Antes que ela pudesse pronunciar outra palavra para impedi-lo ou respirar para mudar de ideia, Dex tirou a cueca. Ele quase gemeu quando seu pau saltou da restrição do tecido. Era tão bom deixar tudo livre, duro e potente na frente dela como um maldito bastão que detectava uma mulher por perto.
Ele a olhou, de repente nervoso com sua reação. Ela diria a ele para se vestir e sair? Ou levantaria a mão para tocá-lo?
Para seu alívio, ela não desviou os olhos desta vez. Pelo contrário, o olhava com a boca entreaberta. As bolas de Dex se contraíram. Sua cabeça estava a cerca de trinta centímetros de seu pau e tudo em que conseguia pensar era ela dizendo que ficaria de joelhos por ele.
Doía para sentir a boca dela empurrando para baixo, o ardor de seus lábios, o leve arranhão de seus dentes e a cavidade de suas bochechas enquanto ela chupava.
— Não faremos a coisa platônica, então? — Ela perguntou, afastando o olhar do pau por um momento para encontrar seus olhos.
Dex soltou uma risadinha.
— Todas as minhas boas intenções parecem desaparecer com você. — Isso deveria deixar ele em pânico. Dex sempre era sincero com as mulheres. E nunca mudava de ideia.
Harper Nugent parecia ser a exceção.
— Acho que você é o homem perfeito. — Ela sussurrou.
Dex sorriu.
— Oh mesmo?
Ela assentiu com a cabeça, seu olhar voltando para seu pau.
— Grande. — Ela olhou para cima. — E de arrasar.
Ele riu, mas então ela molhou os lábios com a língua e a risada terminou em um gemido estrangulado.
— Venha aqui. — Disse ela, curvando o dedo para ele.
O coração de Dex acelerou e suas pernas quase cederam quando desejou que se movessem. Um passo levou ele ao nível dela e foi tudo o que pode fazer para não a empurrar contra o sofá e devorar ela.
— O que você quer? — Sua voz era rouca quando moveu as mãos sobre suas coxas e Dex estremeceu ao toque.
Ele encolheu os ombros. Só olhando para ela, o rosto virado para cima, o cabelo escuro caindo pelas costas nuas, os seios para frente e refletindo o brilho dourado da televisão, tudo o deixando louco.
— É seu mimo.
Ela molhou os lábios de novo e precisou de toda sua força de vontade para não se abaixar e esmagar sua boca.
— Eu quero saber.
Dex balançou a cabeça. Ficaria chocada se soubesse as coisas que queria fazer com ela.
— Confie em mim. — Ele estendeu a mão e colocou uma mecha de seu cabelo atrás da orelha. — Você não quer.
Ela passou as pontas dos dedos nas coxas dele e a sensação correu direto para as bolas, subindo pela base da espinha.
— À vontade.
Dex fixou o olhar no dela. Podia ver a febre brilhar em suas profundezas. O tipo de febre que aquecia seu sangue e agitava profundamente os músculos da parte interna de suas coxas.
Ela queria ouvir as palavras...
— Quero tirar sua calcinha. Quero te deitar e enterrar minha cabeça entre suas coxas e ficar ali até que você esqueça o nome de qualquer outro homem.
Ele moveu os dedos ao longo de sua mandíbula, não confiando em si mesmo neste momento para não fazer o que acabou de descrever.
Seu polegar esfregou o suave do lábio inferior dela.
— Quero te beijar até que nós dois não possamos respirar. Eu quero empurrar meu pau entre seus lindos seios até gozar sobre eles.
Quero olhar e ver sua boca ao redor do meu pau.
Dex estava respirando de forma irregular. Estava tonto com as imagens bombardeando sua mente, intoxicado pelas possibilidades, pelas coisas que queria fazer com ela. Com esta mulher.
— Quero te virar. Inclinar sobre o braço deste sofá e te foder até que esteja me implorando para parar. Porra, quero te curvar sobre cada maldita peça de mobília neste lugar.
Dex parou, a respiração presa no fundo de sua garganta, a mente girando em um abismo de cenários involuntários. Cordas, grampos de mamilos, cera. Toda aquela merda de Cinquenta Tons de Cinza. Ele não gostava de dor – dela ou dele. Mas a forma como ela o olhava, seus lindos lábios molhados entreabertos e tão próximos, estava embaçando seu cérebro com uma luxúria despreocupada.
— Tudo bem, então. — Foi gratificante ouvir a voz dela tão rouca quanto à dele. — Que tal começarmos com isso aqui? — Ela se moveu rapidamente, sua boca deslizando pela ereção em um movimento proposital.
— Porraaa. — Dex gemeu, segurando seus ombros enquanto seus joelhos ameaçavam se dobrar.
Ela se afastou, girando a língua ao redor da cabeça antes de descer de novp, seus dedos cravando nas coxas.
— Sim. — Ele sussurrou, fechando os olhos. — Porra. Sim.
E ela fez isso de novo, lento e completo, a boca só a quantidade certa de umidade, aplicando a quantidade certa de sucção.
Ela fez isso até que ele ficou tonto de prazer. Até que o centro de seu universo se estreitou ao ponto em que seus lábios encontravam seu pau e toda a sensação explodiu, espalhando calor e prazer em ondas pelo peito, descendo por suas pernas e penetrando profundamente em suas nádegas, envolvendo dedos sedosos ao redor de sua espinha e apertando, provocando uma necessidade incandescente até a base do crânio.
Ela gemeu com prazer, as mãos deslizando na parte de trás de suas coxas, instigando mais perto, levando ele mais profundo e Dex gemeu quando a cabeça do pau bateu na parte de trás da garganta.
— Harper. — Ele murmurou, as pernas trêmulas e a bunda se contraindo enquanto ele abria os olhos para olhar ela.
Seus olhos se abriram e seus olhares se encontraram enquanto ela continuava trabalhando nele. Porra. Ele empurrou a cortina ondulada de cabelo para trás. Uma mão tocou seu ventre e apertou com força.
Dex nunca viu nada mais bonito do que ela o olhando, seus seios nus balançando enquanto seu pau deslizava profundamente em sua boca.
E ele foi atingido por um impulso irresistível de entrar nela – ficar sobre ela, em cima dela. Queria que outra parte dela se apertasse ao redor dele quando seu orgasmo o atingisse. Queria beijar ela quando deslizasse dentro de seu corpo. Queria cobrir a boca dela com a sua e misturar seus gritos quando gozassem.
Deus sabia, ela o chupando assim era tentador. Ele estava tão excitado agora e com certeza esperava que ela fizesse isso de novo, mas... não desta vez.
Com supremo esforço, ele puxou o pau da boca dela, dando um meio passo para trás, caso se sentisse tentado a mergulhá-lo de volta ali e para o inferno com tudo.
— Dex? — Ela piscou, parecendo um pouco atordoada e confusa, sua boca molhada, seus lábios escuros e inchados de chupar.
Ela parecia bêbada de luxuria e necessitada. Devassa. Como a porra de Deusa.
E ele fez isso com ela.
— Porra. — Ele sussurrou, seu coração galopando quando a emoção explodiu em seu peito e embaçou seus sentidos. Ele se abaixou para reivindicar sua boca. Para provar. Lamber. Devorar cada milímetro inchado dela. Os dedos dele arranharam profundamente seu cabelo e ela gemeu contra seus lábios enquanto a beijava com mais força, esticando o pescoço em sua demanda gananciosa por mais.
— Deite. — Ele ofegou, finalmente se afastando.
— Preservativo? — Ela estava ofegante também.
Ele assentiu.
— Na minha carteira. Vou pegar. Você... — Ele estendeu a mão e puxou a costura lateral da calcinha contra o quadril. — Saia disso.
Dex se virou, procurando a calça jeans no chão, ouviu os sons de Harper se contorcendo no sofá. Ele localizou sua carteira rapidamente e pegou um preservativo. O pacote escorregou de suas mãos duas vezes, amaldiçoou em voz baixa.
No rugby, Dex era conhecido mundialmente pelas mãos seguras e firmes. Alguém lhe dava uma bola e ele nunca a soltava – nem mesmo em condições de chuva que tornavam o aperto quase impossível. Mas agora – quando derrubou o preservativo pela terceira vez, se sentiu completamente derrotado pelo pequeno pacote quadrado.
Ele se firmou e respirou fundo, tentando acalmar o tremor das mãos e limpar um pouco do nevoeiro pegajoso de desejo do cérebro.
Funcionou. Pegou o preservativo, o abriu e o colocou em segundos.
O que foi muito bem, porque quando se virou para o sofá, o que viu quase fez com que gozar ali mesmo – Harper nua de joelhos, se inclinando sobre o braço alto do sofá sobre os cotovelos dobrados, os seios pesados balançando. O brilho da televisão acentuava seu bronzeado, os cabelos descendo pelas costas e os globos redondos de sua bunda sedutoramente em sua direção.
Ela o olhava sobre o ombro.
— Está tudo bem?
Dex piscou. Bem? Ela não poderia estar melhor se fosse mergulhada em marshmallow e enrolada em coco.
— Uhh... — Pelo menos Dex esperava que saísse uma palavra, em vez do barulho que soava em sua cabeça.
— Então? — Harper sorriu, arqueando as costas enquanto se levantava sobre as palmas das mãos e balançava a bunda. — Você virá aqui ou terei que começar sem você?
Isso tirou Dex de sua inércia e o fez dar dois passos para o sofá.
— Por mais tentador que seja ficar aqui e te ver. — Ele colocou um joelho na beirada do sofá — Preciso entrar em você.
A parte da frente da coxa dele se encaixou ao longo das costas dela enquanto Dex passava uma mão por sua espinha. Ela estremeceu quando ele empurrou o cabelo para o lado e deslizou sobre o ombro mais próximo do sofá.
— Você é linda. — Ele murmurou, roçando a boca pelo caminho que sua mão tomou, da pequena cintura até a nuca. Arrepiando com seus lábios, ela gemeu longo e baixo quando ele passou a língua pelo lado de seu pescoço.
— Você me faz sentir bonita. — Ela respondeu, estendendo as mãos atrás para segurá-lo pela nuca e puxá-lo contra suas costas.
Seu peito se moveu e os seios empurraram para fora sedutoramente quando o outro joelho dele batia no sofá. Suas coxas se encontraram enquanto seu pau duro encontrava a fenda em sua bunda. Dex se apoiou contra ela quando deslizou as duas mãos por seu estômago e pelas costelas para tocar os seios.
— Porra, eu amo isso. — Ele gemeu em seu ouvido, ainda esfregando, enquanto apertava a carne exuberante em suas mãos e os mamilos duros entre o polegar e o indicador. Ela gritou, ele provocou um pouco mais só para ouvir os ruídos que ela fazia – a respiração ofegante, os gemidos soluçados – sabendo que ele quem causava isso.
— Dex... por favor. — Ela implorou com um gemido rouco, os quadris se movendo em um ritmo agitado e esfregando contra seu pau.
Ela parecia tão desesperada quanto ele se sentia.
— Shhh. — Ele acalmou, suas mãos se afastando de seus seios e descendo pelo corpo dela enquanto se movia. As mãos dela se afastaram de seu cabelo enquanto ele subia suas costas, empurrando ela gentilmente para baixo sobre o braço do sofá de novo, suas coxas envolvendo as dela. Ela ficou ansiosa, caindo sobre os cotovelos como se não pudesse mais se manter de pé.
Deus, ela era magnífica. Seus ricos cabelos castanhos caindo sobre as costas, a curva de ampulheta de sua cintura encontrando com linha rechonchuda de seus quadris, a bunda em sua pélvis e perfeitamente aberta.
Ela movendo sua bunda era algo vertiginoso. Ele agarrou uma bochecha da bunda com as duas mãos e amassou.
Vigorosamente.
O arco de suas costas, seu gemido de resposta quase o derrubou.
— Eu quero... — Dex respirou fundo. Deus, ele não sabia por onde começar. Sentiu uma vibração dos dedos dos pés ao couro cabeludo com a necessidade de possuir, seu coração acelerado no peito. Queria beijar, lamber. Morder. Queria agarrar com força enquanto bombeava nela. Queria senti-la se mover e se apertar com cada impulso e batida de seu corpo.
Ele se mexeu um pouco para esfregar seu pau para cima e para baixo nas dobras escorregadias de seu sexo. Ela ofegou desta vez, movendo os quadris.
— Sim, sim. Por favor, Dex. Deus, sim.
A urgência em sua voz, o latejar em sua virilha, o rugido em seu sangue alcançou um crescente que não podia ser negado e Dex rapidamente se colocou em sua entrada e empurrou.
Sua cabeça recuou e os dois gritaram quando ele empurrou forte dentro dela. Não se moveu por alguns minutos. Dex apenas respirou, absorvendo as sensações antes que o instinto primitivo exigisse mais.
— Cristo. — Ele murmurou, caindo contra suas costas e deixando beijos em seu pescoço. Ele se perguntou se ela podia sentir a batida frenética de seu coração. — Você é tão boa.
— Você é tão grande. — Ela ofegou, sua voz divertida quando flexionou sua pélvis.
— Jesus. — Ele agarrou seus quadris, segurando ela apertado contra ele enquanto seus músculos internos massageavam seu pau.
— Faça isso de novo.
Ela riu e ondulou os músculos em sua ereção de novo.
— Yoga. — Disse ela. — Ótimo para a pélvis.
Ele riu.
— Você quer saber o que mais é bom para a pélvis? Orgasmos. — E ele tirou o pau quase todo antes de entrar de novo.
— Mais divertido do que yoga. — Harper gemeu quando ela empurrou para trás, convidando ele a ir mais profundo.
Dex seguiu. Ele não podia evitar. E então não houve mais conversa quando a faísca pegou e o ritmo de seus corpos assumiu. Em vez disso, sintonizou a respiração e o rugido de seu sangue nos ouvidos e a dor insuportável em suas bolas. Nos ruídos incoerentes que saíam de sua boca e o delicioso aperto dela, a gloriosa mudança e o aperto de sua bunda com cada flexão de seus quadris.
Mas não era o suficiente. Ele precisava tocá-la toda. Precisava de mais pele na pele. Precisava de sua boca na dela. Não perdendo uma batida, ele deslizou as mãos de seus quadris ao redor de seu abdômen e depois para cima – acima de seu estômago, sobre suas costelas, incitando-a contra ele enquanto empurrava para dentro e para fora, balançando seu corpo com cada empurrão de seus quadris.
Finalmente suas mãos encontraram seus seios balançando e ela ofegou quando os cobriu.
— Sim. — Ela gemeu quando seus dedos provocaram os mamilos.
Dex acariciou o cabelo dela e murmurou:
— Me beije. — Em seu ouvido.
Sua resposta foi instantânea. Ela virou a cabeça, seus lábios procurando cegamente. Não houve nada de glamoroso no beijo. Foi ofegante, desleixado e barulhento, mais paixão do que delicadeza, mas era como um golpe de velocidade em seu sangue, ondulando o prazer através de suas coxas, bunda e abdômen, suas cabeças se virando avidamente, o peso selvagem de seus quadris.
Dex parou, gemendo.
— Harper. — Disse em seu ouvido, seus mamilos mais duros do que ele já sentiu antes. — Está me fazendo gozar. Quer gozar comigo?
Ela gemeu.
— Deus, sim. — A mão dela soltou o aperto em sua coxa para deslizar entre as pernas.
— Não. — Dex soltou um seio para mover a mão, seus dedos tomando o lugar dela. — Eu quero.
Ela ofegou e seu corpo tremeu contra ele quando encontrou a pequena pérola dura entre suas pernas.
— Deus, você está molhada. — Ele sussurrou enquanto esfregava no ritmo de seus próprios golpes, se enterrando dentro dela até o punho com cada impulso.
— Dex. — Ela gemeu, virando a cabeça para ele de novo. Havia tanto naquele tremor desesperado em sua voz que entendia.
Necessidade. Dor. Desejo.
Seus lábios encontraram os dele, que sentiu sua demanda no beijo. Manteve o ritmo com ela, beijando profundamente, molhado. O ângulo era estranho para os dois, mas não importava. Tudo o que importava era sua boca na dela, seu pau se movendo dentro dela, os dedos se movendo contra ela.
A sensação do corpo dela contra o seu.
A batida combinada de seus corações e o puxão frenético de sua respiração.
Não demorou muito para que o prazer os alcançasse. Eles se encontraram em uma confusão selvagem, imprudente e suada. Dex fez o melhor que pode para segurá-la quando ela se despedaçava, caindo contra o braço do sofá, a seguindo, agarrando, bombeando seus quadris enquanto ele também explodia através de um céu em caleidoscópio. Se agarrou a ela, grato pela mobília sólida sob seus joelhos mantendo seus corpos presos à terra enquanto suas mentes giravam em um plano astral em algum lugar.
Ela disse o nome dele, ele disse o dela quando foram caíram um ao lado do outro em um monte ofegante, colidindo um contra o outro, mal conseguindo se mover, respirar ou pensar.
Tudo o que ele podia fazer era simplesmente... existir, só estar...
em um estado de satisfação total.
Satisfação profunda, até os ossos. O tipo de satisfação que vinha só depois de derrotar os All Blacks ou um orgasmo realmente bom.
Ambos eram muito raros.
Esperava que não mais.
— Você sabe o que este jogo de pôquer precisa?
Ouviram gemidos ao redor da mesa. Linc dizia a mesma coisa todas as noites de pôquer.
— Me deixe adivinhar. — Bodie Webb disse sarcasticamente enquanto distribuía as cartas. — Mulheres?
Linc levantou sua garrafa de cerveja.
— Você entendeu, Spidey.
— Nenhuma mulher. — Resmungou Tanner Stone.
Era a regra do capitão. Nos últimos dois anos, o jogo era realizado no luxuoso apartamento de Tanner, situado no prestigiado Finger Wharf em Sydney Harbour, mas desde que ele voltou com sua namorada do ensino médio e agora estava com ela, eles tinham transferido para a casa de Dex.
E de acordo com Tanner, a noite de pôquer precisava de um solteiro e sua casa não era mais qualificada. Um ponto provado pelo
fato de que, no momento, Matilda e algumas das outras mulheres, juntamente com Valerie King, a filha do treinador, estavam bebendo vinho em sua varanda no Finger Wharf.
Dex ofereceu sua casa como alternativa. Ele possuía um apartamento perto do Henley Stadium, a casa dos Smoke. Em um condomínio fechado, uma área exclusiva com seu próprio pátio e dez minutos do estádio. Não era Sydney Harbour. Mas também não era Perry Hill.
— Estou só dizendo. — Continuou Linc. — Há pouquíssimos cenários que não podem ser melhorados com companhia feminina.
Ryder Davis, sua grande fivela de cinto redonda brilhando nas luzes de fundo, olhou sob a aba de seu Akubra16 e ergueu sua cerveja para Linc.
— Isso é o que Brooks e Dunn pensam de qualquer maneira. — O que só mostra que você poderia tirar o homem do país, mas não o país do homem.
— Bem, eu não sei quem são. — Linc sorriu, tomando um gole de sua cerveja. — Mas gosto deles.
— Jesus, Linc. — Ryder reclamou. — Isso é como dizer que você não sabe quem são... — Ele deu a volta, obviamente perdido para uma comparação adequada.
— Simon e Garfunkel. — Donovan Bane, que se sentava em seu lugar depois de uma visita ao banheiro, ofereceu de maneira útil.
— Obrigado. Quem é Simon e Garfunkel.
Linc franziu a testa.
— Quem porra é Simon e Garfunkel?
— Merda. — Bodie gemeu quando os outros riram. — É incrível que possa chutar uma bola. Que porra conversa com as mulheres?
16
— Quem disse que conversamos?
Donovan balançou a cabeça.
— Um dia uma mulher vai te marcar, espero estar por perto para ver.
— Sem chance, Dono. — Linc balançou a cabeça habilmente. — Muitas mulheres. Não há tempo suficiente. Por que se contentar com apenas uma?
— Talvez devêssemos perguntar ao chefe? — Sugeriu Donovan, pegando sua sexta fatia de pizza. O Remador era um homem difícil de encher. Com um metro e noventa e três, era graças à sua herança maori, construído como uma casa de tijolos.
Todos olharam para Tanner, que encolheu os ombros indiferente, mas não conseguiu esconder o início de um sorriso bobo. Seus companheiros provocaram, batucando na mesa e grunhindo Woo, woo, woo, como um bando de gorilas selvagens.
— Ok, ok. — Tanner reclamou com bom humor, jogando sua carta agora que Donovan estava de volta. — Estamos jogando pôquer, você quer se sentar e tricotar ou algo assim?
Todos seguiram o exemplo e ficaram em silêncio por alguns minutos enquanto olhavam suas cartas.
— Falando de mulheres. — Disse Linc, rompendo o silêncio e olhando sobre suas cartas para Dex. — Como estão as coisas com a
— Falando de mulheres. — Disse Linc, rompendo o silêncio e olhando sobre suas cartas para Dex. — Como estão as coisas com a