No mundo globalizado, a cooperação internacional pode representar o único meio para alcançar certos objetivos, abrindo janelas de oportunidades. A colaboração em C&T proporciona diversos benefícios aos envolvidos: desde o compartilhamento de custos com instalações, equipamentos e materiais até a possibilidade do avanço da ciência de forma mais eficiente. No trabalho de Katz e Martin (1997) um importante benefício da colaboração internacional enfatizado é a troca de conhecimento, habilidades e técnicas, potencializando capacidades. A colaboração permite que a divisão do trabalho científico seja mais efetiva e utilize, de forma mais eficaz, as habilidades e a experiência dos cientistas. Além disso, ela proporciona oportunidades de treinamento de pesquisadores (TONI, 1994).
A transferência dessas habilidades e conhecimentos também caracteriza um importante benefício da colaboração. A cooperação é um dos principais meios de transferência de conhecimento, principalmente o tácito, pois muitas vezes o conhecimento não está descrito de forma clara e precisa. É por meio do engajamento com outros pesquisadores – ou seja, on the job – que habilidades sociais e de gestão, necessárias para se levar a cabo projetos de pesquisa e trabalho em grupo, são aprendidas e desenvolvidas (KATZ; MARTIN, 1997).
Em terceiro lugar, por meio da influência que os cientistas exercem uns sobre os outros, pela troca de ideias e visões e pela criatividade e estímulo que proporciona, a cooperação cria novas perspectivas e evita o isolamento de cientistas, oferecendo companheirismo intelectual. A colaboração ocorre por meio de redes da comunidade científica nas quais os cientistas estão inseridos, possibilitando maior contato com diversos outros pesquisadores (KATZ; MARTIN, 1997).
A visibilidade e o reconhecimento também são classificados como benefícios das atividades colaborativas. Os resultados das colaborações são frequentemente difundidos, seja por mecanismos formais (artigos, seminários) ou informais, proporcionando maior visibilidade e impacto para os trabalhos cujos colaboradores estão envolvidos em um número maior de redes e parcerias (KATZ; MARTIN, 1997). Segundo Van Raan (1997), a visibilidade proporciona maior acessibilidade ao sistema global da ciência.
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Diversos estudos se utilizam de análises de coautoria e comprovam que a colaboração internacional gera maior visibilidade em termos de citações, ou seja, que artigos produzidos em coautoria internacional são citados mais do que colaborações nacionais (BEAVER; ROSEN, 1979; KATZ; MARTIN, 1997). Persson et al (2004) mostraram que as citações36 a artigos em colaboração internacional cresceram mais rápido do que aqueles em colaboração doméstica. Esses estudos também comprovam que copublicações internacionais geram maior produtividade do que colaborações com parceiros da mesma instituição ou do mesmo país (NARIN; STEVENS; WHITLOW, 1991, VAN RAAN, 1998, LEYDESDORFF; WAGNER, 2008, NARIN, 1991, KATZ; MARTIN, 1997). Segundo Beaver e Rosen (1978), a grande visibilidade gerada pela colaboração - por meio do crescente acesso a recursos intelectuais da comunidade - gera maior produtividade, reconhecimento adicional e avanço profissional. Ela confere maior espaço para divulgação de resultados e, como ela se torna um meio de avanço na hierarquia profissional, simultaneamente ela avança a pesquisa em si.
Segundo De Beaver (2000), as principais vantagens da colaboração consistem em seu poder de eficiência, rapidez, amplitude, de tornar o trabalho mais intenso, com menores riscos, maior flexibilidade e precisão, ou seja, a otimização das atividades de pesquisa (TONI, 1994). Georghiou (1998) classifica os diversos benefícios das atividades de cooperação internacional em diretos e indiretos. Os primeiros englobam o compartilhamento dos riscos e custos, o acesso a habilidades e conhecimento complementares e a resolução de problemas transnacionais ou globais. Os benefícios indiretos são os ganhos políticos, econômicos e sociais pelas nações envolvidas, como por exemplo, aumento da reputação do grupo de pesquisa e acesso a outras oportunidades de financiamento (COSTA FILHO, 2006). Assim, fica evidente que atores no âmbito nacional, principalmente o Estado, obtêm vantagens com a cooperação internacional, como por exemplo, o aumento da competitividade nacional, a atração de pessoal qualificado do exterior, a criação de relações mais estáveis e duráveis com outros países e o enfrentamento conjunto de desafios comuns. Em relação a estes últimos, a ciência é importante para medir e prever impactos, identificar soluções e avaliar os riscos envolvidos no processo de mitigação destas dificuldades.
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Desta breve apresentação das oportunidades geradas pela cooperação internacional, é possível concluir que não somente os cientistas, mas também órgãos de fomento, governos e a sociedade em geral se beneficiam dos resultados positivos gerados por esta.
É importante, da mesma forma, considerar os custos envolvidos no processo de colaboração internacional. Katz e Martin (1997) dividem-nos basicamente em três tipos: aqueles relacionados ao orçamento, ao tempo e à administração. Os custos não incorrem somente no nível do indivíduo, mas também no nível institucional e da organização a que ele pertence, bem como no nível nacional, do Estado apoiador do processo colaborativo.
A colaboração aumenta consideravelmente os custos com viagens e subsistência dos cientistas em outras localidades – participação em eventos, bancas, estágios no exterior e outros procedimentos. Dependendo do tipo de pesquisa colaborativa empreendida, equipamentos e materiais também têm de ser eventualmente transportados, gerando custos adicionais não existentes em situações não colaborativas, nas quais os cientistas utilizam os equipamentos disponíveis no local onde trabalham.
Katz e Martin (1997) exploram em segundo lugar custos relacionados ao tempo. O deslocamento de cientistas para outros países e instituições com o objetivo de desenvolverem projetos conjuntos ou participarem de seminários e workshops gera gastos de tempo significativos. Além disso, as atividades de colaboração inauguram outros custos de tempo, como aqueles necessários para preparar projetos conjuntos, propostas para financiamento, planejamento e para informar regularmente os colaboradores sobre as atividades realizadas – sem contar com alguns relatórios exigidos por fontes de financiamento. Os autores frisam também o tempo gasto em discussões devido à divergência de opiniões e a redação de artigos, que leva mais tempo feita em grupo do que individualmente. Custos indiretos de tempo também são importantes: efeitos biológicos de viagens muito longas (jetlag), adaptação a um ambiente diferente e desenvolvimento de novos contatos e relações pessoais com cientistas estrangeiros.
Em terceiro lugar, existem os custos relacionados à administração. Diversos procedimentos extras e burocracias podem estar presentes em projetos envolvendo um maior
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número de pessoas e instituições37, requerendo maiores esforços administrativos. Além disso, há altos custos na conciliação de diferentes culturas de gestão, sistemas financeiros, regras de propriedade intelectual e sistemas de recompensa e promoção. Estes tipos de custos incorrem principalmente no nível institucional e nacional. A resolução de conflitos essencialmente culturais e de valores também gera um tipo de custo categorizado pelos autores como administrativo. Cientistas discordam frequentemente sobre o que é mais importante investigar, como conduzir a pesquisa ou até mesmo sobre suas implicações comerciais e éticas (KATZ; MARTIN, 1997).
De Beaver (2001) acrescenta a esta discussão três importantes desvantagens. A primeira está relacionada à invisibilidade do pesquisador que trabalha em colaboração, pois ele se torna apenas um nome em um artigo, um cientista "fracionado", essencialmente anônimo. O segundo diz respeito à redução da criatividade inspirada pelo conhecimento tácito adquirido diretamente, desviando a atenção dos cientistas para assuntos administrativos, para competição por recursos limitados, mais do que para a própria pesquisa. Por fim, a privatização da pesquisa que pode levar à proteção exacerbada do conhecimento científico por meio de segredos industriais, outras limitações ao livre compartilhamento de ideias e materiais e à competição, busca insistente por retornos de pesquisa rápidos, espionagem e cooptação hostil à ciência.
Além das dificuldades evidentes de falta de financiamento crônico sofrido pela maioria das instituições de fomento à pesquisa (KERWIN, 1981), alguns atores (KYVIK; TEIGEN, 1996) citam fatores como o preconceito de gênero como dificuldades a serem superadas em relações colaborativas. Alguns trabalhos investigam os obstáculos impostos às mulheres ao acesso a diversas redes lideradas por profissionais do sexo masculino. Outra dificuldade significativa é a distorção do processo de colaboração que ocorre quando há problemas de interação em grupos nos quais as relações são permeadas pela competição entre os indivíduos, por uma meritocracia exacerbada e excludente que pode dar à luz a uma elite científica (HAAN et al., 1994). Dificuldades quanto à língua, cultura e distância também são relevantes, além de questões como propriedade intelectual (GEORGHIOU, 1998) e fuga de cérebros.
37 Projetos multinacionais podem envolver dificuldades regulatórias e constrangimentos legais (COMISSÃO EUROPEIA, 2009).
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A perda da liberdade de ação e a criação de dependências científicas ou tecnológicas também são importantes custos da colaboração internacional. Ela também pode trazer transferências indesejadas de conhecimento e tecnologia, bem como o fortalecimento de competidores nos mercados internacionais. Como o tema da C&T tem influência em diversas áreas da sociedade, a colaboração pode gerar riscos políticos, caso haja falhas no processo (SILVA, 2007).
Considerando as parcerias norte-sul, apesar de amplos e contínuos esforços, ela continua sendo entre parceiros desiguais. Obstáculos importantes a uma cooperação mais igualitária são as assimetrias entre nações38 e a dominância dos parceiros do norte, o que pode gerar colonialismo científico, exploração militar indireta, exploração comercial monopolística dos resultados da pesquisa por empresas de países do norte e riscos mais altos de fuga de cérebros (GAILLARD, 1998) 39. Outro ponto de preocupação é o direcionamento da agenda de pesquisa. Mesmo com uma grande participação de cientistas do sul na decisão da agenda, ainda é grande a orientação da pesquisa para áreas de interesses dos países do norte, devido ao foco no supplyside e no sistema de revisão por pares, o que deixa de lado importantes tópicos de pesquisa. A construção de um consenso sobre prioridades de pesquisa entre os tomadores de decisão e os usuários potenciais dos resultados da parceria ainda representa uma barreira importante (GAILLARD, 1998). Kerwin (1981) toma o exemplo da grande atuação na área do câncer e na baixa dedicação ao tema das doenças parasitárias, males que afetam grandes contingentes de população na maioria dos países do sul.
Gama (2004) aponta que os programas que contam com financiamento de parceiros ou instituições internacionais dificilmente refletem as prioridades reais de desenvolvimento nacional de nações do sul. Por outro lado, é evidente que países do norte não têm as mesmas prioridades que os do sul. O direcionamento exclusivo a agendas de nações em
38 Estas assimetrias refletem diferentes capacidades não somente entre os países do norte e do sul, mas também entre as nações do sul. Em geral, os países africanos enfrentam mais dificuldades que os latino-americanos e asiáticos. Daí deriva a importância da construção de estratégias diferenciadas (GAILLARD, 1998).
39 Desta forma, é necessário identificar em quais condições e circunstâncias essas colaborações contribuem para o desenvolvimento do sul e desenhar programas que as levem em consideração. A construção e manutenção de capacidades científicas nas nações do sul exigem não somente o investimento de recursos financeiros, mas também uma conjuntura social, política e econômica favorável, que regule o status social e profissional do pessoal de pesquisa e o sistema de recompensa, garantindo a conectividade entre a sociedade e a comunidade de pesquisa e o reconhecimento desta pela primeira (GAILLARD, 1998).
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desenvolvimento pode limitar as possibilidades de pesquisa com parceiros menores do norte, bem como limitar o acesso de países em desenvolvimento a pesquisa de ponta (GAILLARD, 1998). Além disso, os fundos destinados à cooperação com países do sul, em sua maioria, são distribuídos levando-se em conta o critério de qualidade científica. Desta forma, a ciência progredirá onde ela já prospera, ou seja, em países com capacidades científicas já desenvolvidas, mesmo no sul. Esta concentração de recursos em determinados parceiros, prejudica a concepção assistencialista de parcerias para o desenvolvimento.
A divisão do trabalho se apresenta como outro problema importante das parcerias norte-sul. Em projetos colaborativos, os países em desenvolvimento têm sido ativos nas fases de implementação, mas menos envolvidos em outras etapas, como no planejamento e na divulgação dos resultados. A concentração de parceiros do norte em atividades de concepção e nações do sul em ações voltadas à execução prejudica o aprendizado e o desenvolvimento do projeto em parceria (GAILLARD, 1998). Ademais, grande parte dos projetos ainda é gerenciada fora do mundo em desenvolvimento e é altamente dependente da boa vontade dos investidores40.
Quanto à colaboração sul-sul, apesar de seus diversos pontos positivos, há maior chance de seus programas serem descontinuados, devido a problemas macroeconômicos geralmente presentes em países menos desenvolvidos (COSTA FILHO, 2006) e ao fato de que este tipo de cooperação, em geral, não recebe grande apoio (ao menos que esteja inserida em um contexto regional) de financiadores de nações desenvolvidas41 (PRIMI, 2010). Outro risco importante é a duplicação de esforços em uma determinada área ou pesquisa que, no entanto, evita que a ciência seja desenvolvida por um único grupo ou nação.
40Considerando todos os obstáculos que a research-for-aid enfrenta, teóricos da cooperação norte-sul têm abandonado a ideia de estabelecimento de parcerias voltadas à simples e pura assistência (modelo provider- receiver) e defendido uma ideia mais colaborativa (paradigma da interatividade interdependente) na qual ocorrem relações que envolvem benefícios para ambos os parceiros. Além disso, tanto os países recipientes quanto os investidores tem reivindicado políticas que enfatizem a demanda por cooperação e não a oferta de recursos, pois assim, os recipientes dos investimentos se envolveriam de forma ativa no processo e maior seria a probabilidade de que os resultados da pesquisa fossem aplicados (GAILLARD, 1998). Alguns investidores até mesmo chegam a sugerir que os recursos devem ser investidos em agendas nacionais autônomas, tendo, os primeiros, somente um papel de apoio.
41 É importante ressaltar que os problemas enfrentados pela colaboração sul-sul não anulam a importância deste tipo de parceria.
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Soluções para estes problemas existem, porém os recursos necessários para viabilizá- las nem sempre estão disponíveis às nações do sul ou não podem ser despendidas pelos países do norte. Outras envolvem atores e estruturas fora do campo da C&T, o que complica a situação.
De fato, quando se decide iniciar uma colaboração internacional em C&T espera-se obter frutos, ou seja, benefícios que, em geral, são resultado destas atividades. Nos cálculos de investimento em colaborações é sempre necessário incluir os custos que ela pode gerar, não somente os materiais, mas também os intangíveis para que se possa analisar a viabilidade da parceria.
É importante notar que tantos os benefícios quanto os custos se apresentam aos pesquisadores, no nível individual, mas também em outros níveis, como às agências que financiam as pesquisas e aos países ou instituições que as coordenam. Em se tratando de colaborações internacionais em C&T no nível das nações, apesar de amplos e contínuos esforços, ela continua sendo entre parceiros desiguais, ou seja, há uma dominação das nações do norte em relação às do sul que muitas vezes impede que estas últimas obtenham as oportunidades geradas pela parceria. Os debates se concentram em torno da crítica à priorização de incentivos à colaboração internacional em determinadas áreas do conhecimento em detrimento de outras (em especial, as ciências humanas) e da extensão dos benefícios gerados pelas colaborações à sociedade.
Tabela 1 – Oportunidades e Obstáculos das colaborações internacionais em C&T.
Oportunidades Obstáculos
Criação de novas perspectivas;
Avanço da ciência de forma mais eficiente;
Aumento da visibilidade da pesquisa conduzida em parceria;
Aumento do reconhecimento da comunidade de pesquisa;
Orçamento
Custos com viagens e subsistência dos cientistas;
Participação em atividades de pesquisa;
Transporte de equipamentos e materiais;
Tempo
Deslocamento;
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Aumento do impacto de produções científicas produzidas em parceria;
Maior produtividade da pesquisa;
Maior avanço profissional para os cientistas envolvidos;
Maior eficiência da pesquisa;
Condução de pesquisa mais rapidamente;
Capacidade de lidar com assuntos de forma mais ampla;
Trabalho mais flexível;
Aumento da precisão das pesquisas;
Possibilidade de tornar o trabalho mais intenso;
Alcance de objetivos;
Compartilhamento de custos com instalações, equipamentos e materiais;
Compartilhamento de riscos;
Troca de conhecimento e habilidades;
Transferência de tecnologias e técnicas;
Acesso a habilidades e conhecimento complementares;
Divisão do trabalho científico mais efetiva;
Utilização de forma mais eficaz de habilidades e experiência dos cientistas;
Possibilita companheirismo intelectual, evitando o isolamento de cientistas;
Oportunidade de treinamento de pesquisadores;
Ganhos políticos;
Ganhos econômicos;
Ganhos sociais;
Aumento da competitividade nacional;
Atração de pessoal qualificado do exterior;
Enfrentamento conjunto de desafios comuns;
relatórios;
Tempo gasto em discussões devido à divergência de opiniões;
Redação de artigos;
Efeitos biológicos de viagens muito longas;
Adaptação a novo ambiente diferente e desenvolvimento de novos contatos;
Administração
Procedimentos extras e burocracias;
Conciliação de diferentes culturas e procedimentos;
Resolução de conflitos;
Outros
Invisibilidade do pesquisador;
Redução da criatividade inspirada pelo conhecimento tácito;
Privatização da pesquisa;
Falta de financiamento;
Preconceito de gênero;
Competição por uma meritocracia exacerbada e excludente;
Dificuldades quanto à língua, cultura e distância questões como propriedade intelectual e fuga de cérebros;
Perda da liberdade de ação;
Criação de dependências científicas ou tecnológicas;
Transferências indesejadas de conhecimento e tecnologia;
Fortalecimento de competidores nos mercados internacionais;
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Resolução de problemas transnacionais ou globais;
Criação de relações mais estáveis e duráveis com outros países.
Riscos políticos;
Dominância de certos parceiros;
Divisão do trabalho;
Direcionamento da agenda;
Descontinuidade de programas.
Fonte: Elaboração própria com base em: TONI (1994), KATZ; MARTIN, (1997), VAN RAAN (1997, 1998), BEAVER; ROSEN(1979), PERSSON ET AL (2004), NARIN; STEVENS; WHITLOW (1991),LEYDESDORFF; WAGNER (2008), NARIN (1991), DE BEAVER (2000), GEORGHIOU (1998), COSTA FILHO, (2006), KERWIN, (1981), KYVIK; TEIGEN (1996), HAAN et al., (1994), SILVA, (2007), GAILLARD, (1998), GAMA (2004), PRIMI (2010).