Principios Da Administracao Financeira- Gitman- ED12 Portugues

Texto

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Tradução

Allan Vidigal Hastings

Revisão Técnica

Jean Jacques Salim

Doutor em administração e professor-adjunto do Departamento de Contabilidade, Finanças e Controle da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DIREITOS REPROGRÁFICOS

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São Paulo

Brasil Argentina Colômbia Costa Rica Chile Espanha Guatemala México Peru Porto Rico Venezuela

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© 2010 by Pearson Education do Brasil

Título original: Principles of managerial finance, twelfth edition © 2009 by Lawrence J. Gitman.

Tradução autorizada a partir da edição original em inglês, publicada pela Pearson Education, Inc. sob o selo Prentice Hall.

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida ou transmitida de nenhum modo ou por algum outro meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou qualquer outro tipo de sistema de armazenamento e transmissão de informação, sem prévia autorização, por escrito, da Pearson Education do Brasil.

Diretor editorial: Roger Trimer Gerente editorial: Sabrina Cairo

Supervisor de produção editorial: Marcelo Françozo Editora: Thelma Babaoka

Preparação: Sonia Midori Yamamoto Revisão: Marina Nogueira e Solange Visconte

Capa: Casa de Idéias, sobre o projeto original de George Hammerstein/Solus Photography/Veer Diagramação: Figurativa Editorial

2009

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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Gitman, Lawrence J.

Princípios de administração financeira / Lawrence J. Gitman; tradução Allan Vidigal Hastings;

revisão técnica Jean Jacques Salim. — 12. ed. — São Paulo : Pearson Prentice Hall, 2010. Título original: Principles of managerial finance. ISBN 978-85-7605-332-3

1. Administração financeira 2. Administração industrial 3. Corporações – Finanças 4. Empresas – Finanças I. Salim, Jean Jacques. II. Título.

09-10121 CDD-658.15 Índices para catálogo sistemático:

1. Administração financeira : Empresas 658.15 2. Finanças : Empresas : Administração 658.15

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3a reimpressão – julho 2012

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4a reimpressão – junho 2013

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Dedicado à memória

de minha mãe, Edith Gitman,

que incutiu em mim a importância

da educação e do trabalho árduo.

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(8)

Sumário

Prefácio . . . xiii

Parte Um

Introdução à administração financeira. . . 1

Capítulo 1 O papel e o ambiente da administração financeira . . . .2

1.1 Finanças e empresas . . . 3

O que são finanças?. . . 3

Principais áreas e oportunidades de carreira em finanças. . . 3

Formas jurídicas de organização de empresas. . . 4

Por que estudar administração financeira?. . . 6

1.2 A função de administração financeira . . . 8

Estrutura da função financeira. . . 8

Relação com a economia . . . 9

Relação com a contabilidade . . . 9

Principais atividades do administrador financeiro . .11 1.3 Objetivo da empresa . . . 12

Maximização do lucro? . . . .12

Maximização da riqueza do acionista . . . .13

Governança corporativa . . . .14

O papel da ética empresarial . . . .15

A questão de agency . . . .16

1.4 Instituições e mercados financeiros . . . 18

Instituições financeiras . . . .18

Mercados financeiros . . . .19

Relação entre instituições e mercados . . . .19

Mercado monetário . . . .20 Mercado de capitais . . . .20 1.5 Tributação de empresas . . . 24 Resultados ordinários. . . .24 Ganhos de capital . . . .26 Brasil em contexto A lei Sarbanes -Oxley: o impacto para as empresas brasileiras . . . 35

Capítulo 2 Demonstrações financeiras e sua análise . . . .38

2.1 O relatório da administração. . . 39

Carta aos acionistas. . . .40

As quatro principais demonstrações financeiras . . .40

Notas explicativas às demonstrações financeiras. . .46

Consolidação das demonstrações financeiras internacionais. . . .47

2.2 Aplicações de índices financeiros . . . 48

Partes interessadas . . . .48

Tipos de comparações entre índices . . . .48

Precauções ao usar a análise de índices . . . .50

Categorias de índices financeiros . . . .51

2.3 Índices de liquidez . . . 51

Índice de liquidez corrente . . . .51

Índice de liquidez seca. . . .52

2.4 Índices de atividade. . . 53

Giro do estoque . . . .53

Prazo médio de recebimento . . . .53

Prazo médio de pagamento . . . .54

Giro do ativo total. . . .54

2.5 Índices de endividamento. . . 55

Índice de endividamento geral. . . .56

Índice de cobertura de juros . . . .57

Índice de cobertura de obrigações fixas . . . .57

2.6 Índices de rentabilidade. . . 58

Demonstração do resultado de tamanho comum . . .58

Margem de lucro bruto . . . .58

Margem de lucro operacional . . . .58

Margem de lucro líquido . . . .59

Lucro por ação (LPA) . . . .60

Retorno sobre o ativo total (ROA – return on total assets) . . . .60

Retorno sobre o capital próprio (ROE – return on common equity) . . . .60

2.7 Índices de valor de mercado . . . 61

Índice preço/lucro (P/L). . . .61

Índice de valor de mercado/valor patrimonial (VM/VP). . . .61

2.8 Uma análise de índices completa . . . 62

Resumo de todos os índices . . . .62

Sistema DuPont de análise . . . .66

Brasil em contexto Impactos da transição da contabilidade brasileira para o padrão IFRS . . . 91

Capítulo 3 Fluxo de caixa e planejamento financeiro . . . . .94

3.1 Análise do fluxo de caixa da empresa . . . 95

Depreciação . . . .95

Elaboração da demonstração dos fluxos de caixa . .98 Fluxo de caixa operacional . . . 102

Fluxo de caixa livre . . . 103

3.2 Processo de planejamento financeiro. . . 105

Planos financeiros de longo prazo (estratégicos) . 106 Planos financeiros de curto prazo (operacionais) . 107 3.3 Planejamento de caixa: orçamentos de caixa . 108 A projeção de vendas . . . 108

Elaboração do orçamento de caixa . . . 108

Avaliação do orçamento de caixa . . . 113

Lidando com a incerteza no orçamento de caixa . . 113

Fluxo de caixa dentro do mês . . . 114

Sumário vii

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(9)

3.4 Planejamento de lucro: demonstrações

pró-forma . . . 115

Demonstrações financeiras do ano precedente . . . 115

Previsão de vendas . . . 115

3.5 Elaboração da demonstração do resultado pró -forma . . . 117

Tipos de custos e despesas . . . 117

3.6 Elaboração do balanço patrimonial pró-forma. 119 3.7 Avaliação das demonstrações financeiras pró-forma . . . 121

Brasil em contexto Aspectos de tributação das pessoas jurídicas no Brasil . . . 137

Caso integrativo 1 Track Software, Inc. . . . 141

Parte Dois

Conceitos financeiros fundamentais . . . . .145

Capítulo 4 Valor do dinheiro no tempo . . . 146

4.1 O papel do valor do dinheiro no tempo em finanças . . . 147

Valor futuro versus valor presente . . . 147

Ferramentas de cálculo. . . 148

Padrões básicos de fluxo de caixa. . . 149

4.2 Quantias únicas . . . 151

Valor futuro de uma quantia única . . . 151

Valor presente de uma quantia única . . . 154

Comparação entre valor presente e valor futuro . . 156

4.3 Anuidades . . . 157

Tipos de anuidade . . . 157

Determinação do valor futuro de uma anuidade ordinária . . . 157

Determinação do valor presente de uma anuidade ordinária . . . 159

Determinação do valor futuro de uma anuidade vencida . . . 161

Determinação do valor presente de uma anuidade vencida . . . 162

Determinação do valor presente de uma perpetuidade . . . 163

4.4 Séries mistas. . . 164

Valor futuro de uma série mista . . . 164

Valor presente de uma série mista . . . 166

4.5 Composição de juros com frequência maior que a anual . . . 168

Composição semestral . . . 168

Composição trimestral . . . 168

Equação geral para composição com frequência maior do que a anual . . . 169

Uso de ferramentas de computação para composição com frequência maior do que a anual . . . 170

Composição contínua . . . 171

Taxas de juros anuais nominais e efetivas . . . 172

4.6 Aplicações especiais do valor do dinheiro no tempo . . . 174

Determinação dos depósitos necessários para acumular uma quantia futura. . . 174

Amortização de empréstimos. . . 175

Determinação de taxas de juros ou de crescimento . . . 178

Determinação de um número desconhecido de períodos . . . 179

Brasil em contexto Mercado de renda fixa no Brasil . . . 200

Capítulo 5 Risco e retorno . . . 202

5.1 Fundamentos de risco e retorno . . . 203

Definição de risco . . . 203

Definição de retorno . . . 204

Preferências em relação ao risco . . . 207

5.2 Risco de um ativo individual. . . 208

Avaliação de risco . . . 208

Mensuração de risco. . . 210

5.3 Risco de uma carteira. . . 214

Retorno de uma carteira e desvio -padrão. . . 215

Correlação . . . 215

Diversificação . . . 215

Correlação, diversificação, risco e retorno . . . 217

Diversificação internacional . . . 219

5.4 Risco e retorno: o modelo de formação de preços de ativos (CAPM — Capital Asset Pricing Model) . . . 220

Tipos de risco . . . 221

O modelo: CAPM . . . 222

Capítulo 6 Taxas de juros e avaliação de obrigações . . . 246

6.1 Taxas de juros e retornos requeridos . . . 247

Fundamentos das taxas de juros. . . 247

Estrutura temporal das taxas de juros . . . 249

Prêmio pelo risco: características do emitente e da emissão . . . 253

6.2 Obrigações privadas . . . 255

Aspectos legais das obrigações privadas . . . 255

Custo das obrigações para a empresa emitente. . . 256

Características gerais de uma emissão de obrigações . . . 257

Rendimento das obrigações. . . 257

Preços das obrigações . . . 257

Ratings de obrigações . . . 258

Principais tipos de obrigações . . . 258

Emissões internacionais de obrigações . . . 260

6.3 Fundamentos de avaliação . . . 262

Principais dados . . . 262

Modelo básico de avaliação. . . 263

viii Princípios de administração financeira

Gitman-12_P0.indd viii

(10)

6.4 Avaliação de obrigações . . . 264

Fundamentos de obrigações . . . 264

Avaliação básica de obrigações . . . 264

Comportamento do valor da obrigação . . . 266

Rendimento até o vencimento (YTM — yield to maturity) . . . 269

Juros semestrais e valores da obrigação . . . 270

Capítulo 7 Avaliação de ações. . . 285

7.1 Diferenças entre capital de terceiros e capital próprio . . . 286

Influência nas decisões da administração . . . 286

Direito sobre resultados e ativos . . . 286

Prazo de vencimento . . . 287

Tratamento fiscal . . . 287

7.2 Ações ordinárias e ações preferenciais. . . 287

Ações ordinárias . . . 288

Ações preferenciais . . . 290

Emissão de ações ordinárias . . . 291

Interpretação das cotações de ações . . . 295

7.3 Avaliação de ações ordinárias . . . 297

Eficiência de mercado . . . 297

Equação básica de avaliação das ações ordinárias . . . 300

Modelo de avaliação pelo fluxo de caixa livre. . . . 304

Outras abordagens à avaliação de ações ordinárias . . . 306

7.4 Tomada de decisões e valor da ação ordinária . 309 Mudanças no retorno esperado . . . 309

Mudanças no risco . . . 309

Efeito combinado . . . 310

Caso integrativo 2 Encore International . . . 322

Parte Três

Decisões de investimento de longo prazo .324

Capítulo 8 Fluxos de caixa para orçamento de capital . . . . 325

8.1 Tomada de decisões no processo de orçamento de capital . . . 326

Motivos para realizar investimentos de capital . . . 326

Etapas do processo . . . 327

Terminologia básica . . . 328

8.2 Fluxos de caixa relevantes . . . 329

Principais componentes do fluxo de caixa . . . 330

Decisões de expansão e de substituição . . . 331

Custos irrecuperáveis e custos de oportunidade . . 331

Processo de orçamento de capital internacional e investimentos de longo prazo . . . 332

8.3 Determinação do investimento inicial . . . 334

Custo total de um ativo novo . . . 334

Recebimentos pela venda do ativo antigo, após o imposto de renda . . . 334

Variação do capital de giro líquido . . . 337

Cálculo do investimento inicial . . . 338

8.4 Determinação das entradas de caixa operacionais . . . 339

Interpretação do termo depois do imposto de renda . . . 339

Interpretação do termo entradas de caixa . . . 339

Interpretação do termo incremental . . . 342

8.5 Determinação do fluxo de caixa terminal . . . . 343

Recebimentos oriundos da venda de ativos . . . 343

Imposto de renda na venda de ativos . . . 343

Variação do capital de giro líquido . . . 344

8.6 Síntese dos fluxos de caixa relevantes . . . 345

Brasil em contexto O BNDES como financiador de longo prazo . . . 360

Capítulo 9 Técnicas de orçamento de capital . . . 363

9.1 Visão geral das técnicas de orçamento de capital . . . 364

Fluxos de caixa relevantes da Bennett Company . . 364

9.2 Período de payback . . . 366

Critérios de decisão . . . 366

Prós e contras dos períodos de payback. . . 366

9.3 Valor presente líquido (VPL). . . 369

Critérios de decisão . . . 370

9.4 Taxa interna de retorno (TIR) . . . 371

Critérios de decisão . . . 371

Cálculo da TIR . . . 372

9.5 Comparação das técnicas de VPL e TIR . . . 374

Perfis de valor presente líquido . . . 374

Classificações conflitantes . . . 374

Qual é a melhor abordagem? . . . 377

Capítulo 10 Risco e refinamentos no processo de orçamento de capital . . . 392

10.1 Introdução ao risco em orçamento de capital . 393 10.2 Abordagens comportamentais para lidar com o risco . . . 394

Risco e entradas de caixa . . . 394

Análise de cenários . . . 396

Simulação . . . 397

10.3 Considerações quanto ao risco internacional . 398 10.4 Taxas de desconto ajustadas ao risco . . . 399

Determinação das taxas de desconto ajustadas ao risco (TDARs) . . . 400 Aplicação de TDARs . . . 402 Efeitos de carteira . . . 404 TDARs na prática . . . 405 Sumário ix Gitman-12_P0.indd ix Gitman-12_P0.indd ix 10/11/2009 20:44:5610/11/2009 20:44:56

(11)

10.5 Refinamentos do orçamento de capital . . . 406

Comparação de projetos com durações diferentes . . . 407

Reconhecimento da existência de opções reais. . . 410

Racionamento de capital . . . 412

Caso integrativo 3 Lasting Impressions Company . . . 428

Parte Quatro

Decisões financeiras de longo prazo . . . . .430

Capítulo 11 Custo de capital . . . 431

11.1 Visão geral do custo de capital . . . 432

Algumas premissas fundamentais . . . 432

Conceito básico. . . 433

Fontes específicas de capital. . . 434

11.2 Custo do capital de terceiros de longo prazo . 435 Recebimentos líquidos . . . 435

Custo do capital de terceiros antes do imposto de renda . . . 436

Custo do capital de terceiros após o imposto de renda . . . 438

11.3 Custo das ações preferenciais . . . 439

Dividendos de ações preferenciais . . . 439

Cálculo do custo das ações preferenciais . . . 439

11.4 Custo das ações ordinárias . . . 440

Determinação do custo do capital próprio sob a forma de ações ordinárias . . . 440

Custo dos lucros retidos . . . 442

Custo de novas emissões de ações ordinárias . . . . 442

11.5 Custo médio ponderado de capital. . . 444

Cálculo do custo médio ponderado de capital (CMPC) . . . 444

Bases de ponderação . . . 445

11.6 Custo marginal e decisões de investimento . . 446

Custo marginal ponderado de capital (CMgPC, ou WMCC na sigla em inglês) . . . 446

Escala de oportunidades de investimento (EOI) . . 448

Uso do CMgPC e da EOI para tomada de decisões de financiamento/investimento . . . 450

Brasil em contexto Custo de capital no Brasil . . . 465

Capítulo 12 Alavancagem e estrutura de capital. . . 467

12.1 Alavancagem . . . 468

Análise do ponto de equilíbrio. . . 469

Alavancagem operacional . . . 472

Alavancagem financeira . . . 476

Alavancagem total. . . 478

12.2 Estrutura de capital da empresa . . . 482

Tipos de capital . . . 482

Avaliação externa da estrutura de capital . . . 482

Estrutura de capital de empresas não norte -americanas . . . 484

Teoria da estrutura de capital . . . 484

Estrutura de capital ótima . . . 491

12.3 Enfoque LAJIR -LPA para análise da estrutura de capital . . . 493

Representação gráfica de um plano de financiamento . . . 494

Comparação de estruturas de capital alternativas . . . 494

Inclusão do risco na análise LAJIR -LPA. . . 495

Limitação básica da análise LAJIR -LPA . . . 496

12.4 Escolha da estrutura de capital ótima . . . 496

Vinculação . . . 496

Estimativa do valor . . . 497

Maximização do valor e maximização do LPA . . . . 497

Outras considerações importantes . . . 499

Capítulo 13 Política de dividendos . . . 513

13.1 Fundamentos dos dividendos . . . 514

Procedimentos de pagamento de dividendos em dinheiro (cash dividend) . . . 514

Tratamento fiscal dos dividendos . . . 516

Planos de reinvestimento de dividendos . . . 516

13.2 Relevância da política de dividendos . . . 517

Teoria residual dos dividendos . . . 518

Argumentos favoráveis à irrelevância dos dividendos . . . 519

Argumentos favoráveis à relevância dos dividendos . . . 520

13.3 Fatores que afetam a política de dividendos . 521 Restrições legais . . . 521

Restrições contratuais . . . 522

Restrições internas . . . 522

Perspectivas de crescimento . . . 522

Considerações relacionadas aos proprietários . . . . 522

Considerações de mercado. . . 523

13.4 Tipos de política de dividendos. . . 523

Política de dividendos com taxa de distribuição constante. . . 523

Política de dividendos regulares. . . 524

Política de dividendos regulares baixos mais dividendos extraordinários . . . 525

13.5 Outras modalidades de dividendo . . . 525

Dividendos em ações (stock dividends) . . . 525

Desdobramentos de ações (stock splits). . . 527

Recompras de ações (stock repurchases) . . . 528

Caso integrativo 4 O’Grady Apparel Company . . . 541

x Princípios de administração financeira

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(12)

Parte Cinco

Decisões financeiras de curto prazo . . . . .544

Capítulo 14 Capital de giro e administração do ativo circulante . . . 545

14.1 Fundamentos do capital de giro líquido . . . 546

Administração financeira de curto prazo . . . 546

Capital de giro líquido . . . 547

Compensação entre rentabilidade e risco . . . 547

14.2 Ciclo de conversão de caixa. . . 548

Cálculo do ciclo de conversão de caixa . . . 549

Necessidades de financiamento resultantes do ciclo de conversão de caixa . . . 550

Estratégias de gestão do ciclo de conversão de caixa. . . 552

14.3 Administração de estoques . . . 552

Diferentes pontos de vista quanto aos níveis de estoque . . . 552

Técnicas comuns de administração de estoques . . 553

Administração de estoque em âmbito internacional . . . 557

14.4 Administração de contas a receber . . . 557

Seleção e padrões de crédito. . . 558

Termos de crédito . . . 562 Monitoramento do crédito . . . 564 14.5 Administração de recebimentos e pagamentos. . . 566 Float . . . 566 Aceleração da cobrança . . . 566 Retardarmento de pagamentos . . . 567 Concentração de caixa . . . 568

Contas de saldo nulo . . . 568

Aplicações em títulos negociáveis . . . 569

Capítulo 15 Administração do passivo circulante . . . 581

15.1 Passivos espontâneos . . . 582

Administração de contas a pagar . . . 582

Despesas a pagar. . . 586

15.2 Fontes de empréstimos de curto prazo sem garantias. . . 586

Empréstimos bancários. . . 587

Notas promissórias comerciais (commercial papers). . . 592

Empréstimos internacionais. . . 593

15.3 Fontes de empréstimos de curto prazo com garantia . . . 594

Características de empréstimos de curto prazo com garantia . . . 595

Uso de contas a receber como garantia . . . 595

Uso de estoques como garantia . . . 597

Caso integrativo 5 Casa de Diseño . . . 610

Parte Seis

Tópicos especiais de administração

financeira . . . .612

Capítulo 16 Títulos híbridos e derivativos . . . 613

16.1 Visão geral dos títulos híbridos e derivativos . 614 16.2 Arrendamento . . . 615

Tipos básicos de arrendamento . . . 615

Formas de arrendamento. . . 616

Decisão de arrendar versus comprar . . . 617

Efeitos do arrendamento sobre financiamentos futuros . . . 621

Vantagens e desvantagens do arrendamento . . . . 622

16.3 Títulos conversíveis . . . 623

Tipos de títulos conversíveis . . . 623

Características gerais dos títulos conversíveis . . . 623

Financiamento por meio de títulos conversíveis . . 624

Determinação do valor de uma obrigação conversível. . . 625

16.4 Warrants de compra de ações . . . 628

Principais características . . . 628

Preço implícito de um warrant vinculado . . . 628

Valor dos warrants . . . 629

16.5 Opções . . . 631

Opções de compra (calls) e de venda (puts) . . . 632

Mercados de opções . . . 632

Negociação de opções . . . 632

O papel das opções de compra e de venda no levantamento de fundos . . . 633

Cobertura de risco de câmbio com opções . . . 633

Capítulo 17 Fusões, aquisições alavancadas, alienações e falência de empresas . . . 645

17.1 Fundamentos de fusões . . . 646

Terminologia básica . . . 646

Motivos para fusão . . . 648

Tipos de fusão . . . 650

17.2 Aquisições alavancadas e alienações de ativos. . . 650

Aquisições alavancadas (LBOs) . . . 651

Alienações de ativos . . . 651

17.3 Análise e negociação de fusões. . . 653

Avaliação da empresa visada . . . 653

Transações envolvendo troca de ações . . . 655

Processo de negociação de fusões . . . 659

Holdings . . . 661

Fusões internacionais. . . 662

17.4 Fundamentos de quebra de empresas. . . 664

Tipos de quebra de empresas. . . 664

Principais causas de quebras . . . 665

Acordos amigáveis. . . 665

17.5 Reorganização e liquidação. . . 666

Sumário xi

Gitman-12_P0.indd xi

(13)

Legislação falimentar . . . 666

Reorganização no contexto falimentar (Capítulo 11) . . . 667

Liquidação no contexto falimentar (Capítulo 7) . . . 669

Brasil em contexto Fusões e aquisições . . . 681

Capítulo 18 Administração financeira internacional . . . 684

18.1 A empresa multinacional e seu ambiente. . . . 685

Os principais blocos comerciais . . . 686

O GATT e a OMC. . . 687

Formas jurídicas de organização de empresas. . . . 687

Impostos . . . 688

Mercados financeiros . . . 690

18.2 Demonstrações financeiras . . . 691

Caracterização de subsidiárias e moeda funcional . . . 691

Conversão de contas específicas . . . 692

18.3 Risco . . . 693

Riscos de câmbio. . . 693

Riscos políticos. . . 697

18.4 Decisões de investimento e de financiamento de longo prazo. . . 699

Investimento estrangeiro direto. . . 699

Fluxos de caixa e decisões de investimento . . . 699

Estrutura de capital . . . 700

Capital de terceiros de longo prazo . . . 701

Capital próprio . . . 703

18.5 Decisões financeiras de curto prazo. . . 704

Gestão de caixa. . . 705

Gestão de crédito e estoques . . . 708

18.6 Fusões e joint ventures. . . 708

Caso integrativo 6 Organic Solutions. . . 716

Apêndice A

Tabelas financeiras . . . .718

Apêndice B

Soluções dos problemas de autoavaliação .727

Apêndice C

Respostas de alguns problemas de final

de capítulo . . . .754

xii Princípios de administração financeira

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(14)

Prefácio

O desejo de escrever Princípios de administração financeira teve origem em minha experiência como professor do curso introdutório de administração financeira no início de minha carreira acadêmica. Quando comecei a lecio-nar em tempo integral, não fazia muito tempo que termilecio-nara meu próprio curso de graduação, portanto era capaz de reconhecer as dificuldades que alguns de meus alunos estavam enfrentando com o livro-texto que então utilizá-vamos. Queriam um livro que conversassem com eles. Desejavam uma obra que ligasse os conceitos à realidade. E não queriam apenas descrições, mas demonstrações de conceitos, ferramentas e técnicas. Ao reconhecer tudo isso, decidi que escreveria um texto introdutório de finanças que lidasse efetivamente com essas preocupações.

Os cursos e os alunos mudaram desde aquele primeiro livro, mas os objetivos do texto são os mesmos. O tom informal e o uso generoso de exemplos ainda caracterizam o Princípios de administração financeira. Com base nes-ses pontos fortes, depois de 11 edições, diversas traduções e mais de meio milhão de usuários nos Estados Unidos, ainda escuto atentamente ao retorno que me fornecem professores e alunos — tanto os que adotam o livro quanto os que não o fazem — e profissionais do setor.

A décima segunda edição

Assim como a primeira edição, esta ainda usa linguagem simples, liga conceitos à realidade e demonstra con-ceitos, ferramentas e técnicas. Incorpora um sistema de aprendizagem comprovado que integra pedagogia a concei-tos e aplicações práticos. Concentra-se no conhecimento necessário para tomar decisões financeiras certeiras em um ambiente de negócios cada vez mais complexo. O forte teor pedagógico e o uso de muitos exemplos — inclusive, a partir desta edição, Exemplos de finanças pessoais — fazem do texto um recurso facilmente acessível para aprendi-zado a distância, cursos on-line e programas de autoensino. O livro também foi bem recebido em cursos de MBA e em programas de desenvolvimento administrativo e treinamento executivo.

Organização

A estrutura do texto, descrita em detalhe na seção “O sistema de ensino/aprendizagem”, liga conceitualmente as atitudes da empresa a seu valor como determinado pelo mercado de títulos. Cada área geral de tomada de decisão é apresentada no que se refere tanto a fatores de risco e retorno quanto ao impacto em potencial sobre a riqueza dos proprietários. Um elemento de Ênfase no valor, ao fim de cada capítulo, ajuda a reforçar a compreensão dos alunos quanto à ligação entre as atitudes do administrador financeiro e o valor da ação da empresa.

Ao organizar cada capítulo, adotei uma perspectiva de tomada de decisões administrativas, relacionando essas decisões à meta geral da empresa de maximizar a riqueza. Uma vez desenvolvido um conceito em particular, sua aplicação é ilustrada com um exemplo — uma característica marcante deste livro. Esses exemplos demonstram e cristalizam na mente do aluno as considerações e as consequências da tomada de decisões financeiras. Como vere-mos a seguir, esta edição amplia essa característica, agregando exemplos ligados às finanças pessoais.

Considerações internacionais

Vivemos em um mundo no qual as considerações internacionais não podem estar dissociadas do estudo da administração de empresas em geral e da administração financeira em particular. Como nas edições anteriores, há por todo o livro discussões a respeito das dimensões internacionais dos temas de cada capítulo. Um ícone em forma de globo terrestre nas margens das páginas destaca essas discussões, e o material de teor inter-nacional está integrado nos objetivos de aprendizagem e no material ao fim de cada capítulo. Além disso, para quem deseja dedicar mais tempo a esse assunto, o livro termina com um capítulo sobre administração financei-ra internacional.

Ligações com finanças pessoais

Esta décima segunda edição atendeu às solicitações da crítica de uma maior ligação com as finanças pessoais e à convocação dos educadores para que ajudem a melhorar a instrução financeira dos jovens. No começo de cada capítulo, o elemento intitulado Por que este capítulo é importante para você ajuda a motivar o interesse dos alunos, discutindo como o tema abordado relaciona-se com as preocupações de outras disciplinas importantes em adminis-tração de empresas e com as finanças pessoais. No corpo de cada capítulo, os Exemplos de finanças pessoais ligam explicitamente os conceitos, as ferramentas e as técnicas de cada capítulo a suas aplicações em finanças pessoais. Os exercícios para casa do livro incluem mais de 75 problemas de finanças pessoais. O objetivo desse material é demonstrar aos alunos a utilidade do conhecimento em administração financeira tanto para a vida profissional quan-to para a pessoal.

Prefácio xiii

Gitman-12_P0.indd xiii

(15)

Questões éticas

A necessidade da ética nos negócios continua premente. É preciso que os alunos compreendam as questões éticas que enfrentam os administradores financeiros ao tentar maximizar o valor para o acionista e solucionar pro-blemas empresariais. Assim, todos os capítulos trazem um quadro Na prática dedicado a questões éticas. Metade deles é nova para esta edição e os demais foram atualizados.

Exercícios extra -classe

Sem dúvida, a prática é essencial para que os alunos aprendam os conceitos, as ferramentas e as técnicas de administração financeira. Para atender a essa necessidade, o livro oferece um menu rico e variado de tarefas extra--classe: Problemas para aquecimento breves e numéricos; um conjunto abrangente de Problemas, sendo mais de um por conceito ou técnica relevante e, agora, também Problemas de finanças pessoais; um Problema de ética por capí-tulo; um Caso, um Exercício com planilha, um Exercício em grupo e um Exercício na web para cada capícapí-tulo; e, no final de cada parte do livro, um Caso integrativo.

Da sala de aula à do conselho, a décima segunda edição do Princípios de administração financeira pode ajudar as pessoas a chegar aonde querem. Acredito que esta seja a melhor edição até hoje — mais relevante, precisa e eficaz do que nunca. Espero que você concorde e considere este livro o mais eficaz texto de introdução à adminis-tração financeira para seus alunos.

O comprovado sistema de ensino/aprendizagem

As pessoas que utilizam Princípios de administração financeira elogiam a eficácia do sistema de ensino/aprendi-zagem do livro, que tem sido apontado como uma de suas marcas registradas. O sistema, orientado por um conjun-to de objetivos de aprendizagem cuidadosamente desenvolvido, foi mantido e aprimorado nesta nova edição. Seus elementos-chave são descritos a seguir.

Os seis objetivos de aprendizagem no início de cada capítulo apontam os conceitos e técnicas mais importan-tes a serem assimilados. Os ícones que representam esses objetivos reaparecem próximos às seções a eles relacio-nados. Reaparecem, também, no resumo, nos problemas de autoavaliação, nos exercícios para aquecimento e nos problemas, no final de cada capítulo.

Cada capítulo começa com uma seção intitulada Por

que este capítulo é importante para você, que ajuda a

motivar os alunos.

A primeira parte, Em sua vida profissional, discute o modo como os temas financeiros abordados no capítulo relacionam-se com outras disciplinas importantes de negócios. Seu objetivo é incentivar os alunos de conta-bilidade, sistemas de informação, administração, marke-ting e operações a apreciar as diversas interações inter-disciplinares que ocorrem no dia a dia dos negócios.

A segunda parte, Em sua vida pessoal, identifica pontos do capítulo que se aplicam diretamente às finan-ças pessoais.

xiv Princípios de administração financeira

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(16)

No começo de cada capítulo, há um breve estudo de

caso que descreve uma experiência, um acontecimento

ou uma decisão real de uma empresa relacionada com o aspecto da administração financeira abordado no capí-tulo. Esses estudos elevam o nível de interesse, ao demons-trar que os assuntos abordados são relevantes no mundo dos negócios.

No final de cada texto há uma questão de raciocínio

crítico, que incentiva o leitor a considerar atentamente

cada história e a maneira como ela se aplica ao tema do capítulo.

Para ajudar durante o estudo e a revisão, os principais

termos estão em negrito e suas definições podem ser

encontradas na lateral esquerda, ao lado do texto. Esses termos também estão em negrito no índice do livro.

As dicas de margem acrescentam ideias, comentários e informações úteis para enriquecer o texto e desenvolver o apren dizado.

Os Exemplos constituem um importante componen-te do siscomponen-tema de aprendizagem do livro. Claramencomponen-te destacados do texto, fornecem demonstrações imediatas e concretas de como aplicar os conceitos, as ferramentas e as técnicas financeiras.

Alguns exemplos em determinados capítulos demons-tram o valor do dinheiro no tempo. Eles tratam do uso de linhas do tempo, calculadoras financeiras, planilhas (acompanhadas das fórmulas de cada célula) e tabelas de financeiras.

Os Exemplos de finanças pessoais demonstram como os alunos podem aplicar conceitos, ferramentas e técnicas de administração financeira às decisões financeiras pessoais.

As principais equações possuem um destaque ( ) em todo o texto para ajudar a identificar as relações matemáticas mais importantes.

As questões para revisão, que aparecem no final de todas as seções do capítulo, desafiam os estudantes a aparar e testar seu entendimento dos principais conceitos, ferramentas, técnicas e práticas antes de seguir adiante.

Prefácio xv

Gitman-12_P0.indd xv

(17)

A seção Na prática oferece insights relacionados aos tópicos mais importantes em finanças, por meio das experiências reais de grandes e pequenas empresas. Há três categorias da seção Na prática: Foco na ética, Foco

na prática e Foco global.

Os três tipos de quadro Na prática encerram com uma

pergunta de raciocínio crítico para ajudar o leitor a ampliar

as lições aprendidas com o teor do quadro.

O Resumo ao final de cada capítulo tem início com a seção Ênfase no valor, que explica como o conteúdo do capítulo se relaciona ao objetivo da empresa de maxi-mizar a riqueza do proprietário. Essa seção ajuda a refor-çar a compreensão do elo entre os atos do administrador financeiro e o valor da ação.

A Revisão dos objetivos de aprendizagem reavalia todos os objetivos de aprendizagem e resume os princi-pais pontos apresentados para sua plena compreensão.

Os Problemas de autoavaliação, atrelados aos obje-tivos de aprendizagem, permitem ao leitor reforçar sua compreensão dos assuntos por meio da solução de um problema ilustrativo. Para tanto, o Apêndice B, no fim do livro, contém as soluções desses exercícios.

Os Exercícios para aquecimento, breves e numéricos, permitem que os alunos pratiquem a aplicação das ferra-mentas e técnicas apresentadas no capítulo.

Os Problemas, abrangentes e ligados aos objetivos de aprendizagem, são mais longos e complexos. Nessa seção, os professores encontrarão diversos problemas que abordam os principais conceitos, ferramentas e técnicas presentes no capítulo.

Em cada capítulo há Problemas de finanças pessoais especificamente ligados a situações e exemplos financei-ros pessoais. Eles ajudarão os alunos a compreender como aplicar as ferramentas e técnicas de administração finan-ceira às próprias finanças.

xvi Princípios de administração financeira

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(18)

Uma breve descrição identifica o conceito ou a téc-nica essencial do problema. Problemas indicados como

Integrativos reúnem temas correlatos. Respostas

indica-tivas a alguns dos problemas podem ser encontradas no Apêndice C.

O último item de cada seção de Problemas é o

Problema de ética, que permite que os alunos voltem a

considerar princípios éticos e aplicá-los a situações de administração financeira.

Os Casos dos capítulos exigem aplicação dos con-ceitos e técnicas a uma situação mais complexa e realis-ta do que as encontradas em problemas comuns. Esses casos ajudam a reforçar a aplicação prática das ferramen-tas e técnicas financeiras.

Cada capítulo contém um Exercício com planilha, que confere aos alunos uma oportunidade de usar o software Excel® para criar uma ou mais planilhas que

ajudem a analisar um problema financeiro. A planilha que deve ser criada e frequentemente baseada em outra constante do capítulo, ou de um modelo que pode ser visto no site de apoio do livro.

Cada capítulo oferece um Exercício em grupo que leva os alunos a trabalhar em equipe no contexto de uma empresa em atividade. Cada grupo criará uma empresa e deverá acompanhá-la ao longo dos diversos temas financeiros e atividades empresariais apresentados no livro.

Está disponível no site de apoio do livro, para cada capítulo, um Exercício na web que liga o tema do capí-tulo a um determinado site correlato e pede que os alunos usem informações ali encontradas para responder per-guntas. Esses exercícios atraem o interesse dos alunos e, ao mesmo tempo, mostram-lhes fontes de informação financeira. Esses exercícios são apresentados na língua inglesa.

Um Caso integrativo, ao fim de cada parte do livro, desafia os alunos a usar o que aprenderam nos capítulos precedentes.

Em capítulos específicos, que tratam de assuntos importantes ligados à administração financeira, há a seção

Brasil em contexto, que tratam desses temas sob o ponto

de vista brasileiro, auxiliando na aprendizagem do aluno.

Prefácio xvii

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(19)

Material adicional

No site de apoio do livro (www.prenhall.com/gitman_br), professores e estudantes podem acessar materiais adicionais em qualquer dia, durante 24 horas.

O Sistema PMF de ensino/aprendizagem inclui diversos suplementos úteis para os professores e alunos. Ao longo do livro, as chamadas ao conteúdo do site podem ser identificadas por meio de

um ícone .

Para professores

As principais ferramentas didáticas disponíveis são o Manual do professor (em inglês) e as Apresentações em PowerPoint.

Manual do professor Revisto por Thomas Krueger, da University of Wisconsin at La Crosse. Esse abrangente recurso reúne as ferramentas didáticas, permitindo aos professores o uso fácil e eficaz do livro em sala de aula. Cada capítulo fornece um panorama dos principais temas e respostas e soluções detalhadas para todas as questões para revisão, problemas para aquecimento e problemas, além de respostas sugeridas para as perguntas de raciocínio crí-tico encontradas nas aberturas de capítulo e nos quadros, para os problemas de ética, os exercícios em grupo e os exercícios na web. Ao fim do manual, podem ser encontrados testes práticos e suas soluções.

Apresentação em PowerPoint Criadas por Daniel J. Borgia, Florida Gulf Coast University. Esta apresentação combina anotações para a sala de aula com as imagens do livro.

Esse material é de uso exclusivo para professores e está protegido por senha. Para ter acesso a eles, os professores que adotam o livro devem entrar em contato com seu representante Pearson ou enviar e-mail para universitarios@pearsoned.com.

Para estudantes

• Casos na web, que pedem que os alunos usem a internet para encontrar informações e solucionar problemas financeiros (em inglês).

• Exercícios na web. • Testes de autoavaliação.

• Estudos de caso financeiros, atualizados por Michael Seiler da Hawaii Pacific University. Além dos recursos ligados a cada capítulo, o aluno encontrará:

• Um capítulo on-line intitulado “Mercados financeiros e instituições financeiras”, do texto Introdução às

finan-ças de Lawrence J. Gitman e Jeff Madura. • Um glossário.

• Exemplos com planilhas extraídos do livro.

• Um Guia de uso de calculadoras financeiras (em inglês). • Nosso Centro de carreiras on-line (em inglês).

Lawrence J. Gitman La Jolla, Califórnia

xviii Princípios de administração financeira

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(www.pearson.com.br/gitman)

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Prefácio à edição brasileira

Há mais de dez anos, precisamente em 1997, supervisionei a tradução e a revisão técnica da 7ª edição deste livro. Também fiz a apresentação da edição brasileira. Foi um trabalho árduo, por certo, mas cuja gratificação per-durou, pois não hesitei em aceitar o convite para refazer o caminho com a 12ª edição, que agora tenho o prazer de apresentar.

Penso que seria interessante refletir sobre como as coisas mudaram desde então. Princípios de administração

financeira decerto evoluiu muito e em quase todos os aspectos, do conteúdo aos recursos didáticos, da abordagem

conceitual aos casos práticos, da abrangência de alguns temas à especificidade de outros. E preservou seus pontos fortes, como a notável clareza da exposição, o equilíbrio entre as partes e a facilidade com que torna compreensíveis conceitos complexos e correlaciona-os com o cotidiano do leitor. A marca de doze edições fala por si mesma!

Nesse espaço de tempo apareceram muitos livros-textos de finanças de autores norte-americanos, de brasileiros e até de outras nacionalidades. Os interessados no tema ficaram bem servidos de opções, pois cada obra tem algo a nos ensinar. O campo da administração financeira é grande e diversificado o bastante para abrigar uma ampla ofer-ta de publicações.

Em especial, creio que vale a pena questionar o quanto mudou o ambiente econômico ao longo dessa década; indagar como as nações, os mercados, as organizações e os profissionais financeiros se diferenciaram no transcorrer desse período. Estou certo de que nenhum desses elementos permaneceu o mesmo e que, em alguns casos, as mudanças foram até mesmo paradigmáticas.

Na apresentação da 7ª edição, ressaltei algumas características econômicas e legais da época, as quais condi-cionavam a atuação das empresas brasileiras de forma a exigir cuidados na transposição de certos conceitos finan-ceiros desenvolvidos e praticados no primeiro mundo. Isso também mudou e hoje temos outros fatores a considerar.

Por exemplo, naquele tempo nosso mercado de valores mobiliários era mais modesto; nossas empresas eram quase exclusivamente locais; nossa legislação contábil e fiscal continha forte viés em relação aos aspectos inflacio-nários e os nossos gestores concentravam seus esforços no curto prazo dos negócios.

Presentemente, o administrador financeiro no Brasil encontra condições para atuar de forma muito mais pareci-da com a dos seus pares em países desenvolvidos.

Quer isso dizer que os professores brasileiros podem usar a literatura estrangeira — norte-americana, basicamen-te — em suas aulas sem qualquer adaptação? De forma alguma! Nem aqui, nem em outra parbasicamen-te que não seja os Estados Unidos. Há sempre que se levar em conta as peculiaridades de cada ambiente, não só em finanças como nas demais áreas. É aqui que entra a especial competência do professor em balancear os conteúdos, mostrando os pon-tos de convergência e de contraste entre os conhecimenpon-tos válidos em cada contexto.

Ao aluno, por sua vez, compete assimilar os pressupostos que norteiam os modelos financeiros aplicáveis em economias avançadas, identificar as diferenças em relação ao seu país e aprender avaliar as consequências. Em tempo de globalização, a riqueza do aprendizado está no alargamento dos horizontes e na percepção das multi-plicidades.

Aos leitores de primeira hora, assim como aos de primeira viagem, do livro Princípios de administração

financei-ra, meus sinceros votos de uma excelente jornada.

Jean Jacques Salim

Prefácio à edição brasileira xix

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(21)

Agradecimentos

A meus colegas, amigos e familiares

Nenhum livro-texto consegue atender sistematicamente às necessidades do mercado sem feedback contínuo de colegas, alunos, profissionais e membros da equipe editorial.

A Prentice Hall e a antiga editora, a HarperCollins, contaram com a colaboração de muitos excelentes avaliado-res e todos exerceram forte influência sobre diversos aspectos do livro. As pessoas a seguir forneceram ideias e comentários de grande utilidade na elaboração desta décima segunda edição:

Omar Benkato, Ball State University Boyd D. Collier, Tarleton State University

Michael Giuliano, University of Maryland–Asia Division John E. Harper, Texas A&M at Commerce

Raj K. Kohli, Indiana University–South Bend Inayat Mangla, Western Michigan University Bala Maniam, Sam Houston State University Brian Maris, Northern Arizona University Lee McClain, Western Washington University Mukunthan Santhanakrishnan, Idaho State University Tom Schmidt, Simpson College

Sandeep Singh, SUNY Brockport

Gordon M. Stringer, University of Colorado–Colorado Springs Faye (Hefei) Wang, University of Illinois–Chicago

Agradecimentos especiais às seguintes pessoas, que analisaram os originais de edições anteriores: Saul W. Adelman M. Fall Ainina Gary A. Anderson Ronald F. Anderson James M. Andre Gene L. Andrusco Antonio Apap David A. Arbeit Allen Arkins Saul H. Auslander Peter W. Bacon Richard E. Ball Thomas Bankston Alexander Barges Charles Barngrover Michael Becker Omar Benkato Scott Besley Douglas S. Bible Charles W. Blackwell Russell L. Block Calvin M. Boardman Paul Bolster Robert J. Bondi Jeffrey A. Born Jerry D. Boswell Denis O. Boudreaux Kenneth J. Boudreaux Wayne Boyet Ron Braswell Christopher Brown William Brunsen Samuel B. Bulmash Francis E. Canda Omer Carey Patrick A. Casabona Robert Chatfield K. C. Chen Roger G. Clarke Terrence M. Clauretie Mark Cockalingam Thomas Cook Maurice P. Corrigan Mike Cudd Donnie L. Daniel Prabir Datta Joel J. Dauten Lee E. Davis Irv DeGraw Richard F. DeMong Peter A. DeVito James P. D’Mello R. Gordon Dippel Carleton Donchess Thomas W. Donohue Shannon Donovan Vincent R. Driscoll Betty A. Driver Lorna Dotts David R. Durst Dwayne O. Eberhardt Ronald L. Ehresman Ted Ellis F. Barney English Greg Filbeck Ross A. Flaherty Rich Fortin Timothy J. Gallagher George W. Gallinger Sharon Garrison Gerald D. Gay Deborah Giarusso R. H. Gilmer Anthony J. Giovino Philip W. Glasgo Jeffrey W. Glazer Joel Gold Ron B. Goldfarb Dennis W. Goodwin David A. Gordon J. Charles Granicz C. Ramon Griffin Reynolds Griffith Arthur Guarino Lewell F. Gunter Melvin W. Harju Phil Harrington George F. Harris George T. Harris John D. Harris

xx Princípios de administração financeira

Gitman-12_P0.indd xx

(22)

Mary Hartman R. Stevenson Hawkey Roger G. Hehman Harvey Heinowitz Glenn Henderson Russell H. Hereth Kathleen T. Hevert J. Lawrence Hexter Douglas A. Hibbert Roger P. Hill Linda C. Hittle James Hoban Hugh A. Hobson Keith Howe Kenneth M. Huggins Jerry G. Hunt Mahmood Islam James F. Jackson Stanley Jacobs Dale W. Janowsky Jeannette R. Jesinger Nalina Jeypalan Timothy E. Johnson Roger Juchau Ashok K. Kapoor Daniel J. Kaufman, Jr. Joseph K. Kiely Terrance E. Kingston Thomas M. Krueger Lawrence Kryzanowski Harry R. Kuniansky Richard E. La Near William R. Lane James Larsen Rick LeCompte B. E. Lee Scott Lee Michael A. Lenarcic A. Joseph Lerro Thomas J. Liesz Alan Lines Christopher K. Ma James C. Ma Dilip B. Madan Judy Maese James Mallet Timothy A. Manuel Brian Maris Daniel S. Marrone William H. Marsh John F. Marshall Linda J. Martin Stanley A. Martin Charles E. Maxwell Timothy Hoyt McCaughey Jay Meiselman Vincent A. Mercurio Joseph Messina John B. Mitchell Daniel F. Mohan Charles Mohundro Gene P. Morris Edward A. Moses Tarun K. Mukherjee William T. Murphy Randy Myers Lance Nail Donald A. Nast Vivian F. Nazar G. Newbould Charles Ngassam Gary Noreiko Dennis T. Officer Kathleen J. Oldfather Kathleen F. Oppenheimer Richard M. Osborne Jerome S. Osteryoung Prasad Padmanabahn Roger R. Palmer Don B. Panton John Park Ronda S. Paul Bruce C. Payne Gerald W. Perritt Gladys E. Perry Stanley Piascik Gregory Pierce Mary L. Piotrowski D. Anthony Plath Jerry B. Poe Gerald A. Pogue Suzanne Polley Ronald S. Pretekin Fran Quinn Rich Ravichandran David Rayone Walter J. Reinhart Jack H. Reubens Benedicte Reyes William B. Riley, Jr. Ron Rizzuto Gayle A. Russell Patricia A. Ryan Murray Sabrin Kanwal S. Sachedeva R. Daniel Sadlier Hadi Salavitabar Gary Sanger William L. Sartoris Michael Schinski Carl J. Schwendiman Carl Schweser Jim Scott John W. Settle Richard A. Shick A. M. Sibley Surendra S. Singhvi Stacy Sirmans Barry D. Smith Gerald Smolen Ira Smolowitz Jean Snavely Joseph V. Stanford John A. Stocker Lester B. Strickler Elizabeth Strock Donald H. Stuhlman Sankar Sundarrajan Philip R. Swensen S. Tabriztchi John C. Talbott Gary Tallman Harry Tamule Richard W. Taylor Rolf K. Tedefalk Richard Teweles Kenneth J. Thygerson Robert D. Tollen Emery A. Trahan Pieter A. Vandenberg Nikhil P. Varaiya Oscar Varela Kenneth J. Venuto James A. Verbrugge Ronald P. Volpe John M. Wachowicz, Jr. William H. Weber III Herbert Weinraub Jonathan B. Welch Grant J. Wells Larry R. White Peter Wichert C. Don Wiggins Howard A. Williams Richard E. Williams Glenn A. Wilt, Jr. Bernard J. Winger Tony R. Wingler I. R. Woods John C. Woods Robert J. Wright Richard H. Yanow Seung J. Yoon Charles W. Young Philip J. Young Joe W. Zeman J. Kenton Zumwalt John T. Zeitlow Tom Zwirlein Agradecimentos xxi Gitman-12_P0.indd xxi Gitman-12_P0.indd xxi 10/11/2009 20:45:0210/11/2009 20:45:02

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Agradecimentos especiais a todos os membros da equipe do livro cuja visão, criatividade e apoio constantes me ajudaram a arquitetar todos os elementos do sistema de ensino/aprendizagem: a Michael J. Woodworth da Purdue University pelas vinhetas de abertura dos capítulos e pelos quadros Na prática: Foco na prática, Foco na ética e Foco

global; a Mehdi Salehizadeh da San Diego State University pela ajuda na revisão do capítulo sobre Finanças

inter-nacionais; a Steven Lifland da High Point University pelos novos Problemas de finanças pessoais e pela atualização dos exemplos de planilha dos diversos capítulos, dos Exercícios com planilha, dos Problemas para aquecimento, dos Exercícios em grupo e dos Exercícios na web; a Daniel J. Borgia da Florida Gulf Coast University pela revisão dos Bancos de provas e das Apresentações em powerpoint; a Thomas Kreuger da University of Wisconsin at La Crosse pela atualização do Manual do professor e do Guia de estudos; a Michael Seiler da Hawaii Pacific University pela atualização dos Estudos de caso financeiros encontrados no site de apoio do livro; e a Nikhil Varaiya da San Diego State University pela ajuda na obtenção de dados. Fico satisfeito e orgulhoso por poder contar com seus esforços.

Aplausos para a equipe editorial reunida pela Prentice Hall — inclusive Donna Battista, Mina Kim, Nancy Fenton, Bethany Tidd, Dana Weightman, Heather McNally, Jodi Bassett e outros que trabalharam no livro — pela inspiração e transpiração que definem o trabalho em equipe. Nancy Freihofer e todo mundo da Thompson Steele, Inc. merecem igual ovação. Aplausos para Ann Torbert, cuja perícia e esforço contribuíram para o padrão de excelência que o livro atingiu. E agradecimentos especiais também à formidável equipe de vendas em finanças da Prentice Hall, cujos esforços constantes fazem com que o trabalho seja divertido!

Finalmente, e acima de tudo, muito obrigado a minha esposa, Robin, e nossos filhos, Zachary e Jessica, pela paciência, pelo apoio, pela compreensão e pelo bom humor durante o processo de revisão. Serei sempre grato a vocês.

Lawrence J. Gitman La Jolla, Califórnia

Agradecimentos à edição brasileira

Agradecemos a todos os profissionais que trabalharam na produção desta edição de Princípios de administração

financeira, em especial ao professor Manuel José Nunes Pinto, coordenador de pós-graduação da Faculdade de

Economia da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), por seu trabalho de consultoria; ao professor Jean Jacques Salim, doutor em administração e professor-adjunto do Departamento de Contabilidade, Finanças e Controle da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV, pela grande ajuda na revisão técnica do livro.

Agradecemos também aos professores que colaboraram na criação de textos da seção Contexto brasileiro: Carla C. L. Côrte, doutora em ciências econômicas pela Universidade de Campinas,

Edilene Santos, professora da Eaesp-FGV e do Insper Ricardo Hirata Ikeda, professor da Eaesp-FGV Lucy Sousa, professora da Faap e da Fipecaf

Denísio Liberato, pesquisador sênior do Banco do Brasil André Accorsi, mestre e doutor em administração pela FEA-USP

Paulo Dutra Constantin, economista, mestre em economia, doutor em administração pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

xxii Princípios de administração financeira

Gitman-12_P0.indd xxii

(24)

Ao aluno

Como há muitas opções de material de leitura, agradeço por ter escolhido este livro como meio de aprendizagem em seu curso de administração financeira: você não se decepcionará. Não fazia muito tempo desde minha formatu-ra quando escrevi a primeiformatu-ra edição deste livro, de modo que me dediquei a criar algo que atendesse às necessidades dos alunos. Em todas as edições, preocupei-me com os alunos e tive o cuidado de manter o foco sobre eles.

O sistema de aprendizagem do livro já foi usado por muitas pessoas que fizeram o mesmo curso que você e provou ser eficaz. Integra diversas ferramentas didáticas aos conceitos, ferramentas, técnicas e aplicações práticas de que você precisará para aprender administração financeira. Trabalhei muito para apresentar de forma clara e interessante as informações de que necessitará. Este livro está cheio de características criadas para motivar seu estu-do das finanças e ajudar na assimilação estu-do conteúestu-do estu-do curso.

Há no Prefácio do livro um panorama e uma apresentação dessas características. Observe que o livro inclui Exemplos de finanças pessoais (e problemas correlatos no fim de cada capítulo) que demonstram como aplicar con-ceitos e ferramentas financeiros à sua vida financeira pessoal.

A respeito de algumas características específicas: em primeiro lugar, preste atenção nos Objetivos de aprendiza-gem, que ajudarão a concentrar atenção no material que deve ser aprendido, a mostrar os pontos do capítulo onde se pode encontrá-los e a determinar se você os dominou ao terminar o capítulo.

Em segundo lugar, resista à tentação de desprezar as questões para revisão que há no fim de cada seção do texto. Uma rápida pausa para testar sua compreensão do conteúdo ajudará a cristalizar o conhecimento. Avalie-se com franqueza. Se alguns detalhes estiverem confusos, volte (ainda que rapidamente) para rever qualquer ponto que não esteja claro.

Em terceiro lugar, procure (ou crie) oportunidades para conversar com seus colegas de classe ou amigos sobre o que tem lido e aprendido no curso. Falar sobre os conceitos e técnicas de finanças demonstra o quanto você apren-deu, revela aspectos que ainda não entendeu muito bem e representa uma valiosa oportunidade de praticar para as aulas e (algum dia) para o mundo dos negócios. Ao conversar, não deixe de discutir as questões levantadas nos quadros Foco na ética, que tratam das oportunidades de agir corretamente (ou não) enfrentadas pelas pessoas em suas vidas profissionais.

Dada a tecnologia atual, em rápida transformação, quem sabe o que virá a seguir? A Prentice Hall e eu tentamos manter-nos a par de suas necessidades e interesses e gostaríamos de ouvir suas ideias para melhorar o ensino e a aprendizagem de finanças. Fique à vontade para compartilhá-las conosco por email, pelo endereço finance@prenhall. com.

Desejo-lhe o que há de melhor neste curso e em suas carreiras acadêmica e profissional.

Lawrence J. Gitman La Jolla, Califórnia

Ao aluno xxiii

Gitman-12_P0.indd xxiii 10/11/2009 20:45:03

Dada a tecnologia atual, em rápida transformação, quem sabe o que virá a seguir? A Pearson e eu tentamos manter--nos a par de suas necessidades e interesses e gostaríamos de ouvir suas ideias para melhorar o ensino e a aprendizagem de finanças. Fique à vontade para compartilhá-las conosco por e-mail, pelo endereço universitarios@pearson.com.

Desejo-lhe o que há de melhor neste curso e em suas carreiras acadêmica e profissional.

Lawrence J, Gitman La jolla, Califórnia

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Parte Um

Introdução à administração

financeira

Capítulos nesta parte

1

O papel e o ambiente da administração financeira

2

Demonstrações financeiras e sua análise

3

Fluxo de caixa e planejamento financeiro

CASO INTEGRATIVO 1: Track Software, Inc.

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(27)

POR QUE ESTE CAPÍTULO É IMPORTANTE PARA VOCÊ

Em sua vida profissional

Contabilidade: Para conhecer as relações entre as funções de contabilidade e finanças

de sua empresa; como as demonstrações financeiras produzidas serão usadas; o que é ética empresarial; o que são custos de agency e por que a empresa precisa arcar com eles; como calcular os efeitos fiscais das transações propostas.

Sistemas de informação: Para entender a organização da empresa; por que o pessoal da

área financeira precisa de dados históricos e projeções; quais são os dados necessários para determinar o imposto de renda devido pela empresa.

Administração: Para conhecer as formas jurídicas de organização de empresas; as tarefas

que serão realizadas pelo pessoal de finanças; o objetivo da empresa; a remuneração dos administradores; a ética empresarial; o problema de agency; o papel das instituições e dos mercados financeiros.

Marketing: Para saber como as atividades que você desenvolve serão afetadas pela

função de finanças, tais como as políticas de gestão de caixa e crédito da empresa; o comportamento ético; o papel dos mercados financeiros no levantamento de capital.

Operações: Para entender a organização da empresa e, em especial, da função de

finanças; por que a maximização do lucro não é a principal meta da empresa; o papel das instituições e dos mercados financeiros no financiamento da empresa; a questão da ética; o problema de agency.

Em sua vida pessoal

Muitos dos princípios de administração financeira são aplicáveis à sua vida pessoal: em transações de compra e venda, na obtenção de empréstimos, ao poupar e investir para atingir objetivos financeiros. Essas atividades exigem interação com instituições e mercados financeiros. Você também precisa considerar o impacto dos impostos em seus cálculos financeiros. Aprender os fundamentos da administração financeira pode ajudá -lo a gerenciar melhor suas finanças pessoais.

OBJETIVOS DE

APRENDIZAGEM

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1

Definir finanças, suas principais áreas

e oportunidades e as formas jurídicas de organização de empresas. OA

2

Descrever a função de finanças e sua relação com a economia e a contabilidade.

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3

Identificar as principais atividades do administrador financeiro da empresa.

OA

4

Explicar o objetivo da empresa, a governança corporativa, o papel da ética e o problema de agency. OA

5

Compreender as instituições e os mercados financeiros, e o papel que representam na administração financeira.

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6

Discutir a tributação de empresas e sua importância na tomada de decisões de negócios.

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O papel e o ambiente da

administração financeira

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FINANÇAS E EMPRESAS

O campo de finanças é amplo e dinâmico, afetando diretamente a vida de todas as pessoas e organizações. Há muitas áreas e oportunidades de carreira nesse campo. Os princípios básicos de finanças, tais como os que você aprenderá neste livro, são universalmente aplicáveis a empresas de todos os tipos. Além disso, muitos deles também podem ser aplicados às suas finanças pessoais.

O que são finanças?

O termo finanças pode ser definido como “a arte e a ciência de administrar o dinheiro”. Praticamente todas as pessoas físicas e jurídicas ganham ou levantam, gastam ou investem dinheiro. Finanças diz respeito ao processo, às instituições, aos mercados e aos instrumentos envolvidos na transferência de dinheiro entre pessoas, empresas e órgãos governamentais. A maioria dos adultos se beneficiará ao compreender esse termo, pois isto lhes dará condições de tomar melhores decisões financeiras pessoais. Aqueles que atuam fora dessa área também se beneficiarão ao saber interagir de forma eficaz com administradores, processos e procedimentos financeiros da empresa.

Principais áreas e oportunidades de carreira em finanças

As principais áreas de finanças podem ser resumidas por meio de uma análise das oportunidades de carreira que o setor oferece. Essas oportunidades podem, para simplificar, ser divididas em duas grandes áreas: serviços financeiros e administração financeira.

Serviços financeiros

Os serviços financeiros dizem respeito à concepção e oferta de assessoria e produtos financeiros a pessoas físicas, empresas e órgãos governamentais. Envolvem diversas oportunidades de carreira interessantes em instituições bancárias e afins, assessoria financeira pessoal, investimentos, imóveis e seguros. As oportunidades de carreira disponíveis em cada uma dessas áreas encontram -se descritas no site de apoio do livro.

Finanças A arte e a ciência de

administrar o dinheiro.

Serviços financeiros Parte

das finanças que se ocupa da concepção e distribuição de serviços de assessoria e produtos financeiros a pessoas físicas, empresas e órgãos governamentais.

À

s vezes, tem -se a impressão de que há uma Starbucks em cada esqui-na — e agora também em supermercados e hospitais. A empresa que revolucionou a maneira como os norte -americanos pensam em café tem agora mais de 13 mil pontos de atendimento em todo o mundo. A expansão no mercado internacional é um elemento central da meta de longo prazo da empresa, de atingir 40 mil pontos de venda (sendo 20 mil nos Estados Unidos e 20 mil no exterior). No começo de 2007, a Starbucks já atuava em 39 países e planejava a inauguração das primeiras lojas na Rússia e na China.

O sucesso da rede está ligado a estratégias empresariais um tanto incomuns. Sua declaração de missão enfatiza em primeiro lugar a criação de um ambiente de trabalho melhor para os funcionários (ela foi uma das primeiras empresas a oferecer plano de saúde a empregados de tempo parcial). Somente depois vêm as metas de satisfação dos clientes e de promoção da cidadania corporativa nas comunidades locais. Os lucros encontram -se entre os últimos princípios norteadores da empresa.

A ligação da Starbucks com seus funcionários e clientes tem se traduzido em vendas e lucros tão fortes quanto seu café. O crescimento médio anual composto das vendas no quinquênio 2002-2006 foi superior a 24% e o crescimento do lucro superou os 25% ao ano. Uma ação da Starbucks comprada no começo de 1997 valorizou 25,7% ao ano nos dez anos seguintes, ultrapassando com facilidade o retorno médio anual de 6,7% do índice Standard & Poor’s 500.

Atingir esses objetivos empresariais e, ao mesmo tempo, aumentar o valor para o acionista exige uma administração financeira sólida — captar recursos para abrir novas lojas e construir mais unidades de torrefação, decidir quando e onde alocá -las, gerenciar cobranças, reduzir os custos de compra e lidar com as flutuações cambiais e outros riscos relacionados à compra de café em grão e à sua expansão internacional.

Assim como a Starbucks, toda empresa deve lidar com diversas questões para que sua situação financeira permaneça sólida. Este capítulo apresenta a administração financeira e o papel fundamental que ela exerce para ajudar um negócio a atingir seus objetivos financeiros e empresariais.

Uma potencial limitação de uma estratégia de crescimento é a saturação do mercado e um menor crescimento das vendas por loja. Como a Starbucks poderia combater esses problemas?

Starbucks

Gosto pelo crescimento

Capítulo 1 – O papel e o ambiente da administração financeira 3

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Referências

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