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Diário de uma República I

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Academic year: 2022

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Diário de uma República I

Criação Amarelo Silvestre Direcção Artística Fernando Giestas

Estreia Cine-Teatro Louletano, Loulé, 10 de Junho 2021

© Augusto Brázio, Funchal, 2020

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Diário de uma República I 2021

Diário de uma República I

Sinopse de um projecto para 10 anos

Que Teatro se fará a partir do que se vê?

Diário de uma República é um projecto de Teatro e Fotografia enquanto espectadores da vida quotidiana durante uma década. Uma reflexão artística sobre o que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal entre 2020 e 2030.

Que Teatro resultará do acto de (nos) vermos realmente? Ver por querer. As ruas, as pessoas, as casas, as coisas.

Fotografar para prolongar o olhar.

As fotografias de Augusto Brázio e de Nelson d’Aires fixarão as imagens do real já

imaginado Teatro. Serão as imagens da República. Imagens fotografadas, com vida mais longa do que a vida efémera do Teatro, nas dimensões expositivas e editoriais deste projecto.

A Justiça é o tema foco da I edição de Diário de uma República, entendida no seu sentido mais amplo: a justiça das leis, das relações, das construções, da natureza, a justiça do nosso próprio olhar. Mantemos próximo um diálogo com Álvaro Laborinho Lúcio, sábio cidadão da República, para melhor nos orientarmos nos diferentes domínios desta temática.

As restantes edições deste projecto (2022-2030) debruçar-se-ão sobre outras temáticas fundamentais, a um ritmo de estreia de espectáculo nos anos ímpares, com excepção do último espectáculo, a estrear em 2030 como súmula dos quatro anteriores.

© Autor da fotografia

Diário de uma República é um projecto de Teatro e Fotografia. As fotografias de Augusto Brázio e de Nelson D’Aires fixarão as imagens do real já

imaginado Teatro.

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Diário de uma República I 2021

Ficha artística e técnica

Direcção Artística Fernando Giestas Apoio à Direcção Artística Rafaela Santos Fotografia Augusto Brázio e Nélson d’Aires Interpretação Carla Galvão

Cenografia Henrique Ralheta

Assistente de Cenografia Carolina Reis Apoio ao Movimento Yola Pinto

Desenho de Luz Wilma Moutinho Música José Pedro Pinto

Figurinos Rafaela Mapril

Colaboração Álvaro Laborinho Lúcio Produção Executiva Renato Bispo

Design Gráfico e Comunicação Ana Verónica Dias Gestão Financeira Susana Loio

Criação e Produção Amarelo Silvestre

Co-Produção Cine-Teatro Louletano, Teatro Viriato e Teatro Virgínia

Classificação Etária A definir Lotação A definir

Duração A definir

Residências artísticas Funchal (Teatro Feiticeiro do Norte), Viana do Castelo (Teatro do Noroeste), Loulé (Cine-Teatro Louletano), Coimbra (Casa da Esquina), Viseu (Teatro Viriato), Nelas (Câmara Municipal de Nelas), Montemor-o-Velho (Citemor)

Parcerias

Apoios

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Diário de uma República I 2021

Circulação

2021

¬ Canas de Senhorim, Antestreia, 28 e 29 de Maio;

¬ Loulé, Estreia, Cine-Teatro Louletano, 10 Junho;

¬ Viana do Castelo, Teatro Municipal Sá de Miranda, 11 Novembro;

¬ Funchal, Teatro Feiticeiro do Norte, 2,3 e 4 Dezembro;

¬ Viseu, Teatro Viriato, 10 e 11 Dezembro;

2022

¬ Torres Novas, Teatro Virgínia, 22 Janeiro 2022.

© Nelson d’Aires, Funchal, 2020

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Diário de uma República I 2021

Uma ideia de Diário de uma República

Olhar é uma motivação maior da Amarelo Silvestre.

Olhar para ver.

Olhar com o corpo todo. Cansar o corpo, caminhando, caminhando, contrariando o que já sabemos, contrariando o que vemos por ver. O que vemos sem querer. Disponibilizar o corpo para olhar por querer.

Ter a sensação de que nunca vimos o que estamos a ver.

Sair para a rua com as perguntas todas: Como é que? O que é que? Para que é que?

Porque é que? Onde é que? Quando é que?

Olhar e ouvir.

Perguntar para não se saber tudo. Continuar a perguntar antes que se saiba tudo.

Contrariar o perigo de se saber tudo colocando mais perguntas. Quando se souber tudo, nada mais há para perguntar. Seria uma pena.

Perguntar por querer.

Não dar respostas. Dar perguntas. A boca não diz, a boca pergunta. A língua que a boca fala é a interrogação.

Olhar por querer.

Fotografar para prolongar o olhar. E o tempo. Levar fotografias para o palco do Teatro e continuar a olhar e a dar perguntas. Quando o espectáculo terminar, não terminam as fotografias. E as perguntas tampouco. O que é aquilo? E aquilo? Enquanto não pararmos de dar perguntas estaremos a olhar.

Fernando Giestas

Co-Director Artístico da Amarelo Silvestre 14 de Janeiro de 2021

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Diário de uma República I 2021

© Nelson d’Aires, Viana do Castelo, 2020

© Augusto Brázio, Funchal, 2020

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Biografias da Equipa

Fernando Giestas Direcção Artística

Nasceu em Espinho, em 1978. Jornalista para sempre, dramaturgo, co-fundador, com Rafaela Santos, da companhia de teatro Amarelo Silvestre. Lê em papel. Tem uma filha e um enTiago. É artista associado do Teatro Viriato desde 2013.

Participações em criações Amarelo Silvestre (selecção):

- Direcção Artística de “Fluxodrama”, 2020;

- Dramaturgia de “Engolir Sapos”, encenação Rafaela Santos, co-produção Teatro Municipal do Porto, Teatro Viriato e Centro de Arte de Ovar, 2019;

- Textos do espectáculo “Canas 44”, em conjunto com Maria Gil, Direcção Artística Victor Hugo Pontes, co-produção Teatro Nacional D. Maria II, Centro de Arte de Ovar e Câmara Municipal de Nelas, 2017;

- Dramaturgia de “Museu da Existência”, encenação Rafaela Santos, co-produção Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor, 2016;

- Texto de “o que é que o pai não te contou da guerra?”, encenação Rogério de Carvalho, co-produção Teatro Nacional São João, 2015;

- Texto de “Sangue na Guelra”, encenação Rogério de Carvalho, co-produção Teatro Viriato, 2013 - texto publicado na colectânea Oficina de Escrita Odisseia: textos

escolhidos, coordenação de Jean-Pierre Sarrazac e Alexandra Moreira da Silva, edição do Teatro Nacional São João, 2011;

- Dramaturgia de “João Torto”, encenação Rafaela Santos, co-produção Teatro Nacional D. Maria II, 2012 - texto do espectáculo publicado pela editora Bicho do Mato, em parceria com o TNDMII, 2012.

Outras autorias e formação (selecção):

- Autor do texto “Os Lugares de Onde Vemos Sentados”, escrito no âmbito do II Laboratório de Escrita para Teatro do Teatro Nacional D. Maria II e publicado pela editora Bicho do Mato, em parceria com o TNDMII, 2017;

- Formação de Escrita para Teatro com Jean Pierre Sarrazac, Joseph Danan, Alexandra Moreira da Silva e Rui Pina Coelho, entre 2011 e 2017;

- Participação no II Laboratório de Dramaturgia do Teatro Meridional, 2015;

- Autor lido em sessões promovidas pelo Centro de Dramaturgia Contemporânea de São Paulo, no Teatro do Faroeste, São Paulo, e pela companhia francesa DYProcess, no

Théâtre Le Colombier, Bagnolet, Paris (peça “Sangue na Guelra”), 2013; e nas Leituras no Mosteiro, organização Teatro Nacional São João (peça “Mar Alto Atrás da Porta”), 2013.

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Rafaela Santos Apoio à Direcção Artística

Nasceu em Lisboa, em 1972.

Actriz, Encenadora e Formadora de Teatro. Tem um filho e uma filha. E pensa que tem uma certa queda para a dança. Co-fundadora, com Fernando Giestas, da companhia de teatro Amarelo Silvestre. É artista associada do Teatro Viriato desde 2008.

Terminou a licenciatura Bi-etápica de Teatro e Educação, em 2007, e o bacharelato em formação de actores, em 1995, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Fez o curso de formação de actores do IFICT, em 1991.

Estreou-se como actriz profissional em 1994, com Greensleeves, de Joyce Carol Oates, encenação de Jorge Silva Melo, tendo, desde então, trabalhado com diversos

encenadores, como Rogério de Carvalho, John Mowat, Victor Hugo Pontes, Maria Gil, Sandra Faleiro, Bruno Bravo, Ana Nave, João Brites, Diogo Dória, Christinne Laurent, Maria Emília Correia, Ana Támen, António Pires, Graeme Pulleyn, Sónia Barbosa, entre outros.

Recebeu o Prémio Melhor Atriz – Teatro na Década, com a sua interpretação em Sob um bosque de leite, de Dylan Thomas, com encenação de Sandra Faleiro, no Acarte, em 1996.

Em Dança, participou em espetáculos de Olga Roriz (Anjos e arcanjos...) e Madalena Vitorino (Caruma).

Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian para estudo dos Cruzamentos entre Dança e Teatro, em Nova Iorque, no ano de 2000. Fez o seminário para jovens encenadores organizado pelo TNDMII, em 2003.

Entre 1999 e 2009, participou em diversos telefilmes e curtas e longas-metragens de cinema, com realizadores como Jeanne Waltz, Manuel Mozos, Alain Tanner, Rosa Coutinho Cabral, Jorge Silva Melo, Raquel Freire, Edgar Pera, Rita Nunes e Jean Teddy Filippe, entre outros.

Já participou em várias séries e telenovelas para diversos canais de Televisão portugueses.

Foi colaboradora regular do Serviço Educativo/Sentido Criativo do Teatro Viriato, entre 2004 e 2008. Foi formadora de Teatro e Expressão Dramática do Lugar

Presente/Companhia Paulo Ribeiro em Viseu, entre 2004 e 2016.

Desde 2009, na Amarelo Silvestre, como actriz e/ou encenadora criou vários

espectáculos, tendo passado por diversas salas de espectáculos de Portugal, Espanha e Brasil.

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Augusto Brázio Fotografia

Nasceu em Brinches, Serpa, 1964.

Estudou na Escola Superior de Belas Artes, Lisboa. Fotógrafo com um percurso na área da fotografia desde os anos 90 do séc. XX, tendo mais de 10 livros publicados. Ganhou o primeiro prémio Fotojornalismo Visão / BES em 2008, foi membro do Colectivo

Kameraphoto e um dos 13 fotógrafos portugueses escolhidos para o programa Entre Imagens da RTP. Nos últimos anos, focou-se em projectos pessoais, onde reflecte sobre questões de imigração, pertença e ocupação do território. Está representado nas

colecções: Colecção de Fotografia do BES/Novo Banco, Centro de Artes Visuais Coimbra, Fundação PLMJ, Encontros de Imagem de Braga, Fundação EDP, Centro de Artes de Sines, Coleção Norlinda e José Lima. Colabora com a Galeria das Salgadeiras desde 2012.

Nelson d’Aires Fotografia Nasceu Vila do Conde, 1975.

Formado na área da construção civil, abandona a actividade em 2005. Em 2006

estabelece-se como fotógrafo dedicando-se à pesquisa da fotografia documental e vence o prémio Novo Talento Fotografia FNAC com a série “Contra-Fogo” (2005).

Foi fotógrafo membro do colectivo Kameraphoto entre 2006 e 2014, desenvolvendo projectos colectivos onde se destacam: “A State of Affairs”(2009), “Um Diário da

República” (2010/2012) e “Kameraphoto no MNAA” (2014), este é último é o projecto da Kameraphoto, desenvolvido na “MNAA – Olhares Contemporâneos, Residência da Fundação EDP no Museu Nacional de Arte Antiga” com curadoria de Jean-François Chougnet e coordenação de Nelson d’Aires.

No período de 2009 a 2012, colaborou como fotojornalista com alguns títulos da imprensa portuguesa e internacional. Ao longo desses anos os seus trabalhos foram premiados, destacando-se em 2011 o Prémio Internacional de Fotojornalismo Estação Imagem/Mora, com a reportagem “Leandro”. Em 2012, foi premiado com uma bolsa de criação Estação Imagem Mora, com a proposta “Álbum de família”, trabalho exposto e publicado em livro (2013).

A partir de 2014 dedica-se por inteiro a projectos pessoais relativos ao território português. Entre 2014 e 2017 desenvolve “Becos de Pés”, projecto de pesquisa com Augusto Brázio e Alexandre Almeida sobre a comunidade de Ílhavo que vive no centro histórico onde os becos são característica marcante da toponímia e das relações sociais da comunidade.

Em 2015 e até aos dias de hoje, encontra-se a desenvolver com Augusto Brázio “Viagens Na Minha Terra”, projecto que invoca os valores criativos do romance de Almeida de

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Garrett, para produzir documentos fotográficos a partir de viagens feitas no território de Portugal, através de uma mistura de estilos e de géneros, pelo cruzamento de uma

linguagem ora clássica ou contemporânea; ora erudita ou popular; ora jornalística ou conceptual. Está representado em colecções de fotografia tais como Novo Banco e Fundação EDP.

Carla Galvão Interpretação

Tem o curso de teatro da Escola Superior de Teatro e Cinema. Estreou-se

profissionalmente em 1998 no Teatro Esfera. Colaborou como atriz em vários trabalhos dirigidos por Joaquim Nicolau, Maria Emília Correia, Madalena Vitorino, Henrique Félix, Francisco Luís Parreira, João Brites, Paulo Filipe Monteiro, Richard Foreman, Gonçalo Amorim, Maria Gil, Maria João Luís, Tonan Quito, Tiago Rodrigues, Victor Hugo Pontes, Fernanda Lapa, Marta Lapa, Alexandre Tavares, Carla Maciel, Sara Carinhas, Daniel Gorjão, Nuno Gil, Romeu Costa, Catarina Requeijo e um trabalho regular com as companhias Artistas Unidos, Teatro Meridional,Teatro dos Aloés, Mundo Perfeito, HomemBala e Formiga Atómica, tendo trabalhado textos de autores como Eurípides, William Shakespeare, Clarice Lispector, Bertolt Brecht, Jacques Prévert, Anton Tchekov, Sarah Kane, Enda Walsh,Pepetela, José Luís Peixoto, Athol Fugard, David Harrower, entre outros.

Em cinema trabalhou com Solveig Nordlund, Luís Fonseca, Luís Alvarães, João Constâncio, Edgar Medina, Jeanne Waltz, Pedro Pinho, Luísa Homem, Leonor Noivo, Tiago Hespanha e Pedro Filipe Marques.

Em Televisão participou mais recentemente em Liberdade XXI, Laços de Sangue, Maternidade, Doida por Ti, Belmonte, Dentro.

Desde 2005, que tem desenvolvido uma linguagem cénica em criações para a infância nomeadamente em PEIXE LUA, LÁ FORA, NANA NANA, ULISSES, CANÇÕES NOMDAS, BARVALENTO, ICARO e DA BOCA PARA AS MÃOS, co-produzidas pelo CCB – Fábrica das Artes, São Luiz Teatro Municipal, Artemrede, Culturgest, entre outros.

Nomeada para os Globos de Ouro na categoria de Melhor Atriz de Teatro nos anos 2005 e 2008. Recebeu a Menção especial da crítica 2008, atribuída pela Associação

Portuguesa de Críticos de Teatro e o Prémio Bernardo Santareno 2009 para a categoria de Atriz Revelação. Galardoada pela Revista Time Out lisboa com o Prémio Corvo de Ouro na Categoria de Melhor Ator do Ano 2012.

Nomeada para Melhor Atriz de Cinema em 2018, pelo filme Fábrica de Nada, pelos Globos de Ouro, Prémios Sophia – Academia de Cinema e pelos Prémios Áquila.

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© Nelson d’Aires, Funchal, 2020

Álvaro Laborinho Lúcio Colaboração

Natural da Nazaré, onde nasceu em 1941, é hoje juiz conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça; doutor honoris causa em Ciências da Educação pela Universidade do Minho; membro eleito da Academia Internacional da Cultura Portuguesa.

É autor das obras Do Fundamento e da Dispensa da Colação, A Justiça e os Justos, Palácio da Justiça, Educação, Arte e Cidadania, O Julgamento – Uma Narrativa Crítica da

Justiça, Levante-se o Véu (este em coautoria), bem como dos romances O Chamador, O Homem Que Escrevia Azulejos e O Beco Da Liberdade.

Foi agraciado por Sua Majestade, o rei de Espanha, com a Grã-Cruz da Ordem de D.

Raimundo de Peñaforte, e por Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo.

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© Augusto Brázio, Loulé, 2020

© Nelson d’Aires, Viana do Castelo, 2020

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Histórico Amarelo Silvestre

Constituída em 2009, a companhia de teatro Amarelo Silvestre concretiza as suas actividades a partir de Canas de Senhorim, Município de Nelas.

Teatro contemporâneo criado em contexto semi-urbano, atento ao mundo e à vida.

Destaque para a dramaturgia em língua portuguesa e para o corpo coreográfico do actor em cena.

Palavra e corpo: dois pilares do propósito artístico da Amarelo Silvestre.

A direcção artística é assegurada por Fernando Giestas e Rafaela Santos. Liliana Rodrigues, Susana Loio e Ana Verónica Dias são as responsáveis pela produção executiva, gestão financeira e design e comunicação.

No triénio 2020-2022, a Amarelo Silvestre é co-financiada pela Direcção-Geral das Artes.

Informação detalhada em www.amarelosilvestre.com.

Breve memória de um percurso

¬ Porto, Teatro Campo Alegre/Teatro Municipal do Porto, Engolir Sapos, 6 a 8 Fevereiro 2020;

¬ Lisboa, Fábrica das Artes/Centro Cultural de Belém, Museu da Existência, 2 a 9 Fevereiro 2018;

¬ Lisboa, Teatro São Luiz/Sala Mário Viegas, O que é que o pai não te contou da guerra?, 13 a 15 Outubro 2016;

¬ Salvador, Bahia/Brasil, Teatro Vila Velha, Sangue na Guelra, 21 Julho 2016;

¬ Guimarães, Centro Cultural Vila Flor/Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Festivais Gil Vicente, Museu da Existência, 10 Junho 2016;

¬ Porto, Teatro Carlos Alberto/Teatro Nacional São João, O que é que o pai não te contou da guerra?, 20 a 29 Março 2015;

¬ Porto, Fundação de Serralves, Mina, 31 Maio a 1 Junho 2014;

¬ Lisboa, Teatro Nacional D. Maria II/Sala Estúdio, João Torto, 8 Março a 1 Abril 2012;

¬ Almargo, Espanha, Festival Internacional de Teatro Clássico de Almagro/Almagro Off, Sonhos Rotos, 13 Julho 2011;

¬ Viseu, Teatro Viriato, Mulher Mim, 26 e 27 Março 2010.

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AMARELO SILVESTRE - COMPANHIA DE TEATRO

www.amarelosilvestre.com | Facebook | Instagram | [email protected]

Rua do Fojo, 56, 3525-055 Canas de Senhorim Produção Executiva || TM 932060320

© Augusto Brázio, Loulé, 2020

Referências

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