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AEE - RABC - Apostila do Curso de Expositores

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(1)

SANTO ANDRÉ

SANTO ANDRÉ

ABRIL DE 2006

ABRIL DE 2006

(2)

INDICE

INDICE

INTRO

INTRODUÇÃO...

DUÇÃO...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...4 

JANELA

JANELA DE

DE JOHAR

JOHARII ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...5 

LIDERAN

LIDERANÇA

ÇA ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...6 

CONCEITO DE COMUNICAÇÃO...6 

CONCEITO DE COMUNICAÇÃO...6 

OBJETIVOS DO EXPOSITOR ...7 

OBJETIVOS DO EXPOSITOR ...7 

MOTIVA

MOTIVAÇÃO

ÇÃO E

E ENTU

ENTUSIASMO

SIASMO ...

...

...

...

...

...

...

...

... 7 

DISPOS

DISPOSIÇÃO

IÇÃO MENTA

MENTALL ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

.... 8 

NEURO

NEUROLINGÜI

LINGÜISTICA

STICA ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...8 

ATITU

ATITUDES

DES PRIMÁ

PRIMÁRIAS

RIAS ...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 9 

APARÊNCIA FÍSICA...9 

APARÊNCIA FÍSICA...9 

PREPARAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL SIMPLIFICADA...10 

PREPARAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL SIMPLIFICADA...10 

ENCERRAMENTO E VIBRAÇÕES SIMPLIFICADAS...10 

ENCERRAMENTO E VIBRAÇÕES SIMPLIFICADAS...10 

ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – CONCEITO...10 

ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – CONCEITO...10 

HIDRATAÇÃO E SALIVAÇÃO...11

HIDRATAÇÃO E SALIVAÇÃO...11

VOZ

VOZ ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...11

11

OLHAR

OLHAR ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

.... 12 

12 

POSTU

POSTURA

RA E

E GESTI

GESTICULAÇ

CULAÇÃO

ÃO ...

...

...

...

...

...

...

...

...12 

12 

RITMO

RITMO E

E ENTON

ENTONAÇÃO

AÇÃO ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...13 

13 

AUTOD

AUTODOMÍNI

OMÍNIO

O ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 14 

14 

OBSTÁCULOS DECORRENTES DA LINGUAGEM...14 

OBSTÁCULOS DECORRENTES DA LINGUAGEM...14 

OBSTÁCULOS DECORRENTES DE VÍCIOS DE LINGUAGEM ...14 

OBSTÁCULOS DECORRENTES DE VÍCIOS DE LINGUAGEM ...14 

OBSTÁCULOS DECORRENTES DA PERSONALIDADE...15 

OBSTÁCULOS DECORRENTES DA PERSONALIDADE...15 

TÉCNI

TÉCNICAS

CAS DE

DE NOVA

NOVA POSTU

POSTURA

RA ...

...

...

...

...

...

...

...

...15 

15 

ATITU

ATITUDES

DES QUE

QUE SE

SE DEVE

DEVE EVITA

EVITAR

R...

...

...

...

...

...

...

...

.... 20 

20 

CACOE

CACOETES

TES...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...21

21

INIBIÇÃ

INIBIÇÃO

O ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...21

21

RETENÇÃO DO CONHECIMENTO / PROCESSOS DE APRENDIZAGEM...21

RETENÇÃO DO CONHECIMENTO / PROCESSOS DE APRENDIZAGEM...21

AMBIENTES DE LIDERANÇA...22 

AMBIENTES DE LIDERANÇA...22 

O

O COMU

COMUNICAD

NICADOR...

OR...

...

...

...

...

...

...

...

...

...22 

22 

FLEXIB

FLEXIBILIDADE

ILIDADE ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...23 

23 

MEMÓR

MEMÓRIA...

IA...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...23 

23 

MOVIME

MOVIMENTAÇÃ

NTAÇÃO

O ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...23 

23 

PRESE

PRESENÇA

NÇA ELOQÜ

ELOQÜENTE

ENTE...

...

...

...

...

...

...

...

...

...24 

24 

IMPROV

IMPROVISAÇÃ

ISAÇÃO

O X

X PLANEJ

PLANEJAMENT

AMENTO

O ...

...

...

...

...

...

...

...24 

24 

ESTRU

ESTRUTURA

TURA DA

DA EXPOS

EXPOSIÇÃO...

IÇÃO...

...

...

...

...

...

...

.... 24 

24 

O

O MEDO

MEDO ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 25 

25 

PRECO

PRECONCEIT

NCEITO...

O...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...26 

26 

PRECE DOS

PRECE DOS APREN

APRENDIZES DO

DIZES DO EVAN

EVANGELHO

GELHO ...

...

...

...

...

...

...27 

27 

O

O BOM

BOM SERVI

SERVIDOR

DOR ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...27 

27 

COLA

COLA OU

OU LEMBR

LEMBRETE

ETE ...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 27 

27 

COMPO

COMPORTAM

RTAMENTO

ENTO DO

DO EXPOS

EXPOSITOR

ITOR...

...

...

...

...

...

...

...28 

28 

PREPARAÇÃO DO TEMA...28 

PREPARAÇÃO DO TEMA...28 

PROCRASTINAÇÃO E QUERER...30 

PROCRASTINAÇÃO E QUERER...30 

QUALIDADE NA APRESENTAÇÃO...30 

QUALIDADE NA APRESENTAÇÃO...30 

PRONÚ

PRONÚNCIA

NCIA ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...30 

30 

QUALID

QUALIDADES

ADES LITERÁ

LITERÁRIAS...

RIAS...

...

...

...

...

...

...

...31

31

RESPIR

(3)

AS

AS DEZ

DEZ DICAS DO

DICAS DO PERF

PERFEITO

EITO ORADO

ORADOR.

R. ...

...

...

...

...

...

...

...31

31

QUADR

QUADRO

O DE

DE IDÉIA

IDÉIAS

S ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 33 

33 

SESSÃO DOUTRINÁRIA – CONCEITO...35 

SESSÃO DOUTRINÁRIA – CONCEITO...35 

CURSO DE MÉDIUNS – CONCEITO...35 

CURSO DE MÉDIUNS – CONCEITO...35 

ESCOLA DE

ESCOLA DE PAIS

PAIS –

– CONCE

CONCEITO

ITO ...

...

...

...

...

...

...

...

...36 

36 

PRELEÇ

PRELEÇÃO

ÃO EVANG

EVANGÉLICA

ÉLICA –

– TÉCN

TÉCNICAS

ICAS ...

...

...

...

...

...

...

...36 

36 

PRELEÇÃO EVANGÉLICA – ASPECTOS ESPIRITUAIS E PSICOLÓGICOS...37 

PRELEÇÃO EVANGÉLICA – ASPECTOS ESPIRITUAIS E PSICOLÓGICOS...37 

PRELEÇ

PRELEÇÃO

ÃO EVANG

EVANGÉLICA

ÉLICA -

- CONC

CONCEITO

EITO ...

...

...

...

...

...

...

...38 

38 

CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO – CONCEITO...40 

CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO – CONCEITO...40 

ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – CONCEITO...40 

ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – CONCEITO...40 

ESCLARECIMENTOS SOBRE O PLANO DA EAE...41

ESCLARECIMENTOS SOBRE O PLANO DA EAE...41

ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – PLANO CONVITE...42 

ESCOLA DE APRENDIZES DO EVANGELHO – PLANO CONVITE...42 

TIPOS

TIPOS DE

DE ALUNO

ALUNOS

S ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...42 

42 

O PROGRAMA DA ESCOLA DE APRENDIZES...44 

O PROGRAMA DA ESCOLA DE APRENDIZES...44 

OS

OS NÉS, TÁS,

NÉS, TÁS, HUNS, ÃÃS,

HUNS, ÃÃS, ÁÁS

ÁÁS...

...

...

...

...

...

...

...

...44 

44 

ARTIC

ARTICULAÇÃO

ULAÇÃO ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 45 

45 

DEFEITOS DE LINGUAGEM ...46 

DEFEITOS DE LINGUAGEM ...46 

CONGR

CONGRUÊNC

UÊNCIA

IA...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...46 

46 

ORIENTAÇÕES GERAIS AO EXPOSITOR DE AULAS...46 

ORIENTAÇÕES GERAIS AO EXPOSITOR DE AULAS...46 

DINÂM

DINÂMICAS

ICAS DE

DE GRUP

GRUPO

O...

...

...

...

...

...

...

...

...

...47 

47 

VIDA

VIDA PLENA...

PLENA...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 52 

52 

DECÁLOGO DO EXPOSITOR ( ALKINDAR DE OLIVEIRA )...54 

DECÁLOGO DO EXPOSITOR ( ALKINDAR DE OLIVEIRA )...54 

DINÂM

DINÂMICAS

ICAS LÚDICA

LÚDICAS

S ...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 55 

55 

DINAM

DINAMIZAÇÕ

IZAÇÕES

ES DE

DE AULAS...

AULAS...

...

...

...

...

...

...

...55 

55 

MOCID

MOCIDADE

ADE ESPÍRI

ESPÍRITA

TA ...

...

...

...

...

...

...

...

...

... 56 

56 

BIBLIOGRAFIA / CRÉDITOS: ...59 

BIBLIOGRAFIA / CRÉDITOS: ...59 

PRIMEI

PRIMEIRO

RO ANO

ANO ...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...62

62

TERCEI

TERCEIRO

RO ANO...

ANO...

...

...

...

...

...

...

...

...

...

...84

84

CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO...90

CURSO BÁSICO DE ESPIRITISMO...90

SESSÃO DOUTRINÁRIA...94

SESSÃO DOUTRINÁRIA...94

CURSO DE PASSES E MÉDIUNS...96 

CURSO DE PASSES E MÉDIUNS...96 

MOCID

MOCIDADE

ADE ESPÍRI

ESPÍRITA

TA ...

...

...

...

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...

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... 99 

99 

CICLO

CICLO 11...

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... 99 

99 

CICLO

CICLO 22...

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...

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...106 

106 

FILMES PARA AULAS DA MOCIDADE ESPÍRITA...114 

FILMES PARA AULAS DA MOCIDADE ESPÍRITA...114 

B

(4)

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

Com objetivo de facilitar o aprendizado e aperfeiçoamento dos irmãos discípulos em cristo dispomos Com objetivo de facilitar o aprendizado e aperfeiçoamento dos irmãos discípulos em cristo dispomos este material que nos foi passado quando fizemos o curso de multiplicadores na RGA2005. São este material que nos foi passado quando fizemos o curso de multiplicadores na RGA2005. São informações valiosas para todos nós que trabalhamos na divulgação da mensagem crística. Mudamos o informações valiosas para todos nós que trabalhamos na divulgação da mensagem crística. Mudamos o formato original das paginas, mas a essência é a mesma, todo trabalho de compilação e conteúdo formato original das paginas, mas a essência é a mesma, todo trabalho de compilação e conteúdo pertence aos nossos instrutores Carlos Parada e Rogério que trabalham na regional São Paulo e a eles pertence aos nossos instrutores Carlos Parada e Rogério que trabalham na regional São Paulo e a eles agradecemos pelo bom trabalho.

agradecemos pelo bom trabalho.

Este pequeno Manual tem a intenção de servir como guia. Os assuntos podem e devem ser Este pequeno Manual tem a intenção de servir como guia. Os assuntos podem e devem ser aprofundados, os estudos do mesmo contribuirá para o bom aproveitamento do curso.

aprofundados, os estudos do mesmo contribuirá para o bom aproveitamento do curso.

O grande objetivo é fornecer os elementos conceituais mais importantes para que todos os cursos, O grande objetivo é fornecer os elementos conceituais mais importantes para que todos os cursos, independente de suas necessidades Regionais, possam ter a mesma linguagem, e o expositor da independente de suas necessidades Regionais, possam ter a mesma linguagem, e o expositor da Aliança tenha sua orientação padronizada em todos os locais atingidos pela luz dos programas Aliança tenha sua orientação padronizada em todos os locais atingidos pela luz dos programas orientados pela Espiritualidade.

orientados pela Espiritualidade.

Nesta segunda edição acrescentamos parte importante do material colhido da equipe que dirigiu o curso Nesta segunda edição acrescentamos parte importante do material colhido da equipe que dirigiu o curso de multiplicadores na RGA2006, e será sempre atualizado a cada curso, o nosso objetivo é sempre de multiplicadores na RGA2006, e será sempre atualizado a cada curso, o nosso objetivo é sempre oferecer o melhor a vocês irmãos que se colocam para o trabalho.

oferecer o melhor a vocês irmãos que se colocam para o trabalho. A maior caridade que se faz a doutrina é divulgá-la.

A maior caridade que se faz a doutrina é divulgá-la. Muita paz a todos,

(5)

JANELA DE JOHARI

JANELA DE JOHARI

Para cumprir o objetivo único da vida que é a evolução, o espírito se abriga em estruturas mutáveis e Para cumprir o objetivo único da vida que é a evolução, o espírito se abriga em estruturas mutáveis e que vai abandonando à medida que delas não mais necessita. Nesse estudo temos duas estruturas: que vai abandonando à medida que delas não mais necessita. Nesse estudo temos duas estruturas: (Plano físico (elementos inferiores) – (1) Corpo físico, 2) Duplo etéreo.

(Plano físico (elementos inferiores) – (1) Corpo físico, 2) Duplo etéreo. Plano astral (elementos intermediários) – (1) Corpo astral, 2) Corpo mental. Plano astral (elementos intermediários) – (1) Corpo astral, 2) Corpo mental.

Nestes dois planos (físico e astral) e em seus respectivos corpos (físico, etéreo, astral e mental) é que Nestes dois planos (físico e astral) e em seus respectivos corpos (físico, etéreo, astral e mental) é que reside o que chamamos de personalidade.

reside o que chamamos de personalidade.

É na compreensão destas estruturas é que está a possibilidade de nossa mudança interior. É na compreensão destas estruturas é que está a possibilidade de nossa mudança interior. Físico: Exercícios, alimentação, relaxamento, respiração, asseio.

Físico: Exercícios, alimentação, relaxamento, respiração, asseio. Etéreo: Extensão dos benefícios acima.

Etéreo: Extensão dos benefícios acima.

Astral: Erradicação de vícios, controle de paixões, contenção de defeitos. Astral: Erradicação de vícios, controle de paixões, contenção de defeitos. Mental: Meditação, reflexões elevadas, fuga das inquietações.

Mental: Meditação, reflexões elevadas, fuga das inquietações.

A personalidade é o conjunto total de características que torna o indivíduo único, diferente dos demais. A personalidade é o conjunto total de características que torna o indivíduo único, diferente dos demais. Ela se revela através da conduta e o indivíduo toma conhecimento dela através das reações favoráveis Ela se revela através da conduta e o indivíduo toma conhecimento dela através das reações favoráveis ou desfavoráveis daqueles que o cerca. Essas reações são observadas quanto: Aparência física, ou desfavoráveis daqueles que o cerca. Essas reações são observadas quanto: Aparência física, intelectualidade, emoções, sociabilidade, valores.

intelectualidade, emoções, sociabilidade, valores.

Já que notamos ou tomamos conhecimento de nossa personalidade pelas reações (feedback) dos Já que notamos ou tomamos conhecimento de nossa personalidade pelas reações (feedback) dos outros, podemos lançar mãos de recursos que poderão nos auxiliar na identificação do que é melhor ou outros, podemos lançar mãos de recursos que poderão nos auxiliar na identificação do que é melhor ou mais adequado no relacionamento com o próximo e consigo mesmo.

mais adequado no relacionamento com o próximo e consigo mesmo. Nas áreas da personalidade temos os quadrantes:

Nas áreas da personalidade temos os quadrantes: Conhecido

Conhecido para para MIM MIM Não Não conhecido conhecido para para MIMMIM II

Eu aberto

Eu aberto Eu cegoEu cegoIIII III

III Eu secreto

Eu secreto Eu desconhecidoEu desconhecidoIVIV

Área I (Eu aberto) Conhecido por nós e pelos outros – Este comportamento varia muito conforme nossa Área I (Eu aberto) Conhecido por nós e pelos outros – Este comportamento varia muito conforme nossa expectativa de certo ou errado em um ambiente já conhecido. São coisas óbvias como fala, habilidades, expectativa de certo ou errado em um ambiente já conhecido. São coisas óbvias como fala, habilidades, atitudes gerais.

atitudes gerais.

Área II (Eu cego) Conhecido pelos outros e não conhecido por nós – Manifestações nervosas, sob Área II (Eu cego) Conhecido pelos outros e não conhecido por nós – Manifestações nervosas, sob tensão, agressividades, altos desafios, discordâncias. É nesta área que nos tornamos críticos com os tensão, agressividades, altos desafios, discordâncias. É nesta área que nos tornamos críticos com os outros.

outros.

Área III (Eu secreto) Conhecemos e escondemos dos outros – Quando e onde nos sentimos Área III (Eu secreto) Conhecemos e escondemos dos outros – Quando e onde nos sentimos ameaçados e por incapacidade de comunicação satisfatória, usamos máscaras que nos ajudam a ameaçados e por incapacidade de comunicação satisfatória, usamos máscaras que nos ajudam a representar papéis. Nesta área a pessoa é capaz de se abrir com estranhos e se fechar com aqueles representar papéis. Nesta área a pessoa é capaz de se abrir com estranhos e se fechar com aqueles que ama.

que ama.

Área IV (eu desconhecido) Nem nós, nem os outros conhecem – Traumas de infância, potencialidades Área IV (eu desconhecido) Nem nós, nem os outros conhecem – Traumas de infância, potencialidades reprimidas, estado de defesa.

reprimidas, estado de defesa.

Análise da mudança de quadrantes: Análise da mudança de quadrantes:

Área I (eu aberto) é o melhor de todos os estilos. A pessoa sabe o que faz e por isso aceita o retorno Área I (eu aberto) é o melhor de todos os estilos. A pessoa sabe o que faz e por isso aceita o retorno que é dado por aqueles que os cercam. O indivíduo se expõe mais, pois sabe seus limites e a medida que é dado por aqueles que os cercam. O indivíduo se expõe mais, pois sabe seus limites e a medida que esta área cresce ela invade outras, mas principalmente a área III.

(6)

Área II (eu cego) leva muito tempo para agirmos nesta área, pois desconhecemos o que aí se passa e Área II (eu cego) leva muito tempo para agirmos nesta área, pois desconhecemos o que aí se passa e por não concordarmos com o retorno, dificultamos a auto-análise e por nossa contrariedade e irritação por não concordarmos com o retorno, dificultamos a auto-análise e por nossa contrariedade e irritação os outros passam a sonegar informação o que dificulta mais o processo. Nesta situação surge o os outros passam a sonegar informação o que dificulta mais o processo. Nesta situação surge o autoritarismo, melindres e ressentimentos.

autoritarismo, melindres e ressentimentos.

Área III (eu secreto / fachada) É o que mais existe nos dias de hoje e faz com que o indivíduo use Área III (eu secreto / fachada) É o que mais existe nos dias de hoje e faz com que o indivíduo use máscaras para cumprir bem seus papéis sociais. Com a expansão desta área o indivíduo perde muito máscaras para cumprir bem seus papéis sociais. Com a expansão desta área o indivíduo perde muito tempo e energias, pois fica cada vez mais difícil defende-la.

tempo e energias, pois fica cada vez mais difícil defende-la.

Área IV (eu desconhecido) Potencial inexplorado, criatividade reprimida, não assume riscos, observa Área IV (eu desconhecido) Potencial inexplorado, criatividade reprimida, não assume riscos, observa superficialmente os acontecimentos. É a situação mais perigosa, pois não sabemos onde estamos superficialmente os acontecimentos. É a situação mais perigosa, pois não sabemos onde estamos pisando e nos tornamos capazes de extremos.

pisando e nos tornamos capazes de extremos.

CONCLUSÃO: Quando estamos preparando um tema para qualquer tipo de apresentação onde CONCLUSÃO: Quando estamos preparando um tema para qualquer tipo de apresentação onde estaremos expondo a alguém, devemos perceber qual área de nossa janela foi iluminada e utilizarmos o estaremos expondo a alguém, devemos perceber qual área de nossa janela foi iluminada e utilizarmos o tema para nossa análise em primeiro lugar.

tema para nossa análise em primeiro lugar.

LIDERANÇA

LIDERANÇA

“O Discípulo de Jesus é aquele que deixou de ser conduzido para conduzir”, isto é liderança. “O Discípulo de Jesus é aquele que deixou de ser conduzido para conduzir”, isto é liderança.

Líder no movimento espírita, além dos atributos normais de um condutor comum, deverá reunir outras Líder no movimento espírita, além dos atributos normais de um condutor comum, deverá reunir outras características, pois sua ação está estreitamente ligada à evangelização do próximo e a continuidade da características, pois sua ação está estreitamente ligada à evangelização do próximo e a continuidade da Doutrina. As características necessárias são:

Doutrina. As características necessárias são:

• Comprometimento – “Tatuar a pele”.Comprometimento – “Tatuar a pele”. •

• Envolvimento – Ele faz com as pessoas.Envolvimento – Ele faz com as pessoas. •

• Entrosamento – Ele conhece o que faz.Entrosamento – Ele conhece o que faz. •

• Responsabilidade – Sabendo que a tarefa é sua, cria condições e faz.Responsabilidade – Sabendo que a tarefa é sua, cria condições e faz. •

• Aferição – Checa o resultado de seu trabalho.Aferição – Checa o resultado de seu trabalho. •

• Entusiasmo – Gosta do que faz.Entusiasmo – Gosta do que faz. •

• Firmeza – Contorna os obstáculos.Firmeza – Contorna os obstáculos.

Todos estes valores servem e valem para o expositor espírita, se faltar algum deles deixa de cumprir Todos estes valores servem e valem para o expositor espírita, se faltar algum deles deixa de cumprir com a tarefa integralmente.

com a tarefa integralmente.

CONCEITO DE

CONCEITO DE COMUNICAÇ

COMUNICAÇÃO

ÃO

Comunicação vem do Latim (comunicare) que significa tornar comum, partilhar, trocar opiniões, Comunicação vem do Latim (comunicare) que significa tornar comum, partilhar, trocar opiniões, conferenciar.

conferenciar.

É elemento fundamental no relacionamento, na socialização e na convivência em grupos de qualquer É elemento fundamental no relacionamento, na socialização e na convivência em grupos de qualquer espécie.

espécie.

Os elementos do processo comunicativo são: Os elementos do processo comunicativo são:

Emissor: É a fonte da comunicação, indivíduo que toma a iniciativa, que envia a mensagem. Emissor: É a fonte da comunicação, indivíduo que toma a iniciativa, que envia a mensagem.

Mensagem: Conteúdo da comunicação pode ser falado, escrito, desenhado, etc., dependendo do canal Mensagem: Conteúdo da comunicação pode ser falado, escrito, desenhado, etc., dependendo do canal de comunicação.

de comunicação.

Receptor: Aquele que recebe a mensagem e a interpreta. Receptor: Aquele que recebe a mensagem e a interpreta.

Canal de comunicação: Meio pela qual a mensagem é transmitida (escrita ou falada). Canal de comunicação: Meio pela qual a mensagem é transmitida (escrita ou falada).

Ruídos: Interferências no processo de comunicação (em qualquer elemento do processo), exemplos: Ruídos: Interferências no processo de comunicação (em qualquer elemento do processo), exemplos:

– No emissor: Gagueira, atitude imprópria, desconhecimento, etc.No emissor: Gagueira, atitude imprópria, desconhecimento, etc. –

– Na mensagem: Falta de dados, de clareza, de objetividade, etc.Na mensagem: Falta de dados, de clareza, de objetividade, etc. –

– No receptor: Surdez falta de atenção, leitura deficiente, etc.No receptor: Surdez falta de atenção, leitura deficiente, etc. –

(7)

OBJETIVOS DO EXPOSITOR

OBJETIVOS DO EXPOSITOR

Esclarecer: Revelando o Evangelho pela Doutrina Espírita

Esclarecer: Revelando o Evangelho pela Doutrina Espírita Conscientizar: Da moral Cristã pelos exemplos de Jesus Conscientizar: Da moral Cristã pelos exemplos de Jesus

Consolar: Transmitindo ânimo, fé, esperança, otimismo e entusiasmo. Consolar: Transmitindo ânimo, fé, esperança, otimismo e entusiasmo. Focar a reforma íntima do aluno (em caso de aulas de EAE)

Focar a reforma íntima do aluno (em caso de aulas de EAE)

“Mil conceitos teóricos de nada valem se não forem aplicados corretamente. Ensinar é aprender duas “Mil conceitos teóricos de nada valem se não forem aplicados corretamente. Ensinar é aprender duas vezes” (Vera Perez).

vezes” (Vera Perez).

“O que vos digo aos ouvidos, proclamai-o sobre os telhados” (Jesus). “O que vos digo aos ouvidos, proclamai-o sobre os telhados” (Jesus).

O expositor é um trabalhador diferente. É um discípulo de Jesus como os demais trabalhadores, é um O expositor é um trabalhador diferente. É um discípulo de Jesus como os demais trabalhadores, é um divulgador da Doutrina como os demais, porém seu trabalho é equiparado ao de Pedro, João e Tiago divulgador da Doutrina como os demais, porém seu trabalho é equiparado ao de Pedro, João e Tiago quando por ocasião da eleição dos Diáconos, sua visão deve ser a de Paulo que compreendeu desde quando por ocasião da eleição dos Diáconos, sua visão deve ser a de Paulo que compreendeu desde cedo que a iluminação da mente faz adeptos comprometidos com a mensagem renovadora e não cedo que a iluminação da mente faz adeptos comprometidos com a mensagem renovadora e não somente o consolo ou a esperança.

somente o consolo ou a esperança.

Ele realiza o “efeito multiplicador” propagando a Doutrina no que ela tem de melhor. Ele realiza o “efeito multiplicador” propagando a Doutrina no que ela tem de melhor.

MOTIVAÇÃO E ENTUSIASMO

MOTIVAÇÃO E ENTUSIASMO

Não entraremos aqui em aspectos psicológicos do estar e do ser motivado, mas apenas lembrar que Não entraremos aqui em aspectos psicológicos do estar e do ser motivado, mas apenas lembrar que somos seres constantemente influenciáveis pelas ações do meio.

somos seres constantemente influenciáveis pelas ações do meio.

Assim temos tendências a variarmos nossas disposições, mentais e físicas, dependendo do que nos Assim temos tendências a variarmos nossas disposições, mentais e físicas, dependendo do que nos ocorre no dia-a-dia. Muitas vezes, em nome da razão deixamos de acreditar na possibilidade de algo ocorre no dia-a-dia. Muitas vezes, em nome da razão deixamos de acreditar na possibilidade de algo dar certo e perdemos a ação de concretizar este algo.

dar certo e perdemos a ação de concretizar este algo.

Isso é que o expositor tem que ter em mente constantemente. A tarefa deve ser gratificante e Isso é que o expositor tem que ter em mente constantemente. A tarefa deve ser gratificante e estimulante, encararmos cada aula, cada preleção, como oportunidades valiosas de estudo, estimulante, encararmos cada aula, cada preleção, como oportunidades valiosas de estudo, aprendizado e crescimento. O fardo não deve ser pesado, ao contrário, o fardo é leve porque a aprendizado e crescimento. O fardo não deve ser pesado, ao contrário, o fardo é leve porque a recompensa é muito maior, a sensação do dever cumprido, o olhar penetrante do aluno, o sorriso nos recompensa é muito maior, a sensação do dever cumprido, o olhar penetrante do aluno, o sorriso nos lábios, a reflexão profunda em torno da vida, tudo isso é a recompensa que deve nos mover à frente, lábios, a reflexão profunda em torno da vida, tudo isso é a recompensa que deve nos mover à frente, conscientes que o trabalho é pelo Cristo e não por nós.

conscientes que o trabalho é pelo Cristo e não por nós.

A motivação segundo Taylor (1910) baseia-se na obediência aos métodos e nas penas e recompensas. A motivação segundo Taylor (1910) baseia-se na obediência aos métodos e nas penas e recompensas. A máxima é: Quanto vou ganhar com isto se fizer deste jeito?

A máxima é: Quanto vou ganhar com isto se fizer deste jeito?

Maslow (1943) expõe que o homem só buscará satisfazer suas necessidades quando a anterior estiver Maslow (1943) expõe que o homem só buscará satisfazer suas necessidades quando a anterior estiver satisfeita, como uma pirâmide de valores.

satisfeita, como uma pirâmide de valores.

Em 1970 formulou-se a teoria do X, Y, Z onde X seriam pessoas acomodadas que só se mexem Em 1970 formulou-se a teoria do X, Y, Z onde X seriam pessoas acomodadas que só se mexem quando punidas, coagidas ou obrigadas. O Y seriam pessoas inquietas que aceitam desafios e Z seriam quando punidas, coagidas ou obrigadas. O Y seriam pessoas inquietas que aceitam desafios e Z seriam as pessoas a favor da cooperação, dão ênfase ao trabalho em equipe, para elas o sucesso vem da as pessoas a favor da cooperação, dão ênfase ao trabalho em equipe, para elas o sucesso vem da direção em comum e não do trabalho em todas as direções. São dinâmicas, solidárias, pedem ajuda e direção em comum e não do trabalho em todas as direções. São dinâmicas, solidárias, pedem ajuda e dividem responsabilidades. Este estudo serve para esclarecer o expositor quanto aos tipos de dividem responsabilidades. Este estudo serve para esclarecer o expositor quanto aos tipos de motivação existentes e que com certeza ele encontrará nos alunos. O seu texto deverá ter a qualidade motivação existentes e que com certeza ele encontrará nos alunos. O seu texto deverá ter a qualidade que satisfaça pelo menos o tipo de motivação dominante.

que satisfaça pelo menos o tipo de motivação dominante.

Ser motivado é ter otimismo aliado a comportamento entusiástico. Ser motivado é ter otimismo aliado a comportamento entusiástico.

Ser otimista é acreditar que tudo vai dar certo. Lembremo-nos dos conceitos de vida plena, onde todas Ser otimista é acreditar que tudo vai dar certo. Lembremo-nos dos conceitos de vida plena, onde todas as experiências são amigas, e agir entusiasticamente é transformar, agir, transmutar em realidade.

as experiências são amigas, e agir entusiasticamente é transformar, agir, transmutar em realidade. Quais são as conseqüências de se agir entusiasticamente?

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Primeiro: estimula e contagia positivamente o grupo para um objetivo, levanta o moral, eleva a vibração. Primeiro: estimula e contagia positivamente o grupo para um objetivo, levanta o moral, eleva a vibração. Segundo: Favorece o crescimento e a mudança, pois com um clima de maior intensidade emocional o Segundo: Favorece o crescimento e a mudança, pois com um clima de maior intensidade emocional o sujeito se dispõe a mudar, a cortar laços cristalizados, a “não se recalcitrar contra os aguilhões” como sujeito se dispõe a mudar, a cortar laços cristalizados, a “não se recalcitrar contra os aguilhões” como recebeu a instrução Paulo de Tarso. Terceiro: Com este estado de disposição potencializado o indivíduo recebeu a instrução Paulo de Tarso. Terceiro: Com este estado de disposição potencializado o indivíduo se abre à busca de novas experiências e oportunidades.

se abre à busca de novas experiências e oportunidades. Sugestões para se agir entusiasticamente:

Sugestões para se agir entusiasticamente:

• Passar das palavras à ação. (Emmanuel: A palavra esclarece, mas o exemplo arrasta).Passar das palavras à ação. (Emmanuel: A palavra esclarece, mas o exemplo arrasta). •

• Para de se lamentar. (Evitar dizer: Não sei..., é impossível..., mas...).Para de se lamentar. (Evitar dizer: Não sei..., é impossível..., mas...). •

• Administrar o tempo.Administrar o tempo. •

• Concentrar-se no agora.Concentrar-se no agora. •

• Aprender com as experiências passadas.Aprender com as experiências passadas. •

• Distinguir o essencial do não essencial.Distinguir o essencial do não essencial. •

• Planejar, estabelecendo prioridades.Planejar, estabelecendo prioridades. •

• Desenvolver a autodisciplina.Desenvolver a autodisciplina. •

• Vencer o medo.Vencer o medo. •

• Tentar, começar, caminhar.Tentar, começar, caminhar. •

• Tomar iniciativas.Tomar iniciativas. •

• Errar: De vez em quando acertar.Errar: De vez em quando acertar. •

• Aprender com os insucessos.Aprender com os insucessos. •

• Avaliar causas e conseqüências.Avaliar causas e conseqüências. •

• Cultivar boa saúde física e mental.Cultivar boa saúde física e mental. •

• Ter visão criativa.Ter visão criativa. •

• Sair da rotina.Sair da rotina. •

• Ser flexível e tolerante.Ser flexível e tolerante.

DISPOSIÇÃO MENTAL

DISPOSIÇÃO MENTAL

O expositor deve ter em si que a tarefa é agradável, gratificante. O expositor deve ter em si que a tarefa é agradável, gratificante.

Alimentar amor por ela e estar sempre motivado a exerce-la, independentemente das dificuldades do Alimentar amor por ela e estar sempre motivado a exerce-la, independentemente das dificuldades do dia-a-dia. No início existirá uma dificuldade natural que diminuirá com o treino, isso se dará em forma de dia-a-dia. No início existirá uma dificuldade natural que diminuirá com o treino, isso se dará em forma de receio, de dúvida (Será que estou à altura da tarefa? Será que tenho bagagem literária para isso? Como receio, de dúvida (Será que estou à altura da tarefa? Será que tenho bagagem literária para isso? Como o público vai reagir à apresentação? E se alguém perguntar algo que não sei? Etc.).

o público vai reagir à apresentação? E se alguém perguntar algo que não sei? Etc.).

Deve-se começar a conversar muito com amigos de jornada, permitindo-se acrescer pontos de vista Deve-se começar a conversar muito com amigos de jornada, permitindo-se acrescer pontos de vista diversos e enriquecer os conhecimentos.

diversos e enriquecer os conhecimentos.

A disposição mental baseia-se em construir no nosso íntimo a necessidade de falar, mas não apenas da A disposição mental baseia-se em construir no nosso íntimo a necessidade de falar, mas não apenas da boca para fora, e sim transmitir o que se vivencia, em toda a plenitude das experiências, com todos os boca para fora, e sim transmitir o que se vivencia, em toda a plenitude das experiências, com todos os sentimentos que nos são gerados.

sentimentos que nos são gerados.

Devemos aproveitar todas as oportunidades que nos são colocadas às mãos. Quanto maior a prática, Devemos aproveitar todas as oportunidades que nos são colocadas às mãos. Quanto maior a prática, maior será o aprendizado e conseqüentemente os fatores que permitirão segurança e harmonia nas maior será o aprendizado e conseqüentemente os fatores que permitirão segurança e harmonia nas apresentações.

apresentações.

NEUROLINGÜISTICA

NEUROLINGÜISTICA

Os canais de comunicação dos seres são:

Os canais de comunicação dos seres são:

– Visual: Percepção do mundo pelo que se vê.Visual: Percepção do mundo pelo que se vê. –

– Auditivo: Percepção do mundo pelo que se ouve.Auditivo: Percepção do mundo pelo que se ouve. –

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Em todo o nível de comunicação os três canais se fazem presentes. A aula deve estar preparada para Em todo o nível de comunicação os três canais se fazem presentes. A aula deve estar preparada para ser “ouvida’”, vista “e” sentida”, pois só assim a comunicação se estabelecerá plenamente. ser “ouvida’”, vista “e” sentida”, pois só assim a comunicação se estabelecerá plenamente. Independentemente deste aspecto específico temos a realidade de que em média só retemos 20% do Independentemente deste aspecto específico temos a realidade de que em média só retemos 20% do que ouvimos, 30% do que vemos e 50% do que sentimos.

que ouvimos, 30% do que vemos e 50% do que sentimos.

Para que se efetue a boa comunicação é necessária a sintonia (rapport), algo em comum que alimente Para que se efetue a boa comunicação é necessária a sintonia (rapport), algo em comum que alimente e sustente esta relação (no caso da EAE é o programa). Em nosso caso o rapport se estabelecerá com e sustente esta relação (no caso da EAE é o programa). Em nosso caso o rapport se estabelecerá com o domínio que temos do programa e dos objetivos de cada aula.

o domínio que temos do programa e dos objetivos de cada aula.

Um exemplo perfeito do rapport é o da dança de casal, pois quando se dança bem não se sabe quem Um exemplo perfeito do rapport é o da dança de casal, pois quando se dança bem não se sabe quem está conduzindo ou quem é conduzido, as ações são comandadas em conjunto, pois os dois se está conduzindo ou quem é conduzido, as ações são comandadas em conjunto, pois os dois se movimentam ao sabor do mesmo ritmo e harmonia.

movimentam ao sabor do mesmo ritmo e harmonia.

Espelhamento (fisiologia empática): Devemos ser simpáticos e aceitos pela turma, e para isto alguns Espelhamento (fisiologia empática): Devemos ser simpáticos e aceitos pela turma, e para isto alguns aspectos são importantes: Aparência, identificação, postura, gestos e voz.

aspectos são importantes: Aparência, identificação, postura, gestos e voz.

Motivação: Os atos humanos de cunho elevado e moral são motivados para que se evite a dor e se Motivação: Os atos humanos de cunho elevado e moral são motivados para que se evite a dor e se busque o prazer. Nossa comunicação deve ocorrer no sentido de auxiliar os alunos a buscarem o busque o prazer. Nossa comunicação deve ocorrer no sentido de auxiliar os alunos a buscarem o prazer e não só fugir da dor.

prazer e não só fugir da dor.

ATITUDES PRIMÁRIAS

ATITUDES PRIMÁRIAS

• Amor ao próximo (Ama a teu próximo como a ti mesmo).Amor ao próximo (Ama a teu próximo como a ti mesmo). •

• Ter tato pedagógico (Domínio da classe, não deixar que o raciocínio encubra o discernimento. LevarTer tato pedagógico (Domínio da classe, não deixar que o raciocínio encubra o discernimento. Levar

amor). amor).

• Fidelidade à mensagem Cristã.Fidelidade à mensagem Cristã. •

• Paciência e compreensão (Observação, força de vontade, autoridade moral, bom senso ePaciência e compreensão (Observação, força de vontade, autoridade moral, bom senso e

sensibilidade). sensibilidade).

• Simpatia (Conter a tirania dos nervos).Simpatia (Conter a tirania dos nervos). •

• Aparência pessoal (Simplicidade, limpeza, não usar enfeites exagerados que desviem atenção, nãoAparência pessoal (Simplicidade, limpeza, não usar enfeites exagerados que desviem atenção, não

se vestir como estar indo a um clube ou baile de gala). se vestir como estar indo a um clube ou baile de gala).

• Reserva e dignidade (Compreender os defeitos ou más tendências – vícios, desvios deReserva e dignidade (Compreender os defeitos ou más tendências – vícios, desvios de

comportamento, atitudes inadequadas, etc.). comportamento, atitudes inadequadas, etc.).

• Imparcialidade (Não tomar defesa de questões exteriores e polêmicas, partidos políticos, esportes,Imparcialidade (Não tomar defesa de questões exteriores e polêmicas, partidos políticos, esportes,

etc.). etc.).

• Sinceridade (Criar ambiente positivo. Todos percebem que podem ser sinceros e espontâneos, semSinceridade (Criar ambiente positivo. Todos percebem que podem ser sinceros e espontâneos, sem

melindres). melindres).

• Conhecimento (É o primeiro passo que leva ao desabrochar de virtudes).Conhecimento (É o primeiro passo que leva ao desabrochar de virtudes). •

• Promover disciplina (Dar exemplo, impor limitações com carinho, obedecer a horários – Sala cheia ePromover disciplina (Dar exemplo, impor limitações com carinho, obedecer a horários – Sala cheia e

silenciosa não significa aprendizado). silenciosa não significa aprendizado).

• Capacidade de despertar a atenção e o interesse (Atenção é o interesse em ação).Capacidade de despertar a atenção e o interesse (Atenção é o interesse em ação).

APARÊNCIA FÍSICA

APARÊNCIA FÍSICA

É necessário que o expositor adeque-se à sua tarefa, inclusive no âmbito social, para que sua É necessário que o expositor adeque-se à sua tarefa, inclusive no âmbito social, para que sua aparência seja agradável aos olhos, evitando imagens negativas ou preconceituosas.

aparência seja agradável aos olhos, evitando imagens negativas ou preconceituosas.

Por não se tratar de evento social, faz-se necessário tomar alguns cuidados para a apresentação Por não se tratar de evento social, faz-se necessário tomar alguns cuidados para a apresentação pessoal, tanto em preleções quanto em exposições de aulas. É sabido que na grande maioria das vezes pessoal, tanto em preleções quanto em exposições de aulas. É sabido que na grande maioria das vezes o expositor tem que se deslocar diretamente de seu local de trabalho físico para a tarefa espiritual, o o expositor tem que se deslocar diretamente de seu local de trabalho físico para a tarefa espiritual, o que pode gerar algumas distorções, que devem ser minimizadas se tomarmos alguns pequenos que pode gerar algumas distorções, que devem ser minimizadas se tomarmos alguns pequenos cuidados.

cuidados.

É muito importante cuidarmos do hálito, principalmente quando permanecemos muitas horas sem É muito importante cuidarmos do hálito, principalmente quando permanecemos muitas horas sem alimentação, quando temos problemas estomacais ou gengivais. Este fato é de simples solução, basta alimentação, quando temos problemas estomacais ou gengivais. Este fato é de simples solução, basta criarmos o hábito de carregarmos conosco um tubo de pasta dental e escova para a devida criarmos o hábito de carregarmos conosco um tubo de pasta dental e escova para a devida higienização um pouco antes da apresentação (pode ser no banheiro do Centro Espírita mesmo). Ainda higienização um pouco antes da apresentação (pode ser no banheiro do Centro Espírita mesmo). Ainda nesta questão podemos fazer um “lanchinho” rápido, no deslocamento para o Centro, com

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algo simples como biscoitos, sucos naturais, barras de cereais, etc., isso não exclui a posterior algo simples como biscoitos, sucos naturais, barras de cereais, etc., isso não exclui a posterior higienização.

higienização.

A higiene corporal é mais difícil quando nos deslocamos diretamente das atividades materiais. Muitas A higiene corporal é mais difícil quando nos deslocamos diretamente das atividades materiais. Muitas vezes trabalhamos em atividades que exigem desgaste corporal e conseqüentemente nos vemos vezes trabalhamos em atividades que exigem desgaste corporal e conseqüentemente nos vemos “sujos” ou “suados” além da conta. Um “mini-banho” na pia do banheiro do Centro, com aplicação de um “sujos” ou “suados” além da conta. Um “mini-banho” na pia do banheiro do Centro, com aplicação de um suave desodorante pode auxiliar neste caso. Uma boa troca de camisa também se faz necessário.

suave desodorante pode auxiliar neste caso. Uma boa troca de camisa também se faz necessário.

O contrário também vale. Podemos trabalhar em local que exige uma formalidade extrema de O contrário também vale. Podemos trabalhar em local que exige uma formalidade extrema de vestimenta e nos deslocamos para a tarefa espiritual em local muito simples, humilde. O bom senso nos vestimenta e nos deslocamos para a tarefa espiritual em local muito simples, humilde. O bom senso nos indica que neste momento devemos ao menos tirar os excessos do formalismo (terno, gravata, salto indica que neste momento devemos ao menos tirar os excessos do formalismo (terno, gravata, salto alto, ornamentos, lenços, maquilagem carregada, etc.) e apresentarmo-nos de forma mais natural.

alto, ornamentos, lenços, maquilagem carregada, etc.) e apresentarmo-nos de forma mais natural.

Aparência agradável não combina com desleixo ou falsidade. Devemos ser nós mesmos, sempre. A Aparência agradável não combina com desleixo ou falsidade. Devemos ser nós mesmos, sempre. A vestimenta deve ser coerente conosco. Exemplo: Não queiramos ir à uma aula de Mocidade Espírita de vestimenta deve ser coerente conosco. Exemplo: Não queiramos ir à uma aula de Mocidade Espírita de bermudão, tênis colorido, camiseta do “Rapa” ou do “Ratos de Porão” se nosso estilo natural é outro, vai bermudão, tênis colorido, camiseta do “Rapa” ou do “Ratos de Porão” se nosso estilo natural é outro, vai soar (e será) falsidade, que será detectada no primeiro instante por toda a platéia.

soar (e será) falsidade, que será detectada no primeiro instante por toda a platéia.

Também não adianta nos vestirmos com a “roupa de missa” se sabemos que nosso dia-a-dia é outro, Também não adianta nos vestirmos com a “roupa de missa” se sabemos que nosso dia-a-dia é outro, ficaremos incomodados e preocupados com algo que não vai à essência da tarefa.

ficaremos incomodados e preocupados com algo que não vai à essência da tarefa.

Basta cuidar da apresentação com crítica, nos pequenos detalhes (meias de cores diferentes, sapatos Basta cuidar da apresentação com crítica, nos pequenos detalhes (meias de cores diferentes, sapatos trocados, roupas furadas, rasgadas ou manchadas, camisa desalinhada, meia calça com fio puxado, trocados, roupas furadas, rasgadas ou manchadas, camisa desalinhada, meia calça com fio puxado, etc.). E caso algo aconteça no caminho ou pouco antes da apresentação encare com bom humor, já etc.). E caso algo aconteça no caminho ou pouco antes da apresentação encare com bom humor, já que a vida nos reserva surpresas inimagináveis.

que a vida nos reserva surpresas inimagináveis.

Apenas um cuidado: Nunca se apresente de camiseta regata, chinelos ou bermudas, isso pode Apenas um cuidado: Nunca se apresente de camiseta regata, chinelos ou bermudas, isso pode aparentar desdém ao público e com certeza passa pela falta de respeito ao próximo.

aparentar desdém ao público e com certeza passa pela falta de respeito ao próximo.

PREPARAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL SIMPLIFICADA

PREPARAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL SIMPLIFICADA

Normalmente utilizada em Preleções Evangélicas:

Normalmente utilizada em Preleções Evangélicas:

• Prece inicial de forma simples.Prece inicial de forma simples. •

• Não envolver nomes de entidades espirituais.Não envolver nomes de entidades espirituais. •

• Citar apenas: Mentores individuais, Jesus e Deus.Citar apenas: Mentores individuais, Jesus e Deus. •

• Não criar mal-entendidos, mistificações e confusões.Não criar mal-entendidos, mistificações e confusões. •

• Pai-Nosso.Pai-Nosso.

ENCERRAMENTO E VIBRAÇÕES

ENCERRAMENTO E VIBRAÇÕES SIMPLIFICADA

SIMPLIFICADAS

S

• Recolhimento.Recolhimento. •

• Vibrações por: Humanidade, todas as nações, pelos lares, pelos doentes, pelos irmãos cujos nomesVibrações por: Humanidade, todas as nações, pelos lares, pelos doentes, pelos irmãos cujos nomes

estão na caixinha de vibrações, pelos nossos lares, por nós mesmos. estão na caixinha de vibrações, pelos nossos lares, por nós mesmos.

• Agradecimento a Jesus e a Deus.Agradecimento a Jesus e a Deus.

ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA –

ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA – CONCEITO

CONCEITO

A Aliança é um ideal de vivência espírita consubstanciado em um programa de trabalho e fraternização. A Aliança é um ideal de vivência espírita consubstanciado em um programa de trabalho e fraternização. Não é uma nova sociedade espírita nem representa divisão ou competição em relação a quaisquer Não é uma nova sociedade espírita nem representa divisão ou competição em relação a quaisquer instituições ou sistemas, mas sim uma realização simples, honesta e positiva de fraternização integrada instituições ou sistemas, mas sim uma realização simples, honesta e positiva de fraternização integrada para se efetivar o ideal de vivência evangélica na comunidade dos adeptos, com desprendimento e para se efetivar o ideal de vivência evangélica na comunidade dos adeptos, com desprendimento e humildade cristãos. Estas são as bases que assegurarão sua sobrevivência e crescimento.

humildade cristãos. Estas são as bases que assegurarão sua sobrevivência e crescimento.

Tem como finalidades tornar efetivo o ideal de vivência do Espiritismo Religioso na comunidade de seus Tem como finalidades tornar efetivo o ideal de vivência do Espiritismo Religioso na comunidade de seus adeptos.

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Difundir pelos meios que julgar conveniente o Espiritismo Religioso, como revivescência, na atualidade, Difundir pelos meios que julgar conveniente o Espiritismo Religioso, como revivescência, na atualidade, do Cristianismo Primitivo, agremiando em torno dessa finalidade instituições espíritas que comunguem do Cristianismo Primitivo, agremiando em torno dessa finalidade instituições espíritas que comunguem os mesmos ideais.

os mesmos ideais.

Propugnar pela criação e funcionamentos nos Grupos Integrados, de Escolas de Aprendizes do Propugnar pela criação e funcionamentos nos Grupos Integrados, de Escolas de Aprendizes do Evangelho, de Cursos de Médiuns e de Assistência Espiritual nos termos estabelecidos na década de Evangelho, de Cursos de Médiuns e de Assistência Espiritual nos termos estabelecidos na década de 1940 pelo Plano Espiritual Superior, em caráter gratuito, aberto e livre de quaisquer restrições ou 1940 pelo Plano Espiritual Superior, em caráter gratuito, aberto e livre de quaisquer restrições ou discriminações, inclusive religiosas.

discriminações, inclusive religiosas.

Estimular a aplicação dos programas de Mocidade Espírita e de Evangelização Infantil nos seus Grupos Estimular a aplicação dos programas de Mocidade Espírita e de Evangelização Infantil nos seus Grupos Integrados.

Integrados.

As atividades da Aliança Espírita Evangélica desenvolvidas por seus Grupos Integrados são Caravanas As atividades da Aliança Espírita Evangélica desenvolvidas por seus Grupos Integrados são Caravanas de Evangelização e Auxílio, Curso Básico de Espiritismo (Kardec e obras básicas), Obras Assistenciais, de Evangelização e Auxílio, Curso Básico de Espiritismo (Kardec e obras básicas), Obras Assistenciais, Formação e Aperfeiçoamento de Expositores, Cursos para Evangelizadores da Infância, Reciclagens, Formação e Aperfeiçoamento de Expositores, Cursos para Evangelizadores da Infância, Reciclagens, Multiplicação de Centros Espíritas e outros.

Multiplicação de Centros Espíritas e outros.

Visa formar trabalhadores espiritualizados, libertos da cegueira e do fanatismo científico ou religioso, Visa formar trabalhadores espiritualizados, libertos da cegueira e do fanatismo científico ou religioso, aptos a difundir em espírito e verdade, os esclarecimentos herdados e a orientação espiritual redentora aptos a difundir em espírito e verdade, os esclarecimentos herdados e a orientação espiritual redentora dos que habitam esse predestinado País.

dos que habitam esse predestinado País.

HIDRATAÇÃO E SALIVAÇÃO

HIDRATAÇÃO E SALIVAÇÃO

Sabemos que dependendo da condição emocional, fatores climáticos e de saúde podemos ter efeito de Sabemos que dependendo da condição emocional, fatores climáticos e de saúde podemos ter efeito de “boca seca”. Uma boa orientação com relação a este fato é a ingestão de líquido em quantidade “boca seca”. Uma boa orientação com relação a este fato é a ingestão de líquido em quantidade adequada antes de iniciar a exposição, permitindo a hidratação em nível suficiente para que o corpo adequada antes de iniciar a exposição, permitindo a hidratação em nível suficiente para que o corpo não necessite de mais líquido. Caso a exposição seja extensa é permitido utilizar a água em intervalos não necessite de mais líquido. Caso a exposição seja extensa é permitido utilizar a água em intervalos ou ao fim da mesma.

ou ao fim da mesma.

Precisamos tomar cuidado com a quantidade ingerida, pois podemos ser surpreendidos com a Precisamos tomar cuidado com a quantidade ingerida, pois podemos ser surpreendidos com a necessidade de excretar o líquido ainda no período da apresentação, o que gera uma situação de muito necessidade de excretar o líquido ainda no período da apresentação, o que gera uma situação de muito desconforto e desconcentração.

desconforto e desconcentração.

Para protegermos o desempenho vocal devemos fazer uso da água apenas sem gelo, assim não Para protegermos o desempenho vocal devemos fazer uso da água apenas sem gelo, assim não afetamos a mobilidade das cordas vocais.

afetamos a mobilidade das cordas vocais.

O uso de balas é desaconselhável pois cria uma dependência psicológica e serve como muleta para O uso de balas é desaconselhável pois cria uma dependência psicológica e serve como muleta para conter a ansiedade, a isso se acrescenta a rotulação que se faz (sujeito da água, sujeito da bala de conter a ansiedade, a isso se acrescenta a rotulação que se faz (sujeito da água, sujeito da bala de hortelã, etc.).

hortelã, etc.).

Os principiantes podem utilizar este recurso no início de suas atividades para estimulação das glândulas Os principiantes podem utilizar este recurso no início de suas atividades para estimulação das glândulas salivares, mas apenas antes das apresentações. Com o tempo o metabolismo psíquico se encarrega de salivares, mas apenas antes das apresentações. Com o tempo o metabolismo psíquico se encarrega de estimular automaticamente as mesmas.

estimular automaticamente as mesmas.

É claro que é melhor tomar um copo d’água ao invés de ficar tossindo continuamente, sem forças para É claro que é melhor tomar um copo d’água ao invés de ficar tossindo continuamente, sem forças para retomar o discurso.

retomar o discurso.

Nestes casos não há nenhum “pecado” em fazer uso do líquido durante a apresentação, desde que Nestes casos não há nenhum “pecado” em fazer uso do líquido durante a apresentação, desde que tomemos cuidado para não dispersarmos a atenção da classe ou assistência com relação ao que está tomemos cuidado para não dispersarmos a atenção da classe ou assistência com relação ao que está sendo dito. sendo dito.

VOZ

VOZ

Intensidade (Volume) Intensidade (Volume) •

• Empregar uma intensidade média, permitindo variações.Empregar uma intensidade média, permitindo variações. •

• Utilizar o volume conforme as necessidades do recinto.Utilizar o volume conforme as necessidades do recinto.

Tonalidade (Freqüência) Tonalidade (Freqüência)

• Utilizar-se de tom médio para possibilitar variações.Utilizar-se de tom médio para possibilitar variações. •

• Utilizar o grave e agudo para demonstrar variações emocionais na narrativa.Utilizar o grave e agudo para demonstrar variações emocionais na narrativa. •

• O timbre deve ser natural e independente da voz que tivermos. Não devemos criar forçamentos queO timbre deve ser natural e independente da voz que tivermos. Não devemos criar forçamentos que

a alterem mais ainda, criando efeitos desastrosos. a alterem mais ainda, criando efeitos desastrosos.

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Timbre (Qualidade da Voz) Timbre (Qualidade da Voz)

• Falar com a boca.Falar com a boca. •

• Não falar com:Não falar com:

o o NarizNariz o o PeitoPeito o o GargantaGarganta o

o Flor nos lábios (efeito Hebe Camargo)Flor nos lábios (efeito Hebe Camargo)

Caso mais crítico é do expositor que fala com a boca mas não abre a mesma para tal. Caso mais crítico é do expositor que fala com a boca mas não abre a mesma para tal. Não começar a palestra com a voz em todo seu volume e timbre.

Não começar a palestra com a voz em todo seu volume e timbre.

Não deixar a voz cair no fim de cada frase, nem a levantar em todo o fim de frase ou período. Não deixar a voz cair no fim de cada frase, nem a levantar em todo o fim de frase ou período. Falar para frente.

Falar para frente.

Variar o tom e a intensidade da voz. Variar o tom e a intensidade da voz.

Não falar em jejum (provoca astenia cárdio-pulmonar), nem com o estômago cheio (contração do Não falar em jejum (provoca astenia cárdio-pulmonar), nem com o estômago cheio (contração do diafragma).

diafragma). Exercícios: Exercícios:

• Arredondar os lábios e dizer: ôô, abra-os num sorriso apertado e diga: êê.Arredondar os lábios e dizer: ôô, abra-os num sorriso apertado e diga: êê. •

• Lábios cerrados, como se a boca tivesse cheia de água, explodir os lábios dizendo: Bêê.Lábios cerrados, como se a boca tivesse cheia de água, explodir os lábios dizendo: Bêê.

OLHAR

OLHAR

• O olhar deve ser natural e dirigido a todos os presentes, percorrendo com os olhos e comO olhar deve ser natural e dirigido a todos os presentes, percorrendo com os olhos e com

movimentos da cabeça toda a platéia. O expositor deve sentir-se à vontade. movimentos da cabeça toda a platéia. O expositor deve sentir-se à vontade.

• Pode-se criar variações quando queira causar algum efeito ou incentivar participações. AsPode-se criar variações quando queira causar algum efeito ou incentivar participações. As

expressões das sobrancelhas auxiliam, e muito, na exposição do que se quer transmitir. expressões das sobrancelhas auxiliam, e muito, na exposição do que se quer transmitir.

• O olhar deve ser firme, mas sem altivez, transmitindo segurança sem transformar o expositor emO olhar deve ser firme, mas sem altivez, transmitindo segurança sem transformar o expositor em

antipático ou arrogante. antipático ou arrogante.

• Perceber as reações e adaptar o andamento da apresentação. Pessoas dispersas, cochilando ouPerceber as reações e adaptar o andamento da apresentação. Pessoas dispersas, cochilando ou

desatenciosas são sintomas claros que a apresentação não vai bem, devemos utilizar todo o desatenciosas são sintomas claros que a apresentação não vai bem, devemos utilizar todo o potencial do olhar para notar estes detalhes e ir adequando os recursos necessários (ritmo, potencial do olhar para notar estes detalhes e ir adequando os recursos necessários (ritmo, entonação, etc.).

entonação, etc.).

• Não permanecer com os olhos fechados.Não permanecer com os olhos fechados. •

• Não fixar o olhar em determinada pessoa ou grupo, para que não haja nenhuma “pressão”Não fixar o olhar em determinada pessoa ou grupo, para que não haja nenhuma “pressão”

psicológica às pessoas. Especialmente nas preleções pode acontecer das pessoas pensarem que o psicológica às pessoas. Especialmente nas preleções pode acontecer das pessoas pensarem que o assunto está sendo dirigido somente a elas porque o plantão (entrevistadores) “passaram a assunto está sendo dirigido somente a elas porque o plantão (entrevistadores) “passaram a informação”. É necessário percorrer o olhar por toda a sala, com suavidade e carinho.

informação”. É necessário percorrer o olhar por toda a sala, com suavidade e carinho.

POSTURA E GESTICULAÇÃO

POSTURA E GESTICULAÇÃO

O expositor deve ter postura natural e espontânea, sem empregar gesticulação desnecessária, os O expositor deve ter postura natural e espontânea, sem empregar gesticulação desnecessária, os gestos devem ser moderados e coerentes com a dinâmica da exposição.

gestos devem ser moderados e coerentes com a dinâmica da exposição. A indumentária deve ser apropriada e discreta, evitar adornos sonoros. A indumentária deve ser apropriada e discreta, evitar adornos sonoros.

Não trazer objetos nas mãos, a não ser que façam parte de alguma dinâmica ou técnicas de incentivo e Não trazer objetos nas mãos, a não ser que façam parte de alguma dinâmica ou técnicas de incentivo e de fixação de idéias.

de fixação de idéias.

Não beber água durante a exposição (salvo secura na garganta), ou abanar-se, neste caso enxugar Não beber água durante a exposição (salvo secura na garganta), ou abanar-se, neste caso enxugar discretamente o suor com lenço. Estes gestos caracterizam descontrole e influenciam negativamente a discretamente o suor com lenço. Estes gestos caracterizam descontrole e influenciam negativamente a platéia.

platéia.

Não se desculpar seja a que protesto for, pois os alunos torcem por uma boa aula e não desejam Não se desculpar seja a que protesto for, pois os alunos torcem por uma boa aula e não desejam  justificativas que só tornarão claro o despreparo.

(13)

Buscar sorrir naturalmente. Buscar sorrir naturalmente.

Lembrar que a timidez expressa vaidade. Lembrar que a timidez expressa vaidade. Nunca se apoiar em cadeiras, mesas, etc. Nunca se apoiar em cadeiras, mesas, etc.

Não dar tapas ou pancadas na mesa ou objetos. Não dar tapas ou pancadas na mesa ou objetos. Ser autêntico, natural, não imitar outros expositores. Ser autêntico, natural, não imitar outros expositores. Cuidado com ombros caídos.

Cuidado com ombros caídos.

Não manter a posição do tórax rígida. Não manter a posição do tórax rígida.

Ao apresentar-se em pé, apoiar-se sobre as duas pernas, evitando fadiga muscular e movimentação de Ao apresentar-se em pé, apoiar-se sobre as duas pernas, evitando fadiga muscular e movimentação de apoio de pernas.

apoio de pernas.

Palavras expressam idéias, gestos expressam sentimentos. Palavras expressam idéias, gestos expressam sentimentos. Não gesticular apenas com as mãos.

Não gesticular apenas com as mãos. Não exagerar nos movimentos, variá-los. Não exagerar nos movimentos, variá-los.

A movimentação nunca deverá ser posterior à fala. A movimentação nunca deverá ser posterior à fala. Não descansar as mãos nos bolsos.

Não descansar as mãos nos bolsos. Evitar gestos repetidos mecanicamente. Evitar gestos repetidos mecanicamente.

Não cruzar os braços, tampouco cruzar as mãos à frente ou às costas. Não cruzar os braços, tampouco cruzar as mãos à frente ou às costas. Usar a coerência entre o que se fala e o que se demonstra na fisionomia. Usar a coerência entre o que se fala e o que se demonstra na fisionomia.

RITMO E ENTONAÇÃO

RITMO E ENTONAÇÃO

Variar a velocidade, que nunca deve ser superior a quatro sílabas por segundo. Variar a velocidade, que nunca deve ser superior a quatro sílabas por segundo.

Velocidades muito altas proporcionam falta de entendimento por parte dos ouvintes, agitação e quebra Velocidades muito altas proporcionam falta de entendimento por parte dos ouvintes, agitação e quebra vibracional. Os ritmos muito lentos causam apatia, sonolência e dispersão. Usar um ritmo natural de vibracional. Os ritmos muito lentos causam apatia, sonolência e dispersão. Usar um ritmo natural de conversa e variar a velocidade quando se quer expressar algo forte, conciso (mais rápido) ou algo mais conversa e variar a velocidade quando se quer expressar algo forte, conciso (mais rápido) ou algo mais doce, mais amoroso (mais lento).

doce, mais amoroso (mais lento).

As pausas são necessárias para que a platéia tenha tempo de “digerir” as idéias, raciocinar rapidamente As pausas são necessárias para que a platéia tenha tempo de “digerir” as idéias, raciocinar rapidamente sobre a seqüência dos assuntos e colocar em si. Pequenas pausas de 1, 2 segundos não são sobre a seqüência dos assuntos e colocar em si. Pequenas pausas de 1, 2 segundos não são perceptíveis, e até são agradáveis, tirando o ritmo “alucinante” da apresentação.

perceptíveis, e até são agradáveis, tirando o ritmo “alucinante” da apresentação.

Uma boa forma de usar as pausas é fazer valer a pontuação. Articular as frases com todas as vírgulas, Uma boa forma de usar as pausas é fazer valer a pontuação. Articular as frases com todas as vírgulas, pontos e parágrafos permite um entendimento pleno da idéia a ser transmitida.

pontos e parágrafos permite um entendimento pleno da idéia a ser transmitida.

A pontuação mal aplicada pode distorcer o sentido de uma frase e colocar a perder todo o esforço de A pontuação mal aplicada pode distorcer o sentido de uma frase e colocar a perder todo o esforço de entendimento do assunto.

entendimento do assunto.

As palavras e as idéias devem ser expressivas, citemos como exemplo: As palavras e as idéias devem ser expressivas, citemos como exemplo:

• Amigo José engana-se na análise dos fatos em São Paulo.Amigo José engana-se na análise dos fatos em São Paulo. •

• Amigo José engana-se na análise dos fatos em São Paulo?Amigo José engana-se na análise dos fatos em São Paulo? •

• Amigo, José engana-se na análise dos fatos em São Paulo.Amigo, José engana-se na análise dos fatos em São Paulo. •

• Amigo, José engana-se na análise dos fatos em São Paulo?Amigo, José engana-se na análise dos fatos em São Paulo? •

• Amigo José: Engana-se na análise dos fatos, em São Paulo.Amigo José: Engana-se na análise dos fatos, em São Paulo. •

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