Objectivo e Políticas de Investimento
Objectivo de Investimento
O objectivo de investimento da Carteira é um crescimento de capital de longo prazo.
A Carteira procura atingir o seu objectivo de investimento ao investir todos os seus activos numa carteira de títulos de empresas japonesas. Para estes fins, uma “empresa japonesa” é uma empresa que (i) se encontra domiciliada ou organizada no Japão, ou (ii) estabelecida e desenvolve a sua actividade no Japão ou (iii) exerce uma parte significativa das suas actividades económicas no Japão. Ao gerir a Carteira, o Gestor de Investimento diversifica eficientemente entre os estilos de investimento de acções de
crescimento e de valor. O Gestor de Investimento selecciona as acções de crescimento e de valor recorrendo a disciplinas de investimento em crescimento fundamental e valor, de modo a produzir uma carteira misturada.
Normalmente, a afectação visada pelo Gestor de Investimento para a Carteira é uma ponderação igual a 50% de acções de crescimento e 50% de acções de valor. O Gestor de Investimento irá permitir que as ponderações relativas da componente de acções da Carteira variem em resposta aos mercados, mas normalmente apenas dentro de um limite de +/- 5% dessa componente. Além deste limite, o Gestor de Investimento irá geralmente voltar a equilibrar a carteira para a afectação visada. Em circunstâncias extraordinárias, quando o Gestor de Investimento considerar que as condições que favorecem um ou outro estilo de investimento são atractivas, o limite pode aumentar para +/- 10% da Carteira antes de ocorrer o reequilíbrio.
Descrição de Disciplinas e Processos de Investimento Crescimento Japão. O Gestor de Investimento considera que as
empresas de crescimento vivem duas fases distintas no seu ciclo de crescimento. A primeira, a fase de aceleração, reflecte o crescimento que muitas vezes ganha ímpeto mais rapidamente do que o consenso prevê. Durante esta fase, é o crescimento relativo dos resultados que impulsiona o desempenho das acções da empresa. O Gestor de Investimento procura reconhecer este potencial de crescimento numa fase inicial e comprar a acção antes de o seu preço reflectir
integralmente a taxa de crescimento mais rápida do que o esperado. A segunda oportunidade de crescimento verifica-se quando uma empresa se aproxima do período em que o consenso espera que comece a reverter para a média. Neste caso, o Gestor de Investimento procura identificar precocemente o potencial de surpresa pela positiva e, por conseguinte, a oportunidade de comprar a acção antes de o seu crescimento mais forte se tornar visível ao resto do mercado.
É no âmbito deste quadro de crescimento que o Gestor de Investimento define de modo geral o universo de crescimento, à medida que as empresas e indústrias de crescimento variam ao longo do tempo. Nestas circunstâncias, é da maior importância a pesquisa pormenorizada e a análise fundamental para a abordagem de investimento de crescimento.
O gestor de investimento prevê que, em qualquer altura, pelo menos 80% da componente Crescimento Japão dos activos totais da Carteira serão investidos em títulos mobiliários de empresas japonesas. Em condições normais de mercado, a Carteira irá investir numa carteira de aproximadamente 40 a 50 empresas.
Os esforços de pesquisa fundamental do Gestor de Investimento visam a identificação das empresas com mais probabilidades de
ultrapassarem sistematicamente as expectativas de consenso enquanto evitam as mais susceptíveis de desapontar. Para a sua carteira de
Crescimento Japão, a equipa do Gestor de Investimento, constituída por mais de oito analistas centrados na indústria e sedeados em Tóquio, acompanha um universo total de cerca de 600 acções. Os analistas do reúnem-se com os gestores seniores, analistas “sell-side”, fornecedores, clientes, concorrentes e consultores do sector, e examinam minuciosamente os relatórios financeiros. Com base nesta pesquisa, os analistas desenvolvem as previsões financeiras para cada empresa, incluindo as projecções de lucros e prejuízos, resultados, dividendos, fluxos de caixa, balanço, bem como avaliações e sensibilidades para um horizonte de previsão específico. Os analistas comparam depois as suas expectativas de resultados com as do consenso de mercado, para identificarem os casos em que um diferencial alargado – o chamado “Dynamic Gap” — proporciona oportunidades de investimento. Os analistas classificam as acções que seguem em 1 – Sector/Indústria: Desempenho Superior, 2 – Sector/Indústria: Neutro ou 3 – Sector/Indústria: Desempenho Inferior com base nas suas expectativas de crescimento relativamente ao consenso para os vários trimestres seguintes.
Os títulos candidatos à inclusão na Carteira são geralmente os títulos que recebem classificações elevadas dos analistas de pesquisas. Estas empresas têm tendência a ter um forte potencial para ultrapassar as previsões de crescimento de consenso nos trimestres futuros. Periodicamente, o Grupo de Supervisão da Carteira de Crescimento Japão analisa e confronta as ideias de pesquisa dos analistas, pondo à prova as suas convicções ao nível de acções individuais.
Através deste rigoroso debate de pesquisa/investimento e considerando o contributo das chefias de pesquisa global relevantes, a equipa do Grupo de Supervisão da Carteira filtra colectivamente as melhores ideias de investimento para a carteira. O Grupo de Supervisão da Carteira reúne-se periodicamente para analisar as ideias de investimento actuais, o posicionamento da carteira e as exposições ao risco e para avaliar o quadro mais favorável de risco/remuneração da carteira. A decisão colectiva do Grupo de Supervisão da Carteira configura todas as participações da carteira, com 75% da carteira normalmente investida em acções de classificação 1.
Valor Japão. O Gestor de Investimento acredita que, ao longo do
tempo, a cotação das acções de uma empresa virá a reflectir o seu valor económico intrínseco. A abordagem de valor fundamental do Gestor de Investimento ao investimento em acções define geralmente o valor por referência à relação entre o preço actual de um título e o seu valor económico intrínseco, conforme medido pelas perspectivas de resultados a longo prazo. Esta abordagem procura identificar, numa primeira fase, um universo de títulos japoneses considerados subvalorizados, porque apresentam um preço atractivo face ao seu potencial de resultados no futuro. Nestes termos, prever os resultados empresariais e a capacidade de pagamento de dividendos é o centro da abordagem fundamental. Em condições normais de mercado, a componente de Valor Japão da Carteira irá investir numa carteira de aproximadamente 30 a 50 empresas.
A análise de valor do Gestor de Investimento depende fortemente de uma ampla equipa de pesquisa interna e da pesquisa
fundamental das empresas e das indústrias. Os analistas do Gestor de Investimento estão organizados em equipas de indústrias globais e não por áreas geográficas ou classes de activos, uma vez que as empresas em todo o mundo dentro de uma indústria têm
AllianceBernstein—Japan Equity Blend Portfolio tendência a partilhar dinâmicas de lucro e de mercado semelhantes. Os
analistas de empresas e indústrias pesquisam empresas japonesas, as quais são seleccionadas com base num modelo exclusivo de rendibilidade quantitativa, no sentido de preverem a solidez de resultados, fluxos de caixa e balanços das empresas para cada um dos cinco anos seguintes. Se uma empresa tiver muitas linhas de
actividade, os analistas realizam este exercício para cada uma delas, de modo a elaborarem uma previsão mista com base, em parte, nas determinantes actuais e futuras da procura para quaisquer produtos ou serviços da empresa. Estes analistas avaliam também as estratégias de preços utilizadas pelas empresas ao competirem por quota de mercado. Por último, a análise é complementada por uma avaliação da gestão e da capacidade financeira de cada empresa para implementar a sua estratégia empresarial.
O Gestor de Investimento procura títulos subvalorizados com base na disparidade entre o valor económico intrínseco de uma empresa e a cotação das suas acções, em que as empresas com maiores disparidades são consideradas as mais subvalorizadas.
O Gestor de Investimento considera as características do conjunto da carteira quando decide a quantidade de cada acção a comprar para a Carteira. Os analistas quantitativos do Gestor de Investimento elaboram modelos de avaliação e de risco, para assegurar que a carteira é construída para obter um equilíbrio efectivo de risco e de
rendibilidade. Ao avaliar a concentração dos sectores em geral, o grau de subvalorização e outras semelhanças subtis entre investimentos, o Gestor de Investimento procura minimizar a volatilidade global da Carteira, favorecendo os títulos que forem atractivos e que também tendam a diversificar o risco da Carteira.
Entre a cotação actual das acções de uma empresa e o seu valor intrínseco pode surgir uma disparidade, pelo menos em parte, em
resultado de reacções negativas do mercado de curto prazo relativamente a eventos ou tendências recentes. Para reduzir o risco de um título subvalorizado ser comprado antes de uma reacção negativa do mercado ter chegado ao fim, o Gestor de Investimento controla também as análises das estimativas de resultados efectuadas pelos analistas e as respectivas tendências de rendibilidade (também designadas por “price momentum”), para escolher a melhor altura para novas aquisições e vendas de títulos.
Outras Políticas de Investimento
Como medida defensiva temporária ou para prover aos resgates, a Carteira pode, sem limites, deter caixa e seus equivalentes ou obrigações de rendimento fixo a curto prazo, incluindo instrumentos do mercado monetário.
A Carteira pode investir até 10% dos seus activos líquidos em títulos para os quais não existe nenhum mercado imediato. Consultar o número (5) das “Restrições de Investimento” no Apêndice A da Secção II. A Carteira pode, por isso, não ser prontamente capaz de vender tais títulos. Além disso, poderá haver restrições contratuais na revenda desses títulos.
O Gestor de Investimento espera que, em qualquer momento, pelo menos 80% dos activos totais da Carteira estejam investidos em acções de empresas japonesas e que o montante dos activos da Carteira investido em tais títulos não seja, em caso algum, inferior a dois terços dos activos totais da Carteira.
Uma gestão eficaz da carteira e técnicas de cobertura podem incluir a utilização de instrumentos derivados negociados em bolsa e fora dela, incluindo swaps, opções, futuros e transacções cambiais.
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Resumo das Informações
Características da Carteira
Horizonte de Investimento
Recomendado A longo prazo Distribuições Nenhuma. Consultar “Distribuições” abaixo.
Moeda da Carteira Iene Hora Limite
das Ordens
18h00, Hora da Europa Central, em cada Dia Útil
Cálculo do Valor do Activo
Líquido Cada Dia Útil Resgates O pagamento do resultado do resgate (o preço de resgate menos qualquer comissão por resgate antecipado aplicável) será feito pelo Depositário ou respectivos agentes normalmente no prazo de quatro Dias Úteis. Para mais informações sobre resgates, consultar “Como Resgatar Acções” na Secção II. Publicação do Valor do Activo
Líquido Os investidores devem contactar a Sociedade Gestora sobre o Valor do Activo Líquido actual
Comissões e Encargos das Classes de Acções1 Comissão de Subscrição
Inicial3 Comissão de Gestão4 Comissão de Distribuição5
Comissão Contingente sobre Vendas Diferidas6
Acções da Classe A Até 6,25% 1,50% Nenhuma Nenhuma
Acções da Classe B2 Nenhuma 1,50% 1,00%
Detidas 0–1 ano=4,0% 1–2 anos=3,0% 2–3 anos=2,0% 3–4 anos=1,0% + 4 anos=0%
Acções da Classe C Nenhuma 1,95% Nenhuma Detidas 0–1 ano =1,0% Depois disso 0%
Acções da Classe I Até 3,00% 0,70% Nenhuma Nenhuma
Acções da Classe S7 Nenhuma Nenhuma Nenhuma Nenhuma
Acções da Classe S1 Nenhuma 0,65% Nenhuma Nenhuma
1 A Sociedade Gestora, o Administrador, o Depositário e o Agente de Transmissão têm o direito de receber, a partir dos activos da Carteira, comissões conforme descritas em “Outras Informações da Carteira — Comissões da Sociedade Gestora, do Administrador, do Depositário e do Agente de Transmissão” abaixo. A Carteira suporta igualmente todas as suas outras despesas. Consultar “Como Comprar Acções” e “Informações Adicionais — Comissões e Despesas” na Secção II. A Sociedade Gestora aceitou voluntariamente, até a Sociedade Gestora em nome do Fundo notificar os Accionistas do contrário, que se, em qualquer ano fiscal, as comissões e despesas agregadas respeitantes às seguintes classes de acções da Carteira (incluindo qualquer comissão de gestão e todas as outras comissões e despesas definidas em “Informações Adicionais — Comissões e Despesas” na Secção II, incluindo o Taxe d’Abonnement do Luxemburgo mas excluídos certos outros impostos, corretagem (se for o caso) e juros sobre empréstimos) excederem as seguintes percentagens do Valor do Activo Líquido médio para o ano fiscal imputável às Classes de Acções da Carteira A, B, C, I, S e S1, respectivamente: 2,15%, 3,15%, 2,60%, 1,35%, 0,15% e 0,80%, o Fundo pode deduzir do pagamento a ser feito à Sociedade Gestora, senão a Sociedade Gestora irá suportar essas comissões e despesas em excesso.
2 Após seis anos a partir da data de compra, os Accionistas da Classe B terão o direito de solicitar uma conversão para as Acções da Classe A sem comissões do Fundo nem da Sociedade Gestora. Para mais pormenores sobre o direito de
conversão, consulte “Como Trocar ou Converter Acções — Conversão de Acções “CDSC”” na Secção II do Prospecto.
3 Como percentagem do preço de compra.
4 Como percentagem anual do Valor do Activo Líquido médio diário. Relativamente a algumas classes de acções, a comissão de gestão pode também incluir uma componente que é paga aos distribuidores ou outros intermediários financeiros e fornecedores de serviços. Para mais pormenores sobre a comissão de gestão, consultar “Informações Adicionais — Comissões e Despesas” na Secção II.
5 Como percentagem anual do Valor do Activo Líquido médio diário. 6 Como percentagem do menor do Valor do Activo Líquido actual ou custo
original das Acções a ser resgatadas e com base na duração da detenção dessas acções. As Acções “CDSC” só podem ser compradas através de uma entidade comercializadora autorizada pelo Distribuidor para oferecer tais acções. Os investidores que estejam a considerar um investimento em Acções “CDSC” deverão falar com o respectivo consultor financeiro para obterem pormenores. Relativamente às Acções da Classe C, uma entidade comercializadora pode optar por renunciar às comissões contingentes sobre vendas diferidas em certas circunstâncias.
7 As Acções da Classe S são reservadas a investidores institucionais que tenham celebrado um acordo com a Sociedade Gestora e a quem é imputada uma comissão de gestão de investimentos em separado.
Outras Características das Classes de Acções
Moedas oferecidas
Investimento Mínimo Inicial*
Investimento
Subsequente Mínimo* Investimento Máximo**
Taxe d’Abonnement*** do Luxemburgo Acções da Classe A Iene Dólar Euro SGD ¥200.000 $2.000 €2.000 S$3.000 ¥80.000 $750 €750 S$1.000 Nenhum 0,05% Acções da Classe B Iene Dólar Euro SGD ¥200.000 $2.000 €2.000 S$3.000 ¥80.000 $750 €750 S$1.000 ¥28 milhões $250.000 €250.000 S$350.000 0,05% Acções da Classe C Iene Dólar Euro SGD ¥200.000 $2.000 €2.000 S$3.000 ¥80.000 $750 €750 S$1.000 Nenhum 0,05% Acções da Classe I Iene Dólar Euro SGD ¥100 milhões $1 milhão €1 milhão** S$1,5 milhões Nenhum Nenhum 0,05%
Acções da Classe S Iene
Dólar Euro
¥2,5 mil milhões** $25 milhões
€20 milhões** Nenhum Nenhum 0,01%
Acções da Classe S1 Iene
Dólar Euro
¥2,5 mil milhões** $25 milhões
€20 milhões** Nenhum Nenhum 0,01%
* Não se aplica a planos de investimento automáticos, quando oferecidos.
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Outras Informações sobre a Carteira
Principais Tipos de Investimento
Para um quadro resumido dos principais tipos de investimento utilizados pela Carteira e uma descrição dos títulos e outros instrumentos nos quais a Carteira pode investir, os investidores devem consultar “Tipos de Investimento” na Secção II a começar na página II-6. Esta capacidade da Carteira de investir em quaisquer títulos ou instrumentos está sujeita às restrições dos objectivos e políticas de investimento declaradas da Carteira e às limitações contidas em “Restrições de Investimento” no Apêndice A da Secção II.
Perfil de Risco
Os investimentos da Carteira estão sujeitos a maiores riscos inerentes aos investimentos em acções. Em geral, o valor dos investimentos em acções pode flutuar, por vezes de modo significativo, em resposta às actividades e resultados de empresas individuais ou devido ao mercado em geral ou a condições económicas, políticas e naturais difíceis de prever. Tais factores incluem a possibilidade de quedas do Mercado repentinas ou prolongadas e os riscos associados às empresas individuais. Do ponto de vista histórico, as acções têm proporcionado maior rendibilidades a longo prazo e ocasionado maiores riscos a curto prazo do que outras opções de investimento.
Pelo facto da Carteira ir investir principalmente em títulos de emitentes localizados no Japão, será directamente afectada pela volatilidade nos mercados bolsistas japoneses, os quais viveram períodos de grande expansão e contracção, bem como alterações no clima económico e político no Japão em geral.
A Carteira está sujeita às flutuações do mercado, das taxas de juro e cambiais e a outros riscos inerentes ao investimento em títulos. Por isso, não é possível garantir que o objectivo de investimento será alcançado, que o capital investido será preservado ou que ocorra valorização de capital. Os resultados do investimento podem variar substancialmente numa base mensal, trimestral ou anual. Um investimento na Carteira não representa um programa de investimento completo.
Para um quadro resumido dos principais riscos da Carteira e uma análise mais pormenorizada destes e de outros riscos aplicáveis à Carteira, os investidores devem consultar “Factores de Risco e Considerações Especiais” na Secção II a começar na página II-18, em particular o Risco de País — Geral, Risco de Activos Ilíquidos, Risco de Carteira Concentrada, Risco do Volume de Negócios, Risco de Gestão, Risco de Falta de Histórico Operacional, Risco de Derivados, Risco dos Empréstimos, Risco Fiscal e Risco de Acções.
Perfil do Investidor Típico
A Carteira é adequada a investidores tolerantes ao risco alto que procuram compensações a longo prazo do investimento em acções. Os investidores são incentivados a consultar os respectivos consultores financeiros relativamente à adequação de Acções da Carteira às suas necessidades de investimento.
Distribuições
De acordo com os Regulamentos de Gestão, a Sociedade Gestora não tenciona pagar dividendos relativos às Acções. Por conseguinte, qualquer rendimento líquido e lucros líquidos realizados atribuíveis às Acções serão reflectidos do respectivo Valor do Activo Líquido.
Comissões da Sociedade Gestora, Administrador, Depositário e Agente de Transmissões
Para todas as acções, excepto das classes S e S1, é paga uma comissão anual à Sociedade Gestora a partir dos activos da Carteira sobre o Valor do Activo Líquido agregado atribuível às Acções igual a 0,05% do Valor do Activo Líquido médio diário. É paga uma comissão anual à Sociedade Gestora a partir dos activos da Carteira sobre o Valor do Activo Líquido agregado atribuível às Classes de Acções S e S1 igual ao menor de $50.000 ou 0,01% do Valor do Activo Líquido médio diário.
As Comissões do Administrador, do Depositário e do Agente de Transmissão da Carteira são pagas a partir dos activos da Carteira de acordo com a prática usual no Luxemburgo. Em 31 de Agosto de 2009, os montantes anualizados expressos como percentagem do Valor do Activo Líquido médio diário da Carteira das Comissões do Administrador, do Depositário e do Agente de Transmissão eram de 0,58%, 0,47% e 0,27% (devido a um levantamento temporário em vigor até certos níveis de activos mínimos serem alcançados ou terminar um período gracioso negociado), respectivamente. Estas comissões estão sujeitas aos limites das despesas analisadas na nota 1 a “Resumo das Informações — Comissões e Encargos das Classes de Acções” acima e podem aumentar ou diminuir dependendo dos activos das Carteiras e do volume de transacções ou outros motivos.
Despesas Organizacionais
A Carteira não tem despesas organizacionais não amortizadas.
Desempenho Histórico
As informações sobre o desempenho histórico da Carteira podem ser encontradas no Prospecto Simplificado da Carteira e em
www.alliancebernstein.com/investments.
História
A Carteira foi estabelecida como Japan Blend Portfolio do Fundo em 8 de Junho de 2006 e posteriormente foi renomeada Japan Equity Blend Porfolio.
Acções