• Nenhum resultado encontrado

Rafiq mastigou e considerou. Oh sim, ela era uma coisinha respondona. Ele podia fazer isso ser muito bom para ela – e por consequência muito bom para ele mesmo. Ele dera a ela alguns minutos para se recuperar, e então ele mexeu com ela novamente.

Mexendo mais com ela dessa vez. Tanto quanto ele estava mexido.

Ele viu enquanto ela caía o olhar e tentava se esforçar com a comida.

“Yasmina sempre prepara meus pratos favoritos quando eu visito,” ele disse. “Nós devemos recompensar tal devoção com pratos limpos.”

Laurel acenou com a cabeça até ela conseguir engolir. “Qual a frequência das suas visitas à chalé?” ela perguntou, desesperada para escapar da nuvem sedutora que ele tinha criado ao redor deles. “Onde você mora quando não está aqui?” As pernas dela ainda tremiam e seus mamilos duros ainda estavam super sensíveis e não iriam se acalmar rápido, mas ela estava satisfeita de que ela pudesse ao menos falar algo com sentido.

“Eu tenho um apartamento na capital – Al-Dubriz. Eu geralmente trabalho longe da cidade. Bem longe de Al Sounam, na verdade.

Então eu precisava de um lugar que fosse fácil ir e vir.”

Ela tentou ficar atenta como se essas fossem notícias fascinantes.

“Eu venho à chalé talvez uma ou duas vezes a cada mês. Não é o suficiente. Mas é um refúgio para mim, assim como foi para os meus pais.”

Ela separou um cubo de berinjela. “E você sempre traz uma mala para cá como se fosse um visitante? Certamente você não precisava ter trazido roupas de noite.”

“Eu acho que sim. Torna o jantar uma ocasião. Eu sabia que você estaria lindamente vestida. Abra alguns botões par amim, Laurel.”

Levou um momento para que ela registrasse a mudança de assunto na velocidade da luz. “O que?” ela arfou.

“Abra alguns botões. Eu quero ver mais de você.”

Ela sentou, garfo na mão, sem se mover.

“Esse,” ele disse, se esticando e libertando o primeiro botão. “E esse aqui.” O segundo botão se abriu. “E esse.” O terceiro botão ficou livre. Ele empurrou o tecido de lado para que a parte de cima dos seios dela ficassem expostos, e então retornou à refeição dele.

Ela olhou para baixo consternada. Ela não estava inteiramente exposta, mas ela também não estava inteiramente coberta agora. O topo do sutiã preto estava quase visível. Um pequeno laço rosa brilhava à luz da vela.

Ele sorriu quase para ela quase fraternalmente. “Muito linda,” ele disse.

Ela reabasteceu o garfo e levou aos lábios. Ele estava brincando novamente? Ela mastigou, não tendo ideia como ela conseguiria engolir. E então as pernas dele envolveram novamente o tornozelo dela.

Eles continuaram a comer, porém pouca comida desapareceu. O ar era espesso ao redor da mesa, envolvendo ambos em uma névoa de desejo. Eles colocaram os talheres de lado quase simultaneamente.

Os passos suaves de Yasmina se aproximaram. Laurel puxou as pontas da túnica e descansou o queixo nas mãos para disfarçar o estado da roupa.

Rafiq cumprimentou a comida, Yasmina serviu a sobremesa e café e ele a dispensou pela noite. Eles estavam bem sozinhos agora.

A mão dele deslizou por debaixo da mesa novamente e veio parar na coxa dela. A respiração dela acelerou. Pareceu dura e perigosa na casa, agora, silenciosa.

“Então onde estávamos?” ele perguntou, lentamente subindo o tecido da saia novamente, enchendo a mão vagarosamente.

“Bem aí,” ela gaguejou, quando ela sentiu os longos e desenvoltos dedos dele começando a acariciar a pele superaquecida dela.

“Bem aí,” ele repetiu, circulando suavemente. “Abra o resto dos botões para mim, por favor Laurel.”

Dessa vez o pedido foi entendido rapidamente.

“Não.”

Ele parou de circular. “Sim,” ele disse. Ele esperou. Ela ficou ainda mais vermelha, se isso fosse possível e eventualmente abriu mais um. Os dedos escondidos dele começaram a dança na pele novamente.

“Não mais,” ela disse, tentando soar firme e esperando que ele não ouvisse o respirar descompassado na voz dela.

“Mas eu devo ver bem mais de você naquele lindo biquíni.”

Ela fechou os olhos e tentou achar algum tipo de auto controle ou posse das suas faculdades – ou qualquer coisa.

Toda vez que um homem tinha feito comentários sugestivos para ela no passado, tinham parecido sujos e degradante, mas a voz baixa de Rafiq e olhos hipnóticos e dedos quentes na pele dela combinaram para fazê-la desejar mais da atenção dele, não menos.

Ele estava simplesmente batendo no joelho dela, pelo amor de Deus. Bem, não exatamente batendo e talvez não fosse bem o joelho agora, ela reconheceu que os dedos dele estavam acariciando um pouco mais acima. Por que ela não bateu na mão dele para afastá-la?

“Por que você está gostando, Laurel,” o corpo dela disse. “Você está gostando do jeito que ele está fazendo você se sentir – toda flutuando por dentro, quente e incomodada.”

“O biquíni é diferente – isso é para nadar,” ela finalmente disse.

“Eu não vou ficar nua na mesa de jantar.”

“E como o biquíni é diferente?” ele perguntou, fingindo inocência em seu olhar escuro.

“Porque você não pode ver através dele!”

“Então eu conseguiria ver através dessa lingerie charmosa de lacinho, é?”

Ela ficou admirada por encontrar que a mão não estava dançando sobre a coxa dela, e, sim investigando a linha do pescoço dela, abrindo mais botões, empurrando a túnica mais pro lado, fazendo com que um seio branco ficasse exposto. O polegar dele passou pelo mamilo mal escondido, uma vez, duas vezes, enquanto ela continuava sentada sem fôlego.

E então ele parou.

“Realmente eu posso, Laurel,” ele disse. “Totalmente visível. É melhor você ir colocar o biquíni para que eu não possa ver você, ou quem sabe que ideias eu posso ter?”

Ele se levantou, pegou duas uvas gordas da bandeja de frutas que Yasmina tinha trazido, e, colocou uma na boca.

“Elas são bem boas,” ele disse, engolindo e oferecendo a outra para ela. Sem sentir, ela abriu a boca para ele, e, em vez de alimentá-la ele se inclinou e a beijou, se aproveitando totalmente dos lábios abertos dela para aprofundar o beijo em uma possessão absoluta.

O pulso dela soou em seus ouvidos. Cascatas de estrelas brilhantes podiam muito bem ter caído do teto da sala de jantar.

Nada tinha chegado tão perto das sensações que ele incitava, quando ele a levantou da cadeira e a puxou com força contra ele e a beijou, a beijou e a beijou.

Ele tinha gosto de uva; ele cheirava a homem e o tecido macio da jaqueta dele cobria o corpo que parecia um paraíso. Ela deixou sair um gemido abafado de frustração.

Rafiq empurrou a túnica para os ombros e braços abaixo. Os seios dela se esticaram em direção a ele, mal cobertos pelo laço de renda.

Ela deixou a túnica cair e ficou ali parada ofegando.

Rafiq exalou bem lentamente. Eles chegariam tão longe quanto ao lago? Ela era agora dele para ser comandada, mas inesperadamente era como se ela tivesse algum tipo de poder sobre ele também.

“Eu sabia que você seria linda,” ele disse roucamente. “Eu pude sentir que seu corpo era bem feminino quando eu primeiro a segurei.

Laurel sentiu que o equilíbrio tinha definitivamente mudando um pouco. Os olhos dele, que estiveram divertidos e brincalhões durante o jantar, estavam agora enormes e famintos... a voz dele mais grave, alta, mais estrangeira. Ele parecia em todos os aspectos, um Xeique, poderoso e potente.

E ele era como o Xeique dela. O flerte tinha cedido espaço a algo mais denso e obscuro, e ela sabia agora que tinha toda a possibilidade deles fazerem amor. O medo sustentado por tanto

tempo que tinha começado com as exibições aterrorizantes de Gary Gorridge estava perdendo o poder sobre ela. Finalmente ela desejava conhecer um homem – esse homem – porque ele a fazia sentir tão mulher.

Ela suspirou profundamente e exultou quando o viu assistir seus seios subirem e descerem. Ela esperava que ele fosse agarrá-la e tentar lutar com ela para tirar o resto das roupas. Homens no passado tinham feito isso, e, ela se soltou, com medo e envergonhada. Incrivelmente, ela queria as mãos de Rafiq nela, querendo agradá-lo, querendo mais das sensações estranhamente incríveis fluindo pelo seu corpo.

Sim, acabaria em coração partido – ela sabia disso. Ele disse que ela só ficaria por uma quinzena, e então seria forçosamente retornada à Nova Zelândia. Mas quando ela conheceria novamente um homem tão fascinante? Quando ela acharia outro amante com um corpo tão ágil e flexível que ela queria tão desesperadamente tocar? Um amante com tal poder sobre ela que qualquer coisa poderia ser permitida?

Nunca. Era simples assim.

Ela ficou parada enquanto os olhos dele vagavam.

Quando as mãos dele se acomodaram no quadril dela, prendendo a cintura fina dela.

Quando ele acena e baixinho repetia, “Linda.”

“Eu devo ir e trocar para o biquíni?” ela perguntou baixinho.

“Para que eu possa ver mais de você? No meu lago à luz da lua?”

“Se você quiser.”

“Você sabe que eu quero, Laurel. Você sabe que eu quero tirar isso também,” ele disse sedutoramente, levantando uma mão para correr o dedo pela linha dos lacinhos rosa que estavam no topo do laço azul.

Ele não agarrara ainda. Mas ele a pressionou de costas na mesa de jantar, inclinando a cabeça escura dele nos seios dela e sugando através da renda. Ele sugou cada mamilo profundamente enquanto ela ficara inclinada ali, chocada, dolorosamente sensível – mas que dor doce era.

Ela não podia parar de arfar em surpresa e prazer cada vez que a boca dele envolvia sua carne, e, ele sorria enquanto se afastava, deixando-a desesperada por mais.

Dez minutos depois eles chacoalharam sobre areia no grande utilitário branco. Rafiq tomou a mesma rota que eles fizeram a cavalo. O sol tinha se recolhido, deixando um horizonte espetacularmente dourado, e ele dirigiu sem luzes, não desejando estragar a atmosfera serena do deserto. As linhas negras das palmas contra o céu profundo eram guia suficiente para o destino dele.

Laurel mal podia respirar enquanto sentava no banco luxuoso de couro ao lado dele. Ela usou a túnica azul desabotoada sobre o biquíni preto e branco de bolinha e ela amarrou o cabelo para cima para mantê-lo longe da água.

Ele estava de peito nu. Ele tinha uma sunga por baixo do jeans?

Ela teria dado qualquer coisa para tocá-lo, acariciá-lo, mas ela sentia-se curiosamente tímida depois da tórrida intimidade da sala de jantar.

Ela tinha carregado, por sugestão dele, a bandeja quase intocada de frutas frescas que Yasmina tinha providenciado para o deserto. Os aromas dos pêssegos, uvas e figos circulavam docemente pelo carro.

Ele achou o lugar que ele queria e parou.

“Minha família sempre nadou bem aqui,” ele disse. “Essa parte do lago é rasa. Venha.”

Laurel abriu a porta e saiu, equilibrando a fruta. Rafiq chegou ao lado dela em segundos, pegou a bandeja e colocou-a no teto do veículo.

‘Agora’, os nervos dela gritavam. ‘Toque-me agora.’

Ela se inclinou em direção à ele, mãos correndo pelo peito dele e se acomodando no pescoço dele, acariciando carinhosamente a pele quente que ela estivera desejando conhecer. As pontas dos dedos dela registraram as cicatrizes, muito mais do que ela pensara.

Ela abaixou a cabeça e colocou a bochecha brevemente sobre o coração dele.

“Eles machucaram você,” ela disse ferozmente, tocando o lugar no ombro dele onde a bala tinha o ferido.

“Há muito tempo,” ele murmurou, segurando a bunda dela e puxando-a para si. Ele estava fortemente excitado e não fazia nenhum esforço para esconder. “Nós humanos esquecemos for, e, que bom, ou senão nenhuma mulher conseguiria ter uma segunda criança.”

Ela suspirou e enterrou o rosto na garganta dele, inalando a essência dele. Ele era tão negro quanto a noite, exótico, desejável e perfeito.

Rafiq a segurou bem perto. Pele nua se moveu sobre pele nua enquanto o outro braço dele deslizava ao redor da cintura dela.

“Eu encontrei a grande pele velha onde minha família fazia piqueniques há muitos anos,” ele disse depois de vários beijos cheios de luxúria. “Nade comigo primeiro e então eu a envolverei nela e a alimentarei com sobremesa, pedaço a pedaço. Fica frio no deserto surpreendentemente rápido.”

Ele passou a bochecha pela sobrancelha dela e a soltou do abraço. Ela viu enquanto ele pegava um grande pacote do banco traseiro e o espalhava perto do lago.

Por que ele frequentemente se lembrava da família que ele tinha perdido tão tragicamente? Por que ele perseguia o passado assim?

Certamente isso só podia trazer dor? Ela tirou a túnica, removeu o relógio e sandálias e então os colocou em um canto da luxuriosa pele.

Tudo nela faiscava e queimava agora. Ela queria a pele dele.

Queria vê-lo, tocá-lo e segurá-lo. Talvez ser totalmente possuída por ele.

A respiração dela ficou presa na garganta quando ele tirou o jeans e os jogou de lado. A lua cheia relanceou no longo e esguio torso dele e nas pernas musculosas. Ele parecia feito de bronze e perfeito demais para ser real.

Ele esticou uma mão – mais um comando do que um convite.

Ela andou até onde ele estava, e, deu uma risada surpresa quando se achou pega nos braços dele. Ele a carregou para dentro do lago.

Lentamente eles submergiram até que ele estava até o peito coberto da água tépida.

“Srta. Kiwi, Eu estive imaginando isso o dia todo”, ele disse roucamente. “Você não tem ideia do quanto queria ter você em

meus braços novamente – e para você não ter medo de mim ou estar brava comigo.”

Ele beijou a ponta do nariz dela e permitiu que o corpo dela deslizasse ao lado do dele. A incrível privacidade da noite do deserto começou a produzir sua feitiçaria; eles giraram sinuosamente ao redor e contra si mesmos, jogando água gentilmente. Tempo passou com cada abraço ardente. Em breve ele desamarrou a parte de cima do biquíni dela e jogou para a terra.

Laurel prendeu a respiração enquanto ele a levantava e envolvia as pernas dela na cintura dele. Ela flutuou quase sem peso na água, pressionada contra o corpo excitado dele e com os seios acariciados pelo ar da noite e a luz da lua. Quando a boca dele se fechou sobre um mamilo e então sobre o outro, sugando e mordendo gentilmente, ela arfou, gemeu e se segurou na parte íntima dele.

Ela tremeu no precipício de algo incrível. Ele ao mesmo tempo a fascinava e amedrontava. Ela ansiava o toque. Explorar. Mas agora ele estava totalmente focado nela – mudando a atenção de um seio para o outro, mandando ondas devastadoras de sensação através dela, mal deixando-a pensar além da magia que os lábios dele, língua e dentes criavam.

~♥~

Rafiq fechou os olhos e afundou mais no prazer da sedução. Laurel era tão feminina e exuberante. Os seios cheios dela chamavam a boca dele infalivelmente. Sugar os mamilos dela era como procurar néctar das flores exóticas doces.

E ela o desejava em retorno. Ela respirava com dificuldade agora, murmurando o nome dele e rolando a cabeça de um lado para o outro como em um poderoso acesso de êxtase.

Ele impulsionou o quadril contra o dela em um ritmo lento – e soube pelo arfar repentino dela quando ele encontrou mais do que só tecido.

Ele abandonou o mamilo dela e tomou os lábios dela em um beijo apaixonado. Ela acolheu a língua dele e começou a sugar com

o mesmo ritmo pulsante que ele estava usando contra o clitóris dela.

Em segundos ele tinha ela à beira do orgasmo.

A respiração dela ficou ainda mais errática. Então ela gemeu e tensionou enquanto o êxtase se abatia sobre ela e ele triunfava enquanto as gloriosas contrações corriam por ela. Os gritos dela flutuaram pela água que ondulava suavemente e eram engolidos no silêncio do deserto.

Ele a segurou perto até ela ficar quieta novamente. Ela enfiou o rosto no pescoço dele e se recusou a olhar pra ele, aparentemente envergonhada de tal exposição desinibida.

Ele murmurou algo para ela em um rápido Sunamita, dizendo a ela que ela era linda, desejável, uma mulher de paixão e emoção.

Que ela o fazia sentir forte, potente e poderoso em sua masculinidade.

Que ele era abençoado por dividir tal intimidade e alegria com ela.

~♥~

Laurel ouviu os cumprimentos roucos dele e sentiu que ele não ficara desapontado. Mas ela estava impressionada, confusa pelo frenesi poderoso e inesperado que ele desencadeara nela. Todos os anos segurando, evitando sexo, tinha afiado a fome dela. Agora as coisas que ela nunca tinha experimentado a preenchia com maravilha.

Ele tinha despertado-a. Um querer profundo a encheu. Ela sentia a falta de completude... a possibilidade de tesouros ainda mais ricos... queria retornar o prazer que tinha sido dado a ela tão livremente... ansiava por explorar o corpo dele e achar o que o faria jubilar em retorno.

“Deixe-me, por favor, deixe-me,” ela sussurrou, relaxando seu aperto nele para que suas pernas deslizasse nas dele. Ela começou a sair da água, segurando a mão dele, esperando que ele a seguisse para o lado de fora. “Eu quero ver você, não só sentir,” ela insistiu. “Eu quero a lua na sua pele para que eu possa descobrir tudo sobre você. Deite para mim, Rafiq.”

Ele em breve estava de costas enquanto ela sentava sobre ele prendendo, tirando o shorts e deixou que as mãos dela vagassem por onde quisessem.

Ela se sentou nua sobre as coxas dele e o olhou à meia luz, não acreditando que ela encontrara a coragem para fazer isso. Ela correu o dedo pela penugem tênue da barriga dele e ele grunhiu com uma mal suprimida paixão quando a mão dela finalmente envolveu sua intimidade dura.

Ela acariciou e apertou, encantada pela maciez dele e o jeito que a pele solta deslizava pelo âmago sólido dele. “Ele é como um gato,”

ela sussurrou. “Eu posso sentir os músculos por debaixo da pele.”

Ela não tinha esperado isso. Não a superfície macia de veludo ou o interior duro excitante, ou o jeito que ele flexionava em sua mão enquanto ela explorava. Ele era lindo. De repente seu medo de tantos anos pareceu infantil. Ela queria tornar-se uma mulher – e teria que ser com esse homem.

~♥~

Rafiq grunhiu quando ela mudou de posição e começou a deslizar molhadamente e deliciosamente contra ele.

"Camisinhas," ele disse. "Deixe-me levantar."

"Não - eu quero você dessa forma então eu estou no comando."

Ele a virou de lado e a envolveu com os braços e as prnas.

"Então, quem está no comando?" ele questionou, sorrindo brilhantemente. Eu não vou arriscar e mandar você de volta grávida." Ele se levantou e andou alguns passos até o carro, não vendo-a cair totalmente devastada até voltar.

"Laurel?" ele perguntou, encontrando os olhos dela tristes. Ele segurou o queixo dela com a mão. "O que foi, Srta. Kiwi?"

Ela sacudiu a cabeça, "Nada," ela suspirou. "Só - você disse que vai me mandar pra casa."

"Claro que você tem que ir para casa. Estou simplesmente mantendo-a segura por um tempo. Você deve compreender isso?"

Ele a beijou suavemente. "Segura de todas as formas," ele murmurou, pressionando a camisinha na mão dele e deitando de volta na pele jogada para que ela pudesse continuar o jogo dela.

Ele presumiu que ela sabia a teoria, mas em breve descobriu que o lado prático de cobrir um homem não era inteiramente novo para ela.

Ele jogou a cabeça para trás e trincou os dentes. A sensação dos dedos macios dela! Ela era o diabo e anjo combinados. Quem pensaria que uma estrangeirinha tímida poderia ter tal efeito nele?

"Assim está certo?" ela perguntou duvidosamente.

Rafiq engoliu e concordo, tentando manter uma rédea curta no auto controle enquanto ela sentava sobre o quadril dele novamente e se afundava lentamente e experimentalmente nele. O calor deslizante do corpo dela o convidava a entrar, mas então ele perdeu a gloriosa sensação quando ela se levantou novamente. Ele agarrou o quadril dela e a puxou para baixo. Mais uma vez ela checou o progresso dele. Ele abafou a frustração dele e deixou-a controlar as coisas como ela queria. Havia bastante tempo, e a visão dela pairando sobre ele, pele toda pálida e cabelo bagunçado, era para lá

Rafiq engoliu e concordo, tentando manter uma rédea curta no auto controle enquanto ela sentava sobre o quadril dele novamente e se afundava lentamente e experimentalmente nele. O calor deslizante do corpo dela o convidava a entrar, mas então ele perdeu a gloriosa sensação quando ela se levantou novamente. Ele agarrou o quadril dela e a puxou para baixo. Mais uma vez ela checou o progresso dele. Ele abafou a frustração dele e deixou-a controlar as coisas como ela queria. Havia bastante tempo, e a visão dela pairando sobre ele, pele toda pálida e cabelo bagunçado, era para lá