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Os #ro$emas em 6reta

No documento Pastorais n.t Wright (páginas 70-72)

1, H4 m&itos> !o'D !D> ?&e se re'&sam a entrar em $ina-de #essoas ?&e 9a$am oa)ens e en)anar 

os o&tros. Isto / !erdade> em #arti'&$ar> da 'ir'&n'is0o 9esta. 11  im#ortante ?&e e$es de!em ser 

si$en'iadas> #or?&e e$es est0o derr&ando 'asas inteiras #or ensinarem 'oisas ?&e n0o de!em ser  ensinadas e ?&e tentam 9a2er dineiro 'om isso 1% m dos se&s #ró#rios> &m #ro9eta nati!o> disse:

Os 'retenses s0o sem#re mentirosos> 9eras> eerrJes o'iosas. 13 Este testem&no / !erdadeiro 

 #or isso ?&e !o'D de!e re#reendD-$os se!eramente> #ara ?&e #ossam tornar-se sa&d4!e$ na 9/> 1 n0o

dando aten*0o a $endas B&dai'as e os 'omandos &manos> ?&e s&!ertem a !erdade. 1 T&do / #&ro

 #ara as #essoas ?&e s0o #&ro. Mas se as #essoas est0o 'ontaminadas o& sem 9/> nada / #&ro #ara e$esF at/ mesmo a s&a mente e 'ons'iDn'ia est0o 'ontaminados. 18 E$es de'$aram ?&e 'one'em a

+e&s> mas ne)am-no #or a?&i$o ?&e 9a2em. E$es s0o detest4!eis> e desoedientes> e in=ti$ #ara toda  oa ora.

H4 &m ?&era-'ae*a 9amoso ?&e Bo!ens 9i$óso9os amar. Ima)ine &m 'art0o #osta$> em ran'o em amos os $ados> e('eto #or &ma =ni'a 9rase em 'ada &m. Vo'D #e)4-$o e $D-$o.

O $ado ?&e !o'D est4 o$ando di2: A de'$ara*0o do o&tro $ado deste 'art0o / !erdade. C Intri)ado> !o'D entre)4-$o.

 Na #arte traseira di2: A de'$ara*0o do o&tro $ado deste 'art0o / 9a$so. C

entamente> !o'D $i)4-$o no!amente e 'ome*ar a des'orir isso. Se !o'D est4 determinado> o&  #a'iente> o& ta$!e2 a#enas teimoso> !o'D ainda #ode estar $4 m&itas oras mais tarde.

O&tra !ers0o do mesmo ?&era-'ae*a / en'ontrado nesta #assa)em> e torno&-se 'one'ido 'omo o #arado(o do mentiroso 6retan C. Pa&$o 'ertamente 'onsidera!a 'omo en)ra*ado. @Isso de!e

nos a$ertar #ara o 9ato de ?&e e$e #ro!a!e$mente est4 es're!endo C$;n)&a na o'e'aC #or #e$o menos &ma #arte do tem#o nesta #assa)em Isso 9a2 #arte da di9i'&$dade de $eit&ra de te(tos anti)os> e at/ mesmo a$)&ns modernosF. A$)o ?&e o a&tor destinam a ser tomados 'om &m ri$o no o$o  #ode se de#arar na #4)ina 'omo se 9osse de m0o #esada e n0o 'ondi2 'om. e$e 'ita a$)&/m de 6reta di2endo: CTodo m&ndo em 6reta sem#re di2 $iesC-e> em se)&ida> e$e di2 ?&e este testem&no /

!erdade Nós !irar o 'art0o #osta$ mais e en'ontrar ... ?&e Pa&$o est4 rindo> sem ma$dade> mas en'ontrar maneiras de a!iso Tito ?&e e$e !ai ter ?&e ser ro&sto e estar #re#arado #ara traa$ar 'om o #o!o de 6reta. Pa&$o dei(o&-o $4 'om &m traa$o a 9a2er @1: > a 9im de instr&;-$os e m&dar s&a 9amosa> o& ta$!e2 de!Dssemos di2er notório> 'ara'ter;sti'a na'iona$.

Mas a #rin'i#a$ 'oisa ?&e Pa&$o est4 #reo'&#ada 'om o #resente n=mero / ?&e m&itas #essoas em 6reta #are'em ter retomado 'om a$)&m ti#o de B&da;smo. S&a re9erDn'ia no !erso 1, #ara a circuncisão #artido nos $emra de G4$atas %:1,> onde e$e &sa a mesma 9rase #ara se re9erir a &m )r&#o de 'rist0os B&de&s ?&e esta!am insistindo ?&e "entile 'on!erte de!em ser 'ir'&n'idados #ara ?&e #&dessem ser !istos 'omo oede'endo  lei de Mois/s. Pa&$o $ido& 'om essa ?&est0o tota$mente em G4$atas> mas o&tras #artes da i)reBa ainda #re'isa!a a#render a $i*0o. A?&i e$e n0o entrar em ar)&mentos teo$ó)i'os a res#eito de #or?&e a 'ir'&n'is0o n0o / e(i)ida> mas em !e2 ad!erte 'ontra o tom )era$ dos 'omandos B&de&s ?&e as #essoas ?&e tentam im#in)ir sore os no!os 'on!ertidos.

Para 'ome*ar> e$e ad!erte ?&e essas #essoas> e$e os 'ama de Ca)itadoresC em G4$atas-#ode ter  &m e9eito m&ito #ert&rador. +e#ois de introd&2ir a ideia de ?&e e(iste &m ';r'&$o ;ntimo dos 'rist0os ?&e> ao tornar-se B&de&s> em 'omo> entramos em &ma no!a> 4rea es#e'ia$ a #artir do ?&a$ s0o e('$&;dos meros 'rentes 'ir'&n'idados em es&s> !o'D #ode ima)inar o e9eito ?&e / s&s'e#t;!e$ de ter no 9am;$ias e a)re)ados 9ami$iares ?&e a'eitaram a fé . Em !e2 de &nidade e de &ma mente 'om&m> a!er4 di!is0o> des'on9ian*a e ri!a$idade. No!amente> isso tina a'onte'ido na Ga$4'ia e Pa&$o n0o ?&eria !er isso a'onte'endo em 6reta o& em ?&a$?&er o&tro $&)ar. E$e im#$i'a> tam/m> os 'rist0os ?&e as #essoas ?&e esta!am tentando ensinar a $ei B&dai'a #ara re'/m-'on!ertidos esta!am es#erando #ara 9a2er dineiro 'om isso. A a&ndn'ia de !a)ando #ro9essores no m&ndo anti)o 9e2 isso> o9ere'endo &m no!o> ini'ia*0o es#e'ia$> a'om#anada de ensino sore mist/rios> rit&ais e simi$ares> e e(i)indo o #a)amento #or se&s ser!i*os.

Ent0o> de#ois de re#etir a #iada sore mentirosos de 6reta> Pa&$o e(orta Tito #ara aB&dar as  #essoas em se& '&idado #ara entender o ?&e a !erdade> ea !erdade> s0o t&do. Os 9a$sos mestres ?&e  #odem do) se&s #assos #ro!a!e$mente !ai tentar ensinar os 'on!ertidos istórias sore os eróis  B&dai'os de idade> desen!o$!endo as narrati!as ;$i'as dos #atriar'as e #ro9etas de !4rias maneiras. Temos $i!ros inteiros a #artir deste #er;odo do B&da;smo> ?&e tento& tirar $i*Jes #ara se&  #ró#rio tem#o> e(#andindo as istórias da 5;$ia em !isJes a#o'a$;#ti'as> in'identes dram4ti'os>

di4$o)os $on)os e assim #or diante. ma e o&tra !e2 estes s0o #roBetados #ara 'on!en'er as #essoas ?&e e$es de!eriam manter o eis $ei n0o tanto os +e2 Mandamentos @?&e o #ró#rio Pa&$o re9or*a em !4rios $&)ares> mas os as#e'tos da $ei B&dai'a> ?&e eram> e9eti!amente> &ma arreira entre  B&de&s e )entios. Pa&$o reBeita todo esse ti#o de 'oisa. > e$e di2 no !ers;'&$o 1> &m 'onB&nto de 'omandos meramente &manas ?&e !ai 'ontra a !erdade @#res&mi!e$mente e$e ?&er di2er a !erdade doevangelho > 'omo em G4$atas %:  e %:1.

Em #arti'&$ar> esses #ro9essores en9ati2aram ?&e a!ia a$)&mas 'oisas> #rin'i#a$mente a$)&ns a$imentos> ?&e eram rit&a$mente im#&ro e de!em ser e!itados 'om#$etamente. A maneira de saer o !erdadeiro +e&s> e$es iriam ensinar> era de se aster de t&do o im#&ro e a)arrar-se  $ei. Pa&$o reBeita esta se!eramente> e'oando 'omo e$e 9a2 isso o ensinamento do #ró#rio es&s em #assa)ens 'omo Mar'os 7. A !erdadeira #&re2a n0o / &ma ?&est0o de to'ar isso e n0o to'ar isso. Verdadeira  #&re2a @!ers;'&$o 1 / &ma ?&est0o de o interessado ter a s&a mente reno!ada e 'ons'iDn'ia

ed&'ado> n0o &ma ?&est0o de &m ti#o de 'arne sendo #&ra e o&tro ser im#&ro. Para os #&ros todas as 'oisas s0o #&ras CF esta #a$a!ra #asso& #ara a $in)&a)em 'om&m 'omo &ma es#/'ie de  #ro!/rio. Isso n0o si)ni9i'a> / '$aro> ?&e se #ode 9a2er o ?&e ?&iserF 4 &ma a&ndn'ia de 'oisas ?&e as #essoas rea$mente #&ros n0o !ai ?&erer 9a2er a ?&a$?&er #re*o @o#ress0o> 9ra&de> !io$Dn'ia> imora$idade se(&a$ e assim #or diante. Mas o #ro$ema / ?&e se as #essoas n0o s0o #&ras em si

mesmos> em se)&ida> t&do o ?&e to'am se tornar4 'ontaminado> no entanto #&ro / em si mesmo. E$es #odem manter o ?&e os re)&$amentos ?&e )ostam e ?&e n0o 9ar4 di9eren*a.

Se& entendimento e 'ons'iDn'ia #ermane'er4 em &m estado de im#&re2a> em o&tras #a$a!ras> de ser e('$&;do do =ni'o ';r'&$o interno ?&e interessa> o& seBa> o 'one'imento de +e&s. A?&e$es ?&e manter todas as $eis de #&re2a #ode m&ito em a$e)ar ?&e e$es s0o assim 'one'er +e&s> mas na !erdade e$es #odem estar ne)ando o !erdadeiro +e&s a 'ada res#ira*0o ?&e e$es tomam.

Tito n0o / se 'om#rometer 'om essas #essoas. E$e n0o / #ara s&a!i2ar $ina d&ra de Pa&$o. Ensinando 'omo esse de!e ser reBeitado de 'ima #ara ai(o> e as #essoas ?&e a de9endem e  #ro#a)am n0o a!er4 ?&a$?&er &so na edi9i'a*0o da 'om&nidade. #a$a!ras d&ras #ara d&ras

rea$idades. A#$i'ando t&do isso !ai ter 'ora)em. Tito tem o #ró#rio e(em#$o de Pa&$o se e$e ?&er  ?&e $emram o ?&e #are'e na #r4ti'a.

Tito %: 1-1,

No documento Pastorais n.t Wright (páginas 70-72)