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Robby

Arrastando-se de um pé para o outro, Robby ficou do lado de fora da porta de Brick esperando que alguém atendesse sua batida. Liv havia mandado uma mensagem para ele vir depois do trabalho, mas ela não disse por quê. Se tivesse sorte, um prato de macarrão esperava por ele na cozinha.

Liv abriu a porta, agarrou-o pelo pulso e puxou-o para dentro.

Ele sentiu o cheiro de um perfume floral leve.

— Nós— declarou ela, — ... vamos sair hoje à noite.

— Nós vamos? — Em uma quarta-feira aleatória?

Ela franziu os lábios, chamando sua atenção para o gloss rosa brilhante ali. Liv não costumava usar maquiagem. Ela também estava com um vestido bonito com uma saia larga e sapatos de tiras. Não seu traje normal de professora.

— Qual é a ocasião? — E por que ele estava aqui?

— Jonathan voltou para casa de péssimo humor na segunda-feira à noite e não saiu de seu modo desde então. Ele não falaria sobre isso. — Ela alisou o cabelo. — Quando eu estava conversando com Amanda esta tarde,

ela me disse que a mesma coisa estava acontecendo com Kane. Suponho que você não saiba alguma razão pela qual os dois foram detonados?

Ele olhou para seus sapatos. Brick e Kane pareciam bem no trabalho, mas para ser honesto, eles meio que pisaram em ovos ontem. Ele não queria mentir sobre o que aconteceu com John, mas não tinha intenção de reviver a experiência.

Ela cantarolou. — Bem, aconteça o que acontecer, achei que seria bom para nós todos sairmos e nos divertirmos. Jonathan disse que você estava trabalhando em outro local hoje, então você não o viu, mas ele ainda está um pouco tenso. — Ela bagunçou seu cabelo. — Ele te ama. Se alguém pode me ajudar a tirá-lo desse medo, é você.

Como ele poderia dizer não?

— Kane e Amanda estão no restaurante. Matt vai nos encontrar lá também.

Ele se animou com a menção do nome de Matt. — Sim?

Brick fez uma careta quando saiu do quarto. Ele puxou a gola da camisa pólo esticada em seu peito largo. — Você tem algo a ver com isso, Robby?

— Oh, quieto, — Liv resmungou. — Apenas entre no carro. Não vamos ao Moe há anos.

O Moe's era um pequeno bar e churrascaria a apenas alguns quarteirões de distância. Ele só estivera lá uma vez antes, quando Brick e Liv se conheceram. Eles tinham mesas de sinuca nos fundos. Infelizmente, a sinuca não era seu forte.

Ainda assim, se Liv pensava que isso deixaria Brick feliz, ele não considerava difícil voltar. Especialmente se eles ainda tivessem palitos de queijo no menu.

Kane e Amanda já estavam sentados à mesa quando chegaram.

Brick resmungou para a esposa. — Como é que Kane consegue usar uma camiseta?

Liv sussurrou algo em seu ouvido e suas bochechas ficaram rosadas. — Eu vou cobrar isso de você, Livie-minha10.

Eles se juntaram aos amigos na mesa e pediram uma amostra de aperitivo para compartilhar. Normalmente, Kane e Brick estariam contando piadas ou flertando com suas esposas como loucos agora. Em vez disso, Kane pegou a etiqueta em seu pescoço longo e Brick puxou seu colarinho novamente.

Robby suspirou. — Lamento o que aconteceu no local outro dia.

— Não faça isso— grunhiu Brick. — Seu cérebro está levando você a lugares que você não precisa ir. — Ele cortou a mão no ar antes que Robby pudesse argumentar. — Você não é responsável pelas merdas que outras pessoas fazem. Eu sei que você não pensa muito sobre si mesmo. Eu estive lá. Você tem que me ouvir, no entanto. Você é melhor que isso. Melhor do que seu ex filho da puta pensa que você é. Melhor do que você pensa que é. E vou ter que continuar dizendo isso a você o tempo que for preciso para você acreditar. Você fez a mesma coisa por mim.

10 Trocadilho com Minha Vida

— Eu fiz?

— Maldição que você fez. Você foi a primeira pessoa que quis ser meu amigo. Não porque eu pudesse fazer algo por você ou porque você estava com medo de mim. Só porque... inferno, ainda não sei por quê. Você fez, no entanto, e isso significou algo para mim. Ainda significa. Você me entende?

Robby esfregou o peito. — Sim. Vou deixar pra lá, se você quiser. Eu sei que você está bravo com o que aconteceu. Eu sei que você está me protegendo. O que eu preciso agora, porém, é me divertir um pouco com meus amigos. Além disso, se vocês dois ficarem assim, suas esposas vão me renegar.

A garçonete colocou a bandeja de comida na mesa e Brick roubou uma asa de frango Buffalo. — Ninguém vai renegar você.

Robby franziu a testa enquanto Kane, Amanda e Liv cada um pegava um palito de queijo, não deixando nenhum na bandeja. — Eu sei. A parte da rejeição foi uma piada, mas eu quis dizer o resto. Sério, você pode tentar, por favor, deixar para lá?

— Tanto faz, — Kane resmungou, pegando um dos camarões pipoca.

As mulheres trocaram olhares curiosos, mas nenhuma insistiu no assunto. Lentamente, enquanto os casais passavam por outra rodada de bebidas, as risadas se juntaram à conversa e, na terceira cerveja, Kane estava exaltando as virtudes de como a gravidez aumentava o tamanho do copo de sua esposa.

Robby ficou com chá gelado.

Matt chegou assim que eles terminaram de comer e surpreendeu a mesa ao pedir duas dúzias de doses de gelatina, um movimento recebido com grande entusiasmo por Brick e Kane, já que suas esposas se ofereceram como motoristas designadas. No meio do caminho, a festa mudou para as mesas de sinuca, onde Brick e Liv enfrentaram Kane e Amanda.

Robby e Matt optaram por um jogo de dardos do outro lado da sala.

— Tem certeza de que não te incomoda bebermos perto de você? — Matt perguntou, puxando os dardos do tabuleiro na parede.

— Eu te disse quando você me perguntou ontem à noite, não me tenta ver as pessoas bebendo. Às vezes, as coisas simplesmente me desencadeiam. — Robby pegou um dos dardos da mão de Matt e jogou-o direto no alvo. — Não se preocupe. Quanto mais você bebe, pior você joga. Então, tenho praticamente garantia de vitória.

— Robby? O que você? — Chandler, o cara que trabalhava para o Q-Center, se aproximou dele com um largo sorriso.

Robby sorriu de volta quando o homem o cumprimentou com um abraço entusiasmado.

Chandler tinha olhos azuis safira, ainda mais lindos quando combinados com seu cabelo preto e espesso. O homem poderia parar o trânsito e ele sabia disso. — Obrigado novamente por toda a sua ajuda neste fim de semana. Estava esperando que você voltasse.

Matt pigarreou.

Porcaria. Robby não quis ser rude. — Eu sinto muito. Matt, este é o Chandler. Chandler, este é o Matt. Ele é, uh, um amigo do trabalho. Matt, Chandler é...

— Não tem problema. — Matt ergueu as mãos e recuou. — Vocês alcançam. Vou pedir outra rodada de doses.

Robby lutou contra um sorriso. Se ele não soubesse melhor, ele pensaria que Matt estava com ciúmes. Embora ele não tivesse razão para ser. Chandler pode ser gostoso, mas era casado e feliz. Com uma mulher.

— Parece que o monstro de olhos verdes está fazendo uma aparição esta noite. — Chandler tomou um gole da cerveja em sua mão. — Tem certeza que aquele cara é apenas um amigo?

Robby deu uma espiada no bar onde Matt estava segurando uma nota de vinte dólares. Talvez suas finanças estivessem finalmente mudando.

— Robby?

— Oh. Desculpe. Sim, ele me colocou na zona do amigo. Acredite em mim, eu gostaria que fosse de outra forma.

Chandler deu uma risadinha. — Dá tempo a isso. Tenho a sensação de que você não terá que esperar muito e o Sr. Alto, Moreno e Bonito irá surpreendê-lo. Nesse ínterim, quero saber o que você acha do truque que você me mostrou com aquele arquivo Excel.

Matt

Matt voltou para a mesa onde haviam começado a noite, depois bebeu cinco doses de gelatina em rápida sucessão. Quem diabos era Chandler, afinal? Nome estúpido. Músculos estúpidos e jeans apertados.

Ele queria tirar o sorriso presunçoso do rosto do homem. Para fincar uma bandeira no chão na frente de Robby e proclamá-lo fora dos limites para o resto do mundo. Para declarar Robby seu. Não de Chandler ou de John.

Nem mesmo de Brick ou Kane.

Carrancudo, ele pegou outro copo de papel cheio e frágil do suprimento cada vez menor. O ciúme desconhecido o fez se sentir mesquinho, mas ele não conseguia se livrar disso.

Ele engoliu mais gelatina gelada sem saboreá-la.

O arranhar da cadeira ao lado dele atraiu sua atenção para o corpo grosso de Brick se acomodando à mesa. Ele piscou lentamente para seu colega de trabalho. — Você é muito grande para se mover tão silenciosamente.

Brick bufou. — Na minha linha de trabalho... — Ele fez uma pausa. — Na minha antiga linha de trabalho, às vezes um pouco de discrição pode me salvar uma série de problemas.

Ele sabia que Brick costumava ser associado a um chefão do tráfico, mas Matt nunca se sentiu tentado a pedir detalhes. Aparentemente, não até agora. Ele precisava de uma distração da pior maneira. — Qual era a sua antiga linha de trabalho, afinal? — Com o cotovelo apoiado na mesa, ele apoiou o queixo nas mãos.

A longneck da Budweiser na mão de Brick parou a alguns centímetros de seus lábios. — Você realmente quer saber?

Levantando outra dose de gelatina, ele bateu contra a cerveja de Brick em um brinde silencioso.

O grandalhão deu um longo gole em sua Bud e colocou a garrafa de vidro na mesa. — Digamos que quebrei coisas. — Sua mão apertou o pescoço comprido. — Não tenho orgulho disso, mas é uma habilidade que você nunca esquece. Eu faria isso de novo em um piscar de olhos para proteger um dos meus.

Mesmo com o zumbido forte latejando em sua cabeça, Matt entendeu que Brick não quebrava as coisas tanto quanto as pessoas. O conhecimento deveria tê-lo assustado, mas instintivamente, ele sabia que a ameaça de Brick se estenderia a qualquer um que ameaçasse Robby. — Bom, — ele murmurou. — Estou feliz que Robby tenha pessoas como você e Kane cuidando dele. — Quando ele não estava sendo um idiota raso e ciumento. — Rob sempre vê o lado bom das pessoas.

Assentindo sabiamente, Brick largou a cerveja com força e deu um gole raso. — Sim, bem, eu sempre procuro o pior. Impede que eu fique desapontado. Também me impediu de morrer.

Matt distraidamente alinhou os copos de papel amassados e vazios na mesa à sua frente. — Eu realmente não penso muito nisso tudo, eu acho. Eu meio que vivo em uma bolha. É tudo uma questão de fazer o que é necessário para meu filho. Sendo o tipo de pai que eu gostaria de ter tido.

Brick se recostou na cadeira. — Acho que todos nós temos a mesma coisa em comum. Não o tipo de pai. Pai caloteiro. Pai idiota. — Ele circulou o ar com o dedo para incluir Robby e Kane em sua avaliação. — Todos nós temos histórias diferentes, mas todos vamos ter que descobrir como ser pais decentes sem qualquer exposição em primeira mão.

— Sim. Meu pai fugiu quando eu era criança, mas tenho uma boa mãe.

— Então você está melhor do que muitas pessoas. — Drenando o resto de sua cerveja, Brick colocou a garrafa na bandeja agora vazia. — É melhor eu voltar para a minha garota, mas me avise se você precisar de uma carona para casa, cara. Acho que a bebida está subindo à sua cabeça. — Ele sorriu. — Você nunca revelaria fatos reais sobre você sóbrio.

Ele estava bêbado?

Ele mordeu o lábio inferior. Com certeza, ele tomou mais doses do que no Nitro na segunda à noite. Quantos exatamente foram. Quantos ele havia pedido? A esposa de Brick colocou mais na bandeja? Esta semana, ele provavelmente engoliu mais doses do que no resto de sua vida junto.

Ele se levantou e todo o sangue subiu para sua cabeça. Ou de sua cabeça. Ou o que diabos fez parecer que a gravidade estava pregando um tipo especial de piada nele esta noite.

Tropeçando para trás, ele pode ter caído de costas, mas um corpo magro e quente bloqueou sua queda.

— Uau, aí, — Robby respirou, logo atrás de sua orelha.

Ele demorou um momento extra antes de cambalear totalmente de pé. — Desculpe. Acho que devo ter exagerado um pouco com as doses de gelatina. — Ele torceu a boca para o lado. — Acho que me qualifico como um peso leve.

Robby passou o braço em volta da cintura. — Confie em mim. É melhor do que a alternativa.

Matt fez uma careta. — O que aconteceu com o seu amigo? — Ele fez aspas no ar em torno da palavra. Mesquinho? Provavelmente.

Se isso perturbou Robby, ele não deixou transparecer. — Vamos lá. Deixei meu carro na casa de Brick. Dê-me suas chaves e te levarei para casa.

Apoiando-se pesadamente contra o lado de Robby, ele pescou as chaves de seu bolso, e ele deve ter falado o endereço, porque de alguma forma, em nenhum momento, Robby estava puxando-o para fora do banco do passageiro do carro e levando-o para o apartamento.

Robby fechou a porta da frente com a parte de trás do pé enquanto apoiava o peso de Matt. — Sofá ou cama?

Virando seu corpo mais profundamente no aperto de Robby, ele sentiu um cheiro de colônia, a mesma que o homem estava usando quando tropeçou no Closing Time. Então, ele lutou contra o desejo de se inclinar

para o cheiro. Desta vez, porém, ele não sentiu nenhum remorso em se conter.

Ele enterrou o rosto no pescoço de Robby e respirou fundo. — Deus, você cheira tão bem.

Robby enrijeceu embaixo dele e Matt ergueu a cabeça.

— Eu não deveria dizer isso? — Ele sabia que deveria lutar contra isso, mas pela vida dele, ele não conseguia se lembrar por quê.

A linha dos ombros rígidos de Robby relaxou. — Está tudo bem. Só não estou acostumado a ver você assim. Tão, uh, ousado.

O braço de Robby ainda curvado ao redor de seu lado. Parecia estranho e familiar.

Ele apoiou a mão esquerda no bíceps de Robby. — Não estou acostumado a ser visto. — Ele ergueu um ombro e o deixou cair. — Desta forma ou de qualquer maneira. Pelo menos, não até eu conhecer você.

— Talvez você simplesmente não soubesse onde procurar. — Robby sorriu. — Você não está sozinho, sabe. Você tem pessoas que se preocupam com você. Kane, Brick...

— Você? — Ele inclinou o rosto um pouco mais perto de Robby, o cheiro inebriante fazendo cócegas em seu nariz novamente.

A garganta de Robby balançou enquanto ele engolia. — Sim. Claro.

Matt se aproximou ainda mais, e de seu novo ponto de vista, podia ver cada um dos cílios individuais de Robby. Os olhos castanhos do homem

eram poças profundas de chocolate derretido sendo engolidas por suas pupilas. — O cara no bar hoje à noite. Eu queria chutar a bunda dele. — A admissão saiu antes que ele pudesse impedir.

Robby sorriu. — Sério?

— Chandler estúpido. — Matt colocou a mão direita na curva onde o pescoço de Robby encontrava seu ombro. — Você não é dele. Você é meu.

Robby engasgou, e foi como se alguém finalmente tivesse acendido uma luz depois que ele ficou sentado no escuro por toda a sua vida.

Ele se inclinou para frente.

Tão perto.

Ele poderia finalmente ter o que todo mundo tinha. Paixão. Desejo. Com alguém de quem ele gostava. Robby não seria mais apenas seu amigo.

Nunca em sua vida ele quisera tão desesperadamente beijar alguém. Seu coração batia forte no peito. Sua boca encheu de água, implorando por um gosto dos lábios carnudos de Robby, a língua rosa agora varrendo o que ele sabia ser maciez.

Seria tão bom quanto antes? Ele poderia finalmente ter o que todo mundo tinha como certo? Pela primeira vez, ele pensou que talvez pudesse. Talvez, com essa dor crescente, a satisfação pudesse estar sempre pairando fora do alcance.

Fechando a pequena distância restante entre eles, ele esmagou seus lábios nos de Robby. Não foi um beijo gentil ou hesitante. Foi fogo e paixão. Uma reivindicação. Uma revelação maldita.

A boca de Robby ficou congelada sob a sua por uma fração de segundo, mas o fogo estava pegando. Quase imediatamente, Robby o estava devorando com a mesma intensidade. Suas línguas duelaram uma contra a outra, deslizando, entrelaçando-se, quase castigando.

Enquanto seu pau endurecia, ele soltou o braço de Robby para apertar suas costas e puxar seus corpos tensos um contra o outro.

Isto! Era assim que deveria ser sentir um corpo duro contra você.

Porque o corpo de Robby estava duro.

Não apenas a força surpreendente de seu abraço, o aperto de suas mãos, mas a firmeza de seu torso preso contra o de Matt e a ereção em resposta empurrando implacavelmente contra ele.

Matt se afastou da boca de Robby para rastrear beijos em seu pescoço. Ele poderia comê-lo vivo. — Quero, — ele respirou contra a pele de Robby, sua mão deslizando pelo braço do outro homem, apenas parando em seu quadril.

Mesmo tão fortemente pressionados juntos como seus corpos estavam, ele não conseguia chegar perto o suficiente. Ele avançou.

E tropeçou, quase levando Robby ao chão laminado.

O frenesi parou abruptamente.

O peito de Robby arfou em respirações ofegantes, e sua excitação ficou orgulhosa, arqueando suas calças. Mas ele balançou a cabeça e deu um passo para trás, seus braços na frente dele criando uma barricada eficaz. — Pare!

Matt não queria parar. Finalmente, ele entendeu o que estava perdendo todo esse tempo. Como ele deveria ter se sentido quando fez sexo com Patty. Como ela deve ter se sentido por ele.

— Matt! — Robby latiu.

Demorou o som agudo de seu nome para ele perceber que ainda estava se movendo em direção ao outro homem, seu corpo procurando recapturar a sensação que Robby tinha arrebatado.

Ele congelou. — Eu não entendo.

— Você está bêbado.

— Então? — Ele confiava em Robby. Ele queria Robby.

— Então? — Robby repetiu, a frustração vazando em sua voz. — Você me disse que não estava pronto para isso, e agora que está três vezes ao vento, parece uma boa hora para tentar?

Sim.

Robby flexionou a mandíbula.

Ele respondeu a pergunta em voz alta?

— Eu nunca estaria com alguém que não tenho certeza se quer ficar comigo.