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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.15 número2 es v15n2a06

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Academic year: 2018

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Enfer m era, Pr ofesor Adj unt o da Facult ad de Enfer m er ía Nossa Senhora das Gr aças, de la Univer sidad de Per nam buco, e- m ail: r [email protected], r eginac_oliv eir a@t er r a.com .br ; 2 Enfer m er a, Pr ofesor Tit ular de la Escuela de Enfer m er ía de Ribeir ão Pr et o, de la Univ er sidad de São Paulo, Cent r o Colabor ador de la OMS par a el desar r ollo de invest igación en enfer m er ía, e- m ail: shbcassi@eer p.usp.br

CARACTERÍ STI CAS EN LA ESTRUCTURA PARA LA PREPARACI ÓN DE MEDI CAMENTOS EN

HOSPI TALES DE ENSEÑANZA : FACTORES QUE I NFLUYEN EN LA CALI DAD DE LA ASI STENCI A

Regina Célia de Oliv eir a1

Sílv ia Helena De Bor t oli Cassiani2

Est e ar t ículo descr ibe la est r uct ur a de pr epar ación de m edicam ent os en su am bient e físico, r ecur sos

m at er iales y h u m an os. Se t r at a d e u n est u d io ex p lor at or io d escr ip t iv o. Los d at os f u er on r ecolect ad os p or

m edio de gu ías est r u ct u r adas t an t o par a la obser v ación y en t r ev ist a, las cu ales fu er on aplicadas en 9 2 % y

7 6 % de los au x iliar es de en f er m er ía y en el 1 0 0 % de los en f er m er os de dos h ospit ales de Recif e, PE. Los

r esult ados m uest r an que el am bient e de pr epar ación de m edicam ent os no est a de acuer do con la legislación

v igent e, consider ando que los m at er iales r equier en ser r ev isados y los pr ofesionales capacit ados. Se concluy e

qu e la est r u ct u r a den t r o del sist em a de m edicación es esen cial y qu e los f act or es señ alados in f lu y en en la

calidad de t al pr oceso.

DESCRI PTORES: inst it uciones de salud; recursos hum anos; organización y adm inist ración; t erapéut ica; enferm ería

CHARACTERI ZATI ON OF THE STRUCTURE FOR MEDI CATI ON PREPARATI ON I N

TEACHI N G- HOSPI TALS: FACTORS THAT I N TERFERE W I TH THE QUALI TY OF CARE

This ar t icle descr ibes t he physical envir onm ent , m at er ial and hum an r esour ces of t he st r uct ur e for t he

pr epar at ion of m edicam ent s. I t is an explor at or y descr ipt ive st udy. Dat a w er e collect ed t hr ough scr ipt s st r uct ur ed

for obser v at ion and int er v iew car r ied out w it h a sam ple of 92 ( 76% ) nur se aux iliar ies and all nur ses of, t w o

h osp it als in Recif e, PE, Br azil. Resu lt s sh ow ed t h at t h e en v ir on m en t in w h ich m ed icat ion is p r ep ar ed is in

disagr eem ent w it h cur r ent legislat ion, t he av ailable m at er ials need t o be r ev iew ed and pr ofessionals need t o

get t heir know ledge updat ed. I t is concluded t hat t he st r uct ur e in t he syst em of m edicat ion is essent ial and t he

fact or s point ed out in t he st udy int er fer e w it h t he qualit y of t he pr ocess of m edicat ion.

DESCRI PTORS: healt h facilit ies, hum an resources, m anpower; organizat ion and adm inist rat ion; t herapeut ics; nursing

CARACTERI ZAÇÃO DA ESTRUTURA PARA O PREPARO DE MEDI CAMENTOS EM HOSPI TAI S

DE ENSI NO: FATORES QUE I NTERFEREM NA QUALI DADE DA ASSI STÊNCI A

Est e ar t igo descr eve a est r ut ur a do pr epar o de m edicam ent os em seu am bient e físico, r ecur sos m at er iais

e h u m an os. Tr at a- se d e est u d o ex p lor at ór io e d escr it iv o. Os d ad os f or am colet ad os p or m eio d e r ot eir os

est r ut ur ados par a obser vação e ent r evist a, aplicados em am ost r as de 92 e 76% dos auxiliar es de enfer m agem

e 100% dos enfer m eir os, em dois hospit ais na cidade de Recife, PE. Os r esult ados m ost r ar am que o am bient e

do pr epar o de m edicam ent os se encont r a em discor dância com a legislação v igent e, os m at er iais disponív eis

p r ecisam ser r ev isad os e os p r of ission ais n ecessit am d e cap acit ação. Con clu iu - se q u e a est r u t u r a em u m

sist em a de m edicação é essencial e que os fat or es apont ados int er fer em na qualidade do pr ocesso de m edicação.

(2)

I NTRODUCCI ÓN

L

os cam b ios t ecn ológ icos ej er cier on f u er t e

i n f l u e n c i a e n l a a s i s t e n c i a a l a s a l u d . Es t a s

m odificaciones se r eflej an en la búsqueda const ant e

d e l a c a l i d a d q u e , i m p o r t a d a p o r l a s g r a n d e s

indust r ias, pasan a t om ar cuent an de la indust r ia de

la salud. La necesidad de cam bio en el cont ex t o de

salu d se v ien e dan do en f u n ción a las ex pect at iv as

de los pr ofesionales, de los client es y de la sociedad

en g en er al. Fu e v er if icad o q u e los p ar ad ig m as q u e

guían la adm inist r ación en las inst it uciones de salud

ya no se adapt an a los avances conquist ados en est e

nuevo m ilenio, consider ando que la calidad se vuelve

algo im per iosa( 1 ).

Se ent iende que la pr om oción par a m ej or ar

la asist en cia se da por m edio de ev alu ación de los

ser v icios de salud, los cuales deben t ener cr it er ios y

p r o t o c o l o s e s t a b l e c i d o s . Lo s m i s m o s q u e s o n

act u alm en t e u t ilizados en las in st it u cion es de salu d

d e n t r o d e l p r o ce so d e a cr e d i t a ci ó n h o sp i t a l a r i a ,

sigu ien do u n m odelo de ev alu ación qu e se basa en

l o s a s p e c t o s d e c a l i d a d : e s t r u c t u r a , p r o c e s o y

r esu lt ados defin idos por Av edis Don abedian( 2 ).

Es t e m o d e l o d e e v o l u c i ó n s e e n c u e n t r a

fundam ent ado en la t eor ia gener al de sist em as y en

l o s t r a b a j o s d e Mi n d e l Sh e p s. D e e st a f o r m a , l a

est r u ct u r a , el p r o ceso y r esu l t a d o s co m p o n en u n

m o d e l o s i s t e m á t i c o y f o r m a n u n a c a d e n a

in t er d ep en d ien t e con r elación est r ech a d e cau sa y

ef ect o. En est e con t ex t o, la est r u ct u r a se com pon e

de una plant a física, de r ecur sos hum anos ( cant idad,

c a t e g o r ía y c a l i d a d p r o f e s i o n a l ) , d e e s t r u c t u r a

o r g a n i z a c i o n a l , d e r e c u r s o s m a t e r i a l e s y d e

in st r u m en t os n or m at iv os( 2 ).

La est r u ct u r a es, p or lo t an t o, u n o d e los

a sp e ct o s e se n ci a l e s, cu a n d o se b u sca co n o ce r e l

funcionam ient o del sist em a o subsist em a hospit alar io

de un ser v icio de salud.

Au n q u e, p ar a la ob t en ción d e las m ej or es

est rat egias de evaluación de calidad, se requiera de la

com b in ación d e d at os d e la est r u ct u r a, p r ocesos y

r e su l t a d o s, e n t e n d i é n d o se q u e l a r e l a ci ó n e n t r e

est r u ct u r a y calidad de la asist en cia es im por t an t e,

considerando que una buena est ruct ura es el reflej o de

recursos suficient es y un diseño de sist em a adecuado( 3).

Basados en lo que fue expuest o, se sabe que

l a u t i l i zaci ó n d e m ed i cam en t o s d en t r o d el ám b i t o

hospit alar io const it uy e un subsist em a, siendo así, el

pr esent e t r abaj o pr opone com o obj et ivos: car act er izar

la est r u ct u r a p ar a la pr epar ación de m edicam en t os

en hospit ales de enseñanza en cuant o a su am bient e

físico, a recursos m at eriales y hum anos; e, ident ificar

los fact ores que influyen en la calidad de la asist encia.

METODOLOGÍ A

El enfoque de est e t r abaj o fue explor at or io y

descr ipt iv o y, en función de sus par t icular idades fue

seleccion ado par a est e est u dio.

La in v est igación fu e r ealizada en el per iodo

d e o ct u b r e a d i ci em b r e d e 2 0 0 4 , en el sect o r d e

m edicina de dos hospit ales de la red pública, sit uados

en la ciudad de Recife. Am bas inst it uciones del est udio

guardan relación con la enseñanza e invest igación por

d e sa r r o l l a r p r o g r a m a s d e r e si d e n ci a m é d i ca , d e

enfer m er ía y far m acia. La m uest r a est uvo com puest a

por 100% ( 14) de los enferm eros en los dos hospit ales.

Lo s p r o f e s i o n a l e s d e n i v e l m e d i o t u v i e r o n u n a

r ep r esen t at i v i d ad d e 9 2 % ( 3 4 ) y 7 6 % ( 1 5 ) en l a

p r im er a y seg u n d a in st it u ción ) . Est as in st it u cion es

fueron t rat adas con el t ext o de Hospit al 1 y Hospit al 2.

Post er ior a la apr obación del Com it é de Ét ica,

los dat os fuer on r ecolect ados. Par a lo cual, se ut ilizó

l a t é c n i c a d e o b s e r v a c i ó n n o p a r t i c i p a n t e y l a

ent r evist a, por m edio de guías est r uct ur adas. Par a la

r ecolección de dat os, fuer on elabor ados dos t ipos de

inst r um ent os: una guía de obser vación y una guía de

e n t r e v i st a s, a m b o s e st r u ct u r a d o s. Lo s r e su l t a d o s

fuer on or ganizados y descr it os a cont inuación.

RESULTADOS

El a m b i e n t e d e s t i n a d o a l a e t a p a d e

p r ep ar aci ó n d e l o s m ed i cam en t o s, en el p r esen t e

est u dio, f u e la sala del ser v icio de en f er m er ía. Las

d im en sion es d e est e am b ien t e cor r esp on d e a 1 4 , 8

m2 e 12,3 m2 en los Hospit ales 1 y 2 y se encuent r an

localizados, en el cent r al del ár ea de enfer m er ía.

Con r elación a la ilu m in ación de los locales

de pr epar ación de m edicam en t os, est a es r ealizada

de for m a ar t ificial, t en ien do cu idado a la ex posición

d e l u z s o l a r d i r e c t a . En e l H o s p i t a l 1 , e s t a e r a

s u f i c i e n t e , n o o b s t a n t e , e n e l H o s p i t a l 2 , f u e

i n su f i ci en t e, co n si d er a n d o q u e el p i e d er ech o f u e

super ior a 3 m y ex ist ían apenas dos fluor escent es.

Con r elación a la v en t ilación , est a es n at u r al y es

(3)

am bient e. Con t odo, en el Hospit al 2, fue obser v ado

t am bién que est a se da de for m a ar t ificial por m edio

de un v ent ilador inst alado en el t echo.

Los m uebles encontrados en el am biente de la

sala de servicio de enferm ería se destinan para guardar

m at eriales m édico- hospit alarios y dosis individuales que

ayudaban en la preparación y en la adm inist ración de

m edicam entos. El estudio identificó, en las instituciones,

arm arios con gavetas, arm arios de pared y un tipo balcón.

Par a el acondicionam ient o de m edicam ent os

b aj o r ef r i g er aci ó n , se i d en t i f i car o n Ref r i g er ad o r es

p a r a g u a r d a r e x cl u si v a m e n t e m e d i ca m e n t o s. En

r e l a c i ó n a l a s n o r m a s d e s c r i t a s , t a n t o p a r a l a

conser vación de m edicam ent os en r efr iger ación com o

aquellos r elacionados a la conser vación de soluciones

p ar en t er ales d e g r an v olu m en , n o h ab ía u n sect or

d i sp o n i b l e . Asi m i sm o , n o f u e r o n i d e n t i f i ca d o s l o s

m an u ales, r u t in as y p r oced im ien t os r elacion ad os a

l a c o n s e r v a c i ó n y r e s g u a r d o d e p s i c o t r ó p i c o s y

e s t u p e f a c i e n t e s . Ta m p o c o f u e r o n e n c o n t r a d o s

m a n u a l e s c o n r e l a c i ó n a l a p r e p a r a c i ó n y

adm in ist r ación de m edicam en t os.

En c u a n t o a l l o c a l d e p r e p a r a c i ó n d e

m ed i ca m en t o s, l o s h o sp i t a l es d el est u d i o o f r ecen

b alcon es d e f ier r o in ox id ab le d e v ar ios t am añ os y

cubet as. Par a el apoyo de la act ividad de pr epar ación

d e m e d i c a m e n t o s , e x i s t e n l a v a m a n o s c o n

accionam ient o de agua que ocur r e de for m a m anual

Est as son abast ecidas de j abón líquido y papel t oalla;

alcohol a 70% par a ant isepsia de fr ascos y am pollas

de m edicam ent os, bandej as y cubet as. Par a descar t ar

e l m a t e r i a l p u n z o c o r t a n t e , e x i s t e n r e c i p i e n t e s

apr opiados, t ipo descar t ex .

Los aparat os encont rados para el apoyo en la

adm in ist r ación de m edicam en t os f u er on las bom bas

de infusión. Est as t ienen un m odelo pat rón, regist radas

en el Minist erio de Salud, por las dos inst it uciones. En

el Hospit al 1, est as son guardadas por una cent ral de

e q u i p o s q u e s e r e s p o n s a b i l i z a p o r l a l i m p i e z a ,

m an t en im ien t o per iódico y desin fección , de acu er do

con las or ien t acion es de la Com isión de Con t r ol de

I nfección Hospit alaria ( CCI H) . Est a cent ral dispone de

2 7 1 b o m b a s d e i n f u s i ó n p a r a l a s u n i d a d e s d e

int ernación. En el Hospit al 2, fueron encont radas cuat ro

u n idades de est e apar at o con m odelo pat r ón y qu e

est á disponible en el sect or. La lim pieza y desinfección

son de responsabilidad de enferm ería. Con relación al

m ant enim ient o, est a no se realiza de form a periódica.

Par a la pr epar ación de m edicam ent os por vía

oral, el Hospit al 1 no dispone de recipient e específico

par a est e fin, sin em bar go, el Hospit al 2, adem ás de

so l i ci t ar d i ar i am en t e ci n cu en t a v aso s d escar t ab l es

p e q u e ñ o s , t a m b i é n d i s p o n e d e u n t r i t u r a d o r d e

m e d i c a m e n t o s a s e r a d m i n i s t r a d o s p o r s o n d a

n asoen t er ica.

Pa r a l a p r ep a r a ci ó n d e m ed i ca m en t o s v i a

par ent er al, se obser vó que el m at er ial dest inado a la

pr epar ación de solu cion es par en t er ales de pequ eñ o

y gr an volum en pr esent a opciones de elección apenas

p ar a j er in g as, cat ét er es d e v en o- p u n ción y eq u ip o

par a suero. Refer ent e a las aguj as hipodér m icas, est as

se en cu en t r an r edu cidas a t r es opcion es de t am añ o

y calibr e ( 40x 12; 25x 7; 13x 0, 45) .

Par a id en t if icación d e los m ed icam en t os es

s o l i c i t a d a e t i q u e t a d e g o m a a s e r l l e n a d a p o r

e n f e r m e r ía , e n e l Ho sp i t a l 1 . En e l Ho sp i a l 2 , l a

id en t if icación d e los m ed icam en t os a ad m in ist r ar se

por j er in ga es r ealizada con t ir as de espar adr apo y

par a iden t if icar las solu cion es en dov en osas de gr an

v olum en y los m edicam ent os en v asos descar t ables,

se usa plum ón indeleble.

El t r a n sp o r t e d e l o s m e d i ca m e n t o s p a r a

a d m i n i s t r a c i ó n p u e d e s e r r e a l i z a d o a t r a v é s d e

bandej as, com o las cubet as que son dest inadas par a

est e fin.

En l a b a s e d e p r e p a r a c i ó n d e l o s

m edicam ent os prescrit os, se cuent a con profesionales

d e n i v el su p er i o r, en f er m er o s q u e, d en t r o d e su s

at r ib u cion es, d eb en est ar h ab ilit ad os t an t o p ar a la

ej ecu ción d e est a act iv id ad com o p ar a or ien t ación ,

ent renam ient o, supervisión de los t écnicos y auxiliares

de enfer m er ía par a el desem peño de est a act iv idad.

Fu er on iden t if icados diez ( 1 0 0 % ) en f er m er os, en el

Hosp it al 1 , y cu at r o ( 1 0 0 % ) , en el Hosp it al 2 . Los

en f er m er os en am b os h osp it ales t r ab aj an 3 0 h or as

sem an al es.

Co n r e l a c i ó n a l a p r e p a r a c i ó n y

a d m i n i st r a ci ó n d e m e d i ca m e n t o s, e n l a r e a l i d a d

br asiler a, est a act iv idad h a sido de r espon sabilidad

de los t écnicos y aux iliar es de enfer m er ía.

Lo s p r o f e s i o n a l e s d e e n f e r m e r ía e s t á n

dist r ibuidos en t ur nos de 12 X 60 hor as, t ant o par a el

t ur no diur no com o par a el noct ur no. La cant idad de

est os p r of esion ales t ot alizan 3 4 , en el Hosp it al 1 ,

dist r ibuidos 53% en el t ur no diur no y 47% en el t urno

noct ur no, en r elación al Hospit al 2, pr ofesionales son

dist r ibuidos 50% par a cada t ur no, consider ando que

s o n u n t o t a l d e 1 6 . En e s t a s i n s t i t u c i o n e s , s e

encuent r an en núm er o m ayor la cat egor ía de auxiliar

(4)

Est o s p r o f e si o n a l e s e n l o s d o s h o sp i t a l e s

ej er cen su s f u n ci o n es en el ser v i ci o d e m ed i ci n a,

funciones que incluyen la preparación y adm inist ración

del m edicam ent o. En cuant o al m anej o de la bom ba

d e i n f u si ó n , i n st r u m e n t o d e t r a b a j o d e l o s q u e

a d m i n i st r a n m ed i ca m en t o s, se o b ser v a q u e en el

Hospit al 1,los auxiliares del t urno diurno recibieron m as

infor m ación de las enfer m er as del ser v icio, por ot r o

lado en el Hospit al 2, am bos auxiliares, t ant o del t urno

diurno com o del noct urno, recibieron inform ación de la

enferm era a t ravés de educación cont inua en servicio.

DI SCUSI ÓN

En las inst it uciones de asist encia a la salud,

los am bient es par a las act ividades de enfer m er ía son

i n d i s p e n s a b l e s . Tr a t á n d o s e d e l a m b i e n t e p a r a l a

preparación de m edicam ent os, hace m uchos años viene

siendo realizado en la sala del servicio de enferm ería,

debido a que su localización est a m as cercana al puest o

de enfer m er ía, dándose la m ism a denom inación.

La nor m a vigent e r ecom ienda que, par a cada

3 0 cam as, d eb e h ab er u n p u est o d e en f er m er ía y,

para cada puest o, una sala de ser vicio con dim ensión

m ín i m a d e 5 , 7 m2 ( 4 ). D e a c u e r d o c o n l a s

r ecom en d acion es, se ob ser v ó q u e las d im en sion es

de las salas de servicios encont radas en los hospit ales

e s t u d i a d o s p r e s e n t a n d i m e n s i o n e s s u p e r i o r e s a

aqu ellas r ecom en dadas en la n or m a.

Con r espect o a la ilu m in ación del am bien t e

de la sala del ser v icio de enfer m er ía, se r ecom iendo

que est a debe ser suficient e, de m odo que facilit e la

l e c t u r a d e l a p r e s c r i p c i ó n y l a p r e p a r a c i ó n d e l

m ed i ca m en t o . La l i t er a t u r a i n d i ca q u e, cu a n d o l a

f u en t e d e ilu m in ación es n at u r al, se d eb e ev it ar la

ex posición dir ect a a los r ay os solar es, im pidiendo de

est a f or m a, qu e los m edicam en t os se det er ior en( 5 ).

Se en t ien d e q u e la sala d el ser v icio d e en f er m er ía

i n t e g r a a m b i e n t e s q u e n e ce si t a n d e i l u m i n a ci ó n

ar t ificial, especialm ent e en el per iodo noct ur no. Así,

en el caso de ilum inación ar t ificial, se r ecom ienda el

em pleo de fluor escent es, en núm er o com pat ible con

las dim ensiones del am bient e y act ividad desar r ollada,

l a cu a l d e b e e st a b l e ce r se p o r cá l cu l o s( 5 - 6 ). En e l

Hospit al 2, la ilum inación er a insuficient e.

La v en t ilación , debe ser su f icien t e in clu siv e

cuando sea de for m a nat ur al, ev it ándose el aum ent o

d e t e m p e r a t u r a a sí co m o l a h u m e d a d d e f o r m a

e x ce si v a . La sa l a d e l se r v i ci o d e e n f e r m e r ía n o

r e q u i e r e d e co n d i ci o n e s e sp e cíf i ca s e n cu a n t o a

t em per at ur a, hum edad y calidad de air e. Siendo así,

est ar ía cont r aindicado el uso de v ent ilador de t echo,

const at ado en el Hospit al 2. Teniendo en cuent a que

la Resolución de la Dir ección del Colegio ( RDC) Nº 45

con sid er a q u e el am b ien t e p ar a la p r ep ar ación d e

m e d i c a m e n t o s , e n e s p e c i a l d e l a s s o l u c i o n e s

par en t er ales de pequ eñ o y gr an v olu m en , debe ser

libr e de polv o y par t ículas( 4- 5).

Tr azan d o u n p ar alelo en t r e las con d icion es

d e l a m b i e n t e e n d o n d e s e p r e p a r a n t o d o s l o s

m e d i c a m e n t o s , p r i n c i p a l m e n t e l a s s o l u c i o n e s

p ar en t er ales d e p eq u eñ o y g r an v olu m en , con las

in f or m acion es ob t en id as en la RDC 4 5( 5 ) d on d e se

r ecom ienda: ser est e am bient e de acceso r est r ict o y

uso exclusivo, libr e de polvo y par t ículas; y, pr ot egido

con t r a la en t r ad a d e in sect os, d e t al f or m a q u e se

asegur e la est er ilidad de los m edicam ent os, se percibe

que las salas de los servicios de enferm ería, t ant o en

los hospit ales donde fue desarrollado el est udio, com o

en los dem ás hospit ales brasileros de la red pública y

p r i v a d a , n o e s t á n d e a c u e r d o c o n t a l e s

r ecom endaciones, siendo necesar io sensibilizar a las

g er en cias d e los ser v icios p ar a el cu m p lim ien t o d e

est a n or m a.

Vienen siendo m uy discut idas las condiciones

del am bient e par a la pr epar ación en r elación con la

est erilidad del m edicam ent o. Algunos aut ores sugieren

q u e , p a r a c u m p l i r l a s r e c o m e n d a c i o n e s d e l a

legislación( 5 ), las solu cion es par en t er ales deb en ser

pr epar adas baj o un com par t im ient o de v idr io cer r ado

y de fluj o lam inar, m ot ivo por el cual la pr epar ación

debe ser dest inada al servicio de farm acia hospit alaria

p o r m ed i o d e d o si s u n i t ar i a. Po r o t r o l ad o , es d e

con ocim ien t o q u e la p r ep ar ación d e m ed icam en t os

en est as con d icion es elev an el cost o, u n a v ez q u e

r equier en de la adquisición de equipos apr opiados y

aum ent o de per sonal( 6).

En r elación a la or ganización del espacio de

t r abaj o, fue at r ibuida al enfer m er o la adecuación de

m u e b l e s y e q u i p o s p a r a l a s a c t i v i d a d e s

desem peñadas. Los enferm eros en el liderazgo de sus

servicios deben est udiar los locales y las dim ensiones

de los arm arios y gavet as dest inados para el m at erial

de consum o, de m odo que sea posible el acceso rápido

y m as er gonóm ico de los pr ofesionales.

La ex ist en cia de n or m as en la or gan ización

d e l s e r v i c i o d e e n f e r m e r ía r e p r e s e n t a e l c a n a l

con du ct or par a el desar r ollo de las act iv idades. Las

nor m as sir ven par a det er m inar las act ividades o com o

g u ías q u e d escr ib en las accion es ad m in ist r at iv as o

(5)

enfer m er ía( 7). Fr ent e a t al afir m ación, se v er ificó que

l a s i n s t i t u c i o n e s e s t u d i a d a s n o s e e n c u e n t r a n

o r g a n i z a d a s d e a c u e r d o c o n n o r m a s s o b r e l a

c o n s e r v a c i ó n d e m e d i c a m e n t o s , s o b r e t o d o c o n

relación a la refrigeración y la t em perat ura am bient e.

Un a de las su ger en cias pr esen t adas es qu e

los servicios pueden opt ar por realizar norm as y rut inas

de acuerdo con la real sit uación del cuadro de personal,

para la ej ecución de sus act ividades( 7). Frent e a t ales

su g er en ci as, se en t i en d e q u e l as j ef at u r as d e l o s

ser v icios, en el hospit al est udiado, debe abast ecer se

de est os in st r u m en t os par a asegu r ar la u n ifor m idad

de los pr ocedim ient os de acom odación, conser v ación,

preparación hast a la adm inist ración de m edicam ent os.

Co n r e s p e c t o a l a d i s p o n i b i l i d a d d e l a s

bandej as y cubet as par a el apoy o en la pr epar ación

y t r anspor t e de m edicam ent os se cr ee necesar io, que

la pr ev isión de m at er iales sea est im ada de acu er do

con el núm er o de veces que est e m at er ial es em pleado

dur ant e el día( 8). Se ent iende que est e m at erial no es

suficient e en las unidades, considerando que ellos son

u sados par a ot r os pr ocedim ien t os en en f er m er ía.

Lo s a p a r a t o s d e b o m b a s d e i n f u s i ó n ,

i d e n t i f i ca d o s e n l o s l o ca l e s d e e st u d i o , e st á n d e

a c u e r d o c o n l a s e s p e c i f i c a c i o n e s e x i g i d a s e n l a

legislación, y la cant idad disponible est a de acuer do

con la dem anda de necesidades del sect or.

En t é r m i n o s d e m a t e r i a l e s y e q u i p o s, l a

d i s p o n i b i l i d a d d e e s t o s , e n t i e m p o y c a l i d a d

adecuados, per m it e la cont inuidad de las act iv idades

sin per j uicio del pacient e.

Para la preparación de los m edicam ent os por

v ía or al, la lit er at u r a in dica la u t ilización de v asit os

principalm ent e para adm inist rar j arabes, suspensiones

y em ulsiones. Así com o t am bién m encionan sobr e la

ut ilización del t r it ur ados en el caso de adm inist r ación

por sonda nasogást r ica o nasoent er ica( 9- 10).

En est e sent ido, apenas el Hospit al 2 dispone

d e l t r i t u r a d o r y d e v a s i t o s d e s c a r t a b l e s , p a r a

m edicam en t os or ales de acu er do a las in dicacion es

m encionadas en la lit erat ura. En el Hospit al 1, se ut iliza

l a j e r i n g a p a r a m e d i r, d i so l v e r y t r a n sp o r t a r l o s

m edicam ent os líquidos. Est a for m a de adapt ación del

m edicam ent o en la j er inga pr edispone al er r or por la

facilidad de equivocarse sobre la vía de adm inist ración.

O t r o a s p e c t o o b s e r v a d o e n e l m a t e r i a l

dispon ible par a la pr epar ación de los m edicam en t os

f u e l a p r o t o co l i za ci ó n . La p r o t o co l i za ci ó n d e l o s

m at er iales pr opor ciona buenos r esult ados económ icos

y t écnicos, sobr e t odo por aux iliar en el pr oceso de

pr ev isión de m at er iales y por su r educción haciendo

m a s e f i c i e n t e l a o r g a n i z a c i ó n y c o n t r o l d e l o s

m ism o( 1 1 ). Se est a de acu er do qu e la u n if or m ización

genere la sim plificación y la reducción del desperdicio.

Po r o t r o l a d o , se e n t i e n d e q u e l o s e l e m e n t o s a

pr ot ocolar deban ser cuidadosam ent e analizados, de

m odo que no se ofr ezca r iesgos al pacient e.

S o b r e e s t e a s p e c t o , s e d e s t a c a l a

d i s p o n i b i l i d a d d e a g u j a s h i p o d é r m i c a s y d e s u s

r espect iv os calibr e, sien do qu e en el Hospit al 1 , se

t ien e dos opcion es y, en el Hospit al 2 , t r es opcion es.

Se en t ien de qu e en est a sit u ación , u n aspect o t écn ico

q u e n o p a r ece h a b er si d o co n si d er a d o y d e g r a n

i m p o r t a n c i a p a r a l a a d m i n i s t r a c i ó n d e

m e d i c a m e n t o s p o r v í a i n t r a m u s c u l a r e s l a

e v a l u a c i ó n d e l e s p e s o r d e l t e j i d o c u t á n e o d e l

pacien t e en r elación al t ipo de agu j a a ser em pleado.

I n c l u s i v e s i e n d o b a j a l a p r e s c r i p c i ó n d e l

m e d i ca m e n t o p o r v ía i n t r a m u scu l a r, l a l i t e r a t u r a

r e co m i e n d a q u e , p a r a e sco g e r l a a g u j a , se d e b e

con sid er ar, ad em ás d el esp esor, el t ip o d e solu ción

a ad m in ist r ar se( 1 0 , 1 2 ). En t r e ot r as con si d er aci on es,

se e n f a t i z a q u e l a f a l t a d e o b se r v a ci ó n d e e st e

a sp e ct o co n st i t u y e u n p o t e n ci a l p a r a r e a cci o n e s

pr odu ct o de la in y ección in t r am u scu lar( 9 - 1 0 , 1 2 ). Sien do

a s í , s e r e c o m i e n d a l a r e v i s i ó n d e e s t e i t e m ,

co n si d er an d o l a v ar i aci ó n en el g r u p o et ár eo y l a

con st it u ción física en t r e los pacien t es qu e se in t er n an

en el ser v icio d e m ed icin a.

Con r elación a los disposit iv osde t ipo scalp

( but t er fly) y los cat ét er es par a punción venosa ( j elco/

abbocat h) , est os se encuent ran disponibles en calibre

variable, perm it iendo su elección m ediant e evaluación

pr ev ia de la r ed v enosa del pacient e.

Par a la ident ificación de los m edicam ent os a

ser adm inist r ados, cabe a la inst it ución det er m inar y

su p l i r e st a n e ce si d a d d e se g u r i d a d e n l a t e r a p i a

m e d i ca m e n t o sa . Pa r a e st a a cci ó n se i n d i ca ci n t a

adhesiva( 9). En est e caso, se ent iende que t ant o puede

s e r u s a d a l a c i n t a e n g o m a d a c o m o e l p l u m ó n

indeleble, confor m e sea pr ot ocolado en la inst it ución.

Par a el an álisis d e con f or m id ad d el cu ad r o

d e p r o f e si o n a l e s d e e n f e r m e r ía e n l o s h o sp i t a l e s

est udiados, algunos r equisit os son im por t ant es com o,

el m ét od o d e cálcu lo ad op t ad o y el p or cen t aj e d e

p r o f e s i o n a l e s d e a c u e r d o c o n e l s i s t e m a d e

clasificación del pacient e. Para la cant idad del personal

de enfer m er ía, se v er ificó que el cuadr o m ás cr ít ico

fue const at ado en el Hospit al 2.

Con r elación a la pr esen cia de per son al de

enseñanza en el hospit al se debe considerar que el paso

(6)

de la asist encia, requiriendo por lo t ant o at ención para

el cálculo de la t asa de ausencia de los profesionales( 13).

Trat ándose de hospit ales públicos, la polít ica

par a adm isión de r ecur sos hum anos est a vinculada a

l o s n i v e l e s s u p e r i o r e s d e d e c i s i ó n p o l ít i c a ,

consider ando que est a se hace efect iva por m edio de

concursos públicos o cont rat os t em porarios realizados

por la Secr et ar ia de la Salud del Est ado.

La capacit ación de los pr ofesionales ha sido

una for m a efect iv a de pr epar ar los par a enfr ent ar los

cam b ios t ecn ológ icos y cien t íf icos q u e in v ad en las

i n s t i t u c i o n e s h o s p i t a l a r i a s( 1 4 ). En l a t e r a p i a

m edicam ent osa, en la educación del pr ofesional debe

t am bién ser in clu ida el u so de equ ipos de apoy o y

adm in ist r ación de m edicam en t os, r epr esen t ados por

l o s d i v e r so s m o d e l o s d e b o m b a s d e i n f u si ó n . La

act ualización sobr e los gr upos de m edicam ent os, sus

e f e ct o s y p o si b l e s r e a cci o n e s so n i n f o r m a ci o n e s

esenciales para un seguim ient o adecuado del pacient e.

CONSI DERACI ONES FI NALES

Al co n cl u i r est e est u d i o f u e p o si b l e en l a

in st it u ción in v est igada car act er izar la est r u ct u r a de

l a p r e p a r a ci ó n d e m e d i ca m e n t o s y l o s m ú l t i p l e s

f act or es agr egados qu e in t er f ier en en la calidad de

l a t e r a p i a . S e c o n s t a t ó q u e e l a m b i e n t e d e

p r e p a r a c i ó n d e m e d i c a m e n t o s s e e n c u e n t r a

d iscor d an t e con la leg islación v ig en t e, r eq u ir ien d o

d e m o d i f i c a c i o n e s i n m e d i a t a s . L o s r e c u r s o s

m at er iales disponibles par a la pr epar ación r equier en

ser r ev isad os sob r e t od o en r elación a la can t id ad

d e j e r i n g a s y , p r i n c i p a l m e n t e , l a s a g u j a s

h ip odér m icas con u n m ism o pat r ón of r ecen r iesgos

a los pacien t es.

Fu e e v i d e n ci a d o q u e l o s p r o f e si o n a l e s d e

enfer m er ía no r eciben infor m aciones sobr e el m anej o

de la bom ba de in f u sión y m edicam en t os de f or m a

sist ém ica, lo que sum ado a la falt a de nor m as, r ut inas

o p r o c e d i m i e n t o s r e l a t i v o s a l a c o n s e r v a c i ó n y

alm acen am ien t o de m edicam en t os se con st it u y e en

am en aza par a la calidad de la asist en cia.

Se concluy e que la est r uct ur a en el sist em a

d e m e d i c a c i ó n e s e s e n c i a l p a r a q u e l a t e r a p i a

m ed i ca m en t o sa sea seg u r a y ef i ca z. Lo s f a ct o r es

in d icad os in t er f ier en en el p r oceso d e m ed icación ,

por consiguient e son necesar ias m odificaciones par a

q u e se est ab l ezca u n a t er ap i a m ed i cam en t o sa d e

ca l i d a d .

REFERÊNCI AS BI BLI OGRÁFI CAS

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Referências

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