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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.17 número4

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Academic year: 2018

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APOYO SOCI AL Y RASTREO DE CÁN CER UTERI N O Y DE MAMA EN TRE LAS

TRABAJADORAS DE ENFERMERÍ A

I sis Teix eir a e Silv a1 Rosane Har t er Gr iep2 Lúcia Rot enber g3

Est u dio epidem iológico, seccion al, r ealizado en t r es h ospit ales pú blicos de Río de Jan eir o, en Br asil, con el obj et ivo de analizar la asociación ent re el apoyo social y las práct icas de det ección precoz de cáncer ut erino y d e m am a en t r e t r ab aj ad or as d e en f er m er ía. Los d at o s f u er on r eco l ect ad o s a t r av és d e u n cu est i o n ar i o m ult idim ensional r efer ent e a v ar iables socio dem ogr áficas y ocupacionales, a la r ealización del Papanicolaou, al aut o exam en de las m am as y al apoyo social ( escala Medical Out com es St udiy) . Las asociaciones est adíst icas fueron evaluadas a t ravés de la prueba chi- cuadrado con niveles de significancia de 5% . Se ut ilizó la regresión logíst ica par a el análisis m ult iv ar iado. De m aner a consist ent e, m ay or es niv eles de apoy o social aum ent ar on las ch an ces de la r ealización de pr áct icas adecu adas, del ex am en Papan icolaou y del au t o ex am en de las m am as, después de aj ust e por v ar iables socios dem ogr áficos y ocupacionales. Esos r esult ados cor r obor an las hipót esis sobr e la cont r ibución posit iv a del apoy o social par a la pr áct ica r egular de cuidados con la salud.

DESCRI PTORES: apoy o social; aut oex am en de m am as; fr ot is v aginal; aut ocuidado; salud labor al; enfer m er ía

APOI O SOCI AL E RASTREAMENTO DE CÂNCER UTERI NO E DE MAMA ENTRE

TRABALHADORAS DE ENFERMAGEM

Est udo epidem iológico, seccional, realizado em t rês hospit ais públicos do Rio de Janeiro, Brasil, com o obj et ivo de analisar a associação ent r e o apoio social e pr át icas de det ecção pr ecoce de câncer ut er ino e de m am a en t r e t r ab alh ad or as d e en f er m ag em . Os d ad os f or am colet ad os at r av és d e q u est ion ár io m u lt id im en sion al r efer ent e a v ar iáv eis sociodem ogr áficas, ocupacionais e à r ealização do Papanicolaou, aut oex am e das m am as e apoio social ( escala Medical Out com es St udy) . Associações est at íst icas for am avaliadas at r avés do t est e qui-qu adr ado com n ív eis de sign ifican cia de 5 % . Ut ilizou - se a r egr essão logíst ica par a an álise m u lt iv ar iada. De m aneira consist ent e, m aiores níveis de apoio social aum ent aram as chances de realização de prát icas adequadas do exam e Papanicolaou e de aut oexam e das m am as, após aj ust e por variáveis sociodem ográficas e ocupacionais. Esses r esult ados cor r obor am as hipót eses sobr e a cont r ibuição posit iv a do apoio social par a a pr át ica r egular de cuidados com a saúde.

DESCRI TORES: apoio social; au t o- ex am e de m am a; esfr egaço v agin al; au t ocu idado; saú de do t r abalh ador ; en f er m a g em

SOCI AL SUPPORT AND CERVI CAL AND BREAST CANCER SCREENI NG

PRACTI CES AMONG NURSES

This cross- sect ional epidem iological st udy was carried out at t hree public hospit als in Rio de Janeiro, RJ, Brazil. I t aim ed at analy zing t he associat ion bet w een social suppor t and cer v ical and br east cancer ear ly det ect ion p r act ices am on g n u r ses. Dat a w er e collect ed t h r ou gh a m u lt id im en sion al q u est ion n air e f ocu sin g on socio-dem ogr aph ic an d occu pat ion al v ar iables, t h e per f or m an ce of t h e br east self - ex am , t h e Papan icolaou sm ear t est , and social suppor t ( Medical Out com es St udy scale) . St at ist ical associat ions w er e ev aluat ed t hr ough t he Chi- square t est ( p d” 0.05) . Logist ic regression t est s were used for m ult ivariat e analysis. Higher levels of social suppor t consist ent ly incr eased t he chances of indiv iduals r epor t ing adequat e pr act ices concer ning br east self-exam inat ion and having Pap sm ear t est s perform ed, regardless of socio- dem ographic or occupat ional variables. These r esult s cor r obor at e t he hy pot heses t hat social suppor t has a posit iv e effect on t he r egular pr act ice of self - car e.

DESCRI PTORS: social suppor t ; br east self- exam inat ion; vaginal sm ear s; self car e; occupat ional healt h; nur sing

1Enferm era, Maestría en Enferm ería, e- m ail: isistx@gm ail.com ; 2Enferm era, Doctor en Salud Publica, I nvestigador del I nstituto Oswaldo Cruz, Fiocruz, Brasil,

(2)

I NTRODUCCI ÓN

C

on m ás de 10 m illones de nuev os casos t odos los años, el cáncer se v olv ió una de las m ás am en azador as en fer m edades en t odo el m u n do( 1 ).

En t r e las m u j er es, el cán cer de m am a es el m ás fr ecuent e y, pr obablem ent e, el m ás t em ido, debido a su al t a f r ecu en ci a y ef ect o s p si co l ó g i co s, q u e afect an la per cepción de la sex ualidad y la pr opia im agen per sonal( 2). El cáncer del cuello ut er ino es

el segundo t ipo de cáncer m ás com ún en Br asil( 1).

Debido a la alt a let alidad y secuelas físicas y e m o c i o n a l e s q u e e s o s d o s t i p o s d e c á n c e r ocasion an , es de su m a im por t an cia la pr ev en ción e i d e n t i f i c a c i ó n p r e c o z( 3 ) q u e a u m e n t a n ,

c o n s i d e r a b l e m e n t e , l a s c h a n c e s d e c u r a( 1 ). La

det ección pr ecoz en v u elv e, por u n lado, la of er t a de los ex ám enes por los ser v icios de salud y, por ot r o, las acciones v olunt ar ias de búsqueda de esos ser v icios. Sin em b ar g o, d iv er sos f act or es p u ed en influenciar la adhesión a las pr áct icas de det ección d e cá n ce r d e m a m a y d e cu e l l o u t e r i n o . En t r e e st o s, se d e st a ca n a sp e ct o s r e l a ci o n a d o s a l a condición socioeconóm ica, t ales com o: escolar idad, r e n t a , h a b i t a r e n zo n a r u r a l o u r b a n a( 4 ). Ot r o s

f act or es se r elacion an al m ay or o m en or acceso d e l a s m u j e r e s a l o s p r o g r a m a s y se r v i ci o s d e salu d q u e d isp on en d e los ex ám en es d e r ast r eo, t ener ser v icio de salud r egular o pr ofesional m édico d e r ef er en cia, así com o la p er cep ción d el est ad o d e sa l u d p o r l a s p r o p i a s m u j er es, p r esen ci a d e casos de cán cer en t r e con ocidos o fam iliar es y el e s t i l o d e v i d a( 4 ). A d e m á s d e e s t o s , d i v e r s o s

est u d ios in t er n acion ales( 5 - 9 ) h an p ost u lad o q u e el

a p o y o so ci a l t a m b i én p u ed e p r o m o v er cu i d a d o s p r ev en t iv os d e salu d .

El ap oy o social se r ef ier e a los r ecu r sos d i s p o n i b l e s e n l a r e d s o c i a l d e l i n d i v i d u o , e n s i t u a c i o n e s d e n e c e s i d a d( 1 0 ), y p u e d e n s e r

m en su r ad os a t r av és d e la p er cep ción in d iv id u al d e l g r a d o c o n q u e r e l a c i o n e s i n t e r p e r s o n a l e s c o r r e s p o n d e n a d e t e r m i n a d a s f u n c i o n e s , p o r ej em plo, apoy o em ocion al, m at er ial y af ect iv o( 1 1 ).

La fuer za de la t eor ía de r edes sociales est á en la su p osición d e q u e la est r u ct u r a social d e la r ed , p o r s i s o l a , e s a l t a m e n t e r e s p o n s a b l e p o r l a d e t e r m i n a ci ó n d e a ct i t u d e s y co m p o r t a m i e n t o s i n d i v i d u a l e s , a t r a v é s d e l a c c e s o a r e c u r s o s , opor t unidades y est ím ulo de com por t am ient os( 9- 10).

La i d ea cen t r al es q u e l o s co m p o r t am i en t o s d el

est ilo d e v id a, ex p osición a ev en t os q u e cau san est r és en la v ida, ex per iencias de est r és cr ónico y l o s r e cu r so s p si co l ó g i co s d e l o s i n d i v i d u o s so n g en er ad os en el con t ex t o d e la est r u ct u r a social en que las per sonas v iv en( 1 0 ).

En e l c o n t e x t o d e l o s e s t u d i o s d e e n f e r m e r ía b r a si l e ñ a , l a i m p o r t a n ci a d e l a p o y o social ha sido enfat izada en años m ás r ecient es( 11-1 4 ). S i n e m b a r g o , p o c o s e s t u d i o s n a c i o n a l e s

ev aluar on la r elación del apoy o social con pr áct icas p r ev en t iv as f em en in as. Recon ocer la im p or t an cia del apoy o social en difer ent es cont ex t os de la salud es f u n d am en t al, t an t o en la p lan if icación d e los cu idados de en f er m er ía com o en el desar r ollo de in v est igacion es qu e t en gan aplicación pr áct ica en esos cu idados( 1 2 ).

Es t e a r t íc u l o p r e s e n t a p a r t e d e l o s r esu lt ad os d e la in v est ig ación “ Gén er o, t r ab aj o y salu d en p r of esion ales d e en f er m er ía: m or b ilid ad y su a so ci a ci ó n co n el t r a b a j o n o ct u r n o , l a r g a s j o r n a d a s y t r a b a j o d o m é s t i c o ” , s i e n d o q u e e l obj et iv o gener al de ese est udio m ay or es est udiar l a s r el a ci o n es en t r e l a o r g a n i za ci ó n d el t r a b a j o h o s p i t a l a r i o y l a s a l u d y b i e n e s t a r d e l o s p r o f esi o n al es d e en f er m er ía. Est e ar t ícu l o t i en e c o m o o b j e t i v o i d e n t i f i c a r, e n u n c o n t e x t o d e t r a b a j a d o r a s d e e n f e r m e r ía , q u e a c t ú a n e n hospit ales, la asociación ent r e apoy o social r efer ido y d et er m in ad as p r áct icas d e d et ección p r ecoz d e cán cer fem en in o ( cit ología v agin al y au t o ex am en de las m am as) .

MÉTODOS

(3)

e j e r ce e n e l h o sp i t a l , t i e m p o q u e t r a b a j a e n en f er m er ía, t r ab aj o en o t r o h o sp i t al , v ín cu l o d e em pleo y carga horaria sem anal) . El apoyo social fue m ensurado a t ravés de la escala Medical Ou t com es S t u d i y S o c i a l S u p p o r t S u r v e y ( MOS- SS) , desarrollada en inglés( 15) y t raducida y validada para

el portugués( 16). Se trata de una escala con 19 ítem s,

com p r en d ien d o cin co d im en sion es f u n cion ales d e apoyo social( 15):

m at erial ( 4 pregunt as - provisión de r ecu r sos p r áct icos y ay u d a m at er ial) ; af ect i v o ( 3 preguntas - dem ostraciones físicas de am or y afecto) ; e m o ci o n a l ( 4 p r eg u n t as - ex p r esi on es d e af ect o posit ivo, com prensión y sent im ient os de confianza) ; int eracción social posit iva ( 4 preguntas - disponibilidad de personas para divert irse o relaj ar) e infor m ación ( 4 p r eg u n t a s - d i sp o n i b i l i d a d d e p er so n a s p a r a obt ención de consej os u or ient aciones) . Par a cada ít e m , se d e b e i n d i ca r co n q u e f r e cu e n ci a se consideraba disponible cada t ipo de apoyo, en caso d e n e ce si d a d : n u n ca , r a r a m e n t e , a v e ce s, ca si siem pre, o siem pre( 15- 16).

A pesar de qu e la escala de apoy o social originalm ent e hubiese sido desarrollada para el uso de cinco dim ensiones, la t écnica de análisis fact orial dem ost ró, t ant o en su versión original( 15) com o en el

contexto brasileño( 16), que la dim ensión em ocional no

puede ser discrim inada de la dim ensión inform ación. Adem ás de eso, los r esult ados de la ev aluación en por t ugués( 16 ) indicar on que los ít em s de apoy o de

int eracción social posit iva no se discrim inaron de los ít em s de apoy o afect iv o, pasando a const it uir una única dim ensión ( afect ivo/ int eracción social posit iva) . Por lo t ant o, se opt ó, en los análisis r ealizados en est e est udio, por ut ilizar t res dim ensiones de apoyo: 1- ” m at erial”, 2- ” em ocional/ inform ación” y 3- ” afect ivo/ i n t e r a cci ó n so ci a l p o si t i v a ” . Pa r a f a ci l i t a r com paraciones ent re esas dim ensiones, se realizó la estandarización por m edio del cociente entre las sum as de los puntos obtenidos en el conj unto de las preguntas d e cad a d im en sión y el v alor m áx im o d e p u n t os posibles de ser obt enidos, de acuerdo con el núm ero de pr egunt as de cada dim ensión, y el r esult ado de ese cociente fue m ultiplicado por 100( 11- 12). Ese puntaj e,

ent onces, fue div idido en t er cios, indicando que a m ay or pu n t aj e alcan zado, m ay or ser ía el n iv el de apoy o social.

La pr áct ica del aut o ex am en de las m am as ( AEM) fue inv est igada a t r av és de la pr egunt a ¿Con q u e f r e c u e n c i a r e a l i z a e l a u t o e x a m e n d e l a s

m a m a s , c o n e l o b j e t i v o d e d e s c u b r i r

e n d u r e c i m i e n t o s c u t á n e o s o c u a l q u i e r

an or m alid ad ?, clasificada en dos cat egor ías( 1 7 ): 1

-p r act ica - in clu y e t od as aq u ellas q u e r ealizan el AEM “ t odo los m eses” o “ casi t odos los m eses” y 2- no pr act ica - incluy e t odas aquellas que r ealizan el AEM “ raram en t e” o “ n u n ca”.

La f r ecu en ci a d e r eal i zaci ó n d el ex am en Pa p a n i c o l a o u f u e i n v e s t i g a d a a t r a v é s d e l a p r eg u n t a ¿Cu á n d o f u e l a ú l t i m a v ez q u e h i zo u n ex am en p r ev en t iv o d e cán cer d e cu ello u t er in o? y f u e c l a s i f i c a d a e n d o s c a t e g o r ía s : 1 - p r á c t i c a i n a d e c u a d a - p a r a a q u e l l a s q u e r e s p o n d i e r o n “ n u n ca lo h ice”, “ en t r e 2 y 3 añ os, “ en t r e 3 y 5 a ñ o s ” y “ h a c e m á s d e 5 a ñ o s y 2 - p r á c t i c a adecuada - par a las r espuest as “ hace m enos de 1 año”, “ ent r e 1 y 2 años”( 18).

Fu er o n r ea l i za d o s a n á l i si s u n i v a r i a d o s y biv ar iados par a v er ificación de la asociación ent r e los niveles de apoyo social y las prácticas de rastreo, ev alu ad as con cad a u n a d e las cov ar iab les socio dem ográficas est udiadas ( edad, escolaridad, sit uación conyugal, raza/ color, rent a per capit a, t ener hij os) y ocupacionales ( función en el hospital, trabaj o en otro local, vínculo, t iem po en enferm ería y carga horaria sem an al) . En esa et apa, se u t ilizó la pr u eba ch i-cuadrado de Pearson para verificar si las asociaciones encont radas present aban significancia est adíst ica en niv el de 10% ( p< 0, 10) , v aliéndose de ese cr it er io para la selección de posibles variables de confusión. Aq u ellas asociad as t an t o a la ex p osición com o al r e su l t a d o f u e r o n p r o b a d a s e n l o s m o d e l o s m u lt iv ar iados a t r av és de la t écn ica de r egr esión logíst ica.

El p r o y e c t o d e i n v e s t i g a c i ó n f u e a p r o b a d o p o r l o s C o m i t é s d e Ét i c a d e l o s h o sp i t a l es d o n d e f u e r ea l i za d o el est u d i o y p o r e l CO N EP, c o n e l n º 1 0 2 2 8 , p a r a d o n d e f u e e n ca m i n a d o p o r e n v o l v e r f i n a n ci a m i e n t o – u n a p ar t e - d e i n st i t u ci ó n ex t r an j er a.

RESULTADOS

(4)

Tab l a 1 – D i st r i b u ci ó n so ci o d em o g r áf i ca d e l as t rabaj adoras de enferm ería est udiadas ( n= 1307)

* excluyese la cat egoría “ no inform ado”

Ca si l a m i t a d d e l a s e n t r e v i st a d a s e r a n t écnicas, 29,5% enfer m er as y 21,4% aux iliar es de enferm ería; 51,9% fueron adm it idas para la función de auxiliar de enferm ería; 36,3% refirieron tener otro e m p l e o e n e n f e r m e r ía y 5 1 , 1 % t e n ía v ín cu l o tem porario con la institución. Un tercio refirió trabaj ar hace m enos de cinco años en enferm ería o ent re 21 y 30 años. Más de la m itad ( 53,7% ) del grupo refirió t r a b a j a r so l a m e n t e e n e l h o r a r i o d i u r n o , 2 6 % solam ente en la noche y 20,3% en horarios nocturnos y diurnos. En cuanto a la carga horaria, 52,4% refirió t r abaj ar m ás de 40 hor as sem anales, consider ando t odos los em pleos ( Tabla 2) .

Se id en t if icó asociación est ad íst icam en t e significativa ( p< 0,05) entre las dim ensiones de apoyo

social y las variables socio dem ográficas evaluadas. Los r esult ados m ost r ar on que las m ás j óv enes, de m ayor escolaridad, m ayor rent a, casadas, sin hij os y aut o referidas com o blancas fueron clasificadas con punt aj es m ás elev ados de apoy o social ( r esult ados no present ados en t ablas) .

Ta b l a 2 - Ca r a ct e r íst i ca s o cu p a ci o n a l e s d e l a s t r abaj ador as de enfer m er ía est udiadas

* excluyese la cat egoría “ no inform ado”

En cuant o a las pr áct icas de det ección del cáncer fem enino, se observó que casi 83% realizaron el prevent ivo ent re 1 y 2 años. Sin em bargo, 3,7% nunca lo realizaron y 12,7% lo realizaron hace m ás de dos años. En relación al AEM, cerca de 8,4% de las en t r ev ist ad as r ef ir ió n u n ca h ab er lo r ealizad o, 53,9% lo realizan raram ente o a veces y 36,6% casi t odos los m eses o t odos los m eses ( Tabla 3) .

s e l b a i r a

V n* %

) s o ñ a ( d a d E 5 2 a 8

1 259 19,8

5 3 a 6

2 237 18,1

5 4 a 6

3 278 21,3

5 5 a 6

4 371 28,4

s á m o 6

5 153 11,7

d a d i r a l o c s E o t e l p m o c l a t n e m a d n u

F 97 7,4

o t e l p m o c o i d e

M 704 53,9

o t e l p m o c r o i r e p u

S 504 38,6

l a g u y n o c n ó i c a u t i S o d a s a

C 566 43,3

o d a i c r o v i d / o d a r a p e s / o d u i

V 277 21,2

o r e tl o

S 460 35,2

a z a R a r g e

N 312 24

a d r a

P 455 34,9

a c n a l

B 479 36,8

a n e g í d n i o a ll i r a m

A 56 4,3

a t i p a c r e p r a il i m a f a t n e R 0 0 , 0 5 3 $ R

< 188 14,4

9 9 , 9 9 6 $ R y 0 0 , 0 5 3 $ R e r t n

E 416 31,8

9 9 , 9 4 0 . 1 $ R y 0 0 , 0 0 7 $ R e r t n

E 282 21,6

0 0 , 0 5 0 . 1 $ R

> 407 31,1

s o ji H

i

S 779 59,6

o

N 528 40,4

s e l b a i r a

V n* %

d a d i r a l o c s e a l n o c o d r e u c a e d l a n o i s e f o r p a í r o g e t a C o r e m r e f n

E 386 29,5

o c i n c é

T 642 49,1

r a il i x u

A 279 21,4

l a t i p s o h l e n e e c r e j e e u q n ó i c n u F o r e m r e f n

E 365 27,9

o c i n c é

T 264 20,2

r a il i x u

A 678 51,9

l a c o l o r t o n e a j a b a r T i

S 475 36,3

o

N 832 63,7

o e l p m e e d o l u c n í V e t n e n a m r e

P 637 48,9

o i r a r o p m e

T 666 51,1

a í r e m r e f n e n e a j a b a r t e u q o p m e i T s o ñ a 5 a

0 434 33,2

s o ñ a 0 1 a

6 118 9

s o ñ a 0 2 a 1

1 253 19,4

s o ñ a 0 3 a 1

2 442 33,8

s á m o 1

3 60 4,6

o j a b a r t e d o i r a r o H o n r u i

D 701 53,7

o n r u t c o

N 340 26

o t x i

M 265 20,3

l a n a m e s a i r a r o h a g r a C h 0 4 a t s a

H 622 47,6

h 0 6 a 1 4 e

D 431 33

h 1 6

(5)

Tabla 3 – Descripción de las práct icas de det ección d e l cá n ce r f e m e n i n o e n t r e l a s t r a b a j a d o r a s d e enfer m er ía est udiadas

* excluyese cat egorías “ no inform ado”

En el análisis m ult ivariado, aj ust ado por las v ar iab les socio d em og r áf icas y d e ocu p ación q u e p u e d e n n o h a ce r l a d i st i n ci ó n d e b i d a , e s d e ci r

confundir, se observó que la probabilidad de realizar e l Pa p a n i co l a o u f u e 5 8 % m a y o r ( RC= 1 , 5 8 ; I C95% = 1,07- 2,34) en el 3º tercil ( niveles m ás altos de apoyo) cuando com parado al 1º tercil ( niveles m as baj os de apoyo) de apoyo social global.

Fue posible observar que, para la dim ensión de interacción social positiva/ afectivo de aquellas que r efir ier on niveles int er m ediar ios de apoyo social, la ch an ce d e r ealizar el Pap an icolaou f u e 7 0 % m ás el ev a d a ( RC= 1 , 7 0 ; I C9 5 % = 1 , 1 6 - 2 , 4 7 ) y en t r e aquellas con niveles m ás altos ( 3er. tercio) la chance pasó para 84% ( RC= 1,84; I C95% = 1,24- 2,71) .

Sin em bar go, n o f u e posible iden t if icar la asociación ent re apoyo m at erial y apoyo em ocional/ inform ación y la realización del exam en Papanicolaou ( Tabla 4) .

Tabla 4 - Prevalencias y razones de chances ( RC bruta y aj ustada) de la realización del Papanicolaou, según el t ercio de los punt aj es de las dim ensiones de apoyo social

* Aj ust ada para las covariables que present aron asociación est adíst ica ( p< 0,10) en el análisis bivariado ent re el apoyo social y el exam en Papanicolaou: edad, escolaridad, sit uación conyugal, rent a per capit a, hij os, tiem po que trabaj a en enferm ería y carga horaria sem anal

Lo s a n á l i si s a j u st a d o s p o r v a r i a b l e s d e confusión de la asociación de los niv eles de apoy o social AEM m ost raron que la chance de pract icar el AEM fue 54% ( RC= 1,54; I C95% = 1,14- 2,07) m ayor en el últ im o t er cio de apoy o social global, cuando com parado al 1º .

Ad e m á s d e e so , a q u e l l a s t r a b a j a d o r a s clasif icad as en el 3 º t er cio d e ap oy o em ocion al/ i n f o r m a ci ó n t u v i e r o n ch a n ce 4 3 % ( RC= 1 , 4 3 ; I C95% = 1,06- 1,93) m ás elevada y en el apoyo I SP/

af ect iv o f u e 8 0 % ( RC= 1 , 8 0 ; I C9 5 % = 1 , 3 3 - 2 , 4 4 ) m ayor cuando com paradas a aquellas clasificadas en el 1º ( niveles m ás baj os de apoyo social) , confirm ando la asociación directa entre los puntaj es dim ensionales de apoyo social global y la práctica de AEM ( Tabla 5) . D e f o r m a se m e j a n t e a l e x a m e n d e Pa p a n i co l a o u , e l a p o y o m a t e r i a l n o se m o st r ó asociado a m ayores/ m enores chances de realización del auto exam en de las m am as entre las trabaj adoras evaluadas ( Tabla 5) .

o n i n e m e f o d a d i u c o t u a e d s a c it c á r

P n* %

) u o a l o c i n a p a P n e m a x e ( o v it n e v e r p o m it l ú l e o z i h o d n a u C a c n u

N 48 3,7

s o ñ a 2 e d s á m e c a

H 166 12,7

s o ñ a 2 y 1 e r t n

E 1084 82,9

s a m a m s a l e d n e m a x e o t u A a c n u

N 110 8,4

s e c e v a / e t n e m a r a

R 704 53,9

s e m o d o t / s e m s o l s o d o t i s a

C 478 36,6

l a i c o s o y o p

A Papanicolaouadecuado Papanicolaouinadecuado RCbruta(IC95%) RCajustada*(IC95%)

n % n %

l a b o l G 9 7 a 0

2 305 79,2 80 20,8 1 1

5 9 a 0

8 329 83,5 65 16,5 1,32(0,92-1,91) 1,27(0,87-1,85)

0 0 1 a 1 , 5

9 369 86,2 59 13,8 1,61(1,17-2,45) 1,58(1,07-2,34)

l a i r e t a M 9 7 a 0

2 340 79,4 88 20,6 1 1

9 9 a 0

8 371 85,5 63 14,5 1,52(1,07-2,17) 1,43(0,98-2,07)

0 0

1 352 85 62 15 1,47(1,03-2,10) 1,43(0,98-2,08)

n ó i c a m r o f n i/ l a n o i c o m E 4 , 7 7 a 0

2 316 80,6 76 19,4 1 1

4 , 7 9 a 5 , 7

7 371 83,6 73 16,4 1,22(0,86-1,74) 1,19(0,82-1,71)

0 0 1 a 5 , 7

9 354 85,3 61 14,7 1,40(0,96-2,02) 1,31(0,88-1,95)

o v it c e f a / P S I 7 , 2 8 a 0

2 286 77,1 85 22,9 1 1

9 , 9 9 a 8 , 2

8 365 85,3 63 14,7 1,72(1,20-2,47) 1,70(1,16-2,47)

0 0

(6)

l a i c o s o y o p

A PracticaelAEM NopracticaelAEM RCbruta(IC95%) RCajustada*(IC95%)

n % n %

l a b o l G

9 7 a 0

2 124 32,4 259 67,6 1 1

5 9 a 0

8 137 34,9 255 65,1 1,12(0,83-1,51) 1,16(0,86-1,58)

0 0 1 a 1 , 5

9 183 42,9 244 57,1 1,57(1,17-2,10) 1,54(1,14-2,07)

l a i r e t a M

9 7 a 0

2 139 32,5 289 67,5 1 1

9 9 a 0

8 165 38,4 265 61,6 1,30(0,98-1,71) 1,28(0,96-1,71)

0 0

1 166 40,3 246 59,7 1,40(1,06-1,86) 1,33(0,99-1,78)

n ó i c a m r o f n i/ l a n o i c o m E

4 , 7 7 a 0

2 134 34,4 255 65,6 1 1

4 , 7 9 a 5 , 7

7 147 33,2 296 66,8 0,94(0,71-1,26) 0,94(0,70-1,26)

0 0 1 a 5 , 7

9 179 43,3 234 56,7 1,46(1,09-1,94) 1,43(1,06-1,93)

o v it c e f a / P S I

7 , 2 8 a 0

2 113 30,6 256 69,4 1 1

9 , 9 9 a 8 , 2

8 148 34,7 278 65,3 1,21(0,89-1,62) 1,25(0,92-1,70)

0 0

1 197 44,3 248 55,7 1,80(1,35-2,40) 1,80(1,33-2,44)

Tabla 5 - Prevalencias y cocientes de chances ( RC bruta y aj ustada) de la práctica del AEM, según el tercio de los punt aj es de las dim ensiones de apoyo social

* Aj ust ada para las covariables que present aron asociación est adíst ica ( p< 0,10) en el análisis bivariado ent re el apoyo social y el AEM: edad, sit uación conyugal, hij os y t rabaj a en otro local

DI SCUSI ÓN

El gr upo est udiado pr esent ó elev ada car ga d e t r a b a j o se m a n a l , co n a l t o p o r ce n t u a l d e t r a b a j a d o r a s co n m á s d e u n e m p l e o . Esa s car act er íst icas r em it en a los aspect os ya discut idos por otros autores( 19) en relación a las dobles y triples

j ornadas de las trabaj adoras de enferm ería en Brasil, que incluyen los diversos em pleos en la asistencia de e n f e r m e r ía y e l t r a b a j o d o m é st i co . Ad e m á s d e consecuencias sobre la salud de las t rabaj adoras con posibles riesgos para los pacient es, t ales condiciones podrían tam bién restringir el tiem po y m otivación para la dedicación al aut o cuidado.

No t o d as l as m u j er es r ef i r i er o n h acer el r ast r eo del cáncer ut er ino y de m am a de la for m a adecuada. En relación al exam en Papanicolaou, llam a la at en ción en est os r esu lt ad os la p r op or ción d e t r abaj ador as de enfer m er ía que nunca r ealizar on o que lo realizaron hace m ás de dos años. La frecuencia d e r e a l i za ci ó n d e l e x a m e n a q u í o b se r v a d a f u e sem ej ante a la identificada en m unicipios com o Porto Alegre, Florianópolis, Curit iba, Río de Janeiro y San Pa b l o( 2 0 ). Ta l se m e j a n za e s p r e o cu p a n t e , si se

co n si d e r a q u e e l e st u d i o e n e so s m u n i ci p i o s com prendió m uj eres de la población en general. Esos r esu lt ados en fat izan la n ecesidad de pen sar en la prom oción de la salud ent re el equipo de enferm ería En relación a la práctica del auto exam en de las m am as ( AEM) , se encont r ó, aquí, pr opor ciones m e n o r e s d e r e a l i za ci ó n , cu a n d o co m p a r a d a s a a q u e l l a s o b se r v a d a s e n t r e t r a b a j a d o r a s t é cn i co

adm inist rat ivas de una universidad pública de Río de Janeiro( 17). Si se considera que este estudio se refiere

ex clusiv am ent e a las t r abaj ador as de enfer m er ía y q u e , p o si b l e m e n t e , co n o ce n e l AEM y l a f o r m a adecuada de realizarlo, se puede resalt ar cuent o el conocim iento del exam en no determ ina su realización. Es a o b s e r v a c i ó n e s c o i n c i d e n t e c o n a l g u n o s r esult ados( 21) que m uest r an que m enos de un t er cio de las m uj er es r ealizaban el AEM, a pesar de que 9 6 % d e e l l a s r e f i r i e r o n co n o ce r e l e x a m e n . Es im por t ant e r esalt ar que el Minist er io de la Salud( 1)

no pr econiza el aut o ex am en de las m am as com o est r at egia aislada de det ección pr ecoz del cán cer de m am a. La r ecom endación es que el ex am en de las m am as, por la pr opia m uj er, haga par t e de las a c c i o n e s d e e d u c a c i ó n p a r a l a s a l u d q u e cont em plen el conocim ient o del pr opio cuer po. Por l o t a n t o , e n e s t e e s t u d i o , e s a p r á c t i c a f u e c o n s i d e r a d a u n a v a r i a b l e d e f i n i d o r a d e l a u t o cu idado en salu d.

Se ident ificó, aquí, t am bién, una asociación ent re m ayores niveles de apoyo social y la adhesión a las prácticas de rastreo de cáncer uterino ( citología v a g i n a l ) y d e m a m a ( AEM) . An á l i si s a j u st a d o s m ost raron que, ent re las t rabaj adoras de enferm ería que refirieron niveles m ás altos de apoyo social global y I SP/ af ect iv o, t am b ién r elat ar on f r ecu en cia m ás elevada de realización del exam en Papanicolaou.

(7)

e j e m p l o , q u e t e n e r u n m é d i co r e g u l a r y p o d e r conversar con am igas sobre aspect os relacionados a la salud está asociado a prácticas m ás adecuadas del exam en Papanicolaou. En ese sent ido, el rast reo de cáncer es un desafío r elev ant e par a m uj er es de la m i sm a e d a d y l a s a m i g a s p o d r ía n f a ci l i t a r inform aciones y elucidar dudas sobre el exam en. Sin em bar go, la im por t ancia de la fam ilia, en especial del m arido, en el caso de las casadas, com o influyendo en esa práct ica no puede ser m enospreciada( 5).

Lo s r e su l t a d o s a p u n t a r o n i m p o r t a n ci a sem ej an t e d el ap oy o social en las d os p r áct icas p r ev en t iv as ev alu ad as. Sin em b ar g o, u n est u d io nort eam ericano( 6) ident ificó influencia m ás im port ant e d e l a p o y o so ci a l e n l a a d h e si ó n a l e x a m e n Papanicolaou que en el caso de exám enes de rastreo de det ección del cán cer de m am a en poblacion es hispánicas que viven en los Est ados Unidos.

En el caso d el AEM, los r esu lt ad os, aq u í, m ost raron que ent re aquellas que refirieron niveles m á s a l t o s d e a p o y o so ci a l g l o b a l , e m o ci o n a l / inform ación y I SP/ afectivo se identificó una frecuencia m á s e l e v a d a d e p r á ct i ca a d e cu a d a d e l AEM. Resultados sem ej antes fueron identificados en estudio que evaluó el im pact o del apoyo social ( ut ilizando la m ism a escala de est e est udio) en las pr áct icas de rastreo del cáncer de m am a en una población de m ás de 55.000 m uj eres( 8), m ostrando que los altos niveles

d e ap oy o em ocion al/ in f or m ación y d e in t er acción so ci a l p o si t i v a f u e r o n a so ci a d o s, d e m a n e r a in d ep en d ien t e, a las p r áct icas m ás ad ecu ad as d e r ast r eo del cán cer de m am a ( m am ogr af ía, AEM y ex am en clínico de las m am as) . Tam bién, de for m a se m e j a n t e a l p r e se n t e e st u d i o , l o s a u t o r e s n o ident ificaron asociación ent re el apoyo m at erial y el AEM. De hecho, las dim ensiones m ás relacionadas al aspecto em ocional ( tener alguien con quien com partir sent im ient os de afect o) parece t ener m ás influencia en el auto cuidado que la dim ensión relacionada a la p r o v i si ó n d e r e cu r so s m a t e r i a l e s( 8 ). Ot r a s

i n v e st i g a ci o n e s( 7 - 9 ) h a n m o st r a d o , d e f o r m a consistente, la influencia del apoyo social en prácticas del rastreo de cáncer de m am a, que incluyen el AEM. El m ecanism o que ex plica la influencia del apoyo social sobr e com por t am ient os r elacionados a la salud, t odavía no est á elucidado. Se sabe que la red social de apoyo puede proveer asistencia práctica, incent ivar direct am ent e com port am ient os prevent ivos o cr e a r u n a m b i e n t e e m o ci o n a l d e a p o y o q u e co l ab o r an o f aci l i t an l a ad h er en ci a en p r áct i cas p r e v e n t i v a s, y a q u e e st a r ía n r e l a ci o n a d o s a l

em pow erm ent de cuidados con la salud, a t ravés del acceso a la inform ación, transferencia de conocim iento e incent ivo( 9). Ot ros aut ores( 10) t odavía relacionan la

im port ancia de la influencia social, en que el m edio social est ablecería norm as de com port am ient os m ás o m enos acept ables, adem ás de que det er m inados vínculos sociales podr ían pr om over m ayor acceso a los servicios de salud.

CONCLUSI ONES

Est e e st u d i o i d e n t i f i có u n a p r o p o r ci ó n co n si d er ab l e d e t r ab aj ad o r as d e en f er m er ía co n p r áct icas p r ev en t iv as in ad ecu ad as en r elación al rastreo de cáncer uterino y de m am a, m ostrando que l a s o p o r t u n i d a d e s d e p r e v e n ci ó n e st á n si e n d o perdidas en el cont ext o de los hospit ales evaluados. Los análisis m ost raron que las t rabaj adoras de enfer m er ía que r efir ier on niv eles m ás elev ados de apoyo social global y de interacción social positiva/ afect ivo relat aron t am bién frecuencias m ás elevadas de prácticas adecuadas en lo que se refiere al rastreo de cáncer ut erino ( cit ología vaginal) . En el caso del AEM, adem ás de esos, el apoy o social em ocion al/ afectivo se m ostró asociado a las prácticas adecuadas. Por lo tanto, este estudio corrobora los resultados de ot ras invest igaciones que apunt an la im port ancia del apoyo social en la adopción de práct icas prevent ivas fem eninas. Esa consist encia de result ados enfat iza la contribución positiva del apoyo social para la práctica r egular de cuidados con la salud. Ese conocim ient o p r eci sa ser d i f u n d i d o en t r e l o s t r a b a j a d o r es d e enferm ería y reconocido en program as que estim ulen las práct icas de rast reo de cáncer fem enino. Por lo t a n t o , i n v e r t i r e n p r o g r a m a s q u e v a l o r i ce n y fort alezcan vínculos sociales puede cont ribuir para la prom oción de la salud colect iva e individual( 9)

(8)

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Imagem

Tabla 3 – Descripción de las práct icas de det ección d e l   cá n ce r   f e m e n i n o   e n t r e   l a s  t r a b a j a d o r a s  d e enfer m er ía est udiadas

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