• Nenhum resultado encontrado

Braz. j. . vol.83 número1

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "Braz. j. . vol.83 número1"

Copied!
5
0
0

Texto

(1)

www.bjorl.org

Brazilian

Journal

of

OTORHINOLARYNGOLOGY

ARTIGO

ORIGINAL

A

possible

cause

of

epistaxis:

increased

masked

hypertension

prevalence

in

patients

with

epistaxis

Baran

Acar

a,∗

,

Bunyamin

Yavuz

b

,

Erdem

Yıldız

a

,

Selcuk

Ozkan

a

,

Mehmet

Ayturk

a

,

Omer

Sen

c

e

Onur

Sinan

Deveci

a

aKeciorenTrainingandResearchHospital,DepartmentofOtorhinolaryngology,Ankara,Turquia bMedicalParkAnkaraHospital,DepartmentofCardiology,Yenimahalle,Turquia

cKeciorenTrainingandResearchHospital,DepartmentofCardiology,Ankara,Turquia

Recebidoem23deoutubrode2015;aceitoem15dejaneirode2016 DisponívelnaInternetem27dedezembrode2016

KEYWORDS

Maskedhypertension; Epistaxis;

Spontaneous

Abstract

Introduction:Epistaxisandhypertensionarefrequentconditionsintheadultpopulation. Mas-ked hypertensionisdefinedasaclinicalconditioninwhichapatient’sofficebloodpressure levelis<140/90mmHg,buttheambulatoryorhomebloodpressurereadingsareinthe hyper-tensiverange.Manystudieshaveprovedthathypertensionisoneofthemostimportantcauses ofepistaxis.Theprevalenceofthisconditioninpatientswithepistaxisisnotwelldefined.

Objective: This study aimed to evaluate the prevalence ofmasked hypertensionusing the resultsofofficebloodpressuremeasurementcomparedwiththeresultsofambulatoryblood pressuremonitoring.

Methods:Sixtypatientswithepistaxisand60controlsubjectswereenrolledinthestudy.All patientswithepistaxisandcontrolswithouthistoryofhypertensionunderwentphysical exami-nation,includingofficebloodpressuremeasurement,ambulatoryorhomebloodpressure,and measurementofanthropometricparameters.

Results:Meanage was similarbetween theepistaxisgroup andthecontrols ---21---68years (mean42.9)fortheepistaxisgroupand18---71years(mean42.2)forthecontrolgroup.Atotalof 20patients(33.3%)intheepistaxisgroupand7patients(11.7%)inthecontrolgroup(p=0.004) hadmaskedhypertension.Night-timesystolicbloodpressurewassignificantlyhigherinpatients withepistaxisthaninthecontrolgroup(p<0.005).However,nosignificantdifferencewasfound indaytimesystolicbloodpressurebetweenthecontrolgroupandthepatientswithepistaxis (p=0.517).

DOIserefereaoartigo:http://dx.doi.org/10.1016/j.bjorl.2016.01.007

Comocitaresteartigo:AcarB,YavuzB,Yıldız E,OzkanS,AyturkM,SenO,et al.Apossiblecauseofepistaxis:increasedmasked

hypertensionprevalenceinpatientswithepistaxis.BrazJOtorhinolaryngol.2017;83:45---9.

Autorparacorrespondência.

E-mail:[email protected](B.Acar).

ArevisãoporparesédaresponsabilidadedaAssociac¸ãoBrasileiradeOtorrinolaringologiaeCirurgiaCérvico-Facial.

(2)

Conclusion:This study demonstrates increasedmasked hypertensionprevalencein patients withepistaxis.Wesuggestthatallpatientswithepistaxisshouldundergoambulatoryorhome bloodpressuretodetectmaskedhypertension,whichcouldbeapossiblecauseofepistaxis. © 2016 Associac¸˜ao Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia C´ervico-Facial. Published by Elsevier Editora Ltda. This is an open access article under the CC BY license (http:// creativecommons.org/licenses/by/4.0/).

PALAVRAS-CHAVE Hipertensão mascarada; Epistaxe; Espontânea

Umapossívelcausadeepistaxe:maiorprevalênciadehipertensãomascarada empacientescomepistaxe

Resumo

Introduc¸ão:Epistaxeehipertensãosãocondic¸õesfrequentesnapopulac¸ãoadulta.Hipertensão mascaradaédefinidacomoumacondic¸ãoclínicaemqueoníveldapressãoarterialdopaciente noconsultórioé<140/90mmHg,masasleiturasdapressãoarterialambulatorialouemcasa seencontramnafaixahipertensiva.Muitosestudosdemonstraramqueahipertensãoéumadas causasmaisimportantesdeepistaxe.Aindanãoestádevidamentedefinidaaprevalênciadessa condic¸ãoempacientescomepistaxe.

Objetivo:AvaliaraprevalênciadeHMcomousodosresultadosdemensurac¸ões dapressão arterialnoconsultório,emcomparac¸ãocomosresultadosdaMAPA.

Método: Foramrecrutados60pacientescomepistaxee60indivíduosparacontrole.Todosos pacientescomepistaxeeoscontrolessemhistóricodehipertensãopassaramporexamefísico, inclusivedeterminac¸ãodapressãoarterialnoconsultório,MAPAemensurac¸ãodosparâmetros antropométricos.

Resultados: Amédiadeidadefoisimilarentreogrupocomepistaxeeoscontroles:de21a 68(média42,9)anosparaogrupocomepistaxeede18a71(média42,2)anosparaogrupo controle.Nototal,20pacientes(33,3%)nogrupocomepistaxeesete(11,7%)nogrupo con-trole(p=0,004)apresentaramhipertensãomascarada.Apressãoarterialsistólicanoturnafoi significantementemaisaltaempacientescomepistaxe,emcomparac¸ãocomogrupocontrole (p<0,005).Noentanto,nãofoiobservadadiferenc¸asignificantenapressãoarterialsistólica obtidaduranteodiaentreogrupocontroleeospacientescomepistaxe(p=0,517).

Conclusão:O presente estudo demonstra maior prevalência de hipertensão mascarada em pacientescomepistaxe. Sugerimos quetodosospacientescomepistaxe devamser subme-tidosàmonitorac¸ãodapressãoarterialcaseiraouemconsultóriocomoobjetivodedetectar hipertensãomascarada,quepodeserumacausapossíveldeepistaxe.

© 2016 Associac¸˜ao Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia C´ervico-Facial. Publicado por Elsevier Editora Ltda. Este ´e um artigo Open Access sob uma licenc¸a CC BY (http:// creativecommons.org/licenses/by/4.0/).

Introduc

¸ão

O sangramento na cavidade nasal causado por lesão à mucosa ou por distúrbio vascular como resultado de transtornosdacoagulac¸ãoédenominadoepistaxe.1A

epis-taxe é uma das emergências otorrinolaringológicas (ORL) maiscomunsquenecessitamdeinternac¸ãohospitalar,mas raramente representa risco para a vida. A epistaxe é maiscomumemhomensdoqueemmulheresesua frequên-ciaaumentacomaidade.1,2Aincidênciadeepistaxenãoé

totalmenteconhecida,masocorreem7-60%dapopulac¸ão. A epistaxe pode ser pós-traumática, iatrogênica (cirurgia nasalouprocedimentosendoscópicos)eespontânea,como resultadodepossíveisfatorescausais,como,porexemplo, fatoresnasaislocais (inflamac¸ão e infecc¸ão), medicamen-tose fatoressistêmicos,como transtornosdacoagulac¸ão, alcoolismo, telangiectasia hemorrágica hereditária e hipertensão.1,2

O nariz tem uma rica vasculatura, com contribuic¸ões substanciais daartéria carótidainterna (ACI) e daartéria carótida externa (ACE).O sistemadaACE fornece sangue para onariz atravésdas artériasfaciale maxilarinterna. A ACIcontribui para avascularizac¸ão nasalcom a artéria oftálmica.3 O plexo de Kiesselbach, ou área de Little, é

uma rede anastomóticade vasoslocalizada nosepto car-tilaginosoanterior.Muitasdasartériasqueirrigamosepto apresentam conexões e anastomoses nesse local. Mais de 90%dossangramentosocorremnaregiãoanterioretêmsua origemnaáreadeLittle,ondeocorreaformac¸ãodoplexo de Kiesselbach.3 A epistaxe posterior, que habitualmente

émaisprofusaedeorigemarterial,ocorremais posterior-mente na cavidadenasal.Essa condic¸ão representamaior risco de comprometimento das vias aéreas, aspirac¸ão de sangueemaiordificuldadenocontroledosangramento.

(3)

compressãoarterialelevada.Aepistaxeémaiscomumem pacientes hipertensos, talvez devido à fragilidade vascu-lardecorrente daprolongadadoenc¸a,4maspacientescom

epistaxe e com pressão arterial normal não foram ainda devidamenteinvestigadosparahipertensãomascarada.

O fenômenodahipertensãomascarada (HM)é definido comoumacondic¸ãoclínicaemqueoníveldepressão arte-rial(PA)noconsultórioé <140/90mmHg,masasleituras ambulatoriaisoudomiciliaresparaaPAsesituamnafaixa hipertensiva.4 A alta prevalênciade HM sugere a

necessi-dadedadeterminac¸ãodaPAforadoconsultórioempessoas com PA aparentemente normal ou bem controlada pelas mensurac¸õesnoconsultório.5

AprevalênciadeHMnapopulac¸ãogeralpodechegaraaté 10%.Dadosobtidosdediversosestudostransversais demons-traramgrandesdiferenc¸as,compercentuaisdeprevalência desde somente8% atéummáximo de49%.6,7 Hipertensão

obtida pela monitorac¸ão ambulatorial da pressão arterial (MAPA)édefinidaquandoaPAsistólicamédiaobtidadurante odiaéigualousuperiora135mmHgouquandoaPA diastó-licamédia,tambémobtidaduranteodia,éigualousuperior a85mm Hg,deacordocom osétimorelatório doComitê NacionalConjuntodeHipertensãonosEUAde2003,da Soci-edadeEuropeiadeHipertensão.8

Opresenteestudoteveporobjetivoaavaliac¸ãoda pre-valência de HM com o uso da MAPA entre pacientes com epistaxe.

Método

Este estudo prospectivo consistiu na revisão dos prontuá-riosclínicosdepacientescomepistaxeleve-moderada-grave tratadaporprocedimentoclínicooucirúrgicoentre dezem-bro de 2012 e janeiro de 2015. Todos os participantes deramseuconsentimentoinformado.Oprotocolodoestudo foi aprovado pelo comitê de ética do Hospital Kecioren (aprovac¸ãon◦185-09.01.2013)

Participaram do estudo 120 pacientes. Os pacientes foramseparados em dois grupos: o grupo com epistaxee o grupo controle, que não se apresentou com epistaxe. Cadagrupotinha60pacientes,40homense20 mulheres. A idade variou de 21 a 68 (média, 42,9) anos no grupo com epistaxe e de 18 a 71 (média, 42,2) anos no grupo controle.Ocritériodeinclusãofoiapresenc¸adeepistaxe espontânea(semtraumanemcirurgianasal)comPAnormal no consultório e sem hipertensão conhecida. Os critérios deexclusãoforam:pacientecomdoenc¸ahepáticacrônica, doenc¸a renal crônica e coagulopatia; em uso de anticoa-gulantes;com trauma nasal;com cirurgianasal; e que já tinhaapresentadohipertensãoprévia.

Depois de determinada a PA dos pacientes e após a interrupc¸ão do sangramento por tratamento clínico ou cirúrgico, foram estudados os parâmetros de hemograma completo,relac¸ãonormalizadainternacional(RNI)eTTPA, foifeitaumaecocardiografiana clínica cardiológicae um dispositivoparaMAPAde24horas(Holter)foiinstaladoem cadapaciente.

PA normal no consultório foi definida como <140/90mmHg. HM foi definida como um nível de PA do paciente obtido no consultório de < 140/90 mm Hg e parâmetros de MAPA na faixa hipertensiva (PA média

76

74

72

70

68

66

64

62

60

58

56

Grupo controle Grupo com epistaxe

PA diast total PA diast de dia PA diast à noite

Figura1 Aspressões arteriaisdiastólicas de dia e à noite foramsignificantementemaisaltasparaogrupocomepistaxe.

de 24 horas ≥ 130/80 mm Hg e/ou média da PA obtida duranteodia≥135/85mmHge/oumédiaduranteanoite ≥120/70mmHg).

Análiseestatística

Dadosparamétricosenãoparamétricoscontínuossão apre-sentadosnaformademédia±desviopadrão(DP)oucomo mediana(variac¸ão),respectivamente.Asvariáveisnão con-tínuas são apresentadas como percentuais. As variáveis categóricasforamcomparadascomotestedoqui-quadrado dePearson.Asvariáveiscontínuasforamcomparadascomo testetdeStudenteUdeMann-Whitney.Oprograma Statis-ticalPackageforSocialScience(SPSSInc.,versão15.0para Windows)foiusadoparaasanálisesestatísticas.

Resultados

Foramrecrutados60pacientescomepistaxee60indivíduos controlef.Amédiadeidadefoisimilarentreogrupocom epistaxee os controles:21-68 (média, 42,9) anos para o grupocomepistaxee18-71(média,42,2)anosparaogrupo controle.Nãofoiobservadadiferenc¸asignificantenas carac-terísticasdemográficasenosparâmetroslaboratoriaiseda ecocardiografiatranstorácicaentreosgrupos.

Vinte pacientes (33,3%) no grupo com epistaxe e sete (11,7%) no grupo controle (p=0,004) tinham HM. As

figuras 1 e 2 ilustram os níveis para as PAs sistólica e diastólicanogrupo com epistaxee nogrupo controle. Os parâmetros para as PAs no consultório e por MAPA estão apresentadosnatabela1.

(4)

Tabela1 Pressãoarterialnoconsultório,pressãoarterialambulatóriade24horasesuacomparac¸ãoparaosgruposcontrole ecomepistaxe

Controle(n=60) Epistaxe(n=60)

Média,faixa Média,faixa p

Pressãoarterialnoconsultório(mmHg)

Sistólica 120,3(128-110) 120,1(128-110) 0,817

Diastólica 74,2(85-58) 74,0(85-55) 0,840

PAmédianaMAPA(mmHg)de24hasteIM

Sistólica 121,1(134-114) 125,6(149-99,5) 0,012

Diastólica 67,2(87-51) 75,7(116-55) 0,00

Dedia

Sistólica 126,1(145-107) 127,2(149-91) 0,517

Diastólica 71,4(90-55) 75,1(95-54) 0,009

Ànoite

Sistólica 109,2(120-99) 117,2(139-88) 0,00

Diastólica 63,8(75-48) 68,2(88-48) 0,003

130

125

120

115

110

105

100

Grupo controle Grupo com epistaxe

Pa diast total Pa diast de dia Pa diast à noite

Figura2 Diferenc¸amaisaltanaspressõesarteriaissistólicas ànoiteentreosgruposcontroleecomepistaxe.

Discussão

Atéondesabemos,esteestudoé oprimeiroainvestigara prevalência de HM em pacientes com epistaxe. O estudo demonstrou maior prevalência de HM em pacientes com epistaxe.

Epistaxe e hipertensão são condic¸ões frequentes na populac¸ãoadulta.Arelac¸ãoentreoníveldepressãoarterial eaincidênciadeepistaxeempacientescomhipertensãoé umtópicoquesurgefrequentementenapráticaclínica.

Apesar de se saber que umahipertensão evidente é a principalcausadeepistaxeespontânea,atéapresentedata nenhumestudoavaliouarelac¸ãoentreHMe epistaxe.Em comparac¸ão com outros instrumentos demedida, a MAPA de24horasémaisválida,porpreverumprognóstico,uma vezqueavaliacommaiorprecisãooriscodedoenc¸a cardio-vascular,emcomparac¸ãocomasdeterminac¸õesdaPAfeitas duranteasconsultasnaclínicaounoconsultórioeMAPA tam-bémdemonstraíntimarelac¸ãocomlesõesaoórgão-alvo.9

Apenasum número limitado de estudos que envolvem MAPA avaliou pacientes com epistaxe. A razãoprovável é que, se determinado paciente se apresenta com uma PA normalnoconsultório,dificilmentequalquer otorrinolarin-gologista irá solicitar a MAPA.10 Estudos recentes sobre o

tratamento depacientes com epistaxe e hipertensão não mencionamaprevalênciadeHMempacientescomepistaxe, apenas recomendam o usoda MAPA oude dispositivos de monitorac¸ãoparausodomiciliar,paraumdiagnósticomais precisodeHM.11

Para as finalidades de nosso estudo, intencionalmente escolhemos pacientes com epistaxe e sem histórico de hipertensão. Este estudo encontrou elevada prevalência de HM em pacientes com epistaxe. HM estava presente em 20 (33,3%) pacientes no grupo com epistaxe e em sete (11,7%)nogrupocontrole.Page etal.demonstraram queumaepistaxeespontâneagravetambémpoderiasero sinal de apresentac¸ão de uma hipertensão ostensiva sub-jacente em cerca de 43% dos pacientes sem histórico de hipertensão.12 Esseachadopoderiaseratribuídoàselec¸ão

dospacientes,poisPageetal.recrutarampacientes exclusi-vamentecomepistaxegrave.Comparandonossosresultados com aqueles na literatura disponível, podemos aventar a hipótese de queHM é mais prevalenteem pacientes com epistaxedoquenaquelessemessacondic¸ão.Combase nes-ses resultados, consideramos que há necessidade demais estudos em grande escala que incluam indivíduos prove-nientes de todo o espectro de pacientes com epistaxee hipertensãoarterial.

Emnossoestudo,empregamoscritérioscomuns,porém maisrígidos, para HM. Oscritérios se justificampara uso em pacientes com epistaxe, diante da elevada prevalên-cia de HM. Além disso, a PA sistólica obtida à noite foi significantementemaiselevadaempacientescomepistaxe

(5)

O mecanismo pelo qual a HM poderialevar à ocorrên-cia de epistaxe ainda permanece desconhecido. Um dos mecanismospodeestarrelacionadoàdisfunc¸ãoendotelial. Umestudorevelouqueapresenc¸adeHMé umdos deter-minantesindependentesdedoenc¸acardiovascular.6um

númeropequenodeestudospublicadossobreomodopelo qualaepistaxeinfluenciaaHM oua hipertensãonoturna. Hánecessidadedeumcontroleapropriadodapressão arte-rialpara aprevenc¸ão daepistaxepersistente comorigem na áreade Kiesselbach,nocenárioclínicodos servic¸osde emergência.13Emnossapráticaclínica,amaioriados

paci-entescomepistaxefoiinternadanohospitalànoiteeaHM foiefetivapordemonstrarlesãoaórgãoscardiovasculares. Portanto,essespacientesdevemsersubmetidosaumestudo deMAPA.

Conclusão

Este estudo demonstrou que a prevalência de HM é mais elevadaem pacientescom epistaxe. Sugerimosque todos os pacientes com epistaxedevam ser submetidos à MAPA paradetecc¸ãodeHM,quepodesercausapossíveldo san-gramento.

Conflitos

de

interesse

Osautoresdeclaramnãohaverconflitosdeinteresse.

Referências

1.VarshneyS,SaxenaRK.Epistaxis:aretrospectiveclinicalstudy. IndianJOtolaryngolHeadNeckSurg.2005;57:125---9.

2.ChaiyasateS,RoongrotwattanasiriK,FooananS,SumitsawanY. Epistaxis in Chiang Mai University. J Med Assoc Thai. 2005;88:1282---6.

3.VenettacciO,NettlefoldC,ChanL,DanielM,CurottaJ. Sub--labial packing: a novel method of stopping epistaxis from Little’sarea.IntJPediatrOtorhinolaryngol.2013;77:1370---1. 4.Sarhan NA, Algamal AM.Relationship between epistaxis and

hypertension:acauseandeffectorcoincidence?JSaudiHeart Assoc.2015;27:79---84.

5.Angeli F, Reboldi G, Verdecchia P. Masked hypertension: evaluation, prognosis, and treatment. Am J Hypertens. 2010;23:941---8.

6.TomiyamaM,Horio T,Yoshii M,TakiuchiS, KamideK, Naka-muraS,etal.Maskedhypertensionandtargetorgandamagein treatedhypertensivepatients.AmJHypertens.2006;19:880---6. 7.Hänninen MR, Niiranen TJ,Puukka PJ, Mattila AK, Jula AM. Determinantsofmasked hypertensioninthegeneral popula-tion:theFinn-Homestudy.JHypertens.2011;29:1880---8. 8.ChobanianAV,Bakris GL,BlackHR, CushmanWC,Green LA,

IzzoJLJr,etal.Theseventhreportofthejointnational com-mitteeonprevention,detection,evaluation,andtreatmentof highbloodpressure:theJNC7report.JAMA.2003;289:2560---72. 9.Mancia G, De Backer G, Dominiczak A, Cifkova R, Fagard R, Germano G. Guidelines for the management of arterial hypertension: the task force for the management ofarterialhypertensionoftheEuropeanSocietyof Hyperten-sion(ESH)andoftheEuropeanSocietyofCardiology(ESC).J Hypertens.2007;25:1105---87.

10.Mancia G, Fagard R, Narkiewicz K, Redon J, Zanchetti A, Böhm M, et al. Task Force for the management of arterial hypertensionoftheEuropeanSocietyofHypertensionandthe EuropeanSocietyofCardiology.BloodPress.2014;23:3---16. 11.KikidisD,TsioufisK,PapanikolaouV,ZervaK,HantzakosA.Is

epistaxisassociatedwitharterialhypertension?EurArch Otorhi-nolaryngol.2014;271:237---43.

12.PageC,BietA,LiabeufS,StrunskiV,FournierA.Serious spon-taneousepistaxisandhypertensioninhospitalizedpatients.Eur ArchOtorhinolaryngol.2011;268:1749---53.

Imagem

Figura 1 As pressões arteriais diastólicas de dia e à noite foram significantemente mais altas para o grupo com epistaxe.
Figura 2 Diferenc ¸a mais alta nas pressões arteriais sistólicas à noite entre os grupos controle e com epistaxe.

Referências

Documentos relacionados

Comparing the dual task performance in CDP and the weighted average between all tested conditions, cochlear implant users with good hearing performance showed bet- ter re-test

Objetivo: Comparar a satisfac ¸ão do paciente e o desfecho clínico associados ao uso de tampões absorvíveis e não absorvíveis após a cirurgia funcional dos seios paranasais ( FESS

Prospective, double-blind, randomized trial evaluating patient satisfaction, bleeding, and wound healing using biodegradable synthetic polyurethane foam (NasoPore) as a middle

6 Consideraremos que a narrativa de Lewis Carroll oscila ficcionalmente entre o maravilhoso e o fantástico, chegando mesmo a sugerir-se com aspectos do estranho,

Conforme afirma Fukumitsu (2005 apud ZANA e KOVÁCS, 2013) em casos de tentativa ou ideação suicida é de extrema importância não deixar o paciente sozinho, pois ele precisa

Nesse contexto, a análise numérica via MEF de vibrações sísmicas induzidas por detonações se mostra como uma metodologia que pode contribuir significativamente

Um tempo em que, compartilhar a vida, brincar e narrar são modos não lineares de viver o tempo na escola e aprender (BARBOSA, 2013). O interessante é que as crianças

A empresa aqui denominada ARTCOURO COMERCIAL LTDA – pequena empresa de confecção de artigos de couro de uso pessoal de alta qualidade (bolsas, malas, cintos, carteias)