Conforme aventado anteriormente, compreendemos que a interdisciplinaridade pode ser vislumbrada como uma prática de atuação que pode potencializar a realização do trabalho realizado por assistentes sociais e psicólogas/os no âmbito da política de assistência social. Tal horizonte de atuação é, inclusive, preconizado por documento que parametriza a atuação profissional neste contexto, ao compreender que:
As abordagens das duas profissões podem somar-se com intuito de assegurar uma intervenção interdisciplinar capaz de responder a demandas individuais e coletivas, com
PARTE 1 - CAPÍTULO 5 - INTERDISCIPLINARIDADE E O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) BEATRIZ OLIVEIRA ARAUJO, CAIO DE ALCÂNTARA GOMES DA CRUZ,
FABIANA DA SILVA CHRISPIM, FERNANDO SANTANA DE PAIVA
vistas a defender a construção de uma sociedade livre de todas as formas de violência e exploração de classe, gênero, etnia e orientação sexual (CFP/CEFESS, 2007, p. 38).
Almeida e Silva (2017) avaliam que a interdisciplinaridade deve ser adotada no SUAS, haja vista que as/os profissionais estão inserida/os em uma realidade múltipla e complexa, o que tem exigido análises mais abrangentes que sustentem práticas mais efetivas. Entretanto, os autores advertem que podem existir conflitos e/ou falta de clareza entre as/os profissionais da Psicologia e do Serviço Social no tocante à realização de um trabalho interdisciplinar nesta política. Por conseguinte, superar a lógica do atrito e da divisão entre tais campos, além de necessário, pode representar também, a própria qualificação do trabalho realizado.
A prática interdisciplinar visa fortalecer relações de cooperação entre as disciplinas e campos de atuação profissional. Matos e Pires (2009), a partir de experiências produzidas no campo da saúde coletiva, consideram que a atuação interdisciplinar, por significar a conjunção de diferentes saberes, poderá produzir melhores efeitos na vida dos sujeitos atendidos. Ademais, a interdisciplinaridade pode também contribuir para o fortalecimento de um trabalho coletivo, na medida em que favorece o desenvolvimento de ações pautadas pelo diálogo e pela articulação entre os diferentes saberes e fazeres. A este respeito, afirmam ainda que:
Segundo a perspectiva da complexidade, a interdisciplinaridade comporta relações de troca e cooperação entre as diferentes disciplinas, bem como a articulação e interação dos saberes/fazeres, favorecendo que o coletivo de trabalhadores possa construir novas possibilidades de trabalho, de soluções e de alternativas, ultrapassando as fronteiras meramente disciplinares. (Matos & Pires, 2009, p. 342).
É importante salientar que o processo de atuação interdisciplinar, que ocorre no âmbito do SUAS, deve ser compreendido a partir das mediações produzidas pela própria política. Portanto, a despeito de concordarmos que a interdisciplinaridade possa orientar as ações na área, é preciso consideramos os desafios ainda existentes para que as fronteiras disciplinares sejam rompidas na política de assistência social, e, de fato a interdisciplinaridade aconteça.
Nessa direção, é importante ressaltar que a construção da ação interventiva no âmbito do CRAS e do CREAS é atravessada por uma série de contradições próprias da sociabilidade do modo de produção capitalista (MPC). A ação interventiva das trabalhadoras e dos trabalhadores esbarra em limites estruturais, e, enfrenta, diariamente, questões muito complexas oriundas das demandas populacionais. Frente a este cenário, é importante compreendermos em que condições a interdisciplinaridade, tida como perspectiva de análise e intervenção profissional, pode efetivamente se materializar (Almeida; Silva, 2017).
Outro aspecto de relevância a ser destacado, conforme nos advertem Mangini e Mioto (2009), é que pensar e atuar de maneira interdisciplinar envolve enfrentar um projeto político educacional, que é fundamental para a manutenção do ordenamento social capitalista. O modelo de educação
PARTE 1 - CAPÍTULO 5 - INTERDISCIPLINARIDADE E O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) BEATRIZ OLIVEIRA ARAUJO, CAIO DE ALCÂNTARA GOMES DA CRUZ,
FABIANA DA SILVA CHRISPIM, FERNANDO SANTANA DE PAIVA
em voga, em seus diferentes níveis, mas especialmente no âmbito do ensino superior, enfatiza o alto nível de especialização e de especificação das funções que competem a cada categoria profissional.
Certamente que tais especificidades e singularidades são importantes e devem ser resguardadas.
Entretanto, poderá ser salutar o desenvolvimento de ações e programas que contribuam também para a construção coletiva do conhecimento e a proposição de intervenções que estejam para além de um único campo profissional.
As dificuldades em se propor um projeto formativo de caráter interdisciplinar poderá contribuir para as dificuldades vivenciadas pelas/pelos profissionais no cotidiano do trabalho. Ou seja, não será estranho que as/os profissionais apresentem maiores dificuldades em produzir uma prática que esteja para além do que é preconizado para sua pretensa especialidade e/ou categoria profissional, uma vez que tal experiência não fora oportunizada ao longo de sua formação. Não à toa, muitos profissionais quando se inserem no SUAS, mas também em outras políticas públicas, se deparam com uma proposta de trabalho que pode ir na contramão do que lhe foi apresentado em seu processo de formação (Sentra & Guzzo, 2012).
As limitações, que porventura ainda se fazem presentes no bojo formativo de ambas as áreas, pode incorrer na perpetuação de uma visão e uma ação dicotômica no que diz respeito ao que compete a cada profissional. As/os psicólogas/os podem avaliar que lhes cabe meramente intervir sobre os problemas da “psique”, enquanto as/os assistentes sociais entendem que lhes compete a atuação estritamente no campo social (Sentra & Guzzo, 2012). Todavia, como ressalta Cordeiro (2018), em concordância com o CFP/CEFESS (2007), cabe às duas áreas identificar as possibilidades de diálogos e de intercessões na realização do trabalho em conjunto, a fim de atender o sujeito da política em sua totalidade. Desta forma, a autora argumenta que:
[...] (o) psicóloga(o) precisa, por exemplo, aprender com a(o) assistente social a importância de perguntar em uma primeira entrevista se a família está cadastrada no Cadastro Único (CadÚnico) ou se possui algum benefício eventual, e a(o) assistente social precisa considerar a história da família e saber lidar com emoções. Intervir na fome ou no sofrimento não são funções privativas de nenhuma categoria profissional (Cordeiro, 2018, p. 170).
A partir deste cenário, ganha relevo o investimento em processos de formação continuada, que possam enriquecer os referencias teóricos e metodológicos de atuação e que possam instrumentalizar as/os profissionais na construção de uma prática interdisciplinar. Curiosamente, de acordo com Salgado (2015), a própria noção de interdisciplinaridade, não é plenamente compreensível entre as/os profissionais inseridos no SUAS. Isso se deve, em parte, por se tratar de um conceito ainda em construção, mas que pode revelar também o pouco espaço destinado a este debate no processo formativo.
Apesar desta limitação no tocante à apreensão conceitual, Barbosa e Brisola (2013) e Salgado (2015), ressaltam que as/os trabalhadores sociais do SUAS, de maneira geral, comungam da ideia em se fortalecer um trabalho interdisciplinar, bem como se mostram muito disponíveis para
PARTE 1 - CAPÍTULO 5 - INTERDISCIPLINARIDADE E O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) BEATRIZ OLIVEIRA ARAUJO, CAIO DE ALCÂNTARA GOMES DA CRUZ,
FABIANA DA SILVA CHRISPIM, FERNANDO SANTANA DE PAIVA
a construção de metodologias de intervenção que sejam comuns às áreas ali atuantes. Tanto as/
os psicólogos quanto as/os assistentes sociais entendem como fundamental a interdisciplinaridade como uma perspectiva para se compreender a realidade do sujeito atendido na política em sua totalidade, para que assim, haja de fato, uma prática mais coletiva e crítica, e que contribua para consolidação da política de assistência como um direito.
É importante salientar que a interdisciplinaridade não deve ser empregada como panaceia para todos os males. Nesse sentido, Mueller (2006) aponta o perigo de cooptação desta categoria pelo próprio MPC, uma vez que “a interdisciplinaridade é invocada de maneira indiscriminada para a concretização de fins puramente instrumentais” (p. 209). Ou seja, há o risco de que em nome de um certo receituário que conclama a troca entre os saberes, possa ocorrer, de fato, a supressão do debate sobre as condições objetivas para a efetivação desta prática. Além disso, é essencial termos em mente que não será a prática interdisciplinar que resolverá per si as mazelas provocadas pelas expressões da “questão social”.
Ainda importante salientar que instrumentalizar, e, por conseguinte, despolitizar a interdisciplinaridade, pode, em verdade, contribuir para um processo de excessiva responsabilização da/do trabalhador. Tomar a interdisciplinaridade como uma mera competência que deve ser aprendida e aprimorada, pode levar a não compreendê-la como uma ação que se dá no e pelo trabalho, imerso em contradições e conflitos. Nesse sentido, não devemos pensar a interdisciplinaridade de maneira isolada e descolada da totalidade na qual tanto o trabalho como a vida social dos sujeitos atendidos pelo SUAS acontece.
Para além disso, o trabalho na política de assistência social, ao se concretizar no âmbito da sociabilidade capitalista, enfrenta a lógica perpetrada pelo mercado, que incide diretamente na realização do trabalho dos profissionais dos CRAS e CREAS. Diante de um investimento público insuficiente, e de sucessivos sucateamentos próprios de uma conjuntura de acirramento da agenda ultraneoliberal, as/os trabalhadores sociais da política de assistência social enfrentam o desafio de construir o seu trabalho em condições adversas e precárias, sendo comum uma demanda muito além do que se pode atender. Enfrentam, costumeiramente, também, uma forte burocracia, que restringe significativamente o tempo de trabalho, de modo que os horários para a realização de reuniões em equipe, bem como o encontro com as famílias e com a comunidade fica ainda mais limitado, sendo essas atividades essenciais para a concretização de um trabalho interdisciplinar (Leão, Inocêncio & Angelim, 2018).
Ademais, “refletir sobre a relação entre um técnico e outro no trabalho interdisciplinar sucinta a inclusão de um novo elemento: o mundo, expresso na comunidade em que atuam através do público alvo” (Almeida & Silva, 2017, p. 8). Sendo assim, as/os trabalhadores inseridos no SUAS devem apostar na construção de suas ações a partir da realidade concreta de quem é o sujeito atendido pela política de assistência. A partir disto é possível que as diferentes perspectivas profissionais sejam empregadas para uma melhor compreensão da vida da população em um determinado território.
PARTE 1 - CAPÍTULO 5 - INTERDISCIPLINARIDADE E O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) BEATRIZ OLIVEIRA ARAUJO, CAIO DE ALCÂNTARA GOMES DA CRUZ,
FABIANA DA SILVA CHRISPIM, FERNANDO SANTANA DE PAIVA
E mais do que isso, tal processo de ação e reflexão deve ocorrer em conjunto com a comunidade, de modo a inseri-la na construção de novos saberes que dizem respeito, sobretudo, ao cotidiano por ela vivido.
Tem-se assim, segundo Silva (2011), um grande desafio na efetivação do trabalho interdisciplinar, visto que historicamente a assistência no Brasil foi constituída a partir de um caráter filantrópico e paternalista, de modo a perpetuar práticas que não fomentam o protagonismo e a autonomia do sujeito alvo das políticas de assistência. A interdisciplinaridade, portanto, conforme sinalizado no presente capítulo, para se concretizar nos CRAS e nos CREAS deve ocorrer, sobretudo, junto ao sujeito, ao grupo e/ou à família assistida, e não apenas entre os profissionais (Barbosa &
Brisola, 2013).
Nessa direção, as/os assistentes sociais e as/os psicólogos devem apostar na construção de aportes teórico-metodológicos que se orientem pelo diálogo, participação e produção coletiva de alternativas frente às adversidades vivenciadas na realidade na qual se inscrevem. A interdisciplinaridade, por conseguinte, poderá se conformar como uma aliada nesta empreitada, na medida em que venha a se expressar a partir do movimento profissional de fortalecer também uma perspectiva ético-política que tenha como horizonte a construção da autonomia e a emancipação dos sujeitos de direito atendidos no âmbito do SUAS.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O objetivo deste capítulo foi contribuir, de maneira sumária, com a discussão sobre o desenvolvimento da interdisciplinaridade no SUAS. Compreendemos que se trata de uma proposta importante para fortalecer as ações realizadas nos diferentes cenários de atuação profissional, mas reconhecemos os limites para sua efetiva concretização. É importante ressaltar que a interdisciplinaridade se configura como uma necessidade frente aos complexos desafios vivenciados em nosso tempo histórico.
Consideramos que o trabalho das/dos profissionais da Psicologia e do Serviço Social que atuam na política pública de assistência social, poderá ser mais exitoso, na medida em que as diferentes maneiras de se analisar as situações acolhidas nos serviços, possam realmente ocorrer desde uma perspectiva dialógica, crítica e construtiva. A intenção, portanto, é retratar a importância da temática para que as/os profissionais entendam a interdisciplinaridade como uma possibilidade de soma no cotidiano e prática profissional, evitando dessa forma a hierarquização de saberes.
Certamente, é imperioso demarcarmos que conclamar a interdisciplinaridade como uma possibilidade para a realização do trabalho não significa a anulação do saber disciplinar, com suas especificidades. Tampouco significa a justaposição de saberes, mas implica no reconhecimento dos limites e das potencialidades de cada campo do conhecimento para que possa haver uma abertura em direção a um fazer coletivo. O termo interdisciplinar não possui um sentido único e estável, uma
PARTE 1 - CAPÍTULO 5 - INTERDISCIPLINARIDADE E O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) BEATRIZ OLIVEIRA ARAUJO, CAIO DE ALCÂNTARA GOMES DA CRUZ,
FABIANA DA SILVA CHRISPIM, FERNANDO SANTANA DE PAIVA
vez que se caracteriza pela intensidade das trocas entre os sujeitos que produzem o conhecimento e pelo grau de integração real das disciplinas, no interior de um projeto específico de pesquisa e/ou prática profissional.
Conforme salientado, a promulgação do SUAS tem oportunizado o encontro entre o Serviço Social e a Psicologia, e a despeito dos desafios que se observam na realização do trabalho interdisciplinar, é possível apostarmos que a articulação entre estes campos pode ocorrer tendo em vista que: 1) a realização de um trabalho de maior qualidade para o sujeito atendido; 2) a possibilidade de aprimoramento destes campos e a construção de novas maneiras de se atuar como psicólogo e assistente social.
Por fim, acreditamos que o empreendimento interdisciplinar vale a pena! Não como antídoto para todos os problemas, mas, talvez, como uma possível contribuição para que possamos nos deslocar dos lugares instituídos que podem cristalizar certa identidade profissional as vezes enrijecida e não vista pela ótica da construção histórica. Para além disso, entender que a partir do encontro com o outro é possível, -mesmo não sendo uma garantia-, (re)ver e (re)escutar algo que isoladamente não seria possível. Trata-se, quiçá, da possibilidade de expandirmos nossa capacidade de compreensão sobre os problemas que afligem a vida dos sujeitos, famílias, grupos e movimentos sociais com os quais atuamos. Possivelmente, na medida em que compreendemos um pouco melhor o que se passa a nossa volta, torna-se possível a construção de estratégias interventivas mais abrangentes.
REFERÊNCIAS
Almeida C. de G. F. & Silva, R. B. (2017). A Interdisciplinaridade no SUAS: uma análise a partir do conceito de diálogo em Paulo Freire. II Congresso Internacional de Política Social e Serviço Social:
desafios contemporâneos, Londrina..
Alves-Mazzotti, A. J. & Gewandsznajder, F. (2010). O método nas ciências naturais e sociais; pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo: Atica..
Barbosa. J. A. & Brisola E. M. A. (2013). Interdisciplinaridade: a percepção dos trabalhadores sociais dos centros de referência de assistência social (CRAS). Revista UEPG, Ponta Grossa, 21 (2), 297-209.
Brasil. (2004). Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política Nacional de Assis-tência Social (PNAS). Brasília, Secretaria Nacional de AssisAssis-tência Social (SNAS).
Brasil. (2006). Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de As-sistência Social. Norma Operacional Básica de Recursos humanos do SuaS. Brasília: MDS/SNAS.
PARTE 1 - CAPÍTULO 5 - INTERDISCIPLINARIDADE E O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) BEATRIZ OLIVEIRA ARAUJO, CAIO DE ALCÂNTARA GOMES DA CRUZ,
FABIANA DA SILVA CHRISPIM, FERNANDO SANTANA DE PAIVA
Conselho Federal Psicologia & Conselho Federal de Serviço Social. (2007). Parâmetros para a atua-ção de assistentes sociais e psicólogos(as) na Política de Assistência Social. Brasília: CFESS; CFP.
Cordeiro M. P. A (2018). psicologia no SUAS: uma revisão de literatura. Revista Brasil Psicologia, Rio de Janeiro, 70 (3), 166-183.
Fals Borda, O. (2014). Ciencia, compromiso y cambio social. Caracas: Fundación Editorial El perro y la rana.
Fazenda, I. C. A. (2011). Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideo-logia. 6. ed. São Paulo: Edições Loyola.
Frigotto, G. (2008). A interdisciplinaridade como necessidade e como problema nas ciências sociais.
rev. Ideação, Paraná: Universidade Estadual do Oeste do Paraná.
Japiassu, H. Interdisciplinaridade e patologia do saber. Rio de Janeiro: Imago. 1976.
Leão, A. A. C., Inocêncio, M. E. G. & Angeliz, I. C. S. (2018). Os Desafios Atuais Presentes na Política Pública de Assistência Social: uma análise a partir do trabalho dos Assistentes Sociais da cidade de Tupanatinga-Pe. Revista opara- Ciências Contemporâneas Aplicadas, Pernambuco, 8 (2), 301-316.
Mangini F. N. R. & Mioto R. C. T. A interdisciplinaridade na sua interface com o mundo do trabalho.
Revista Katál, Florianópolis, 12 (2), 207-215, 2008.
Matos, E. & Pires, D. E. P. (2009). Práticas de cuidado na perspectiva interdisciplinar: um caminho promissor. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 18 (2), 338-346.
Minayo M. C. S. (1994). Interdisciplinaridade: funcionalidade ou utopia? Revista Saúde e sociedade, São Paulo..
Minayo M. C. S. (2010). Disciplinaridade, Interdisciplinaridade e complexidade. Revista Emancipa-ção, 2010.
Mueller, R. R. (2006). Educação como mercadoria: o processo de fetichização da interdisciplinari-dade (53-56) In: Trabalho, produção da existência e do conhecimento: o fetichismo do conceito de interdisciplinaridade. 115f. Dissertação (Mestrado em educação) - Programa em Educação, Universi-dade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.
Romeu, G. & Deslandes, S. F. (1994). Interdisciplinaridade na saúde pública: um campo em constru-ção. Revista Latino-americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, 2 (2), 103-114.
PARTE 1 - CAPÍTULO 5 - INTERDISCIPLINARIDADE E O SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (SUAS) BEATRIZ OLIVEIRA ARAUJO, CAIO DE ALCÂNTARA GOMES DA CRUZ,
FABIANA DA SILVA CHRISPIM, FERNANDO SANTANA DE PAIVA
Salgado F. F. (2015). O Trabalho Interdisciplinar na Assistência Social: Análise da Experiência em um CRAS de Niterói - RJ. Seminário Nacional de Serviço Social, Trabalho e Política Social. Universidade de Santa Catarina, Florianópolis..
Senra C. M. G. & Guzzo, R. S. L. (2012). Assistência Social e Psicologia: sobre as tensões e conflitos do psicólogo no cotidiano do serviço público. Revista Psicologia & Sociedade, 24 (2), 293-299.
Silva L. de O. (2015). O trabalho interdisciplinar nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS): uma análise preliminar. VII Jornada Internacional de Políticas Públicas. UFMA, São Luiz..
Silva, C. S., Silva, I. R.; Brustolin, M. L. & Pessini, M. A. (2011). Algumas considerações sobre as influ-ências do assistencialismo nas práticas psicológicas realizadas nos centros de referência de assistên-cia soassistên-cial (cras). akrópolis Umuarama, 19 (1), 3-13.