No dia 24 de agosto de 2019, chegou à Câmara Legislativa do Distrito Federal o Projeto de Lei Complementar nº 13/2019, que visa a alteração do Setor de Indústrias Gráficas, tendo como intuito a mudanças que versam sobre a flexibilização de normas de construção do plano diretor vigente.
O PLC nº 13/2019, proposto pelo então Governador do DF e também presidente do Conplan, instância colegiada superior para a formulação, análise, acompanhamento e atualização das diretrizes e instrumentos de implementação da política territorial e urbana, dispõe que seja incluso no plano diretor a instalação de empresas imobiliárias, de consultoria, arquitetura e engenharia, agências de viagem, comunicação e tecnologia da informação, advocacia, entre outras, que já funcionam mesmo sem a permissão no setor.
Quanto a isso, dispõe o art. 71 da Lei Orgânica do Distrito Federal, in verbis: Art. 71. A iniciativa das leis complementares e ordinárias, observada a forma e os casos previstos nesta Lei Orgânica, cabe:
[...]
§ 1º Compete privativamente ao Governador do Distrito Federal a iniciativa das leis que disponham sobre:
VI – plano diretor de ordenamento territorial, lei de uso e ocupação do solo, plano de preservação do conjunto urbanístico de Brasília e planos de desenvolvimento local;
Caso aprovado o projeto, uma das mudanças está relacionada à altura dos prédios, que passarão a ter até 15 metros, além da permissão para a instalação de 200 novas atividades na área, seja para liberação de atividades industriais, comerciais, de serviços e institucionais. Visando o fortalecimento do comércio do local, assim como um acesso diversificado para o cidadão.
Com o aumento latente de empreendimentos no SIG, consequentemente ocorrerá um estrondoso aumento do número de veículos que circulam no local, bem como, a necessidade de estacionamentos maiores e mais amplos, todavia, não há espaço disponível para a expansão de estacionamentos. A saída mais lógica seria a implementação de estacionamento nos subsolos, no entanto, a observação número 12 do Projeto de Lei Complementar (PLC) expressa a impossibilidade de uso do subsolo para finalidade diferente de armazenamento. Assim, seria necessário que houvesse uma alteração no referido trecho, a fim de alterar a mencionada orientação para que as mudanças sejam capazes de suprir a necessidade que a população e o tempo reivindicam.
O projeto também visa o estabelecimento de parâmetros de uso e ocupação das seguintes quadras: 1, 2, 3, 4, 6 e 8. Assim como, a ampliação de utilização dos lotes que anteriormente era restrita a atividades bancárias, de radiodifusão e jornais, podendo a partir de agora ter a permissão a utilização dos lotes escolas, agência de viagens, de comunicação, empresas imobiliárias, de arquitetura, de comunicação, as de ramos alimentícios, além de comércios de pequeno porte (MPDFT, 2019).
Dessa forma, a quadra 1, 2 e 4 estarão voltadas à instalação de oficinas, indústrias que versam sobre jornais, revistas, editoras. Além de transmissores e receptores de rádio e TV, assim como de serviços financeiros. Já a quadra 3 terá a permissão para instauração de serviços relacionados a uso institucional. (VIRIATO, 2019)
As quadras 6 e 8 visam a utilização de atividades relativas à educação, a área da saúde, além da utilização das gráficas, editoras e às empresas de telecomunicação. Além do mais a quadra 6, também será utilizada pela administração pública, ou seja, museus, bibliotecas, serviços bancários e arquivos (VIRIATO, 2019).
Vale ressaltar que o projeto tem por objetivo a diversificação dos empreendimentos vislumbrados na região do SIG, diversificação essa que, na prática, já ocorre, haja vista que a sua proximidade com o centro urbano de Brasília e a consolidação do setor sudoeste, que efetivaram um fluxo constante de consumidores na região, propiciaram a instalação de diversas atividades econômicas que originalmente não se encontram elencadas no Plano Diretor.
Ocorre que, na prática, a maior parte dos terrenos disponíveis no SIG já se encontra ocupada, vindo então o Projeto de Lei Complementar, que pede pela inclusão das novas atividades e atualização das normas de ocupação como um meio de legitimar as atividades já instaladas na região, proporcionando, ainda, com a atualização das normas de ocupação, uma dinamização no funcionamento do setor e um melhor ordenamento interno das atividades empreendidas na região, permitindo que as atividades empregadas no SIG cumpram com a sua função social, contribuindo para o aumento da competitividade no local, fomentando, assim, o mercado da região e impulsionando a economia local, conforme se nota na exposição de motivos do referido projeto.
5 PRÓS E CONTRAS
As mudanças propostas nas regras de uso e ocupação do SIG podem trazer, em teoria, várias consequências positivas e negativas, tanto para a própria região, quanto para áreas próximas.
Dentre os pontos positivos, podemos citar a legalização das atividades já existentes dentro do Setor, mas que hoje não possuem respaldo na destinação vigente. A regulamentação permitiria o seu funcionamento, além de permitir a ocupação de outras áreas hoje abandonadas ou que servem apenas de estacionamento.
Em recente reportagem do Correio Braziliense (2019), foram listadas algumas atividades que já existem no SIG, mas que não fazem parte da sua função original, dentre elas: quatro salões de festas, uma academia, uma escola particular, uma faculdade, um cursinho, uma cervejaria, dois prédios de salas comerciais, duas boates adultas.
A proposta, por agora, não possui intenção de criar área residencial, o que ajuda a manter o foco comercial e industrial ao SIG, ponto essencial de sua destinação original, e ainda diminui discussões sobre eventual poluição sonora, facilitando a instalação de empreendimentos noturnos (CAU, 2019).
Por essas razões, o projeto recebeu o aval da maioria das empresas estatais e órgãos responsáveis, como a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil -
NOVACAP (infraestrutura), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal - CAESB (distribuição de água e saneamento), a Companhia Energética de Brasília - CEB (distribuição de energia elétrica).
Além disso, o projeto vem sendo discutido há quase dez anos, com participação ampla da população e dos interessados, e possui hoje grande apoio popular em geral, gerando certa legitimidade para realização da mudança.
Deve-se levar em conta, também, a evolução tecnológica como outro ponto a favor projeto. É compreensível que no passado as indústrias gráficas demandassem amplos espaços para a sua produção. No entanto, isso não é mais uma realidade. A crescente substituição do papel pelos meios digitais, além de reduzir a necessidade de espaço para o maquinário pesado, vem tornando obsoletos esses modelos antigos. Desse modo, é possível imaginar que, com o passar do tempo e a evolução tecnológica e social, caso não houvesse mudança na legislação para se permitir a chegada de novas atividades, a sensação de vazio urbano poderia acabar se agravando.
Por outro lado, se o aproveitamento dos espaços urbanos por si só pode ser visto como ponto positivo, deve-se ressaltar que esse mesmo aproveitamento poderia se tornar responsável pelo aumento no trânsito do local.
O aumento do comércio e da indústria local geraria em tese um maior fluxo de veículos, podendo impactar inclusive o Eixo Monumental e a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), devido à localização do SIG. Isso, sem mencionar uma nova demanda para o uso de transporte coletivo ou um possível aumento do número de veículos no Distrito Federal (NOVAS REGRAS DE OCUPAÇÃO NO SIG, 2019).
Outra crítica que pode ser levantada sobre a flexibilização da destinação do SIG é quanto às suas consequências jurídicas, uma vez que a Lei Orgânica do DF determina que a área tombada, onde o SIG está localizado, deve permanecer sob os padrões dos termos vigentes na época da definição da Unesco.
Existem aqui dois principais receios: o primeiro diz respeito à possibilidade de uma alteração profunda demais comprometer de algum modo o tombamento de
Brasília como patrimônio da humanidade; o segundo é quanto à legitimidade de uma simples lei complementar estar sendo utilizada para promover as mudanças, no lugar de uma emenda à própria Lei Orgânica.
Para os defensores mais conservadores do projeto original de Brasília, a alteração do SIG, mesmo que por si só não comprometa o tombamento, ele configuraria uma ameaça jurídica, pois seria um precedente para a contínua modificação da cidade, com a possível desconfiguração do projeto original, tombado e regulamentado desde 1992 (METROPOLIS, 2019).
Já o segundo grupo se preocupa com um eventual questionamento judicial da constitucionalidade de lei complementar alterando substancialmente a destinação do SIG, em possível desrespeito à Lei Orgânica, o que poderia gerar insegurança jurídica futura.
Quanto a isso, no entanto, é preciso esclarecer que a flexibilização de uso do SIG em discussão no projeto de lei complementar o mantém como zona destinada ao comércio e indústria, sem confundir com áreas residenciais ou zonas arborizadas.
Nos termos da Portaria Iphan nº 314/1992, o tombamento de Brasília é relativo à concepção urbana da cidade, ou seja, o que se busca preservar é a integração e caracterização de quatro escalas urbanísticas: monumental, gregária, residencial e bucólica (IPHAN, 2019).
Desse modo, sabendo que o projeto em discussão não altera a finalidade precípua do SIG, não seria razoável, na prática, barrar seu andamento sob a alegada desconfiguração do tombamento da capital.
E quanto à questão jurídica, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação entende que o projeto de lei complementar está amparado pelas disposições transitórias da Lei Orgânica, já que não tem capacidade para afetar os limites do tombamento (GDF, 2019).
Assim, apesar de válidos os receios apresentados por aqueles que são contra o projeto, estes não parecem superar as vantagens advindas da mudança.
6 CONCLUSÃO
Brasília possui uma característica rara em relação às outras cidades do mundo, ela foi planejada desde seu início, de modo que sua construção e desenvolvimento se deu de forma consideravelmente organizada.
Além disso, o planejamento da cidade buscou setorizar as atividades, dando destinações específicas a determinados espaços, como foi o caso do Setor de Indústrias Gráficas.
Não à toa que a capital é a única a ostentar o título de patrimônio cultural da humanidade pela Unesco, muito antes de completar seu primeiro centenário (UNESCO, 1987). É por essa razão que eventuais alterações na destinação original devem ocorrer de forma cautelosa para não alterar a essência atribuída a cada um de seus setores.
Com relação ao SIG e o projeto de inclusão de novas atividades ao setor, é possível perceber que um projeto maturado ao longo de quase dez anos, contando com apoio popular e dos mais variados entes públicos, demonstra ser técnica e juridicamente viável, porquanto não há alteração da essência e característica central da região.
Como exemplo, a permissão das atividades bancárias, engenharia e pequenos comércios guardam bastante compatibilidade com as necessidades apresentadas para o local, e tem potencial para preencher os vazios urbanos presentes.
Infelizmente o projeto não avança no intuito de solucionar as consequências advindas de um trânsito maior de veículos de passageiros e de carga, nem quanto à utilização do subsolo para a construção de estacionamentos.
Não obstante, considerando todos os prós e contras apresentados, é possível concluir que as alterações imaginadas possuem um potencial muito maior de trazer benefícios à região e ao Distrito Federal como um todo, do que de o contrário.
Ao longo desses anos, a sociedade brasiliense como um todo evoluiu e alterou suas formas de produzir e se organizar no território. É importante considerar
que a lei deve acompanhar o desenvolvimento da própria sociedade e se adaptar às novas realidades.
REFERÊNCIAS
ANDRADE, Tâmara de; SONDA, Carolina. Propostas de intervenções nos vazios urbanos de Cascavel-PR. Centro Universitário FAG, 2017. Disponível em: https://www.fag.edu.br/upload/contemporaneidade/anais/594c0c9f8584d.pdf. Acesso em: 29 out. 2019.
AGÊNCIA BRASÍLIA. Revisão de Plano Direitor e Lei do SIG são apresentadas em reunião do Conplan. Brasília, 24/4/2019. Disponível em:
<https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2019/04/25/revisao-de-plano-diretor-e-lei-do-sig-sao-apresentadas-em-reuniao-do-conplan/>. Acesso em: 28 de out. 2019 BRASIL. Lei nº 10.257, de 10 de jul. de 2001. Regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm. Acesso em: 15 out. 2019.
BRASIL. Lei nº 3.751, de 13 de abr. de 1960 Dispõe sobre a organização administrativa do Distrito Federal. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L3751.htm Acesso em: 28 out. 2019. BRASIL.[Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil. 1988. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/ConstituicaoCompilado.Htm. Acesso em: 28 out. 2019.
CBN Rádio. CAU/DF fala à Rádio CBN Braília sobre mudança de destinação do Setor de Indústrias Gráficas (SIG). OUÇA!. Rádio CBN, 2019. 1 áudio (24 min e 23 seg). Disponível em: https://www.caudf.org.br/cau-df-fala-a-radio-cbn-brasilia-sobre-mudanca-de-destinacao-do-setor-de-industrias-graficas-sig-ouca/. Acesso em: 19 out. 2019.
CORREIO BRAZILIENSE. Tradicional Setor de Indústrias Gráficas, aos poucos abre espaço para outras atividades produtivas. Correio Braziliense. Distrito Federal, 19 mar. 2019. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2010/03/19/interna_cidad esdf,180747/tradicional-setor-de-industrias-graficas-aos-poucos-abre-espaco-para-outras-atividades-produtivas.shtml Acesso em: 19 out. 2019.
DISTRITO FEDERAL. Emenda à Lei orgânica nº40, de 17 de out. de 2017. Altera os arts. 15, 75, 162, 163, 316 a 322, 325 e 326 da Lei Orgânica do Distrito Federal e os arts. 32, 37, 56 e 57 do Ato das Disposições Transitórias da Lei Orgânica do
Distrito Federal, acrescentando a este o art. 58. Disponível em:
http://www.fazenda.df.gov.br/aplicacoes/legislacao/legislacao/TelaSaidaDocumento. cfm?txtNumero=49&txtAno=2007&txtTipo=3&txtParte=. Acesso em: 28 out. 2019.
DISTRITO FEDERAL. Lei Complementar nº 803, de 2009. Brasília, DISTRITO
FEDERAL, Disponível em:
http://www.sinj.df.gov.br/sinj/Norma/60298/Lei_Complementar_803_25_04_2009.h tml. Acesso em: 03 nov. 2019.
DISTRITO FEDERAL. Lei Orgânica do Distrito Federal, de 1993. Brasília, DISTRITO FEDERAL, Disponível em:
http://legislacao.cl.df.gov.br/Legislacao/consultaTextoLeiParaNormaJuridicaNJUR-215!buscarTextoLeiParaNormaJuridicaNJUR.action. Acesso em: 03 nov. 2019. EUGÊNIA, Maria. LEI ORGÂNICA PROÍBE ALTERAÇÕES NO SETOR DE INDÚSTRIAS GRÁFICAS (SIG). Jornal Metrópolis, Distrito Federal, 26 jul. 2019. Disponível em: https://www.metropoles.com/distrito-federal/lei-organica-proibe-alteracoes-no-setor-de-industrias-graficas-sig. Acesso em: 29 out. 2019. GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL. Mapa. Disponível em:
http://www.planopiloto.df.gov.br/category/sobre-a-ra/mapas/. Acesso em: 03 nov. 2019.
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL. NGB - 54-88: Normas de edificação, uso e gabarito. Distrito Federal. 1988. 01 p. Disponível em:
http://www.planopiloto.df.gov.br/2016/07/08/normas-de-gabarito/. Acesso em: 20 out. 2019.
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL. Projeto de Lei Complementar nº 13 de 2019. Define parâmetros de uso e ocupação do solo para o Setor de Indústrias Gráficas - SIG, da Região Administrativa Plano Piloto - RA I, e dá outras providências. Disponível em:
http://legislacao.cl.df.gov.br/Legislacao/consultaProposicao-8!13!2019!visualizar.action. Acesso em: 28 out. 2019.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL – IPHAN. Tombamento e Intervenções, Conjunto Urbanístico de Brasília. Disponível em <http://portal.iphan.gov.br/df/pagina/detalhes/618>. Acesso em 23 out. 2019. LEITÃO, Francisco. Brasília 1960-2010 passado, presente e futuro. Brasília, DF: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, 2009.
Disponível em: http://biblioteca.cl.df.gov.br/dspace/handle/123456789/1686. Acesso em: 20 out. 2019.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS. MPDFT analisará propostas para mudança de ocupação do SIG. Distrito Federal, ago. 2019. Disponível em:
http://www.mpdft.mp.br/portal/index.php/comunicacao- menu/noticias/notcias-2008-mainmenu-342/770-mpdft-analisara-propostas-para-mudanca-de-ocupacao-do-sig>. Acesso em: 25 out. 2019.
MUNDIAL. Convenção Para A Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural, de 1972. Convenção Para A Proteção do Patrimônio Mundial, Cultural e Natural. Paris, França, Disponível em:
<https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000133369_por. Acesso em: 03 nov. 2019.
PAULA, Alexandre de. PROJETO DE LEI QUE ALTERA REGRAS NO SIG.
Correio Braziliense, Distrito Federal, 19 mar. 2019. Disponível em
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/06/03/interna_cidad esdf,759664/projeto-de-lei-que-altera-regras-no-sig.shtml. Acesso em: 19 out. 2019. PONTES, Daniele Regina. Direito Municipal e Urbanístico. ed. rev. - Curitiba, PR : IESDE, 2012.
VILLAÇA, Flávio. Dilemas do Plano Diretor. O município no século XXI:
Cenários e Perspectivas.São Paulo, Cepam & Correios, 1999.
VIRIATO, Ana. MUDANÇAS NO SETOR DE INDÚSTRIAS GRÁFICAS
SEGUEM PARA A CÂMARA LEGISLATIVA EM BRASÍLIA.Correio
Braziliense Distrito Federal, 26 jul. 2019. Disponível em
https://www.contextoexato.com.br/post/mudancas-no-setor-de-industrias-graficas-seguem-para-a-camara-legislativa-em-brasilia20190726. Acesso em: 29 out. 2019. VIRIATO, Ana. MUDANÇAS NO SIG SEGUEM PARA A CÂMARA LEGISLATIVA. Blog do Chiquinho Dornas. Distrito Federal, 25 jul. 2019. Disponível em: https://chiquinhodornas.blogspot.com/2019/07/urbanismo-mudancas-no-sig-seguem-para.html. Acesso em: 28 out. 2019.
VIRIATO, Ana. NOVAS REGRAS DE OCUPAÇÃO NO SIG. Correio Braziliense, Distrito Federal, 01 jul. 2019. Disponível em
https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/06/04/interna_cidad esdf,759956/novas-regras-de-ocupacao-no-sig.shtml. Acesso em: 29 out. 2019.
UNESCO, 1987 Patrimônio Cultural no Brasil. Disponível em:
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/culture/world-heritage/cultural-heritage. Acesso em: 31 out. 2019.