Top PDF Caderno de Apoio Ao Professor 7º Ano

Caderno de Apoio Ao Professor 7º Ano

Caderno de Apoio Ao Professor 7º Ano

O presente Manual foi delineado para alunos de nível sociocultural e cognitivo médio, grupo no qual julgamos poder incluir grande parte dos alunos que frequentam as escolas portuguesas. Todavia, entendemos ser oportuna a inserção de outros materiais no projeto, destinados a alunos com maior interesse e curiosidade sobre os con- teúdos das Metas Curriculares. Estes materiais estão incluídos no Caderno de Atividades, no Caderno de Apoio ao Professor e em 20 Aula Digital, podendo o professor explorá-los sempre que tal lhe parecer conveniente.

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Caderno de Apoio Ao Professor HGP 6

Caderno de Apoio Ao Professor HGP 6

ͻ , a componente multimédia do projeto, que disponibiliza uma grande quantidade e diversidade de recursos didáticos de apoio ao trabalho do professor e à construção das aulas. Permite uma boa interatividade e personalização de muitos materiais, incluindo a possibilidade de alterar planificações, instrumentos de avaliação e apresentações em PowerPoint®. Neste Caderno de Apoio, apresentam-se, de forma detalhada, as diferentes tipologias de recursos disponíveis, assim como o guia de exploração dos recursos disponibilizados na versão de demostração.
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Caderno de Apoio 10.º ANO

Caderno de Apoio 10.º ANO

Diversas propriedades da relação de equipolência entre segmentos orientados de um plano foram introduzidas no 8.º ano, mas não foi dada uma definição formal de relação binária nem de vetor, tendo-se apenas indicado que um vetor, objeto indefinido, fica associado ao conjunto de todos os segmentos orientados equipolentes a um dado segmento orientado (ou seja, com o mesmo comprimento, direção e sentido que esse segmento orientado) e que se consideravam distintos vetores associados a segmentos orientados não equipolentes (cf. Programa de Matemática do Ensino Básico, homologado em 17/7/2013, e Metas Curriculares do Ensino Básico de Matemática, NO6-3 e GM8-3). Como foi referido no Caderno de Apoio do 3.º ciclo é possível interpretar a noção de vetor como classe de equivalência para a relação de equipolência, ficando assim provada a possibilidade de definir um objeto matemático com as propriedades que se requeriam aos vetores na introdução feita no 8.º ano. Para uma revisão destes conceitos, aplicações, propriedades, e respetivas justificações geométricas podem consultar-se as referidas Metas curriculares e os Cadernos de Apoio do 2.º ciclo, NO6- 3, e do 3.º ciclo, GM8-3.5 a 3.18 e o Texto Complementar de Geometria do 3.º ciclo, 8.º ano, 3.1 a 3.16. Em particular importa ter presente o critério de equipolência de segmentos orientados, de acordo com o qual dois segmentos orientados não nulos [ ] e [ ], tais que [ ] e [ ] não têm a mesma reta suporte, são equipolentes se e somente se [ ] for um paralelogramo. No caso de terem a mesma reta suporte, podemos estudar a propriedade de equipolência utilizando uma mesma reta numérica que os contenha e a equipolência traduz-se na igualdade da diferença entre as abcissas da extremidade e da origem dos segmentos orientados.
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Caderno de apoio ao professor 9.º Ano.pdf

Caderno de apoio ao professor 9.º Ano.pdf

ͻAnexo estatístico, que se encontra em , com atualizações periódicas de dois em dois anos. Pretende-se que este Caderno de Apoio ao Professor possa ser útil e facilitador da difícil missão dos professores de Geografia de, conciliando as inúmeras solicitações da escola e o elevado número de turmas, promoverem eficazmente a educação geográfica e o crescimento dos nossos alunos, enquanto pessoas e cidadãos do país e do mundo.

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Caderno de apoio ao professor.pdf

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As metas curriculares consagram, para cada descritor, diferentes níveis de desempenho, explicitados nos respetivos Cadernos de Apoio, em exercícios ou problemas que podem ser propostos aos alunos. Alguns descrito- res, assinalados nos cadernos de apoio com um ou dois asteriscos e assinalados no manual na banda estreita do professor, estão associados a níveis de desempenho progressivamente mais avançados. Tais desempenhos mais avançados não são exigíveis a todos os alunos, tendo portanto, caráter opcional.

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Caderno de Apoio Ao Professor Horizonte de História 11

Caderno de Apoio Ao Professor Horizonte de História 11

1.1 No documento 1 podemos observar as vedações feitas com sebes na Grã-Bretanha ao longo do século XVIII, os enclosures, que constituíram uma nova forma de organização das propriedades agrícolas, caracterizada pela concentração e vedação das parcelas. Para além das alterações nas propriedades e para evitar que 1/3 da terra agrícola ficasse constantemente em pousio, foi introduzido um sistema de rotação que alternava as culturas e as colheitas dos cereais com o cultivo de leguminosas e de plantas forrageiras, o que permitia a alimentação do gado. A fertilidade da terra foi incrementada com a utilização da marga, de adubos, de fertilizantes e pelo uso mais frequente de estrume. Desta forma, e como podemos ver no documento 1, a criação de gado foi reforçada, pois, o gado dispunha de alimentação todo o ano. Começou, também, a realizar-se de forma mais frequente a seleção de sementes e de animais para reprodução. Como também podemos ver no documento 1, foram introduzidas inovações e novos instrumentos, como semeadoras e debulhadoras mecânicas, que utilizavam a tração a cavalo em substituição do boi. Mais tarde, foram também utilizadas alfaias agrícolas com máquinas a vapor. Os grandes proprietários rurais, os landowners, descendentes de pequenos nobres e burgueses, construíram casas grandiosas e confortáveis, como podemos observar no documento 1, demonstrando assim o seu poder económico.
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Caderno de Apoio ao Professor (1).pdf

Caderno de Apoio ao Professor (1).pdf

Determinar a variação de energia interna de um sistema num aquecimento ou arrefecimento, aplicando os conceitos de capacidade térmica mássica e de variação de entalpia mássica (de fus[r]

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(10) MACS - Caderno de Apoio Ao Professor

(10) MACS - Caderno de Apoio Ao Professor

A utilização incorrecta do coeficiente de correlação O coeficiente de correlação é largamente utilizado, nomeadamente na comunicação social, para ex- primir o maior ou menor grau de associação entre duas variáveis. Nem sempre o uso do coeficiente de correlação é feito de forma correcta, sobretudo se não forem tomadas certas precauções. Veja-se o seguinte exemplo. Um professor decidiu registar as notas que os seus alunos tinham tido em dois testes, para averiguar se se teria verifi- cado consistência entre os resultados dos dois testes, no sentido que um aluno que tenha tido boa (má) nota no primeiro teste, também tenha tido boa (má) nota no segundo teste. Calculou o coeficiente de correlação e ficou desapontado com o valor obtido, 0,04! Resolveu fazer a repre- sentação gráfica dos dados, sob a forma de um diagrama de dispersão e obteve o Gráfico 1.
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Caderno de Apoio Ao Professor Fisica 12

Caderno de Apoio Ao Professor Fisica 12

Linhas orientadoras do manual 12 F e relação com o Programa O manual 12 F é a continuação dos projectos 10 F e 11 F, cujas linhas orientadoras são: • cumprimento pleno do Programa com gr[r]

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Caderno Apoio Professor P-Virgula PORT7

Caderno Apoio Professor P-Virgula PORT7

Paralelamente, o manual contém toda uma série de actividades proporcionadoras do desenvolvimento das competências dos alunos ao nível do ouvir, do falar, do ler e do escrever, para o qual contribuem igualmente as pro- postas de reflexão e de análise do funcionamento da língua, incluídas de forma contextualizada ao longo das suas unidades e em articulação com o Caderno de Actividades. Este pretende possibilitar aos alunos a prática do conhecimento explícito da língua, dentro e fora da sala de aula, incluindo as soluções dos vários exercícios, por forma a permitir a auto-correcção e a autonomia no estudo.
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MACS 10º ano Caderno Apoio ao Professor.pdf

MACS 10º ano Caderno Apoio ao Professor.pdf

• Um conjunto de fichas de trabalho/avaliação que poderão ser policopiadas e trabalhadas individualmente, ou em grupo, na sala de aula, como atividade extra para consolidação dos conteúdos (por exemplo, como trabalho de casa) ou até mesmo como elemento de avaliação. A razão pela qual decidimos não incluir fichas globais prende-se com o facto de que cada grupo ou turma em geral, e cada aluno em particular, serem casos distintos e o ritmo de trabalho e de aprendizagem ser muito variável. Assim, o professor poderá, com a variedade de exercícios e atividades propostas, criar as suas próprias fichas globais ou incluir apenas alguns exercícios dos diferentes temas.
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PROPORCIONALIDADE: UMA ANÁLISE DO CADERNO DO PROFESSOR – 7º ANO (ANTIGA 6ª SÉRIE) - DA PROPOSTA IMPLEMENTADA PELA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO NO ANO DE 2008 MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE MATEMÁTICA

PROPORCIONALIDADE: UMA ANÁLISE DO CADERNO DO PROFESSOR – 7º ANO (ANTIGA 6ª SÉRIE) - DA PROPOSTA IMPLEMENTADA PELA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO NO ANO DE 2008 MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE MATEMÁTICA

No estudo realizado por Costa (2005), tendo como seu principal objetivo realizar um levantamento das características de 3 livros didáticos de diferentes décadas, inicialmente o autor apresentou uma comparação do conteúdo de razão e proporção com documentos oficiais contemporâneos. São eles: Projeto de um Guia Curricular (1972); Proposta Curricular (1986) e Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), sendo que o autor justificou sua análise no fato de que o livro didático é “fonte de referência com que conta o professor para firmar seus conhecimentos e dosar a apresentação que fará em classe” (COSTA apud LIMA, 2001, p.3).
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Caderno de Apoio Ao Professor -Manual Interações

Caderno de Apoio Ao Professor -Manual Interações

Somos, recorrentemente, referidos nos estudos da felicidade como uma sociedade pouco feliz. E, para muitos, uma tragédia banalizada em paisagens de asfaltos, de consumos, de televisões e[r]

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CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR. 6. o ANO. Apresentação do projeto Planificação a médio prazo Passatempos Resoluções do manual (cap.

CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR. 6. o ANO. Apresentação do projeto Planificação a médio prazo Passatempos Resoluções do manual (cap.

Toda a planificação realizada pelo professor tem, implícita ou explicitamente, uma estratégia de ensino. Esta estratégia materializa-se na atividade do professor – o que ele vai fazer – e na atividade do aluno – o que o profes- sor espera que o aluno faça – e tem de prever um tempo para a realização dessas atividades. A planificação deta- lhada do professor deve prever vários momentos de trabalho e a utilização de diferentes tipos de tarefas. A diversificação de tarefas e de experiências de aprendizagem é uma das exigências com que o professor se con- fronta, e a escolha das que decide propor aos alunos está intimamente ligada com o tipo de abordagem que deci- de fazer, de cunho essencialmente direto ou transmissivo, ou de caráter mais exploratório. Em qualquer caso, é preciso que as tarefas no seu conjunto proporcionem um percurso de aprendizagem coerente que permita aos alunos a construção dos conceitos fundamentais em jogo, a compreensão dos procedimentos matemáticos em causa, o domínio da linguagem matemática e das representações relevantes, bem como o estabelecimento de conexões dentro da Matemática e entre esta disciplina e outros domínios. Neste processo, são fundamentais os momentos de reflexão, discussão e análise crítica envolvendo os alunos, pois estes aprendem, não só a partir das atividades que realizam, mas sobretudo da reflexão que efetuam sobre essas atividades.
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Caderno de Apoio Ao Professor12

Caderno de Apoio Ao Professor12

Pelas mesmas razões, e sem prejuízo das relações contextuais apropriadas, criou-se um subtítulo «2.2 Ligação química e estrutura de hidrocarbonetos e outros compostos orgânicos» para dar[r]

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Caderno de Apoio Ao Professor

Caderno de Apoio Ao Professor

O que me proponho é lembrar o rei D. Dinis como o grande representante português de uma riquíssima produção lírica que reuniu personalidades poéticas de diversos quadrantes e distintas origens sociais na Península Ibérica, ao longo de um século e meio da nossa Idade Média. E é a homenagem modesta, mas sentida, de quem há mais de duas décadas procura sensibilizar jovens estudantes para a beleza das cantigas dos trovadores e, no início de cada ano, continua a constatar que, interrogados sobre nomes dos poetas medievais que escreveram cantigas em galego-português, respondem apenas, invariavelmente, D. Dinis. As gerações mais novas, alunos do Ensino Secundário e universitários, não deixam pois de reconhecer e evocar o seu nome, associado à cantiga sobre as flores de verde pinho. A posição consolidada que o rei ocupa no cânone escolar e na história literária ainda continua a dar os seus frutos.
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CN - Caderno de Apoio Ao Professor

CN - Caderno de Apoio Ao Professor

ͻ Na Idade Média, a maioria dos casamentos acontecia no meses de maio e junho (antes do início do verão), e isso tinha uma razão: o primeiro banho do ano era tomado em maio. Em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável; entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores junto ao corpo para disfarçar o mau cheiro. Por esta razão, o mês de maio é considerado o «mês das noivas» e também fica assim explicada a origem da tradição do buquê das noivas.

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Caderno de Apoio Ao Professor

Caderno de Apoio Ao Professor

Lá vem a Nau Catrineta Que tem muito que contar! Ouvide agora, senhores, Uma história de pasmar. Passava mais de ano e dia Que iam na volta do mar, Já não tinham que comer, Já não tinham que manjar. Deitaram sola de molho Para o outro dia jantar; Mas a sola era tão rija, Que a não puderam tragar. Deitaram sortes à ventura Qual se havia de matar; Logo foi cair a sorte No capitão general.

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Caderno Apoio Professor

Caderno Apoio Professor

caderno : para uma leitura mais aprofundada sobre um assunto, para uma explicação mais visual da matéria ou, ainda, para uma exemplificação técnica específica; remetem ainda para as Fichas de Actividades e Exercícios. Esses ícones irão guiar o aluno ao longo de todo o manual e apresentam-se com um aspecto gráfico semelhante ao que lhe é já familiar, o dos ícones de aplicação informáticas.

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9CN- Caderno de Apoio Ao Professor

9CN- Caderno de Apoio Ao Professor

A história desta doença perde-se no tempo. No século II, o grego Aretaeus da Capadócia descreveu doentes com um determinado tipo de diarreia usando a palavra koiliakos («aqueles que sofrem do intestino»). Tudo leva a crer que, já nessa altura, ele se referia àquilo que, em 1888, Samuel Gee, um médico inglês, observou em crianças e adultos e que designou por «afecção celíaca». Gee previa que «controlar a alimentação» era o factor principal do tratamento. Nos anos que se seguiram, vários médicos dedicaram-se a observar e a tentar compreender as causas desta doença, embora poucos avanços se tenham obti- do. Durante a 2. a Guerra Mundial, o racionamento de alimen- tos reduziu drasticamente o fornecimento de pão à população holandesa. O professor Dicke verificou então que as crianças com «afecção celíaca» melhoravam da sua doença apesar da grave carência de alimentos. Associou este facto ao baixo con- teúdo em cereais na dieta. Esta associação seria confirmada mais tarde com trabalhos laboratoriais que viriam finalmente a demonstrar que o trigo e o centeio continham a substância que provocava a doença: o glúten.
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