=sci_arttext&tlng=pt>>. Acesso em: 02 de Abr. de 2013 às 11h52min.
JARDIM, Silvia Regina Marques; ABRAMOWICZ, Anete. Tendências da produção paulista sobre gênero e educação: um balanço de dissertações de mestrado. Estudos
RBPG, v. 2, n. 3, p. 93-117, mar. 2005.
LOURO, Guacira Lopes. Gênero, sexualidade e educação: Uma perspectiva
pós-estruturalista. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
MESOMO, Aliandra Cristina. Educação e Infância: Ensaio sobre poder e controle.
Nuances: estudos sobre educação, São Paulo, v. 11, n. 11/12, p. 99-113, jan./jun. e
jul./dez., 2004.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução as teorias do
currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
TRILLA, Jaume; GHANEM, Elie; ARANTES, Valéria Amorim (org.). Educação
formal e não formal: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2008.
WORTMANN, Maria Lúcia Castagna. O uso do termo representação na Educação em Ciências e nos Estudos Culturais. Pro-Posições, v. 12. n. 1 (34), p.151-161, março, 2001.