SOCIEDADE BRASILEIRA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
w w w . r b o . o r g . b r
Artigo
Original
Reprodutibilidade
do
escore
radiográfico
de
consolidac¸ão
das
fraturas
da
tíbia
(RUST)
夽
Fernando
Antonio
Silva
de
Azevedo
Filho
a,b,∗,
Ricardo
Britto
Cotias
a,
Matheus
Lemos
Azi
be
Armando
Augusto
de
Almeida
Teixeira
aaHospitaldoSubúrbio,Salvador,BA,Brasil
bHospitalManoelVictorino,Salvador,BA,Brasil
informações
sobre
o
artigo
Históricodoartigo:
Recebidoem13deabrilde2016 Aceitoem3demaiode2016
On-lineem11deagostode2016
Palavras-chave:
Tíbia
Consolidac¸ãodafratura Radiografia
r
e
s
u
m
o
Objetivo:Avaliar a reprodutibilidade inter e intraobservador do escore radiográfico de consolidac¸ãodasfraturas(RUST)dadiáfisedatíbia.
Métodos:Foramobtidos51conjuntosderadiografiasnasincidênciasanteroposterior(AP)e perfil(P)dadiáfisedatíbiatratadascomhasteintramedular.Aanálisedasradiografiasfoi feitaemdoismomentos,comintervalode21diasentreasavaliac¸ões,pornoveavaliadores. ParaavaliarareprodutibilidadedoescoreRUSTentreosavaliadoresfoiusadoocoeficiente decorrelac¸ãointraclasse(CCI)comintervalodeconfianc¸ade95%.OvalordoCCIvariade +1,querepresentaconcordânciaperfeita,a-1,quecorrespondeatotaldiscordância.
Resultados: Houve umaconcordância significativa entre todos os avaliadores: CCI=0,87 (IC95%0,81a0,91).Aconcordânciaintraobservadormostrou-sesubstancial,comCCI=0,88 (IC95%0,85a0,91).
Conclusão:EstetrabalhoconfirmaqueaescalaRUSTapresentaumelevadograude confia-bilidadeeconcordância.
©2016SociedadeBrasileiradeOrtopediaeTraumatologia.PublicadoporElsevierEditora Ltda.Este ´eumartigoOpenAccesssobumalicenc¸aCCBY-NC-ND(http:// creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).
Reliability
of
the
radiographic
union
scale
in
tibial
fractures
(RUST)
Keywords:
Tibia
Fracturehealing Radiography
a
b
s
t
r
a
c
t
Objective:Thisstudyaimedtoevaluatetheinter-andintraobserverreproducibilityofthe radiographicscoreofconsolidationofthetibiashaftfractures.
Methods:Fifty-onesetsofradiographsinanteroposterior(AP)andprofile(P)ofthetibial shafttreatedwithintramedullarynailwereobtained.TheanalysisofX-rayswasperformed intwostages,witha21-dayintervalbetweenassessmentsbyagroupofnineevaluators. ToevaluatethereproducibilityofRUSTscorebetweentheevaluators,theintra-class corre-lationcoefficient(ICC)witha95%confidenceintervalwasused.ICCvaluesrangefrom+1, representingperfectagreement,to-1,completedisagreement.
夽
TrabalhodesenvolvidonoHospitaldoSubúrbio,Salvador,BA,Brasil.
∗ Autorparacorrespondência.
E-mail:[email protected](F.A.AzevedoFilho). http://dx.doi.org/10.1016/j.rbo.2016.05.001
Results: Therewasasignificantcorrelationamongallevaluators:ICC=0.87(95%CI0.81to 0.91). The intraobserver agreement proved to be substantial with ICC=0.88 (95% CI 0.85to0.91).
Conclusion: ThisstudyconfirmsthattheRUSTscaleshowsahighdegreeofreliabilityand agreement.
©2016SociedadeBrasileiradeOrtopediaeTraumatologia.PublishedbyElsevierEditora Ltda.ThisisanopenaccessarticleundertheCCBY-NC-NDlicense(http:// creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).
Introduc¸ão
A fratura da diáfise da tíbia é a mais comum entre as fraturasdosossoslongos,apresentaelevadaincidência, aco-meteprincipalmente indivíduosjovens dosexomasculino, em idade ativa. São lesões resultantes de trauma de alta energiacinética,taiscomoquedadealturaeacidentes auto-mobilísticos, essesúltimosfiguramcomo aprincipal causa das fraturas elevam à incapacidade, com elevados custos socioeconômicos.1–6
Afixac¸ãointernacomhasteintramedularfresadae bloque-adanotratamentodasfraturasdadiáfisedatíbiaencontra-se bem estabelecida na literatura.2 Apesar dos avanc¸os nas
técnicas cirúrgicas, ascondic¸ões anatômicas locais podem colaborarparaosurgimentodecomplicac¸ões,comooretardo naconsolidac¸ãoeapseudoartrose.7,8
Aincidênciadepseudoartroseapósafixac¸ãointernacom hasteintramedulartemsidorelatadanaliteratura,variade5a 33%,oquemuitasvezesresultananecessidadedeintervenc¸ão secundáriaoutratamentoadicionalparaestimular aunião óssea.2,3,9,10
Oprocesso deconsolidac¸ãoósseaéumfenômeno bioló-gicosimplesqueocorreemfases,formac¸ãodehematoma, inflamac¸ão,angiogênese,formac¸ãodecartilagem(com subse-quentecalcificac¸ão,remoc¸ãodacartilagemeentãoformac¸ão deosso)eremodelac¸ãoóssea.Aconsolidac¸ão completada fratura pode levar vários meses, ocorre somente após a finalizac¸ãodetodasasetapas.2,4,11
Dopontodevistaclínico,afraturapodeserconsiderada consolidadaaotérminodafasedereparac¸ão.Oscritérios usa-dosparaessadefinic¸ãopodemsersubdivididosemdadosdo exameclínico(ex.descargadepesosemapresentardorlocal, ausênciademobilidadenofocodafratura)eosfatores relaci-onadosaopaciente(qualidadedevida).4,7,12,13
Corralesetal.,13aofazerumarevisãode77estudos
clíni-cosqueusaramcritériosclínicosparadefiniraconsolidac¸ão dasfraturasdosossoslongos,observaramqueostrês crité-riosmaisusadoseramaausênciadorousensibilidadecoma descargadepeso,ausênciadedorousensibilidadeàpalpac¸ão dofocodefraturaduranteoexame.
Paraaavaliac¸ãoradiológicadasfraturas,aradiografia sim-plescontinuaasero métodomaiscomumnadefinic¸ãode cura.7Algunsautoressugeremcomocritérioparadeterminar
aconsolidac¸ãodeumafraturaapresenc¸adepelomenostrês corticaisconsolidadasvistasemduasincidências radiográfi-cas(anteroposterioreperfil).14
Panjabietal.,15 em estudoexperimental,demonstraram
queacontinuidadedacorticalfoiomelhorpreditordecurade umafraturaeaáreadecaloomenosimportante.McClelland
etal.,15aoestudarpacientescomfraturadatíbiatratadoscom
fixadorexterno,encontraramumacorrelac¸ãomaismoderada entreacuraradiográficaerigideznolocaldafratura.Os auto-ressugeriramqueapresenc¸adecaloósseoemduascorticais resultounamelhorpredic¸ãoparadefinirumafraturacomo curada.
Várias escalas e classificac¸ões têm sido propostas para definiraconsolidac¸ãodasfraturas,comumacombinac¸ãode critériosradiográficos.5,7,9,10,16
Kooistraetal.2recomendamousodométodoRadiographic Union Scale for Tibial Fractures (RUST) para a avaliac¸ão da consolidac¸ão.Essemétodoavaliaduasprojec¸õesradiográficas ortogonaiseparacadacorticalatribuem-sepontosquevariam de1a3.Umafraturanopós-operatórioimediatoreceberáa pontuac¸ãomínima,4,eumafraturaconsideradatotalmente consolidadaatingiráapontuac¸ãomáxima,12.Estudos mos-tramaescalaRUSTcomoumindicadorsimples,sistemáticoe contínuonaavaliac¸ãodasfraturasdatíbiatratadascomhaste intramedular.2
O presenteestudotem comoobjetivoavaliara reprodu-tibilidade inter eintraobservador do escoreradiográfico de consolidac¸ãodasfraturasdadiáfisedatíbiaempacientes tra-tadoscomhasteintramedularfresadaebloqueada.
Material
e
métodos
Foi feito um estudo retrospectivo para avaliar a reprodu-tibilidade intra einterobservador da escala radiográfica de consolidac¸ãodasfraturasdadiáfisedatíbia(RUST).
O trabalhoincluiuradiografiasde pacientescom fratura da diáfisedatíbiatratadoscomhasteintramedularfresada ebloqueada,comidadeigualousuperiora16anos,deambos ossexos;examescomboaqualidadetécnica,nasincidências anteroposterior(AP)eperfil(P),feitosduranteoseguimento (oito semanas a nove meses). Excluíram-sepacientes com fratura patológica, que apresentaram infecc¸ão, retardo da consolidac¸ão ou que evoluíram para pseudoartrose e com necessidadedenovoprocedimento.
Foramobtidos77conjuntosderadiografiasnasincidências APePdadiáfisedatíbiatratadascomhasteintramedularde pacientesdoambulatóriodeegressosem2014;51conjuntos preencheramtodososcritériosdeinclusão.Osexamesforam selecionadosapartirdoprontuárioeletrônicodohospital,em diversasfasesdeconsolidac¸ão.
Tabela1–Escalaradiográficadeconsolidac¸ãodasfraturasdatíbia
Cortical Linhadefratura visível,semcalo Escore=1
Linhadefratura visível,comcalo Escore=2
Semlinhadefratura, comcalovisível Escore=3
Escoretotal Mínimo:4 Máximo:12
Lateral Medial Anterior Posterior
foramapresentadassimultaneamenteparatodosos
avaliado-res,emambienteclimatizado,comprojetordeimagemSony
VPL-DX130B®.AsradiografiasnasincidênciasAPePdecada
pacienteforamprojetadasemconjunto,comumminutopara
cadaavaliac¸ão.
OsistemaRUSTatribuiumapontuac¸ãoparaumdado
con-juntode radiografiasemAPeP,com basenaavaliac¸ãoda cicatrizac¸ãoemcadaumadasquatrocorticaisvisíveissobre essas projec¸ões (corticais medial e lateral nas incidências anteroposterioreanterioreposteriornoperfil).Acada corti-caléatribuído1pontoseforvisualizadalinhadefraturasem apresenc¸adecalo;2sehouvercalopresente,masumalinha defraturaaindavisível,e3sehouvercalosemevidênciada linhadefratura(tabela1).
Aspontuac¸õesde cada cortical foramsomadas e resul-taramnumvalortotalparacada conjuntodepelículas,4é apontuac¸ãomínima indicativade queafraturanãoestará curadae12 a pontuac¸ãomáxima,que indicafratura com-pletamentecurada.2,10,17Umescore≥7equivaleaomínimo
detrêscorticaiscomcaloósseo,Comessapontuac¸ãoa fra-tura pode ser considerada radiologicamente consolidada17
(fig.1).
Osexaminadoresnãotiveramacessoaohistóricodo paci-ente, idade, tempode fraturae qualqueroutra informac¸ão clínica. As radiografias foram identificadas por números e somente o pesquisador responsável teve acesso a essa identificac¸ão.
Areprodutibilidadeinterobservadorfoiavaliadapormeio dacomparac¸ãodosescorestotaisdecadaobservadorobtidos na visualizac¸ãoinicial dasradiografias. Areprodutibilidade intraobservadorfoideterminadaapartirdacomparac¸ãodos escoresdaprimeiraesegundaavaliac¸ãodecadaumdos par-ticipantes.
ParaavaliarareprodutibilidadedoescoreRUSTentreos avaliadoresfoiusadoocoeficientedecorrelac¸ãointerclasse (CCI),comintervalodeconfianc¸ade95%.OvalordoCCIvaria de+1,querepresentaconcordânciaperfeita,a-1,que corres-pondeatotaldiscordância.
Cortical lateral calo ausente e linha de fratura visível RUST: 1
Cortical medial calo ausente e linha de fratura visível RUST: 1
Cortical anterior calo ausente e linha de fratura visível RUST: 1
Cortical posterior calo ausente e linha de fratura visível RUST: 1
Cortical lateral calo presente e linha de fratura ausente RUST: 3
Cortical anterior calo presente e linha de fratura ausente RUST: 3
Cortical medial calo presente e linha de fratura ausente RUST: 3
Cortical posterior calo presente e linha de fratura ausente RUST: 3 Cortical lateral calo presente e linha de fratura visível RUST: 2
Cortical medial calo presente e linha de fratura visível RUST: 2
Cortical anterior calo presente e linha de fratura visível RUST: 2
Cortical posterior calo presente e linha de fratura visível RUST: 2
A
B
C
20
15
10
%
5
0
4 5 6 7 8
Escore RUST
Série1 Série2
9 10 11 12
Figura2–Distribuic¸ãodoRUSTna1a
ena2a
avaliac¸ão.
OestudofoiavaliadoeaprovadopelaComissãodeÉticaem PesquisadaSecretariadaSaúdedoEstadodaBahia,Parecer número788.655.
Resultados
A pontuac¸ão do RUST dos 51 conjuntos de radiografias (APeP)varioude4a12eapresentouumapontuac¸ãomédia de7,53±2,53(mediana7)naprimeiraavaliac¸ãoe7,88±2,49 (mediana8)nasegunda(figs.2e3).
Houveumaconcordânciasignificativaentreosavaliadores comcoeficientedecorrelac¸ãointerclasses,CCIde0,87(IC95%; 0,81-0,91). Entre os traumatologistas houve umatendência maiordeconfiabilidadequandocomparadosaosresidentes doprimeiro,segundoeterceiroano(CCI0,94;0,80;0,92e0,90, respectivamente)(tabela2).
A concordância intraobservador se mostrou substancial comCCI 0,88(IC95%;0,85-0,91).Aoanalisar osavaliadores deacordocomograudeformac¸ão,observou-sequeos trau-matologistas apresentaram umareprodutibilidade próximo daperfeita(CCI0,94;IC95%;0,91-0,95).Entreosresidentes, omaiorCCIfoiparaosdosegundoano(CCI0,89),seguidos
12
11
10
9
8
R.U
.S
.T
.
7
6
5
4
a1 a2 a3 a4 a5 a6 a7 a8 a9
Figura3–Comparac¸ãodasmédiasdoRUSTentre avaliadores.
a1,a2,a3;traumatologistas;a4,a5,residentesdo3◦ano;
a6,a7,residentesdo2◦ano;a8,a9,residentesdo1◦ano.
Tabela2–Coeficientedecorrelac¸ãointerclasses intereintraobservadordoescoreRUST
Interobservador CCI
IC95%
Intraobservador CCI
IC95%
Traumatologistas 0,94(0,90-0,96) 0,94(0,91-0,95) Residentedo3◦ano 0,90(0,84-0,94) 0,83(0,71-0,90)
Residentedo2◦ano 0,92(0,87-0,95) 0,89(0,84-0,93)
Residentedo1◦ano 0,80(0,67-0,88) 0,87(0,79-0,90)
Geral 0,87(0,81-0,91) 0,89(0,85-0,91)
do primeiro (CCI 0,87) e por último do terceiro (CCI 0,83) (tabela2).
Discussão
Apesardeinúmerosestudosrelacionadosaodesenvolvimento de escalasparaavaliac¸ãodaconsolidac¸ãoradiográficas das fraturasdatíbia,aindanãoseencontrabemestabelecidona literaturaummétodoconfiáveleeficaz,umpadrão-ouro.18,19
A definic¸ãode união radiológicaé inconsistente devido ao graudeimprecisãodas variáveisselecionadas.Algumas investigac¸õesusamumúnicoparâmetro,comoapresenc¸ade caloempelomenosduascorticais.5
Diversasvariáveissãoobservadasaoseanalisaraevoluc¸ão da consolidac¸ão das fraturas, incluindo números de corti-cais consolidadas, presenc¸a de calo ósseo e de uma linha de fratura.17,18 Com basenessesparâmetrosKooistraetal.2
desenvolveram uma escala radiográfica para determinar a consolidac¸ãodasfraturasdadiáfisedatíbia,oRUST.Como usodapresenc¸adecaloósseoemcadacorticalassociadoà existênciadelinhadefratura,foilevantadaahipótesedeque oRUSTapresentariamaiorvalidadeeconfiabilidadedoqueos demaissistemaspropostos.
ORUSTexaminaafraturadeformainequívocaecompleta. Apresentaalgumasvantagensemrelac¸ãoaosoutros méto-dos,entreasquaissedestacaofatodequecadacorticalé avaliadaseparadamente,tornam-semaisconfiáveis,umavez quecorticaisindividuaiscontribuemparaapontuac¸ãofinal. Trata-sedeumaclassificac¸ãodefácilaplicac¸ão,comelevada concordânciatantointerquantointraobservador.2,10,17–19
A reprodutibilidade do RUST foi avaliada por Whelan
etal.10aousarem45radiografiasdepacientestratadoscom
hasteintramedularbloqueada.Encontraramuma concordân-ciaentretodososavaliadores(CCIde0,86,IC95%;0,79-0,91), comumatendênciademaiorconfiabilidadeparaos trauma-tologistasemrelac¸ãoaoscirurgiõesortopédicoseresidentes, resultadosemelhanteaoencontradonopresenteestudo.Ali
etal.18corroboraramessesestudosaoestudara
reprodutibili-dadeentreortopedistaseradiologistas.Aoavaliarradiografias com tratamento conservador para fraturas da tíbia, obser-varam uma correlac¸ão interobservador significativa. Macri
etal.17observaramumaconcordânciainterobservador
avali-adapeloCCIde0,93(IC95%;0,89-0,96).
monitorac¸ãoda consolidac¸ãodas fraturas.Observa-seforte associac¸ãoentreopadrãodemarchaeoescoreRUST.17
Aocorrelacionaroscritériosclínicoseradiológicos,C¸ekic¸
etal.19 observaramqueoRUSTcorrespondediretamenteàs
condic¸õesclínicasdospacientes.Apresenc¸adecaloemduas outrêscorticaisnãofoivisualizadanasimagensdospacientes queapresentavamelevadoíndicededoredeterminoua pre-cisãodesseescorepararevelartantaaconsolidac¸ãoclínica quantoaradiológica.
Conclusão
Comestetrabalhopode-seconfirmarqueoRUSTapresenta um elevado grau de confiabilidade e concordância. Como nãoháumaclassificac¸ãoradiográficapadrão-ouropara ava-liar acuradas fraturas da tíbia, podemossugerir queeste sistema trata-se de umaferramenta funcional útil, porém torna-senecessárioodesenvolvimentodemaispesquisasque relacionemos achadosradiográficos ao exameclínicopara determiná-locomouminstrumentofundamentalnaprática diária.
Conflitos
de
interesse
Osautoresdeclaramnãohaverconflitosdeinteresse.
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