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Depois de merecido descanso e recuperação, os conselheiros iniciaram os preparativos para o cumprimento da missão que lhes fora confiada. Os primeiros movimentos foram os contatos com o vice-rei e o arcebispo para formalmente fazer a entrega das Cartas Régias com as ordens de Sua Majestade e estabelecer um plano de ação a ser posto em prática em seguida. Como leais súditos, as autoridades locais acataram sem discussão as ordens e demonstraram disposição para cumprir todas as atribuições que fossem de sua alçada e que correspondessem aos decretos que os conselheiros trouxeram na bagagem.

Na primeira semana de setembro realizaram as primeiras reuniões, conforme as palavras do vice-rei, e “com o parecer dos preditos Conselheiros, se ajustou o tempo, e o modo de se entrar nesta diligência”132. Foram discutidas e definidas as ações iniciais e, no dia

vinte daquele mês, foi enviada para Portugal a primeira leva133 de correspondências

131 AHU_CU. Cx 20, doc. 3685 [Castro e Almeida CD. 03, 18, 01, doc. 0115]. OFICIO do conselheiro

Mascarenhas...

132 AHU_ACL_CU_005, Cx. 137, D. 10613 [Avulsos, CD. 17, 141, 01, doc. 0037]. OFÍCIO do vice-rei e

governador geral do Brasil, conde dos Arcos, Marcos de Noronha ao [secretário de Estado da Marinha e Ultramar] Tomé Joaquim da Costa Corte Real sobre as medidas tomadas para agilizar a diligência da comissão especial para a reforma da companhia de Jesus. Bahia, 20 de setembro de 1758.

133 AHU_CU. Cx. 20, doc. 3676-3679 [Castro e Almeida CD. 03, p. 18, sp. 01, doc. 0099]. OFÍCIO do Vice-rei

Conde dos Arcos para Sebastião José de Carvalho, em que lhe participa a chegada à Bahia dos Conselheiros do Conselho do Ultramar Manuel Estevão de Almeida e Vasconcelos Barberino, Antônio Azevedo Coutinho e José

endereçadas aos Secretários de Estado pela nau São José, que se encontrava ancorada no porto de Salvador vinda da Índia134. O relatório do vice-rei informava sobre as atividades desempenhadas pela comissão segundo as instruções e ordens seguintes: indicação de um ministro para comunicar à Companhia de Jesus sobre as reformas, oficialização do arcebispo como subdelegado do cardeal Saldanha e instalação dos tribunais.

A primeira ação desenvolvida foi comunicar aos superiores dos jesuítas as determinações decretadas pela Bula papal e pela Provisão real. Para essa missão, a pedido do arcebispo, o vice-rei nomeou o desembargador Fernando José da Cunha, Ouvidor-Geral dos Agravos da Relação da Bahia, para atuar como ministro oficial das diligências que se seguiriam. Com as instruções necessárias, no dia 7 de setembro de 1758, o recém-nomeado cumpriu as ordens de dom Botelho obedecendo ao seguinte ritual: dirigiu-se ao Colégio da Companhia de Jesus da cidade e solicitou ao reitor que reunisse toda a comunidade em um lugar amplo para ouvirem a leitura, “em voz clara e inteligível”, dos documentos que portava. Eram as cartas que o reverendo arcebispo havia escrito ao vice-rei pedindo ajuda civil e militar para evitar possíveis confrontos, a carta resposta garantindo todo o apoio solicitado e a bula pela qual o papa nomeara o cardeal Saldanha como Visitador Apostólico e Reformador dos religiosos da Companhia. A comunidade presente também ouviu a nomeação do vigário- geral Gonçalo de Souza Falcão para secretário e adjunto no processo de reforma da Companhia.

No seu relatório, o vice-rei completou informando que logo depois da saída do desembargador Fernando Cunha,

o reitor com todos os seus Religiosos em corpo de Comunidade saíram em diretiva para a casa do Rdo. Arcebispo, a render-lhe a obediência devida como seu

Reformador, e isto mesmo foi tão bem fazer, mediando pouco intervalo de tempo, o Provincial, e ao reitor do Seminário da cidade135.

Mascarenhas Pacheco de Mello e o informa minuciosamente acerca das primeiras resoluções sobre a reforma dos Jesuítas e a nomeação de párocos do Hábito de São Pedro para as Aldeias do Sertão. Bahia, 19 de setembro de 1758. Documento impresso e manuscrito. AHU_ACL_CU_005, Cx. 137, D. 10614 [Avulsos, CD. 17, 141, 01, doc. 0040]. LISTA das contas prestadas pelo Conselho Ultramarino ao Rei [D. José] e das respostas do vice- rei e governador geral do Brasil, conde dos Arcos, Marcos de Noronha às provisões reais. Lisboa, 20 de setembro de 1758.

AHU_CU, cx. 20, doc. 3680 [Castro e Almeida, CD. 03, 18, 01, doc. 0107-0111]. OFÍCIO do Vice-rei Conde dos Arcos para Thomé Joaquim da Costa Corte Real, comunicando-lhe novas informações sobre os assuntos a que se referem os ofícios anteriores. Bahia, 19 de setembro de 1758. (duas vias).

134 AHU_CU, cx. 20, doc. 3683 [Castro e Almeida, CD. 03, 18, 01, doc. 0107: 0113]. OFÍCIO do Vice-Rei

Conde dos Arcos, participando que a Nau S. José, armada em guerra, partia no dia seguinte para o Reino.

135 AHU_CU. Cx. 20, doc. 3676-3679 [Castro e Almeida, CD. 03, p. 18, sp. 01, doc. 0099]. OFÍCIO do Vice-rei

No dia 9 de setembro de 1758, o citado desembargador, acompanhado pelo vigário- geral Gonçalo Falcão, continuou cumprindo as ordens junto ao Colégio da Companhia seguindo o mesmo procedimento anterior: o de reunir toda a comunidade para ouvi-lo. Foi comunicado que, no prazo de três dias, deveria ser entregue ao arcebispo e ao reformador a declaração dos bens da Companhia, de acordo com as determinações do Direito Canônico. O reitor argumentou que o prazo era muito curto e, seria possível declarar apenas os bens da cidade, mas, impossível informar os bens dos sertões e do Recôncavo. Concordando com os argumentos apresentados, Fernando Cunha e o vigário-geral estenderam por trinta dias, improrrogáveis, o prazo para os prelados das localidades distantes enviarem as declarações dos bens. No final dessa primeira diligência, os nomeados ficaram encarregados de receber as declarações nos prazos acertados.

No dia 10 de setembro a comissão discutiu e deliberou acerca das notícias que circulavam abordando uma suposta proposta da Companhia de Jesus de criar um novo provincial no Rio de Janeiro para atender aos aldeamentos de Minas e Goiás. Sobre esse assunto, o vice-rei informou, por carta pessoal, que tal pretensão dos padres havia sido abortada no decorrer dos acontecimentos reformistas e garantiu que o reconhecimento do novo provincial da Companhia, caso ocorresse, dependeria do rei136. Nesse dia ainda

discutiram a questão das alçadas e jurisdições do arcebispo e do reformador cardeal Saldanha. O cardeal havia nomeado o arcebispo como seu subdelegado, fazendo o mesmo com outro religioso, o deão da Sé Manuel Fernandes da Costa137, fato que deixou o arcebispo e o vice-rei

intrigados e especulando os motivos que levaram a tal atitude. O conde dos Arcos relatou que o deão havia se apresentado com uma cópia da carta de nomeação, dizendo ser subdelegado do cardeal. O vice-rei desconhecendo o fato, mas persuadido que esta subdelegação somente valeria caso o arcebispo estivesse totalmente impedido, solicitou a carta para examinar se nela

136 AHU_CU. Cx. 20, doc. 3751-3653 [Castro e Almeida, CD 03, 18, 01, doc. 0052]. OFÍCIO do Vice-rei

Conde dos arcos para Thomé Joaquim da C. Corte Real, participando que, embora os Jesuítas tivessem pensado em fundar uma nova província no Rio essa ideia fora descartada. Bahia, 17 de setembro de 1758.

137 ARQUIVO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Coleções Particulares – VID – 3ª Secção. Conde dos

Arcos. Livro Bahia – (1758-1759), VI-III-1-1-19. CARTA do vice-rei, Conde dos Arcos, á Thomé da Corte Real sobre trabalhos na matéria pertencentes a sub-delegação que fez o Cardeal Saldanha, para reformar a Companhia de Jesus. Bahia, 10 [13], set. 1758 (p. 26v a 27v). Também disponível em: AHU_CU. cx 19, doc. 3556-3558 [Castro e Almeida, CD 02, 17, 02, doc. 0303-0308]. OFICIO (idem) sobre o mesmo assunto, informando que o Deão da Diocese Manuel Fernandes da Costa lhe apresentara também uma sub-delegação como reformador e visitador [...] devendo certamente entender-se concedida esta sub delegação para o caso de falta ou impedimento do Arcebispo. Bahia, 10 de setembro, 1758. 1ª e 2ª vias.

continha alguma referência sobre o assunto. Não achou nenhuma, constatando ser em todos os termos semelhante à do arcebispo.

Mesmo assim tentou convencer o deão que devia entender sua nomeação apenas no caso de o arcebispo vir a faltar. Acrescentou, inclusive, que já haviam iniciado os encaminhamentos relativos à matéria. O deão, recusou, argumentando que sua subdelegação não incluía cláusula de substituição do arcebispo. Justificou a demora em se apresentar e ainda não haver iniciado

porque há muitos anos estava nomeado juiz Conservador da Religião da Companhia de Jesus, e que por isso quisera primeiro com pretextos condecorados e tantos da sua avançada idade [...] para se por em total desembaraço, para dar execução à subdelegação que tinha Recebido138.

O vice-rei confessou sua indignação com as razões apresentadas pelo deão e por não convencê-lo a não usar a subdelegação. Considerou tal nomeação imprópria e, mesmo admitindo que o cardeal fosse uma autoridade maior que o arcebispo e poderia subdelegar poderes, ponderou, no entanto, sobre a abrangência da jurisdição de tal subdelegação, uma vez que Sua Eminência era responsável apenas pelas reformas da Companhia de Jesus e nada mais. Então informou, na reunião com os conselheiros e arcebispo, que escrevera ao secretário Thomé da Corte Real a seguinte resolução: que a subdelegação do deão seria apenas relativa à reforma da Companhia,

mas no que toca a nomeação dos curas para as aldeias, vivo o Reverendo Arcebispo, á ele lhe pertence o nomeá-los, e no caso da sua morte he infalivelmente fica tocando o cabido se de vacante [...] Ao Deão não fica nada no tocante a matéria das Aldeias139.

Nas matérias relativas à nomeação dos párocos e a criação das vigararias nas aldeias, o vice-rei insistiu em afirmar que o arcebispo era a autoridade responsável, até sua morte ou impedimento. Experiente e conhecedor das atribuições e privilégios que seu cargo lhe imbuia, tomou a decisão de tornar público que o deão não era, e, não deveria ser, reconhecido na função reivindicada até que Sua Majestade formalmente fizesse tal indicação140.

Experimentado no trato da política administrativa forneceu suporte ao arcebispo, que diante

138 AHU_CU. cx 19, doc. 3556-3558 [Castro e Almeida, CD 02, 17, 02, doc. 0303-0308]. OFICIO... 139 AHU_CU. cx 19, doc. 3556-3558. OFICIO...

140 AHU_CU. cx 19, doc. 3556 [Castro e Almeida, CD 02, 17, 02, doc. 0303-0308]. OFÍCIO do vice-rei para

Thomé Joaquim da Corte Real em que participa ter-lhe sido entregue [...] uma carta na qual se lhe ordenava que prestasse todo o auxílio ao Arcebispo nos atos e diligências que este exercesse, como sub-delegado do Cardeal Saldanha, na reforma dos abusos praticados pelos religiosos da C. de Jesus. Bahia, 10 de setembro, 1758.

de sua autoridade vilipendiada, renunciou a “mitra” através de carta enviada ao rei, dois dias após o fato relatado. A idade avançada (mais de oitenta anos) e a saúde debilitada foram as justificativas de dom José Botelho de Mattos para o seu pedido de renúncia141.

Os conselheiros enviados acataram as razões do vice-rei e decidiram que esse entrave acarretaria prejuízo na execução das reformas, não reconhecendo, aparentemente, a renúncia. Prosseguiram com o cumprimento das ordens, conforme o planejado, com a participação ativa do arcebispo. A argumentação do vice-rei em relação à duplicidade de subdelegações e jurisdições, acatada pelos conselheiros, foi confirmada, posteriormente, pelo rei142. O cardeal

reformador e o deão, na condição de subdelegados, continuaram seus afazeres sem marcarem presenças nos assuntos da alçada do arcebispado e dos tribunais.

O controle da autoridade do arcebispo, tal como a do vice-rei, fora definido nos planos reformistas desde maio de 1758, quando destinaram a ambos o lugar de presidente do Tribunal da Mesa e Ordens e do Conselho, respectivamente. Esse artifício não anulava a autoridade dos dois, mas, submetia-os ao cumprimento das ordens conforme a vontade do rei, como será tratado mais a frente. O conde dos Arcos buscou firmar posição atuando ativamente nas reformas e posicionando-se com certa autonomia, sempre que encontrava algum ensejo justificável.

A carta de renúncia apresentada pelo arcebispo levou Kantor143 a afirmar que Dom

Botelho, de fato, renunciara, deixando de participar das reformas. O historiador Evergton Souza144 afirma o contrário em trabalho que discute a assertiva, corrente entre pesquisadores,

que o arcebispo foi uma vítima de Pombal, por ter recusado a ordem de expulsão dos jesuítas. Souza indica a participação ativa desse prelado nas reformas e sua obediente submissão às

141 AHU_CU. Cx 19, doc. 3572-3573 [Castro e Almeida, CD 02, 17, 02, doc. 0330-0332]. Impresso e

manuscrito. CARTA do arcebispo da Bahia para El Rei D. José, pedindo a renúncia da Mitra por causa da sua avançada idade e falta de saúde. Bahia, 12 de setembro de 1758. Tem anexa a declaração da renúncia.

142 AHU_ACL_CU_005, Cx. 139, D. 10735 [Avulsos, CD 17, 143, 02, doc. 0210]. OFÍCIO (minuta) do

[secretário de estado da Marinha e Ultramar Tomé Joaquim da Costa Corte Real] ao vice-rei e governador geral do Brasil, conde dos Arcos, sobre o envio de Solimão para a casa de fundição, a remessa de exemplos de panfletos sediciosos usados pelos jesuítas na revolução do Porto e aprovação do rei [Dom José] as medidas tomadas para resolver a questão da duplicação das subdelegações. Salvaterra de Magos, 24 de janeiro de 1759.

143 KANTOR, 2004, p. 116-118. A autora faz referência à viagem e ao início dos trabalhos para instalação dos

tribunais, fundamentando sua argumentação na proposta de expulsão dos jesuítas, que não estava na pauta das primeiras instruções. Outro detalhe é a afirmação da autora de que o arcebispo negando-se a aceitar a expulsão dos jesuítas, “encaminhou seu pedido de renúncia ainda em setembro de 1758” e se refugiou em reclusão.

ordens reais, afirmação que eu também compartilho, e que é comprovada nas sequências dos trabalhos do Tribunal Especial da Mesa145.

Concluída a primeira etapa dos contatos e do encaminhamento dos trabalhos relativos ao cumprimento da provisão e da reforma geral da Companhia, os conselheiros empreenderam articulações para a instalação dos tribunais. Iniciaram, assim, o cumprimento das ordens referente à liberdade dos índios, estendidas pelo Alvará de 8 de maio de 1758 e expostas nas Cartas Régias destinadas ao arcebispo e ao vice-rei. Os dois tribunais especiais, o do Conselho e o da Consciência e Ordem, foram instalados oficialmente nos dias 13 e 18 de setembro de 1758, respectivamente.

No dia 13, o conde dos Arcos, na qualidade de presidente, convocou os “três conselheiros Deputados para fazerem Conselho nesta Cidade, e na Casa da Relação se fez esta primeira sessão”146. Foram deliberados vários assuntos, incluindo a ordem de enviar ao reino

os jesuítas estrangeirosda Companhia147, aprovando que deveriam embarcar na primeira nau

que chegasse das Índias. Outras providências foram postergadas diante da necessidade de aprofundamento dos debates e do conhecimento da realidade local por parte dos recém- chegados.

Na troca de ideias sobre como deveria por em prática as ordens relativas ao estabelecimento das vilas nos aldeamentos ou aldeias, o conselheiro Mascarenhas apresentou a seguinte proposta: inicialmente deveriam ser enviadas informantes, “pessoas inteligentes”, para fazer um levantamento detalhado sobre cada uma das aldeias. Para esse levantamento, responderiam a um “inquérito” previamente elaborado por ele148. Os informantes também

deveriam propor que dois índios, moradores de cada localidade, fossem à cidade fornecer dados complementares e tomarem conhecimento sobre os procedimentos a serem adotados

145 O arcebispo renunciou em janeiro de 1759, antes da decretação da expulsão dos jesuítas, após a instalação

das freguesias e a nomeação dos párocos. A justificativa apresentada foi sua avançada idade.

146 AHU_CU. Cx. 20, doc. 3676-3679 [Castro e Almeida. CD. 03, p. 18, sp. 01, doc. 0099]. OFÍCIO do Vice-rei

para Sebastião José de Carvalho, Bahia, 19 de setembro de 1758.

147 AHU_CU. cx 20, doc. 3670-3671 [Castro e Almeida, CD 03, 18, 01, doc. 0082]. OFÍCIO do conselheiro

Barberino para Thomé da Corte Real, participando ter chegado à Bahia no dia 27 de agosto e as conferências que tinha tido com o arcebispo e o vice-rei acerca dos jesuítas, da nomeação dos Vigários, da expulsão dos Padres estrangeiros. Bahia, 18 de setembro de 1758.

148 AHU_ACL_CU_005, Cx. 137, D. 10620 [Avulsos, CD. 17, 141, 01, doc. 0084-0095]. PARECER do

conselheiro José Mascarenhas Pacheco Pereira Coelho de Melo sobre as aldeias de índios que devem se constituir em vilas. Bahia, 27 de Setembro de 1758. Anexo: parecer (minuta). Esse documento encontra-se transcrito como anexo 1 em: KANTOR, 2004, p. 251-255.

para o estabelecimento das vilas. Após as argumentações, a matéria foi votada e aprovada, acertando-se para uma próxima sessão a discussão dos quesitos do inquérito.

No dia 14 do mês e ano acima referidos foram apresentadas e aprovadas novas ações referentes à reforma da Companhia de Jesus: “mandou o Rdo. Arcebispo pelo seu Adjunto, e secretário da reforma, intimar ao Provincial da Companhia que os seus religiosos deviam sair das aldeias no mesmo ponto, em que a ela chegassem os Sacerdotes do Hábito de São Pedro”149. Essa matéria continuou sendo discutida e surgiram novos contratempos, atrasos e muitos desafios que serão tratados em tópico especial neste capítulo.

2.3 IMPRESSÕES E CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PRIMEIRAS SEMANAS DAS

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