ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE
Relatório Final
Orientador: Professor Doutor Luís Campos
Regente: Professor Doutor Rui Maio
Mestrado Integrado em Medicina
Ano letivo 2019/2020
João Pedro Nogueira Azenha
N.º 2014243
“Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam.”
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Índice
I. Introdução ... 2
II. Síntese das atividades desenvolvidas ... 3
Cirurgia Geral ... 3
Medicina Interna ... 3
Saúde Mental ... 4
Medicina Geral e Familiar ... 4
Pediatria e Ginecologia e Obstetrícia ... 5
III. Elementos valorativos... 5
IV. Reflexão crítica ... 6
V. Anexos ... 9
Lista de Abreviaturas
IFMSA – International Federation of Medical Students Associations; MGF – Medicina Geral e Familiar; MIM –
Mestrado Integrado em Medicina; NMS|FCM – Nova Medical School | Faculdade de Ciências Médicas; TEAM –
Trauma Evaluation and Management; TML – Tuna Médica de Lisboa; UC – Unidade Curricular; USF – Unidade
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I.
Introdução
Ao longo dos anos vários foram os consensos que procuraram estabelecer normas orientadoras de formação pré-graduada em Medicina. Em 2005, de um esforço conjunto das várias escolas médicas do país resultou o documento O Licenciado Médico em Portugal, onde se estabelecem objetivos essenciais ao bom ensino médico no país. Neste documento pode ler-se que a finalidade da formação médica pré-graduada é “ajudar o estudante médico a adquirir uma base de conhecimentos sólida e coerente, associada a um adequado conjunto de valores, atitudes e aptidões que lhe permita tornar-se um médico fortemente empenhado nas bases científicas da arte da Medicina”1.
É neste último ano que a procura pela aquisição dessa base de conhecimentos e valores assume um peso maior, pois é nesta fase que se pretende uma consolidação e integração das componentes teórica e prática inerentes ao bom exercício da profissão. Compreende-se assim o enorme valor do Estágio Profissionalizante, uma unidade curricular organizada em 6 estágios parcelares (Medicina Interna, Cirurgia Geral, Medicina Geral e Familiar, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia e Saúde Mental) que ajuda à preparação dos alunos para o mundo profissional.
Em consonância com estas linhas gerais e de acordo com as minhas próprias expetativas estabeleci alguns objetivos específicos que considerei prioritários para este ano:
• Rever, consolidar e sistematizar conhecimentos teóricos previamente adquiridos;
• Melhorar capacidades de comunicação com o doente, respetivos cuidadores e profissionais de saúde;
• Treinar uma abordagem global do doente no sentido de uma prática clínica cada vez mais autónoma;
• Desenvolver capacidades de utilização eficaz da tecnologia de informação para selecionar a melhor informação disponível para o tratamento do doente.
Assim, serve o presente relatório para sumarizar e analisar as atividades desenvolvidas ao longo do último ano. Este documento está dividido em três secções:
• Síntese das atividades desenvolvidas ao longo dos vários estágios parcelares;
• Elementos valorativos que incluem atividades extracurriculares que identifico como estruturantes ao longo do meu percurso académico;
• Reflexão crítica sobre o cumprimento ou não dos objetivos globais e específicos da formação pré-graduada e sobre a minha evolução ao longo deste período.
1. Victorino, R., Jollie, C., e McKimm, J. (2005). O licenciado médico em Portugal. Core graduates learning outcomes project. Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
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II.
Síntese das atividades desenvolvidas
Cirurgia Geral
Fondazione IRCCS Policlinico San Matteo
2 de setembro de 2019 a 4 de novembro de 2019
O meu estágio parcelar de Cirurgia Geral foi realizado ao abrigo do programa Erasmus+ –
traineeship no Policlinico San Matteo pela Università degli Studi di Pavia, em Itália, sob orientação
do Professor Andrea Pietrabissa.
Para este estágio defini como objetivos principais: 1) consolidar conhecimentos relativos à melhor abordagem diagnóstica e terapêutica das principais patologias cirúrgicas; 2) automatizar os procedimentos de higiene e assepsia e 3) Rever e treinar as principais técnicas cirúrgicas e de sutura. Este período decorreu de forma exclusivamente observacional em contexto de Bloco Operatório, onde pude presenciar diversos procedimentos cirúrgicos, sobretudo nas áreas da patologia colorretal, hepatobiliar e de defeitos da parede abdominal. As cirurgias foram sobretudo realizadas por via laparoscópica, mas também por laparotomia ou com recurso à tecnologia robótica através do sistema
da Vinci.
Medicina Interna
Hospital Santo António dos Capuchos – Serviço de Medicina 2.4 4 de novembro de 2019 a 10 de janeiro de 2020
O estágio parcelar de Medicina Interna teve a duração de oito semanas, sendo constituído por uma componente teórico-prática (seminários lecionados no Edifício Sede da NMS|FCM) e uma componente prática, sob orientação da Dr.ª Lurdes Venâncio.
Para este estágio estabeleci como prioridades: 1) familiarizar-me com as patologias mais prevalentes na comunidade; 2) adaptar-me a uma equipa multidisciplinar (com as consequentes exigências de comunicação que isso acarreta) e 3) treinar uma abordagem global do doente num ambiente controlado e tutorado, mas no sentido de uma prática cada vez mais autónoma e proativa.
A enfermaria constituiu o principal local de contacto. Integrei a equipa médica na sua rotina diária, ficando responsável pela observação diária de um a dois doentes, respetivo registo no diário clínico, elaboração de notas de entrada e notas de alta, interpretação e registo de meios complementares de diagnóstico, discussão de hipóteses diagnósticas e elaboração de uma proposta de plano terapêutico. Fui também responsável por apresentar e discutir os casos dos doentes que acompanhei nas reuniões de serviço semanais. Adicionalmente, acompanhei os elementos da equipa
4 no serviço de urgência (SU) do Hospital de São José, onde pude treinar as particularidades da anamnese e exame físico no doente agudo com alguma autonomia.
Em contexto de internamento observei de forma autónoma um total 20 doentes, com uma média de idades de 78,6 anos e uma mediana de 81 anos e uma grande prevalência de patologia cardiovascular, respiratória e/ou infecciosa. Em termos práticos, tive a oportunidade de realizar gasimetrias de sangue arterial, uma paracentese e de observar a realização de duas toracocenteses.
Tive ainda a oportunidade de assistir à apresentação de um caso clínico subordinado ao tema “Dor abdominal no Idoso”, apresentado pelo Dr. António Murinello e pela Dra. Rita Monteiro. Por fim, realizei quatro histórias clínicas, que foram discutidas com a minha tutora, e uma apresentação sobre o tema “Doença Renal Crónica” em conjunto com os meus colegas de estágio.
Saúde Mental
Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa – Clínica 6 20 de janeiro de 2020 a 14 de fevereiro de 2020
O estágio parcelar de Saúde Mental teve a duração de quatro semanas, sendo constituído por uma componente teórica (seminários introdutórios lecionados no Edifício Sede da NMS|FCM) e uma componente prática, sob a orientação do Dr. João Miguel Oliveira.
Defini como principais objetivos para este estágio: 1) consolidar conhecimentos e capacidades diagnósticas e de intervenção clínica básica adquiridas em anos anteriores; 2) treinar a entrevista clínica e o exame do estado mental e 3) reconhecer a importância de situar o doente no seu contexto social, laboral e familiar e de identificar situações de risco que possam comprometer a boa adesão à terapêutica.
Ao longo deste período, acompanhei o meu tutor na observação diária de doentes em contexto de internamento, nas consultas comunitárias na Clínica CINTRA e no SU do Hospital de São José. Tive ainda a oportunidade de assistir às aulas do internato de Psiquiatria do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa. As patologias com que mais contactei foram esquizofrenia, perturbação esquizoafetiva e perturbação depressiva recorrente.
Medicina Geral e Familiar
Unidade de Saúde Familiar Vale do Sorraia 18 de fevereiro de 2020 a 14 de março de 2020
5 O estágio parcelar de Medicina Geral e Familiar (MGF) decorreu na Unidade de Saúde Familiar Vale do Sorraia, em Coruche, durante quatro semanas, sob orientação da Dr.ª Mileta Gomes.
Para este estágio defini como prioridades: 1) consolidar competências na relação médico-doente; 2) treinar a condução de entrevista clínica e a gestão do tempo de consulta; 3) reconhecer as indicações dos exames complementares de diagnóstico e saber interpretá-los; 4) conhecer critérios de referenciação a cuidados secundários de saúde.
Durante o estágio participei ativamente em consultas de Saúde de Adultos, Saúde Infanto-Juvenil, Saúde Materna, Planeamento Familiar e na Consulta Aberta. Neste contexto pude conduzir autonomamente ou com supervisão mínima um total de 34 consultas. As patologias mais observadas foram hipertensão arterial e diabetes mellitus. Participei ainda em consultas ao domicílio e no Serviço de Atendimento Permanente. Por fim, colaborei com o programa 1 minuto de saúde da Rádio Voz do Sorraia através da produção e leitura de seis textos para promoção da literacia em saúde.
Pediatria e Ginecologia e Obstetrícia
16 de março de 2020 a 17 de abril de 2020 e de 20 de abril de 2020 a 15 de maio de 2020
Devido à suspensão de toda a atividade presencial no início do mês de março de 2020 por efeito da crise pandémica de COVID-19, os estágios parcelares de Pediatria e de Ginecologia e Obstetrícia não puderam ser realizados da forma prevista. Assim, numa tentativa de compensar as perdas que desta situação advieram, os professores coordenadores de cada estágio parcelar organizaram atividades que pudessem ser realizadas à distância durante o período que seria de vivência hospitalar.
No caso de Pediatria, produzi um artigo de revisão sobre o tema “Abordagem às convulsões febris” e uma apresentação sobre “Abordagem ao doente com náuseas e vómitos”. Tive ainda a oportunidade de assistir a sessões de casos clínicos sobre temas de Pediatria.
Em Ginecologia e Obstetrícia tive a oportunidade de assistir a cinco workshops disponibilizados em formato digital e resolver testes disponibilizados semanalmente. Por fim, produzi também uma apresentação sobre o tema “COVID-19 e gravidez: prevenção, abordagem e cuidados no parto e puerpério”. Pronunciar-me-ei adiante sobre os ganhos que reconheço a estas atividades.
III. Elementos valorativos
Com o objetivo de aprofundar alguns conhecimentos em áreas do meu interesse participei ao longo deste último ano nas seguintes atividades:
6 • ESOR/Champalimaud ASKLEPIOS Symposium: Pancreatic Cancer – From Cell Biology to
Treatment
• Psychiatry Pitstop
• Palestra de Neurorradiologia
• Palestra “Ser médico no Hospitalar Prisional”
Realizei ainda outras atividades extracurriculares ao longo do Mestrado Integrado em Medicina que agora identifico como estruturantes neste percurso, das quais destaco um intercâmbio clínico em Guadalajara, no México, pela International Federation of Medical Students Association (IFMSA) e, no campo do voluntariado, o projeto Saúde Porta-a-Porta.
IV.
Reflexão crítica
Findo o Estágio Profissionalizante importa fazer uma breve reflexão sobre o meu percurso. De uma forma geral, considero cumpridos os objetivos anteriormente explicitados. Nesta secção procurarei detalhar o papel de cada estágio parcelar e das atividades extracurriculares desenvolvidas na prossecução desses mesmos objetivos.
O estágio de Cirurgia Geral realizado ao abrigo do programa Erasmus+ – traineeship foi o estágio com a menor componente prática. Por esta razão, não me foi possível cumprir o objetivo de rever e treinar as técnicas de sutura, que considero de extrema utilidade na prática clínica de várias áreas. No entanto, a disponibilidade e dedicação da equipa que me acolheu fez com que este estágio valesse como um excelente momento de consolidação de conhecimentos teóricos sobre a abordagem das patologias cirúrgicas mais comuns.
No estágio de Saúde Mental as várias valências complementaram-se de forma útil: em contexto de internamento pude rever conceitos importantes de terapêutica e observar o planeamento de alta e de gestão do doente em ambulatório tendo em conta o seu contexto social e familiar; na clínica CINTRA percebi a importância da proximidade dos serviços de saúde à população, na medida em que conduz a uma maior adesão à terapêutica e sensação de acompanhamento por parte dos doentes. Relativamente aos estágios de Medicina Geral e Familiar e de Medicina Interna considero que foram aqueles que mais contribuíram para o ganho de autonomia e treino de uma abordagem geral do doente. Em Medicina Interna destaco como ponto positivo o facto de ter tido um estágio muito equilibrado em termos de variedade de patologias com que contactei (sobretudo as das áreas cardiovascular, respiratória e infeciosa), o que constituiu uma ótima oportunidade de revisão, sistematização e integração de conhecimentos teóricos. Destaco como relevante o facto de ter
7 acompanhado colegas mais novos, do 3º ano do curso, o que me obrigou a rever e sistematizar matéria que não tinha tão presente por forma a ser claro e rigoroso na informação que lhes transmitia. Além disso, este estágio permitiu-me desenvolver a minha capacidade de trabalho autónomo em contexto de enfermaria, bem como as minhas capacidades de relação interpessoal e de discussão de doentes com outros profissionais de saúde. A este propósito destaco ainda o elevado número de casos sociais, o que obrigou a uma coordenação constante com a equipa de assistentes sociais. Relativamente a Medicina Geral e Familiar, foi um estágio que me trouxe mais confiança na prescrição racional de medicamentos, nomeadamente em relação a posologia e quantidade de medicação a dispensar. O facto de ter conduzido algumas consultas sozinho obrigou-me também a treinar a gestão de tempo e a priorização de problemas, bem como a pensar de forma mais sustentável nos recursos disponíveis. Por outro lado, o facto de ter sido um estágio numa zona rural, como é a de Coruche, alertou-me para o problema da falta de acesso a cuidados de saúde tantas vezes sentido no interior e para a especial importância que o médico de família assume neste contexto.
Como já foi referido, a suspensão de todas as atividades presenciais no início do mês de março levou a que os estágios de Pediatria e de Ginecologia e Obstetrícia não pudessem ser realizados nos moldes habituais. Em Ginecologia e Obstetrícia, a resolução de exercícios sobre temas vários obrigou a um estudo semanal sobre conteúdos teóricos, algo que considero positivo. Em Pediatria, as sessões de casos clínicos promovidas mesmo após o término do período correspondente ao estágio, constituíram excelentes oportunidades de treino para a Prova Nacional de Acesso e, na minha opinião, foram exemplos de um método de ensino que se quer cada mais prático de forma a melhor preparar os alunos para a realidade clínica. Além disso, foi também promovida a realização de trabalhos de revisão da literatura. Se, por um lado, estas atividades constituíram uma possibilidade de treino de capacidades de seleção e revisão de informação científica relevante, por outro, levam-me a refletir sobre uma área pouco representada no curriculum da NMS|FCM, o da formação em investigação. As poucas unidades curriculares que focam a componente de investigação ou trabalho em literatura científica são, na minha opinião, desprovidas de ligação com a clínica e exigem conhecimentos de ciência básica que não possuímos. O investimento nesta área fica assim depauperado e sujeito à iniciativa de cada um. Neste sentido, reconheço também a minha falha e considero que este é um dos objetivos menos conseguidos na minha formação. Agora consciente desta limitação, espero conseguir colmatá-la no futuro pela importância que reconheço ao trabalho de investigação clínica e translacional.
Para concluir gostaria ainda de fazer menção a algumas das atividades que ao longo destes 6 anos que me permitiram crescer como pessoa e, por isso, também como futuro médico. Estou convicto de
8 que “a educação de um médico é complexa. Não pode ser apenas a aprendizagem de gestos e atitudes que lhe permitam a prática profissional. Requer cultura, sem o que a sua compreensão do doente será sempre limitada”1. Neste sentido, a minha participação na Tuna Médica de Lisboa (TML) teve um
papel importante. Por um lado, ajudou-me a perceber a responsabilidade de herdar o nome de uma associação com mais de 20 anos de existência e o apreço que devemos a quem antes de nós trabalhou por ela; alguns deles foram meus professores ao longo do curso e tornaram-se para mim referências. Estabeleço um natural paralelismo entre a formação médica e o meu percurso neste grupo – em que tantas vezes aprendi pelo exemplo – por me recordar do respeito que devemos a quem, precisamente
pelo exemplo, nos ensina uma profissão que tanto exige de saber como de saber fazer. Por outro lado,
os cargos que tive na TML permitiram-me desenvolver capacidades de organização de eventos, de liderança e gestão de equipas e de resolução de conflitos interpessoais.
As duas experiências de mobilidade que tive, apesar de tão diferentes, foram também extremamente enriquecedoras. Através do trabalho e da convivência com estudantes de medicina oriundos de culturas tão distintas da minha, pude pôr à prova os meus valores de tolerância e respeito e a minha capacidade de adaptação a novas realidades. Além disso, no estágio de Medicina de Emergência realizado em Guadalajara, no México, tomei contacto com uma realidade médica muito diferente, em que apenas pela resiliência e enorme empenho dos profissionais de saúde é possível fazer face a várias adversidades de ordem material e cultural. Em Pavia, Itália, a experiência foi menos impactante, mas nem por isso menos enriquecedora. Destaco o papel que teve em tornar-me uma pessoa mais independente e proativa, bem como no treino das línguas inglesa e italiana, o que me será certamente proveitoso no futuro.
No campo do voluntariado destaco a minha participação no projeto Saúde Porta-a-Porta, um projeto que pretende combater a solidão na terceira idade. Este foi um projeto muito gratificante e que me alertou para uma dura realidade, que é cada vez mais significativa e com a qual terei inevitavelmente de lidar.
Concluo este ano com uma sensação de dever cumprido e com a certeza de que as adversidades que assolaram este final de percurso não anulam o esforço e a dedicação dos últimos 6 anos. Resta-me, pois, agradecer a todos os meus professores, tutores, colegas, família e amigos que tornaram mais fácil esta conquista.
1. Victorino, R., Jollie, C., e McKimm, J. (2005). O licenciado médico em Portugal. Core graduates learning outcomes project. Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
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V.
Anexos
Secção 1 – Estágio Profissionalizante
• ANEXO 1 – Cronograma das atividades desenvolvidas durante o Estágio Profissionalizante • ANEXO 2 – Apresentações efetuadas ao longo do Estágio Profissionalizante
Secção 2 – Formações e conferências
• ANEXO 3 – Pancreatic Cancer – From Cell Biology to Treatment • ANEXO 4 – Seminário “Decisões em fim de vida”
• ANEXO 5 – Seminário “Alterações hidro-eletrolíticas e equilíbrio ácido-base” • ANEXO 6 – Psychiatry Pitstop
• ANEXO 7 – Neurorradiologia
• ANEXO 8 – Ser médico no Hospital Prisional
Secção 3 – Estágios clínicos e programas de mobilidade
• ANEXO 9 – Intercâmbio clínico pela IFMSA • ANEXO 10 – Erasmus+ – traineeship
Secção 4 – Voluntariado
• ANEXO 11 – Projeto Saúde-Porta-a-Porta
Secção 5 – Atividade associativa
• ANEXO 12 – Membro da Tuna Médica de Lisboa
Secção 6 – Outros
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ANEXO 1 – Cronograma das atividades desenvolvidas durante o Estágio Profissionalizante
Estágio parcelar Datas Local de estágio Orientador
Cirurgia Geral 02/09/2020 –
04/11/2020
Fondazione IRCCS Policlinico San Matteo
Professor Andrea Pietrabissa
Medicina Interna 04/11/2020 –
10/01/2020
Hospital Santo António dos Capuchos – Serviço
de Medicina 2.4 Dr.ª Lurdes Venâncio Saúde Mental 20/01/2020 – 14/02/2020 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa – Clínica 6 Dr. João Miguel Oliveira Medicina Geral e Familiar 17/02/2020 – 13/03/2020
USF Vale do Sorraia Dr.ª Mileta Gomes
Pediatria 16/03/2020 – 17/04/2020 Ginecologia e Obstetrícia 20/04/2020 – 15/05/2020
ANEXO 2 – Apresentações efetuadas ao longo do Estágio Profissionalizante
Estágio parcelar Tema Autores
Medicina Interna “Doença Renal Crónica” João Azenha, João Gameiro e
Marta Pinto
Pediatria “Abordagem ao doente com
náuseas e vómitos”
João Azenha, João Gameiro, Madalena Pestana e Ana Sofia
Oliveira
Ginecologia e Obstetrícia
“COVID-19 e gravidez: Prevenção, abordagem e cuidados no parto e puerpério”
João Azenha, João Gameiro e Inês Amaral
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