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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.15 número5 es v15n5a02

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Academic year: 2018

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(1)

1 Trabaj o ext raído de diser t ación de Maest r ía. Apoyo financier o de la Fapesp; 2 Terapeut a ocupacional, Alum na de Maest r ía; 3 Enfer m era, Libr e- docent e en Enfer m er ía en Salud Colect iva, Pr ofesor Tit ular. Escuela de Enfer m er ía, de la Univer sidad de São Paulo, Brasil

POLÍ TI CAS PÚBLI CAS PARA LOS ADOLESCEN TES EN LA CI UDAD DE SAO CARLOS

1

Lar a de Paula Eduar do2

Em ik o Yosh ik aw a Egr y3

El Est at ut o del Niño y del Adolescent e ( ECA) fue est ablecido en Br asil en 1990 y am plió la act uación del

est ado en la im plem ent ación de las polít icas a los adolescent es. En las ciudades, hay m uchas inst it uciones que

asist en a est os gr upos poblacionales, per o su act uación sinér gica t odav ía no es conocida. El obj et iv o de est a

invest igación fue conocer com o ellas act úan e est án or ganizadas en el nivel m unicipal. El escenar io de est udio

fu e el Mu n icipio de Sao Car los, localizada en el n or oest e del Est ado de Sao Pau lo. Fu er on en t r ev ist ados 2 0

dir igent es inst it ucionales. El r esult ado m ost r ó que hay m uchas difer encias en la act uación: la m ay or ía de ellas

ofr ece act iv idades de depor t es y r ecr eación ; per o ot r a par t e se ocu pa de los adolescen t es au t or es de act os

in f r acción ales. Au n qu e el m u n icipio cu en t a con n u m er osas in st it u cion es, t odav ía n o est á or gan izada par a el

t ot al cum plim ient o del ECA.

DESCRI PTORES: adolescent e; polít icas públicas; salud pública

POLI TI CAL PROJECT OF ADOLESCEN T CARE I N SÃO CARLOS, BRAZI L

The Br azilian Child and Adolescent St at ut e w as est ablished in 1990. Since t hen m any inst it ut ions have

been cr eat ed t o at t end adolescent s. This st udy aim ed t o under st and how t hese inst it ut ions have been or ganized

in São Car los, Nor t heast of São Paulo, Br azil. This is a descr ipt iv e st udy , w hose dat a w er e collect ed t hr ough

int er v iew s w it h t he dir ect or s of 20 inst it ut ions. They r epor t ed differ ences in t er m s of obj ect iv es, t ar get public

age, r eligious or ient at ion, et c. While m ost inst it ut ions have focused on leisur e act ivit ies and pr ofessional educat ion,

som e of t hem at t end only adolescent s w ho have com m it t ed som e kind of illegal act . Alt hough t her e ar e m any

differ ent w ays t o assist adolescent s, it seem s t hat t heir act ions ar e not int egr at ed t ow ar ds t he im plem ent at ion

of t he Child and Adolescent St at ut e.

DESCRI PTORS: adolescent ; public policies; public healt h

PROJETO POLÍ TI CO DE ATEN ÇÃO AO ADOLESCEN TE N O MUN I CÍ PI O DE SÃO CARLOS

O Est at ut o da Cr iança e do Adolescent e ( ECA) , cr iado em 1990, am pliou a at uação do Est ado br asileir o

n a im p lem en t ação d as p olít icas p ú b licas aos ad olescen t es. Há m u it as in st it u ições q u e v isam at en d er aos

adolescent es, ent r et ant o, o siner gism o delas é pouco conhecido. O obj et iv o dest e est udo foi o de saber com o

elas at uam e est ão or ganizadas no âm bit o m unicipal. A m et odologia é descr it iva e a população foi r epr esent ada

pelas inst it uições que at endem os adolescent es na cidade de São Car los, SP. Os dados for am colhidos por m eio

de docum ent os e de ent r ev ist as j unt o aos dir igent es inst it ucionais. Vint e inst it uições par t icipar am da pesquisa.

O r esu lt ado m ost r ou qu e elas são bast an t e dist in t as en t r e si: en qu an t o a m aior ia delas est á cen t r ada em

at ividades de com plem ent ação escolar e ensino pr ofissionalizant e, out r as at endem exclusivam ent e adolescent es

aut or es de at os infr acionais. Em bor a pr esent e num er icam ent e, as inst it uições de at enção ao adolescent e não

se encont r am ainda or quest r adas em pr ol da consecução do ECA.

(2)

I NTRODUCCI ÓN

E

l est at ut o del Niño y del Adolescent e( 1) ( ENA) hizo surgir un nuevo paradigm a, siendo que est e grupo

social pasó a ser com prendido com o, aquellos suj et os

en condición peculiar de desarrollo, que deben recibir

at ención priorit aria y acceso garant izado a los servicios

y co n d i ci o n e s d e sa l u d , a l i m e n t a ci ó n , e d u ca ci ó n ,

ent r et enim ient o, cult ur a, depor t es, pr ofesionalización,

dignidad, respet o y convivencia social ( Art 4o. Tít ulo I

- De las Disposiciones Pr elim inar es) .

La s o c i e d a d c o n t e m p o r á n e a s e h a

pr eocu pado cada v ez m ás con los adolescen t es. En

los m edios de in f or m ación , los pr in cipales obj et iv os

de discusión son los adolescent es que com et en act os

d el i ct i v o s, p u es el l o s se v u el v en u n a am en aza en

t ér m inos de v iolencia, agr esiv idad y delincuencia. En

consecuencia, puniciones y m edidas socio- educat iv as

c i t a d a s e n e l EN A , a s í c o m o p r o y e c t o s d e l e y

relacionados a la reducción en la edad penal para los

16 años o hast a 1 año, han sido obj et o de discusiones.

Est e est at u t o t u v o u n cam b io p r in cip al: la

denom inación de est e gr upo paso a ser de “ m enor ”

( ex pr esión qu e se v olv ió pey or at iv a) , par a “ n iñ os y

adolescent es”, lo que par ece m ost rar una or ient ación

difer ent e, en donde est os indiv iduos son dot ados no

solo de deber es, sino pr incipalm ent e de der echos.

H a s t a e l s i g l o X V I I I , n o e x i s t i ó l o q u e

act ualm ent e se llam a de adolescencia, pues est a fase

er a confundida com o infancia. La noción de j uv ent ud

est aba relacionada a la fuer za de edad. Ent r e los siglos

XI V y XVI I I las edades de v ida n o cor r espon dían a

las et apas biológicas y si a las funciones sociales( 2).

M i e n t r a s t a n t o a l g u n o s a u t o r e s u t i l i z a n

r ef er en cias o m ar cad or es cr on ológ icos acu m u lad os

a ot r os com pon en t es y at r ibu t os, par a obt en er u n a

d e f i n i c i ó n m á s a m p l i a d e a d o l e s c e n c i a , e x i s t e n

t r a b a j o s q u e d i scu t e n u n a d e f i n i ci ó n u n i v e r sa l y

genér ica, sin consider ar el m om ent o hist ór ico de las

s o c i e d a d e s e n l a c u a l e s t á n i n t r o d u c i d o s . Fu e

obser vado un esbozo, al com pr ender a la adolescencia

c o m o u n c o n c e p t o s o c i a l , c o n t r a r i o a l o q u e

c o m ú n m e n t e s e d e n o m i n o d e c o n c e p c i ó n d e

adolescencia en un est at ut o fij o e inm ut able, pues se

refería a un fenóm eno físico, exist iendo la am pliación

d e e s t a c o m p r e n s i ó n c o m o f e n ó m e n o s o c i a l ,

subor dinado al m odo de pr oducción v igent e( 3).

Los in d iv id u os q u e p er t en ecen a la m ism a

gen er ación , qu ien es n acier on en el m ism o añ o, son

dot ados de un aspect o com ún en la dim ensión hist ór ica

d e l p r o c e s o s o c i a l . D e e s t a f o r m a p o d r ía m o s

c o m p r e n d e r a e s t e f e n ó m e n o s o c i a l , c o m o u n a

si t u a ci ó n q u e p o d r ía ser ex p l i ca d a y d ed u ci d a d e

f a c t o r e s b i o l ó g i c o s b á s i c o s , s i n e m b a r g o s i l o

h ar íam o s, est ar íam o s i g n o r an d o el h ech o , d e q u e

n osot r os, ser es h u m an os n os r elacion am os, sien d o

qu e est a r elación est a de acu er do con la dim en sión

hist ór ica del pr oceso social( 4).

Si por un lado la posición de clase puede ser

ex plicada por las condiciones económ icas y sociales,

el gr u po et ár eo es det er m in ado por la f or m a com o

ci e r t o s e st á n d a r e s d e e x p e r i e n ci a y p e n sa m i e n t o

fuer on pasados dur ant e una gener ación y ot r a. El caso

es q u e la cr eación y la acu m u lación cu lt u r al n o se

d a n e n l o s m i sm o s i n d i v i d u o s, si n o a t r a v é s d e l

sur gim ient o cont inuo de nuevos gr upos et ár eos y por

la f or m a, com o est os n u ev os in d iv id u os en t r an en

c o n t a c t o c o n e s t a h e r e n c i a a c u m u l a d a , l o q u e

det er m ina com o una gener ación apr ende los v alor es,

los com port am ient os, los sent im ient os, la cult ura y el

conocim ient o adquir ido en la época.

Par a el caso d el n iv el social en d iscu sión ,

volver se adult o y m adur ar significa adquir ir t odas las

habilidades im pr escindibles par a su v ida cot idiana en

soci ed ad .

En la sociedad cont em por ánea el j ov en pasa

por u n per iodo com plej o h ast a llegar al m u n do del

ad u lt o. La f am ilia se m u est r a com o u n a in st it u ción

pr incipal de socialización, en la cual se apr enden los

v a l o r e s p o s t - m o d e r n o s ( n e o l i b e r a l e s ) d e a u t o

r e a l i za ci ó n , sa t i sf a cci ó n , d e f e n sa d e l d e se m p e ñ o

i n d i v i d u a l , co n su m o , co m p e t i ci ó n e n t r e o t r o s. La

escuela t iene el r ol de inst it ución de socialización de

la edu cación f or m al, la cu al se en cu en t r a pr ot egida

por el est ado Las per spect iv as de t r abaj o al salir de

l a e s c u e l a e s t á n d i r e c t a m e n t e r e l a c i o n a d a s a l

m e r ca d o d e t r a b a j o p o r se r v i ci o s n o p e r so n a l e s,

f l ex i b l es y au t ó n o m o s. Ex i st e al m i sm o t i em p o l a

a c t u a l d i s c u s i ó n s o b r e l a r e a l n e c e s i d a d d e l a

e d u c a c i ó n f o r m a l c o m o u n a p e r s p e c t i v a d e

int r oducción social( 6 ).

Las necesidades del adolescent e sobr epasan

l as co n d i ci o n es o r g án i co - b i o l ó g i cas, si en d o q u e l a

or ganización de pr ogr am as dir igidos par a est e gr upo,

requieren considerar las dim ensiones social y colect iva.

Exist e aún la necesidad de conocim ient o y com prom iso

con el diario vivir de los adolescent es y el cont ext o del

que son par t e, de est a for m a, los cont enidos de los

p r o g r a m a s s e d e b e n a d a p t a r a l a s d i f e r e n t e s

(3)

A pesar, que la población adolescent e sea de

g r an p r o p o r ci ó n , ex i st e u n a b aj a d em an d a en l o s

s e r v i c i o s d e s a l u d , e n c o n t r á n d o s e e s t u d i o s q u e

dem uest r an que est e es un gr upo et ár eo saludable,

p o r l o m e n o s d e sd e e l p u n t o d e v i st a b i o l ó g i co .

Mien t r as t an t o la v iolen cia, las en f er m edades com o

el SI DA, la dr ogadicción que cr ece a diar io ent r e los

adolescent es, principalm ent e en las clases m ás baj as,

v ien en m ost r an do u n a r elación in v er sa.

En l o s p a íse s e n d e sa r r o l l o , h a ce cu a t r o

décadas el gr u po dem ogr áf ico de adolescen t e v ien e

sien d o r econ ocid o, p u es ad em ás d e r ep r esen t ar el

25% de la población t ot al, los adolescent es han sido

los pr in cipales gr u pos de v iolen cia, lo cu al m u est r a

u n n ú m e r o a l a r m a n t e d e m u e r t e s y s e c u e l a s

causadas por act os v iolent os, accident es de t r ansit o,

y con t am in acion es p or en f er m ed ad es d eb id o a las

condiciones pr ecar ias, en las que se encuent r a gr an

par t e de la población en est os países( 7).

El Br asil, sigu ien do las r ecom en dacion es de

la Or g an ización Pan am er ican a d e la Salu d ( OPAS) ,

im plant ó, a par t ir de 1989, a t r avés del Minist er io de

S a l u d , e l Pr o g r a m a d e S a l u d d e l A d o l e s c e n t e

( PROSAD ) . Un a i n v e st i g a ci ó n f u e r e a l i za d a e n e l

Mu n icipio de Río de Jan eir o en 1 9 9 4 , par a v er if icar

l a s co n d i ci o n e s b á si ca s r e a l i za d a s e n l a a t e n ci ó n

int egral a los adolescent es de las Unidades de Salud.

Lo s r e s u l t a d o s o b t e n i d o s e n l a s 7 0 u n i d a d e s

e st u d i a d a s, e n l a s cu a l e s 4 9 p a r t i ci p a b a n d e l o s

PROSAD , m o st r a r o n q u e a p e n a s l a t e r ce r a p a r t e

a t e n d ía n i ñ o s y n i ñ a s d e l a c a l l e , s i e n d o l o s

adolescen t es, qu ien es r equ er ían del pr ogr am a pu es

p r e s e n t a b a n m a y o r n e c e s i d a d , d e b i d o a l o s

pr oblem as de salud( 8).

En el Municipio de San Carlos, se verificó una

gr an pr eocu pación con el cu m plim ien t o de m edidas

socio- educat iv as y de pr ev ención de delit os, dej ando

de lado la asist encia y cum plim ient o de sus derechos.

Lo cual sucede pr incipalm ent e, en el gr upo for m ado

por adolescent es que v iv en en condición de ex t r em a

hum illación social y fam iliar, v iolencia, dr ogadicción,

f al t a d e ap o y o en su d esar r o l l o f ísi co y p síq u i co ;

hist or ia que son fr ecuent es.

A p esa r d e l a p r eo cu p a ci ó n ex i st en t e p o r

p ar t e d e los p r of esion ales q u e t ien en con t act o con

adolescent es a t r av és de pr oy ect os y pr ogr am as, no

ex ist e un est udio sist em at izado sobr e las polít icas de

at ención al adolescent e en el Municipio de San Carlos,

e l cu a l f u e o b j e t i v o y r a zó n d e e st e e st u d i o . En

invest igación realizada en el prim er sem est re de est e

a ñ o d u r a n t e l a p r i m e r a f a s e d e e s t e e s t u d i o ,

conj unt am ent e con las principales bases de referencia,

se v er if icó qu e ex ist en m u ch os est u dios qu e t r at an

s o b r e a s p e c t o s p u n t u a l e s d e l a d o l e s c e n t e , s i n

em b ar g o son r ar as las d iscu sion es sob r e p olít icas.

Así m ism o, se const at ó que en los últ im os años, fueron

cr e a d o s se r v i ci o s e sp e cíf i co s p a r a l a a t e n ci ó n a l

adolescent e que per m it en el acceso a sus der echos.

Por t ant o, est e t rabaj o t iene por finalidad subsidiar la

r e n o v a c i ó n d e l p r o y e c t o p o l ít i c o d e a t e n c i ó n a l

adolescent e en el ám bit o m unicipal.

OBJETI VOS DEL ESTUDI O

El pr esent e est udio t iene por obj et ivo conocer

l o s p r o g r am as d e at en ci ó n a l o s ad o l escen t es, su

f in alidad y m ot iv acion es.

METODOLOGÍ A

Se t r at a de un est udio descr ipt iv o ut ilizando

la Teor ía de I n t er v en ción Pr áct ica en En f er m er ía de

Salud Colect iv a( 9), pr incipalm ent e en la capt ación de

la r ealidad obj et iv a de las inst it uciones que at ienden

a adolescen t es en San Car los.

El escen ar io del est u dio es el m u n icipio de

San Car los, sit u ado en la r egión n or est e del Est ado

de São Paulo, a 2 2 8 k m de la capit al, ocupando un

ár ea geogr áfica de 1 . 1 4 1 k m , t en ien do u n per ím et r o

ur bano de 67, 25k m . La población act ual de acuer do

con el I BGE es de 192.998 habit ant es, de los cuales

3 5 . 0 0 0 so n a d o l escen t es en t r e 1 0 y 1 9 a ñ o s. La

econom ía de San Car los gir a en base a las act ividades

i n d u s t r i a l e s y a g r o p e c u a r i a s , p e r t e n e c i e n d o a l

“ cint ur ón de leche” del Est ado de São Paulo; t am bién

pr oduce naranj a, caña de azúcar, t om at e, café, m aíz,

ar r oz, h u ev os, pollos y car n e. La ciu dad es u n o de

los polos de alt a t ecnología en el Brasil, en donde se

inst alan div er sas indust r ias, de las cuales m ás de 70

pr oducen ít em s de alt a t ecnología( 10). Est e m unicipio

t ien e dos u n iv er sidades pú blicas, la Un iv er sidad de

São Pau lo y la Un iv er sid ad Fed er al d e San Car los,

a d e m á s d e d o s u n i d a d e s d e i n v e st i g a ci ó n d e l a

EMBRAPA, a sí co m o d o s f a cu l t a d e s p a r t i cu l a r e s,

c o n t a n d o c o n a p r o x i m a d a m e n t e o c h o m i l

u n iv er sit ar ios y 2 5 0 0 in v est igador es. San Car los se

t o r n ó u n o d e l o s p o l o s t ecn o l ó g i co s ed u ca t i v o s y

(4)

d e las d escr ip cion es h ech as p od em os con sid er ar lo

c o m o u n c a m p o m u y p r o p i c i o p a r a r e a l i z a r l a

inv est igación pr opuest a a t r av és de est e t r abaj o.

El e s t u d i o t u v o c o m o f u e n t e p r i m a r i a

( t est im onios de act ores involucr ados en la gest ión de

p r o g r a m a s ) y f u e n t e s e c u n d a r i a d o c u m e n t a l

( p r o g r a m a s, p r o y ect o s, i n f o r m es y r eg l a m en t o s) .

Pa r a i d e n t i f i c a r e n e l m u n i c i p i o l o s p r o g r a m a s

ex ist ent es dest inados a la at ención del adolescent e,

se r ealizó una búsqueda en los ór ganos r esponsables

p o r l a i n scr i p ci ó n d e p r o g r a m a s y e n t i d a d e s q u e

desar r ollan t r abaj os específ icos con est a población .

D e a cu e r d o co n l a s d e t e r m i n a ci o n e s d e l ENA, l a

principal fuent e de ident ificación de los program as es

la inscripción en el Consej o Municipal de los Derechos

del Niño y del Adolescent e ( CMDNA) . Al m ism o t iem po

par t icipar on en el r econocim ient o de los pr ogr am as,

los Depar t am ent os Municipales de Educación, Salud,

D e p o r t e y En t r e t e n i m i e n t o , I n f a n ci a y Ju v e n t u d ,

Ciu dadan ía y Asist en cia Social, adem ás del Con sej o

Municipal de Ciudadanía y Asist encia Social.

I d e n t i f i ca d o s l o s p r o g r a m a s, e n t i d a d e s y

p r o y e ct o s, f u e r o n r e a l i za d a s e n t r e v i st a s co n l o s

r espon sables in st it u cion ales, u t ilizan do par a ello u n

c u e s t i o n a r i o s e m i - e s t r u c t u r a d o . La s e n t r e v i s t a s

fuer on gr abadas, t r anscr it as y llev adas par a análisis

s i m p l e d e c o n t e n i d o o r e s p u e s t a s . Po r s e r u n a

i n v e s t i g a c i ó n r e a l i z a d a c o n s e r e s h u m a n o s , e l

pr oy ect o fu e apr obado por el Com it é de Ét ica de la

Escuela de Enfer m er ía de la USP ( Resolución 196/ 96

del CONEP ) .

RESULTADOS Y DI SCUSI ÓN

Fuer on ident ificados 44 pr ogr am as r egist r ados

en los con sej os y / o v in cu lados a los depar t am en t os

m unicipales. Veint e inst it uciones fueron ent revist adas,

r espondiendo de for m a coincident e por 44 pr ogr am as.

El r est o n o f u er on en t r ev ist ad as p or las r azon es a

segu ir : n o per m it ier on ser en t r ev ist ados, cam biar on

de finalidad, no se encont r aba t r abaj ando dur ant e el

per iodo de r ecolección de dat os.

De for m a gener al, los pr ogr am as de at ención

al adolescent e t ienen cuat r o pr incipales finalidades o

m ot iv acion es: p r of esion alización , com p lem en t ación

escolar, depor t es y salud/ educación. El pr im er o est á

dir igido al gr upo et ár eo ent r e 14 y 18 años, el segundo

ent r e 12 a 14 años y los dos últ im os ent r e 12 y 18

años, a pesar que la m ayor ofer t a br indada sea hast a

los 14 años. Adem ás de est os t r abaj os, se dan aquellos

que buscan cum plir con las m edidas socio- educat ivas

d e scr i t a s e n e l EN A, e s d e ci r, b r i n d a r r e f u g i o y

act iv id ad es r ealizad as en los cen t r os com u n it ar ios.

La m ot iv ación de pr ofesionalización es r ealizada por

t r es inst it uciones gr em iales que ofr ecen al gr upo los

siguient es cur sos: aux iliar adm inist r at iv o, panader ía,

con f it er ía, car pin t er ía, elect r icidad aer ogr af ía, cor t e

y confección y pedrería, salón de belleza e inform át ica.

Luego de r ealizar est os cur so, se les ofr ece pr act icas

pagadas que puede dur ar hast a dos años y / o hast a

qu e el adolescen t e cu m pla diecioch o añ os de edad.

Est as inst it uciones t am bién ofr ecen alim ent ación, así

m ism o una de ellas realizar act ividades para aquellos

a d o l e sce n t e s q u e e st á n a t r a sa d o s e n e l co l e g i o ,

act iv id ad r ealizad a con j u n t am en t e con el SESI . La

int roducción del adolescent e en est e t ipo de at ención,

es a t r av és de la búsqueda espont ánea por par t e de

l a s f a m i l i a s, si n e m b a r g o u n a p e q u e ñ a p a r t e e s

r ef er id a p or el p od er j u d icial. Par a el p r im er caso,

lu eg o d e h acer la in scr ip ción en los p r og r am as, el

a d o l escen t e r ea l i za u n a p r u eb a d e co n o ci m i en t o s

gener ales, por t ugués y m at em át ica. Quien pasa est a

pr u eba, sigu e el segu n do cr it er io de selección , qu e

es la sit uación socio- económ ica y la sit uación de riesgo

p e r s o n a l y s o c i a l e v a l u a d a e n l a s e n t r e v i s t a s

r eal i zad as co n l o s ad o l escen t es y su s f am i l i as. Si

ex ist e em pat e se opt a por el adolescent e de m enor

edad, de acuer do con el gr upo et ár eo. Es obligat or io

que el adolescent e frecuent e la escuela, para part icipar

de est e pr ogr am a. La búsqueda por est e ser v icio es

en m edia de t r es a cuat r o veces m ás, que el núm er o

de v acant es, llegando a un t ot al de 7 3 0 . Cuant o se

les pregunt a en relación a los obj et ivos y finalidades,

las in st it u cion es t ien e pr eocu pacion es div er sas: u n a

d e e l l a s m e n c i o n a l a p r e v e n c i ó n d e d e l i t o s y

d i s m i n u c i ó n d e l a o c i o s i d a d , l o q u e t r a e c o m o

co n secu en ci a l a ex p o si ci ó n al cr i m en , si en d o est e

m e n ci o n a d o co m o e l p r i n ci p a l o b j e t i v o . El r e st o

cen t r ase en of r ecer f or m ación y p r of esion alización

par a el m er cado de t r abaj o, siendo que una de ellas

m en ci o n a q u e el o b j et i v o es o f r ecer est e t i p o d e

o p o r t u n i d a d a l a d o l e sce n t e co n b a j o sa l a r i o . La s

dificult ades pr esent adas por las inst it uciones fuer on:

f a l t a d e u n a sed e p r o p i a y u n p eq u eñ o g r u p o d e

a d o l e s c e n t e s q u e n o c o n s i g u e n c o n t i n u a r e n e l

pr ogr am a. En r elación a los t r abaj os fr en t e al ENA,

t odos af ir m an cu m plir lo de f or m a adecu ada, sien do

que son cit ados los ar t ículos 68 y 69 ( que se r efier en

(5)

pr oduct iv o, la consider ación de la condición peculiar

de la persona en desarrollo y la capacit ación adecuada

p a r a e l m e r c a d o d e t r a b a j o ) p o r u n a d e l a s

in st it u cion es, el r est o de ellas m en cion an de f or m a

g e n e r a l so b r e e l d e r e ch o a l a p r o f e si o n a l i za ci ó n .

Cit an d o al m ism o t iem p o la p r esen cia d el Con sej o

Tut elar, cuando el adolescent e pr esent a alguna for m a

de ex posición a r iesgos per sonales y sociales.

La segunda m ot iv ación de los pr ogr am as, se

r ef i er e a l a co m p l em en t a ci ó n esco l a r , si en d o co n

m ayor fr ecuencia en niños y adolescent es ent r e siet e

y cat orce años, para est e est udio se dio énfasis a los

q u e se en con t r ab an en el g r u p o et ár eo d e d oce a

cat or ce añ os. El pr im er r equ isit o par a par t icipar de

est e pr ogr am a er a encont r ar se m at r iculado y asist ir

al colegio, el segundo est á v inculado pr incipalm ent e

a l s a l a r i o , e n a l g u n a s s i t u a c i o n e s s e a b r e n

ex cep ci o n es cu an d o ex i st en si t u aci o n es d e r i esg o

per sonal ( violencia, uso de dr ogas, explot ación…) . Las

act iv id ad es of r ecid as son en g en er al: alim en t ación ,

r e cr e a ci ó n , r e f u e r z o e sco l a r, cl a se s a r t e sa n a l e s,

or ient ación fam iliar, infor m át ica, higiene y or ient ación

r eligiosa. Dos ent idades pueden ser incluidas en est e

ít em por ofr ecer las m ism as act ividades, sin em bar go,

p oseen la con d ición p ar t icu lar d e n o ex ig ir q u e el

ad olescen t e asist a al coleg io, ab r ien d o u n a m ay or

p osib ilid ad d e q u e p er son as en sit u ación d e r iesg o

per sonal y social puedan par t icipar, com o es el caso

de adolescent es de la calle. Est as dos últ im as no t iene

un núm er o de v acant es definido, acogiendo a t odos

los que apar ecen en aquel día par a at ención, am bas

i n st i t u ci on es m en ci on a q u e l a f r ecu en ci a d e est os

ad olescen t es en el p r og r am a es m u y alt o, ad em ás

consideran que los adolescent es no son desvinculados

com o su ced e en l os d em ás casos, com p r en d i en d o

que est a población exige est a flexibilidad. En las ot ras

seis in st it u cion es la b ú sq u ed a p or u n lu g ar es d os

v eces m ay or al núm er o de v acant es, llegando a 369

ad olescen t es. Los ob j et iv os y f in alid ad es d e est as

inst it uciones est án cent r ados fuer t em ent e en la idea

de sacar a los adolescent es car ent es de las calles y

m ant ener los en act iv idad, de est a for m a los est ar án

alej ados de la cr im inalidad, del uso de dr ogas y ot r as

sit uaciones de riesgo. Apenas una enfat izó el obj et ivo

d e r e s c a t a r l a a u t o e s t i m a y t r a b a j a r l a s

pot encialidades de los adolescent es. La falt a de dinero

es la m ayor dificult ad present e en las inst it uciones, a

p esar d e h ab er su r g id o cier t a escasez d e r ecu r sos

h u m an os y f alt a de u n a sede pr opia. Se r esalt ar on

aspect os int er esant es sobr e la falt a de conocim ient o

d e l o s r e p r e se n t a n t e s p o l ít i co s, so b r e e l t r a b a j o

r ealizado, y sobr e la r eiv indicación de univ er sidades

pr esent es en el m unicipio, par a que est as cont r ibuyan

de alguna for m a con la inst it ución. El pr econcept o de

l a so ci e d a d , e n r e l a ci ó n a l o s a d o l e sce n t e s q u e

fr ecuent an est as inst it uciones sur gió en la ent r ev ist a

co n u n a d e e l l a s, si e n d o u n a d e l a s p r i n ci p a l e s

d i f i cu l t a d e s d e i n t e r v e n ci ó n p a r a e st a p o b l a ci ó n .

Va l o r i z a c i ó n y r e s c a t e d e d i g n i d a d , a c c e s o a l

ent r et enim ient o, educación, alim ent ación, ciudadanía,

r e s p o n s a b i l i d a d d e l o s p a d r e s c o n r e s p e c t o a l

adolescent e y encont r ar se en un am bient e saludable,

fu er on algu n os de los con cept os cit ados en r elación

al t r abaj o r ealizado fr ent e al ENA. La am pliación del

t r a b a j o c o n r e s p e c t o a l a f a m i l i a y l a m a y o r

part icipación del poder polít ico con respect o al acceso

de los der echos de adolescent es, fuer on m encionados

por u n a de las en t idades. Solo u n o de los t r abaj os

r efir ió no usar el ENA com o r efer encia.

La m o t i v a c i ó n d e l o s p r o g r a m a s p a r a

e d u c a c i ó n y s a l u d f u e m e n c i o n a d o p o r c i n c o

p r og r am as: d os v in cu lad os a la d ef icien cia m en t al;

u n o a la def icien cia f ísica, u n o a labio lepor in o con

deficiencia audit iva, y el últ im o relacionado a la salud

m en t al. Con ex cep ción d e los d os p r im er os q u e se

r e f i e r e n a l a s e s c u e l a s d e e d u c a c i ó n e s p e c i a l y

p r ep ar ación p ar a el t r ab aj o, el r est o se en cu en t r a

v i n cu l a d o d i r e ct a m e n t e a l a a t e n ci ó n d e sa l u d e

inclusión social. La ent rada a est os servicios exige de

u n a e v a l u a c i ó n d e l e q u i p o m u l t i d i s c i p l i n a r i o o

r ef er en cia m éd ica. Act u alm en t e son at en d id os 1 6 3

adolescen t es y la bú squ eda por est a at en ción v ar ia

m u ch o, dificu lt an do la pr ecisión de dem an da. Pocos

t rabaj adores, así com o la falt a de recursos financieros

son las m ay or es d if icu lt ad es. El p r econ cep t o d e la

so ci ed ad en r el aci ó n a l a p o b l aci ó n at en d i d a cr ea

m uchos obst áculos par a el t r abaj o en la int r oducción

social. Con sid er acion es sob r e el ENA, ap ar ecen d e

f or m a m u y dif u sa, r elacion ados con la pr ot ección y

l a b ú sq u e d a p o r e l Co n se j o Tu t e l a r e n ca so s d e

abandono de t r at am ient o o m alos t r at os por par t e de

f am iliar es.

Ex i s t e n d o s p r o g r a m a s d e l M u n i c i p i o ,

r efer idos al depor t e: un pr ogr am a de diez pr oy ect os

d el Dep ar t am en t o d e Dep or t es y En t r et en i m i en t o,

siendo uno de una escuela gr em ial de fút bol. Am bos

r e c i b e n a d o l e s c e n t e s q u e b u s c a n d e f o r m a

espon t án ea el ser v icio, con m u ch as v acan t es ( cer ca

de 1500) , siendo que m uchas veces algunas de ellas

(6)

falt a de divulgación del t r abaj o, dificult ad de t r anspor t e

y con t in u idad de los adolescen t es en los pr oy ect os.

La for m ación del ciudadano a t r av és del depor t e, la

co m p et i ci ó n , el en t r et en i m i en t o y a ct i v i d a d f ísi ca

coor din ada, son los obj et iv os y fin alidades de est os

t r a b a j o s , c u y a m e t a e s a m p l i a r l a o f e r t a d e

m odalidades depor t ivas y la com pr ensión del depor t e

com o un der echo de la población al ent r et enim ient o,

l a cu l t u r a , l a a ct i v i d a d f ísi ca o r i e n t a d a a h á b i t o s

saludables de v ida, inclusiv e par a la im plant ación de

polít icas públicas de depor t e y ent r et enim ient o. Am bos

pr ogr am as consider an que el depor t e puede r efor zar

el r est o d e act iv id ad es r ealizad as en el m u n icip io,

d an d o a l as act i v i d ad es u n car áct er ed u cat i v o d e

f o r m a ci ó n d e ci u d a d a n ía y co n q u i st a d e i g u a l d a d

social, p ar a lo cu al, ex ist e p or u n lad o, la f alt a d e

com pr esión por par t e de los adm in ist r ador es de los

d ep ar t am en t o s y p o r o t r o l a f al t a d e u n i ó n en t r e

i n st i t u ci o n e s si n f i n e s l u cr a t i v o s. Fr e n t e a l ENA,

m encionar on que lo siguen com o un pr incipio.

La im plant ación de m edidas socio- educat iv as

cit adas en el est at ut o, est án siendo realizadas a t ravés

de dos de las veint e ent idades ent r evist adas: una de

ellas es responsable por la acogida de los adolescent es

r e f e r i d o s p o r l a p o l i c ía , t r i a j e , o r i e n t a c i ó n y

seguim ient o a los dem ás ser vicios de la región, apoyo

y or ien t ación f am iliar, d ef en sor ía p u b lica, r eg ist r o,

at ención inicial en régim en de hospit alización y por la

int er nación pr ov isor ia hast a 45 días; la ot r a ent idad

adm in ist r a las m edidas de pr est ación de ser v icios a

la com u n id ad , lib er t ad asist id a y sem i- lib er t ad . La

sum a de las vacant es de t odas est as at enciones llega

a cu b r i r a 2 4 5 a d o l escen t es. Lo s o b j et i v o s est á n

dir ect am ent e v inculados al cum plim ient o del TÍ TULO

I I I del ENA - De la pr áct ica del Act o Delict iv o. Las

d i f i c u l t a d e s d e l a s a c t i v i d a d e s e s t á n v i n c u l a d a s

p r in cip alm en t e a la in t eg r ación d e sect or es y a la

int er acción con los gr upos, lo cual cr ea obst áculos e

increm ent a el t iem po de respuest a ent re los servicios.

El t r ab aj o con las f am ilias, es t am b ién ob j et iv o d e

discu sión par a m ej or ar la at en ción y su ef icacia. El

pr ogr am a de sem i- liber t ad posee v acant es solo par a

adolescen t es del sex o m ascu lin o, así m ism o cu an do

se da la necesidad de incluir niñas, se t om an m edidas

pr ov ision ales y alt er n at iv as.

Ex i st en d o s r ef u g i o s en el m u n i ci p i o p ar a

niños y adolescent es ent r e 0 y 17 años. Con r espect o

al ENA, est os afir m an que su t r abaj o est á basado en

e l m i s m o , s i n e m b a r g o s e o b s e r v ó q u e b r i n d a n

a t e n c i ó n i n t e g r a l a l o s n i ñ o s , o l v i d a n d o a l o s

adolescen t es qu ien es pr esen t a m ay or es dif icu lt ades

par a obt ener r efugio, lo cual es subsanado en el área

so ci a l , r e a l i za n d o a l m i sm o t i e m p o b ú sq u e d a d e

gr upos en el ár ea educat iv a, par a r ealizar pr oy ect os

p ed ag óg i cos.

Finalm ent e, los nuev e Cent r os Com unit ar ios

vinculados al Depart am ent o de Ciudadanía y Asist encia

Social, realizan act ividades que llam an m as la at ención

de niños y adolescent es, per m it iendo la par t icipación

de los m ism os: fút bol, j azz, baile, cine y m om ent os de

narración de cuent os. La frecuencia de adolescent es a

los CC es grande, no obst ant e varia de acuerdo con la

región y act ividad ofrecida, exist iendo m ayor frecuencia

e n t r e s d e e l l o s , a g r u p a n d o a l r e d e d o r d e 3 5 0

a d o l e s c e n t e s . D e f o r m a g e n e r a l , m u c h a s v e c e s

funcionan com o puest os de asist encia social ( obj et ivo

de cam pañas de recaudación de casacas, alim ent os y

dist r ibución de los m ism os) , sin em bar go se m ezclan

act ividades com unit arias, de ent ret enim ient o y cult ura,

depen dien do del pr ofesion al pr esen t e y de la for m a

com o la com u n id ad local ocu p a su esp acio y est a

conform ada. El derecho a la infancia, la recreación, el

ent ret enim ient o y la cult ura son indicados com o form as

de cum plir el ENA, m ient r as t ant o se per cibe que la

pot encia de est e recurso puede ser m ayor, si exist iera

una polít ica pública m ás sinérgica de at ención.

D e f o r m a g e n e r a l f u e r o n i n d i ca d o s co m o

b e n e f i c i o s p a r a l o s a d o l e s c e n t e s q u e c o n s i g u e n

part icipar de los program as present es en el m unicipio,

sin em bar go con excepción de depor t es y de m edidas

e d u ca t i v a s, t o d o s l o s d e m á s t r a b a j o s t i e n e n u n a

m ay or dem anda con r elación al núm er o de v acant es

ofr ecidas. La pr incipal m ot ivación en cada una de las

inst it uciones difier e ent r e sí, inclusiv e con r elación a

aquellos en que el t ipo de at ención es sim ilar, com o

podem os obser v ar a segu ir :

0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5

1

Introducción social

Prevenir la delincuencia

Atender adolescentes con bajo salario

Formar al ciudadano a través del deporte Sacar a adolescentes de la calle

Cumplir con las medidas socio-educativas Rescatar la autoestima

Profesionalización

Atender a adolescentes en riesgo

Atender adolescentes con deficiencia mental No existe claridad en la política de atención

(7)

Fi g u r a 2 - Re l a ci ó n d e l a d e m a n d a p o r v a ca n t e s

d isp on ib les

Se p er cib e q u e los p r og r am as f ocalizan , lo

que algunos aut or es afir m an sobr e el adolescent e y

so b r e l o s f en ó m en o s q u e est án v i n cu l ad o s a est e

c o n c e p t o , c o m o p o r e j e m p l o , l a d u r a c i ó n , l o s

com p or t am ien t os y las f or m as d e ar t icu lación , los

c u a l e s s o n e n s e ñ a d o s d u r a n t e e l p r o c e s o d e

socialización d el n iñ o, y v ar ían d e acu er d o con la

sociedad y cult ur a a la cual per t enecen( 3). No ex ist e

u n a co m p r e n si ó n cl a r a d e l a a d o l e sce n ci a co m o

f e n ó m e n o so ci a l , l o cu a l r e f l e j a e n l a f o r m a d e

int roducción social de los adolescent es a la producción

act u al. Aú n ex ist e la p er cep ción d el est u d io( 7 ) q u e

ev alúa la cober t ur a, la adapt ación, la accesibilidad y

el est ándar de ut ilización del servicio de Salud de los

Adolescent e en la com unidad de Em aú, Belém , Pár a

en los años 1994 hast a 1996. En donde se const at ó

u n b u e n g r a d o d e a d a p t a ci ó n d e l p r o g r a m a y su

f i n a l i d a d , a p e sa r d e e l l o , se r e q u i e r e n a j u st e s,

p r i n ci p al m en t e co n r esp ect o a r ecu r so s h u m an o s,

at enciones dirigidas en especial a la at ención curat iva

e i n d i v i d u a l . Lo s a u t o r es d i er o n r eco m en d a ci o n es

consider adas com o necesidades, con la int ención de

r ev er t ir el m odelo asist encial ex ist ent e, de t al for m a

que se enfat icen las act ividades prevent ivas, colect ivas

y e d u ca t i v a s, p a r a u n a m a y o r e f e ct i v i d a d e n l a

pr om oción de la salud de la población adolescent e.

Al r et or n ar a la h ist or ia, se v er if ica q u e la

preocupación social con los j óvenes se da a part ir de

la era indust rial m oderna, cuando surge el int erés en

l a ca p a ci t a ci ó n t écn i ca d el j o v en p a r a el t r a b a j o .

Coin ciden t em en t e o n o, la m ay or ía de pr ogr am as y

p r oy ect os ex ist en t es act u alm en t e en el Br asil, son

d i r i g i d o s p a r a l a a t e n c i ó n d e a d o l e s c e n t e s c o n

r espect o a la capacit ación de j óvenes par a el t r abaj o

y p a r a l a i n t r o d u cci ó n e n e l m o d o ca p i t a l i st a d e

p r o d u cci ó n . Aq u í, co n si d er a m o s a l o s j ó v en es d e

ciert as clases sociales y en est e sent ido los proyect os

polít icos se encuent r an dir igidos.

Nos llam a la at en ción , q u e a p esar q u e la

m ay or ía de inst it uciones hay an cit ado al ENA, com o

el docum ent o que r ige sus obj et ivos, ninguna de est as

inst it uciones garant iza com o algo priorit ario el acceso

d el ad olescen t e a los ser v icios b r in d ad os, es d ecir,

t r ab aj an b asad os en r ecor t es, p ar t e d e la v id a d el

adolescent e, sea est a la falt a de salar io, la sit uación

de r iesgo, la pér dida de au t oest im a, el in v olu cr ar se

e n a c t o s d e l i c t i v o s o h a s t a l a a m e n a z a q u e

r e p r e se n t a n p a r a l a so ci e d a d . Est e d a t o e st a d e

acuer do con ot r o est udio r ealizado( 1 1 ), el cual buscó

conocer el lugar ocupado por adolescent es concr et os

m encionados en Salud Pública, con respect o a la salud

in t eg r al d el ad olescen t e lo cu al p er m it ió id en t if icar

los r eales d est in os d el Pr og r am a d e Salu d I n t eg r al

d el Ad o l escen t e: a d o l escen t es p o b r es. Es p o si b l e

t a m b i é n i d e n t i f i c a r q u e l a s p o l ít i c a s p ú b l i c a s ,

f u n ci o n a n co m o m e d i o s d e r e g u l a ci ó n so ci a l , a l

m a t e r i a l i z a r d e t e r m i n a d o s c o n t r a t o s s o c i a l e s

e st a b l e ci d o s, l o s cu a l e s p r o v o ca n d e si g u a l d a d e s

sociales( 1 2 ).

CONCLUSI ONES

L a s i n s t i t u c i o n e s e s t u d i a d a s s o n m u y

d i f e r e n t e s e n t r e s i e n t é r m i n o s d e o b j e t i v o s ,

t a m a ñ o s , g r u p o s e t á r e o s o b j e t i v o s , o r i e n t a c i ó n

r el i g i o sa o l ai ca, t i p o y can t i d ad d e t r ab aj ad o r es,

ent r e los pr incipales. Mient r as que la m ay or ía focaliza

a c t i v i d a d e s a s i s t e n c i a l e s y d e c o m p l e m e n t a c i ó n

e s c o l a r, o t r a s o f r e c e n e n s e ñ a n z a p r o f e s i o n a l ,

depor t es, at ención a la salud y educación. Finalm ent e

e x i s t e n t a m b i é n a q u e l l a s d e s t i n a d a s a a t e n d e r

ex clu siv am en t e a ad olescen t es q u e com et en act os

d e i n f r a c c i ó n , s e a p r o p o r c i o n a n d o r e f u g i o y

r eal i zan d o acci on es co n ad ol escen t es en si t u aci ó n

d e r i esg o p er so n al y so ci al , o b r i n d an d o m ed i d as

s o c i o - e d u c a t i v a s , t a l e s c o m o l a p r e s t a c i ó n d e

ser v icios a la com u n id ad , lib er t ad asist id a y sem

i-liber t ad. For m ar al adolescent e a t r av és del depor t e

y p r ev en i r l a d el i n cu en ci a so n l as m o t i v aci o n es o

f in alid ad es d est in ad as a ab ar car la m ay or can t id ad

d e a d o l e s c e n t e s . A p e s a r q u e e x i s t a n d i v e r s o s

ó r g a n o s p a r a l a a t e n ci ó n a l a d o l e sce n t e , e x i st e

m u c h o a s e r r e a l i z a d o p a r a o b t e n e r a r m o n ía y

si n er g i sm o en su s act i v i d ad es co n l a f i n al i d ad d e

cum plir con lo est ablecido por el Est at ut o del Niño y

d el Ad olescen t e.

0 1000 2000 3000 4000 Centros Comunitarios

Refugio Deportes Medidas Socio-educativas Complementación Escolar Profesionalización Salud/Educación

Nº de vacantes

(8)

REFERENCI AS BI BLI OGRÁFI CAS

1. Est at ut o da Cr iança e do Adolescent e ( BR) . Lei Feder al n.

8.069 de 13 de j ulho de 1990.

2. Ar iès P. Hist ór ia social da cr iança e da fam ília. 2ª ed. Rio

de Jan eir o: LTC - Liv r os Técn icos e Cien t íf icos; 1 9 9 8 .

3. Oliveir a MAC. A adolescência, o adolescer e o adolescent e:

r e- sign if icação a par t ir da det er m in ação social do pr ocesso

saúde doença. [ t ese de dout or ado] São Paulo ( SP) : Escola de

En fer m agem da USP; 1 9 9 7 .

4 . Man n h eim K. O p r ob lem a sociológ ico d as g er ações. I n :

Ma n n h e i n . Co l e çã o Gr a n d e s Ci e n t i st a s So ci a i s, 2 5 . Sã o

Pau lo: Át ica; 1 9 8 2 .

5. Heller A. O cot idiano e a hist ór ia. 4ª ed. São Paulo: Paz e

Ter r a; 1 9 9 2 .

6 . So ar es CB. Ad o l escen t es, d r o g as e AI DS: av al i an d o a

pr ev en ção e lev an t an do n ecessidades. [ t ese de dou t or ado]

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Referências

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