• Nenhum resultado encontrado

AllianceBernstein—Global Strategic Value, Active Sterling

No documento AllianceBernstein Prospecto (páginas 67-71)

Objectivo e Políticas de Investimento

Objectivo de Investimento

O objectivo de investimento da Carteira é alcançar um crescimento de capital a longo prazo investindo em carteiras globais de acções que o Gestor de Investimento determinou estarem subvalorizadas. A carteiras irá investir, sobretudo, em carteiras diversificadas de acções de todo o mundo, incluindo dos Estados Unidos.

Descrição de Disciplinas e Processos de Investimento

As acções de valor da Carteira são seleccionadas utilizando a

disciplina de investimento do valor fundamental da Unidade Bernstein do Gestor de Investimento. Ao seleccionar acções, as equipas de investimento de valor do Gestor de Investimento procuram identificar empresas cujo potencial de lucros a longo prazo e capacidade de pagamento de dividendos não estão reflectidos no preço de mercado actual dos respectivos títulos. Esta disciplina de valor fundamental centra-se fortemente na vasta equipa interna de pesquisa de valor do Gestor de Investimento que segue mais de 2.700 empresas. As equipas da unidade de pesquisa de valor cobrem um dado sector ao nível mundial, de modo a compreenderem melhor a posição competitiva de cada empresa num contexto global. A equipa do Gestor de

Investimento de aproximadamente 70 analistas de valor dedicados prepara as suas próprias estimativas de resultados e modelos financeiros para cada empresa analisada. O Gestor de Investimento identifica e quantifica as variáveis críticas que controlam o

desempenho de um negócio e analisa os resultados para prever as perspectivas e rendibilidade estimada de cada empresa a longo prazo. A disciplina de investimento de “Valor” tenta identificar títulos subvalorizados utilizando uma abordagem de valor fundamental disciplinada. O Gestor de Investimento acredita que, ao longo do tempo, a cotação das acções de uma empresa virá a reflectir o seu valor económico intrínseco. A abordagem de valor fundamental do Gestor de Investimento ao investimento em acções define geralmente o valor por referência à relação entre o preço actual de um título e o seu valor económico intrínseco, conforme medido pelas perspectivas de lucro a longo prazo. Em cada mercado, esta abordagem procura identificar um universo de títulos considerados subvalorizados, porque

apresentam um preço atractivo face ao seu potencial de resultados no futuro. Nestes termos, prever os resultados empresariais e a

capacidade de pagamento de dividendos é o centro da abordagem fundamental. Os títulos de empresas em qualquer sector, país ou região podem apresentar erros no preço e o Gestor de Investimento irá procurar explorar todas essas oportunidades ao seleccionar títulos para a Carteira.

O Gestor de Investimento considera as características do conjunto da carteira quando decide a quantidade de cada acção a comprar para a Carteira. Os analistas quantitativos do Gestor de Investimento elaboram modelos de avaliação e de risco para assegurar que a carteira é construída para obter um equilíbrio efectivo de risco e de retorno. Ao avaliar a concentração dos sectores em geral, o grau de subvalorização e outras semelhanças subtis entre investimentos, o Gestor de

Investimento procura proporcionar o risco adequado à rendibilidade prevista, em conformidade com a natureza relativamente concentrada carteira.

Em condições normais de mercado, a Carteira investirá em cerca de 40 a 70 empresas, embora a Carteira possa diversificar-se para uma gama mais ampla de empresas em determinadas condições de mercado.

Descrição da Estratégia Cambial

O Gestor de Investimento empregará uma estratégia de

sobreposição cambial. Essa estratégia envolve o ajuste das várias exposições cambiais da Carteira para tomar em consideração as perspectivas de risco e retorno tanto da moeda base como das demais moedas da Carteira. Assim, em qualquer momento, o Gestor de Investimento pode ajustar as exposições cambiais da Carteira de acordo com as características previstas de risco e retorno que essas moedas deverão oferecer, segundo indicadas pela sua pesquisa.

A estratégia de sobreposição de moedas do Gestor de Investimento pode ser implementada por meio de transacções com certos instrumentos derivativos relacionados com as moedas, tais como contratos de divisas a prazo, futuros cambiais, opções cambiais, opções sobre futuros cambiais e swaps cambiais, com o objectivo de proteger a Carteira contra efeitos cambiais adversos e/ou buscar oportunidades de investimento activo com base nas perspectivas de risco e retorno das diferentes moedas. Por exemplo, quando a pesquisa do Gestor de Investimento indica que uma determinada moeda oferece um retorno previsto inferior ao da moeda base, o Gestor de Investimento pode celebrar contratos de divisas a prazo para vender um volume da moeda para a qual se prevê um retorno inferior. Tais instrumentos também poderão ser empregues para aumentar a exposição da Carteira a uma determinada moeda de modo que a exposição da Carteira a essa moeda seja superior ao valor dos títulos da Carteira denominados nessa moeda (incluindo casos ocasionais em que a carteira de investimentos da Carteira não inclui nenhum título denominado nessa moeda) quando a pesquisa do Gestor de Investimento indicar que a moeda deverá oferecer um retorno atrativo. O Gestor de Investimento utiliza modelos internos desenvolvidos especificamente para esses fins, para além das perspectivas fundamentais baseadas em pesquisa. No âmbito do quadro desta estratégia de sobreposição de moedas, o Gestor de Investimento controlará as exposições cambiais da Carteira para assegurar que a selecção de acções continue a ser o principal componente dos retornos dos investimentos da Carteira e para tentar assegurar que o risco decorrente dessas exposições cambiais seja proporcional às oportunidades previstas de retorno que oferecem.

Utilização de Derivativos

Geral. Para além de utilizar instrumentos financeiros

derivativos, tais como, por exemplo, contratos de divisas a prazo, futuros cambiais, opções cambiais, opções sobre futuros cambiais e swaps cambiais em conexão com a estratégia de sobreposição de moedas da Carteira, conforme descrita acima, o Gestor de Investimento pode empregar instrumentos financeiros derivativos para fins de gestão e cobertura da carteira com eficiência. Esses instrumentos financeiros derivativos poderão incluir a utilização de instrumentos derivativos negociados em bolsas ou mercados de balcão.

Medição do Risco. O Gestor de Investimento utilizará uma

metodologia de Valor em Risco (“VeR”) para monitorizar o risco da Carteira. A metodologia de VeR está descrita em mais detalhes no Apêndice C do presente Prospecto.

AllianceBernstein—Global Strategic Value, Active Sterling

Outras Políticas de Investimento

A Carteira não está sujeita a qualquer limitação na parte dos respectivos activos totais que podem ser investidos em qualquer país ou região. A Carteira pretende diversificar o risco de investimento e espera investir em acções de emitentes domiciliados em países desenvolvidos, incluindo a Austrália, o Canadá, o Japão, os Estados Unidos e as nações desenvolvidas da Europa e Ásia. Será permitido à Carteira investir em títulos de emitentes domiciliados, ou com operações significativas, noutros países, incluindo países com mercados emergentes.

Não se espera que os investimentos da Carteira em títulos de emitentes domiciliados em países com mercados emergentes excedam 30% dos activos líquidos da Carteira. O Gestor de Investimento, ao seu critério, irá determinar que países constituem “países com mercados

emergentes”. Em geral, os países com mercados emergentes serão países considerados pela comunidade financeira global como sendo países em desenvolvimento, incluindo países incluídos, uma vez por outra, no MSCI Emerging Markets IndexSM, um índice de capitalização de mercado ajustado ao volume de títulos em circulação concebido para medir o desempenho do mercado de acções nos mercados emergentes globais. A determinação feita pelo Gestor de Investimento sobre que países constituem países com mercados emergentes pode variar de tempos a tempos.

A Carteira irá investir, sobretudo, em acções ordinárias mas podem também investir em acções preferenciais, warrants e títulos conversíveis de emitentes dos Estados Unidos e de fora dos Estados Unidos, incluindo ADRs patrocinados ou não patrocinados e GDRs ou respectivos equivalentes.

Como medida defensiva temporária ou para prover aos resgates, a Carteira pode, sem limites, deter caixa e seus equivalentes ou obrigações de rendimento fixo a curto prazo, incluindo instrumentos do mercado monetário.

A Carteira pode investir até 10% dos seus activos líquidos em títulos para os quais não existe nenhum mercado imediato. Consultar o parágrafo (5) das “Restrições de Investimento” no Apêndice A da Secção II. Por isso, a Carteira pode não conseguir vender imediatamente tais títulos. Além disso, pode haver restrições contratuais na revenda desses títulos.

O Gestor de Investimento espera que, em qualquer momento, pelo menos 90% dos activos totais da Carteira estejam investidos em acções e o montante dos activos da Carteira investido em tais títulos não seja, em caso algum, inferior a dois terços dos activos totais da Carteira. Relativamente ao Global Strategic Value, Active Sterling, a moeda mencionada no nome da Carteira é uma referência à Moeda da Carteira; a Carteira pode investir em títulos denominados em moedas que não sejam a Moeda da Carteira.

I-62

Resumo das Informações

Características da Carteira

Horizonte de Investimento

Recomendado A longo prazo Distribuições Nenhuma. Consultar “Distribuições” abaixo.

Moeda da Carteira Sterling Cálculo do Valor do Activo

Líquido Cada Dia Útil

Publicação do Valor do

Activo Líquido O Valor do Activo Líquido da Carteira está disponível mediante solicitação da Sociedade Gestora

Comissões e Encargos das Classes de Acções1 Comissão de Subscrição

inicial2 Comissão de Gestão3 Comissão de Distribuição4

Comissão Contingente sobre Vendas Diferidas5

Acções da Classe I Nenhum 0,90% Nenhum Nenhum

Acções da Classe S6 Nenhum Nenhum Nenhum Nenhum

Acções da Classe S1 Nenhum 0,80% Nenhum Nenhum

1 A Sociedade Gestora, o Administrador, o Depositário e o Agente de Transmissão têm o direito de receber, a partir dos activos da Carteira, comissões conforme descritas em “Outras Informações da Carteira — Comissões da Sociedade Gestora, do Administrador, do Depositário e do Agente de Transmissão” abaixo. A Carteira suporta igualmente todas as suas outras despesas. Consultar “Como Comprar Acções” e “Informações Adicionais — Comissões e Despesas” na Secção II. A Sociedade Gestora aceitou voluntariamente, até a Sociedade Gestora em nome do Fundo notificar os Accionistas do contrário, que se, em qualquer ano fiscal, as comissões e despesas agregadas respeitantes às seguintes classes de acções da Carteira (incluindo qualquer Comissão de Gestão e todas as outras comissões e despesas definidas em “Informações Adicionais — Comissões e Despesas” na Secção II, incluindo o Taxe d’Abonnement do Luxemburgo, mas excluídas de alguns outros impostos, corretagem (quando aplicável) e juros sobre empréstimos) excederem as seguintes percentagens do Valor do Activo Líquido médio para o ano fiscal imputável às Classes de Acções I, S e S1 respectivamente: 1,30%, 0,15% e 0,95%), o Fundo pode deduzir do pagamento a ser feito à Sociedade Gestora, senão a Sociedade Gestora irá suportar essas comissões e despesas em excesso.

2 Como percentagem do preço de compra.

3 Como percentagem anual do Valor do Activo Líquido médio diário. Relativamente a algumas classes de acções, a comissão de gestão pode também incluir uma componente que é paga aos distribuidores ou outros intermediários financeiros e fornecedores de serviços. Para mais pormenores sobre a Comissão de Gestão, consultar “Informações Adicionais — Comissões e Despesas” na Secção II.

4 Como percentagem anual do Valor do Activo Líquido médio diário. 5 Como percentagem do menor do Valor do Activo Líquido actual ou custo

original das Acções a ser resgatadas e com base na duração da detenção dessas acções. As Acções “CDSC” só podem ser compradas através de uma entidade comercializadora autorizada pelo Distribuidor para oferecer tais acções. Os investidores que estejam a considerar um investimento em Acções “CDSC” deverão falar com o respectivo consultor financeiro para obterem pormenores.

6 As Acções da Classe S são reservadas a investidores institucionais que tenham celebrado um acordo com a Sociedade Gestora e a quem é imputada uma comissão de gestão de investimentos em separado.

Outras Características das Classes das Acções Moedas Oferecidas

Investimento Mínimo Inicial*

Investimento

Subsequente Mínimo* Investimento Máximo

Taxe d’Abonnement*** do Luxemburgo

Acções da Classe I Sterling £1 milhão** Nenhum Nenhum 0,05%

Acções da Classe S Sterling £15 milhões** Nenhum Nenhum 0,01%

Acções da Classe S1 Sterling £15 milhões** Nenhum Nenhum 0,01%

* Não se aplica a planos de investimento automáticos, quando oferecidos. ** A Sociedade Gestora pode renunciar aos mesmos a seu exclusivo critério.

Outras Informações sobre a Carteira

Principais Tipos de Investimento

Para um quadro resumido dos principais tipos de investimentos utilizados pela Carteira e uma descrição dos títulos e outros instrumentos nos quais a Carteira pode investir, os investidores devem consultar “Tipos de Investimento” na Secção II, com início na página II-7. Esta capacidade da Carteira de investir em quaisquer títulos ou instrumentos está sujeita às restrições dos objectivos e políticas de investimento declaradas da Carteira e às limitações contidas em “Restrições de Investimento” no Apêndice A da Secção II.

Perfil de Risco

Pretende-se que estas Carteiras utilizem instrumentos financeiros derivativos e seja classificada como uma carteira “Sofisticada”. Não se aplicarão as restrições de investimento (9) a (13) dispostas no Apêndice A da Secção II. Estas Carteiras empregarão,

alternativamente, a metodologia de Valor em Risco (VeR). Os relatórios de VeR serão produzidos e monitorizados com frequência diária consoante aos seguintes critérios:

- 1 mês de período de detenção; - 99% de nível de confiança;

- testes de stress também serão aplicados conforme for necessário.

Os investimentos da Carteira estão sujeitos a maiores riscos inerentes aos investimentos em acções. Em geral, o valor dos investimentos em acções pode flutuar, por vezes de modo significativo, em resposta às actividades e resultados de empresas individuais ou devido ao mercado em geral ou a condições económicas, políticas e naturais difíceis de prever. Tais factores incluem a possibilidade de quedas do Mercado repentinas ou prolongadas e os riscos associados às empresas individuais. Do ponto de vista histórico, as acções têm proporcionado maior rendibilidade a longo prazo e ocasionado maiores riscos a curto prazo do que outras opções de investimento.

A Carteira está sujeita às flutuações do mercado, das taxas de juro e cambiais e a outros riscos inerentes ao investimento em títulos. Por isso, não é possível garantir que o objectivo de investimento será alcançado, que o capital investido será preservado ou que ocorra valorização de capital. Os resultados do investimento podem variar substancialmente numa base mensal, trimestral ou anual. Um investimento numa Carteira ou noutra não representa um programa de investimento completo.

Para um quadro resumido dos principais riscos da Carteira e uma análise mais pormenorizada destes e de outros riscos aplicáveis à Carteira, os investidores devem consultar “Factores de Risco e Considerações Especiais” na Secção II a começar na página II-21 em particular o Risco de País — Geral, Risco de País — Mercados

Emergentes, Risco Cambial, Risco de Activos Ilíquidos, Risco do Volume de Negócios, Risco de Gestão, Risco de Indústria/Sector, Risco de Derivados, Risco dos Empréstimos, Risco Fiscal e Risco de Acções.

Perfil do Investidor Típico

A Carteira é adequada para investidores tolerantes ao risco alto que procuram compensações a longo prazo do investimento em acções. Os investidores são incentivados a consultar os respectivos consultores financeiros relativamente à adequação de Acções da Carteira às suas necessidades de investimento.

Distribuições

A Sociedade Gestora não tenciona pagar dividendos relativos às Acções. Por conseguinte, qualquer rendimento líquido e lucros líquidos realizados atribuíveis às Acções serão reflectidos no respectivo Valor do Activo Líquido.

Comissões da Sociedade Gestora, Administrador, Depositário e Agente de Transmissões

Para todas as Acções da Carteira, excepto as acções das classes S e S1, é paga uma Comissão anual à Sociedade Gestora a partir dos activos da Carteira sobre o Valor do Activo Líquido agregado atribuível às Acções igual a 0,05% do Valor do Activo Líquido médio diário. Para a Carteira, é paga uma comissão anual à Sociedade Gestora a partir dos activos da Carteira sobre o Valor do Activo Líquido agregado atribuível às Classes de Acções S e S1 igual ao menor de $50 000 ou 0,01% do Valor do Activo Líquido médio diário.

As Comissões do Administrador, do Depositário e do Agente de Transmissão desta Carteira são pagas a partir dos activos da Carteira de acordo com a prática usual no Luxemburgo. A 31 de Agosto de 2009 não se realizaram investimentos para a Carteira. Essas comissões estão sujeitas aos limites das despesas analisadas na nota 1 a "Resumo das Informações—Comissões e Encargos das Classes de Acções " acima e podem aumentar ou diminuir dependendo dos activos da Carteira e do volume de transacções ou por outros motivos.

Despesas Organizativas

À data da criação da Carteira, fez-se uma reserva nas contas da Carteira para as despesas organizativas previstas, de £6.400, que serão amortizadas no decorrer de um período de até cinco anos.

Desempenho Histórico

As informações sobre o desempenho histórico da Carteira podem ser encontradas no Prospecto Simplificado da Carteira e em

www.alliancebernstein.com/investments.

História

A Carteira foi criada como carteira do Fundo em 25 de Julho de 2007.

Acções

No documento AllianceBernstein Prospecto (páginas 67-71)

Outline

Documentos relacionados