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5 O GÊNERO REQUERIMENTO EM ANÁLISE PERSPECTIVA

5.4 Os usuários

5.4.1 Os escritores

5.4.1.2 O que eles têm a dizer sobre esses requerimentos

Para saber o que os alunos têm a dizer sobre o gênero em questão, nossa análise pretende se basear nas informações geradas por meio dos questionários, entrevistas e protocolos verbais de escrita. O emprego de vários tipos de técnicas de pesquisa nos permitirá ouvi-los de forma mais objetiva, através dos questionários, mas, também, de forma mais subjetiva, por meio das entrevistas e dos PV de escrita, sendo que, neste caso, a geração de dados manteve seu foco nas mudanças ocorridas no processo da escrita para a reelaboração do requerimento referente ao mesmo pedido, uma vez que este não fora deferido na sua primeira versão.

Em primeiro lugar, gostaríamos de saber se os alunos conhecem os procedimentos que envolvem a atividade que o gênero realiza. Vejamos o que eles declararam:

Não faço a menor ideia! Pra mim,(...) eu fiz o pedido e pronto (...). Mas, sobre os procedimentos, eu não faço ideia, por que eu lembro de outro requerimento (...) que eu fiz requerimento na coordenação do curso... e foi-se embora/ Aí, depois, assim, como se fosse uma coisa mágica que, assim... sabe?/ Então, eu sempre faço o pedido, assim, e pronto, aguardo o resultado. Mas, eu não sei exatamente o que acontece. [sic] (AG1)

O que eu acho que me foi informado... foi que ele seria analisado pelo pessoal da PROGRAD, na época em que eu fiz o requerimento... mas eu não tenho ideia dos procedimentos. (AG2)

Eu não imagino como deve ser o procedimento/ assim, por quantos profissionais esse requerimento deve passar pra que o meu problema seja resolvido. Mas, o que eu acredito é que ele seja direcionado para o setor específico. Aí, esse setor vai avaliar esse requerimento e entrar em contato com o meu departamento. [sic] (AG3)

Como vemos, nas declarações acima, os alunos que responderam à entrevista foram unânimes em afirmar que não conhecem os procedimentos relacionados ao atendimento de suas solicitações, via requerimento. Eles demonstram saber apenas superficialmente do trâmite dos processos, no entanto isso não lhe permite acompanhar o seu andamento de modo direto. Inclusive, na resposta a essa questão, AG3 insere o seguinte comentário a esse respeito:

Agora, pra eu saber o resultado, eu não faço ideia de como.../ Assim, quando eu recebi o resultado, no meu caso foi pelo SIGAA. Então, eu consultei meu atestado de matrícula pra ver lá se tinha sido deferido ou indeferido. Fora isso, às vezes, eu consigo essa informação na secretaria da coordenação. [sic] (AG3)

A declaração de AG3 relata sobre o fato de os alunos não conhecerem os procedimentos envolvidos no andamento dos requerimentos e não conseguirem acompanhar diretamente esse processo. Em outras palavras, conforme AG3, o aluno que entra com um requerimento na PROGRAD fica aguardando o resultado aparecer no campo virtual referente aos seus dados no SIGAA, sem ter como acompanhar o processo. Essa informação também foi registrada por AG1. No entanto, consultando os servidores da PROGRAD para checar a veracidade desse dado, foi-nos passado que, na verdade, o aluno tem acesso, no seu campo virtual do SIGAA, a um comando para visualizar o andamento de qualquer processo que tenha dado entrada.

Desse modo, apesar de os alunos terem uma ferramenta para acompanhar o andamento de um pedido que tenham feito, eles não fazem ideia de que isso é possível. Isso nos permite inferir que, realmente, eles não conhecem os procedimentos envolvidos na atividade referente ao gênero em discussão.

Sobre as condições de produção, em relação aos escreventes, os alunos declaram o seguinte:

Então, eu sempre elaborei a solicitação de forma manual, não precisei usar o computador, sozinha, não pedi orientação a ninguém (...). Nunca precisei elaborar com antecedência, nem nunca precisei reescrever, porque também sempre foram coisas simples. (AG1) Bem, inicialmente, eu me dirigi à coordenação do curso (...). E aí, eles me deram o formulário pra eu fazer./ Eu elaborei na hora. Foi coisa de dois ou três minutos... eu fiz. Não peguei orientação quanto ao texto em si que eu escrevi de ninguém. [sic] (AG2)

No primeiro requerimento, eu lembro que eu tive que preencher muito rapidamente, porque lá [na PROGRAD] já tava fechando. (...) A gente [AG3 e uma amiga] pegou o formulário e não sabia exatamente o que escrever, a gente até conversou entre si sobre o que cada uma pensava em escrever e a gente, manualmente, escreveu rapidamente, porque também já não tinha muito tempo, (...). No segundo, (...) disseram que a gente tinha que pedir uma reconsideração e disseram que a gente detalhasse mais o que tinha acontecido, que a gente já tinha feito uma requisição. [sic] (AG3)

As declarações nos revelam que os escritores desses requerimentos os elaboram de modo aligeirado, manual, sem usar o computador. Geralmente, escrevem individualmente, sem a existência de um processo de reescrita e, em alguns casos, sem a solicitação de orientação.

Algumas dessas informações também foram percebidas nos protocolos verbais de escrita72, como podemos ver, a seguir.

72

Lembrando que os protocolos verbais de escrita foram aplicados com dois alunos, dentre os três entrevistados, a respeito do processo de escrita referente a dois requerimentos por eles escritos, em que, devido o primeiro ter sido indeferido, os alunos precisaram reescrevê-lo para, de fato, ter sua solicitação atendida.

Quadro 8- Relato de AG2 acerca do processo de escrita e reescrita de um requerimento Protocolo verbal de escrita realizado com AG2

Sobre o primeiro requerimento:

Quando eu escrevi o primeiro requerimento, eu estava muito ansioso porque não sabia como era que ia ficar a situação, tava até com um pouco de desesperança, porque achava que não ia dar certo, porque, realmente, foi um erro meu, apesar de que eu acho que houve, como eu disse antes, uma falha na comunicação/ a universidade não explicava muito bem como era que eu tinha que fazer a matrícula pelo SIGAA/ mas não houve um erro técnico, foi um erro meu. Então, eu tava um pouco sem esperança. No momento que eu escrevi, realmente, o que eu pensava era que, assim, eu tava ansioso e queria pagar aquelas duas matérias pra não ter que atrasar o curso/ talvez nem fosse atrasar/ mas era a grande questão que eu tinha no momento que eu escrevi o primeiro requerimento, era um sentimento de ansiedade e tinha um certo desespero pra pagar logo essas matérias pra não ficar atrasado e ficar nivelado com minha turma.

Sobre o segundo requerimento:

No segundo, depois que eu tomei informação da PROGRAD, eu já estava bem mais confiante, já tinha quase certeza que iria dar certo, que realmente a pessoa me falou que houve um erro administrativo, alguma coisa assim, com relação ao primeiro dia da rematrícula. Então, eu estava bem mais seguro, bem mais confiante, pensando que era apenas um procedimento formal pra conseguir a minha matrícula e que eu iria conseguir como consegui.

[Perguntado sobre as mudanças entre os dois requerimentos, AG2, falou:]

As situações são diferentes, porque a primeira foi no período da rematrícula e a segunda já foi bem depois, acho que mais ou menos uma semana depois. Então, nesse segundo aqui, como eu já tinha a informação de que houve um erro/ que a pessoa da PROGRAD me confirmou que houve um erro/ eu só argumentei em cima disso, porque isso bastava pra ter a minha matrícula deferida. Então, foi justamente em cima disso, só esse ponto e conclui. Tentei ser bem breve no segundo, só argumentei em relação a isso e conclui.

Quadro 9 - Relato de AG3 sobre o processo de escrita e reescrita de um requerimento Protocolo verbal de escrita realizado com AG3

Sobre o primeiro requerimento:

No momento em que eu estava preenchendo o requerimento, a minha preocupação era como eu iria passar o meu problema por escrito... pro papel. Eu até cheguei a conversar com minha amiga, que também ia preencher o mesmo requerimento, pra gente ver mais ou menos como é que.../ a gente também não sabia como é que.../ como a gente falaria... se era pra ser de uma forma mais formal ou de uma forma mais coloquial. Então, assim, como a gente tava com o tempo muito curto, tinha que ser rápido, o que eu tava pensando eu tava escrevendo. Então, o que aconteceu foi, tipo, eu acho até que alguns termos que eu utilizei que foram muito coloquiais, mas porque você precisa de um tempo pra você fazer, pra você elaborar o seu pensamento pra você escrever exatamente/ até pra você saber se a pessoa vai entender o que você tá dizendo. Então, quando eu tava escrevendo, eu pensei muito diretamente no que eu precisava, então... eh... eu disse de forma bem sucinta o problema que eu tive e o que eu queria que fosse resolvido. De forma bem espontânea mesmo. No momento da escrita, eu não me preocupei com quem iria ler o requerimento, exatamente por esta questão de eu estar muito apressada e que eu sabia que tinha que escrever logo e que alguém já tava esperando pra receber. Então, foi algo muito rápido, assim, eu não tive muito tempo pra pensar em como eu iria fazer isso.

Sobre o segundo requerimento:

No segundo requerimento, como eu tava com mais tempo, eu pensei em detalhar um pouquinho mais, porque eu tava voltando a escrever. Então, no momento que eu tava pensando ou no momento que eu estava escrevendo, o que me vinha à cabeça era exatamente... como eu deveria me dirigir a essa pessoa, tendo em vista, assim, que eu tô preenchendo algo que tem a minha assinatura, que vai pra uma terceira pessoa e que não é uma pessoa próxima a mim. Então, eu sabia que eu deveria preencher com um pouco mais de cuidado com os termos que eu tava utilizando, até pra me fazer entender por essa terceira pessoa. Então, como eu tinha um pouco mais de tempo, eu acho que, apesar de eu ainda ter sido um pouco... bastante.../ como eu posso dizer/ Apesar de eu ter usado termos bastante coloquiais, até eu pude ver... eu pude pensar, assim, mais calmamente no que escrever, em detalhar mais... ‘Ah, eu vou dizer isso, porque... pra ele saber que isso já aconteceu e que eu tô tendo que voltar aqui novamente... que meu problema não tá sendo resolvido... que eu tô sendo prejudicada...’. Então, eu pensei muito no que eu tinha que escrever pra que ele entendesse o meu problema. Até por que a pessoa orientou de que, como eu tava fazendo uma segunda solicitação e que a minha primeira já havia sido negada, que eu deveria tá relatando todos os problemas que já tinha passado... dizer que eu já tinha solicitado, que eu estava com pressa, de que isso tava sendo... /a minha solicitação já havia sido lida por uma pessoa, só que não tinha sido aprovada. Então, tinha tido algum tipo de problema./ Então, ela orientou de que todos esses detalhes deveriam estar nesse requerimento pra que a pessoa que fosse ler /poderia não ser a mesma pessoa que leu o primeiro/. Então, seria interessante que eu colocasse tudo o que foi feito desde o primeiro requerimento. (...)Aí, nesse, eu fui deferida na disciplina que eu tava solicitando, com um pouco de demora, ainda, mas eu acho que me fiz entender quando eu fiz a segunda solicitação, por demonstrar que já era uma segunda vez/ quer dizer isso pesou no momento que a pessoa foi ler o requerimento, porque ele viu que isso era uma coisa que já deveria ser resolvida, que eu estava no meu direito, porque eu também disse que eu tinha que ser matriculada na disciplina porque era um direito meu. Então, eu mostrei que era um direito, eu mostrei que eu tava me prejudicando por causa disso, mostrei que eu já tinha entrado em contato com a pessoa responsável e que o meu problema não tinha sido resolvido. Então, eu acho que todos esses fatores que eu enumerei foram considerados pra que pudesse ter sido aprovado e que a pessoa que foi ler pudesse entender o problema.

(...) Eh, eu acho que o problema do primeiro foi exatamente esse de não ter todas as informações que poderiam ter sido relatadas pra solicitação do processo. Como no segundo já tava uma coisa mais detalhada e que eu mostrava que eles realmente tinham que resolver o meu problema, eu acho que eles olharam até com mais atenção, né, porque talvez outras pessoas solicitem isso com bastante freqüência e que nem sempre tá no direito.

Os protocolos mostram, claramente, que, ao escreverem um requerimento, a preocupação que motiva esses alunos, nessa atividade, é a realização de um procedimento, meramente, formal, ao qual não empregam maiores cuidados, a não ser quando precisam refazer a solicitação, devido à dificuldade de escrita, para atingir determinado fim.

Percebemos, nos relatos dos dois PV, que, na primeira escrita, o foco centra- se no objeto da solicitação, ou seja, simplesmente no propósito comunicativo. Importa ao aluno expor apenas a sua necessidade, sem pensar nos outros aspectos que envolvem a situação de escrita. Isso fica bem explícito no relato de AG2, quando diz que o seu objeto de solicitação era a grande questão que ele tinha no momento que escreveu o primeiro requerimento. No caso de AG3, embora ele exponha, que na escrita do primeiro requerimento, houve uma preocupação em como escrever ou com o tipo de registro da língua, ele registra, em seguida, que escreveu de forma apressada e que pensou mesmo no que estava solicitando - eu disse de forma bem sucinta o problema que eu tive e o que eu queria que fosse resolvido. (...) eu não me preocupei com quem iria ler o requerimento.

Com relação ao processo de escrita do segundo requerimento, notamos que ele se deu de modo diferenciado. No relato de AG3, fica bem claro o processo de reflexão e elaboração da escrita. Uma dessas diferenças está relacionada à tomada de consciência da audiência, da pessoa que vai ler o texto, quando diz: no momento que eu tava pensando ou no momento que eu estava escrevendo, o que me vinha à cabeça era exatamente... como eu deveria me dirigir a essa pessoa. Mesmo para AG2, que faz um relato curto e registra a questão de realizar um procedimento formal, vemos que ele se apropria de uma das características básicas do gênero requerimento, que diz respeito ao direito do requerente, para desenvolver a sua argumentação.

O fato de ter o requerimento negado fez com que os alunos refletissem melhor sobre a situação discursiva, enxergando que apenas colocar no papel a sua necessidade não lhes garante o atendimento dela. Dessa forma, eles entenderam que apenas o que dizer não é suficiente e buscaram o como dizer. Vale destacar que, no final da conversa, o próprio AG3 estabelece uma análise comparativa das duas situações de escrita com base no relato provocado por nossa discussão.

Resolvemos, então, investigar a questão da reescrita dos requerimentos e obtivemos a seguinte informação:

Gráfico 21 - Alunos que precisaram reescrever requerimento à PROGRAD

Fonte: Acervo da pesquisa

Observamos, no Gráfico 21, que metade dos alunos que responderam ao questionário revelaram já ter passado pelo processo reescrita de um requerimento, junto à PROGRAD. Isso nos autoriza pensar que, provavelmente, alguma reflexão sobre o processo de escrita foi desencadeado, conforme observamos nos relatos de AG2 e AG3.

Na verdade, essa reflexão, embora eles não tenham a consciência, é própria da perspectiva genérica, pois é necessário entender como se dá o gênero para que se possa alcançar o propósito ao qual está ligado. Parece-nos que o fato de os alunos precisarem reescrever sua solicitação tenha ocorrido, justamente, por eles não terem um conhecimento claro a respeito do gênero. Nesse sentido, essa pesquisa pode contribuir para ampliar a capacidade de reflexão sobre o gênero em análise, indo além de uma visão 'naturalizada' de usuário do gênero, a fim de que seja possível uma comunicação mais precisa e eficaz no domínio em questão (BAZERMAN, 2009).

Quanto ao grau de satisfação dos alunos em relação ao sistema de atividade que envolve esses requerimentos na graduação, os alunos se posicionaram da seguinte forma:

Gráfico 22 - Grau de satisfação dos alunos em relação ao sistema de solicitação junto à PROGRAD

Fonte: Acervo da pesquisa

Observamos que, de modo geral, a maior parte dos alunos se declarou estarem satisfeitos em relação ao sistema de solicitação adotado na PROGRAD, pois somando os que se dizem muito satisfeito (22%) e os que estão satisfeitos (38%), temos um total de 60% (sessenta por cento), equivalente a 30 (trinta) alunos. Quanto aos que se dizem pouco satisfeito (30%) ou insatisfeito (10%), vale ressaltar que eles representam uma parcela considerável, formada por 20 (vinte) alunos.

Com base na revelação dessa insatisfação, perguntamos, aos alunos sobre as possíveis dificuldades que eles encontram para a realização de suas solicitações através desses requerimentos. Com base nos posicionamentos assumidos do questionário73, vamos expor, a seguir, algumas declarações acerca das dificuldades apontadas por eles.

Devido a falta de orientação e morosidade na análise dos requerimentos. [sic] (AG17)

Porque existe uma desinformação dos funcionários da coordenação sobre como fazer o requerimento. (...) Além de que o processo acaba sendo demorado e o aluno não tem acesso ao andamento do processo. (AG21)

Falta de orientação para elaborar um requerimento (modelo, a quem e aonde entregar etc. [sic] (AG28)

Demora na tramitação e informações (por telefone) desencontradas, embora o atendimento seja cordial. (AG36)

A falta de um acompanhamento on line do processo. (AG37)

Estou satisfeito. Só acho que exige uma burocracia muito grande para tal. (AG45)

A falta de clareza sobre como o processo acontece. (AG46)

73

Podemos afirmar, conforme as declarações apresentadas, que as dificuldades relatadas podem ser resumidas em três aspectos: problemas em relação às orientações, por parte dos servidores; demora na análise dos requerimentos e burocracia nos procedimentos - questões que fazem parte do serviço administrativo. Essas mesmas reclamações foram observadas nas entrevistas.

Quanto às sugestões para melhora desse sistema, vamos apresentar um quadro com os tipos de sugestões mais frequentes que apareceram nos discursos dos alunos:

Quadro 10 - Sugestões dos alunos para melhorar o sistema de atividade que envolve os requerimentos

TIPO DE SUGESTÃO OCORRÊNCIAS EXEMPLIFICAÇÃO

1. Disponibilizar um manual com orientações sobre os procedimentos.

2 Um manual de orientações acerca de textos oficiais,

pois nem sempre temos acesso à prática desse gênero em sala de aula. (AG40)

2. Disponibilizar um modelo de requerimento.

4 A disponibilização de um modelo de requerimento padrão para que os alunos pudessem ser melhor orientados. Eu nunca tive acesso a nenhum modelo e nem mesmo a coordenação do curso possui um.

(AG17) 3. Melhorar as condições

de acompanhamento dos processos.

4 Disponibilizar informações sobre a etapa em que se

encontra o pedido (despachado, esperando análise...). (AG11)

4. Realizar oficinas/aulas para esclarecer sobre a

legislação referente ao aluno e sobre a

PROGRAD.

5 Sugiro que haja dentro dos primeiros dias de aula, um tempo reservado, pode até ser na disciplina de introdução do curso, e que nela alguém capacitado possa explicar ou esclarecer eventuais necessidade que teremos ao longo do curso, no que refere aos nossos direitos. [sic] (AG23)

5. Dar mais agilidade à condução dos processos.

6 Menos burocracia e mais rapidez no resultado.

(AG7) 6. Orientar melhor sobre

a elaboração dos requerimentos e sobre os

procedimentos a serem neles observados.

7 Disponibilizar via SIGAA, ou outro meio eletrônico, mais informações e modelos que auxiliem na

eventual elaboração de uma

solicitação/requerimento. (AG29)

7. Informatizar o sistema de solicitação.

13 Acho que o modelo atual, escrito via papel, poderia ser substituído por virtual, visto que, temos um dos melhores sistemas de gestão acadêmica do Brasil. Sendo assim além de otimizar o processo geraria uma grande economia de recursos como papel.

(AG9)

Fonte: Acervo da pesquisa

Como podemos ver, apesar de o grau de satisfação em relação ao sistema de solicitação da PROGRAD, ser maior que o contrário, disposto no Gráfico 22, os

alunos aproveitaram o espaço concedido por nossa pesquisa para externar suas considerações acerca de sugestões para esse sistema.

Com base nas sugestões dos alunos, apresentadas no quadro acima, é possível identificar que suas necessidades em relação a esse sistema estão relacionadas, basicamente, à questão de agilidade, de acompanhamento, de