Objectivo e Políticas de Investimento
Objectivo de Investimento
A Carteira procura maximizar o retorno total compatível com a determinação, feita pelo Gestor de Investimento, do risco razoável.
Políticas de Investimento
A Carteira investe numa carteira global de acções e títulos de rendimento fixo concebida como solução para os investidores que procuram uma inclinação moderada para a rendibilidade do mercado accionista, mas que também querem a diversificação dos riscos oferecida pelos títulos de rendimento fixo e a ampla diversificação do risco dos títulos por estilos e regiões geográficas, com uma ênfase na região asiática excluindo o Japão. A Carteira visa uma ponderação de 60% em acções (que inclui 10% dos activos líquidos da Carteira em REITs) e 40% em títulos de rendimento fixo com o objectivo de fornecer potencial crescente moderado sem excessiva volatilidade. Ao gerir a Carteira, o Gestor de Investimento diversifica eficazmente entre as componentes de rendimento fixo e de acções de modo a produzir o perfil de risco/rendibilidade desejada.
Para gerir o trade-off entre o risco de curto prazo/retorno da Carteira e procurar mitigar o impacto de eventos de mercado extremos, o Gestor de Investimento pode utilizar a sua exclusiva estratégia de diversificação de Alocação Dinâmica de Activos para ajustar as ponderações relativas das componentes de acções e de títulos de rendimento fixo da Carteira em resposta às condições de mudança do mercado. O limite das componentes de acções e de rendimento fixo irão variar entre +/- 40%.
Descrição de Disciplinas e Processos de Investimento Alta Rendibilidade Global. Os títulos de alta rendibilidade da
Carteira compreendem títulos de dívida de alta rendibilidade de emitentes localizados por todo o mundo, incluindo emitentes dos Estados Unidos e emitentes em países de mercados emergentes. Ao seleccionar os respectivos investimentos, a Carteira pretende afectar os respectivos activos entre três principais tipos de investimentos: (i) títulos de dívida de alta rendibilidade sem Grau de Investimento (non-Investment Grade) de empresas emitentes dos Estados Unidos; (ii) títulos de dívida sem Grau de Investimento de emitentes
localizados em países com mercados emergentes; e (iii) obrigações de dívida soberana emitidas por países de mercados emergentes. No entanto, a Carteira não está impedida de investir noutros tipos de títulos de dívida que o Gestor de Investimento considere apropriados. Por exemplo, a Carteira pode investir em títulos de dívida com a notação de Grau de Investimento (Investment Grade), se o Gestor de Investimento determinar que esses títulos de dívida possuem características desejáveis de rendimento e/ou retorno total. Os títulos de dívida nos quais investe a Carteira podem ser denominados em várias moedas ou unidades monetárias multinacionais. Além das restrições previstas no Apêndice A à Secção II, a Carteira não investirá mais de 20% dos seus activos totais num país; desde que, contudo, essa limitação não se aplique a investimentos feitos pela Carteira em emitentes dos Estados Unidos. A Carteira pode procurar cobrir os riscos das flutuações nas taxas de juro e cambial através da utilização de instrumentos derivados do mercado à vista, incluindo swaps, opções, futuros e transacções cambiais, desde que, contudo, a utilização da alavancagem por parte da Carteira não exceda 25% dos activos totais da Carteira. O investimento a nível internacional envolve considerações especiais.
Os títulos de dívida de empresas emitentes dos Estados Unidos e sem ser dos Estados Unidos nos quais a Carteira pode investir incluem obrigações, títulos de dívida, letras e livranças. Estes títulos de dívida
podem ter características de acções, tais como direitos de conversão ou warrants, que podem fornecer à Carteira oportunidades de aumentar a respectiva rendibilidade no investimento. Consultar “Tipos de Investimento — Tipos de Títulos de Dívida — Títulos Convertíveis” na Secção II. Não existe nenhuma exigência mínima de rating relativa aos investimentos da Carteira em títulos de dívida de emitentes empresariais.
Os investimentos da Carteira em títulos de dívida de mercados emergentes podem consistir em (i) títulos de dívida ou obrigações emitidos ou garantidos por governos, organismos governamentais ou instrumentos e subdivisões políticas localizadas em países de mercados emergentes, (ii) títulos de dívida ou obrigações emitidos por entidades detidas, controladas ou patrocinadas pelo governo localizadas em países de mercados emergentes, e (iii) obrigações de emitentes organizadas e utilizadas para fins de reestruturação das características de investimento de títulos emitidos por qualquer uma das entidades descritas acima. Espera-se que estes títulos de dívida tenham, na altura do investimento, um rating inferior ao de Grau de Investimento ou, caso não tenham rating, que o Gestor de Investimento determine que são de qualidade comparável. Os títulos de dívida de mercados emergentes nos quais a Carteira pode investir estarão sujeitos a um maior risco, não se exigirá que cumpram um padrão mínimo de rating e não podem ser
classificados pela solvabilidade por nenhuma agência de notação de risco internacionalmente reconhecida.
Países com mercados emergentes são aqueles que não são caracterizados como países de elevado rendimento pelo Banco Mundial com base no rendimento nacional bruto per capita (para obter a lista desses países elaborada pelo Banco Mundial, visitar: http://siteresources.worldbank.org/DATASTATISTICS/Resource s/CLASS.XLS). A determinação feita pelo Gestor de Investimento sobre que países constituem países com mercados emergentes pode variar de tempos a tempos.
Contudo, o investimento em muitos títulos de dívida de mercados emergentes não é viável ou pode envolver riscos políticos, económicos e sociais inaceitáveis. Consultar “Factores de Risco e Considerações Especiais — Riscos Gerais — Risco de País — Mercados Emergentes” na Secção II. À medida que se
desenvolvem oportunidades de investimento em títulos de dívida noutros países com mercados emergentes, a Carteira espera expandir e diversificar os respectivos investimentos em carteira. Os títulos de dívida dos mercados emergentes podem tomar a forma de obrigações, títulos de dívida, letras, livranças, títulos convertíveis, warrants, hipoteca ou outros títulos garantidos por activos e direitos em entidades organizadas e utilizadas para fins de reestruturação das características de investimento de títulos de dívida de mercados emergentes. A carteira pode utilizar vários produtos estruturados para replicar com eficácia e eficiência a exposição a obrigações dos mercados emergentes, incluindo títulos normalmente designados por "valores mobiliários condicionados por eventos de crédito" (credit-linked notes). Para mais
informações relativamente a alguns destes investimentos, consultar “Tipos de Investimento” na Secção II.
Ao avaliar os compromissos assumidos, o Gestor de Investimento irá utilizar os seus recursos de análise de crédito internos, bem como informações financeiras e económicas obtidas a partir de outras fontes. Relativamente a emitentes empresariais estrangeiros, o Gestor de Investimento irá considerar a situação financeira do
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I-36 emitente e as condições económicas e de mercado relevantes para as suas operações. Em termos de obrigações do tesouro estrangeiras, o Gestor de Investimento irá rever a situação financeira do emitente e as condições políticas e económicas no país. O investimento em títulos de entidades supranacionais está sujeito aos riscos adicionais de os governos-membros não efectuarem as contribuições de capital necessárias e de uma entidade supranacional ficar assim incapaz de cumprir as suas obrigações.
A abordagem totalmente controlada do Gestor de Investimento para a Carteira permite que esta procure rendimentos correntes elevados mais uma rendibilidade global e geral do investimento ao investir em instrumentos de dívida denominados em várias moedas e unidades monetárias com base na valorização potencial de capital de tais instrumentos em Dólares e nas taxas de rendimento pagas sobre tais instrumentos. Geralmente, ao avaliar os investimentos, o Gestor de Investimento irá considerar, entre outros factores, os níveis relativos das taxas de juro que prevalecem em vários países, a valorização potencial de tais investimentos nas respectivas moedas de
denominação e, para instrumentos de dívida denominados em Dólares, a potencial oscilação de valor de tais moedas comparativamente ao Dólar. Ao procurar a valorização de capital para a Carteira, o Gestor de Investimento pode investir em instrumentos de rendimento
relativamente baixo na expectativa de flutuações cambiais ou movimentos das taxas de juro favoráveis, reduzindo assim potencialmente a taxa de rendimento da Carteira. Ao procurar rendimento para a Carteira, o Gestor de Investimento pode investir em instrumentos a curto prazo com rendimentos relativamente altos (comparativamente a outros títulos de dívida), apesar de não antecipar que tais instrumentos tenham uma valorização potencial de capital. A maturidade média dos títulos da Carteira irá variar com base na avaliação do Gestor de Investimento das condições económicas e de mercado. Como acontece com todos os títulos de dívida, as variações nas taxas de juro irão afectar o valor líquido dos títulos da Carteira, uma vez que os preços dos títulos da carteira aumentam geralmente quando descem as taxas de juro e descem quando as taxas de juro sobem. Os preços dos títulos de longo prazo variam geralmente mais em resposta a variações na taxa de juro do que os títulos a curto prazo. O Gestor de Investimento não prevê que a maturidade média da Carteira exceda 15 anos.
Rendimento Fixo Global. A Carteira pode comprar obrigações de
dívida emitidas por entidades soberanas ou outras entidades
governamentais ou municipais, incluindo, sem limitação, organismos governamentais e instrumentos (colectivamente, “entidades
governamentais”), bem como obrigações de dívida emitidas ou garantidas por várias organizações ou entidades estabelecidas geralmente para promover a reconstrução ou o desenvolvimento económico global, regional ou específico de um país (colectivamente, “entidades supranacionais”). Além disso, a Carteira pode comprar obrigações de dívida de empresas ou outras entidades.
Os títulos detidos pela Carteira terão, aquando da compra inicial, um
rating de crédito de Grau de Investimento (Investment Grade) ou o
Gestor de Investimento determinará que são de qualidade comparável. Na eventualidade de ser atribuído a um título em particular um rating de crédito mais baixo do que o Grau de Investimento ou deixar de ser classificado, o Gestor de Investimento voltará a avaliar imediatamente se a Carteira deve continuar a deter esse título. Normalmente a Carteira alienará qualquer um desses títulos sem Grau de Investimento ou sem classificação, a menos que (i) o Gestor de Investimento determine que de momento não é do melhor interesse da Carteira fazê-lo e (ii) os títulos sem Grau de Investimento agregados não excedam 5% dos activos líquidos da Carteira atribuíveis ao Rendimento Fixo Global.
Normalmente, a Carteira não irá investir mais de 25% dos seus activos líquidos em obrigações convertíveis nem mais de 30% dos seus activos líquidos em instrumentos do mercado monetário. O Gestor de Investimento procura reduzir os riscos inerentes ao investimento da Carteira em títulos de rendimento fixo através da diversificação, ao seu critério, e dos recursos de análise interna de crédito e económica do Gestor de Investimento, bem como informações obtidas a partir de outras fontes.
Relativamente a emitentes soberanos ou outros emitentes governamentais de títulos de dívida nas quais a Carteira investe, o Gestor de Investimento considera a situação financeira do emitente e as condições políticas e económicas no país relevante. O investimento em títulos de dívida emitidas ou garantidas por entidades supranacionais está sujeita aos riscos adicionais de os governos-membros não efectuarem as contribuições de capital necessárias ou regulares e que uma entidade supranacional fique assim incapaz de cumprir as suas obrigações.
Relativamente a emitentes empresariais de títulos de dívida nas quais a Carteira investe, o Gestor de Investimento considera a situação financeira do emitente e as condições económicas e de mercado relevantes para as suas operações. A análise do Gestor de Investimento centra-se em valores relativos baseados em factores, como por exemplo, cobertura de juros, cobertura de activos, previsões de lucro e a experiência e a força de gestão de cada emitente.
Geralmente, ao avaliar os investimentos, o Gestor de Investimento irá considerar, entre outros factores, os níveis relativos das taxas de juro que prevalecem em vários países e a apreciação potencial de tais investimentos nas respectivas moedas de denominação. Ao procurar a obtenção de mais-valias, a Carteira pode investir em títulos de rendimento relativamente baixo na expectativa de flutuações cambiais ou movimentos das taxas de juro favoráveis, reduzindo assim potencialmente a taxa de rendimento da Carteira. Ao procurar retorno, a Carteira pode investir em títulos a curto prazo com rendimentos relativamente altos (comparativamente a outros títulos de dívida) que cumpram os critérios de investimento da Carteira, reduzindo assim potencialmente a apreciação de capital da Carteira.
Além disso, a Carteira pode investir em títulos de dívida
denominadas na moeda de um país embora sejam emitidas por uma entidade governamental, corporação ou instituição financeira de outro país. Por exemplo, a Carteira pode investir numa obrigação denominada em ienes emitida por uma empresa alemã. Tais investimentos envolvem riscos de crédito associados ao emitente bem como riscos cambiais associados à moeda na qual é denominada a obrigação.
A maturidade média da Carteira irá variar com base na avaliação do Gestor de Investimento das condições económicas e de mercado. Como acontece com todos os títulos de rendimento fixo, as variações às taxas de juro irão afectar o Valor do Activo Líquido da Carteira, pois os preços dos títulos da carteira aumentam geralmente quando descem as taxas de juro e descem quando as taxas de juro sobem. Os preços dos títulos de longo prazo flutuam geralmente mais em resposta a variações na taxa de juro do que os títulos a curto prazo.
Grande China. A Carteira pode investir em qualquer empresa e
indústria da Grande China e em qualquer tipo de título com potencial de valorização de capital. Aquando da selecção de títulos, o Gestor de Investimento tem em conta as perspectivas económicas e políticas, os valores de títulos específicos
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I-37 relativamente a outros investimentos, as tendências nas determinantes dos lucros empresariais, a capacidade e práticas de gestão. As estratégias de investimento implementadas serão desenvolvidas por uma equipa de analistas altamente especializada em pesquisas regionais que foi constituída pelo Gestor de Investimento e que se baseia na região. A estratégia do Gestor de Investimento visa o reconhecimento precoce das tendências de crescimento.
A Carteira investirá nas empresas que considerar que têm um potencial de crescimento rápido. Deste modo, a Carteira pode investir em empresas emergentes mais pequenas, mas também pode investir em empresas maiores estabelecidas em sectores económicos em crescimento.
O Gestor de Investimento considera que as empresas de crescimento vivem duas fases distintas no seu ciclo de crescimento. A primeira, a fase de aceleração, reflecte o crescimento que muitas vezes ganha ímpeto mais rapidamente do que o consenso geral antecipa. Durante esta fase, é o crescimento relativo dos resultados que impulsiona o desempenho das acções da empresa. O Gestor de Investimento procura reconhecer este potencial de crescimento numa fase inicial e comprar a acção antes de o seu preço reflectir integralmente a taxa de
crescimento mais rápida do que o esperado.
A segunda oportunidade de crescimento verifica-se quando uma empresa se aproxima do período em que o consenso espera que comece a reverter para a média. Neste caso, o Gestor de Investimento procura identificar precocemente o potencial de surpresa pela positiva e, por conseguinte, a oportunidade de comprar a acção antes de o seu crescimento mais forte se tornar visível ao resto do mercado.
É no âmbito deste quadro de crescimento que o Gestor de Investimento define de modo geral o universo de crescimento, à medida que as empresas e indústrias de crescimento variam ao longo do tempo. Nestas circunstâncias, é da maior importância a pesquisa pormenorizada e a análise fundamental para a abordagem de investimento de crescimento.
Os esforços de pesquisa fundamental do Gestor de Investimento visam a identificação das empresas com mais probabilidades de
ultrapassarem sistematicamente as expectativas de consenso enquanto evitam as mais susceptíveis de desapontar. Os analistas do Gestor de Investimento reúnem-se com os gestores seniores, analistas
“sell-side”, fornecedores, clientes, concorrentes e consultores do sector, e examinam minuciosamente os relatórios financeiros. Com base nesta pesquisa, os analistas desenvolvem as previsões financeiras para cada empresa, incluindo as projecções de lucros e prejuízos, resultados, dividendos, fluxos de caixa, balanço, bem como avaliações e sensibilidades para um horizonte de previsão específico. Os analistas comparam depois as suas expectativas de resultados com as do consenso de mercado, para identificarem os casos em que um diferencial alargado – o chamado “Dynamic Gap” — proporciona oportunidades de investimento. Os analistas classificam as acções que seguem em 1 – Sector/Indústria: Desempenho Superior, 2 –
Sector/Indústria: Neutro ou 3 – Sector/Indústria: Desempenho Inferior com base nas suas expectativas de crescimento relativamente ao consenso para os vários trimestres seguintes.
Os títulos candidatos à inclusão na Carteira são geralmente os títulos que recebem classificações elevadas dos analistas de pesquisas. Estas empresas têm tendência a ter um forte potencial para ultrapassar as previsões de crescimento de consenso nos trimestres futuros. Periodicamente, o Grupo de Supervisão da Carteira de Crescimento Grande China analisa e confronta as ideias de pesquisa dos analistas, pondo à prova as suas convicções ao nível de acções individuais.
Através deste rigoroso debate de pesquisa/investimento e considerando o contributo das chefias de pesquisa global relevantes, a equipa do Grupo de Supervisão da Carteira filtra colectivamente as melhores ideias de investimento para a carteira. O Grupo de Supervisão da Carteira reúne-se periodicamente para analisar as ideias de investimento actuais, o posicionamento da carteira e as exposições ao risco e para avaliar o quadro mais favorável de risco/remuneração da carteira. A decisão colectiva do Grupo de Supervisão da Carteira configura todas as participações da carteira, com 75% da carteira normalmente investida em acções de classificação 1.
A Carteira não tem restrições à componente dos seus activos que podem ser investidos em títulos denominados numa moeda específica e prevê-se que uma componente significativa dos activos da Carteira seja investida em títulos não denominados em dólares. A componente dos activos da Carteira investida em títulos denominados em moedas que não sejam o dólar pode variar dependendo das condições do mercado.
Valor da Ásia excluindo o Japão. Os investimentos da Carteira
na região asiática excluindo o Japão compreendem acções que o Gestor de Investimento considera subvalorizados. O universo de investimento da Carteira será composto por países incluídos no índice MSCI AC (All Country) Asia ex Japan e no índice MSCI Frontier Markets, embora a Carteira possa investir em títulos que não constem do índice MSCI AC (All Country) Asia ex Japan e do índice MSCI Frontier Markets.
O Gestor de Investimento acredita que, ao longo do tempo, a cotação das acções de uma empresa virá a reflectir o seu valor económico intrínseco. A abordagem de valor fundamental do Gestor de Investimento ao investimento em acções define geralmente o valor por referência à relação entre o preço actual de um título e o seu valor económico intrínseco, conforme medido pelas perspectivas de resultados a longo prazo.
Esta abordagem procura identificar, em primeira instância, um universo de títulos da região asiática, excluindo o Japão considerados subvalorizados, porque apresentam um preço atractivo face ao seu potencial de lucros no futuro. Nestes termos, prever os lucros empresariais e a capacidade de gerar capital é o centro da abordagem de valor fundamental.
Em condições normais de mercado, a Carteira investirá numa carteira de aproximadamente 60-100 empresas do universo da Ásia excluindo o Japão.
A análise de valor do Gestor de Investimento depende fortemente de uma ampla equipa de pesquisa interna e da pesquisa
fundamental das empresas e das indústrias. Os analistas do Gestor de Investimento estão organizados em equipas de indústrias globais e não por áreas geográficas ou classes de activos, uma vez