XII ERIC – (ISSN 1808-6004)
XII ERIC – (ISSN 1808-6004) SISTEMA DE CONTROLE BIBLIOTECÁRIO
Leonardo Henrique Paschoarelli Ribeiro Fernando Celestino Paschoaletto (Orientador) Monografia apresentada como trabalho de conclusão do curso de Bacharel em Ciência da Computação pela Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari – FAFIMAN.
RESUMO
Hoje em dia o controle bibliotecário da escola estadual é realizado de forma manual e através do uso de papel para gerenciar o controle do acervo, empréstimos e devoluções de livros aos alunos. Sendo assim, o sistema irá sanar tais problemas com o gerenciamento completo de todo o funcionamento da biblioteca, além de disponibilizar esse controle de maneira online e disponível em tempo integral.
Palavras-chave: controle, bibliotecário.
INTRODUÇÃO
Neste capítulo, serão descritas informações que se referem à Introdução deste trabalho na disciplina Estágio Supervisionado.
Contexto
Neste documento serão demonstradas as tecnologias e ferramentas que foram utilizadas para o desenvolvido do projeto do trabalho de conclusão de curso.
Denominado SCB (Sistema de Controle Bibliotecário) terá como função controlar todo o inventario que compõe a biblioteca do Colégio Estadual José Luiz Gori, bem como as movimentações de empréstimo, devoluções, reservas e todo meio de entrada e saída de exemplares.
Estes controles serão realizados através de cadastros e movimentações, o usuário final poderá emitir relatórios conforme o nível de acesso.
VISÃO DO SISTEMA
Neste capitulo, serão descritas informações sobre a Visão do Sistema, abrangendo como esta o atual cenário na biblioteca, como funciona o seu gerenciamento e a definição do sistema que será implementado ao final da conclusão deste trabalho, tendo esta visão utilizaremos a mesma para o desenvolvimento do mesmo.
Cenário Atual
Atualmente no Colégio Estadual José Luiz Gori, onde o sistema será implantado, o gerenciamento da biblioteca é realizado de forma manual, sendo controlado por planilhas eletrônicas e marcando os empréstimos e devoluções manualmente em uma ficha de cada aluno.
Desta maneira, o controle de repositório fica vulnerável a falhas humanas como a perca de exemplares do acervo. Em entrevista realizada com a atual bibliotecária, a maior dificuldade é gerenciar os livros, empréstimos e devoluções, pois, muitas vezes, a ficha do aluno acaba sendo perdida, o que impossibilita saber se este, de fato, devolveu o livro emprestado, além disso, de todos os problemas levantados neste cenário atual, a perca dos exemplares está no topo da lista.
Definição do Sistema
O sistema proposto, denominado SCB (Sistema de Controle Bibliotecário), deverá gerenciar todo o funcionamento da biblioteca do Colégio Estadual José Luiz Gori. Neste será possível cadastrar as pessoas que irão atuar no sistema, tais como, alunos, funcionários e pessoas da comunidade, gerenciar o repositório de obras literárias como as revistas, jornais, livros literários e didáticos, bem como gerenciar os empréstimos e devoluções das publicações. Toda a regra de negócio existente na biblioteca será disponibilizada ao sistema para atender as necessidades de um gerenciamento completo. Regras de empréstimos e devoluções, quantidades de empréstimo por tipo de pessoa, etc.
Além de existir um administrador no sistema, outras pessoas, como por exemplo, o aluno, poderão se conectar ao sistema e visualizar algumas opções, sendo elas: consultar livros, empréstimos e devoluções que foram realizadas em seu nome e até mesmo criar uma reserva de exemplar.
As opções para gerar relatórios serão especificadas com a bibliotecária.
TecNOLOGIAS
Neste capitulo serão descritas as tecnologias que serão utilizadas para o desenvolvimento deste sistema.
Linguagens de Programação
Composta por símbolos como comandos, identificadores, caracteres ASCII, entre outros que realizam a construção de forma concreta de sentenças para o computador descrevendo algoritmos.
É composta por Sintaxe e Semântica, uma especificando composição de programas a partir de letras ou símbolos e a outra especificando o significado de qualquer programa válido escrito na linguagem.
Existem vários tipos de linguagens de programação, entre as linguagens estão Linguagem de Máquina, Linguagens de Baixo Nível e Linguagens de Alto Nível. (PASCAL, 1997).
Java
Apresentada ao mercado em 1995 é uma plataforma de programação que cria entusiasmo entre os envolvidos na área de programação. É uma plataforma completa de extrema portabilidade com destaque á internet e funções voltadas á segurança.
De acordo com JUNIOR (2007, p. 20), Java pode ser caracterizado como:
O Java é uma linguagem de programação de propósito geral, concorrente, baseada em classes e orientada a objetos. Foi projetada para ser simples o bastante para que a maioria dos programadores se torne fluente na
linguagem. A linguagem Java tem relação com C e CC++, mas é organizada diferentemente, com vários aspectos de C e C++ omitidos e algumas ideias de outras linguagens incluídas.
Atualmente existem três seguimentos, o JavaME (Java Micro Edition), JavaSE (Java Standart Edition) e JavaEE (Java Enterprise Edition). O Java teve poucas mudanças na linguagem desde seu lançamento e tem como características principais alguns pontos chaves: orientada a objetos, independente de plataforma, sem ponteiros, desempenho, segurança e multithread (JUNIOR, 2007).
HTML
Hiper Text Markup Language ou linguagem de elaboração são como sinalizações de trânsito que mostram ao cliente a maneira que se deve usar e exibir imagens e textos na tela. Os comandos do HTML são conhecidos como tags, ficam sempre no documento fonte, dando instruções ao browser como se exibir na tela de um computador, sendo utilizada como referências para orientar o cliente a formatação de sua fonte como estar em negrito, tamanho e fonte. Também indica posição de imagens na pagina e links para outras paginas. (OLIVIERO, 2000).
Para utilizar o HTML, é necessário apenas que o editor salve em formato “somente texto” com extensão htm ou html. É importante ainda ressaltar que o HTML não pode ser confundido com Pascal, Visual Basic, Java entre outros.
Sempre será determinado por caracteres de sinais menor e maior <...>, uma começando um determinado bloco e a outra terminando o bloco. Indiferente, pode ser escrita tanto com letras maiúsculas como minúsculas.
Dentre os recursos que o HTML oferece, está a construção de tabelas para distribuir objetos na tela e definir layouts de página. Sempre será utilizada as tags <table>...</table>, com o conteúdo da tabela contido dentro das tags.
Toda tabela tem por obrigação conter células, linhas e colunas, e são definidas pelos comandos Atributo border = “n” que define tamanho da borda a ser utilizada na tabela expressa em pixels; Atributo cellpadding= “n” atribui o enchimento da célula que compõe a tabela; Atributo cellspacing= “n”, da o espaçamento entre células; Atributo width= “n” define qual será a largura das células.
Para definir a posição da tabela são utilizados comandos de alinhamentos como o atributo align, para centralizar (Align= “Center”), alinhar a tabela a direita (Align=”right”) ou a esquerda (Align= “left”). (OLIVIERO, 2000).
Com a atualização do HTML, a que trouxe muitas mudanças foi de fato a versão 5, novos elementos, novas funcionalidades e diversas novidades foram implementadas a sua estrutura, o que acaba facilitando o desenvolvimento de aplicações aos desenvolvedores (MAZZA, 2012).
Javascript
É uma linguagem interpretada, que permite controlar uma ou mais aplicações de terreiros, não dependem de compilação para serem executadas. Assim como o HTML o código é lido e executado pelo navegador. Possui grande tolerância a erros já que as conversões automáticas são realizadas junto com as operações, porém é uma fonte de grandes bugs se não souber ser utilizado corretamente.
O código utilizado na pagina Web é representado pela tag <script> sempre atentos, pois o código é lido rapidamente pelo navegador.(APOSTILA CAELUM, CAP. 11).
CSS
Cascading Style Sheets são compostas por camadas que definem estilos e layouts para arquivos HTML, define como deverá controlar fontes, cores, alinhamentos e como os elementos deverão se comportar em uma página. (PEREIRA, 2009).
Pode ser definido como linguagem de estilização ao invés de uma linguagem de programação, com a evolução constante do HTML foi exercendo muitas funções de apresentação ao usuário final, o que acabou gerando problemas para os desenvolvedores por não conseguir definir um padrão para todas as paginas, deste modo surgiu o CSS trazendo um padrão de desenvolvimento e mais estilo a página e deixando uma interface mais agradável. (PEREIRA, 2009).
Framework
Pratica utilizada em programação para a reutilização de códigos fontes criados por desenvolvedores e são compartilhados, podendo ser reutilizado diversas vezes, desta forma é formado um conjunto de códigos comuns em diversos projetos para promover uma funcionalidade genérica. (MÜLLER, 2008).
JSF (JavaServer Faces)
JSF é uma ferramenta de desenvolvimento, ou seja, um framework para desenvolvimento web em Java, criado pela Sun Microsystems, integrante da tecnologia de Java EE, muito utilizado em aplicações corporativas e aplicativos isolados. (GONÇAVES, 2008).
As principais características do JSF são: ter uma tecnologia definida pelo JCP, conjunto de componentes UI padrão, tem a opção de criar componentes adicionais, componentes visuais que se conectam com dados do servidor não precisando converter os componentes, os eventos de componentes visuais chamam funções no servidor, valida e converte os dados, tem suporte a Ajax e internacionalização de páginas e mensagens permitindo vários idiomas na interface.
O Model View Controller é um componente do JSF, começando no Faces Servlet onde qualquer requisição que é feita para uma página ou uma interação que foi feita no cliente e está enviando informação para o servidor, passa por ele. Ele inicia os controles do JSF. No Model ficam dados, aplicações, regras de negócios, acesso a dados e etc.
Em outras palavras simplificando, o JavaServer Faces utiliza visuais praticamente prontos para ser exibido no formato HTML. (APOSTILA CAELUM, CAP. 7).
UML
Linguagem de programação unificada ou UML como é chamada, é uma linguagem que modela softwares baseados no paradigma de orientação a objetos que pode ser aplicado a todos os domínios de aplicação. (GUEDES, 2009).
Deve-se entender que o UML é apenas uma linguagem de modelagem que auxilia os engenheiros de software em requisitos, comportamento e estrutura lógica em relação ao sistema que será implantado. É uma forma totalmente independente de utilização em processos de desenvolvimento. (GUEDES, 2009).
O sistema UML é composto por vários diagramas com intuito de fornecer várias visões do sistema a ser modelado, tendo em vista um fator importante que permite a descoberta de falhas, diminuindo a ocorrência de erros futuros em processos. (GUEDES, 2009).
Destacam-se três principais tipos de Diagramas:
Diagrama de Casos de Uso: O mais geral e informal da UML, utilizado em análises de requisitos do sistema, servindo como base para outros diagramas. Tem uma linguagem simples e identifica autores que utilizaram de alguma forma o software tais como serviços ou funcionalidades. (GUEDES, 2009).
Diagrama de Classes: É o mais utilizado, como o nome diz, define estruturas de classes utilizadas pelo sistema tais como atributos e métodos de cada classe, determinando também como as classes se interagem e trocam informações. (GUEDES, 2009).
Diagrama de Sequência: É um diagrama comportamental que determina o tempo em que mensagens são trocadas entre objetos envolvidos em determinados processos. Tem como apoio o diagrama de classes e costuma sempre identificar o evento gerador do processo modelado. (GUEDES, 2009).
Arquitetura do sistema
Neste capitulo é realizado o estudo referente a arquitetura do sistema, como os requisitos funcionais e não funcionais, diagrama de casos de uso.
Requisitos Funcionais
Para realizar a identificação que deverão compor o sistema como um todo, é realizada uma análise dos requisitos necessários tais como exigências de usuários, regras de negócio.
Diante desta análise realizada, foram levantados os seguintes requisitos: Requisitos Funcionais:
- O sistema deverá possuir uma validação de usuários, que deverá ser realizada na tela inicial do sistema com login e senha.
- O sistema deverá possuir níveis de usuários conforme o tipo de pessoa cadastrada, exemplo: usuário do tipo bibliotecário como administrador geral, aluno poderá realizar apenas consultas dos empréstimos e devoluções realizadas e gerar uma reserva.
- O sistema deverá ter o cadastro para as obras literárias da biblioteca, sendo elas livros, jornais e revistas.
- Deverá ser possível realizar o empréstimo e devolução do acervo bibliotecário.
- Com base no tipo de pessoa deverá ser possível definir a quantidade de exemplares e quantidade em dias para a devolução.
- Os relatórios podem ser acessados com base no cadastro de tipo de pessoa. Definindo quais relatórios os tipos de pessoas poderão realizar a emissão.
- Os relatórios devem ser gerados e salvos em formato PDF.
Requisitos Não Funcionais
- O sistema deverá realizar backup automático referente a sua base de dados todos os dias e manter em um repositório seguro os arquivos de backup.
- O sistema deverá funcionar em qualquer sistema operacional que esteja sendo acessado.
- O sistema deverá ser Web a fim de facilitar o acesso de seus usuários. - O sistema deverá suportar leitor de código de barras para ser utilizado em empréstimos e devoluções de exemplares.
Após realizar a implementação do sistema, poderá diminuir o uso de planilhas eletrônicas e fichas de alunos para marcar os empréstimos e devoluções.
Diagrama de Casos de Uso
Utilizado como análise e levantamento para o sistema servem como base para ter uma visão de como o sistema irá se comportar por utilizar atores e casos de usos à compreensão do diagrama acaba sendo fácil de ser entendido. (GUEDES, 2009).
PROJETO DO SISTEMA
Neste capitulo serão descritas as informações referente ao sistema em forma de Diagramas.
Figura 1 - Diagrama de Caso de Uso Geral Fonte: Autoria Própria.
Diagrama de Classes
Sendo um dos diagramas mais utilizados no modelo UML, seu uso define uma forma de estrutura que as classes irão utilizar no sistema, podendo definir seus atributos e métodos e seu relacionamento com outras classes. (GUEDES, 2009).
Figura 2 – Diagrama de Classes Fonte: Autoria própria.
REFERÊNCIAS
APOSTILA CAELUM. Disponível em: https://www.caelum.com.br/apostila-html-css-javascript/
Acesso em: 24. Mar. 2016
APOSTILA CAELUM. Disponível em: https://www.caelum.com.br/apostila-java-testes-jsf-web-services-design-patterns/ Acesso em: 09. Mai . 2016
GONÇALVES, Edson. Desenvolvendo aplicações web com NetBeans IDE 6. Rio de Janeiro: Ciência Moderna Ltda, 2008.
GUEDES, Gilleanes T.A. UML 2: Uma abordagem prática/ Gilleanes T. A. Guedes. São Paulo: Novatec Editora, 2009.
JUNIOR, Peter J. Java: Guia do programador / Peter Jandl Junior. São Paulo: Novatec Editora, 2007;
MÜLLER, Nícolas. Framework, o que é e para que serve? 2008. Disponível em: <https://www.oficinadanet.com.br/artigo/1294/framework_o_que_e_e_para_que_serv e>. Acesso em: 18 jun. 2016.
PEREIRA, Ana Paula. O que é CSS? 2009. Disponível em:
<http://www.tecmundo.com.br/programacao/2705-o-que-e-css-.htm>. Acesso em: 19 jun. 2016.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE; Apostila Pascal. Disponível em: web.unipar.br/~piffer/1Ano(Ling_Prog).../11Pascal_Apostila_2.doc
XII ERIC – (ISSN 1808-6004)
APLICAÇÃO DE (STO) SYSTEM TO ORGANIZE PARA NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO
Cleyton Rafael de Andrade Orientador: Prof. Osny Antonio Scaramal Fascio RESUMO
Este trabalho teve como objetivo geral analisar a visão dos gestores sobre a importância das competências no controle de processos de pedido para reconhecimento de autorização no setor de Estrutura e Funcionamento do NRE de Maringá, a partir de documentação, como conferência, análise, providência, verificação, relatório, envio de CEF (Coordenação de Estrutura e Funcionamento), conclusão do arquivo e observação com base na data de início e data do fim de cada processo. Como estratégia, adotou-se implantar um novo sistema de controle que atenda a necessidade do NRE de modo que atuando em ambientes exigentes, formados por constantes mudanças, buscou-se guias para suas ações, adotando instrumentos que permitam maior flexibilidade, velocidade, inovação e integração, tornando-se essencial para isso uma área específica para interação do sistema neste setor. Nas organizações, mediante a realização de diversas ações internas, representa um relevante instrumento no processo de gestão para alcançar a eficácia organizacional. Entre outros aspectos, percebe-se que com esse novo processo no sistema de controle aponta-se que a sua melhor utilização promove desenvolvimento, crescimento e sucesso.
Palavras-chave: Controle de processos. Estratégia. Qualidade.
INTRODUÇÃO
O trabalho pretende abordar uma diferente forma de organizar com sucesso, uma série de situações que se encontram no setor de estrutura e funcionamento do NRE - Núcleo Regional de Educação de Maringá. Esse setor deu a oportunidade de conhecer e avaliar os procedimentos diários que se adota nessa organização. Devido às ações que expressa continuidade na realização de determinadas tarefas, aos variados controle de processos de pedidos, análise e conferência de dados e
mais um conjunto de rotinas de protocolo que envolve várias atividades, desde a entrada de correspondência, documentos, passando pelo seu manuseio, tratamento, e envio às unidades do NRE, perde-se tempo, tanto na procura como na localização do processo.
Verifica-se que diante deste cenário dinâmico as organizações enfrentam um grande desafio. Mas, pela necessidade, exige-se uma rápida adequação e uma maior integração entre os autores dessa instituição.
É interessante destacar que os sistemas aplicados apresentam fatores críticos de sucesso para segurança de informação entre o usuário e a máquina. Bem como a atualização que padroniza a localização rápida e efetiva dos documentos que circulam no NRE e a qualidade das informações no ato do cadastramento, dos documentos e processos principalmente em relação ao recebimento eletrônico. Esse sistema auxiliará nos procedimentos e técnicas para melhorar o andamento de cada processo.
Vendo que a efetiva gestão de documentos depende da uniformização dos procedimentos e da qualificação dos colaboradores envolvidos em todo o ciclo documental. A busca de novas alternativas melhora os processos da organização que é um fator crítico para o sucesso institucional de qualquer sistema de documentação e procedimentos operacionais. Considera-se esse funcionamento de um ponto de vista procedimental, dentro do contexto dos aplicativos que é na realidade uma série de etapas implementadas sequencialmente, garantindo o funcionamento adequado como um caminho específico na estrutura de controle de processo.
O fator principal deste trabalho desenvolve a percepção de pontos que poderiam ser melhorados no controle de processos das atividades realizadas neste setor, a fim de aperfeiçoa-las com a aplicação de novas ferramentas. Para isso, permitiu-se melhor planejamento e controle de informações do NRE, identificando aspectos positivos e também algumas lacunas do uso do sistema de informação.
Percebe-se a satisfação do próprio cliente/usuário do NRE setor de estrutura e funcionamento, vendo o desenvolvimento do sistema, podendo localizar onde o processo se encontra em que setor, com quem e que fase está, também um acompanhamento de quando o processo deu a entrada e quando ele será concluído.
Com toda essa evolução na tecnologia e aplicativos, e vendo esta necessidade de se ter um controle de processo, torna visivelmente claro que o aprimoramento deste processo será satisfatório para o NRE.
Para tudo se tem o princípio nos quais este veio para melhorar a forma de trabalho, em tudo quanto se chega à tecnologia fica mais redundante. Com a modernização muitas coisas estão sendo evoluídas para sistemas ou máquinas, para melhor atender os clientes/usuários. Esse sistema será utilizado por todos os colaboradores do setor de estrutura e funcionamento sem nenhuma restrição, para atualizar, modificar, cadastrar, consultar qualquer processo.
Este trabalho se constitui em: pesquisa de levantamento de dados do NRE, através de entrevistas; pesquisa documental centrada nas aplicações destinadas ao desenvolvimento do sistema de processamentos de dados sobre representação bibliográfica; requisitos funcionais e requisitos não funcionais; análise e projeto; diagrama de caso de uso; diagrama de classe e cronograma de atividades.
Justificativa
A implantação do Sistema de Controle de Processos é o primeiro passo para o NRE se aprofundar ainda mais nas questões organizacionais, alinhando processo com as melhores técnicas de gerenciamento e utilização de serviço da tecnologia de informação e planejamento, facilitando maior aderência no controle de atividades tornando a mais simples, rápida e segura.
Objetivo Geral
Desenvolver uma ferramenta de software para o Sistema de Controle de Processos e Gerenciamento dos serviços do setor de Tecnologia da Informação do NRE localizada na cidade de Maringá, Estado do Paraná.
Estudar e entender o procedimento operacional de serviços de informática do NRE.
Análise de requisitos. Levantamento bibliográfico.
Entrevista com a orientadora regional do NRE. Atender os objetivos da ferramenta utilizada. Realizar testes no NRE.
Monitorar o desempenho.
Metodologia do Desenvolvimento do Sistema
No desenvolvimento do sistema de controle de processos do NRE, será utilizada uma linguagem de programação com o paradigma orientado a objetos para facilitar a abstração das funcionalidades do mundo real para o projeto do software. Segundo Braude (2005) a Orientação a Objetos tem como principal objetivo fornecer um mapeamento direto entre o mundo real e as unidades de organização utilizadas no projeto.
É importante ressaltar que, embora se trate de uma nova metodologia, a sua inserção dentro da organização do cliente/usuário ocorre através da integração das metodologias atuais aos novos requisitos, e não a sua substituição.
Controlando melhor o sistema de controle de eficiente processo, terá maior grau de acerto em termos de organização. O bom uso de uma metodologia é importante porque permite evitar práticas que levam ao insucesso e com isso reproduzir o sucesso.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
É fato que as tecnologias da informação e da comunicação influenciaram e influenciam a maneira de como lidamos com as informações.
O foco deste trabalho irá nortear o desenvolvimento das diferentes formas de organizar com sucesso, uma série de situações que se encontram no setor de estrutura e funcionamento do NRE de Maringá. Para fundamentar a relação
existente entre essa área do conhecimento, surge a necessidade de se analisar alguns conceitos utilizados para o desenvolvimento do STO (System To Organize), ou seja, esse Conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware. As técnicas descritas irão desde os estudos realizados para o recolhimento de informações até a linguagem de programação.
Foram utilizadas as seguintes aplicações do sistema para o desenvolvimento desse projeto:
Sistema Operacional Windows 8
O Windows 8 é um sistema operacional da Microsoft , que ficou mais funcional e prático. A tela inicial do Windows 8 é totalmente personalizável. Ela parece um mosaico de blocos dinâmicos, cada miniatura representando um aplicativo ou uma pasta do computador. Pode adicionar uma quantidade ilimitada, movê-los e incluí-los em grupos. O Windows 8 também oferece a personalização de cores e padrões de fundo.
Por exemplo, é possível combinar na tela: Aplicativo do tempo, Jogos, Fotos, Internet Explorer, Word, SkyDrive, etc.
O ícone do "Desktop" permite a volta para o desktop tradicional do Windows, com uma barra de tarefas horizontal, na parte inferior da página.
O sistema operacional já vem com vários aplicativos inclusos no Windows: Música: baixar e ouvir música, Fotos: reunir fotos, principalmente as do Facebook, Jogos: possibilidade de jogar online e competir com os amigos, Contatos: a partir das contas de e-mail e redes sociais, Vídeos: assistir a filmes ou programas de TV, E-mail: possibilidade de agrupar várias contas, SkyDrive: solução de Cloud para sincronizar arquivos entre vários dispositivos, Bing : motor de busca.
Também é possível baixar outros aplicativos no Windows Store, como em
um smartphone.
O Windows 8 inclui um serviço de armazenamento na nuvem (Cloud): o SkyDrive. Graças ao Office Web Apps, você pode trabalhar em documentos do Word ou Excel, mesmo se os dispositivos não possuem o software Office.
O Windows 8 foi projetado para se adaptar a vários tipos de terminais. A peculiaridade deste sistema operacional é a sua interface adequada para dispositivos sensíveis ao toque. Os dispositivos que podem rodar no Windows 8 são: os PC de escritório, os PC portáteis, os ultrabooks, os tablets, e os PC conversíveis. Também o Windows 8, assim como os seus antecessores, está disponível em várias edições: Windows 8, Windows 8 Pro, com o sistema operacional integral, Windows 8 Empres e Windows RT, desenvolvido para tablets e smartphones.
O novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 8, tem sua versão beta, leva ao consumidor um sistema com interface 100% remodelada .
Ao usar o Windows 8, o usuário ligará a máquina, e o sistema mostrará vários quadrados coloridos que representarão programas, pastas, aplicativos ou seções.
Esta nova interface, originalmente, recebeu o nome de Metro UI (Interface do Usuário). Hoje, oficialmente, foi desenvolvida para ser usada não somente em computadores, mas também em tablets ou smartphones - já que tem o mesmo desenho do Windows Phone.
Uma grande novidade também é que quando o sistema é utilizado pela primeira vez, ele pergunta se usuário quer cadastrar uma conta de uma plataforma Live (seja Hotmail, Outlook ou SkyDrive). Em caso positivo, toda vez que o PC for ligado, o usuário será levado a fazer o login e a senha da plataforma que ele cadastrou.
NetBeans
O NetBeans IDE é um ambiente de desenvolvimento rápido e fácil de aplicações desktop Java, integrado gratuito e de código-fonte aberto para desenvolvedores de software.
O IDE é executado em muitas plataformas, como Windows, Linux, Solaris e MacOS. É fácil de instalar e usar. O NetBeans IDE oferece aos desenvolvedores todas as ferramentas necessárias para criar aplicativos profissionais de desktop, empresariais, Web e móveis multiplataformas.
Essas ferramentas auxiliam programadores a escrever, compilar, e instalar aplicações, arquitetada em forma de uma estrutura reutilizável que visa simplificar o desenvolvimento e aumentar a produtividade, pois, reúnem em uma única aplicação todas estas funcionalidades. Totalmente escrita em Java, mas que pode suportar qualquer outra linguagem de programação ou linguagem que desenvolva com Swing, algumas das linguagens que o NetBeans suporta são o C, C++, Ruby, PHP, XML e linguagens HTML.
O NetBeans tem um interface bem organizado e disponibiliza um conjunto de funções que permitem aos programadores desenvolver aplicações de alto nível. Considerando que a linguagem de programação Java é uma das mais usadas atualmente, o Netbeans torna-se um excelente IDE para desenvolvimento.
Linguagem Java
A linguagem Java consiste numa programação orientada a objetos que serve para desenvolver programas para a maioria das plataformas. Ela foi criada pela Sun Microsystems com o objetivo de estar em dispositivos como TVs, videocassetes e outros, de modo que pudesse tornar estes dispositivos mais interativos. Mas, a linguagem ganhou força com a chamada J2EE que é uma linguagem do Java para internet e ambientes corporativos. O Java também possui a J2SE ( linguagem para criar programas para desktop ) e a J2ME ( linguagem para criar programas para celulares e outros dispositivos móveis ). Independente de plataforma, projetada para ser mais fácil de aprender do que C++.
A Programação Orientada a Objetos (OOP) é uma metodologia de desenvolvimento de software em que um programa é percebido como um grupo de objetos que trabalham juntos. Os objetos são criados como modelos, chamados classes, e contêm dados e as instruções necessárias para usar esses dados. A programação Java é completamente orientada a objetos (LEMAY; CADENHEAD, 2005). Neutralidade da plataforma é a capacidade de um programa executar sem modificações em diferentes ambientes de computação.
Os programas Java são compilados para um formato chamado bytecode, que é executado por qualquer sistema operacional, software ou dispositivo com um interpretador Java (LEMAY; CADENHEAD, 2005).
Astah Community
Segundo Mucin, (2010) para criar diagramas necessita de ferramentas específicas para substituir o papel e a caneta. Um dos softwares mais conceituados para a criação de diagramas de UML é o Astah Community.
Esse software é bem intuitivo e com apenas alguns minutos de exploração você se familiariza com ele, por ser de praticidade em elaborar diagramas completos. É um software para trabalhar com UMLs.
Astah Community é uma ferramenta de modelagem UML gratuita, tem sua operação apresentada de maneira simples, eficaz e intuitiva, possui em sua versão gratuita, recursos suficientes para uma modelagem completa, atendendo as necessidades do desenvolvedor para a criação dos diagramas UML.
O Astah completo, com várias outras ferramentas é perfeito para os desenvolvedores de aplicações que necessitam de praticidade e padrões de desenvolvimento definidos em uma única ferramenta.
Postgresql
Versão mais recente do Postgresql 9.4.4 que foi lançada em 12/06/2015, quanto à migração desta versão não necessária fazer restauração daqueles que executam 9.4.x. Sendo assim, se for atualizar uma instalação anterior atualizado usando um pg_upgrade versão 9.3.0 e 9.3.4 entre inclusiva, consulte a primeira entrada changelog abaixo.
E a alteração desta versão está em corrigir possíveis falhas para se recuperar de um estado de banco de dados inconsistentes, falhas raras para invalidar relação arquivo de cache init, evitar impasse entre as sessões de entrada e criar/drop data base e melhorar as estimativas de custo do planejador para semi-junções e anti-junta com indexscans interiores.
A UML
A UML (Unified Modeling Linguage) é um conjunto de convenções utilizadas para ajudar a documentar e projetar um sistema orientado a objetos e permitindo visualizações de várias perspectivas. Braude (2005) ressalta que: “O padrão oficial da UML, é gerenciada pelo consórcio de empresas Object Management Group, e a maioria das expressões de projeto em UML são denominadas modelos”. A UML é uma linguagem de modelagem não proprietária de terceira geração. Auxilia a visualizar seu desenho e a comunicação entre objetos. Basicamente, a UML permite que desenvolvedores visualizem os produtos de seus trabalhos em diagramas padronizados. Junto com uma notação gráfica, a UML também especifica significados, isto é, semântica. É uma notação independente de processos, embora o RUP tenha sido especificamente desenvolvido utilizando a UML. Os objetivos da UML são: especificação, documentação, estruturação para sub-visualização e maior visualização lógica do desenvolvimento completo de um sistema de informação. A UML é um modo de padronizar as formas de modelagem.
A UML possui vários conceitos que ajudam a projetar o sistema, porém, neste projeto utilizaremos apenas alguns modelos, como Diagrama de Classes, Caso de Uso e Diagrama de Sequência.
Diagrama de Classes: Segundo Fowler e Scott (2000), “Um diagrama de classes descreve os tipos de objetos no sistema e os vários tipos de relacionamentos estáticos que existem entre eles”. O diagrama de classe é semelhante ao diagrama de entidade-relacionamento utilizado na arquitetura estruturada o que diferencia ambos é que o diagrama classe exige um alto nível de abstração do mundo real e sua função é representar o comportamento da classe através de seus métodos.
Em programação, um diagrama de classes é uma representação da estrutura e relações das classes que servem de modelo para objetos. Podemos afirmar de maneira mais simples que seria um conjunto de objetos com as mesmas características, assim saberemos identificar objetos e agrupá-los, de forma a
encontrar suas respectivas classes. Na Unified Modeling Language (UML) em diagrama de classe, uma classe é representada por um retângulo com três divisões, são elas: O nome da classe, seus atributos e por fim os métodos.
Braude (2005) diz que: “Classe na UML são representadas por retângulos que contêm o nome da classe. A versão detalhada inclui o nome dos atributos e das operações, assinaturas, visibilidade, tipo de retorno”. A Figura - 1 abaixo demonstra um diagrama de classes de entidades.
Figura 1 – Representação Diagrama de Classes Fonte: Autoria Própria.
Diagrama de Caso de Uso: Casos de uso são as interações que o sistema tem com o usuário ou algum outro sistema, identificando quando fazemos afirmações das funcionalidades, por exemplo: O usuário faz alguma coisa ou a aplicação faz alguma coisa. Segundo Braude (2005): “O caso de uso é identificado pelo seu nome, tipo de usuário da aplicação, ator, e pela interação entre o ator e a aplicação”.
Figura 2 – Representação Diagrama de Caso de Uso. Fonte: Própria Autoria
Esse diagrama de Caso de Uso descreve um cenário que mostra as ações do usuário que é representado pelo sistema computacional. E tem como objetivo gerenciar/direcionar processos entre os andamentos.
Esses relacionamentos entre esses elementos ajudam a descrever como podemos observar esse diagrama de caso de uso de maneira bem objetiva e nele vemos as funcionalidades do sistema e as interações dos usuários com elas.
Diagrama de Sequência: O diagrama de sequência segue um raciocínio mais técnico do funcionamento do sistema descrevem as execuções que utilizam várias classes. Segundo Braude (2005), o tempo de vida de cada objeto envolvido é mostrado com uma linha vertical e sólida com o nome da classe na parte superior. Cada interação é mostrada através de uma seta horizontal, a partir do objeto que inicia o serviço para o objeto que fornece o serviço.
Figura 3 – Representação Diagrama de Sequência. Fonte: Autoria Própria
1: Cadastrar Usuário – é o responsável pelo cadastramento dos dados no sistema, podendo também atuar como operador e efetuar alterações cadastrais.
1.1: get Usuários – usa a interface para fazer a comunicação entre a pessoa e o controle, está interação faz com que o controle passe um pedido para ao banco de dados. Identifica situação, norteia a formulação voltada ao acesso dos sistemas processuais. Usa este método que recebe dados do usuário, faz a conexão ao banco de dados, processa a busca e exibe o resultado, uma forma segura de trabalhar com os atributos de uma determinada classe, protegendo e trafegando corretamente os atributos.
1.1.1: listAll – recebe o pedido do controlador, efetuando-se sua execução, buscando o espaço destinado para alocar os dados e salva, altera ou exclui os mesmos, após realizar esta ação retorna os resultados ao controlador, e repassa ao usuário.
DESCRIÇÃO DO SISTEMA PARA CONTROLE DE PROCESSOS
Os sistemas para controle de processos são desenvolvidos de forma a maximizar e minimizar as diferentes formas de organizar com sucesso uma série de situações que se encontram no setor de estrutura e funcionamento do NRE, além de eliminar possíveis riscos envolvidos nos procedimentos diários. Tarefas que podem ser realizadas remotamente com uma maior integração entre os autores dessa instituição.
A grande dificuldade existente quando se desenvolve este tipo de programa é a necessidade de conhecer além da linguagem, o processo que se deseja modelar e principalmente o sistema operacional.
Uma aplicação para controle de processo exige muito do sistema operacional, pois é ele que oferece o suporte necessário para a criação e gerência de processos concorrentes, mecanismos de sincronização e comunicação entre processos, acesso a dispositivos locais e remotos, controle de acesso a recursos compartilhados etc.
A escolha por esse sistema operacional citado neste trabalho fica clara, pois ele oferece mecanismos necessários à construção dessas aplicações, através dos aplicativos, uma espécie de rotinas modulares que compõem o núcleo do sistema.
Núcleo Regional de Educação
A Secretaria de Estado de Educação tem por objetivo a definição e a execução da política governamental no setor de educação básica e de educação profissional, visando à melhoria das condições de vida da população.
Compete à Secretaria adequar a oferta à demanda por escolaridade básica de forma prioritária e por escolaridade profissional, de acordo com a política governamental, de maneira autônoma ou em cooperação com os municípios, primando-se pela qualidade dos resultados.
Ao Chefe do Núcleo Regional de Educação compete divulgar e zelar pelo cumprimento da legislação, regulamentos, normas e diretrizes relativos à educação e serviços administrativos, bem como representar oficialmente a Secretaria de
Estado da Educação perante as autoridades, órgãos federais, estaduais, municipais e junto às instituições culturais, profissionais, científicas e associativas ou corporações particulares, quando solicitado.
Ao Assistente Técnico compete acompanhar a chefia do NRE na implantação e acompanhamento de todos os procedimentos administrativos do NRE, respondendo, na ausência da chefia, pelas atividades do NRE.
Ao setor de Estrutura e Funcionamento compete orientar estabelecimentos quanto à Vida Legal das escolas: credenciamento, autorização de funcionamento, reconhecimento, implantação, cessação, regimento escolar, matriz curricular e calendário escolar.
À Ouvidoria compete receber e analisar as reclamações e as sugestões dos usuários, orientando-os e encaminhando aos setores competentes os seus protocolados.
Ao Setor de Protocolo/Malote compete protocolar a entrada e a saída de documentos relacionados aos estabelecimentos de ensino da rede pública estadual, municipal e particular, expedindo e recebendo o malote para os municípios e SEED.
Também, compete responder pelo registro e encaminhamento de protocolados, receber e encaminhar as correspondências.
Ao Setor de Recursos Humanos compete organizar e acompanhar, junto com a chefia e coordenação, o processo de distribuição de aulas aos professores (efetivos, extraordinários, contratos PSS), pelos Documentadores, nos municípios jurisdicionados ao NRE, através de sessão pública. Também, compete analisar solicitações de remanejamento ou prestação de serviço de professores e funcionários.
Cenário do Problema
O sistema de trabalho que é utilizado atualmente funciona com base em controle de processos sem que haja uma regra de sistema, documentação apropriada ou um histórico para o gerenciamento destes procedimentos diários. A falta de novas atualizações tecnológicas é um fator indesejável que complemente
este cenário acima citado. O modelo atual de atendimento processual do NRE só é possível observar que, em algumas situações depende de uma busca de novas alternativas que melhore os processos em todo ciclo documental.
Objetivos do Sistema para Controle de Processo
O desenvolvimento do sistema para controle de processos tem como principais objetivos:
Economia de tempo dos clientes e usuários;
Elevar satisfação do atendimento processual junto ao usuário;
Transparência e formalidade para que não haja problemas políticos e relacionais entre setores, clientes, usuários e analistas;
Geração de informações privilegiando futuras tomadas de decisões.
Especificação do Sistema para Controle de Processo
Os aplicativos utilizados no desenvolvimento do sistema para controle de processos foram propostos por uma análise inicial, na qual procurávamos por ferramentas que possibilita estabelecer convenções, e uma forma ágil de desenvolvimento, seguindo o padrão U.M.L. (Unified Modeling Language) para documentação do sistema. Seguindo o conceito de ferramentas gratuitas, a codificação do sistema também deve provir de uma linguagem portável independente de plataforma que possui documentação para pesquisa e auxílio de fácil acesso.
Tecnologia e Linguagens de Programação
A linguagem de programação que será utilizada no desenvolvimento será o JAVA. A escolha desta linguagem se deve a facilidade de uso, custos inexistentes sobre ela, eficiência e portabilidade também foram essenciais para essa decisão. Também
será utilizada no desenvolvimento os sistemas: Sistema Operacional Windows 8, NetBeans, Astah Community, Postgresql e UML.
O banco de dados utilizado pelo sistema será o (SGBD) – Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados, que é um conjunto de programas de computador (softwares) responsáveis pelo gerenciamento de um banco de dados. Seu principal objetivo é retirar da aplicação cliente e usuário a responsabilidade de gerenciar o acesso, a manipulação e a organização dos dados. O SGBD disponibiliza uma interface para que seus clientes e usuários possam incluir, alterar ou consultar dados previamente armazenados.
Em muitos sistemas informatizados é necessário armazenar informações em bancos de dados, podemos constatar isso observando que nas últimas décadas o banco de dados se tornou o coração de muitos sistemas. A informação é muitas vezes a coisa mais valiosa do NRE, mantê-las e poder acessá-las sempre que necessário é primordial para tomar decisões importantes. Mas controlar o acesso a essas informações também é importantíssimo.
Ferramentas para Desenvolvimento
No desenvolvimento e modelagem do sistema foram selecionadas apenas ferramentas e tecnologias gratuitas para que não houvesse custos adicionais ao projeto, porém, por uma questão de infraestrutura do NRE se tornou conveniente utilizar-se de algumas soluções proprietárias, mas que não agregarão custos consideráveis ao projeto.
1 – Recursos Humanos:
Cleyton Rafael de Andrade (Desenvolvedor). Osny Antonio Scaramal Fascio (Orientador).
Colaboradores do Núcleo Regional da Educação (fase de análise de requisitos e teste).
Processador: Pentium(R) Dual-Core Memória RAM: 3GB.
Disco Rígido: 120GB.
Sistema Operacional Windows 8. NetBeans.
Astah Community. Postgresql.
UML.
PROJETO E DOCUMENTAÇÃO DO SISTEMA
Levantamento e Análise de Requisitos
O levantamento de requisitos do sistema foi realizado através de duas técnicas: entrevista e cenário, pesquisa na internet em busca de conceitos dos aplicativos a serem utilizados e de entrevista com a orientadora do NRE, Edvane Hawthorme que desempenha o papel do usuário.
Após serem validadas as funcionalidades do sistema que identifica as funções chave que deve desempenhar, foi elaborado um diagrama demonstrado abaixo na Figura 4, que apresenta uma visão global de como será o funcionamento do sistema. Este diagrama foi apresentado aos responsáveis pela área de tecnologia de informação.
Figura 4 – Representação Diagrama de Caso de Uso da Aplicação. Fonte: Própria Autoria
Requisitos Funcionais
Os requisitos funcionais especificam as funcionalidades do sistema independente das restrições físicas. O sistema para Controle de Processo deve:
Permitir o cadastro, edição e remoção dos funcionários, para utilização do sistema.
Ser capaz de buscar qualquer tipo de dados no banco de dados. Cada processo inicial deve conter um único identificador.
Fornecer um aviso da situação do processo. Requisitos Não Funcionais:
processo.
Garantir a segurança dos dados, bem como as permissões de acesso às suas funcionalidades.
O sistema deve ser capaz de tratar exceções e se recuperar de falhas, sem que haja perda de dados.
Casos de Uso
Os Diagramas de casos de uso explanam os cenários que o sistema tem, utilizando atores e funções do caso de uso para facilitar o entendimento do sistema, tanto do ponto de vista do usuário quanto do analista, usuários.
A partir das características do sistema e das informações levantadas através da convivência no setor, seguida de entrevistas com as partes interessadas do sistema NRE no setor de estrutura e funcionamento, foram identificados os casos de uso ilustrados e brevemente descritos a seguir.
Áreas e perfis de Usuários
Nestes casos de uso demonstrado na figura 5 e 6, temos as áreas e os perfis de usuários que poderão acessar no sistema, cada perfil poderá acessar quaisquer áreas correspondentes às tarefas.
Figura 5 – Representação Caso de Uso Perfis de Usuários. Fonte: Própria Autoria.
O caso de uso representado, mostra que o ator (usuário) fará as ações relacionamento com os casos de uso (cadastrar, editar e remover) os usuários, e também havendo relacionamento de casos de uso para casos de uso para se inserir dados no banco de dados.
Figura 6 – Representação Caso de Uso Áreas de Usuários. Fonte: Própria Autoria.
O autor representado pelo Usuário fará o gerenciamento de todas as suas ligações;
O caso de uso é descrito a tarefa a ser realizada;
Include é um relacionamento de caso de uso, que se faz necessário para que o outro caso de uso seja feito.
Diagrama de Classe
Descreve os vários tipos de objetos no sistema e o relacionamento de cada um deles, temos três perspectivas no diagrama de classe:
Conceitos ou Entidades: Conceitos do domínio em estudo que é destinada ao cliente.
Classes: Seu esforço é voltado para as interfaces e métodos, destinada aos gerentes de projeto.
Classes de Software: Detalhamento da implementação destinada ao time de desenvolvimento.
Diagrama de Classe da Aplicação
Figura 7- Representação Diagrama de Classe da Aplicação. Fonte: Própria Autoria.
5 FASE DE TESTES
Os testes são a última revisão do sistema que foi desenvolvido nesse projeto. É um elemento crítico da garantia de qualidade. O tipo de teste adotado foi o funcional, neste tipo de teste é abordada a funcionalidade do sistema sem levar em consideração o código fonte do sistema.
6 CONCLUSÃO E TRABALHOS FUTUROS
Ao realizar este trabalho sobre sistema de controle de processos, pode-se observar o procedimento funcional anterior do NRE. Uma nova metodologia
identificou-se o quanto a informatização é importante quanto se ganha em tempo. Com a implementação desse novo sistema, pode-se chegar a uma melhor maneira de executar essa atividade, pois é difícil tudo dar certo, existem mais erros que acertos, mas, até se chegar a um ponto positivo, pode-se dizer que está valendo à pena, pois se precisa de muita paciência e determinação.
7 REFERÊNCIAS
BRAUDE, Eric. Projeto de Software: Da programação à arquitetura: uma abordagem baseada em Java. São Paulo: Bookman, 2005.
FOWLER, Martin; SCOTT, Kendall. UML Essencial: Um Breve Guia para a Linguagem - Padrão de Modelagem de Objetos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
http://br.ccm.net/faq/15520-tudo-sobre-o-windows-8
POSTEGRESQL. PostgreSQL 9.4.5 Documentation. 2015. Disponível em: <http://www.postgresql.org/docs/9.4/static/release-9-4-4.html>. Acesso em: 08 ago. 2015.
LEMAY, Laura; CADENHEAD, Rogers. Aprenda em 21 Dias Java 2. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda., 2005.
MUCIN, P. S. Astah Comunnity, um software para trabalhar com UMLs. 2011 Disponível em: < http://www.plantaonerd.com/blog/2011/04/18/astah-community-umsoftware-para-trabalha-com-umls/>. Acesso em: 16 ago. 2015.
NETBEANS. Netbeans IDE informações da versão 8.0.2. 2013. Disponível em: < https://netbeans.org/community/releases/80/>. Acesso em: 14 set. 2015.
PARANÁ, Secretaria da Educação do. Conteúdo da Rede Pública: NRE de
XII ERIC – (ISSN 1808-6004) REDES SOCIAIS E A EVOLUÇÃO DA INTERNET
CAROLINE ILDEFONSO HENRIQUE. Acadêmico (a) do Curso de graduação em Administração da FAFIMAN - Mandaguari – PR. [email protected]
RAFAEL ROGÉRIO MATTIAS LOPES. Acadêmico (a) do Curso de graduação em Administração da FAFIMAN - Mandaguari – PR. [email protected]
ISABELLA TAMINE PARRA MIRANDA. Docente do curso de graduação em Administração da FAFIMAN - Mandaguari – PR. [email protected]
RESUMO
Este trabalho tem por objetivo estudar as redes sociais e a evolução da internet. As empresas estão utilizando cada vez mais as redes sociais como importantes ferramentas de comunicação com seus clientes atuais e potencias a fim de divulgarem sua marca, produtos e serviços. A crescente expansão da tecnologia e da internet possibilitou o avanço dos meios de propagação das empresas, onde muitas pessoas podem ser atingidas através dessa ferramenta. Sendo assim, o presente artigo tem por objetivo analisar a forma como as empresas utilizam as redes sociais como um forte diferencial para a organização, melhorando a competividade no mercado mundial através das mesmas. A metodologia utilizada baseou-se na pesquisa bibliográfica com base em vários autores que abordam este tema em seus trabalhos. Com o estudo pode-se perceber que os usuários das redes sociais vem crescendo em massa, e as empresas se adequando a esse meio como um meio estratégico para alcançaram destaque entre as demais. Conclui-se com essa pesquisa que as redes sociais possibilitam o alcance estratégico das pessoas pela forma que está propagada mundialmente. Ela atua como ferramenta estratégica na alavancagem dos negócios pelo potencial que tem de atingir clientes em todos os lugares num espaço curto de tempo.
1. INTRODUÇÃO
A escolha deste tema recaiu, principalmente, no fato de querermos obter mais alguns conhecimentos sobre algo que é particularmente noticiado em diferentes vertentes e por ser algo que, sendo inovador, pode influenciar em muito o nosso quotidiano.
A inovação digital é sempre muito importante e, consequentemente, as empresas têm que buscar inovações que andem junto com as tendências do mundo tecnológico.
Com o desenvolvimento tecnológico e crescimento da internet as organizações têm buscado se inserir no novo cenário mundial e se adaptar a essas mudanças para que não sejam ultrapassadas por seus concorrentes. As mídias sociais surgem nesse novo contexto como importantes ferramentas de comunicação e publicidade organizacional, podendo se traduzir em vantagem ou desvantagem competitiva, de acordo com a maneira como as empresas gerenciam sua utilização.
Com a resolução destes pontos, o nosso objetivo é conhecer as Redes Sociais num todo, e também verificar como as empresas investem sua imagem e de suas marcas de produtos dentro dessas redes.
1.1 Tema
Redes Sociais e a evolução da internet.
1.2 Problema Menos privacidade;
Acesso a sites sem nenhuma relação com ambiente de trabalho; Excesso/Abuso no uso de redes sociais;
Perda de produtividade / baixo desempenho;
Reduzir drasticamente a velocidade da Internet na empresa.
1.3 Objetivos
1.3.1 Objetivo Geral
Estudar os impactos positivos e negativos que as redes sociais oferecem as empresas.
1.3.2 Objetivos específicos
Estudar os efeitos que as redes sociais e a internet tem sobre a atual geração;
Identificar as oportunidades que a internet e as redes sociais podem trazer para empresa;
Determinar qual comportamento é aceitável em redes sociais que envolvam o nome das empresas;
Analisar a melhor forma de monitorar o acesso dos funcionários a internet.
1.4 Justificativa
É uma avaliação parcial da disciplina de Estagio I. Além disso, este tema tem grande importância para as empresas em geral que procuram sucesso e reconhecimento, além de diversas características que as diferenciam no mercado.
As redes sociais deixaram de ser sinônimo apenas de entretenimento e se tornaram um meio também de atualização e troca de opiniões sobre produtos, serviços e marcas. Essa evolução das formas de interação na web obriga os empreendedores a investir cada vez mais em ferramentas na internet.
2. REVISÃO DE LITERATURA
2.1 CONCEITOS
A internet pode ser considerada como o tecido de nossas vidas. Se hoje a tecnologia da informação é o que a eletricidade foi na Era Industrial, pode se dizer que a internet tem a mesma importância de uma rede elétrica ou um motor elétrico, devida a sua capacidade de distribuir a força da informação pela humanidade. Logo a internet tornou-se a base tecnológica para a forma organizacional da Era da Informação: a rede. (CASTELLS, 2003, p.7)
O conceito de rede é muito amplo. Contudo, as redes sociais conquistaram um espaço fiel na vida das pessoas, atendendo aos mais diversos gostos e assuntos (ROCHA E ALVES, 2010). Segundo Marteleto (2001, p.72) as redes sociais representam “[...] um conjunto de participantes autônomos, unindo ideias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados”.
Nos dias de hoje o ser humano consegue se relacionar com as pessoas de diversas formas. Para Recuero (2009, p.25) a “Rede social é gente, é interação, é troca social. É um grupo de pessoas, compreendido através de uma metáfora de estrutura, a estrutura de rede. Os nós da rede representam cada indivíduo e suas conexões, os laços sociais que compõem os grupos. Esses laços são ampliados, complexificados e modificados a cada nova pessoa que conhecemos e interagimos. Com isso, é fácil entender porque a Internet deu tanta força para a metáfora: Nunca se conheceu e interagiu com tantas pessoas diferentes, nunca tivemos tantos amigos quanto no nosso perfil do Orkut ou tantos seguidores, como no Twitter. Mas nem todas as pessoas que seguimos ou são conexões na Internet são realmente as pessoas com quem trocamos mensagens. Daí dizermos que nem todas as redes são iguais: algumas são só compostas de conexões, outras, de conversas, outras ainda, de uma mistura de ambos.”
Como se pode observar pelas definições acima, as redes sociais são tidas como meios para uma pessoa compartilhar com o mundo aquilo que lhe interessa, mostrando seu ponto de vista. Além disso, ainda pode servir como mediadora de novas amizades, dando a oportunidade de pessoas diferentes conversarem com outras, criando vínculos através das redes.
Devido a sua fácil adaptação e flexibilidade, as redes tem vantagens como ferramentas de organização, caraterísticas muito importantes para se sobreviver num ambiente de rápidas mudanças (CASTELLS, 2003, p.7). “Como as redes sociais na Internet ampliaram as possibilidades de conexões, ampliaram também a capacidade de difusão de informações que esses grupos tinham. No espaço offline, uma notícia ou informação só se propaga na rede através das conversas entre as pessoas. Nas redes sociais online, essas informações são muito mais amplificadas, reverberadas, discutidas e repassadas. Assim, dizemos que essas redes proporcionaram mais voz às pessoas, mais construção de valores e maior potencial de espalhar informações. São, assim, essas teia de conexões que espalham informações, dão voz às pessoas, constroem valores diferentes e dão acesso a esse tipo de valor.” (RECUERO, 2009, p.25).
Nesse meio, é notável o aproveitamento por parte desses indivíduos que utilizam a rede para transpassar informações e valores uteis a outras pessoas, seja
através do espaço off-line ou nas redes sociais online. Assim sendo, vê-se que a base de qualquer rede social está no indivíduo, é ele quem constrói e mantem os laços sociais.
De acordo com Torres (2009, p.74) “as redes sociais são sites onde as pessoas se cadastram, registram seus dados pessoais, nos chamados perfis, e podem se relacionar com outras pessoas, publicando fotos, enviando mensagens e criando listas de amigos.” Dentro delas cada indivíduo tem sua função e identidade cultural. A relação com outros indivíduos de forma harmônica representa a rede (TOMAÉL, ALCARÁ, CHIARA, 2005).
“Redes sociais são plataformas sociais virtuais compostas por pessoas conectadas por vários tipos de relações, que dividem valores, objetivos, interesses e ideologias comuns, possibilitando um relacionamento democrático e igualitário. Para elas não existem barreiras geográficas que possam impedir a interatividade. Atualmente, elas as plataformas mais acessadas da internet e quase uma unanimidade entre as pessoas, principalmente jovens.” (HAHL; OCANHA; PEDROSO; SANTOS; 2013).
2.2 HISTORIA
As origens da internet podem ser encontradas na Arpanet, uma rede de computadores montada em tempos remotos da Guerra Fria pela Advanced Research Projects Agency (ARPA) em setembro de 1969. Formada em 1958 pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a ARPA tinha a missão de mobilizar recursos de pesquisas, principalmente do mundo universitário, com o intuito de alcançar superioridade tecnológica militar em relação à União Soviética no lançamento do primeiro Sputnik em 1957. A Arpanet era apenas um pequeno programa surgido de um dos departamentos da ARPA, o Information Techniques Office (IPTO), criado com base em uma unidade preexiste em 1962. O objetivo principal desse departamento era manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos para sobreviver a um ataque nuclear. (CASTELLS, 2003).
Até o início dos anos 90, apenas as universidades, institutos de pesquisa e o governo norte americano utilizavam a internet para troca de informações entre instituições, e não pessoas. Foi em 1995 que o acesso à internet foi liberada para as
pessoas e empresas em geral, quando surgiram os primeiros provedores de acesso privado. Porém, o preço dos equipamentos e a lentidão para se carregar as páginas da internet desanimava seu uso. (MADEIRA e GALLUCCI, 2009).
Segundo Dumas, “a internet revolucionou o funcionamento tradicional das sociedades modernas como o fizeram, a seu tempo, a imprensa, a máquina a vapor, a eletricidade ou a telegrafia sem fio (radio).”
Com a evolução da Web e a baixa nos custos de acesso, a Internet foi se tornando um meio de comunicação altamente conhecido nos países ocidentais, dentre eles o Brasil (MADEIRA e GALLUCCI, 2009). De acordo com Castells (2003), “o que permitiu à Internet abarcar o mundo todo foi o desenvolvimento da www. Esta é uma aplicação de compartilhamento de informação desenvolvida em 1990 por um programador inglês, Tim Berners-Lee, que trabalhava no CERN, o Laboratório Europeu para a Física de partículas baseado em Genebra.”
Para Mata, (2012) “Como forma de comparação, se a Internet, em plena Guerra Fria foi criada com objetivos militares, as redes sociais surgiram ao observar uma tendência dentro da internet de aproximação das pessoas que buscavam em sites diversos oportunidades ligadas à vida pessoal. Ou seja, veio suprir uma demanda, uma necessidade natural e arrebanhou um contingente gigantesco que buscavam algo que ainda não houvera sido inventado.”
Contudo, vários estudiosos acreditam que as redes sociais começaram muito antes da internet.
É possível identificar as redes sociais desde a pré-história, onde homens se reuniam à luz da fogueira para compartilhar gostos, interesses ou sensações. (BARBOSA, 2014). Acredita-se que as redes sociais surgiram antes mesmo da internet. Segundo Sotero (2009, p.2) “as redes sociais existem desde sempre na história humana, tendo em vista que os homens, por sua característica gregária, estabelecem relações entre si formando comunidades ou redes de relacionamentos presenciais. Hoje, por meio da internet, estamos transcrevendo nossas relações presenciais no mundo virtual de forma que aquilo que antes estava restrito a nossa memória agora está registrado e publicado (...).”.
O estudo das redes foi iniciado principalmente por matemáticos, contudo, logo foi adotado por diversos ramos das ciências sociais. Euler, um matemático e
físico suíço, criou a teoria dos grafos que é considerada como a base de todo o conhecimento sobre redes (FERREIRA, 2011).
2.3 TIPOS
São diversos tipos de redes sociais existentes, com diferentes finalidades e público-alvo, que têm foco em contatos profissionais, amizades, relacionamentos amorosos, pesquisas, dentre outros. Essas redes dispõem de ferramentas que facilitam a comunicação entre os usuários, inteirando-os do conteúdo gerado por eles mesmos, com postagem de mensagens instantâneas e textos, compartilhamento de vídeos, áudios e imagens. (CIRIBELI e PAIVA, 2011)
Com passar do tempo foram surgindo inúmeras redes sociais com várias características diferentes e com objetivos específicos. As redes sociais mais utilizadas pelas pessoas nos últimos anos são: Linkedin, Twitter e Facebook.
Lançado em 2004 por Mark Zuckerberg, um ex-estudante da Universidade Harvard, o Facebook alcançou um número de mais de 700 milhões de usuários no ano de 2011, tornando-se a rede social com maior número de usuários em todo mundo. (CARVALHO, 2011)
O Facebook tem um perfil bem detalhado, onde se descrevem várias informações pessoais; além disso, é possível criar álbuns de fotos, indicar links de interesse, escrever notas, como uma espécie de blog pessoal, criar grupos e até participar deles. O Facebook tem uma característica bastante interessante que permite que você possa interagir com as pessoas que estão na mesma rede. É também uma ferramenta que vem sendo utilizada pelas empresas para divulgar seus produtos e serviços de forma rápida e sem custos e atingindo um grande número de pessoas, ao mesmo tempo em que torna sua marca conhecida (TORRES, 2009).
De acordo com Torres (2009) o Twitter foi fundado em julho de 2006 pela Obvious Corporation São Francisco. Ele é um misto de rede social, blog e ferramenta de comunicação, que permite que os usuários enviem atualizações pessoais com no máximo 140 caracteres. Para utiliza-lo você cria seu perfil com uma
foto e uma pequena descrição sobre você, formando assim sua página pessoal. Esta página e tudo o que é postado e atualizado é transmitido instantaneamente para todos os usuários de sua lista de amigos virtuais.
Para Santos e Lopes (2013) o Twitter “é um micro mensageiro no qual os usuários são convidados a responder à pergunta “What’s happening?” (O que está acontecendo?) [...]”.
Segundo Mata (2012), “O twitter é um diário digital, onde os usuários dizem tudo o que estão fazendo e o que acontece nos momentos do seu dia a dia.” Ele é utilizado por muitos para informar aos usuarios sobre as notícias do momento, como um programa jornalístico.
“O twitter também tem sido constantemente utilizado por grandes empresas para a divulgação de marcas, por meio de constantes atualizações, sempre ligando o consumidor a uma página onde possa encontrar mais informações sobre o serviço ou produto oferecido.” (POWARCZUK, 2012)
Enfim, o Twitter hoje é uma das principais aplicações para compartilhar conteúdo na internet, de forma rápida e agregadora.
Segundo site oficial do LinkedIn, maior rede voltada ao mundo profissional, conta com mais de 433 milhões de usuarios em 200 países e territórios. Sua missão está baseada em conectar profissionais do mundo todo, para torná-los mais produtivos e bem-sucedidos.
De acordo com Santos e Lopes (2013), “O linkedIn é uma rede social profissional, onde é possível ao usuário cadastrar seu curriculum, buscar por oportunidades de emprego, conectar-se com outros profissionais, trocar mensagens e interagir com grupos temáticos.”
Sua fundação se deu em 2002, porem foi lançado somente em 2003. A apresentação fácil do LinkedIn dá aos empreendedores à chance de conhecer pessoas de relevância na área procurada através da ferramenta de busca (MATA, 2012).
2.4 IMPORTÂNCIA