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Teatro de Amadores Gráficos

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Academic year: 2021

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Teatro de Amadores Gráficos

ESPETÁCULOS NOS DIAS 11, 12, 13 E 14

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Teatro José de Alencar

com o drama social em 3 atos

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(Tenfafiva de Teafro-Tribuna)

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«l! HOMENAGEM m- >4 AOS

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PODERES LEGISLATIVO

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MUNICIPAL DO CEARA

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_ sala, 104 -

no Edifício da Ca.sa do Jornallír^

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o SMicato das Indústrias Grúíícas da Forl«fa„, tara a grata satisfação

da aprasantar, ao distinto público lortaleaertse, o sau taatro -

O Taatrg Grã.

fico de Aviadores de Fortaleza.

Julgamos dasnaassário pormanorkar o que da trabalho a cansairas

ra-prasanta o asfdrao dâssa pagilo da idaalistas abnegados, q„a, saan/icando

momentos de laser, sa dedicaram da corpo e alma a tão nobre

desiderato-o Taatrdesiderato-o Gró/iedesiderato-o da Amaddesiderato-ores de Fdesiderato-ortaleza tem um ideal em mira:

melhorar o ninei intelectual da classe grãfica, proporcionandoiha horas

dl! arte, que divirtam e sirvam de veículo

educacional-Eeperamoo cio culta platéia da Fortaleza heneuolénaia a con.proenoõo

para o nosso taatro. E, sobretudo simpatia para com os componentes do

elenco, que, pela primeira vez, pisam a ribalta. Êles bem moror-n

merecem aplausos,

pelo esforço e dedicação com que se consagraram à nobre arte de repres t

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(3)

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sente, consolida, de modo inso

fismável, a s-ua posição de van guarda no comércio de drogas

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Fortaleza, Ltda.

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Elevamos o capital da Coope

rativa de Cr.$ 16.302.750.00 em dezembro de 1955, para Cr.S

21 694.550,00 em dezembro de

lyoü.

Fizemos 2471 operações num

total de Cr.S 114.621.112,10, en

tre socios da industria, comér cio e pecuária.

Vamos distribuir Cr.S

1.776.083,00 de juros fixos "aos

associados na base de 12% ao ano referente ao exercício de

1956.

A Cooperativa de Credito de

Fortaleza, Ltda. assegura-lhe

tres vantagens para o seu mo

vimento de depósitos:

1) Pagamentos de cheques

sem burocracia;

2) Juros compensadores; e,

3) — Cheques recebiveis ém

todos os Bancas polo sistema

de compensação,

A Diretoria da Cooperativa de

Credito de Fortaleza, Ltda está

sssim

constituída-Presidente -

Almir Rodrigues

SC

mSta

Cs-nlSlS'"' ~

Sales

LI-licio Filho

Fe-Farando^lO^Tb

Fon

1-41-18 e

1-63-53

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, --í'll»S:Í!vV-í;: .JÇ i J

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Casas para iUngar

Casas residências

Casas Comerciais ^

Galpões-Terrenos

Autor. Domingos Gusmão de Lima

Peças em 3 atos. Ação 19JO

P D A

sabido e chegou a auferir boa situação financeira no p-ssad P t'

matreiro,

vabihdade o seu estado. Sua esposa, Dona Generosa

-

é de

insol-0 problema, ignora-lhe as causas Sônia a iovem flíh^ Í

simples, apesar de serrtir

a falta de notícias de Arnaldo, o marido Casou cnnífa

angustiada com

.al.a.„o,a d. sO„., Oa „eis

lia desde cnança- Os estudos levaram-no ao sul do Sf d d

^

culto e rico. Não resistindo a atração de 9ônin

doutorado,

da fuga de Arnaldo, seu rival ÁhLn nãn vn^ii

cortejá-la. Convencido

mento para Sônia. A propolta rprincímo nfn I u?

família um novo

casa-Mas, pensando na sua situação ffnanS' mntl-

^f^bida pelo Coronel Alfredo,

o problema em discussão com a família '

,/^^amente, o Coronel Alfredo coloca

tomar posição. . .

família, analisando a opmiao de todos, para após

da sua raça. Av^de^Generosa^e^b^^^^^^

conserva íntegro o ascetismo

Consideram-na um elemento marginal puSantn''i® ®

" respeito de nada.

transaçao atinge o seu término

® enxerga pouco. A

e indébita da Vovó. Logo a seguir chega ArLído nond""'^

assás violenta

^

Arnaldo, pondo fim a um negócio escabroso

que ferem os maí elSXÍérSdpiórdí^^^

^

atitudes

lelismo entre o primitivismo indígena e a civilDacS nhiít?^ a

^ um

para-maior conhecimento de certos fatos da nosTa hisfória ' '"'^" '

trabalhante,

gem marginal, é ela res"on°sávef S'' votome^^Te "^díatogaS

Persona-falhas de carpintarla. Serão, realmente, Persona-falhas de "carpSto

intitulam

posta ficara a cntcrio dos entendidos. O autor entretonfr i,

.inovação? A

res-tratar-se de mera tentativa do teatro-tribuna

'

tietanto, humildemente, afirma

Personagens: — Vovó índia (octogenária mlti oa,. i

como todo velho); Ritínha (jovem empregada' da f-mí dv ç

Palradora

casada, filha única do casal); Álvaro (b.".chaiel cult^ nr'i

(atraente joS

casamento com Sônia); Coronel Alfredo (dono da casí- hn

^

segundo

grosjelrão); Dona Genoaosa (capõa do Alfredo mie de S'

"«•Ifdío I

mente inofensiva); Arnaldo (mando de Sônia, hómem simples e bom)'®"^

aparcnte-Acr*ftn4-/-»»

ecto: — Drama social

r«i-\dtín1 — ^

Penteados

Asp

, com ação em 1910 Cn-ri

idos e apliques têm de ser rigorosamente daquela épS"^^"

de 19io

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(Tentativa tio Teatro Tribuna)

Peça em três «tos, original de

. . ."O paraloJUimo

eatabolo-cldo cnlre o primltivismo Indí

gena o a civilização está

bem arranjado. Boa lição de Hialória, apesar da

intorprc-tação revolucionária de cer

tos íaioo, quo se chocam com a opinião de hisloria-dorcD honestos.

Apesar das "falas" lon gas — Inerentes mesmo ao

toatro-teso — o .Sr. Domingos _

Gusmão do Lima. não cansa ji]

o espectador. Ao contrario,

mantém nossa atenção presa

ao personagem marginal,

cujo aacetismo resiste ao sur-- -- jur- jji

Domingos Gtísmm de Uma

CÃ o- 19 10

direção artística

ESTELSTA F. LiMÂ

elenco,

io do progrocao. Bom

vorná-0

jjj culo.

Ijj

"Vovó índia" merece ser

^ vista o aplaudida, não

só-jjJ mente pelos gráficos, mas Q

n| por todos 03 braaileiros".

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Profa. ROSA VITERBO

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Vovó índia ,

Estelita F. Lima

Ritinha (Empregada) ."

^i^Va de Carvalho

Ri; Álvaro (Bacharel)

Sonia . . . .

. . . . trislame Jatahy Alcantara

Coronel Alfredo

Expedito Lopes Viana

Avvs,.l_1 .TnnrA^ A IplTlrvCl-P 1\/rr>y-,Urs,

Arnaldo

.'! . • •

Alencar Machado

Antônio Carlos Pessoa

Contrat-regra

Cenário

Eletricista . .•.

Helder Ramos José Lamartine

J'

íÉS

. . "Domingos Gusmão de Lima transporta a ação para 1910, para a éra fabu

losa da borracha do Ama zonas. Precisando de um

personagem marginal tre

mendamente crítico, que pudesse fazer a autópsia

dos cadáveres morais que

se movem na cena, cncor,-troii uma índia "civiliza

da", mas, que conserva, ín

tegra, a sua moral ascéti

ca, a. sua reação a tudo que

é hipocrisia e simulação.

Prof. CLOVIS MELO".

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lüllliií?

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V. ENCONTRARÁ NO MoVO CONTIFIENTE " "««pie»» sorflmenio de lacidos, coafecções.

artigos domésticos, perfumarias, brinquedos, eic

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Tudo a visía ou a prazo, sem aumenío do preço"

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(20NTINENTE

Rua Barãoclo Rio Branco 1910 -r i e

(Junto ao Tribuna! de Justiça cio Estado)

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TEATRO DE AMADORES SRAFICOS

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MARIA DA SILVA

A tragédia de Daniel Barbosa. Peça que manterá a platéia em

permanente suspense. Amor, ódios incontroláveis, vingança. Direção de Estelita F. Lima,

GRANDE ESTIAGEM

rf

A tragédia nordestina. Peça premiada pela Acedemia Bra

sileira de Letras, no ano de 1956. Drama de Isaac Gondim Filho

DIÁRIO DA VOVÓ

n

Drama de estudo do negro, folclore, costumes, magia negra. Autoria de Domingos Gusmão de Lima-Direção de Estelita F.

Lima.

INSTITUTO ClINICO BTroirÃmir

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El-ETROCARííjOGRVnA

. nariz e

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Informações

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- Ind.)

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vjas praias ,:,3 nos clubes.,.., no lar

Entradas de Banho.» Toalhas.^., Roupoes

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Teatro

de

Amadores

Gráfico

Fortaleza

ELENÇO E direção

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LOTERIA ESTADUAL DO CEARÁ

« SORTE 00 CEARA

PARA

d dEARENSE D£ so|]j[

A atriz Estelita F. Lima direto ra artistlca do Teatro de Ama dores Gráficos de Fortaleza

INSISTA.

persista,

E NÃO DESISTA!..

que o seu bia CHEOARA,..

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rs.-íi^, Y.v; ; . . : Vi'- !:;r\ jiil-ií-J/it t

líflít ■■(■ *i h 1

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responsabilidade-n.af "í® proprietários que lhe confiaram terrenos,

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VIEIRA SÁ, proprietário;

?

soares, comerciante;

MORAIS,

comerciante-''''■.•'hefro ST ™

TEIXEIRA,

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D. ZENEIDA STUoSp^Sr'""""''

CEL ANTONIO iOAQUI^ cí^'^ALHO,

piopNe-DR. EDILSON GURGEL SANTOS

tv.'^-dr. ernani menescal camp^

residente em Minas

engenheiro,

sala n.«®?p™eM-rà?"'

«Io Branco, 1302

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Referências

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